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Translator Translator Translator O projeto busca resgatar e promover a rica cultura dos povos Mbyá Guarani, com ênfase na Tekoa Pekuruty, aldeia localizada às margens da BR 290, em Eldorado do Sul/RS, atingida diretamente pela enchente de Maio/2024. As atividades incluirão oficinas de artesanato, gastronomia, música, construção, cosmologia e medicina, garantindo que os Mbyá Guarani sejam os protagonistas no compartilhamento de seus conhecimentos milenares. Haverá também um seminário sobre a situação dos povos Mbyá Guarani no RS, com palestrantes de diversas áreas, incluindo lideranças indígenas da região, para ampliar a reflexão sobre a importância desses saberes tradicionais. Além disso, será exibido o documentário Cantata Sete Povos, dirigido por Omar L. de Barros Filho, e apresentado o espetáculo musical Cantata Sete Povos, uma suíte composta pelo músico gaúcho Raul Ellwanger, que retrata a saga dos Guarani nas missões jesuíticas do noroeste do Rio Grande do Sul, entre os séculos XVII e XVIII.
Oficinas ministradas (remuneradas) pelos integrantes da Aldeia Mbyá Guarani: - Oficina de Gastronomia Mbyá Guarani: ministrada por Laura Benitez (Jaxuka rete) -A gastronomia Guarani será celebrada com oficinas de Mbojape, um bolo de milho assado na brasa, e Avati Kui, uma preparação à base de milho e amendoim com cinzas, feita no pilão. A oficina será ministrada no idioma Mbyá Guarani, com tradução simultânea para o Português e LIBRAS. - Oficina de Artesanato Mbyá Guarani, ministrada por Juliano Palacioi (Wherá Yapo’a) – O artesanato será explorado com oficinas de Ajaka, que é a cestaria tradicional, e Vixo Ranga, que envolve a criação de bichinhos. A oficina será ministrada no idioma Mbyá Guarani, com tradução simultânea para o Português e LIBRAS. - Oficina de Música: a música terá destaque com as oficinas de Xondaro, uma dança realizada por homens guerreiros que buscam fortalecer o modo de ser Guarani, e o Tangará, uma dança feminina que possui papéis bem definidos e movimentos inspirados nos pássaros, simbolizando alegria, liberdade e reflexão. A oficina será ministrada no idioma Mbyá Guarani, com tradução simultânea para o Português e LIBRAS. - Oficina de Construção: apresentaremos a técnica de construção de pau a pique, bambú e telhado de palha, na construção de uma edificação na Tekoa Pekuruty, ministrada por Juliano Palacioi (Wherá Yapo’a). A oficina será ministrada no idioma Mbyá Guarani, com tradução simultânea para o Português e LIBRAS. - Oficina de Medicina: a medicina Mbyá Guarani é um aspecto fundamental da cultura e espiritualidade desse povo. Ela está profundamente enraizada em sua visão de mundo, que integra corpo, mente e espírito. Apresentaremos o Nhemongarai, que acontece na Opy (casa de reza), onde se dá conjuntamente a colheita do milho guarani e onde as crianças recebem o nome na lingua materna. Oficina ministrada pelo Cacique Estevan Garai (Kuaray Papa). A oficina será ministrada no idioma Mbyá Guarani, com tradução simultânea para o Português e LIBRAS. - Oficina de Cosmologia: os Mbyá acreditam que todos os seres — humanos, animais e espíritos — estão interconectados. Essa interdependência implica uma responsabilidade coletiva de cuidar do meio ambiente e uns dos outros. Oficina ministrada pelo Cacique Estevan Garai (Kuaray Papa). A oficina será ministrada no idioma Mbyá Guarani, com tradução simultânea para o Português e LIBRAS. - Oficina de Midia Digital: oficina de mídias sociais para a Tekoa Pekuruty. Esta oficina será ministrada pelo indígena Wherá Xunú. O Objetivo é que a Tekoa Pekuruty possa controlar suas redes sociais após a finalização do projeto. Etapa Externa: - Apresentação da Canta Sete Povos (suíte popular de 12 canções que conta a saga das comunidades Guaraní e padres jesuítas nos séculos XVII e XVIII na região das “Misiones”, no Noroeste do atual Rio Grande do Sul) do compositor gaúcho Raul Ellwanger no Centro Cultural Vila Flores. - Exibição do Documentário da Cantata ete Povos, do diretor Omar L. de Barros Filho, no Centro Cultural Vila Flores. - Seminário (presencial/virtual) sobre o protagonismo do povo Mbyá Guarani, com a participação do/da: cacique da Tekoa Pekututy (ELdorado do Sul/RS) Kuaray Papa, cacica kerexu Takua do Centro de Referência Indígena do RS (Porto Alegre/RS), cacica Iracema Gãh Té, liderança do Povo Indígena Kaingang (Porto Alegre/RS), socióloga Fabiane Baumann, Professor Artemio Soares (Escola Indígena) e o compositor e pesquisador Raul Ellwanger. - Oficina de Danças Circulares para docentes de escola pública de Eldorado do Sul (Contrapartida Social).
Translator Translator Translator Objetivo Geral: Resgatar e difundir a cultura Mbyá Guarani por meio de oficinas ministrandas pelos indígenas da aldeia Tekoa Pekuruty, transmitindo seus saberes ancestrais, provocar o debate sobre a cultura indígena no RS através do seminário e da Cantata Sete Povos do compositor e pesquisador gaúcho Raul Ellwanger. Objetivos específicos: Tendo os indígenas como protagonistas: - Artesanato: será explorado com oficinas de Ajaka, que é a cestaria tradicional, e Vixo Ranga, que envolve a criação de bichinhos, ministrada por Juliano Palacioi (Wherá Yapo’a). - Gastronomia: a gastronomia Guarani será celebrada com oficinas de Mbojape, um bolo de milho assado na brasa, e Avati Kui, uma preparação à base de milho e amendoim com cinzas, feita no pilão, ministrada por Laura Benitez (Jaxuka rete). - Música: a música terá destaque com as oficinas de Xondaro, uma dança realizada por homens guerreiros que buscam fortalecer o modo de ser Guarani, e o Tangará, uma dança feminina que possui papéis bem definidos e movimentos inspirados nos pássaros, simbolizando alegria, liberdade e reflexão, e ministrada pelo Cacique Estevan Garai (Kuaray Papa). - Construção: a técnica de construção de pau a pique, bambú e telhado de palha, será apresentada na construção de uma edificação na Tekoa Pekuruty, ministrada por Juliano Palacioi (Wherá Yapo’a). - Medicina: a medicina Mbyá Guarani é um aspecto fundamental da cultura e espiritualidade desse povo. Apresentaremos o Nhemongarai, que acontece na Opy (casa de reza), onde se dá conjuntamente a colheita do milho guarani e onde as crianças recebem o nome na lingua materna. Oficina ministrada pelo Cacique Estevan Garai (Kuaray Papa). - Cosmologia: os Mbyá acreditam que todos os seres — humanos, animais e espíritos — estão interconectados. Essa interdependência implica uma responsabilidade coletiva de cuidar do meio ambiente e uns dos outros. Oficina ministrada pelo Cacique Estevan Garai (Kuaray Papa). - Midia Digital: Oficina de mídias digitais exclusiva para a Tekoa Pekuruty. Esta oficina será ministrada pelo indígena Wherá Xunú, fotógrafo e cineasta indígena da Tekoa Pindó Mirim em Viamão/RS. O Objetivo é que a Tekoa Pekuruty possa controlar suas redes sociais após a finalização do projeto. Demais Atividades: - Oficina de Introdução a Permacultura: A permacultura é um sistema de design para a criação de ambientes humanos sustentáveis e produtivos, inspirado nos ecossistemas naturais, inspirada nos povos orginários. A oficina será ministrada pelo permacultor Leandro Nunes, proponente do projeto, de forma gratuita. Está oficina será oferecida como contrapartida no projeto. - Apresentação da Cantata Sete Povos, suite popular de 12 canções do compositor Raul Ellwanger, sobre a saga Guarani nas missões Jesuíticas no noroeste do Rio Grande do Sul, durante os séculos XVII e XVIII. Raul Ellwanger será companhado por 05 musicos. - Exibição do documentário da Cantata Sete Povos, com direção de Omar L. de Barros Filho. - Realização de um Seminário (presencial/virtual) com a participação do/da: cacique da Tekoa Pekututy (ELdorado do Sul/RS) Kuaray Papa, cacica kerexu Takua do Centro de Referência Indígena do RS (Porto Alegre/RS), cacica Iracema Gãh Té, liderança do Povo Indígena Kaingang (Porto Alegre/RS), socióloga Fabiane Baumann, Professor Artemio Soares (Escola Indígena), Raul Ellwanger, músico e pesquisador, Eloir de Olveira (Wera Xondaro), coordenador do Conselho de Articulação do Povo Guarani. Evento transmitido "ao vivo" pela internet (Canal do youtube). - Produção de making of de 10 minutos , registrando as estapas do projeto para divulgação nas redes sociais da aldeia Tekoa Pekuruty.
Translator Translator Translator Em tempos de debates sobre o Marco Temporal, são raras as oportunidades de editais ou financiamentos diretos focados nas causas indígenas e na preservação e difusão de suas culturas. A Lei de Incentivo à Cultura, especialmente em caráter emergencial, se torna essencial para a retomada das atividades culturais no Rio Grande do Sul, desempenhando um papel crucial na reconstrução cultural da Tekoa Pekuruty. De acordo com o Conselho de Articulação do Povo Guarani do Rio Grande do Sul (CAPG-RS), a aldeia Tekoa Pekuruty está entre as mais vulneráveis do estado. Localizada às margens da BR-290, essa comunidade vive há mais de 10 anos em uma área sem fornecimento de água potável e energia elétrica, próxima a um valão contaminado por agrotóxicos vindos da produção de arroz.Além disso, a comunidade aguarda a demarcação definitiva de sua terra, enfrentando desafios que não apenas comprometem a qualidade de vida, mas também impactam diretamente suas tradições culturais e modos de vida ancestrais. A Lei Rouanet Emergencial/RS surge como uma oportunidade de colocar os indígenas como protagonistas de sua própria história, dando "Voz à Aldeia" e promovendo a dignidade, visibilidade e preservação cultural do povo Mbyá Guarani. As propostas atendem os seguintes incisos do artigo 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, ele se enquadra no artigo 3º atendendo os objetivos de:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Como este é um programa emergencial, diretamente relacionado à devastação provocada pelas enchentes de maio de 2024, estamos buscando parceiros e profissionais que, assim como eu, foram diretamente atingidos por esse desastre. São pessoas que sofreram prejuízos financeiros e emocionais profundos. O programa aborda o problema financeiro ao fornecer financiamento e oportunidades de trabalho, mas, além disso, devolve dignidade tanto aos profissionais quanto aos indígenas, permitindo que essa reconstrução ocorra por meio de seu trabalho, sua arte e sua cultura. Anexamos ao projeto algumas imagens dos danos sofridos pelo proponente, pela Aldeia Pekuruty, pela assessora contábil em Eldorado do Sul/RS, pelo centro cultural Vila Flores e pela empresa responsável pela sonorização e iluminação do evento musical em Porto Alegre/RS. É importante destacar que todas as pessoas envolvidas no projeto foram direta ou indiretamente afetadas pelo maior desastre ambiental que o estado do Rio Grande do Sul já enfrentou. Se conseguirmos assimilar e transmitir ao público uma pequena parte da cultura Mbyá Guarani — que tradicionalmente vive em harmonia com o meio ambiente, retirando da natureza apenas o necessário para sua sobrevivência e, assim, permitindo que outras espécies também possam prosperar —, talvez possamos contribuir para a construção de um futuro mais sustentável para a humanidade e para o planeta.
O projeto prevê a aquisição de um notebook para a oficina na Tekoa Pekuruty. Esta ação está ligada a oficina de capacitação em midias digitais que será ministradas para os integrantes da Tekoa. Nosso objetivo é que os indigenas da Tekoa Pekuruty, após a finalização do projeto, possam ter autonomia em suas publicações e divulgação posterior de sua produção artesanal, oficinas, vivências, etc. e desta forma potencializar a difusão da cultura Mbyá Guarani. Estes equipamentos terão a salvaguarda na escola durante o projeto.Serão doados a uma instituição sem fins lucrativos ao término do projeto. Também prevê a aquisição de um violão e um violino, instrumentos fundamentais para a execução da música tradicional. Os instrumentos foram perdidos na enchente de maio/24. Estes equipamentos terão a salvaguarda na escola durante o projeto.Serão doados a uma instituição sem fins lucrativos ao término do projeto.
As 06 oficinas sobre a cultura Mbyá Guarani serão ministradas na Tekoa Pekuruty, em Mbyá Guarani, com tradução em LIBRAS e lingua portuguesa, com 3h de duração. Os indigenas serão os protragonistas nas oficinas. Serão disponibilizados 60 ingressos para cada oficina. Com 40 vagas para estudantes e 20 vagas para a comundade em geral. Todos os ingressos serão gratuitos. Disponibilzaremos transporte (ônibus) saindo do centro de Eldorado do Sul/RS até a aldeia. O projeto pedagógico desenvolvido pelo professor Artemio Soares Marques é trabalhar com as questões pedagógicas para uma educação anti-racista, pautadas na Educação para as Relações Étnico Raciais, culturais e também amparados na Lei 11645/2008. A Apresentação da Cantata Sete Povos será realizada no Centro Cultural Vila Flores em Porto Alegre (local diretamente atingido nas enchentes de Maio/24). A apresentação terá 02h de duração. O repertório da Cantata é do compositor Raul Ellwanger. O grupo contará com os músicos: Raul Ellwanger, Luisinho Santos, Pedrinho Figueiredo, Thiago Colombo, e o percussionista Jakka. Serão disponibilizados 540 ingressos gratuitos. O Seminário (presencial/virtual) será realizada no Centro Cultural Vila Flores em Porto Alegre (local diretamente atingido nas enchentes de Maio/24), com duração de 2 horas e antes do show do compositor Raul Ellwanger. Participação do/da: cacique da Tekoa Pekututy (ELdorado do Sul/RS) Kuaray Papa, cacica kerexu Takua do Centro de Referência Indígena do RS (Porto Alegre/RS), cacica Iracema Gãh Té, liderança do Povo Indígena Kaingang (Porto Alegre/RS), socióloga Fabiane Baumann, Professor Artemio Soares (Escola Indígena), Compositor da Cantata Raul Ellwanger.
Oficinas: Acessibilidade Física e Acessibilidade de ConteúdoAs oficinas serão ministradas na Tekoa Pekuruty em Eldorado do Sul/RS. - Recepcionistas para proporcionar acessibilidade comunicacional e atitudinal aos inscritos nas oficinas.- Disponibilizaremos para o público banheiros quimicos padrão e banheiro químico PCD.- Haverá tradutor de Mbyá Guarani para Português nas oficinas e no making of.- Haverá tradutora/intérprete de LIBRAS.- Disponbilizaremos ônibus para o público que participará das oficinas em Eldorado do Sul/RS. Este transporte partirá das escolas públicas selecionadas até o local das oficinas. A Acessibilidade de CONTEÚDO: - A apresentaçao musical contará com intérprete de LIBRAS e audiodescrição ao vivo.- O documentário da Cantanta Sete Povos possui acessibilidade em LIBRAS e Audiodescrição.- O seminário será acessível por intérprete de LIBRAS. Estas ações serão realizadas no centro cultural Vila Flores em Porto Alegre, local foi diretamente atingido nas enchentes de Maio/24. - A gravação videografica das etapas do projeto (Making of) terá audiodescrição, tradução em LIBRAS, e tradução em Mbyá Guarani/Português.- Disponibilizaremos ônibus para o transporte dos estudantes e docentes das escolas selecionadas até o local do evento.Serão contempladas escolas que tenham sido diratemente atingidas durante a enchente, nos municípios de Porto Alegre/RS e Eldorado do Sul/RS. O evento conta ainda com recepcionistas para acessibilidade. O local onde serão realizadas as atividades em Porto Alegre, o Centro Cultural Vila Flores, já contempla as seguintes medidas:Realização de atividades em andar térreo;Rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeiras de rodas;Rampas de acesso;Banheiro adaptado para PCD’s ou pessoas com mobilidade reduzida;Assentos para pessoas obesas; As redes sociais do projeto terão a descrição de imagens para cegos e publicações bilingues (Mbyá Guarani e Português).
A Democratização de Acesso será contemplada da seguinte forma: - O show, a exibição do documentário Sete Povos e o seminário "Protagonsimo dos povos Indígenas" no Centro cultural Vila Flores em Porto Alegre/RS, terão 70% dos ingressos gratuítos e 30% com valores populares. Os 30% arrecadados serão revertidos integralmente para a Tekoa Pekuruty em Eldorado do Sul/RS, como forma de apoio financeiro para a sua reconstrução. Também serão transmitidos (ao vivo) pela internet, o show e o seminário, assim como disponibilizados no youtube do projeto. - As 06 oficinas, da cultura Mbyá Guarani, serão realizadas na Tekoa Pekuruty, totalmente gratuitas. Disponibilizaremos 60 vagas por oficina, sendo 50 destinadas a estudantes e docentes e 10 vagas para a comunidade em geral, sendo 05 vagas para a comunidade surda. - A oficina de Introdução a Permacultura, realizada pelo proponente na aldeia Tekoa Pekuruty, será totalmente gratuita. Disponibilizaremos 60 vagas por oficina, sendo 50 destinadas a estudantes e docentes e 10 vagas para a comunidade em geral, sendo 05 vagas para a comunidade surda. - Tanto para as oficinas na aldeia Tekoa Pekuruty em Eldorado do Sul/RS como para o evento no centro cultural Vila Flores em Porto Alegre/RS, disponibilizaremos ônibus para o transporte de estudantes e docentes até o local dos eventos. - Os ingressos (30%) para a Cantata Sete Povos, serão vendidos pela plataforma Sympla (digital). Sem impressão de bilhetes. - O evento contará com a presença de uma ambulância para qualquer emergência.
A instituição Morada Sustentável - MEI), representada pelo proponente Leandro Nunes dos Santos, será responsável pela produção Executiva (remunerada) do projeto e por ministrar uma oficina de introdução a Permacultura (voluntária). Currículos: Leandro Nunes dos Santos. Formação: Licenciatura em Música (Centro Universitário Metodista - IPA). Licenciatura em Ciências Biológicas (Uniasselvi). Pós Graduação em Microbologia (Facuminas). PDC em Permacultura (Unipermacultura). Atuou durante 18 anos no campo da música e áudio, no grupo RBS rádios, estúdios de gravação e em apresentações musicais. Desde 2012, dedica-se à Permacultura com a Morada Sustentável. Seus trabalhos são focados em meio ambiente, cisternas, saneamento ecológico, bioconstrução, compostagem, fermentação de alimentos e bebidas, bem como criação natural e regenerativa de abelhas apis melíferas e abelhas nativas. Tem sítio permacultural, Cabana do Morro no Rio da Invernada, município de Mampituba, onde organiza oficinas e vivências em Permacultura. Produtor Cultural/RS (CEPC 9658) contemplado no Edital SEDAC/LPG nº 10/2023 com o projeto "Voando com as Abelhas: Arte e Educação nas Escolas. Elaine Regina Lopes dos Santos - Produtora cultural (CEPC 9650), atriz, bonequeira, performer, focalizadora das Danças Circulares. É integrante da comissão de arte e terapia da Associação Brasileira de Teatro de bonecos – ABTB – Unima Brasil. Na área do teatro, desde 1996, como atriz e oficineira, participou de diversos festivais pelo Brasil, ministrando oficinas de inclusão com apresentação do documentário “Vozes do tempo”, que tem a sua direção em parceria com produtor/diretor Juliano Ambrosini.Trabalha com Ponto de cultura Varanda Cultural, é integrante do Coletivo Caixa de Pandora e Coletivo Dandô. Destaque de trabalhos com teatro de bonecos desde 1997 com Bonecos Gigantes, diretor Cacá Sena; espetáculo “Maria Farrar”, direção Júlio Saraiva; “João e Maria” dir. Paulo Fontes. Produz o evento “Vivência Permacultural” em Mampituba/RSFoi contemplada no Edital Criação e Formação Diversidade das Culturas, Lei Aldir Blanc nº 14.017/20, com o projeto “Encontros no seu portão – unidade móvel”, na cidade de Eldorado do Sul/RS. Produção na “Semana do Teatro de Bonecos” pela AGTB – edições 2001,2002 e 2003. Assistente de produção no projeto “Voando com as abelhas”, edital SEDAC/LPG nº 10/2023. Contemplada no edital SEDAC/LPG nº 10/2023 com o projeto “Semear – arte multidisciplinar”.Especialista em Pedagogia da Arte, Mestre em Reabilitação e Inclusão, trabalha com adultos com esquizofrenia, grupos de mulheres e pessoas idosas. Tem experiência com pessoas cegas, surdas e cadeirantes. Eloir de Oliveira (Wera Xondaro) - Trabalho Voluntário (vinculado à Secretaria de Educação do RS) Superior Incompleto: Ciências Sociais e Jurídica. Professor Séries Iniciais: Língua Guarani - IDIOMAS: Língua Guaraní e Língua Portuguesa - Membro do Conelho de Articulação do Povo Guarani (CAPG/RS) Artemio Soares Marques - Trabalho Voluntário (vinculado à Secretaria de Educação do RS) - Graduado em História (Licenciatura Plena) pela Universidade Federal de Santa Maria(2006), Mestre em Integração Latino - Americana pela Universidade Federal de Santa Maria(2009), com Especialização em Agricultura Familiar Camponesa e Educação do Campo pelaUniversidade Federal de Santa Maria (2015). Trabalha com educação indígena desde 2017,atualmente lecionando na Escola Estadual Indígena de Ensino Fundamental Tekoa Pekurutyem Eldorado do Sul/RS e atuando como administrador das escolas Pekuruty, Nhu'u Poty(Barra do Ribeiro/RS) e Arasaty(Guaíba/RS). Trabalhou de 2010 a 2016 como técnico daárea social na Cooperativa de Prestação de Serviços Técnicos Ltda. (COPTEC) emAssentamentos da Reforma Agrária do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra daCampanha e Região Metropolitana de Porto Alegre. Márcia Luísa Tomazzoni - Trabalho Voluntário (vinculada à Secretaria de Educação do RS) - Doutoranda e mestra em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Educação daUniversidade Federal do Rio Grande do Sul(UFRGS), na Linha de Pesquisa Educação,Culturas e Humanidades. Licenciada em Filosofia pela UFRGS. Educadora da rede públicaestadual do RS desde 2014, atualmente atua como diretora na Escola Estadual Indígena deEnsino Fundamental Pekuruty, pertencente à 12 Coordenadoria Regional de Educação, emEldorado do Sul. Membro do Grupo de Pesquisa PEABIRU-UFRGS "Educação Ameríndia eInterculturalidade". Áreas de atuação/interesse: Interculturalidade; Educação indígena;Descolonização; Ensino de Filosofia; Filosofia intercultural; Filosofias Indígenas; Ética;Antropologia filosófica; Filosofia da América Latina. Raul Ellwanger - Compositor da Cantata Sete Povos - Compositor, letrista, arranjador, cantor, produtor musical e ativista cultural, natural de Porto Alegre, Brasil, Raul Ellwanger tem doze discos gravados e mais de 200 canções registradas por importantes intérpretes, como Elis Regina, Beth Carvalho, Mercedes Sosa, Fafá de Belém, Raul Porchetto, Renato Borghetti e León Gieco. Com canções gravadas em castelhano, alemão, italiano, francês e catalão, conta com parcerias de Paulinho Tapajós, Ferreira Gullar, Jerônimo Jardim, Pery Souza, Washington Benavidez, Mário Quintana e com versões de Pablo Milanês, Raul Porchetto, León Gieco, Tarrago Ros e Alfredo Zitarrosa.Participou de festivais em diversos paises.Resistente à ditadura, foi condenado pela Lei de Segurança Nacional em 1971, devendo exilar-se no Chile e Argentina. Ativista dos Direitos Humanos, é membro do Comitê Carlos de Ré da Verdade e Justiça do RS. Estevan Garai (Kuaray Papai) - Cacique da Aldeia Tekoa Pekuruty. Vherá Xunú - Nascido em Itapiranga (SC), Vherá Xunú é fotógrafo e cineasta indígena, da etnia Mbya Guarani. Atualmente, mora na aldeia Tekoá Pindó Mirim, no município de Viamão (RS). Há seis anos, fotografa a vida comunitária de seu povo, os costumes e manifestações indígenas e as ações de suas lideranças. Estudou na Luz – Escola de Fotografia. Em 2016, foi convidado a fazer parte do grupo de Comunicadores Mirim da Comissão Yvyrupa, em que trabalhou durante três anos divulgando, fotografando e filmando eventos Guarani. Seus trabalhos mostram as lutas diárias que sua etnia enfrenta. Seu primeiro filme curta-metragem se chama “Perigo na Mata” (2016), e fala do fortalecimento da vida dos Mbya Guarani. Seu último lançamento foi “O despertar do divino Sol” (2019), é seu olhar sobre os governantes que não querem mais demarcar as terras indígenas. Pedrinho Figueiredo (Músico) - Pedrinho Figueiredo, flautista e saxofonista participou ativamente dos festivais de música nativista do Rio Grande do Sul. Entre eles, a Califórnia da Canção Nativa, considerada Patrimônio Cultural do Estado. Natural de Teresópolis, no Rio de Janeiro, Pedrinho Figueiredo está radicado em Porto Alegre desde 1981.Lançou o álbum Primeira Impressão com músicas autorais e regravações de autores consagrados como Gilberto Gil. O mais recente trabalho musical é Jogo de Peteca feito em parceria com o pianista e compositor Paulo Dorfman. Faz parte do quarteto de Renato Borghetti, tocando para público do Brasil e também do exterior. Thiago Colombo de Freitas (Músico) - Thiago Colombo é professor da Universidade Federal de Pelotas, bacharel e mestre em música pela UFRGS e doutor pela UFBa. Ainda muito jovem, foi premiado em concursos no Brasil, Argentina, Portugal e Espanha. Em 2003 lançou seu primeiro CD solo, intitulado Sonata, que recebeu três prêmios Açorianos de música. Em 2006 lançou o CD Reminiscências e em 2009 o Trezegraus. Nos últimos anos, tem trabalhado como concertista, professor e palestrante em vários países. Junto aos cancionistas Pablo Lanzoni e Raul Ellwanger lançou os álbuns Delírio Geral e Romancero, respectivamente, ambos em 2022.
Redução aprovada e publicada no Diário Oficial da União.