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PRONAC 241611Autorizada a captação total dos recursosMecenato

A ROSA MAIS VERMELHA DESABROCHA

CUCO FILMES LTDA
Solicitado
R$ 394,5 mil
Aprovado
R$ 394,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2024-06-01
Término
2027-03-27
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto é a montagem de uma peça de teatro e uma temporada de 24 apresentações. Sinopse: "A rosa mais vermelha desabrocha" é uma adaptação do livro, que tem o mesmo título, da autora sueca Liv Stromqüist. A peça fala sobre o amor. Afinal, o que faz a gente se apaixonar? O que faz a gente se desapaixonar? E o que mantém uma relação? Sob o ponto de vista filosófico e uma linguagem fácil de entender, vamos contar a origem do amor com ajuda de Leonardo Dicaprio, Sócrates, a psicanalista Salomé - que foi a única mulher que deu um em Nietzsche -, Beyoncé, entre outras tantas figuras da história. Costurado por quatro atrizes bem diferentes entre si.O projeto será executado em 6 meses.

Sinopse

O projeto é a montagem de uma peça de teatro e uma temporada de 24 apresentações em um teatro de São Paulo. Com a contrapartida de oficinas sobre o fazer teatral gratuitas. Além dos ingressos populares. Sinopse: "A rosa mais vermelha desabrocha" é uma adaptação do livro, que tem o mesmo título, da autora sueca Liv Stromqüist. A peça fala sobre o amor. Afinal, o que faz a gente se apaixonar? O que faz a gente se desapaixonar? E o que mantém uma relação? Sob o ponto de vista filosófico e uma linguagem fácil de entender, vamos contar a origem do amor com ajuda de Leonardo Dicaprio, Sócrates, a psicanalista Salomé - que foi a única mulher que deu um em Nietzsche -, Beyoncé, entre outras tantas figuras da história. Costurado por quatro atrizes bem diferentes entre si. O projeto será executado em 6 meses.

Objetivos

Realiazar 24 apresentações do espetáculo "A rosa mais vermelha desabrocha". especificos Atender 100 pessoas através de 4 oficinas com as temáticas de Produção Executiva, Dramaturgia, Direção e atuação no teatro com 25 alunos em cada grupo.Utilizar o teatro como espaço cultural de São Paulo e fomentar cultura, encontros sociais e reflexivos de na cidade de SP.Fomentar e valorizar a cultura das artes cênicas. Fortalecer e sensibilizar o público a pensar e sentir o amor atráves de bate-papo após o espetáculo, com a presença online da autora da obra, Liv Stromqüist.Democretizar o teatro através das sessões e oficinas gratuitas e ingresso popular.Promover geração de renda na contratação de artistas profissionais com DRT.

Justificativa

O ponto de partida deste projeto é a adaptação realizada pelos idealizadores Bianca Lopresti e Ale Paschoalini, artistas que trilham caminhos no cinema e no teatro. O processo de criação se dá por um mês de ensaios intensivos, envolvendo as quatro talentosas atrizes Bianca Lopresti, Fernanda Viacava, Luana Tanaka e Aguida Aguiar que compõe a diversidade do brasil, considerando que são mulheres cis branca, amarela e preta. A direção impecável de Renata Jesion, com mais de 40 anos de experiência no teatro, complementa o olhar artístico do diretor cineasta Alê Paschoalini, a junção tem por objetivo integrar as nuances das duas artes, mantendo o ritmo característico da história em quadrinho. Este time comprometido e talentoso assegura uma experiência teatral de qualidade. O palco para as 24 apresentações do espetáculo "A rosa mais vermelha desabrocha" será no Centro Cultural São Paulo - CCSP, fomentando arte e cultura para o público local O teatro conta com acessibilidade ao público PCD, é apoiador das causas LGBTQIA e acessível ao público maiores de 16 anos. A obra estabelece um diálogo profundo sobre as relações amorosas hoje em dia. Seja na adolescência, na juventude, na vida adulta ou mais velhos, todos já puderam sentir o amor. Essa coisa que deixa as pessoas cheias de alegrias e tristezas. E se um dia acabar? O que acontece se acaba o amor? O projeto conta com assessoria de imprensa forte na divulgação do espetáculo, a contratação de jovens influencers em mídias sociais. Parceria com ONGs que apoiam a causa das mulheres, escolas e faculdades de artes, RH de empresas. "A Rosa mais vermelha desabrocha" assim que foi publicado pela Cia das Letras em 2021 teve uma excelente venda e repercussão. Ficou em primeiro nos livros mais vendidos na Amazon, ganhou 5 estrelas pelos leitores. O livro fala sobre o amor, ou a falta dele. Podemos controlar o amor? O que realmente acontece quando ele acaba? Como o amor deixou de ser uma força misteriosa para se tornar algo racionalmente explicável? Por que procuramos ser mais amados do que amar? A história começa contando do por que Leonardo Dicaprio namora sempre modelos de biquini de até 25 anos e depois que ele termina parece que ele não sente nada? Somos todos Leonardo e paramos de sentir? A partir daqui a obra explica como era o amor na grécia antiga, conta a história de Alcibíades de que era apaixonado por Sócrates, conta a história da Salomé que foi a única mulher que deu um fora em Nietzsche, da Beyoncé… tudo para explicar sobre a dificuldade de se relacionar, a inversão do papel feminno após o capitalismo e o que acontece quando a pessoa se desapaixona. A peça termina com caminhos claros sobre o amor, afinal amar é legal e traz felicidade. O projeto é de fácil entendimento a todas as pessoas, além de não possuir nenhuma polêmica ou assuntos inapropriados a sociedade. Um produto comercial acessível ao público em geral.

Especificação técnica

O projeto é a realização da montagem e temporada de 24 apresentações em um teatro de São Paulo. Com a contrapartida de oficinas sobre o fazer teatral gratuitas. Além dos ingressos populares.

Acessibilidade

Três apresentações com a presença de uma tradutora em libras. "A rosa mais vermelha desabrocha" será nem em um teatro de São Paulo, fomentando arte e cultura para o público local O teatro conta com acessibilidade ao público PCD, é apoiador das causas LGBTQIA e acessível ao público maiores de 16 anos. A obra estabelece um diálogo profundo sobre as relações amorosas hoje em dia. Seja na adolescência, na juventude, na vida adulta ou mais velhos, todos já puderam sentir o amor, esse sentimento que deixa as pessoas cheias de alegrias e tristezas, mas o que acontece quando acaba o amor?

Democratização do acesso

- Atender 100 pessoas através de 4 oficinas com as temáticas de Produção Executiva, Dramaturgia, Direção e atuação no teatro com 25 alunos em cada grupo.- Utilizar o teatro como espaço cultural e fomentar cultura e cultura, encontros sociais e reflexivos na cidade de SP.- Fomentar e valorizar a cultura das artes cênicas. Fortalecer e sensibilizar o público a pensar e sentir o amor através de bate-papo após o espetáculo, com a presença online da autora da obra, Liv Stromqüist.- Democratizar o teatro através das sessões e oficinas gratuitas e ingresso popular.- Promover geração de renda na contratação de artistas profissionais com DRT.

Ficha técnica

ALE PASCHOALINIDiretor e roteirista formado pela Roteiraria, Ale Paschoalini está atualmente finalizando seu segundo longa- metragem ficcional “Raizes”. Em 2018 lançou o documentário "A Quem Possa Interessar”, integrando a série "Outros Tempos - Jovens", produzida pela HBO. No ano de 2017, seu roteiro "Hominho", foi selecionado para a shortlist list do Screenwriters Lab do Sundance Institute. Premiado internacionalmente, em 2016 lançou o curta "Trato De Levante" com distribuição do Canal Brasil e Globo Play. Debutou seu primeiro longa "Asco" em 2015 no Slamdance Film Festival sendo o primeiro filme brasileiro a entrar no festival. No mesmo ano, a fita abriu o Festival de Cine de Bogotá e foi apresentada na Mostra Panorama Brasil do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Em 2013 sua obra interativa “O Beijo” foi convidada para ser o destaque do FILE Electronic Language International Festival. Nos últimos 15 anos, tem trabalhado em parceria com as maiores agências e marcas como Coca-Cola, Nike, Jeep,Honda, Samsung, Motorola, Nestlé, Lacta, Bohemia, McDonalds, Burger King, Globo, Espn e Netflix. BIANCA LOPRESTIProdutora Executiva, Atriz, Roteirista e Mãe. Nascida e criada no bairro do Jaçanã. Bacharel em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes Célia Helena em 2011. Nos últimos dois anos, trabalhou como coordenadora de projeto em desenvolvimento na produtora PBA Cinema, lidando diretamente com diversos roteiristas, diretores, agentes e players. Participou recentemente das rodadas de negócios do FRAPA e Rio 2C representando a PBA Cinema e a LOMA Filmes. Sócia e produtora executiva na Cuco Filmes, coordena os projetos do roteirista e diretor Ale Paschoalini. Também é membro de um coletivo de cinema no interior do Ceará, a SAMBAÍBA FILMES, onde coordena projetos em desenvolvimento. No campo autoral, recém adaptou a HQ “A ROSA MAIS VERMELHA DESABROCHA” da sueca Liv Stromqüist para o teatro. Além de ser a Produtora Executiva do projeto, também integra o elenco. Em 2022 escreveu o curta-metragem "Bicho Mãe", selecionado no Laboratório Marieta “Projetos em Desenvolvimento”, orientado por Helena Guerra. Atualmente participa como dramaturga em um grupo de estudos no Espaço Garganta, onde está sendo montada uma peça com algumas de suas cenas. Atuou no teatro em "Fortes Batidas", premiado como Melhor Espetáculo Não Convencional APCA e Prêmio Especial Pela Experimentação de Linguagem. "11 Selvagens", ambas dirigidas por Pedro Granato. "A Procura de Emprego", texto do francês Michel Vinaver com direção de Jean Claude Bernardet e Rubens Rewald. "Cartas ao Mundo", projeto idealizado e dirigido por Bia Lessa. No cinema participou dos longas-metragens "Homem Cordial" de Iberê Carvalho e "Segundo Tempo" de Rubens Rewald. Também é professora na Casa do Teatro, da escola Célia Helena. RENATA JESIONInicia sua carreira no Centro de Pesquisa Teatral – CPT com Antunes Filho em 1992. Atuou e fez assistência de direção em “Macbeth – Trono de Sangue”, “Nova Velha Estória” e “Vereda da Salvação”. Em 1995, dirigiu e atuou nos espetáculos de sua própria autoria: “Léxico – Monólogo Artaud” e “Red Light Babel Brasil - Projeto Babel SESC Pinheiros”. Em 1997 atua, dirige e adapta “Gedichte” e “Cem Anos de Bertold Brecht”, apresentado no SESC Vila Mariana e em 25 unidades do SESC do interior paulista. Ainda em 1997 atuou em “Desemb-estt@i“ e “Perpétua”, de Dionísio Neto, ambas dirigidas por Leonardo Medeiros. Em 1998, entra para a Cia de Ópera Seca de Gerald Thomas. Atua em “Os Reis do Iê, Iê, Iê”, “Cão Andaluz” e em “Nowhere Man” em vários festivais nacionais e internacionais como o Festival Eu rokaz da Croácia. No ano de 2003, atua no longa-metragem, “Olga”, dirigido por Jayme Monjardim, tendo o segundo papel feminino, Sabo. Volta ao teatro em 2004 com “121.023 J”, de sua autoria, com direção de Ariela Goldmann. Em 2008 criou o Teatro Para Alguém, um grupo de teatro que pesquisa o uso da câmera e da internet como elementos fundamentais da encenação, a partir dos conceitos da Cultura Digital (veja mais em http://www.teatroparaalguem.com.br). Por este trabalho foi indicada à categoria especial do Prêmio Shell de Teatro 2009 e foi premiada pelo Programa Petrobrás Cultural 2010 na área de Cultura Digital. Em 2014 atuou no longa metragem “Supernada”, de Rubens Rewald e na minissérie Destino: São Paulo - O Noivo do Filho, da HBO. Em 2017- Atuou na série Crime Time e no longa “Encarceirados” (Documentário da Série Carcereiros, da Rede Globo), de Fernando Grostein de Andrade, Pedro Bial e outros. Em 2018 Dirigiu o curta "A Caixa", de Carlos Mani, do Coletivo Oriente-se, vencedor dos prêmios Silver Award - Best Crime Short no IMDB Independent Shorts Awards 2018 e Melhor Direção no Festival de Cinema de Muriaé. Dirigiu ainda os curta metragens “Post it” e “Surpresa”, ambos do Coletivo Oriente-se. FERNANDA VIACAVAAtuou nos longas O Sequestro, de Marcelo Antunez; O Morto do Pântano, de Claudio Ellovitch, A Garota da Moto – o Filme, dir. Luis Pinheiro; Volume Morto, de Kauê Teloli; Querida Mamãe, de Jeremias Moreira; Caju com Pizza, de Francisco Ramalho; Marulho, de Miguel Antunes Ramos; Uma Noite em Sampa, de Ugo Giorgetti; Do Lado de Fora, de Alexandre Carvalho; Amador, de Cristiano Burlan; “O Menino da Porteira”, de Jeremias Moreira; ‘Quanto Dura o Amor?”, de Roberto Moreira; e nos curtas “Strippers”, de Juliano Luccas; Pêndulo de Alexandre Estevanato; Ouroboros e A Página, de Guilherme Andrade, pelo qual ganhou o prêmio de melhor atriz nos festivais: Tamoios (RJ) e Pop Corn (SP); “Cotidiano” de Guilherme Andrade; De Resto, de Daniel Chaia e Não me esqueças, me ame para sempre de Guilherme Andrade. Nas séries da NETFLIX “Boca a Boca”, “Onisciente “Sintonia” (temporadas de 1 a 4) e Hora de Perigo. A Garota da Moto, pela Amazon e SBT, Pedro e Bianca e João Miguel, ambas na TV Cultura. LUANA TANAKALuana Tanaka é formada pela Escola Superior de Artes Célia Helena em 2010. Fez o Núcleo de direçao da ELT e Núcleo Experimental do Sesi em 2014. Trabalhos no audiovisual: ¨O Negociador¨, dir. Isabel Valiante ¨Tina, Prime Video, 2023; ¨Detetive Madeinusa ̈, dir. Rodrigo Van Der Put, ¨Zuleide¨, Prime Video, 2021; ¨Não foi minha Culpa ̈, dir. Susanna Lira, ¨Teresa¨ - Star+, 2022; “Onisciente”, dir. Júlia Jordão e Isabel Valiante, ¨Olívia¨, Netflix, 2019; “A Garota da Moto” 2a temporada dir. Júlia Jordão e João Daniel, “Fang”, SBT, 2018; “Assédio” Dir. Amora Mautner, “Duda”, TV Globo, 2018; “Novo Mundo” Dir. Vinicius Coimbra, Tv Globo, 2017; “3%” - Dir. César Charlone, ¨Agatha¨, Netflix, 2016; “A Garota da Moto”, Dir. Claudia Alves, “Fang” SBT/FOX, 2016; “Vizinhos”, Dir. Luiz Villaça, ¨Yume”, GNT, 2015; “Dupla Identidade”, Dir. Mauro Mendonça Filho, “Elda”, TV Globo, 2014; “Sessão de Terapia”, Dir. Selton Mello, “Lia” - 2a e 3a temporada, GNT, 2013; “Morde e Assopra¨, Tv Globo, 2011. AGUIDA AGUIARNatural de São Paulo, Aguida Aguiar é atriz e cursa artes cênicas na Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo. Ex- integrante do grupo Pequeno Teatro de Torneado, indicado ao Prêmio Shell de Inovação em 2015. Iniciou sua trajetória no audiovisual ao participar da oficina “Afrobrasilidades e o Palco”, ministrada por Lázaro Ramos e Kiko Mascarenhas. Participou de projetos audiovisuais dirigidos por Ana Luiza Azevedo, Rodrigo Meireles, Susanna Lira, Alan Deberton, Juliana Volanten, Luis Fernando Carvalho e Walter Salles. Protagonizou recentemente o longa-metragem “Onde estamos seguros” com direção de Thais Scabbio e Giba Duarte. Também integrou o elenco de “Cyclone” e “As Vitrines” ambos dirigidos por Flávia Castro, todos com estreias previstas para 2024. Desde então, tem focado seus estudos em técnicas de atuação como Meisner, Ivana Chubbuck e análise ativa de Stanislavski. Também pesquisa afrofuturismo e estéticas radicais pretas.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.