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Este projeto tem o objetivo de realizar a produção, montagem e exibição da exposição coletiva Amefricanidades com o tema relacionado às manifestações populares afro-brasileiras e afro-americanas a partir do acervo do Instituto Con/vida que itinerar por quatro cidades brasileiras. Também será oferecido um curso gratuito (Contrapartidas Sociais: Ação Formativa Cultural) ao longo da execução do projeto dedicado à história da arte negra. Além da criação e impressão de um catálogo da exposição.
Inspirada no conceito de Amefricanidade, cunhado por Lélia Gonzalez, a exposição “Amefricanidades” emerge da intersecção de raízes culturais, histórias e resistências negras nas Américas, com foco nas expressões culturais afro-brasileiras, latinas e afro-americanas. O acervo Con/vida, fonte rica em representações do universo afro-diaspórico, oferece ao público a oportunidade de vivenciar e refletir sobre a multiplicidade da experiência negra, que se desdobra em diálogos com as lutas sociais e as tradições culturais preservadas nas comunidades afro-diaspóricas. “Amefricanidades” busca ampliar as narrativas em torno da negritude, sublinhando a vitalidade do povo negro no Brasil e no continente americano, a partir de linguagens artísticas diversas, como a fotografia, pintura, escultura e instalações. Cada peça do acervo é escolhida para tecer histórias que vão além da identidade local, abraçando a América Negra como um território de troca cultural e solidariedade entre povos africanos e seus descendentes.
OBJETIVO GERAL - Realizar a produção, montagem e itinerância da exposição coletiva Amefricanidades em quatro cidades brasileiras, promovendo a valorização e a difusão das manifestações culturais afro-brasileiras e afro-americanas por meio do acervo do Instituto Con/vida. O projeto busca ampliar o acesso à história e à arte negra, estimulando o reconhecimento da contribuição afro-diaspórica na cultura nacional e americana. Além disso, oferecerá um curso formativo gratuito sobre arte negra e um catálogo impresso da exposição, com vistas à formação de público e à consolidação da memória e do conhecimento sobre o legado artístico afrodescendente. OBJETIVOS ESPECÍFICOS EXPOSIÇÃO COLETIVA AMEFRICANIDADES Objetivo: Proporcionar um espaço de celebração e reflexão sobre as manifestações culturais afro-brasileiras e afro-americanas, apresentando o acervo do Instituto Con/vida em uma itinerância por quatro cidades brasileiras, para ampliar o acesso às expressões artísticas e históricas da diáspora africana. CURSO GRATUITO (CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: AÇÃO FORMATIVA CULTURAL) Objetivo: Oferecer uma formação acessível e de qualidade sobre a história da arte negra, visando capacitar e sensibilizar o público sobre a importância e o impacto das contribuições afro-diaspóricas na arte e na cultura, promovendo o fortalecimento da identidade cultural negra. CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO Objetivo: Documentar e divulgar as obras e o conteúdo exposto na exposição coletiva Amefricanidades, criando um material impresso que servirá tanto como registro duradouro da exposição quanto como fonte de pesquisa e referência sobre as manifestações culturais afro-brasileiras e afro-americanas para o público geral e especialistas.
O Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira - MUNCAB é um importante centro de preservação, produção e difusão da cultura afro-brasileira, diaspórica e africana nas Américas e, tem um papel fundamental no diálogo e intercâmbio entre países africanos e o Brasil. A Sociedade Amigos da Cultura Afro-Brasileira _ AMAFRO é uma instituição de direito privado sem fins lucrativos, reconhecida como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), fundada em 15 de março de 2002, sendo a instituição responsável pela gestão do MUNCAB. É uma sociedade científica e sociocultural, que tem como objetivos fomentar o ensino, a pesquisa, os desenvolvimentos técnico, científico e institucional, intercâmbio e demais ações e projetos voltados à recuperação e preservação do patrimônio, da memória e da cultura afro-brasileira, com ênfase no campo da antropologia, etnografia, museologia e outras atividades afins. Localizada entre as ruas do Tesouro, das Vassouras e Rui Barbosa do Centro Histórico de Salvador (CHS), o Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira - MUNCAB ocupa um prédio neoclássico de cinco andares com quase 5.000 m2 do antigo prédio do Tesouro do Estado, inaugurado em 6 de julho de 1923, comemorando o centenário no próximo ano. O Muncab faz parte de um movimento de recuperação do Centro Antigo de Salvador (CHS), integrando o maior sítio patrimonial da América Latina tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN (1984) e reconhecido como Patrimônio Mundial pela Unesco (1985), desgastado por um longo processo de abandono das políticas públicas. A região é extremamente rica em monumentos históricos que datam do século XVII até o início do século XX. Isso porque Salvador foi a primeira capital colonial do Brasil e a cidade é uma das mais antigas do Novo Mundo (fundada em 1549 por colonizadores portugueses). O MUNCAB, é um dos mais importantes centros de preservação, produção e difusão da cultura afro-diaspórica nas Américas, tem um papel fundamental no diálogo e intercâmbio entre países africanos e o Brasil. O MUNCAB é um equipamento cultural de preservação da memória afrodiaspórica, mas também de reconhecimento e divulgação da obra de artistas contemporâneos _ inventário de referências essenciais para se contrabalançar o racismo _, visibilizando a grandeza da contribuição do povo negro no processo de formação e no panorama atual da cultura brasileira. No MUNCAB, trabalhamos as artes a partir da interseccionalidade de raça, gênero, novas tecnologias (realidade virtual e aumentada), buscando a garantia do direito à acessibilidade e inclusão de PCD's (pessoas com deficiências), trabalhando todo o processo museológico com foco na diversidade, equidade, inclusão e acessibilidade (DEIA). Tendo a missão preservar e valorizar as culturas afro-brasileiras e as artes negras colaborando para a reconstrução das memórias e subjetividades dos povos africanos escravizados que tiveram a suas memórias roubadas e apagadas pelo maior crime da humanidade, que foi a escravidão. O MUNCAB possui um acervo bastante diversificado, com aproximadamente 400 obras de artes de valor histórico, artístico e cultural imensurável que, devido às frequentes doações e aquisições, estão em constante crescimento com a estimativa da ampliação para mil obras nos próximos doze meses. Pela sua importância cultural, educacional e social, o projeto se encaixa plenamente nos dispositivos e temáticas exigidas pela Lei de Incentivo. O projeto aqui apresentado se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. Ademais, o projeto tem por finalidade, de acordo com o Artigo 3º da referida lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
Produto EXPOSIÇÃO ITINERANTE Quatro (04) itinerância da exposição por quatro cidades diferentes, sendo que cada exposição contém cerca de 80 obras de arte, em uma variedade de formas, técnicas, estilos e tamanhos. Produto CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO 1.000 exemplares X 4 cidades = 4.000 exemplares MIOLO: (Pers.) 19 x 23 cm, (Pers.) 100, 4x4 (colorido), Couché Fosco 150g, Lombada Quadrada, Sem Enobrecimento, Sem Extras, Sem Extras CAPA: (Pers.) 19 x 23 cm, 4 Páginas, 4x4 (colorido), Cartão 300g, Refile, Laminação Fosca Frente, Verniz UV Local Frente, Sem Extras CONTRAPARTIDA SOCIAL | CURSO/OFICINA/ESTÁGIO OFICINAS DE ARTE EDUCAÇÃO Descrição Geral: As Oficinas de Arte Educação são uma contrapartida social da exposição Amefricanidades e visam ampliar o acesso ao conteúdo expositivo, oferecendo formação gratuita e de qualidade para professores, estudantes e arte educadores. O curso será realizado em cada uma das quatro cidades que receberão a exposição itinerante, proporcionando uma imersão mais profunda nas temáticas afro-brasileiras e afro-americanas abordadas na mostra. Detalhes Técnicos: Formato e Duração:Tipo de Atividade: Curso de formação e oficinas presenciais em cada cidade onde a exposição será realizada.Duração: Curso com carga horária total de 20 horas, divididas em sessões ao longo do período da exposição. Conteúdo Programático:Temas Abordados: Abordagens teóricas e práticas sobre a diáspora africana, arte afro-brasileira, história e estética afro-americanas, e seus reflexos na arte contemporânea.Objetivo do Conteúdo: Ampliar o entendimento das questões apresentadas na exposição, aprofundando o conhecimento sobre a cultura afro-diaspórica, e promover reflexão crítica sobre representatividade, identidade cultural e memória.
Atendendo ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”, destacamos que: PRODUTO PRINCIPAL: EXPOSIÇÃO DE ARTES Área: Artes Visuais Segmento: Expo Artes que possua tratam artístico curatorial ACESSIBILIDADE FÍSICA: O proponente se responsabiliza em garantir que o local de realização das exposições contenha rampas de acesso e/ou elevadores, banheiros adaptados, sinalização adequada e corrimãos. Item Orçamentário: não serão utilizados recursos do projeto. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Durante toda a temporada, garantimos ao público que compreende PCD, o acesso ao conteúdo expositivo adaptado, audiodescrição, braille e equipe especialmente preparada para atender a pessoas que necessitem de qualquer suporte para a compreensão integral do conteúdo apresentado. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: comporá a equipe uma intérprete de Libras (mediador acessibilidade), que fará a mediação para esse público; ACESSIBILIDADE VISUAL: todos os mediadores receberão treinamento para fazerem a audiodescrição das obras, assim como algumas obras serão modeladas em 3D e impressas. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM ESPECTROS, SÍNDROMES OU LIMITAÇÕES COGNITIVAS: Uso de uma linguagem acessível nos textos explicativos da exposição, com redação simples e direta, trabalhar o projeto luminotécnico e as músicas dos ambientes de modo que a exposição atenda a esse público. Item Orçamentário: Audiodescrição / Braille / Profissional Monitor PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Área: Artes Visuais Segmento: CONTRAPARTIDA SOCIAL | CURSO/OFICINA/ESTÁGIO OFICINAS DE ARTE EDUCAÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA A escolha do espaço atenderá obrigatoriamente ao Art. 4 das Exigências da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009 que exige intervenções que objetivem priorizar e/ou facilitar o livre acesso de idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, de modo a possibilitar-lhes o pleno exercício de seus direitos culturais. Atende também ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5.761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas”, nos termos do art. 23, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999. Para tanto, o proponente se responsabiliza em garantir que o local de realização da exposição contenha rampas de acesso, banheiros adaptados, sinalização adequada e corrimãos. ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os espaços irão dispor em sua estrutura de rampas de acessos a cadeirantes, elevador e banheiro adaptado para o uso por cadeirantes e muletantes; Acessibilidade Auditiva: comporá a equipe uma intérprete de Libras, que acompanhará as aulas; ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO ACESSIBILIDADE VISUAL: Os monitores terão treinamento para fazer a visitação mediada com audiodescrição das obras, dos espaços e conteúdos diversos do espaço expositivo. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: teremos um mediador especializado para tradução em Libras que se revezarão durante o tempo de execução da atividade. Além disso contaremos com o suporte dos profissionais monitores especialmente preparados para atender a qualquer público que apresente necessidades especiais, tais quais deficientes auditivos, visuais e intelectuais. Item Orçamentário: Monitor acessibilidade / Profissionais monitores. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Para a realização do curso, promovido como proposta de contrapartida social, teremos: ACESSIBILIDADE VISUAL: as aulas terão linguagem falada e os professores e estudantes serão orientados a fazerem a sua autodescrição, bem como dos conteúdos (com a descrição de fotos, figuras, etc) durante as aulas. ACESSIBILIDADE AUDITIVA: acompanhamento de 02 (dois) profissionais especializados para tradução em Libras que se revezarão durante o tempo de execução da atividade. Além disso contaremos com o suporte dos profissionais monitores especialmente preparados para atender a qualquer público que apresente necessidades especiais, tais quais deficientes auditivos, visuais e intelectuais. Item Orçamentário: Monitor acessibilidade / Profissionais monitores. CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO ACESSIBILIDADE FÍSICA: Distribuição nos espaços culturais com acessibilidade física. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO ACESSIBILIDADE AUDITIVA: Não há necessidade. ACESSIBILIDADE VISUAL: audiobook com audiodescrição. Item Orçamentário: Narrador, Locação de estúdio, Mixagem e masterização e Redator (audiodescrição)
As ações de democratização de acesso, conforme o art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, compridas nesse projeto serão: I - doar, além do previsto na alínea a, inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; II - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; IV - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; APLICAÇÕES PRÁTICAS: 1. PRODUTO PRINCIPAL: EXPOSIÇÃO DE ARTES Em pleno atendimento às medidas de democratização de acesso à cultura, o Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira oferece ao longo do ano inteiro entrada gratuita a todos seus visitantes às quartas-feiras e domingos, bem como gratuidade de entrada para Pessoas com Deficiência (PCD) e um acompanhante em qualquer dia da semana paga meia. A entrada dá acesso a todas as exposições presentes nos pavimentos expositivos da instituição. Nos demais dias da semana, menores de 10 anos, grupos de natureza pública (como escolas municipais e federais) previamente agendados também têm entrada grátis. O horário de funcionamento do Museu é de terça a domingo das 10h às 17h. Em pleno atendimento aos Incisos I, II, IV, V, VI, VII do Artigo 28 da Instrução Normativa 1/2023 MinC, o museu adota uma série de programas educativos gratuitos. Ademais, o MUNCAB recebe o Agendamento de Escolas para que os professores conduzam os seus próprios grupos, facilitando o acesso das escolas e demais instituições ao museu e permitindo aos responsáveis o domínio do planejamento pedagógico da visita. Professores, instituições públicas, ONGs e projetos de caráter social, além de crianças de até 10 anos (educação infantil e fundamental I) têm gratuidade no agendamento de visitas. Ainda, em atendimento ao Inciso IV do Artigo 28 da Instrução Normativa nº1/2023 do Ministério da Cultura, os registros audiovisuais de programas educativos poderão ser encontrados na página que a instituição possui no YouTube. Os demais espaços deverão ter uma política similar ao do Muncab ou totalmente gratuito. Os ingressos terão preço que varia de R$ 10,00 a R$ 20,00. e, como medida de democratização de acesso, comprometemo-nos a:01. Garantir o mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística;02. Garantir mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta.03. Garantir que a meia entrada seja assegurada para estudantes, conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013. DA AMPLIAÇÃO DE ACESSO - ARTIGO 28 DA IN 01/2023:Conforme previsto no Artigo 28 da IN 01/2023, em complemento às ações previstas no Artigo 23, o projeto prevê as seguintes medidas de ampliação de acesso: II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27;04. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; 05. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto. 2. PRODUTO SECUNDÁRIO: CONTRAPARTIDA SOCIAL | CURSO/OFICINA/ESTÁGIO OFICINAS DE ARTE EDUCAÇÃO A atividade será totalmente gratuita. 1. Realização de quatro (4) cursos (ampliação de acesso), durante as exposições. 2. Será realizado um curso de 20 horas por cidade abordando questões e conceitos contidos nas exposições de maneira mais profunda, ampliando o conteúdo a professores, estudantes e arte educadores. 3. Cerca de 30 pessoas por curso (presencial): 120 pessoas 4. Cerca de 60 acessos/pessoas por palestra (acessos pós evento, no canal do YouTube): 240 acessos/pessoas 3. CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO Os catálogos terão preço R$ 100,00. e, como medida de democratização de acesso, comprometemo-nos a:1. 10% (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores; 2. 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; 3. 20% (vinte por cento)para distribuição gratuita em espaços culturais, bibliotecas, museus.4. Garantir mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta.
MUSEU NACIONAL DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA AMAFRO - SOCIEDADE AMIGOS DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA trata-se de uma associação privada, sem fins lucrativos, fundada em 15 de março de 2002, que tem como objetivo fomentar o ensino, a pesquisa, o desenvolvimento técnico, científico e institucional, intercâmbio e demais ações voltados à recuperação e preservação do patrimônio, da memória e da cultura afro-brasileira, com ênfase no campo da antropologia, etnografia, museologia, história, artes e outras atividades afins, cujo principal projeto é implantação do MUSEU NACIONAL DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA, em Salvador, na Bahia. Ressalte-se nesta oportunidade, que a fundação da AMAFRO consorciada ao projeto de museu, foi referendada por manifestação de personalidades do cenário cultural brasileiro em Seminário realizado com o apoio do MINC/MONUMENTA em 21 de novembro de 2002 na Capital Federal - Brasília, e conta com o apoio de expoentes da cultura afro-baiana, inclusive lideranças religiosas do candomblé e movimentos de música afro, além de dirigentes de instituições que reúnem afro-descendentes, aos quais se soma o apoio do Governo Estadual e Federal, e, da UFBA - UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA, refletido na composição dos órgãos de consultoria e direção da associação. Paralelamente às obras de intervenção física, o MUNCAB constitui um espaço vivo e dinâmico, apoiando e abrigando iniciativas independentes de músicos, poetas e artistas plásticos, assim como empreendimentos culturais de bairros, exposições locais, nacionais e internacionais temporárias, atividades artísticas, sócio-educativas e socioculturais importantes compreendendo encontros, palestras, oficinas, espetáculos cênicos e musicais, entre outros. São ações identitárias de afirmação do papel da AMAFRO através do MUNCAB, envolvendo projetos, eventos e atividades. Confira o currículo completo em ANEXO. CINTIA MARIA – Diretora Geral - Gestora cultural, cineasta negra, empresária, coordenadora editorial, que iniciou a carreira artística como captadora de recursos para projetos culturais de impacto social em comunidades em vulnerabilidade social em Camaçari em 2011. Diretora do Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (Muncab). Cofundadora e gestora de projetos na Nubas. Desenvolve e gerencia projetos inovadores, criativos e de impacto social na área cultural com foco nas populações invisibilizadas e culturas identitárias. Palestrante sobre suas áreas de atuação. Acumula mais de 30 prêmios durante a sua trajetória como curtametragista de animação. Contribui para a descentralização do audiovisual através da realização de oficinas em quilombos, terreiros, universidades, escolas e bairros populares tendo realizado mais 50 atividades formativas. Coordenadora de Mídias Sociais da Assessoria de Comunicação da Fundação Pedro Calmon/ SecultBa (2011-2016). Na área de cultura digital atuou enquanto Gestora de Conteúdos na Biblioteca Virtual 2 de Julho (realizou a curadoria de mais de 20 exposições virtuais), na captação de recursos e coordenação do Tour em realidade virtual para o Ilê Obá L’okê, Na captação de recursos e coordenação do projeto do Memorial digital do Ilê Obá L’okê, captação de recursos do Dois de Julho Go, idealização e captação de recursos no Quilombo Tech e Corações Encouraçados. Na área de expositiva atuou como na idealização da exposição interativa em realidade aumentada com as obras de Mestre Didi, Aguinaldo Silva e Antônio Miranda no Museu Nacional da Cultura Afro-brasileira (2018). Curadora e diretora na exposição em VR e AR Lab Corações no Sesc Ribeirão Preto, idealização e curadoria Lage em Ânsia de Riscar, (2013), Mostra Ícones do Cinema Baiano primeira e segunda edição (2012- 2013). Trabalhou na produção de eventos como o Seminário Nacional Mulher e Cultura, realizado pela Fundação Pedro Calmon e Ministério da Cultura (2014). Trabalhou na produção de grandes eventos internacionais como Fórum do Pensamento Crítico (Marilena Chaui (BRA), Néstor García Canclini (ARG), Emir Sader (BRA)) e Seminário Internacional Independências nas Américas realizado pela Fundação Pedro Calmon/ Secretaria de Cultura do Estado da Bahia. Cineasta, premiada nacional e internacionalmente. Pioneira no desenvolvimento de filmes multiplataformas com aplicação em 3D, realidade virtual e aumentada na Bahia. Cineclubista e cofundadora do Cineclube Antônio Pitanga. Umas das idealizadoras do Cine Janela, que durante a quarentena tem projetado filmes, poesias e frases de esperança para vizinhos, através da janela do apartamento casa.Assessora de imprensa e webdesigner do projeto do Museu Virtual Roque Araújo, único projeto da Bahia selecionado para a Mostra de Experiência do Festival Cultura Digital.Br - 2011, o blog recebeu o prêmio do TOP 10 BLOGs estaduais e ficou entre os 100 melhores blogs de todo o Brasil. JAMILE COELHO – Diretora artística Bacharel em Artes com habilitação em Cinema e Audiovisual pela UFBA — premiada nacional e internacionalmente. Escritora, diretora de arte e trabalha no desenvolvimento de novas tecnologias, com foco em estudos de realidade aumentada (AR) e realidade virtual (VR). Em 2018, realizou a exposição Corações em AR e VR como parte da programação do FESTA! Festival de Aprender no Sesc Ribeirão Preto (SP). Seus trabalhos foram selecionados para o 1º Salão de Humor da Bahia (2011) e o 22º Salão de Humor de Piracicaba (2014). Participou de diversas exposições, incluindo a Axé Comics – Mostra de Humor com Sotaque Baiano (2010), Ícones da Música Brasileira (2011) e Ícones POP do Futebol (2014). Organizadora da Mostra Ícones do Cinema Baiano (2011) e da Exposição Corredor da História - Ano X em homenagem aos 70 anos do Pau Elétrico (2012). Possui obras no acervo do Museu da Língua Portuguesa, Casa do Carnaval e Museu do Esporte Clube Bahia. Idealizadora do Museu Virtual de Cinema Roque Araújo (2011), selecionado para o Festival Cultura Digital.br, no Rio de Janeiro. Responsável pelo projeto de implantação do Museu Roque Araújo de Cinema e Audiovisual em Cachoeira (BA). Como diretora de arte, contribuiu para os curtas Òrun Àiyé: A Criação do Mundo e Corações Encouraçados, bem como para o longa-metragem Um dia Com Jerusa. Seus trabalhos tem grande reconhecimento nacional e internacional através de vários prêmios e publicações. Atualmente, desempenha a função de Diretora Artística do Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira, consolidando seu compromisso e envolvimento com a promoção e preservação da cultura afro-brasileira. TARSO FERREIRA - Gerente de Museologia Graduado em Museologia pela Universidade Federal da Bahia (2011). Foi Museólogo da Diretoria de Museus (DIMUS) do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) desenvolvendo atividades de Documentação Museológica e Exposição. Atuou como museólogo responsável pela documentação museológica do Museu Histórico de Mucugê. Atuou como Museólogo colaborador do Museu Câmara Cascudo da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) no projeto conceitual da Exposição de Longa Duração e na elaboração de texto e do projeto conceitual na Exposição itinerante Criança:o sonho de brincar, o direito de viver. Desenvolveu trabalho de catalogação, laudagem e preservação nas seguintes instituições: Museu Afro Brasileiro da Universidade Federal da Bahia, Museu Tempostal, Palacete das Artes, Museu de Arte Moderna da Bahia. Atualmente coordena o núcleo de museologia do Museu Nacional da Cultura Afro-brasileira (Muncab). CLISSIO SANTANA - Gerente do Núcleo de Ação Educativo/Cultural Doutorando, Mestre, Especialista e Graduado em História. Mestrado e doutorado pelo Programa de História Social da Universidade Federal da Bahia. Especialista em Estudos Étnicos, Raciais e Indígenas pelo Instituto Federal da Bahia (IFBA). Graduação em licenciatura plena em História pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). Professor da educação básica e universitária em nível de graduação e pós-graduação há mais de 10 anos. Ministrou aulas nas seguintes instituições: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Universidade do Estado da Bahia, Faculdade de Tecnologia e Ciências, e Universidade Católica do Salvador. Há sete anos, professor efetivo do Centro Universitário Jorge Amado (UNIJORGE), com mais de 80 disciplinas ministradas, exercendo a docência nos cursos de História, Pedagogia, Letras e afins. Experiência de 7 anos como Coordenador dos Acervos Virtuais Baianos - Consuelo Pondé de Sena (Fundação Pedro Calmon/Secretaria da Cultura do Estado da Bahia), no campo da gestão pública estadual, com foco na concepção, elaboração, desenvolvimento e execução de projetos no campo das políticas públicas de cultura, história, livro, leitura, memória, educação patrimonial e tecnologias educacionais. Possui experiência em consultoria para projetos de Cinema, Teatro, Rádio, TV e Internet. Atualmente, coordena o Núcleo Educativo do Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira. Este Plano Anual (produto principal) engloba uma variedade de atividades essenciais para manter os objetivos institucionais do MUNCAB. Essas atividades serão conduzidas ao longo da vigência deste projeto, seguindo a programação cultural do Museu e suas necessidades primordiais. Dessa forma, o detalhamento das etapas não se limita à definição de um cronograma, mas sim às principais atividades que o Museu planeja realizar visando alcançar os objetivos deste projeto cultural.
PROJETO ARQUIVADO.