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PRONAC 2416120Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

PROJETO DE CONSERVAÇÃO/RESTAURAÇÃO PINTURA DO FORRO DA CAPELA MOR IGREJA DE SÃO FRANCISCO DE PAULA OURO PRETO - MG

INSTITUTO E MEMORIAL YARA TUPYNAMBA
Solicitado
R$ 2,55 mi
Aprovado
R$ 2,55 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Intervenções em bens imóveis tombados/acautelados
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural material
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-01-02
Término

Resumo

O projeto visa a conservação e restauração da pintura do forro da Capela Mor da Igreja de São Francisco de Paula, Ouro Preto/MG, bem tombado pelo IPHAN. A proposta prevê intervenções mínimas para estabilizar a camada pictórica deteriorada, garantindo a preservação da estética e dos materiais originais. O trabalho contribui para a continuidade do patrimônio cultural, cumprindo as normativas de proteção e valorizando a história local. Serão aplicadas técnicas especializadas de limpeza, consolidação e reintegração cromática, com etapas de democratização de acesso ao processo restaurativo.

Sinopse

ANÁLISE HISTÓRICA Ordem Terceira dos Mínimos de São Francisco de PaulaCom o objetivo de defesa do monopólio sobre o ouro descoberto ao final do século XVII, a Coroa Portuguesa proibiu na região das Minas Gerais a instalação de Conventos e Ordens Primeiras (jesuítas, beneditinos, carmelitas, franciscanos e outros). Em decorrência deste fato, verificou-se o florescimento de associações leigas – Confrarias, Irmandades e Ordens Terceiras – que passaram a responsabilizar-se pela organização do culto, constituindo-se em células básicas de integração entre Igreja e Sociedade e, ainda, em agentes promotores da cultura mineira setecentista. Através destas agremiações os segmentos diferenciados da sociedade – brancos, negros e pardos – estruturavam-se em associações próprias que funcionavam como verdadeiros instrumentos de ascensão social. A Confraria de São Francisco de Paula surgiu em 1780, no consistório da Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias e posteriormente se transforma em Ordem Terceira: “Terceiros Seculares são aqueles que, vivendo no século, debaixo da direção de alguma ordem, e conforme o espírito da mesma, se esforçam por adquirir a perfeição cristã de uma maneira acomodada à vista do século sejam rezas para elas aprovadas pela Sé Apostólica. Sendo o culto religioso um elemento significativo da dinâmica da sociedade colonial, as cerimônias realizadas no interior das igrejas acrescentavam-se eventos vinculados ao calendário litúrgico ou às devoções particulares das comunidades, que expressando o caráter de ostentação e teatralidade próprio ao Barroco refletiam, ainda, o espírito de emulação que marcou o relacionamento entre as associações religiosas.A devoção a São Francisco de Paula se prende ao período colonial brasileiro cuja canonização do São Francisco aconteceu 19 anos após o descobrimento do Brasil, enquanto toda a Europa conheceu seus milagres no século XV e XVI. Devoção encontrada nos templos em Ouro Preto e Ouro Fino em Minas Gerais, Vila Boa em Goiás, Salvador na Bahia, se tornou devoção popular entre os mulatos e elite crioula da antiga Vila Rica. A IGREJA: CONSTRUÇÃOIgreja da Ordem Terceira dos Mínimos de São Francisco de Paula teve sua construção iniciada em 1804 e suas obras se arrastaram ao longo do século. Documentação existente comprovam a contratação de vários trabalhos em conclusão no ano de 1901 e aquisição de algumas imagens em 1906. A colocação da primeira pedra para a construção da igreja de São Francisco de Paula, no mesmo local em que primitivamente se elevara a Ermida de Nossa Senhora da Piedade, foi feita a 4 de outubro de 1804.Projeto de autoria do Capitão-mor Francisco Machado da Cruz, essa construção se arrasta por todo o século XIX, sendo as obras interrompidas por insuficiência de recursos da Irmandade.As dimensões desproporcionais do templo para atender às necessidades de uma simples confraria, representa exemplo de permanência no século XIX em Ouro Preto, dos padrões arquitetônicos do século anterior. Internamente é a maior igreja de Ouro Preto em área útil. Espaçosa, recebe vasta iluminação natural de manhã e à tarde em razão da posição com que foi construída.São dignos de nota o conjunto de talha dos retábulos. São de boa qualidade e homogêneos. Exemplares do rococó tardio de Ouro Preto, foram inspirados na Igreja dos Terceiros Carmelitas. Destacam-se algumas imagens do conjunto como a padroeira Nossa Senhora da Piedade de autoria provável do atelier do Mestre Piranga, originária da capela anterior existente originalmente neste mesmo local, a imagem de São Francisco de Assis, atribuída ao Padre Félix Lisboa e São Francisco de Paula ao Aleijadinho. Igreja-monumento foi tombada em 08/09/1939, conforme Processo nº 75-T, Inscrição nº 240, Livro Belas Arte, fls. 41.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O projeto tem como objetivo geral, realizar a conservação e restauração da pintura do forro da Capela Mor da Igreja de São Francisco de Paula, em Ouro Preto/MG, para preservar sua integridade histórica, artística e cultural, assegurando sua continuidade enquanto patrimônio cultural tombado. OBJETIVOS ESPECÍFICOS Em suas ações o projeto propõe: > Refixar a camada pictórica do forro da Capela Mor utilizando cola de coelho a 10%, garantindo estabilidade da camada; > Realizar a limpeza química e física das superfícies da pintura para remover resíduos e restaurar a policromia original; > Aplicar camadas de verniz protetivo em toda a área restaurada para assegurar sua conservação futura; > Consolidar o suporte estrutural utilizando Paraloid B-72, em pelo menos 80% das áreas fragilizadas, para garantir a estabilidade da obra.

Justificativa

Um dos critérios que rege este projeto é a restituição da unidade estética, estilística, material e histórica do Forro da Capela Mor, que pertence a referida igreja contemplando como um objeto único, livre dos danos que possam o colocar em risco. A manutenção do diálogo, de maneira a respeitar o preexistente e as intervenções a serem realizadas, é também um critério levado a cabo no desenvolvimento deste trabalho, para que não ocorra perda na leitura do conjunto e do contexto histórico e estético existentes.Os conceitos de mínima intervenção necessária e reversibilidade também se configuram em premissas, assim como a distinguibilidade, onde todas as intervenções deverão ser sutilmente identificáveis. O projeto será apresentado da seguinte maneira: identificação, diagnóstico e análise do estado de conservação, proposta de tratamento. Na primeira etapa denominada identificação serão apresentadas informações para o conhecimento do bem. Na segunda etapa, denominada Diagnóstico será apresentado o estado de conservação e documentação fotográfica. Na terceira etapa será apresentada a proposta de intervenção e suas especificações técnicas. Pretende-se, portanto, promover a conservação e restauração do forro, pois este necessita intervenção urgente devido ao alto índice de desprendimento, para que sua integridade física possa ser garantida e assim proporcionar à comunidade e ao público o acesso a este importantíssimo bem artístico.A preservação do bem cultural está vinculada a sua correta utilização e integração ao cotidiano da comunidade. E Para garantir a perpetuação física através do tempo, algumas medidas são necessárias para a sua salvaguarda. "a preservação é uma prática social de múltiplas implicações. É uma atividade produtiva, criadora de valor; valor econômico: que pode ser aumentado ou diminuído, dependendo do tratamento que se dê aos bens tombados; valor simbólico, constitutivo da memória, da territorialidade e da identidade nacional, além de outras identidades mais específicas e locais; e de valor político, levando ao aspecto da hegemonia e ao dos direitos dos cidadãos." (ARANTES, Antônio Augusto. A preservação de bens culturais como prática social. In: Revista Museu, julho de 1982)." Considerando o importante papel do bem no municipio, seu valor histórico e artístico, toda proposta de intervenção deve estar pautada em princípios éticos fundamentais que asseguram sua preservação como um todo. Portanto, toda intervenção deve ser precedida de um estudo aprofundado dos dados disponíveis sejam eles materiais ou documentais. O conhecimento obtido pelas pesquisas e fotos deve ser utilizado juntamente com as teorias postuladas no campo da conservação-restauração e fundamentar as intervenções a serem realizadas, visando o resgate de sua unidade potencial e da simbologia intrínseca em sua imagem física. A busca pela mínima intervenção necessária e a utilização de materiais reversíveis assim como a documentação de todo procedimento tem como objetivo preservar a essência do bem cultural e viabilizar futuras intervenções. As intervenções propostas para o suporte e a policromia visam resgatar a originaliade da pintura artistica perdida bem como a iconografia e a simbologia retratada pelo pintor italiano Ângelo Clerice. O projeto em sua propositura está consonante com o Art. 1° da Lei 8.313/91 no que se refere: VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Em atenção ao Art.3° da referida Lei, este projeto para cumprimento das finalidades do Art.1° tem por objetivos fundamentais: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: b) conservação e restauração de prédios, monumentos, logradouros, sítios e demais espaços, inclusive naturais, tombados pelos Poderes Públicos; c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; Portanto o presente projeto se enquadra no Art. 18° § 3° da Lei 8.313/91 no que se refere: g) preservação do patrimônio cultural material e imaterial;

Especificação técnica

Visando dar uma unidade na proposta de intervenção no bem integrado, será apresentado um direcionamento geral de material e técnica a ser utilizado em toda obra. HigienizaçãoDeverá ser feita a limpeza e remoção do acúmulo de resíduos sólidos (poeira, detritos, excrementos de insetos) existentes na estrutura e suporte, com a utilização de trinchas de cerdas macias.  Refixação da camada pictórica Este processo será executado, utilizando adesivo adequado à técnica de execução. Deve-se ter atenção para remoção dos excessos deste adesivo em sua aplicação. O adesivo deverá ser aplicado com pincel ou por injeção utilizando seringas com agulhas. Em ambos os processos utilizaremos papel antiaderente e espátulas para pressão das áreas em descolamento. Sugere-se a utilização de cola de coelho a 10% em água. Revisão estruturalTodos os elementos estruturais e suporte passarão por revisão, sendo avaliada a fixação de todas as partes que se encontram desprendidas ou quebradas. Desinfestação Para a desinfestação sugere-se com Termidor 25 CE a 5% em água e álcool aplicado por pincelamento, ou por injeção através dos orifícios dos insetos, galerias aparentes ou por aspersão no verso das tabuas da pintura, de acordo com a possibilidade da área a ser imunizada. Consolidação do suporteEste processo será realizado em todas as áreas frágeis de fixação.

Acessibilidade

Em atenção ao Art. 27 da Instrução Normativa em vigência IN 11/2024 e cumprimento ao disposto na Lei Federal no 13.146, de 2015 e Decreto no 9.404, de 2018 e em consonância com a Norma ABNT NBR 15999:2008, item 5.4.4. no que se refere às pessoas com deficiência o projeto contará com a plena acessibilidade ao público PCDs. Acessibilidade Física: Instalação de rampas móveis e adequação dos espaços ao redor da Capela Mor para facilitar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade Informacional: Disponibilização de placas informativas em braile e QR codes para acesso a conteúdo digital que descreva a história e os processos de restauração. Acessibilidade Comunicacional: Desenvolvimento de vídeos com tradução em Libras e legendas sobre as etapas de restauração e a importância do patrimônio, disponibilizados no site do IPHAN e em redes sociais.

Democratização do acesso

Em atenção a IN 11/2024 em especial no atendimento à Democratização de Acesso - Art.29, cumpre esclarecer que todas as ações previstas serão disponibilizadas medidas de facilitação de acesso para PCDs e haverá, em consonância com o artigo citado, a ampliação do acesso garantindo: - A promoção de visitas abertas ao público durante as fases de pré-produção e execução para sensibilizar sobre o processo de restauração e a importância da preservação cultural; - Parcerias com escolas locais para visitas guiadas e palestras educacionais sobre o patrimônio histórico e as técnicas de conservação; - Realização de uma exposição ao término do projeto para apresentar o resultado do trabalho e o impacto da restauração, com entrada gratuita para a comunidade. E ainda, cumprindo o disposto no Art. 30 da mesma IN, o projeto irá a ampliação de acesso à suas ações pela: - captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos.

Ficha técnica

Instituto e Memorial Yara Tupinambá - ProponenteFunção no projeto: Coordenação geral e Gestão Financeira O instituto atua para preservar, valorizar e difundir o patrimônio cultural e artístico do Brasil, promovendo a conservação e o acesso aos bens culturais, com foco especial em projetos de restauração de patrimônios históricos. O Instituto e Memorial Yara Tupinambá tem uma atuação reconhecida na preservação de patrimônios históricos e artísticos, especialmente no contexto de Minas Gerais. Em sua trajetória, o Instituto desenvolveu diversos projetos focados na restauração de joias, monumentos e acervos artísticos, sempre pautados por princípios de intervenção mínima, reversibilidade e respeito às características originais das obras. Últimas Realizações em Restauração de Patrimônios: Projeto de Restauração da Igreja de São Francisco de Assis, Ouro Preto/MG (2023): Preservação do altar-mor e os retábulos laterais da igreja, que apresentem desprendimentos de policromia e danos estruturais. Utilização de técnicas de conservação e restauração de madeira e pintura, com abordagem na preservação dos detalhes do barroco mineiro. Este projeto envolveu uma equipe especializada em restauração de madeira policromada e contorno com mapeamento e documentação extensiva. Conservação das Pinturas Murais da Capela de Santana, Sabará/MG (2022): Restauração das pinturas murais e estabilizar o suporte da capela, que sofre com infiltrações e eliminação devido à umidade. A equipe utilizou métodos de limpeza química para remoção de sujeiras e produtos biológicos, além de uma camada de proteção para estabilizar a pintura, preservando os núcleos e técnicas originais da época colonial. Restauração do Painel 'Brasil Barroco' de Yara Tupinambá, Museu de Arte da Pampulha, Belo Horizonte/MG (2021): Restabelecer a integridade visual e estrutural do painel, uma obra de grande valor artístico, que sofreu danos devido ao desgaste ambiental e às condições de iluminação. A equipe restaurou a pintura e aplicou uma camada de proteção contra luz e umidade, garantindo a preservação da obra com técnicas de reintegração cromática e verificação de pigmentos. Eva Maria Pereyra ZaldivarFunção no projeto: Restauradora Paraguaia, reside em Ouro Preto desde 2008, casada com o ouropretano também restaurador Aldo Celso de Araújo, vem desde a sua chegada no Brasil desenvolvendo trabalhos e projetos na área da preservação do patrimônio histórico e artístico do município de Ouro Preto, já realizou restauro em obras do Museu da Inconfidência, Museu do Aleijadinho, Museu de Arte Sacra do Pilar, das principais igrejas e capelas do Município. Bem como o restauro da Tela A Sentença de Tiradentes de propriedade da Câmara municipal de Ouro Preto. Já realizou intercâmbios de promoção, divulgação e cooperação técnica entre o Paraguai e a cidade de Ouro Preto através do Museu da Inconfidência, IFMG, PMOP e Paroquia do Pilar. Intermediou junto a WMF - World Monuments Fund (Ong internacional voltada à catalogação e preservação do patrimônio cultural mundial) recursos para a restauração de toda a imaginária e prataria da Igreja de São José de Ouro Preto em 2016. Aldo Celso de AraújoFunção no projeto: Restaurador Desenvolve trabalhos e projetos na área da preservação do patrimônio histórico e artístico do município de Ouro Preto, já realizou restauro em obras do Museu da Inconfidência, Museu do Aleijadinho, Museu de Arte Sacra do Pilar, das principais igrejas e capelas do Município. Bem como o restauro da Tela A Sentença de Tiradentes de propriedade da Câmara municipal de Ouro Preto. Já realizou intercâmbios de promoção, divulgação e cooperação técnica entre o Paraguai e a cidade de Ouro Preto através do Museu da Inconfidência, IFMG, PMOP e Paroquia do Pilar. Heider RezendeCargo: Coordenação Técnica Formação: Professor licenciado em Ciências Biológicas;Cursando Direito pela FDCON - 3º PeríodoPós graduado em Produção Cultural, Arte e Entretenimento; Pós-graduado em Elaboração e Planejamento de Projetos Sociais e Pós graduado em Gereciamento de Projetos no setor Publico;É diretor de Operações da Pomar Cultural desde 2017 atuando em projeto culturais e esportivos no âmbito de consultoria técnica e desenvolvimento de execução dos projetos culturais.- Gestão Administrativa Financeira do Carnaval Patrimônio das Cidades Históricas de Ouro Preto ( 2018, 2019 e 2020)- Direção Artística do Projeto Integração Cultura e Arte – PRONAC- Gestão Cultural do Projeto Made in Minas Gerais (Anos 2019, 2020 e 2023)- Gestão Financeira e Consultoria Técnica no Projeto Restauração da Estação Ferroviária de Santos Dumont – PRONAC 185299;- Palestrante e ministrante de conteúdos acerca da Leis de Incentivo a Cultura e Esporte ( Como elaborar projetos culturais, Gestão de Projetos e Produção Cultural) – Ano 2022/2023;

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Ouro Preto Minas Gerais