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PRONAC 2416145Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Marulho - Festival de Jornalismo e Crítica Musical Brasileira

PAULO BERNARDO BENEVIDES COSTA LTDA
Solicitado
R$ 1,20 mi
Aprovado
R$ 1,20 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2024-12-16
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará

Resumo

O Marulho é o Festival de Jornalismo e Crítica Musical Brasileira, um evento onde as várias gerações de jornalistas discutirão as tendências históricas e contemporâneas de nossa música, bem como artistas, curadores, produtores e outros agentes desse meio possam trazer questionamentos que pouco tem a ver com apenas o desempenho comercial, redes sociais e tendências mercadológicas e mais provocações políticas, estéticas e artísticas propostas desde sempre pela música produzida no Brasil por meio da seleção via edital de painéis, debates e entrevistas que discutirão os acontecimentos na música brasileira desde seus aspectos periféricos e marginalizados, passando por questões de cunho crítico, erudito e novas formas de se fazer e popularizar música, sem distinções sobre origem, classe social e gêneros.

Sinopse

As ementas das ações selecionadas serão aporesentadas na fase de pré-produção. Segue os temas previstos a serem selecionados para o Festival: 1. História e Evolução da Música Brasileira Objetivo: Explorar a trajetória histórica da música brasileira desde suas origens até os dias atuais.Conteúdo: o Introdução à música brasileira: influências e origens o Principais movimentos musicais: samba, bossa nova, MPB, tropicália, etc. o Grandes artistas e suas contribuições o Evolução das letras e temáticas ao longo das décadas o A música brasileira no contexto mundial 2. Crítica Musical e Jornalismo Objetivo: Analisar a relação entre jornalismo e crítica musical, e como ela molda a percepção pública da música.Conteúdo: o Definição e papel do crítico musical o História da crítica musical no Brasil o Técnicas e ferramentas de análise musical o Ética e responsabilidade na crítica musical o A influência das mídias digitais na crítica musical 3. Aspectos Periféricos e Marginalizados na Música Brasileira Objetivo: Discutir a produção musical periférica e marginalizada no Brasil e sua recepção crítica.Conteúdo: o A música das periferias: funk, rap, forró, entre outros o O impacto social e cultural dessas músicas o Desafios e preconceitos enfrentados por artistas periféricos o A representação dessas músicas na mídia o Estudos de caso de artistas que transcenderam as barreiras periféricas 4. Tendências Contemporâneas na Música Brasileira Objetivo: Identificar e discutir as novas tendências musicais no Brasil e o impacto das redes sociais.Conteúdo: o Principais tendências musicais contemporâneas o A influência das redes sociais e das plataformas digitais o O papel dos influenciadores e curadores musicais o Mudanças no consumo de música o A sustentabilidade das tendências contemporâneas 5. Questões Estéticas e Políticas na Música Objetivo: Explorar como a música brasileira aborda questões políticas e estéticas e a interpretação da crítica musical.Conteúdo: o Música e política: histórico e atualidade o Questões sociais e culturais na música o Análise estética das diferentes correntes musicais o O papel da música na resistência e na mudança social o Estudos de caso de músicas com forte conteúdo político e estético 6. Produção e Popularização de Música Objetivo: Capacitar os participantes sobre os desafios e estratégias para produzir e popularizar música no Brasil.Conteúdo: o Etapas da produção musical: da composição à gravação o Estratégias de marketing e divulgação o O papel das gravadoras e produtores independentes o Distribuição e monetização da música o Inclusão e diversidade na produção musical 7. Crítica Erudita vs. Popular Objetivo: Debater as diferenças entre a crítica musical erudita e a popular e seu impacto na valorização da música.Conteúdo: o Definição de crítica erudita e crítica popular o Principais diferenças e semelhanças o A influência de ambas na formação de opinião o Exemplos de críticas eruditas e populares o O futuro da crítica musical no contexto digital

Objetivos

Geral Realizar o Festival de Jornalismo e Crítica Musical do Brasil com abertura de um edital para selecionar aulas magnas, workshops, mesas de debate, palestras, encontros inéditos de instrumentalistas e entrevistas propostas por artistas, jornalistas, críticos e produtores de música para discutirão os acontecimentos na música brasileira desde seus aspectos periféricos e marginalizados, passando por questões de cunho crítico, erudito e novas formas de se fazer e popularizar música, sem distinções sobre origem, classe social e gêneros. Serão selecionadas 4 cidades no estado do Ceará para realização das ações do Festival. Específicos · Abrir um edital em formulário na internet para seleção de projetos de aulas magnas, workshops, mesas de debate, palestras, encontros inéditos de instrumentalistas e entrevistas propostas por artistas, jornalistas, críticos e produtores de música. · Selecionar 44 atividades e 4 cidades que dialogam com a temática do Festival para compor sua grade de programação, dentre elas as atividades formativas e apresentações de música instrumental. · Divulgar as ações nos meios físicos e virtuais. · Montagem do evento com cenografia, ambientação, camarins, banheiro químico, palco, espaço para público, equipamento de som e luz, medidas de acessibilidade etc. · Realizar o Festival com a programação selecionada nas 4 cidades. · Disponibilizar o conteúdo das ações do Festival na internet. · Prestar contas com os parceiros e o Ministério da Cultura.

Justificativa

A cena musical mundial tem sofrido consideravelmente o impacto das redes sociais e seus algoritmos. Artistas hoje chamam mais atenção por assuntos extramusicais e estratégias de divulgação online e não se discute mais o contexto de onde determinadas músicas e autores surgiram. Tudo é diluído na timeline de discussões intermináveis, onde cliques e likes determinam a régua do sucesso comercial e colocam questões artísticas, políticas e estéticas em segundo plano. No Brasil isso se agrava ainda mais devido ao encolhimento da crítica musical e do jornalismo de cultura ligado às principais empresas de comunicação do país. Os principais veículos brasileiros preferiram seguir as tendências das redes sociais em vez de pautar discussões, tornando-se cada vez mais irrelevantes no sentido cultural - limitam-se a trabalhar com agendas de shows e lançamentos e não discutem os assuntos que tratam cotidianamente. Claro que há exceções, mas quase sempre estes meios de comunicação acabam por repetir-se superficialmente. No entanto, há toda uma nova safra de jornalistas, autores e críticos musicais que estão longe dos veículos tradicionais e estão analisando estas tendências para além do que cobram as mídias digitais. São escritores, acadêmicos, blogueiros, podcasters, youtubers, biógrafos, críticos, jornalistas e influenciadores digitais que seguem dissecando as transformações do mercado e da música brasileira sem se ater a ganchos de assessorias de imprensa ou números de plataformas digitais. Mesmo nos veículos comerciais estabelecidos, há iniciativas heroicas que buscam mapear o que acontece na música brasileira hoje, bem como contextualizá-la em seu histórico. O problema é não haver um canal que centralize esta discussão. A pulverização da internet e o encolhimento do jornalismo tradicional fazem com que análises, reportagens e críticas musicais se percam entre inúmeros focos de atenção, sumindo do horizonte dos fãs de música. É muito comum ouvir reclamações sobre a ausência de um grande veículo ou ponto de partida que abra espaço para tais questionamentos, portanto, o Festival Marulho se propõe a ocupar esse espaço. Por tudo isso foi criado o MARULHO _ Festival de Jornalismo e Crítica Musical do Brasil idealizado para fomentar não apenas a área que contempla em seu título, tão vilipendiada nos últimos anos por inúmeros motivos, mas todo o ecossistema da música. Sem o jornalismo e a crítica musical, o mercado da música torna-se apenas um negócio e não reflete as inquietações e particularidades da cultura brasileira, pois, por mais que um artista proponha novas questões, elas não repercutem transversalmente para impactar para além de seu nicho, muito por conta dos algoritmos das redes sociais, que criam bolhas de interesse que não conversam entre si. Além de estimular estas discussões em aulas magnas, workshops, mesas, palestras, debates, além de apresentações musicais instrumentais presenciais e encontros inéditos. Marulho também recebe artistas e produtores para discutir música para além de questões mercadológicas, contemplando não só nomes que estão em voga, mas também autores e personagens que estão fora da discussão comercial atualmente, ao praticarem outro tipo de retórica. Nesse sentido, também é importante que um festival de tal porte aconteça longe do eixo Rio-São Paulo, para mostrar que essa discussão não está restrita a outros polos econômicos. O motivo de realizar o MARULHO _ 1º Festival de Jornalismo e Crítica Musical do Brasil é sua grande relevância no cenário musical e a necessidade de uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei Rouanet é por ser realizado gratuitamente para um público de artistas, jornalistas, intelectuais e amantes da música e está de acordo com a Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991 e princípios da Lei n° 7.505, de 2 de julho de 1986, referente ao Programa Nacional de Apoio à Cultura(Pronac) nos seguintes pontos em especial: Art. 1°...II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Produtor cadastrado no Plano de Distribuição – Festival/Mostra 01. Promoção do acesso às ações do festival às pessoas com deficiência visual e auditiva, adotando todas as medidas a seguir: Audiodescrição, Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) e Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS em todos os vídeos apresentados no Festival, além de Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS em todas as ações do festival com fala das pessoas participantes. 02. Acessibilidade nos espaços para acesso de pessoas com mobilidade reduzida com existência de rampas, corrimões e elevadores acessíveis. 03. Realização do evento em espaço com requisitos de acessibilidade na sala de exibição com espaço exclusivo para cadeirantes e obesos 04. Vagas exclusivas para PCDs no estacionamento do espaço gratuitas 05. Existência de banheiros adaptados no espaço para obesos, idosos e cadeirantes Medidas Alternativas – art. 26, IN Minc 01/2023 Com base no artigo 26, temos objetivos de ampliar e qualificar o acesso de pessoas com deficiência para além dos aspectos de acessibilidade física e comunicacional, comprometidos com a missão do projeto, e no cumprimento das ações de acessibilidade pauta das na promoção do protagonismo, participação e fruição das pessoas com deficiência, por isso também colocaremos uma cota de 10% do pessoal contratado que possuam algum tipo de deficiência, além de ter a expectativa de 10% do público do Festival ser de pessoas com necessidades de acessibilidade. Além disso optamos por realizar o Festival em um local com acessibilidade física para os participantes com vagas exclusivas para PCDs no estacionamento, rampa de acesso, banheiro adaptado para cadeirantes e pessoas com pouca mobilidade, espaço reservado na sala de exibição para cadeirantes, idosos e obesos, bem como monitores especializados para assessora as pessoas com necessidades de acessibilidade. Por fim incluiremos no material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto as informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade no Festival.

Democratização do acesso

O presente projeto encontra-se alinhado às diretrizes de democratização de acesso do Ministério da Cultura. Durante os dias do Festival promoveremos palestras, debates, entrevistas e apresentações musicais, com acesso totalmente gratuito a todas as atividades do Festival. Outra forma de democratização, conforme prevê o Artigo 22 da I.N. 1 /2010 do evento para além do público presencial, será a disponibilização na íntegra das apresentações e dos conteúdos das entrevistas na internet, via transmissão audiovisual via live stream, que permitirá a disponibilização de acesso no portal virtual do evento. Além de permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos e autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão. Dessa maneira, o evento contribui para: garantir a circulação de bens culturais; ampliar o acesso de diferentes camadas da população à produção artística; promover o intercâmbio cultural com outros estados e países; estimular a formação de público e o aperfeiçoamento de profissionais da área cultural; estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal; formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Pelo ponto de vista profissional o evento e propõe ainda: estimular a formação, o aperfeiçoamento e o intercâmbio de profissionais da área cultural; a qualificação profissional da produção cultural e artística brasileira, com a valorização de recursos humanos e conteúdos locais; desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos do Estado do Ceará; apoiar as atividades culturais de caráter inovador e/ou experimental. Item de democratização referente Art. 28: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos (ESPAÇO NAS AÇÕES DO FESTIVAL RESERVADOS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA OU COM MOBILIDADE REDUZIDA E AOS IDOSOS); IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; (DISPONIBILIZAÇÃO NA ÍNTEGRA DAS APRESENTAÇÕES E DOS CONTEÚDOS DAS ENTREVISTAS NA INTERNET, VIA TRANSMISSÃO AUDIOVISUAL VIA LIVE STREAM) V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; (DISPONIBILIZAÇÃO NA ÍNTEGRA DAS APRESENTAÇÕES E DOS CONTEÚDOS DAS ENTREVISTAS A REDE PÚBLICA DE TELEVISÃO COMO A TVC NO CEARÁ) VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; (TODAS AS AÇÕES SÃO GRATUITAS)

Ficha técnica

Ficha técnica Paulo Benevides (Proponente): Direção Geral Mareio Caetano: Diretor Executiva Alexandre Matias: Diretor Artístico e curador Alexandra Thomaz: Diretora de produção Alice Cristina: Produtora Executiva Dudu Vieira: Coordenação de Produção Jaime Lins: Produção Bios: Paulo Benevides é graduado em Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Ceará, especializado em Consultoria Empresarial e Gerenciamento de Projetos, iniciou sua carreira no mercado cultural em 2000 com a criação da empresa FÁBRICA7 Consultoria Cultural, foi Coordenador de Empreendedorismo no Ceará do Programa Primeiro Emprego do Ministério do Trabalho e Emprego, consultor cultural por quatro anos do Selo de Responsabilidade Cultural do Governo do Estado do Ceará, organizador do Fórum do Audiovisual no Ceará desde 2003, foi Conselheiro em Audiovisual do Conselho Municipal de Políticas Culturais da Prefeitura de Fortaleza e do Conselho de Cultural do Governo do Estado do Ceará, desenvolveu centenas de projetos entre eles o NOIA – Festival do Audiovisual Universitário, Ponto de Cultura “Nas Ondas da Cultura”, Semana de Arte do José Walter e de Salvador/Ba,. Atualmente é professor de Empreendedorismo Cultural, Produção Executiva, Prestações de Contas e diretor da PROPONO Consultoria Cultural, empresa especializada em viabilizar projetos de arte e cultura. Márcio Caetano é gestor, produtor, curador e consultor de projetos e políticas culturais, foi Assessor Especial da Fundação de Cultura, Esporte e Turismo de Fortaleza (2005 - 2006), Secretário Executivo de Cultura da Secretaria de Cultura de Fortaleza (2007 - 2012), Presidente do Fórum Nacional de Secretários e dirigentes de cultura das capitais e regiões metropolitanas (2010–2011) membro do Conselho Nacional de Políticas Culturais do Ministério da Cultura (2010 - 2012), membro do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar de Cultura do Congresso Nacional (2011), Consultor Institucional e curador do programa Fringes da Bienal Internacional de Dança do Ceará (2013–2016), Consultor Institucional da Feira da Música de Fortaleza (2015), consultor da Secretaria Estadual de Cultura do Ceará (2013 - 2014), foi Assessor Especial do Instituto Dragão do Mar (2015 - 2018), é membro da coordenação e curadoria geral do Festival Maloca Dragão desde sua primeira edição em 2014, foi Gestor Executivo de Ação Cultural do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (2018 - 2020), atualmente é coordenador de eventos e negócios do Hub Cultural Porto Dragão. Alexandre Matias cobre cultura, comportamento e tecnologia há vinte e cinco anos. Colaborou com os principais veículos de comunicação no Brasil. Sua produção está centralizada no site Trabalho Sujo (www.trabalhosujo.com.br), que mantém desde 1995 (@trabalhosujo nas redes sociais). Também atua como curador, tradutor, discotecário e produtor de festas, palestrante e coordena cursos voltados para música. Atualmente, é curador de música do Espaço Cultural Centro da Terra, trabalha como diretor artístico junto a alguns artistas, além de manter seu canal no YouTube, com programas diários e semanais. Também faz parte do júri de música popular da Associação Paulista de Críticos de Arte e produz a festa mensal Noites Trabalho Sujo. Criou e dirigiu os espetáculos Professor Duprat - Maestro da Invenção, em homenagem a Rogério Duprat, realizado em 2018, e Leonard Cohen: Dito e lido, em homenagem a Leonard Cohen, realizado em 2022. Alexandra Thomaz é produtora e tem arte como ofício há mais de dez anos. Exerce parceria na produção executiva com Céu, Josyara, Teto Preto e Fernando Catatau. Realizou projetos marcantes com Maria Gadu em duas turnês pela Europa, Rodrigo Amarante, Jonnata Doll e os Garotos Solventes, Maria Beraldo, Criolo e Mareia Castro. Destaque para a colaboração com a artista cubana Yissi Garcia no SESC Jazz. No Ceará, onde nasceu, Alexandra já foi produtora e curadora do maior evento multiarte do Estado, o Maloca Dragão, do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e foi criadora do seminal Projeto Palco, que unia moda e música nos longínquos anos de 2005 e 2006. Alice Cristina é produtora cultural e teve tem larga experiencia na execução dos projetos por meio de leis de incentivo, entre eles: Cine Ceará - Festival Ibero-americano de cinema (2024-2016); Longa Poupança Divina - Edital Paulo Gustavo (2024); Longa Semana Santa - EDITAL DE CINEMA E VÍDEO DO CEARA - (2024); Média Cultura e Desenvolvimento Econômico do Nordeste MINC - (2024); Média Paulo Bonavides, a ciência da democracia MINC - (2024); Longa Lampião O Governador do Sertão - ANCINE / MECENAS - (2022); Controller / Prestação de Contas - Longa Memórias da Chuva - LAB - (2022). Duda Vieira atua na área do mercado da música, cultura e entretenimento há 11 anos, como sócio-diretor da No Hay Duda Produções. Dedica-se como empresário ao desenvolvimento de carreiras artísticas, dentro e fora do país, desde 2009, sendo hoje o gestor do trabalho do cantor Paulo Miklos, e já tendo colaborado por longo período com artistas como Otto, Céu, Pepeu Gomes, Karina Buhr, Chico César, Marcelo Jeneci, entre outros. Foi produtor executivo de diversos lançamentos, festivais e coletâneas. Na bagagem, mais de 1000 shows realizados, em diversas turnês nacionais e internacionais, incluindo os gigantes Festivais Rock ln Rio, LollaPalooza e Roskilde (Dinamarca). Como Diretor Artístico, idealizou e produziu importantes projetos próprios como o “Caixa De Memória - Criolo Canta o Centenário de Nelson Gonçalves”, o “Bacurau Show” (Lia de Itamaracá, Rodger Rogério, Lira, Ava Rocha, Karina Buhr, Fernando Catatau e Jr Black), o Conjunto Nordeste, além do Festival Lula Livre Recife, com a presença de mais de 40 artistas, e público de 200 mil pessoas. Foi idealizador, curador e produtor do Show de Encerramento da Semana Internacional dos Direitos Humanos, no Parque do Ibirapuera, com a participação de artistas como Elza Soares, Mano Brown, Pitty, Luiz Melodia, Ângela Ro Ro, Dream Team do Passinho, e público de mais de 100 mil pessoas. Atualmente, na função de empresário, representa o cantor Paulo Miklos na mega turnê “Titãs - Encontro”, considerada a maior do país, em termos de público e estrutura. Jaime Lins é produtor cultural desde 2003, iniciou seus trabalhos com a produção do Festival Tangolomango. No ano de 2010 coordenou a produção da Bienal do Livro, Trabalha na produção do Cine Ceará, Feira da Música, Mostra de Música Petrúcio Maia, Ceará junino, é coordenador técnico do TIC - Festival Internacional de Teatro Infantil, FTF e coordenador de infraestrutura da Maloca Dragão e Pré-carnaval do Dragão

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.