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PRONAC 2416105Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

CATALOGAÇÃO ACERVO DAS OBRAS ARTES VISUAIS DE ARNALDO DIAS BAPTISTA

ARNALDO DIAS BAPTISTA EDICOES MUSICAIS & CIA LTDA
Solicitado
R$ 1,30 mi
Aprovado
R$ 1,30 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
DocumentDigitaliz d Acervo;Pesquis;Sist d Informaç
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
24

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2024-11-30
Término

Resumo

O presente projeto tem como objetivo a pesquisa, catalogação, edição e publicação de conteúdos específicos de acesso público e inclusivo das obras visuais do renomado artista brasileiro Arnaldo DiasBaptista, influência marcante na cultura brasileira desde o final dos anos 60. A proposta busca não apenas consolidar e preservar a rica trajetória artística e o legado de Arnaldo, mas também fomentar o acesso ao seu trabalho, contribuindo para o fortalecimento da produção cultural brasileira.

Sinopse

O presente projeto tem como objetivo a pesquisa, a catalogação, edição e publicação das obras artes visuais do renomado artista brasileiro Arnaldo Dias Baptista, influência marcante na cultura brasileira desde o final dos anos 60. A proposta busca não apenas consolidar e preservar a rica trajetória artística e o legado de Arnaldo, mas também fomentar o acesso ao seu trabalho, contribuindo para o fortalecimento da produção cultural brasileira.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS Arnaldo Dias Baptista é conhecido por sua grande influência na música jovem brasileira a partir de 1967, a princípio como fundador e líder de Os Mutantes, e depois no decorrer de sua carreira solo pós 1973 até os dias de hoje. A partir de 1981, abraça pincéis e tintas para libertar uma expressão artística que já estava latente ali desde os anos 70. Multi-intrumentista, compositor, escritor e artista visual, Arnaldo Dias Baptista nunca parou de criar. Suas artes visuais refletem o empirismo incessantemente poético, lúdico e vivaz do artista, presentes nesta alma e corpo neurodivergentes. E a importância de sua relevância nos despertares essenciais do mundo neurotípico. Parafraseando Alejandro Jodorowsky sobre o artista: uma pessoa precisa ser como Jean Cocteau. Necessita ser muitas pessoas ao mesmo tempo e não apenas uma. Arnaldo é um dos grandes nomes dentro deste recorte/segmento do mercado das artes visuais, capaz de estimular diálogos e conteúdos mais amplos sobre o reconhecimento e a inclusão mais engajada e representativa neste setor para artistas self thought e neurodivergentes. Apesar das inegáveis contribuições de galerias, museus, organizações e instituições brasileiras em desinvisibilizar estes artistas e suas obras, ainda vemos aqui no Brasil uma posição muito modesta. A história artística de Arnaldo Dias Baptista está descrita na biografia cronológica disponível em sua galeria virtual arnaldodiasbaptista.com.br. O impacto de sua obra visual é descrito por curadores de suas exposições individuais de 2012 pra frente, com textos de nomes como Márcio Harum e Rodrigo Moura, além de vídeos e entrevistas do artista falando de seu processo criativo _ mostrando que sua relevância no mercado se dá, também, através de um envolvimento de Arnaldo, exigido pelos curadores, galerias e museus mais renomados, e que norteia leituras de ‘o que é arte e o que não é arte’, e que diz respeito à pesquisa _ o quanto de pesquisa foi dedicada no processo de criação. A arte visual de Arnaldo reflete sua filosofia, poesia, senso de humor e criatividade vanguardista, já conhecidas em sua carreira musical. Arnaldo trabalha de forma espontânea, experimental e com ênfase no imaginário fantástico. A expressividade através do uso de cores e texturas permeia tanto o universo da psicodelia, da metafísica, quanto da arte contemporânea. Arnaldo não passa por filtros como outros artistas. Seus desenhos e pinturas se aproximam muito da escrita, como uma fábula. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produto Principal: PRESERVAÇÃO DE ACERVO e DIGITALIZAÇÃO: Compilar e documentar as obras visuais de Arnaldo Dias Baptista, a partir da realização de um levantamento minucioso em coleções públicas e privadas, assegurando uma base de dados completa e precisa. Realizar pesquisa iconográfica ampla, visando à obtenção de imagens de alta qualidade de cada obra catalogada, garantindo a fidelidade visual na reprodução. Catalogar as obras do artista, incluindo a organização de informações técnicas, contextuais e históricas de cada obra, proporcionando um entendimento abrangente da trajetória artística de Arnaldo. Serão fotografadas 3000 obras, produzindo imagens em alta resolução que não contam com registro fotográfico, completando a lacuna iconográfica onde for identificada. 2) Documentário/Making Off - Este projeto trata-se de documentário sobre o a catalogação e o processo de digitalização das obras de Arnaldo Dias Baptista. A produção de um média metragem, (1 vídeo de até 30 minutos editado, com depoimentos e imagens de cobertura, narrando o processo de organização do acervo de forma didática, para fins educativos e de entretenimento, e que será disponibilizado para o público via plataformas de streaming gratuitas, incluindo linguagem inclusiva; 3) Catálogo - O catálogo online e impresso serve de registro e de documentação do processo de catalogação, do processo para servir de apoio para educação e para pesquisa, possuindo um papel essencial na democratização do discurso curatorial. Para além da tiragem impressa, distribuída gratuitamente, o projeto Catálogo também será disponibilizado de forma digital, em ambiente online, com linguagem inclusiva.

Justificativa

Muitos sintagmas denominativos circundam estas manifestações artístico-visuais: self thought art, outsider art, naïf, arte bruta, folk art. Numa reflexão mais profunda, vemos uma estética que se mantém com códigos similares aos de artistas como Henry Danger (1892-1973) e o multidisciplinar Devendra Banhart. "Nunca se poderá definir com precisão este vasto universo, de força e mitologia únicas, ou reduzí-lo a uma categoria. Como dizia Jean Dubuffet, ‘a arte por essência é novidade... Só um regime é salutar à criação artística: o da revolução permanente", escreveu Juliana Freire para o texto curatorial da individual de Arnaldo, Lentes Magnéticas, na Galeria Emma Thomas (2012), em São Paulo, exposição que resultou na maior cobertura de mass media nos últimos dez anos daquela época, como nos contou a Lema, que assinou a assessoria em comunicação da mostra. "Conhecer a produção visual de Arnaldo Dias Baptista é dar um passo adiante na mente fascinante de um artista que está sempre preparado para colocar em risco a nossa confiança excessiva na lógica, convidando-nos a desfrutar de sua visão de mundo poética e singular", escreveu Rodrigo Moura, curador do Solo-Project, que aconteceu na SP-Art de 2014, quando convidou Arnaldo para fazer parte dos nove artistas convidados para esse recorte daquela 10ª edição da feira. A importância desta catalogação da obra visual de Arnaldo Dias Baptista é, ainda, oferecer a curadores, museus, galerias e outras organizações caminhos para realizarem mostras e projetos a partir de uma visão mais ampla e informada sobre o cosmos onde habitam estas obras e seu autor. E, também, pela sua relevância histórica na produção artística visual brasileira, sua preservação e continuidade, seja como artista visual inserido no mercado, seja como artista visual neste recorte neurodivergente e, portanto, inclusivo _ nada mais contemporâneo que a ampla e irrestrita inclusão em todas as áreas da Cultura brasileira. Estima-se que desde os anos 80, Arnaldo tenha criado mais de 3 mil obras em telas, papelões paranás, cansons... além de diversos outros suportes que vai encontrando pelo caminho. "Ainda que, à primeira vista, o trabalho de Arnaldo Dias Baptista evoque a extravagância cromática, percepção sinestésica do mundo e inversão de planos presentes na estética psicodélica, no prisma criativo de Arnaldo não é possível encontrar o arquétipo do artista divorciado do mundo e fiel apenas aos imperativos de sua obra. Arnaldo desenvolve sua produção visual como um homem-artista liberto em relação à sua época, realidade, normas, técnicas e gosto de seu tempo. Acima de tudo, Arnaldo é contemporâneo e sua produção expressa o sumo de sua relação com o mundo", escreveu Mariana Coggiola, curadora da exposição Uma Pessoa Só, no Epicentro Cultural (2015), em São Paulo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art.1° da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, os meios para o acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais - por meio da publicação do website institucional, que disponibilizará acesso às fontes de pesquisa e obras catalogadas do artista. O catálogo no site institucional só será de acesso amplo e irrestrito para instituições, escolas, universidades, que ao demonstrar interesse, terão acesso ao Catálogo Instituicional em suas biblliotecas virtuais para consulta pública. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores - ao mostrar aspectos da arte visual de nosso país a partir do artista retratado e das suas diversas facetas e influências que foram integradas ao longo dos anos no ambiente social e cultural; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional - através da realização de mapeamento e de aprofundamento teórico de um artista representativo do Brasil, importante para a formação e pluralidade da nossa cultura, além de explicá-la e enriquecê-la; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira - por meio do registro de uma memória do processo criativo de um artista brasileiro de grande referência, enriquecendo a cultura e incentivando produções artísticas; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro - por meio do produto secundário deste projeto: um site que resgatará e contribuirá à difusão de uma memória de nosso patrimônio cultural, que é a vida e as obras do artista retratado; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória - pois o trabalho de pesquisa junto à catalogação são exemplos de um registro e resgate cultural artístico importantes, contribuindo para a formação da prática curatorial e acadêmica, além de ajudar a explicá-la e enriquecê-la; IX - priorizar o produto cultural originário do País - pois Arnaldo Dias Baptista nasceu e atuou desde o início da sua carreira no Brasil e é considerado um ícone da musica e das artes visuais nacionais, tendo influenciado gerações; Em relação ao Art. 3° da Lei 8313/91 o projeto atende aos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes. O acesso amplo e irrestrito, se abraçado por instituições, escolas, universidades, que ao demonstrarem interesse, terão acesso ao Catálogo Instituicional em suas biblliotecas virtuais para consulta pública. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública do catálogo impresso e virtual em plataforma digital + documentário de 30 minutos. V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais - Pois serão contratados fornecedores, pesquisadores, colaboradores e afins especializados nos seus assuntos para a produção do projeto.

Estratégia de execução

- Arnaldo Dias Baptista já é reconhecido no circuito das artes plásticas, tendo exposições assinadas por curadores do porte de Rodrigo Moura, no recorte “Projet Solo – SP-Arte 2014”, quando Rodrigo escolheu Aranaldo para integrar o time de artistas – 9 ao todo – “Considerada a maior feira de arte moderna e contemporânea da América Latina, a 20ª edição da SP-Arte acontece. Destaque, também, para a ocupação “Transmigração”, sob curadoria de Márcio Harum, que aconteceu em 2016 na CAIXA Cultural São Paulo, entre outras. - Sua primeira exposição individual dentro do circuito oficial das artes visuais, “Lentes Magnéticas”, de 2012, na Galeria Emma Thomas, resultou na maior cobertura de mass media nos últimos dez anos daquela época, como nos contou a Lema, que assinou a assessoria em comunicação da mostra. - Até muito pouco tempo, artistas incluídos em nomenclaturas do mundo das artes visuais como self thought art, outsider art, naïf art, arte bruta, folk art, tinham seus trabalhos – com algumas exceções, como Bispo do Rosário, tardiamente reconhecido – vistos e analisados como uma arte à parte do mercado oficial das artes visuais no Brasil, não considerada ‘propriamente arte’, como ditado até pouco tempo, diferentemente da visão lá de fora. Mas com esta ampla campanha inclusiva dos últimos anos das vertentes disprivilegiadas da Cultura brasileira, como a dos afrodescendentes, indígenas, povos locais ... estes começaram a ganhar voz e presença e uma renovação e repensar no conceito de “o que é arte e o que não é arte?” tomou conta da pauta e curadores deste grande mercado, a exemplo da última Bienal de São Paulo de 2023 e da Bienal de Veneza, de 2024, marcadas por artistas vindos deste antes recanto das artes visuais. Artistas neurodivergentes, sabemos, passarão a ser cada vez mais incluídos e Arnaldo Dias Baptista, certamente, por tudo que já foi dito nas palavras de curadores e curadoras, e sua importância também neste setor cultural das artes visuais, estará entre os nomes mais destacados para compor mostras de peso daqui para frente.... e precisamos estar preparados para atender esta demanda que está sendo requisitada como urgente dentro da sociedade criadora e produtora desta arte e sua disseminação .... - Retorno institucional + exemplos Arnaldo dá um retorno institucional de mídia de ponta, ou mass media, ou mídia de massa impressionante, que reportam seus projetos em páginas inteiras. Alguns números: A exposição/ocupação “Transmigração”, que aconteceu na Caixa Cultural São Paulo de 14 de maio a 17 de julho de 2016, teve uma valoração de mídia espontânea de R$ 1.6 milhões As apresentações dos concertos solo e do show homenagem no Grande Salão da CAIXA Cultural São Paulo em 2018 tiveram uma valoração de mídia espontânea de R$ 5,6 milhões. Sua apresentação solo no Teatro da CAIXA Cultural Brasília em 2017 teve uma valoração de mídia espontânea de R$ 640mil. 87% do público de Arnaldo Baptista nas mídias sociais, em especial em sua fan page no Facebook, estão entre 17 e 34 anos. Hoje, o número de seguidores atinge 143 mil, conquistados organicamente. - Há ainda uma outra vertente que Arnaldo abraça nas artes visuais, na qual ele ocupa um lugar de relevância, já que é também reconhecido no exterior como um dos músicos, autores, compositores e multi-artistas de destaque na música jovem no mundo. Arnaldo Baptista e os Mutantes originais têm sido reverenciados no Brasil e no exterior por artistas e bandas como Sean Lennon, Beck, David Byrne, Kurt Cobain, Radiohead, Stereolab, Torloise, High Llamas, Wondermints, entre tantos outros. Este encontro Arnaldo artista visual e Arnaldo músico acontece, também, com grandes nomes do exterior, artistas mais conhecidos por sua contribuição na música, e que abraçaram as artes visuais, como Bob Dylan e Ronnie Wood, dos Rolling Stones, dentro de um mercado sedimentado lá fora. Aqui, em 2013, por exemplo, Arnaldo foi convidado para a exposição coletiva “Ateliê dos Músicos”, no Sesc Vila Mariana, ao lado de trabalhos de Karina Buhr, Tulipa Ruiz, Cibelle e Kiko Dinucci. Então, a arte de Arnaldo tem ainda este público para ser disseminada, tanto aqui como no exterior. Gostaríamos de ver Arnaldo total e amplamente inserido, assim como seus iguais, ainda segmentados pelo setor, em um mercado no qual a questão da inclusão ampla e irrestrita está cada vez mais se tornando um norte da contemporaneidade nas artes – porque o grande mercado das artes gira em torno da palavra/conceito ‘arte contemporânea’. Além disso, a estratégia proposta busca aumentar a base já representativa de público em torno da obra e do multiartista Arnaldo Baptista, ampliar os seguimentos de cultura com potencial interesse em sua obra como um todo, aqui com destaque para a produção visual do artista. O projeto de catalogação buscará atrair ainda mais formadores de opinião, profissionais, galerias, museus e organizações do setor das artes visuais, e influencers, além do público já sedimentado de Arnaldo, que também se interessa por sua atuação nas artes visuais. Por tratar-se de um dos artistas mais influentes da cultura jovem brasileira, esse leque abre-se ainda mais, nos levando a incluir outros segmentos de público no plano de divulgação, como estudantes de música, artistas das artes performáticas, música erudita, artistas ligados à novas tendências das tecnologias de comunicação e reprodução musical, artistas e músicos atuantes na mixed mídias, artistas que se autodenominam neotropicalistas. A catalogação tem devolutivas sociais e educacionais em forma de doações muito potentes: 1) Doação do arquivo digital e institucional da catalogação à uma ou mais instituições de ensino e universidades públicas, para consulta pública. 2) Inspirar grandes curadores aqui e no exterior, a promoverem mostras abertas ao público em organizações, museus e galerias. Documentário disponibilizado em plataformas de streaming audiovisual de acesso gratuito, mostrando o processo de catalogação, enquanto uma exposição visual e musical de Arnaldo passeia pelas diversas etapas do trabalho. Um audiovisual voltado para a Educação, dando acesso ao público de como se dá um trabalho de catalogação. LINKS CLIPPING > https://drive.google.com/drive/folders/0B4V_vFS8GbbCb3d2WFozMmE4S0U?resourcekey=0-CnmBejep4ELVhKFTGSYRNw Galeria Virtual > https://arnaldodiasbaptista.com.br/ Biografia cronológica > https://arnaldodiasbaptista.com.br/cronologia/ Site | Facebook | Twitter | YouTube | Instagram Música: toda obra solo disponível nas plataformas de streaming Artes Visuais: arnaldodiasbaptista.com.br

Especificação técnica

Produto: Catálogação: Sítio de Internet Será adotado um modelo de interface que possibilitará uma navegabilidade bastante acessível para o público pesquisador do tema, professores, alunos, artistas, historiadores, jornalistas, público em geral. As tecnologias para o desenvolvimento do portal serão linguagens e plataformas com ambientes modernos e integração com redes sociais. Desta forma, todas as informações catalogadas através da pesquisa e seleção de acervo serão pautadas de acordo com a consultoria dos museólogos e demais profissionais envolvidos. Com o site para divulgar a memória, a cultura e história de Arnaldo Dias Baptista, pretende-se alcançar impactos e desdobramentos positivos, em meio socioculturais e educativos. Será dada atenção especial ao conteúdo, sempre avaliando se o sítio está legível e de fácil interpretação. Tem por objetivo a criação de um canal de comunicação dinâmico e permanente para reunir acervo, digitalizar, documentar, difundir e celebrar a história e a importância de Arnaldo Dias Baptista. Os conteúdos e as narrativas serão construídos a partir da digitalização do acervo de obras identificadas do artista. Os recursos tecnológicos empregados, essencialmente de TI, estão previstos para ampliar os conteúdos abordados, permitindo ao público o acesso gratuito ao acervo da memória desse importante artista brasileiro, como informação para a pesquisa e educação, fortalecendo o conhecimento. Produto: Média Metragem Média Metragem de registro audiovisual documental, finalização em full HD, com duração média de 30 minutos, para todas as idades, com classificação livre. Sendo uma curadoria e construção em processo, os desdobramentos técnicos acontecerão após o início da execução. Produto: Catálogo - Titulo (260x270mm) - DIG - Livro Arnaldo Baptista (72 páginas + capa com orelhas - brochura costurado) 160 unidades

Acessibilidade

Em atenção à Instrução Normativa MINC Nº 1, de 10 de abril de 2023, e consonante ao cumprimento do Art. 56 da Lei N° 13.146/2015, o projetoadotará: Produto: CATÁLOGAÇÃO/SITE INSTITUCIONAL: Acessibilidade física: Catálogação será disponibilizado em formato digital, sem restrições para acessibilidade física. Acessibilidade para PCD auditivo: Os conteúdos de áudio e vídeo presentes no site e redes sociais contarão com: Intérprete de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS e/ou Legenda descritiva. Acessibilidade para PCD visual: Os conteúdos de áudio e vídeo presentes no site e redes sociais contarão com: Audiodescrição. Os conteúdos de texto do catálogo contarão com: Controles de tamanho de fonte, Alto contraste. Adoção da #ParaTodosVerem em publicações em redes sociaisreferentes às atividades do projeto. Apenas um recorte do site institucional será disponibilizado publicamente. Produto: CATÁLOGO VIRTUAL E IMPRESSO: Acessibilidade física: Site será disponibilizado em formato digital, sem restrições para acessibilidade física. Acessibilidade para PCD auditivo: Os conteúdos de áudio e vídeo presentes no site e redes sociais contarão com: Intérprete de Língua Brasileira deSinais – LIBRAS e/ou Legenda descritiva. Acessibilidade para PCD visual: Os conteúdos de texto no site contarão com: Controles de tamanho de fonte, Alto contraste. Adoção da#ParaTodosVerem em publicações em redes sociais referentes às atividades do projeto. Outras medidas: Tradução automática: Para disponibilizarconteúdo em diferentes idiomas. E 20 mil 160 catálogos serão impressos em braile. Produto: MÉDIA METRAGEM: Acessibilidade física: não se aplica. Acessibilidade para PCD auditivo: Recurso de Legenda Descritiva para o documentário. Acessibilidade para PCD visual: Recurso de Audiodescrição para o documentário. Adoção da #ParaTodosVerem em publicações em redes sociais referentes às atividades do projeto.

Democratização do acesso

Todas as atividades previstas no presente projeto serão ofertadas com acesso gratuito, sem comercialização de ingressos, venda de exemplares ou taxas de inscrição, garantindo o acesso amplo e democrático do público destas atividades, conforme especificado neste Edital. Dessa forma, compreende-se que o projeto atende às medidas de democratização e ampliação do acesso dispostas nos Artigos 27 e 28 da Instrução Normativa 01/2023. Ainda assim, ressalta-se que o projeto adotará medidas de ampliação do acesso complementares, alinhadas ao disposto no Art. 28 da IN 01/2023: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais do processo de catalogação...

Ficha técnica

Arnaldo Dias Baptista – Direção Artística do Projeto Arnaldo Dias Baptista nasceu em São Paulo em 1948. Filho da pianista, compositora e concertista Clarisse Leite Dias Baptista e do poeta e jornalista César Dias Baptista, tornou-se um dos artistas brasileiros mais cultuados de todos os tempos. Seu trabalho como ex-líder e fundador da banda Os Mutantes é considerado uma obra prima do rock’n’pop mundiais. Depois de deixar a banda em 1973, seguiu solo, criando obras igualmente memoráveis. Multi-instrumentista, compositor, cantor, escritor e artista visual, estudou piano clássico, piano jazz-rock, contrabaixo clássico, violão prático, além de dança moderna e balé clássico nos anos 70, junto a grupos como o Ballet Stagium. É fluente em inglês, estudou alemão, francês, esperanto e mesmo o russo ainda nos anos 70. Começou a escrever na mesma época, incluindo as três obras de ficção científica lançadas em dezembro de 2023 na Galeria Vermelho em São Paulo, pela Grafatório Ediçõe, em “Ficções Completas”. Entre os anos 80 e 90, escreve, à mão, reflexões em forma de diários, resultando em dez cadernos ainda inéditos. Também a partir dos anos 80, a pintura passa a fazer parte de sua produção quase que diária, e Arnaldo participa de exposições individuais e coletivas a partir dos anos 90. Na década de 2010, seu trabalho como artista plástico é reconhecido pelo mercado das artes visuais, com exposições de ampla repercussão, como Lentes Magnéticas (2012), Exorealismo (2014) – ambas na Galeria Emma Thomas – e Transmigração, (2016), na CAIXA Cultural São Paulo. Em 2023, recebeu o convite da editora Antofágica para ilustrar sua edição de O Mágico de Oz, de Lyman Frank Baum, para a qual acaba assinando, também, o texto de apresentação. Sua vasta e rica biografia está disponível no site arnaldodiasbaptista.com, assim como obras selecionadas, exposições e textos curatoriais. Maria Lúcia Costa de Almeida Barbosa – Direção Executiva do Projeto Maria Lúcia Costa de Almeida Barbosa (Lucinha Barbosa) – produtora pessoal, parceira, cuidadora e Direção Executiva. Maria Lucia tornou-se a grande parceira de Arnaldo depois de seu traumatismo craniano sofrido no final de 1981, sendo sua curadora (termo de interdição em anexo), e há mais de 40 anos gerenciando a carreira de Arnaldo e seu bem-estar. Foi Maria Lúcia que, ao notar que Arnaldo fazia muitos desenhos enquanto internado e, ao receber alta Maria Lúcia passou a fornecer todos os materiais necessários para que Arnaldo pudesse expressar o mais amplamente possível sua veia artística nas artes visuais. Sonia Regina Maia – Coordenação Geral e Executiva do Projeto Sonia Regina Maia é graduada em Comunicação Social-Jornalismo pela PUC-SP, com mais de 20 anos de experiência escrevendo para os principais veículos de comunicação do Brasil, incluindo matérias e reportagens de capa, destaques e premiações. Durante os anos 80, foi um dos nomes mais importantes na cobertura do movimento cultural rock’n’pop, trabalhando para a revista BIZZ e Jornal da Tarde, além de colaborações diversas ao longo de oito anos. Logo depois, dedicou-se à assessoria de imprensa por mais de cinco anos, atendendo clientes como Kaiser e Hotel Intercontinental São Paulo, para o qual assinou o press kit de lançamento. Viveu de 1999 a 2009 em Londres, onde implantou o projeto ToBeTupi, primeira social enterprise a divulgar o trabalho de comunidades de artesãos brasileiros em Londres. Lá, gerenciou, ainda, diversos eventos, como a feira de artesanato e comida típica no Sadler's Wells Brazilian Carnival (2006); a primeira exposição individual em Londres de um artista popular brasileiro, Nilson Pimenta (2006, Zizi Gallery no Mayfair); além de ser palestrante convidada do projeto Dirt Cafe para seus projetos Regenaration (2006) e Water Project (2007), um dos eventos de destaque no calendário de eco-design do London Design Festival na época. De volta ao Brasil em setembro de 2009, desde junho de 2010 tornou-se gerente executiva de Arnaldo Dias Baptista. Coordena todos os projetos relacionados à sua carreira, assuntos cotidianos de gerenciamento, contando com a direção executiva de Lucinha Barbosa, além da colaboração de dezenas de profissionais de diversas áreas da cultura, empenhados na missão da preservação, valorização, acesso e continuidade da obra de Arnaldo Dias Baptista. Time Sartori para Projeto Arnaldo: Catalogoção: Thays Sartori - coordenação executiva Desde 2018: Consultora de Projetos de Digitalização Coordenação de equipe multidisciplinar em projetos de digitalização em Centros de Memoria; através de captura fotográfica in loco, processamento e gestão dos dados digitais para fins de consulta, preservação ou exposição do material original. Clientes atendidos: Acervo Histórico do Santander e Centro de Memória da B3. A partir de 2013: Conservadora de Acervos Fotográficos. Coordeno as atividades de conservação e preservação em acervos pessoais, na gestão de seus materiais físicos e nato digitais. • Ambientalista e fotógrafo João Paulo Capobianco • Paisagista e artista plástica Maria Cecília Capobianco Elisabete Marin Ribas: coordenação geral Elisabete Marin Ribas - Documentalista e educadora. Possui graduação em Letras, mestrado em Teoria Literária e Literatura Comparada, ambos pela FFLCH-USP e doutorado em Ciência da Informação pelo PPGCI – Unesp (Programa Nota 7). Tem Especialização em Organização de Arquivos pelo Instituto de Estudos Brasileiros-USP, instituição em que atualmente trabalha, compondo a equipe técnica do Serviço de Arquivo. Trabalha hoje com acervos públicos e privados. Na área de organização de acervos, atua com documentação permanente e acervos pessoais de profissões especializadas, como artistas, economistas, cientistas, medicos entre outros, desenvolvendo pesquisas envolvendo a classificação de acervos pessoais de casais; técnicas e políticas para a guarda de arquivos pessoais de cidadãos "comuns" e a valorização da salvaguarda de arquivos de minorias em representatividade (mulheres, negros, povos originários, comunidade LGBTQIAPN+, entre outros). Os principais temas de reflexão partem dos arquivos como ferramenta de empoderamento e a relação entre memória e poder. Integra a Rede Arquivos de Mulheres (RAM - https://linktr.ee/redearquivosdemulheres) e o "Grupo Multidisciplinar de Estudo e Pesquisa em Arte e Educação GMEPAE" (ECA-USP). Luiz Casimiro : Reprodução fotográfica LUIZ CASIMIRO DE QUEIROZ - Mestrando no Programa de Pós-Graduação em Culturas e Identidades Brasileiras da Universidade de São Paulo (2023-), pós-graduado em Marketing e Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero (2001) e graduado em Publicidade e Propaganda pela Universidade São Judas Tadeu (1997). É membro do Conselho Curador na Fundação Dorina Nowill para Cegos. Trabalhou na Fundação Padre Anchieta (TV Cultura) no centro de documentação e memória (2021-2024), como coordenador de conteúdo editorial na Fundação Cásper Líbero (1999-2018), foi professor na Faculdade UNISAL (2003-2007), técnico de documentação na Editora Abril (1995-1998). Tem experiência na área de comunicação, publicidade, fotografia e digitalização de acervos. Bruna Brasil: Arquiteta+ (Assistente gráfico) Bruna Brasil Picanço - Atua como Consultora em Gerenciamento de Projetos & como Production Design em ambientes corporativos. Graduada em Arquitetura e Urbanismo desde 2013, possui MBA em Gestão e Estratégia Empresarial, Especialização em Docência do Ensino Superior, além de Mestrado em Gestão da Produção Industrial pela Universidade do Minho de Portugal, atualmente está cursando MBA em Gestão de Projetos com Certificação Black Belt. A atuação como arquiteta, gestora de obras, planejamento estratégico e orçamentos, pesquisadora de engenharia de qualidade e professora universitária, me proporcionou uma visão abrangente e um entendimento prático de processos e dinâmicas do gerenciamento de projetos corporativos. A vivência nesses vários campos de atuação, trouxe a expertise para encontrar e apresentar soluções para determinados projetos específicos e únicos, entre outros desafios enfrentados pelas empresas com a integração de novas tecnologias como implementação de sistemas de gerenciamento em cloud e aplicação de melhorias na gestão da informação. Fededico A. C. Camargo e Matheus de Paula Silva Desenvolvedores de software e interface do projeto, e da ferramenta Páramo (www.paramosoftware.com.br), um sistema web que permite a catalogação e o gerenciamento de acervos de qualquer natureza (bibliográfico, documental, artístico, patrimonial etc.), juntamente com as mídias e arquivos digitais associados aos itens cadastrados. Luis Ludmer: produção e direção audiovisual do processo de catalogação Luis Ludmer é mestre em Cinema (Vancouver Film School, 2009) e doutor em Projeto, Espaço e Cultura (FAU-USP, 2019). Há 20 anos atua como curador e produtor cultural independente. Em museus e acervos, foi produtor do projeto de organização do acervo do jornalista Marcos Faerman (http://marcosfaerman.jor.br/), é coordenador técnico e científico do Acervo Vladimir Herzog (https://www.acervovladimirherzog.org.br/) e coordenador do acervo da filósofa Sueli Carneiro (https://casasuelicarneiro.org.br/). Foi curador da Ocupação Vladimir Herzog (Itaú Cultural, 2018), da exposição Cotidianos Invisíveis da Ditadura (Museu da Pessoa, 2022) e Sobre Nós (Cinemateca Brasileira, 2024). No audiovisual, seus projetos mais recentes são o documentário de longa metragem Vento na Fronteira, prêmio especial do júri no Hot Docs (Canadá, 2022) e Melhor Documentário Internacional no Durban Internacional Film Festival (África do Sul, 2022); a MAIA – Mostra Audiovisual Internacional em Arqueologia e o Ciclo de Conferências Paisagens da Memória (Sesc SP, 2019); dirigiu e roteirizou a série documental Palavras Permanecem (Canal Curta, 2018) e produziu a mostra de cinema e workshop Paixão de Memória, com a presença do documentarista chileno Patricio Guzmán (2017, Cine Belas Artes e Cine Sesc). É membro do conselho do Instituto Vladimir Herzog. Renata Benevento Bertelli - Coordenadora Administrativa - É formada em administração de empresas e há 15 anos trabalha com projetos culturais.Desde 2008, é sócia-proprietária da R2B Produções Culturais, onde faz a elaboração, formatação, enquadramento e aprovação, além da gestão, captação de recursos, administração e produção de vários projetos culturais em todo o Brasil através de políticas de incentivo à cultura, esporte, ambiental e social.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
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