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PRONAC 2416155Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Dossie e Registro - Clube da Esquina como patrimônio cultural de Minas Gerais

QUINTA ARTE
Solicitado
R$ 1,61 mi
Aprovado
R$ 1,61 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Acervos arquivísticos culturais do Patrimônio
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural imaterial
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2024-12-01
Término
2025-07-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

Este projeto busca o tombamento do Clube da Esquina como patrimônio cultural imaterial de Minas Gerais, com ações voltadas à preservação, documentação e promoção do legado do grupo. Serão realizadas oficinas, exposições e campanhas educativas, todas acessíveis e gratuitas, com foco na inclusão da comunidade e ampliação do acesso à cultura.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O projeto objetiva registrar o reconhecimento oficial do Clube da Esquina como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, visando à preservação e promoção da sua relevância na história da música e cultura brasileira. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - Documentar e registrar a história e as contribuições do Clube da Esquina para a música brasileira;- Promover ações educativas e culturais que disseminem o legado do Clube da Esquina;- Envolver a comunidade local e nacional na valorização e preservação desse patrimônio cultural.

Justificativa

Criado na década de 1960 na capital mineira, o grupo musical Clube da Esquina trouxe uma nova roupagem para a música popular brasileira. O encontro entre os músicos mineiros Milton Nascimento, Fernando Brant, Toninho Horta, Wagner Tiso, Beto Guedes e os irmãos Lô e Márcio Borges resultou em uma nova cara para a MPB, com elementos de Bossa Nova, Jazz, músicas folclóricas brasileiras, além de recursos da música erudita e espanhola. O Clube da Esquina, não só criou, como também levou para todo o mundo uma complexidade musical que não poderia ter sido criada em outro lugar, senão entre as estradas e esquinas de Minas Gerais. Com a voz sublime de Milton Nascimento e toda uma construção musical, inédita até então, desta união de referências da música saíram canções capazes de transportar seus ouvintes para memórias e sentimentos ímpares, com construções musicais abstratas, imagens e metáforas que fogem da fórmula básica das canções românticas que ouvimos ainda hoje, e atravessam a todos de forma sensível e única. O vínculo que os artistas do Clube estabelecem, muitas vezes, com a literatura e o modo como autores como Guimarães Rosa e Carlos Drummond de Andrade captavam nuanças da vida cotidiana mineira e as abordagens que estes teciam sobre os vários lugares e tempos alocados na memória revelam a incorporação e a difusão de uma dimensão mítica do que é mineiridade. Normalmente empregada para se referir à uma identidade do "povo mineiro", a mineiridade é compreendida como um pensamento mítico, reverberado, sobretudo, em um memorialismo universalizante, que incorpora um caráter atemporal, e está embalada intrinsecamente a trajetória musical do Clube da Esquina. Este projeto propõe o tombamento do Clube da Esquina como Patrimônio Imaterial de Minas Gerais. O grupo mineiro traz em sua história uma bagagem complexa, que se transformou no decorrer dos anos e que transforma até hoje quem com ela se encontra. Contemporâneo, porém diferente do movimento tropicalista, a identidade musical do Clube da Esquina caracteriza-se pela sonoridade orquestral própria e carregada de uma identidade mineira, com caráter mais impressionista, onde os músicos criam ambiências sonoras que, por vezes, ocorrem à parte do evento musical apresentado, levando seus ouvintes à uma imersão de sons e estímulos, sendo transportados para as paisagens e histórias propostas nas canções. Objeto de pesquisas acadêmicas, culturais e sociológicas, o grupo Clube da Esquina faz parte da identidade mineira, com canções simbólicas passadas entre pais, filhos e avós, fazendo parte da trilha sonora pessoal de diferentes gerações, transportando, através da sensibilidade musical, seus ouvintes para momentos, histórias e lugares parte da construção da mineiridade como conhecemos hoje. O Clube está no despertar de novos artistas e na continuidade da poesia que é viver nas minas gerais. O projeto de tombamento do movimento Clube da Esquina enquadra-se no Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, por ter como finalidade: - preservar bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; e - priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, o projeto cumpre os objetivos expostos nos incisos do Art. 3ª da referida lei:- estimulando o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Especificação técnica

.

Acessibilidade

Para o projeto de tombamento de patrimônio imaterial, como o Clube da Esquina, é fundamental garantir a acessibilidade em conformidade com o Art. 27 da Instrução Normativa nº 11 de 2024 do Ministério da Cultura. Abaixo estão algumas ações recomendadas: Acessibilidade Comunicacional: - Uso de linguagem simples e clara em todos os materiais, facilitando a compreensão por pessoas com diferentes níveis de escolaridade. - Disponibilização de intérpretes de Libras em todos os eventos públicos relacionados ao projeto, como seminários, exposições e reuniões comunitárias. - Inclusão de audiodescrição em documentários, exposições e outros produtos audiovisuais do projeto, permitindo que pessoas com deficiência visual tenham acesso ao conteúdo. - Inserção de legendas e closed caption em vídeos e materiais audiovisuais do projeto, garantindo a acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. Acessibilidade Física: - Garantia de que todos os espaços utilizados para eventos públicos e educativos estejam em conformidade com as normas de acessibilidade, incluindo rampas de acesso, elevadores e banheiros adaptados. - Sinalização adequada em braile e visual nos locais de realização dos eventos para orientar pessoas com deficiência.

Democratização do acesso

Como medidas de democratização de acesso, o projeto buscará atender, de acordo com os Art. 29 e 30 da IN de 2024: - Acesso gratuito à todos os eventos, oficinas e exposições organizados no âmbito do projeto, garantindo que pessoas de todas as classes sociais tenham acesso às atividades culturais; e - Disponibilização gratuita de todo o material produzido, como documentários, livros e artigos, em bibliotecas públicas, escolas e plataformas digitais acessíveis.

Ficha técnica

Mauro Satter: coordenador geralDirigente Quinta Arte - Músico e compositor (Ordem dos Músicos do Brasil)- Curso de Áudio Profissional de Minas Gerais, Cursos de Otimização de sistemas, Cursos de Princípios básicos de áudio, compressores, gates, equalizadores, alinhamento de sistemas e acústica de estúdios (Audiominas);- Cursos de Organizador de Eventos;- Produção artística e Agente Cultural.EVENTOS E PROJETOSIdealizador e produtor do projeto “QUINTA ARTE” (2000) com o objetivo de levar a comunidades carentes shows de artistas consagrados da MPB, intercambiando-os com novos músicos. Participaram deste projeto: Belchior, Paulinho Pedra Azul, Tadeu Franco, Zezé Mota, Tunay, Saulo Laranjeira, Celso Adolfo, Marku Ribas, Maurício Tizumba, Kaquinho Big Dog, Robertinho Brant, Maurício Tizumba, Beto Lopes, Fernando Muzzi e Zé Geraldo;Finalista do festival de musica Canta Minas/ Música: “Eu Prefiro Viver Só” (2000)Organizador do Fesquiart – Festival Estadual Quinta Arte de Musica (1998)Produção, organização e montagem de estrutura para a Prefeitura de BH nos eventos: Arraial de Belô, Carnaval de Belô e Carnabelô (2001 a 2010);Gerente de Cultura/ Prefeitura de Belo Horizonte (2003/2006);Integrante da Curadoria dos projetos da Arena da Cultura através da Secretaria Municipal de Cultural de Belo Horizonte (2007);Integrante da Comissão de Turismo de Belo Horizonte (2007 a 2010);Coordenador sociocultural na Ong IBRAC – Instituto Brasileiro de Arte e Cultura (desde 2006);Produção artística Expo cachaça (2014 a 2017), Brumadinho Gourmet (2014 a 2017), Agriminas – Feira da Agricultura Familiar (2012 a 2018), Projeto Feira de Gastronomia Feito em Casa (2016/2019), Encontro Nacional do Cavalo Mangalarga (2012 a 2022);Idealizador do Projeto Músico de Bhar e organizador do FESTIBAR – Festival Músico de Bhar (Desde 2006/2017);Produção Artística Festival de Inverno de Araxá – Vander Lee, Beto Guedes e Ladston do Nascimento e Tadeu Franco (2013/2014)Produção Show Nil Luz (Alemanha) – Teatro Bradesco (2012/2014)Jurado do Festival de Musica da APCEFMG – Associação do Pessoal da Caixa Econômica Federal de MG (2014 a 2017); Robertinho Brant: Diretor Artístico Em 1994,lançou (pelo selo Quilombo Música e distribuído pela Warner) seu primeiro disco, Lugares, com produção de JarezMoreira e Fernando Brant. O fabalho, todo autoral, taz9 parceias de Robertinho com Femando Brant, além das participações ilustres de Milton Nascimento, Beto Guedes, Toninho Horta, Jaques Morelembaum e Boca Livre. Em 1998, criou o projeto U222, pelo qual produziu e arranjou, junto com André Limão Queiroz, o disco instrumental Renascimento, em homenagem a Milton Nascimento. Renascimento foi Iançado nos Estados Unidos e Europa. Na sequência, teve duas músicas (Fiore Della Cittá, e Una Mujer) gravadas por Seu Jorge no álbum Cru (2003, selo Naive) e uma terceira (Far From The Sea) por Bebel Gilberto no disco All In One (2010, gravadora Verve), sendo citado no The New York Times pelo crítico de jazz Ben Ratlif e em outros importantes jornais internacionais como The Guardian. Seu segundo trabalho autoral, Filme Imaginário, lançado em 2008, contou contou com novas parcerias de Robertinho comSeu Jorge, Mrírcio Borges, Chico Amaral e Leo Minax, além da participação especial de Seu Jorge. Esse trabalho foi muito elogiado por artistas e músicos como Toninho Horta, Chico Amaral, Leo Minax e Eduardo Bid, entre outros. Em20l1, Robertinho lançou o disco, Far from the Sea, também autoral, arranjado e produzido por ele, do seu projeto, intitulado Midnight Mountain. Esse trabalho mostra parcerias suas, em inglês e espaúol, com Marcelo Sarkis, Leo Minax e Emerson Penha e ainda conta com a participação especial da cantora Paula Santoro cantando suas músicas.Nos últimos anos, Robertinho Brant tem se dedicado à produção de discos de grandes artistas, como Vander Lee (Loa), Chico Amaral (Singular), Marina Machado (Tempo Quente), Eugénia Melo e Castro (Um Gosto de Sol), Carla Villar (Pedra da Lua), Roberto Guimarães (Amor CeÍinho e Saudade de Mim), Oleives (De Todos os Futuros), Gabriel Rocha (Choro de Mar), Rodrigo Moreira @or Um Segundo) e o songbook em homenagem ao Çompositor e tio Fernando Brant (Vendedor de Sonhos). Atualmente, ele esta produzindo o segundo disco de Gabriel Rocha (Valsa dos Pássaros) e o disco Orquestra Pop Minas: Orquestra A Série Sinfônica Pop é uma iniciativa da Fundação Clóvis Salgado em que artistas da MPB são convidados pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Nessa ocasião, a OSMG mostra toda a sua versatilidade e criatividade e proporciona ao público uma singular fruição da MPB. Grandes nomes da música brasileira se apresentaram no Sinfônica Pop como Wagner Tiso, Nana Caymmi, Zizi Possi, João Bosco, Gal Costa, Rosa Passos, Milton Nascimento, Ivan Lins, Mônica Salmaso, Filipe Catto, Luiz Melodia, Elba Ramalho, Zé Miguel Wisnick, Lenine, Chico César, Grupo Cobra Coral e Leila Pinheiro, entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.