| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 06043050000132 | BB ADMINISTRADORA DE CONSORCIOS S.A. | 1900-01-01 | R$ 1,00 mi |
Trata-se da criação, produção e realização das apresentações de uma ópera em dois atos com duração de 80 minutos. A Ópera é uma produção do Núcleo de Ópera da Bahia inspirada no poema I-Juca Pirama de Gonçalves Dias. Uma história dramática, filosófica e poética do mundo indígena da Amazônia que é continuamente ameaçada por invasores de outros continentes e culturas, que ontem como hoje continuam a dizimá-los de forma cirúrgica e criminal. Isto também toca a questão da devastação ambiental e do ecossistema. A cultura indígena como grande lição de conceito de vida, de luta, de morte que ao mesmo tempo é um espelho de lições semelhantes de outras latitudes e outros tempos.
A Ópera é sobre uma ideia de Paulo Coelho inspirada num poema de Gonçalves Dias. Uma história dramática, filosófica e poéticado mundo indígena da Amazônia que é continuamente ameaçada por invasores de outros continentes e culturas, que ontem comohoje continuam a dizimá-los de forma cirúrgica e criminal. Isto também toca a questão da devastação ambiental e doecossistema. A cultura indígena como grande lição de conceito de vida, de luta, de morte que ao mesmo tempo é um espelho delições semelhantes de outras latitudes e outros tempos.Teremos a realização de 3 récitas da ópera I-Juca Pirama (produto principal) que acontecerá no Theatro da Paz em Belém/PA. A classificação etária do espetáculo é Livre.O projeto também irá realizar uma contrapartida social que será dois ensaios abertos gratuito para alunos, professores e para a população em geral.SINOPSEApós ter suas terras devastadas pelos colonos portugueses, o jovem guerreiro I-Juca Pirama, último de sua tribo, parte em busca de novos territórios e de um sentido para sua existência.Capturado pelos Timbiras, é condenado ao sacrifício, mas sua coragem e dignidade transformam seus algozes. Entre o dever do guerreiro e o chamado da vida, I-Juca enfrenta o conflito entre honra e sobrevivência.Na ópera, a história se desenrola entre duas épocas — a antiga, contada por Gonçalves Dias, e a moderna, em que novas queimadas e devastações fazem o I-Juca contemporâneo reviver a busca por significado e pertencimento. Sua jornada reflete o destino de um povo em exílio na sua própria terra e o grito da floresta ferida. Em uma dimensão paralela, o Espírito da Terra tudo vê, prevê, narra e abraça. Entre os dois tempos da história, ela é a guardiã da memória e da transformação. Jaci, jovem Timbira frágil e encantada por I-Juca no tempo ancestral, renasce na era moderna como sua própria descendente, jornalista que entrevista o “I-Juca” contemporâneo nas terras devastadas pelas queimadas. Mas um antídoto poderoso resiste ao avanço da destruição: a força dos sonhos e a técnica ancestral de tornálos realidade. Assim, o mito renasce no presente, lembrando que a terra, mesmo ferida, continua a sonhar através de seus filhos.
Objetivo Geral: O objetivo do projeto é chamar a atenção do público sobre questões graves étnico sociais e ambientais que vem acontecendo não apenas na Amazônia, mas em diversos ecossistemas naturais no Brasil e no mundo. Objetivos específicos: - Finalização do processo de criação da ópera I-Juca Pirama: composição musical, libreto, dramaturgia, criação e confecção de figurinos e cenário; - Realização de 3 récitas da ópera I-Juca Pirama inspirada no poema I-Juca Pirama de Gonçalves Dias, com duração de 80 minutos no Theatro da Paz em Belém/PA; - Valorizar e trazer para cena a cultura indígena como grande lição de conceito de vida, de luta, de morte que ao mesmo tempo é um espelho de lições semelhantes de outras latitudes e outros tempos; - Fomentar o acesso à ópera, por meio de temáticas que tratam de importantes questões étnico raciais e ambientais contemporâneas, que dialogam diretamente com o povo brasileiro; - Aproximar a população brasileira do universo lírico através de óperas feitas em português, com temas ligados a cultura brasileira, o que fortalece a representatividade do público; - Estimular eventos culturais que proporcionam a fusão de diferentes linguagens artísticas, partir da conexão coma linguagem literária, musical, audiovisual, dança e teatral; - Promover o intercâmbio cultural entre artistas da região Norte, Nordeste e de povos originários da Amazônia e do Pará.
O Núcleo de Ópera da Bahia, o NOP se tornou ao longo desses 8 anos de existência uma referência na produção cultural dentro da música lírica, não apenas em Salvador, mas em outras regiões do Brasil e de outros países. Ele vem criando um estilo único baiano em produções musicais desse gênero, com óperas sempre em português, miscigenando as linguagens populares e o universo da música erudita. Colaborando para a geração de empregos, formação e abertura de perspectivas profissionais para cantores, músicos eruditos, bailarinos e técnicos de espetáculos na Bahia. Após o resultado obtido pela Ópera Amor Azul escrita em parceria por Aldo Brizzi e Gilberto Gil que estreou em dezembro de 2022 em Paris e no Brasil em agosto de 2024, já estando programada para novembro de 2024 na Concha Acústica de Salvador. Os dois parceiros decidiram trabalhar juntos em outro projeto, que dessa vez conta também com a participação de Paulo Coelho, que inspirado no poema de Gonçalves Dias, I-Juca Pirama, criou o libreto dessa nova ópera juntamente com Aldo Brizzi. Trazer para o universo lírico, a questão ambiental juntamente com a problemática enfrentada pelos povos originários no Brasil, mais especificamente na Amazônia, continuamente ameaçados por invasores, tão preocupante e urgente, de forma dramática, filosófica e poética, fortalece a luta desses povos, bem como colabora para a conscientização da população frente a essas questões. A ópera começará com um prólogo, exclusivamente em vídeo-projeção, gravado na Amazônia, com duração de 5 minutos. Todo o projeto terá consultoria e orientação de um líder indígena da aldeia onde será feita as gravações, teremos também um figurinista indígena que irá criar os desenhos para os costumes e adereços cênicos para a ópera. No elenco teremos também 3 cantores e dançarinos indígenas. Teremos também um importante intercâmbio cultural entre artistas de Salvador e de Belém, uma vez que contaremos com cantores de ambas as cidades, além de equipe técnica e outros profissionais envolvidos no projeto. Assim, a proposta aprovada e incentivada via Lei Federal de Incentivo à Cultura possibilitará um intercâmbio entre artistas de diferentes regiões e etnias brasileiras, cidades localizadas fora do eixo Rio _ São Paulo, mas que tem possibilidade de aporte e incentivo por patrocinadores nacionais e/ou regionais, gerando um incentivo à produção e fomento da cultura brasileira e principalmente, local e regional. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A proposta se enquadra nos seguintes incisos do Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais.
Já fechamos uma parceria com a Secretaria de Cultura do Estado do Pará, a SECULTPA, que irá ceder os 23 dias de utilização do Theatro da Paz para os ensaios e a realização das apresentações da ópera I-Juca Pirama que fará parte da programação cultural da COP30 que acontecerá em Belém em novembro de 2025. essa parceria também envolve a cessão da Orquestra, que é um Corpo Artístico ligado pela SECULTPA que também irá integrar o projeto. Essa parceria fortalece muito o projeto e colabora com a viabilidade do projeto, minimizando muito os custos para a realização de um evento desse porte. Sabemos dos altos custos para a contratação de uma orquestra profissional para um projeto desse porte, que envolve um período grande de ensaios e músicos preparados técnica e artisticamente para poderem executar esse trabalho. Os custos com a locação da pauta de um teatro como o Theatro da Paz, para realização dos ensaios e das apresentações, também elevariam muito os custos do projeto. Assim, com essa colaboração, quase uma co-produção com a SECULTPA, o projeto conseguirá se realizar de maneira mais econômica, sem perder a qualidade técnica e artística. O e-mail confirmando essa parceria está nos documentos anexados. Também estamos encaminhando um release sobre o NOP - Núcleo de ópera da Bahia, da Com Arte Produções (proponente e produtora geral) e do projeto nos anexos. Essa ópera já recebeu propostas para ser apresentada em Maceió e outras cidades brasileiras, após a sua estreia em Belém/PA em novembro de 2025.
Trata-se da criação e produção de uma ópera em dois atos para cantores líricos-populares, coro, orquestra e dançarinos, inspiradano poema Juca Pirama de Gonçalves Dias com duração de 80 minutos. A ópera começará com um prólogo, exclusivamente em vídeo-projeção.Esse projeto prevê a finalização do processo de criação da ópera I-Juca Pirama: composição musical, libreto, dramaturgia, criação e confecção de figurinos e cenário.A composição musical é de Gilberto Gil, que aos 82 anos, após o resultado obtido pela Ópera “Amor Azul” escrita em parceria com Aldo Brizzi, decidiram trabalhar juntos em outro projeto, dessa vez ao lado do escritor Paulo Coelho, que inspirado no poema I-Juca Pirama de Gonçalvez Dias decidiu escrever o libreto dessa nova ópera. Depois de ter ganhado 11 Grammys, de ter sido Ministro da Cultura no primeiro Governo Lula, de ter recebido, como Paulo Coelho, o mais alto reconhecimento cultural brasileiro,“imortal” da academia brasileira de letras, está se preparando para doar pela segunda vez a sua energia criativa ao mundo da Ópera.Os beneficiários das passagens/hospedagens/diárias/viagens (nome e/ou função no projeto): Esses deslocamentos e diárias dehospedagem e alimentação serão necessários para a realização das gravações das imagens que serão utilizadas no vídeo doPrólogo, ensaios em Salvador, ensaios e apresentações em Belém, pois o projeto contará com profissionais residentes em Roma/Itália, Paris/França, São Paulo/SP, Salvador/BA, conforme previsto na planilha orçamentária.Artistas e profissionais que precisarão de passagens/hospedagens/diárias:Roma/Itália - Giorgio Barberio Corsetti (diretor de cena e criação de vídeo), Igor Renzetti (design de imagem de vídeo), PiergiorgioCasotti (operador de vídeo na Amazônia), Massimo Sigillò Massara (assistente de produção e diretor). Deslocamento pararealização das gravações de imagens no Brasil - Trecho: Roma/Manaus/Roma – 3 trechos de ida e 3 trechos de volta. Apenas odiretor de cena precisará ir para Salvador e Belém para realizar os ensaios técnicos e cênicos, portanto para ele será: Trecho:Roma/Manaus/Salvador/Belém/Roma – 1 trecho Roma/Manaus, 1 trecho Manaus/Salvador, 1 trecho Salvador/Belém e 1 trechoBelém/Roma.Paris/França – Aldo Brizzi (composição musical e maestro) e Graça Reis (cantora soprano solista)Deslocamento para realização dos ensaios em Salvador e ensaios e apresentações em Belém – TrechoParis/Salvador/Belém/Salvador/Paris – 2 trechos Paris/Salvador, 2 trechos Salvador/Belém, 2 trechos Belém/Salvador e 2 trechosSalvador/Paris.São Paulo/SP – Jean William (cantor tenor solista) e Renata Campos (produtora executiva). Deslocamento para realização dosensaios em Salvador e ensaios e apresentações em Belém – Trecho São Paulo/Salvador/Belém/São Paulo – 2 trechos SãoPaulo/Salvador, 2 trechos Salvador/Belém e 2 trechos Belém/São Paulo.Salvador/BA – Josehr Santos (cantor baixo solista), Carlos Morais (cantor barítono solista), Milla Franco (cantora mezzo sopranosolista), 4 cantores do coro, 3 dançarinos indígenas e Greice Zago (assistente de produção). Deslocamento para realização dosensaios e apresentações em Belém – Trecho Salvador/Belém/Salvador – 11 trechos Salvador/Belém e 11 trechos Belém/Salvador.Portanto, serão:4 trechos Roma/Manaus e 3 trechos Manaus/Roma1 trecho Manaus/Salvador1 trecho Belém/Roma2 trechos Paris/Salvador e 2 trechos Salvador/Paris2 trechos São Paulo/Salvador e 2 trechos Belém/São Paulo16 trechos Salvador/Belém e 13 trechos Belém/SalvadorTotal de 46 trechos aéreos.
PRODUTO PRINCIPAL: APRESENTAÇÃO MUSICAL (récitas da ópera) ACESSIBILIDADE FÍSICA: Local possui acesso a deficientes físicos e/ou cadeirantes. Assentos para idosos. O espaço onde acontecerão as récitas já é adaptado para proporcionar a acessibilidade física para pessoas com necessidades especiais e pessoas com mobilidade reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS: todas as récitas terão legendas que serão projetadas durante o espetáculo com as letras cantadas nas árias e os textos dos recitativos. DEFICIENTES VISUAIS: os programas da ópera terão QR Codes com audiodescrição da com o libreto da ópera, descrição dos personagens e do cenário. Contaremos também com equipamentos para possibilitar a audiodescrição durante o espetáculo. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: É comum autistas terem transtorno sensorial. O indivíduo pode ser muito sensível ou muito intolerante aos sons, iluminação e outros estímulos. Assim, iremos oferecer fones abafadores de ruídos para esse público. Muitos preferem já saber antes o que vão encontrar do lado de dentro do evento. Teremos uma pessoa na entrada da sala de espetáculo que irá explicar o que será apresentado. Acreditamos que com esses dois cuidados, as pessoas com autismo irão se sentir mais a vontade. CONTRAPARTIDA SOCIAL – ENSAIO ABERTO PARA ALUNOS E PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO E PARA O PÚBLICO EM GERAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Local possui acesso a deficientes físicos e/ou cadeirantes. Assentos para idosos. O espaço onde acontecerão as récitas já é adaptado para proporcionar a acessibilidade física para pessoas com necessidades especiais e pessoas com mobilidade reduzida. DEFICIENTES AUDITIVOS: legendas que serão projetadas durante o espetáculo com as letras cantadas nas árias e os textos dos recitativos. DEFICIENTES VISUAIS: os programas da ópera terão QR Codes com audiodescrição da com o libreto da ópera, descrição dos personagens e do cenário. Contaremos também com equipamentos para possibilitar a audiodescrição durante o espetáculo. ACESSIBILIDADE ATITUDINAL: É comum autistas terem transtorno sensorial. O indivíduo pode ser muito sensível ou muito intolerante aos sons, iluminação e outros estímulos. Assim, iremos oferecer fones abafadores de ruídos para esse público. Muitos preferem já saber antes o que vão encontrar do lado de dentro do evento. Teremos uma pessoa na entrada da sala de espetáculo que irá explicar o que será apresentado. Acreditamos que com esses dois cuidados, as pessoas com autismo irão se sentir mais a vontade.
Em cada sessão, 10% dos ingressos serão distribuídos gratuitamente. Teremos a realização de duas sessões sociais, dois ensaio aberto a estudantes e professores da rede pública de ensino e para o público em geral. Atende ao Artigo 21 da IN no 02/2019 do Ministério da Cidadania, inciso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Com Arte Produções Artísticas – proponente e produção geral A Com Arte Produções atua com diversos profissionais na produção de eventos culturais nos segmentos de música, dança, teatro e artes visuais. Além de possuir diversas ações que estabelecem uma estreita relação entre empresas, instituições e o público. Atuante também no planejamento estrutural de empreendimentos culturais, bem como a elaboração de projetos através de Leis de Incentivo Fiscal, agenciamento de artistas, coordenação de Festivais e produção de eventos culturais, corporativos e de formação de público. Investimos na pluralidade das manifestações artísticas, buscando a diversidade cultural, uma das principais características de nosso país, através de projetos que não são apenas bons em sua concepção artística, mas importantes para a sociedade e coerente com os recursos a eles destinados. Acreditamos na arte como um poderoso instrumento modificador, capaz de abrir novos horizontes e novas perspectivas de vida. Entre seus parceiros estão instiutições como: SESI, SESC, FDE, CIEE, IPAC/BA, CCPI/BA, Sorriso do Bem e E-Fórum Artes e Ideias, produzindo eventos que contam com a participação de nomes como: Guilherme Arantes, Luciana Mello, Tarcísio Filho, Rodrigo Lombardi, Gloria Menezes, Yara Jamra,Barbara Paz entre outros. Trabalha com vários grupos e profissionais renomados no meio artístico musical como:Gilberto Gil, Arnaldo Antunes, Cortejo Afro, Solista Qué Base, Núcleo de Ópera da Bahia, Aldo Brizzi, Aleh Ferreira, Toquinho, Maria Gadú, Paula Lima, Ellen Oléria, Daniela Mercury, Chico Cesar, Bem Gil, Mãeana, Carlos Rennó, Aloisio Menezes, Fabiana Cozza, Pedrinho Mendonça e Luizinho 7 Cordas. No segmento da dança, trabalha com grupos, como: SOLOS – coletivo de dança contemporânea, Paradoxo Cia de Dança Contemporânea, Monica Aduni, Verônica Santos, Miriam Dascal, Núcleo Pedro Costa e Núcleo Iêê. Nas artes plásticas trabalha com nomes como: Alberto Pitta, Lilian Morais, Roney George e Gustavo Moreno. No exterior, atuou como produtora associada à Interssuoni (Itália) na turnê europeia de Prelúdio em 2017, com Gilberto Gil, Núcleo de Ópera da Bahia, Cortejo Afro e Nova Ópera de Lisboa passando por 5 países: Inglaterra, Finlândia, Suiça, Portugal e Itália, com a Radio France, em dezembro de 2022, na estreia de Amor Azul uma ópera de Gilberto Gil e Aldo Brizzi com participação de Gilberto Gil, Bem Gil, cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Philharmonique de Radio France e Choeur de Radio France, em Paris e com a Lirica Tamagno (Itália) na Ópera Jelin de Aldo Brizzi no Circuito Lírico Piemontese. Produtora parceira em Amor Azul, ópera canção de Gilberto Gil e Aldo Brizzi na Sala São Paulo com o Coro e Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Gilberto Gil e Bem Gil, em agosto de 2024 e na Concha Acústica do Teatro Castro Alves em Salvador/BA com Coro e Orquestra do NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Gilberto Gil e Bem Gil, em novembro de 2024. Gilberto Gil: Composição musical e personagem Croá (trovador dos povos originários) Cantor e compositor brasileiro vencedor de nove Grammys, com quase 60 discos e em torno de 4 milhões de cópias vendidas, Gil criou uma vasta e abrangente obra musical e audiovisual – como Expresso 2222, Refazenda, Viramundo, Refavela, Realce, Um Banda Um, Dia Dorim, Raça Humana, Unplugged MTV, Quanta, Eu Tu Eles, Kaya N’Gandaya, Banda Dois, Fé na Festa, Concerto de Cordas e Máquinas de ritmo com orquestra, entre tantos outros. Gil é presença confirmada anualmente nos maiores festivais e teatros da Europa e das Américas, da Ásia, da África e da Oceania. Ministro da Cultura do Brasil de 2003 a 2008, suas múltiplas atividades vêm sendo reconhecidas por várias nações, que já o nomearam, entre outros, de Artista da Paz pela Unesco em 1999, Embaixador da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, além de condecorações e prêmios recebidos, como Légion d’ Honneur da França e Sweden’s Polar Music Prize. O reconhecimento de sua vida e obra mais recente veio através da nomeação de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Berklee e de Imortal pela Academia Brasileira de Letras (ABL). Paulo Coelho: Criação do Libeto e personagem de Gonçalves Dias (que se transforma em espírito da terra) Paulo Coelho nasceu no rio de janeiro em 1947. escreveu mais de 15 livros vendidos em mais de 200 milhões de cópias. Lembramos “O Alquimista” (1995), Manual do Guerreiro da Luz (1997), O Zahir (2005), A Bruxa de Portobello (2007), Aleph (2011), A Espiã (2016). Na juventude escreveu letras de músicas que são lembradas entre os clássicos da música popular brasileira. Entre os prêmios recebidos, o “Crystal Award 1999” do Fórum Econômico Mundial, o título de Chevalier de l'ordre Nacional de la Légion D'honneur do Governo Francês, Medalha de Ouro da Galiza, membro da “Academia Brasileira de Letras”, Mensageiro da Paz das Nações Unidas 2007. Aldo Brizzi: Composição musical, colaboração no libreto e regência Regente e compositor italiano, Aldo Brizzi esteve à frente do Ensemble do Festival de Darmstadt [Darmstädter Ferienkurse], Alemanha, e do Grupo de Música Contemporânea de Lisboa. Foi diretor musical dos festivais de Turim e Scelsiana em Palermo e, atualmente, do Núcleo de Ópera da Bahia. Regeu e gravou com orquestras como as cordas da Filarmônica de Berlin, a Sinfônica de Bamberg, as orquestras Metropolitana de Lisboa e Nacional do México, a Orquestra Nacional de Porto, de Caen, a Orquestra da Camara de Santa Cecilia de Roma, Israel Chamber e as Filarmônicas de Turim, de Cluj, de Kishinau e da Rádio França. Brizzi escreveu obras sinfônicas interpretadas pela Baden-Baden Radiosymfonie Orchestra, Orchestre Philharmonique de Radio France, Danish Radio Orchestra, Teatro La Fenice - Veneza, Berlin Philharmonic Chamber Ensemble, European Union Youth Orchestra, Arditti String Quartet e muito mais. Lançou o álbum Brizzi do Brasil, com canções originais interpretadas por Caetano Veloso, Gilberto Gil e Teresa Salgueiro. Escreveu as óperas: Mambo místico, com Alfredo Arias; Ópera dos Terreiros, em colaboração com Jorge Portugal; e Jelin, ópera cômica filmada pela TV francesa. Gravou música de Scelsi com o Coro e a Filarmônica da Rádio França para o filme Le premier mouvement de l’immobile, vencedor de prêmios internacionais. Brizzi recebeu distinções como Diapason d’or, Ano Europeu da Música e um disco de Ouro (EMI). Renata Campos – produção executiva Articuladora, facilitadora e produtora cultural na área de produção de eventos culturais nos segmentos de música, dança, teatro e artes visuais. Sócia-diretora da Com Arte Produções onde atua como produtora e assessora de diversos projetos culturais. Entre seus parceiros estão instituições como: SESI, SESC, FDE, CIEE e E-Fórum Artes e Ideias. Produtora do Núcleo de Ópera da Bahia e da Secretaria Municipal de Cultural de Jundiaí (interior de São Paulo), responsável pela produção dos Corpos Artísticos ligados à Prefeitura da cidade de Jundiaí: Orquestra Municipal, Cia Jovem de Dança, Cia de Teatro e Coro Municipal. Trabalha com vários grupos e profissionais renomados no meio artístico musical como: Gilberto Gil, Arnaldo Antunes, Cortejo Afro, Solista Qué Base, Núcleo de Ópera da Bahia, Aldo Brizzi, Aleh Ferreira, Toquinho, Maria Gadú, Paula Lima, Ellen Oléria, Daniela Mercury, Chico Cesar, Bem Gil, Mãeana, Carlos Rennó, Aloisio Menezes, e Luizinho 7 Cordas. No segmento da dança, trabalha com grupos, como: SOLOS – coletivo de dança contemporânea, Paradoxo Cia de Dança Contemporânea, Monica Aduni, Verônica Santos, Miriam Dascal, Alex Soares, Marcelo Pessoa, Núcleo Pedro Costa e Núcleo Iêê. Nas artes plásticas trabalha com nomes como: Alberto Pitta, Lilian Morais, Roney George e Gustavo Moreno. Realizou trabalhos como produtora associada à Interssuoni (Itália) na turnê europeia de Prelúdio em 2017, com Gilberto Gil, Núcleo de Ópera da Bahia, Cortejo Afro e Nova Ópera de Lisboa passando por 5 países, com Radio France, em dezembro de2022, na estreia de Amor Azul uma ópera de Gilberto Gil e Aldo Brizzi com participação de Gilberto Gil, Bem Gil, cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Philharmonique de Radio France e Choeur de RadioFrance, em Paris e com a Lirica Tamagno (Itália) na produção da Ópera Jelin de Aldo Brizzi no Circuito LíricoPiemontese. Equipe de produção de Amor Azul, ópera canção de Gilberto Gil e Aldo Brizzi na Sala São Paulo com o Coro e Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Gilberto Gil e Bem Gil, em agosto de 2024 e na Concha Acústica do Teatro Castro Alves em Salvador/BA com Coro e Orquestra do NEOJIBA (Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia), cantores e percussionistas do Núcleo de Ópera da Bahia, Gilberto Gil e Bem Gil, em novembro de 2024. Núcleo de Ópera da Bahia (NOP) – produção e elenco O NOP, criado em 2016, tem como objetivo desenvolver um repertório único de Óperas inspiradas nas culturas afrobrasileiras e indígenas. Composto por 90% de artistas afro-brasileiros, surge como um dos primeiros coletivos operísticos formado por cantores afrodescendentes nos papéis de solistas em um universo onde cantores e artistas negros ainda são uma minoria principalmente em papéis protagonistas. Num espírito de inclusão, desenvolve inúmeras ações ligadas a grupos sociais marginalizados ou em dificuldades e também inclui muitos Iniciados do culto do candomblé (o culto animista de raízes africanas). Em 2016 e 2017, apresentou uma produção da ópera “Treemonisha” de Scott Joplin em Salvador (MUNCAB e TCA) e em Lisboa. Em 2017, fez 6 apresentações na Praça das Artes, Pelourinho (3000 lugares) junto com o Cortejo Afro e convidados como Preta Gil, Maria Gadú, Chico Cesar, Gilberto Gil. Depois, sempre com o Cortejo Afro e Gilberto Gil desfilaram no Carnaval de Salvador cantando para a multidão na rua além de músicas de Gil, também trechos da Ópera Treemonisha, com um sucesso inédito. Em junho 2017 e 2019, apresentou o Oratório de Santo Antônio (música tradicional portuguesa e brasileira na Orquestração de Aldo Brizzi), apresentada nos monumentos, Igrejas e praças históricas do Pelourinho. Além dos concertos e óperas na Concha Acústica, TCA e outros importantes lugares da cidade se Salvador, os cantores e percussionistas do NOP tiveram um papel importante estreando em palcos internacionais como o Barbican em Londres, na Finland Talo em Helsínque, na TV Italiana RAI, no Teatro de Ópera na Calabria (Itália), no Festival de Basileia, Baloise Session com a turnê “Preludio”, com Gilberto Gil. Em 2019, estreia da Ópera dos Terreiros em Grenoble e Roma. A primeira apresentação brasileira foi na Concha Acústica de Salvador em março 2020. Em janeiro de 2022, o NOP apresentou a Ópera dos Terreiros, em Belém/PA, na abertura do XXI Festival de Ópera do Theatro da Paz. Em 2022, lançamento do CD físico e nas plataformas digitais do Oratório de Santo Antônio. Em dezembro 2022, estreia em Paris de Amor Azul, ópera de Aldo Brizzi e Gilberto Gil, em coprodução com Radio France e France Télévisions. Os cantores e percussionistas do NOP se apresentaram ao lado de Gilberto Gil, do Coro e Orquestra Filarmônica de Radio France sob a regência de Aldo Brizzi. Em seguida, participaram da ópera Jelin, na Itália, apresentada em três cidades. Em 2023, organiza o evento “Ópera em Pauta” em Salvador, quando a Ópera dos Terreiros é gravada pela TV Francesa, para ser transformada em um filme que foi transmitido pela France TV em março de 2024. Em 2024, apresentações da ópera cômica “Jelin” em Salvador, a estreia brasileira de “Amor Azul” na Sala São Paulo e em Salvador, na Concha Acústica com Gilberto Gil, Aldo Brizzi, orquestra e coro. Em março de 2025, realizará uma turnê da Ópera dos Terreiros em 3 capitais do Nordeste: Salvador, Aracaju e Maceió. Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz (Belém/PA) No ano de 2016 completou 20 anos, foi criada pela Secretaria Executiva de Cultura (Secult). Os maestros Andi Pereira, Barry Ford, Mateus Araujo e Enaldo Oliveira já foram titulares da orquestra, que desde janeiro de 2011 é conduzida pelo maestro Miguel Campos Neto. Esteve à frente da OSTP, como convidado, o maestro Patrick Shelley, Roberto Duarte, João Carlos Martins, Luís Fernando Malheiro, Silvio Viegas, Abel Rocha, Flávio Florence, Carlos Moreno, Gian Luigi Zampieri, Jamil Maluf, Alessandro Sangiorgi, Laércio Diniz, Marcelo de Jesus, Edilson Ventureli e Linus Lerner, entre outros. Como solistas, atuaram artistas de renome internacional como Arnaldo Cohen, Arthur Moreira Lima, Miguel Proença, Antonio Del Claro, Emmanuele Baldini, Eliane Coelho, Rosana Lamosa, Ryu Goto, Ji Young Lim, Luís Rossi, Robert Bonfiglio dentre outros, bem como os paraenses também conhecidos internacionalmente, Adriane Queiroz, Carmen Monarcha e Atalla Ayan, e muitos outros grandes nomes da música paraense de várias gerações. Jean William (Tenor): I-Juca Pirama (São Paulo/SP) Formado em canto pela ECA-USP Departamento de Música Ribeirao Preto. Atualmente esta sob a orientação do barítono italiano Davide Rocca. Em 2012 fez seu debut no Lincoln Center de Nova York, apadrinhado pelo maestro João Carlos Martins, seu grande incentivador. Tem se destacado na lírica brasileira interpretando papeis em operas e concertos, em repertórios e temporadas importantes tais como: Madame Butterfly, Carmen, L’amour de trois orange, O rapto do serralho, entre outras. Cantou em mais de 13 países e no Brasil, apresentou-se , primeira visita do Papa Francisco, sendo visto por milhões de pessoas na orla da praia de Copacabana e em todo o mundo. Possui um álbum gravado, “Dois Atos” com parcerias com artistas como: Monica Salmaso, Andre Mehmari, Nelson Ayres, Jacques Morelenbaum e Fafá de Belém. Em 2024, cantou como solista na Ópera Amor Azul de Gilberto Gil e Aldo Brizzi, junto aos cantores do Núcleo se Ópera da Bahia, na Sala São Paulo em agosto e na Concha Acústica do Teatro Castro Alves em Salvador em novembro. O artista se prepara para seu debut no Carneggie Hall em Nova York. Em março de 2025, estará no elenco da Ópera dos Terreiros no papel solista de Exú em uma turnê do NOP por Aracaju, Maceió e Salvador, projeto aprovado no edital Rede das Artes da FUNARTE - Pixinguinha. Josehr Santos (Baixo): Ogib – Padre (Salvador/BA) Formou-se em canto pela Universidade Federal da Bahia. Participou em inúmeros recitais, concertos, óperas e festivais. Cantou como solista nas óperas Lídia de Oxum (Lindembergue Cardoso), La Traviata (Verdi), O Guarani (Carlos Gomes), Carmen (Georges Bizet), Il Pagliacci (Leoncavallo), 1823 - A Ópera da Liberdade (Marc Ford) e Treemonisha (Scott Joplin). É membro do Núcleo de Ópera da Bahia onde participa de óperas, turnês internacionais e várias transmissões na TVs do Brasil. Em 2017, participou da turnê internacional "Preludio", com Aldo Brizzi e Gilberto Gil e da ópera “Treemonisha” de Scott Joplin em Lisboa. Numa segunda tournée europeia do Núcleo de Ópera da Bahia apresentou canções tradicionais africanas, o Requiem de Mozart. Foi Babajidé na Ópera dos Terreiros de Aldo Brizzi e Jorge Portugal, realizada em Grenoble, Roma, Salvador e Belém entre 2019 e 2023. Em 2022 gravou com o Núcleo de Ópera da Bahia o album “Oratório de Santo Antônio” e foi Sarastro na Flauta Mágica de Mozart. Depois foi Krishna em Amor Azul (Paris, Radio France) e o Primeiro Rei Mago em Jelin, apresentada nos teatros de Valenza, Casale e Tortona (Italia) e em Salvador em 2024. Milla Franco (mezzo soprano): Jaci – mulher da aldeia dos Timbiras (Salvador/BA) Nasceu no Ceará. Na Bahia, trabalhou por sete anos na Banda Mahatma, onde desenvolveu inúmeros projetos artísticos, educativos e sociais. Licenciou-se em Pedagogia e fundou em 2014, em parceria com Rogério Lustosa, o projeto musical infantil DóRéMiLá - Música para a grandeza de ser pequenino, hoje referência em muitas escolas do Brasil. Após cantar no palco do Sarau Kids em 2015 com Carlinhos Brown, recebeu convite para fazer parte do projeto infantil de sua autoria: Paxuá e Paramim, onde atua como cantora, compositora, dubladora e atriz. Em 2019 sai em turnê por todo o Brasil com a Foco Musical de Portugal e torna-se a partir de então, narradora oficial das obras "A FLORESTA D'ÁGUA e A QUINTA DA AMIZADE'', ambas de autoria do compositor português Jorge Salgueiro. No final de 2021 muda-se para Portugal e ingressa no Ateliê de Ópera de Setúbal, participando da ópera A FLAUTA MÁGICA como Terceira Dama e no espetáculo MIGRANTES. Em Setúbal, foi selecionada para frequentar uma masterclass ministrada por Olga Makarina do Metropolitan Opera, onde foi convidada pela mesma para a apresentação final. Em dezembro de 2022 é protagonista dem Carmen, produção da Companhia de Ópera de Setúbal. A apresentações aconteceram no Fórum Municipal Luísa Todi, sob a regência do maestro João Malha e, em Guimarães, com a Orquestra do Norte dirigida pelo maestro Fernando Marinho. Em 2023, de volta ao Brasil, ingressa no NOP - Núcleo de Ópera da Bahia, estreando no evento Concha Negra como uma das solistas e na Ópera Jelin de Aldo Brizzi. Graça Reis (soprano): Espírito da Terra (Salvador/BA) Apresentou-se com Caetano Veloso, Arnaldo Antunes e ainda no Festival Sons do Exílio, em São Paulo. Foi La Mirada em Mambo místico, ópera de Alfredo Arias e Aldo Brizzi, no Théâtre de Chaillot em Paris, depois apresentada 55 vezes na Europa. Cantou Wagner em Nice (França). Foi protagonista da ópera Treemonisha, Pamina na Flauta Mágica e Oxum na Ópera dos Terreiros com o Núcleo de Ópera da Bahia e também de Jelin, gravada pela TV France, além de participar da turnê Prelúdio com o NOP ao lado de Gilberto Gil e Aldo Brizzi, no Reino Unido, na Alemanha e na Itália. Irma Ferreira (mezzosoprano): Cacique (Salvador/BA) Soteropolitana, a soprano Irma Ferreira, doutoranda em Música pela UFBA, atuou com orquestras como a Radio France, Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, OSBA, ORSSE e OSUFBA, apresentando-se em palcos da Europa e do Brasil. Com mais de dez anos de carreira, protagonizou óperas como Le Nozze di Figaro, Die Fledermaus, La Traviata, La Bohème, Ópera dos Terreiros, Amor Azul, Ópera da Liberdadee Lídia de Oxum.Coro Carlos Gomes (Belém/PA) Criado em 1995 pela maestrina María Antonia Jiménez, o coro é formado por alunos, ex-alunos e professores do Instituto Estadual Carlos Gomes. Rubens Almeida: Desenho de luz (Belém/PA) Iluminador a 46 anos da maior casa de espetáculos da Amazônia, o Theatro da Paz. Atuando em grandes espetáculos como do Projeto Pixinguinha, Orquestra Sinfônica de Moscou e Bibi Ferreira 50 Anos de Vida Artistica. Junto com o Grupo Encarte, foi premiado no Festival Internacional de Dança (1992), em Joinville-SC, e recebeu o prêmio de Melhor Iluminador no Dia Internacional do Teatro, em 2003. Foi iluminador de Festivais Internacionais de Música do Pará, além do design de luz de todas as versões do Encontro Internacional de Dança do Pará e Festival Internacional de Dança da Amazônia (FIDA). Também atuou como assistente durante os Festivais de Ópera do Theatro, nas óperas Macbeth, Viúva Alegre, Carmen, O Barbeiro de Sevilha, Madame Butterfly e Yara. Em 2010, foi indicado para concorrer ao XXII Prêmio Carlos Gomes – Opera e Música Erudita, na categoria iluminação, por produções do Theatro da Paz, óperas Romeo et Juliette, de Gounod e La Cambiale di Matrimonio, de Rossini. Glauce Rocha: Elementos cênicos (Belém/ PA) Formação técnica em Artes Dramáticas com ênfase em Produção Cultural e Design. Especialização técnica em Dramaturgia e Técnica em Cenografia especializada na criação de elementos cênicos utilizando uma matéria prima da natureza altamente sustentável sem degradar e agredir a natureza e o meio ambiente, o miriti, oriundo de Belém do Pará. Cláudio Bastos: Direção de palco (Belém/ PA) Residente em Belém/ PA, licenciando no 7º semestre de Teatro pela UNIASSELVI, Técnico em Cenografia pela ETDUFPA. Iniciou suas produções em óperas em 2004, com experiência em mais de 30 montagens, nas áreas de Cenografia, Direção Cênica, Assistente de Direção Cênica e Direção de Palco. Realizou montagens em vários teatros no Brasil, com destaque no Theatro da Paz - Belém PA, Teatro Municipal RJ, Teatro Carlos Gomes – Blumenau SC, Teatro Nacional BR e Espaço Cultural Barroquinha – Salvador BA, entre outros. Recebeu o Prêmio “Destaque em Cenografia” no 39º Baile dos Artistas (Belém/ PA) com o espetáculo Ofélia Princesa da Dinamarca (2023) e no 40º Baile dos Artistas com o espetáculo O Auto da Compadecida (2024). Realizou diversos trabalhos cenográficos no teatro, na dança e em musicais como: As Bruxas de Oz, O Grande Show, Evly e Queen num toque de mágica, entre outros.
PERÍODO DE EXECUÇÃO DO PROJETO ATUALIZADO.