Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Apresentações musicais itinerantes integrarão diversas expressões culturais _ música, dança, artes plásticas e performances exclusivas _ em sinergia com a sabedoria dos povos originários. O projeto visa promover a conscientização ambiental e estimular a reflexão sobre questões climáticas através do conceito "Music of Climate Change" (Música da Mudança Climática). Este movimento inovador incluirá a encomenda de obras de compositores contemporâneos que incorporam a questão climática em elementos musicais e artísticos, buscando sensibilizar o público para esse propósito humanitário. Esse legado musical permanecerá acessível ao setor cultural, promovendo um impacto duradouro e contribuindo para a formação de uma consciência ambiental e cultural.
A Orquestra Filarmônica Catarinense (OFiC), desde a sua idealização, reforça o seu comprometimento com valores ambientais e sustentáveis, apostando no senso de responsabilidade coletiva entre seus membros e colaboradores, assim como na rotina de atividades institucionais e na elaboração de ações socioculturais. Propor iniciativas que melhoram a vida no planeta significa pensar no meio ambiente como parte da nossa sociedade, em um processo perene de equilíbrio entre campo e cidade, natureza e sociedade. Acreditando na poderosa sinergia entre música, artes e ciência, este projeto propõe uma série de apresentações orquestrais nos estados mencionados, destacando obras que exploram a temática da natureza e do meio ambiente. A narrativa musical será cuidadosamente elaborada para enfatizar a importância da preservação ambiental, incorporando tanto composições clássicas que celebram a natureza quanto obras contemporâneas que abordam criticamente a questão climática. O conceito "Música da Mudança Climática" oferece uma experiência musical única e imersiva, que transporta a audiência para um cenário onde a sonoridade evoca desde os sons naturais das florestas até a música de Villa-Lobos, que simboliza a voz da natureza. Essa jornada culmina em composições modernas, onde a música se torna uma poderosa ferramenta de conscientização e estímulo ao pensamento crítico sobre as questões ambientais de nosso tempo. Diante dessas conexões, o projeto propõe o circuito de apresentações orquestrais onde os desafios climáticos estão intimamente ligados à vida cotidiana. Essa abordagem tem o potencial de sensibilizar o público local de forma profunda e emocional. A proposta consiste em realizar concertos que exploram a temática ambiental, no intuito de conectar os ouvintes diretamente com as realidades que enfrentam, oferecendo uma nova perspectiva sobre os problemas que afetam também a sua própria região. A realização dos concertos nessas regiões fortalece o diálogo nacional sobre sustentabilidade, mostrando que as questões ambientais são uma preocupação compartilhada por todas as regiões do Brasil. Ao incluir o Nordeste no circuito de apresentações, por exemplo, contribui para a construção de uma narrativa inclusiva, onde cada região do país traz suas perspectivas e soluções para os desafios climáticos. Essa abordagem reforça a unidade nacional na luta contra as mudanças climáticas, ao mesmo tempo em que valoriza a diversidade cultural e ambiental do Brasil. Promover uma programação orquestral centrada no conceito "Música da Mudança Climática" (Music of Climate Change), com apresentações temáticas que exploram diversas linguagens, formatos e dinâmicas musicais para estimular o pensamento crítico e fomentar a formação de opinião sobre questões ambientais e climáticas. Como espinha dorsal do programa musical a ser apresentado para o desenvolvimento do conceito "Música da Mudança Climática", a OFiC fará encomenda de obras inéditas a compositores brasileiros da atualidade, incentivando a produção de novas linguagens musicais que abordam a relação da sociedade com a natureza. Mais que ativismo ambiental, a OFiC através do Projeto “Silêncios da Floresta” tem como objetivo influenciar o pensamento crítico das plateias, promovendo a reflexão e empatia dos ouvintes com a natureza: um compromisso contínuo da OFiC que propõe o início dessa jornada musical de lançamento do Conceito “Música da Mudança Climática” com o presente projeto. Importante destacar que esta proposta de itinerância de apresentações musicais em territórios naturais do Brasil, proposto neste projeto, antecede ao lançamento internacional do Conceito, que ocorrerá durante a COP30, em Belém do Pará. A Orquestra Filarmônica Catarinense (OFiC) propõe um projeto de circulação, com uma abordagem temática musical inovadora, onde a música de concerto transcende sua mera função de entretenimento cultural. Desenvolvendo, desde sua criação, um trabalho intenso na democratização da cultura e seu impacto social, a OFiC acredita no papel da música como uma poderosa ferramenta de conscientização ambiental, conectando o público com a importância do processo de escuta dos sons, não só instrumentais, mas também da natureza, e proporcionando, assim, uma experiência multisensorial que influenciará na formação do pensamento crítico com relação à “questão climática”. Music of Climate Change O chamado conceito de “Music of Climate Change” representa uma nova corrente na plataforma musical. Esta abordagem inovadora, não só abraça a performance artística, mas também cria uma ligação direta entre o mundo contemporâneo e as suas causas sociais e ambientais, em diálogo com a nova música criada por compositores da nossa contemporaneidade. Através da linguagem universal dos sons, músicos e artistas podem cooperar, comunicar e transmitir uma mensagem poderosa, atingindo as pessoas através das emoções, de uma forma muito mais eficaz, que só a “arte-elaborada” pode produzir. Programas musicais temáticos, que apelam à reflexão sobre a forma como a nossa sociedade explora a natureza, só podem ajudar ao desenvolvimento do nosso pensamento crítico, encorajando as pessoas a racionalizarem para além da “questão”, focando-se numa solução positiva. É um dos objetivos da OFiC, instituição comprometida com as causas sociais e ambientais, ajudar as pessoas e a sociedade a se compreenderem não apenas como indivíduos, mas compreenderem seu papel e deveres como cidadãos que lutam por um Mundo mais saudável — um Mundo mais SUSTENTÁVEL. Podemos fazer mais e melhor através desta “teia emaranhada”, feita de vontade e poder emanados dos artistas, das instituições públicas e privadas, das diferentes camadas da nossa sociedade, todos unidos no ideal e nos projetos que podem fazer a diferença e transformar a nossa sociedade. Um mundo com mais arte e música, e, portanto, com mais VIDA! O uso da música de concerto para retratar a evolução e transformação ambiental ao longo dos séculos pode criar uma experiência imersiva e reflexiva, usando a sonoridade como espelho da relação entre humanidade e natureza. Desde o barroco, compositores já exploravam a temática das estações do ano e seu impacto nos sentimentos humanos. No entanto, à medida que a humanidade avançou no desenvolvimento industrial e tecnológico, os cenários representados nas obras musicais também passaram por transformações que refletem as mudanças ambientais e a percepção da natureza pelo ser humano. No século XX, a música reflete a consciência crescente dos problemas ambientais, com obras que trazem à tona a degradação da natureza. Com o avanço das discussões ambientais, músicos contemporâneos vêm utilizando o concerto para promover a conscientização sobre questões como o aquecimento global e a perda da biodiversidade. Além de ecoar a história e a crise ambiental, a música de concerto tem se tornado um meio de protesto e de criação de um senso de urgência para a ação ambiental, inspirando transformações, sensibilizando o público para uma reavaliação de sua própria relação com a natureza. Entre os dezessete Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, há raras referências a manifestações artísticas e culturais, incluindo as dos povos originários. Essa desatenção amplifica ainda mais a relevância desta proposta, ao convidar empreendedores e artistas a preencherem uma lacuna significativa na discussão global sobre sustentabilidade. O projeto proposto é uma expedição musical ao coração da floresta, performando um ritual de comunhão com a floresta e os povos originários. Ao mergulhar nos ambientes naturais do Brasil, o projeto transcende fronteiras nacionais e convida a uma experiência onde a arte emerge como ferramenta impactante na conscientização e reflexão sobre os desafios que a vida enfrenta e como os diferentes ecossistemas interagem para sustentar essa vida.
Objetivo Geral Promover a conscientização ambiental e a importância do pensamento sustentável por meio de performances musicais e artísticas, realizadas em colaboração com povos indígenas e em harmonia com a natureza. Objetivos Específicos A) Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: Realizar 05 apresentações musicais nos Estados de Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso, Amazonas e Acre. B) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: Capacitar profissionais das áreas técnicas e de produção musical por meio de duas oficinas de 10 horas cada, promovendo uma valiosa troca de conhecimentos entre os habitantes locais e a equipe de produção, para enriquecer o processo criativo e estimular o desenvolvimento cultural regional e o intercâmbio de experiências. Realizar cinco palestras e debates em universidades brasileiras e centros educacionais e culturais, abordando os temas 'Música e Sustentabilidade' e o conceito 'Música da Mudança Climática'.
Lei 8.313/91 Art. 1°:I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Em sendo uma das bandeiras da OFiC a INCLUSÃO e a SUSTENTABILIDADE, a instituição realiza todas as suas atividades artísticas com gratuidade. As ações sociais, por exemplo, possibilitam o contato direto e interativo do público com as propostas artísticas, sem que este tenha que manifestar o menor esforço ou despender qualquer valor para apreciar, sentir, entreter-se e vivenciar a arte através de um gênero de música ainda não popularizado, em um momento único. Uma proposta arrojada que objetiva, acima de tudo, dar acessibilidade a todos, independentemente da classe social, condição física, mental ou qualquer outro tipo de dificuldade. II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; O projeto será um canal de integração cultural com povos indígenas, promovendo um valioso intercâmbio de saberes e tradições. Com foco na temática ambiental brasileira, a iniciativa incluirá obras musicais nacionais em sua programação, destacando a riqueza cultural do Brasil e sensibilizando o público para questões ambientais urgentes. Isso contribuirá para a conscientização sobre a preservação dos recursos naturais e o respeito às práticas sustentáveis dos povos originários. Ao longo do projeto, serão realizados registros audiovisuais das apresentações e coletados depoimentos de especialistas em ecologia e sustentabilidade. Este material resultará em um conteúdo final audiovisual, que será disponibilizado gratuitamente nas mídias sociais e canais digitais da instituição e de parceiros. Dessa forma, busca-se maximizar o alcance da conscientização ambiental e fomentar uma reflexão crítica sobre o tema, tanto em nível nacional quanto internacional, por meio do intercâmbio artístico-musical com comunidades indígenas. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; O projeto visa salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, especialmente ao integrar as práticas culturais dos povos indígenas em sua programação. Por meio de apresentações musicais e artísticas, o projeto não apenas celebra a diversidade cultural do Brasil, mas também promove o compartilhamento de saberes tradicionais que estão ameaçados. Além disso, ao abordar questões ambientais e estimular a reflexão sobre práticas sustentáveis, a iniciativa contribui para a preservação de modos de vida que respeitam a natureza e valorizam a cultura local. Dessa forma, o projeto não só enriquece o patrimônio cultural brasileiro, mas também fortalece a identidade e a continuidade das expressões artísticas e sociais que definem nossa sociedade. VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto busca estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal ao integrar diversas manifestações artísticas, como música, dança e artes plásticas, que refletem tanto a riqueza cultural dos povos indígenas quanto às questões ambientais contemporâneas. Ao promover performances que incorporam elementos da tradição e da sabedoria indígena, o projeto não apenas enriquece a cultura brasileira, mas também cria um diálogo que transcende fronteiras, abordando temas universais como a preservação do meio ambiente e a sustentabilidade. Além disso, ao incluir na sua programação a execução de obras brasileiras que dialogam com esses temas, o projeto se torna um espaço formador e informador de conhecimento, cultura e memória, permitindo que o público tenha acesso a novas narrativas e perspectivas. Essa difusão cultural não só valoriza a diversidade de expressões artísticas, mas também contribui para a construção de uma memória coletiva que reconhece a importância de respeitar e preservar tanto a cultura local quanto o meio ambiente, estabelecendo um legado significativo para as futuras gerações. IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto prioriza a valorização do produto cultural originário do Brasil ao integrar e destacar as manifestações artísticas e tradições dos povos indígenas em suas atividades. Ao realizar apresentações e performances que enfatizam as expressões culturais locais, o projeto não apenas enriquece o cenário artístico nacional, mas também garante que a riqueza e a diversidade das tradições brasileiras sejam respeitadas e preservadas. Além disso, ao incluir obras brasileiras na sua programação musical, o projeto promove a criação de um espaço onde as culturas originárias são o foco central, permitindo que o público tenha um contato direto com as raízes culturais do País. Essa priorização dos produtos culturais nativos não apenas celebra a identidade brasileira, mas também fortalece a resistência cultural e a continuidade das tradições artísticas que são fundamentais para a nossa memória coletiva. Assim, o projeto contribui para o fortalecimento da cultura local, garantindo que as vozes e as práticas culturais originárias sejam ouvidas e apreciadas, em um contexto que respeita sua autenticidade e relevância. Lei 8.313/91 Art. 3°: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; O projeto promove o fomento à produção cultural e artística nacional ao realizar uma série de apresentações de música e de expressões artísticas. Essas ações, em contato com a natureza, serão planejadas para destacar a rica diversidade brasileira, com ênfase especial no universo dos povos indígenas. Por meio das apresentações, o projeto criará um espaço de valorização e difusão das expressões artísticas dessa temática, permitindo que artistas renomados compartilhem seus talentos em prol da difusão dos valores sustentáveis. A programação incluirá não apenas performances musicais, mas também danças, narrativas e outras manifestações, promovendo uma experiência cultural rica e variada. Além disso, ao integrar elementos da sabedoria indígena nas apresentações, o projeto fortalecerá a conexão entre arte e consciência ambiental, criando um ambiente propício para a reflexão sobre a cultura e a preservação do meio ambiente. Dessa forma, a iniciativa não só enriquece o cenário cultural, mas também contribui para o fortalecimento da identidade cultural brasileira e para a formação de uma sociedade mais consciente e respeitosa com suas raízes." Essa abordagem destaca como o projeto se alinha com o fomento à produção cultural e artística, enfatizando a realização de eventos variados que celebram a cultura e as tradições locais. IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A OFiC oferecerá gratuitamente a capacitação de profissionais nas áreas técnicas e de produção musical por meio de duas oficinas. Essa experiência possibilitará uma rica troca de conhecimentos entre os habitantes locais e a equipe de produção, enriquecendo o processo criativo e estimulando o desenvolvimento cultural regional, além de promover o intercâmbio de valores. Além disso, o registro audiovisual das atividades e apresentações realizadas no âmbito do projeto será divulgado nas redes digitais da instituição. O objetivo é disponibilizar na internet, de forma gratuita e com alcance global, promovendo a conscientização ambiental e a valorização da cultura indígena originária. A Associação Orquestra Filarmônica Catarinense é uma entidade sem fins lucrativos, que tem como finalidade promover a cultura musical em todas as suas formas e correlações, dando incentivo à música brasileira. É preciso frisar que, sem o fomento de Leis de Incentivo e de investidores, torna-se impossível a viabilização de propostas de alto nível artístico e inserção social. Evidentemente, as ações programadas e empregadas pela OFiC não existirão sem o fundamental apoio da Lei Rouanet, somadas às participações de investidores que queiram apostar e unir a imagem de suas empresas à proposta inclusiva, sustentável e cultural da instituição. Nesse sentido, a Lei de Incentivo à Cultura é imprescindível à realização integral do projeto orquestral aqui proposto.
DESLOCAMENTOS Passagens Aéreas Internacionais: (09) - LONDRES/BRASIL – BRASIL/LONDRES = Coordenador Artístico – Regente/Solista, Diretores e Convidados Internacionais Passagens Aéreas Nacionais: (43) - corpo orquestral, equipe técnica, convidados especiais - SÃO PAULO/FLORIANÓPOLIS – FLORIANÓPOLIS/SÃO PAULO (5) - FLORIANÓPOLIS/MATO GROSSO – MATO GROSSO/FLORIANÓPOLIS (7) - FLORIANÓPOLIS/ACRE – ACRE/FLORIANÓPOLIS (7) - FLORIANÓPOLIS/MANAUS – MANAUS/FLORIANÓPOLIS (7) - SÃO PAULO/RIO BRANCO – RIO BRANCO/SÃO PAULO (5) - SÃO PAULO/MANAUS – MANAUS/SÃO PAULO (5) - SÃO PAULO/MATO GROSSO – MATO GROSSO/SÃO PAULO (5) Deslocamento por Via Terrestre – Viagem do corpo orquestral em Santa Catarina: (01) PALHOÇA/IMARUÍ - IMARUÍ/PALHOÇA
A utilização do conceito "Music of Climate Change" representa uma abordagem inovadora que alia a arte musical à conscientização ambiental. Esse conceito não apenas amplifica a expressão artística, mas também incorpora uma dimensão educativa e crítica ao repertório orquestral, destacando a relevância das questões ambientais na contemporaneidade. Uma interseção poderosa entre a arte e a ciência, onde a música se transforma em um meio de conscientização ambiental e uma forma de ativismo cultural. Através deste conceito, os concertos orquestrais não são apenas eventos artísticos, mas também espaços de diálogo e reflexão sobre um dos maiores desafios da humanidade: a crise climática. Apresenta-se uma nova narrativa, onde a música transcende a mera performance e se torna um veículo de reflexão sobre o impacto das mudanças climáticas. Obras inspiradas na natureza e na ecologia, tanto clássicas quanto contemporâneas, são selecionadas para criar um diálogo entre a música e os desafios ambientais que enfrentamos. A importância desse conceito reside na sua capacidade de sensibilizar o público de forma emocional e profunda. Ao integrar temas como a preservação da natureza e a crise climática, a música de concerto adquire um papel ativo na formação de uma consciência coletiva, tornando-se um instrumento de transformação social. Além disso, ao destacar composições de autores que abordam criticamente a mudança climática, esses concertos contribuem para a valorização da música contemporânea e para a renovação do repertório orquestral. A Música como Meio de Comunicação AmbientalA música, ao longo da história, sempre foi um reflexo das preocupações e emoções humanas. No caso da "Music of Climate Change", a música de concerto se apropria dessa tradição para abordar questões ecológicas urgentes. Composições inspiradas na natureza – como as obras de Villa-Lobos que evocam as florestas brasileiras – combinam-se com peças contemporâneas que expressam a ansiedade e o tumulto causados pelas mudanças climáticas. Essa combinação de estilos e épocas permite que os ouvintes experimentem uma jornada emocional que conecta o passado, o presente e as projeções futuras do nosso meio ambiente. Narrativas Sonoras e AmbientaisApresentações orquestrais que constroem uma narrativa que vai além da mera performance musical. As obras são selecionadas e organizadas para contar uma história que começa com a celebração da natureza, passa pela sua exploração e, finalmente, chega a um ponto de crise. Essa narrativa é reforçada não apenas pelas composições, mas também pela ambientação sonora dos concertos, incorporando sons da natureza, como o canto dos pássaros ou o sussurro do vento, que imergem o público em uma experiência sensorial completa. Conexão entre Arte, Ciência e Consciência CríticaO conceito promove uma fusão entre a música e o discurso científico sobre as mudanças climáticas. Ao integrar esses dois campos, a proposta amplia o alcance e o impacto das mensagens ambientais. A música tem o poder de comunicar de forma intuitiva e emocional, enquanto a ciência oferece dados e análises racionais. Juntos, eles criam um impacto mais profundo, onde o público é não apenas informado, mas também sensibilizado e motivado a agir. Música como Ativismo e EducaçãoAlém de ser uma experiência estética, a "Música da Mudança Climática" tem um papel educativo. Os concertos orquestrais que incorporam esse conceito funcionam como plataformas para a disseminação de conhecimento e conscientização sobre a crise climática. Isso será potencializado com o uso de recursos multimídia, como projeções de imagens ou dados científicos durante as performances, ou até mesmo com frações de palestras e discussões que complementarão as performances. Dessa forma, a música se transforma em uma ferramenta capaz de engajar diferentes públicos em uma causa comum. A Música Contemporânea e a Crítica à Mudança ClimáticaUma das características marcantes desse projeto é a incorporação de obras contemporâneas que abordam a crise climática de maneira crítica. Essas composições não apenas refletem as preocupações atuais, mas também desafiam o público a pensar criticamente sobre a relação entre a humanidade e o meio ambiente. Ao trazer esses temas para o repertório orquestral, o conceito promove a renovação e a expansão do escopo da música de concerto, tornando-a mais relevante e conectada com as questões do nosso tempo. Impacto Cultural e SocialFinalmente, o conceito "Music of Climate Change" tem o potencial de criar um impacto duradouro na cultura e na sociedade. Ao integrar a música de concerto com a conscientização ambiental, ele ajuda a cultivar uma cultura de sustentabilidade e responsabilidade ecológica. Além disso, ao colocar a crise climática no centro das discussões artísticas, este conceito contribui para a formação de um público mais engajado e consciente, que reconhece o papel da arte na promoção de mudanças sociais e ambientais. Em síntese, o projeto propõe não somente uma nova forma de fazer música, mas uma revolução na maneira como concebemos e utilizamos a arte como ferramenta de transformação. Desafia os limites da música de concerto, conferindo-lhe uma nova função à experiência musical, não apenas como entretenimento, mas como um meio de conscientização e educação, projetando uma mensagem urgente e necessária e engajando o público por meio de uma reflexão mais ampla sobre a sustentabilidade e o futuro do planeta.
*Produto APRESENTAÇÃO MUSICAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA: as apresentações do projeto serão realizadas diretamente no ambiente das tribos, adaptando a produção à realidade indígena e respeitando os costumes dos povos originários. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: o conteúdo do registro audiovisual, resultante da cobertura das apresentações artísticas, contemplará recursos como audiodescrição (ação inclusiva para deficientes visuais) e legendagem (ação inclusiva para deficientes auditivos). *Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL: ACESSIBILIDADE FÍSICA: o local onde a equipe da OFiC ministrará as oficinas de capacitação possui ampla acessibilidade, adaptada à necessidade específica dos participantes. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO: o conteúdo da capacitação será desenvolvido de acordo com os participantes selecionados para a atividade. Caso haja a necessidade de implementar alguma adaptação do conteúdo, as equipes dos núcleos social e pedagógico da OFiC desenvolverão materiais específicos para o perfil dos participantes que apresentarem alguma necessidade especial.
Desde a gênese deste projeto, uma das prioridades tem sido garantir a autenticidade da narrativa, o que nos leva ao compromisso de fomentar oportunidades de trabalho para profissionais locais onde ocorrerão as apresentações, priorizando pessoas, locações, insumos e recursos de produção da região. Planejamos capacitar profissionais das áreas técnicas e de produção, por meio de duas oficinas de 10 horas cada, para que participem ativamente do projeto, o que possibilitará uma valiosa troca de conhecimentos entre os habitantes locais e a produção do trabalho. Essa conexão enriquece o processo criativo e estimula o desenvolvimento da cultura regional e da cadeia cultural. O projeto também terá impacto econômico positivo nos setores de hospedagem, alimentação e transporte nos lugares onde as apresentações musicais ocorrerão, estimulando a economia local e contribuindo para o crescimento de serviços e fornecedores. Outra contrapartida diz respeito à educação. Serão promovidas apresentações e debates do registro audiovisual dessas apresentações em universidades brasileiras que se destacam pela atuação sustentável. Conforme artigo 28 da IN no 01/2023, a OFiC adotará como medidas de ampliação de acesso os seguintes itens: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; As apresentações musicais serão gravadas e disponibilizadas gratuitamente no site da proponente, o que também permite um maior alcance ao produto cultural do Projeto, garantindo o acesso gratuito à música clássica, conforme apresentado anteriormente. A sociedade também terá acesso livre e gratuito ao conteúdo audiovisual de todas as atividades propostas no projeto, que poderá ser visualizado, sem custos, na plataforma digital e redes sociais da OFiC. Esse material será devidamente formatado para atender às necessidades de pessoas com deficiência visual e auditiva.
Além da gestão do processo decisório e atividade técnico-financeira, a OFiC realizará no projeto as seguintes atividades: Coordenação Geral, Coordenação Artística e Gestor Financeiro. As remunerações relativas a essas atividades estão contidas dentro da Planilha Orçamentária do projeto. Pablo Rossi – Coordenação Artística e Coordenação Geral O concertista acumula quase 3 décadas de experiência profissional, sendo considerado pela crítica especializada um dos principais pianistas da sua geração. Pianista prodígio, teve sua estreia nacional na Sala São Paulo, aos 13 anos, solando à frente da OSESP, sendo o mais jovem solista da história a se apresentar com essa orquestra. Desenvolve uma intensa carreira internacional, tendo se apresentado em salas de renome mundial, como Carnegie Hall (Nova York) e Steinway Hall (Londres). Detentor do "Diploma Vermelho", máxima distinção do Conservatório Tchaikovsky de Moscou, onde concluiu seu bacharelado e mestrado. Seu segundo mestrado foi outorgado pela célebre "Mannes School of Music" em Nova York, tendo sido agraciado com o "Steinway Prize", prêmio de melhor aluno do ano de 2021. Vencedor de mais de 10 primeiros prêmios em concursos internacionais, além de honrarias como a "Medalha do Legislativo Catarinense". Fundou e dirigiu o 1o. Concurso Internacional de Piano de Santa Catarina, além das Séries "Concertos Promenade", no Brasil e "BIS: Brazilian International Series", na China. Membro da seleta fundação inglesa "The Keyboard Trust"; também foi diretor artístico da fundação belga "Handy in Hand". Foi integrante do primeiro curso acadêmico em Nova York, dedicado à música e sustentabilidade, tendo participado da criação da primeira plataforma on-line responsável pela catalogação de obras musicais sobre a questão climática ("Music for Climate Change"). Solista à frente das principais orquestras sinfônicas e filarmônicas do Brasil e da Europa. Foi escolhido para integrar a série documental "Pequenos Grandes Talentos" que conta a história de personagens e figuras públicas de Santa Catarina. Foi indicado ao Grammy Latino pela gravação da integral das Sonatas de Villa-Lobos do selo internacional Naxos; tendo sido também escolhido pela BBC Music Magazine como melhor álbum de música de câmara. Rossi é fundador e diretor artístico da OFiC (Orquestra Filarmônica Catarinense). Luiz Ekkel Moukarzel – Coordenador do Projeto e Produtor Executivo Formado pelo Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, graduou-se em Educação Artística pela Universidade do Estado de Santa Catarina-UDESC e especializou-se em Marketing pela Universidade do Sul de Santa Catarina-Unisul, além de ter cursado Marketing Turístico pela Unicatur/Unesco e Política e Gestão Cultural pela Fundação Getúlio Vargas/ Ministério da Cultura (MinC). Entre outras atividades profissionais, Luiz Moukarzel dirigiu a Opus – Escola de Música e Artes, além de atuar como técnico em assuntos culturais na Fundação Catarinense de Cultura; e como assessor técnico na Secretaria de Estado do Turismo, Cultura e Esporte. Foi Presidente da Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e Secretário de Cultura do Município de Florianópolis. Emanuel Alejandro Ferraudo – Gestor Financeiro Formado em Licenciatura em Turismo pela Universidad Católica de Santiago del Estero - República Argentina (UCSE Argentina) e graduando em Ciências Contábeis pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). Possui uma sólida experiência de sete anos desempenhando o papel de Analista Financeiro no Consulado da República Argentina em Florianópolis. Durante esse período, dedicou-se à gestão eficiente de recursos financeiros, à manutenção rigorosa da contabilidade e à supervisão das operações administrativas diárias. Além disso, exerceu simultaneamente a função de Diretor de Turismo e Esporte, um papel que destaca a relevância deste posto diplomático na promoção ativa de intercâmbios culturais e esportivos. Atualmente é o Diretor Administrativo-Financeiro da Associação Orquestra Filarmônica Catarinense. Vanessa Ferraudo – Coordenação Técnica (Núcleo Social OFiC) Formada em Relações Internacionais e Comércio Exterior (UNISUL/SC). Pós-graduada em Gestão de Marketing (UNISUL/SC). É Psicanalista Sistêmica e Psicoterapeuta Holística formada pelo Instituto de Pesquisas e Tratamentos Humanísticos (IPTH/PR), o maior centro terapêutico da América Latina. Especializada em Terapia do Som com Instrumentos de Quartzo (Som de Cristal/SP). Em 2012, realizou o curso de Operacionalização do SICONV – Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Orzil/Brasília). Atualmente é mestranda em Gestão de Projetos Culturais pela UNEATLANTICO – Universidad Europea del Atlántico). No âmbito cultural, atuou como violinista durante seis anos. Foi Assistente de Produção do I Concurso Internacional de Piano de Santa Catarina – 2010. Foi responsável pela criação e organização de projetos culturais significativos da Associação R&R Classic, a atual Orquestra Filarmônica Catarinense (OFiC), na criação e elaboração de projetos, inserção no sistema, planejamento de metas e ações, contato e negociação com prestadores de serviço, organização da estrutura do evento, entre outras atividades operacionais e gestão de projetos. Realiza a coordenação de pesquisa de conteúdo, formatação e desenvolvimento de projetos artísticos e culturais da entidade há mais de dez anos. Também atua como psicanalista e psicoterapeuta há mais de cinco anos, sendo terapeuta voluntária no pioneiro Projeto Amanhecer, introduzido no Hospital Universitário (UFSC) em Florianópolis. Atualmente, como Coordenadora do Núcleo Social e Sustentabilidade da OFiC, desenvolve o planejamento estratégico e gestão de ações socioculturais dentro dos projetos da entidade, com a criação de iniciativas inovadoras como a proposta do uso de frequências e vibrações – ferramentas terapêuticas – no âmbito social e atendimento hospitalar.
PROJETO ARQUIVADO.