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PRONAC 2416164Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Festival Cultural e Feira Camponesa das Mulheres

ASSOCIACAO NACIONAL DA AGRICULTURA CAMPONESA
Solicitado
R$ 4,54 mi
Aprovado
R$ 4,54 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
ES
Município
São Gabriel da Palha
Início
2024-11-18
Término
2027-12-16
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

A arte e a cultura alimentar são aspectos da vivência camponesa e estão presentes na música regional, na poesia, na culinária e na relação com a terra. Assim, o objetivo geral do "Festival Cultural e Feira Camponesa das Mulheres" é promover o encontro da cultura de diferentes regiões do país, valorizando a produção e a arte camponesa e o papel da mulher no campo e na economia criativa.Este encontro cultural será obtido pela reunião de 1.500 participantes de 17 estados do Brasil, na cidade de Salvador (BA), representativas da pluralidade camponesa e da predominância das mulheres no campo. O evento também receberá mais de 3.500 visitantes durante os quatro dias. A agenda do Festival, de acesso público e gratuito, inclui cerca de 15 apresentações artísticas de música regional, feira, exposição de artesanatos, debates, seminários e oficina, com temáticas que perpassam a vida cultural, artística e produtiva das camponesas, além do compartilhamento de saberes entre as participantes.

Sinopse

Festival Nacional e Feira Camponesa das MulheresO Festival será realizado na Escola Parque Anísio Teixeira, Salvador (BA) e terá duração de quatro dias. O evento contará com: • palco para apresentações artísticas;• palco para palestras e debates;• espaço para rodas de conversas, oficinas e workshops de capacitação;• área da cozinha para preparo de pratos típicos;• plenário; e• espaço expositivo.Nos quatro dias de Festival, camponesas de diferentes regiões do Brasil, terão oportunidade de participar de diversas atividades previstas na programação. 1. A programação cultural terá cerca de 15 apresentações de música que refletem a cultura camponesa e a diversidade regional, além da culinária regional e da feira de artesanatos. Essas atividades estarão presentes nos quatro dias do Festival.2. O espaço expositivo, de construção coletiva, será disponibilizado para as participantes exibirem os seus projetos culturais, fotografias e vídeos que destacam o trabalho das camponesas no meio rural e suas contribuições culturais para as respectivas comunidades durante os quatro dias de evento. 3. As oficinas e workshops terão sessões práticas sobre temas como artesanato, culinária tradicional, agricultura sustentável e técnicas de plantio. 4. As palestras e debates abordarão temas relacionados ao empoderamento feminino, direitos das mulheres, sustentabilidade e o papel dos jovens na agricultura. Haverá uma ênfase no desenvolvimento de práticas agrícolas sustentáveis, que promovam a produção de alimentos saudáveis e preservem a biodiversidade e o saber cultural; na orientação técnica sobre a preservação ambiental e reprodução de mudas e sementes que minimizem impactos negativos ao meio ambiente. 5. As rodas de conversa permitirão o compartilhamento de saberes culturais, troca de experiências e conhecimento entre jovens e profissionais especializados no setor agrícola. Essas atividades são planejadas para envolver os jovens de forma ativa e educativa, promovendo o aprendizado e a valorização do papel das mulheres camponesas como guardiãs desse saber/conhecimento.A programação inicial do Festival segue abaixo:1. Dia 01: recepção das participantes e abertura do evento com agradecimento às organizações, parceiros, apoiadores/patrocinadores. Ao final do dia, apresentações de músicas regionais das camponesas artistas no palco do Festival. 2. Dia 02: abertura da Feira Camponesa com uma mesa de debates com o tema “A tradição do Feminismo Camponês e Popular”. Ao longo do dia haverá também apresentações de música regional, rodas de conversas e oficinas. 3. Dia 03: debates sobre “Crise climática e o papel do campesinato feminino na proteção dos territórios”, além de oficinas ao longo dia (programação a definir), fechando com uma noite cultural com mais apresentações de música regional das artistas populares. 4. Dia 04: debate sobre “O papel das mulheres na produção de alimentos e preservação de conhecimentos tradicionais”, seguido do encerramento do Festival. Na Feira Camponesa das Mulheres haverá espaço para que camponesas mostrem e vendam seus produtos. Serão aproximadamente 30 tipos de peças de artesanatos, cerca de 30 tipos de alimentos das diferentes regiões do Brasil - Sul, Sudeste, Amazônica e Norte -, além da execução de 10 receitas culinárias que serão servidas para o público visitante. Toda renda obtida com a venda de alimentos e artesanatos será revertida para as próprias camponesas. Vídeos de curta e média metragemO projeto tem como produto secundário o registro audiovisual e a edição de 15 vídeos de curta a média metragem elaborados a partir das apresentações de música regional que serão realizadas no Festival. Cada vídeo conterá um breve depoimento da(s) artista(s), relatando a(s) sua(s) história(s) e a do gênero tradicional/regional, e uma edição da própria apresentação. Além disso, serão registrados e editados 4 vídeos de curta a média metragem a partir da captação e gravação das palestras, debates e seminários realizados durante a programação Festival. Espaço expositivoEspaço expositivo, de construção coletiva, para as participantes exibirem projetos culturais de sua autoria, especialmente fotografias, que destaquem o trabalho das camponesas no meio rural e suas contribuições culturais para as respectivas comunidades. Oficina de capacitaçãoA oficina de capacitação de 16 horas de duração voltada para a formação de 40 camponesas de diferentes regiões do país ocorrerá durante os quatro dias de Festival. A programação da oficina permitirá às participantes o compartilhamento de saberes, com o objetivo de ampliar o seu repertório no campo da cultura, arte e empreendedorismo cultural, colaborando para a emancipação dessas mulheres e difusão de suas respectivas artes. A oficina proporcionará ferramentas teóricas e práticas para a promoção da autonomia econômica das mulheres, bem como apropriação de conhecimentos para divulgação de suas artes.

Objetivos

A arte e a cultura alimentar fazem parte da vivência camponesa e estão presentes na música regional, na poesia local, na culinária e na relação com a terra. Assim, o objetivo geral do projeto "Festival Cultural e Feira Camponesa das Mulheres" é promover o encontro da cultura de diferentes regiões do país, valorizando não apenas a produção e a arte camponesa, mas o papel da mulher no campo e na economia criativa. Este encontro cultural será obtido pela reunião de 1.500 participantes de 17 estados do Brasil, de forma presencial, na Escola Parque Anísio Teixeira, na cidade de Salvador, Bahia, pessoas estas representativas da pluralidade campesina e da predominância das mulheres no campo. Com capacidade para receber mais de 3.500 visitantes durante os quatro dias, a agenda do Festival inclui cerca de 15 apresentações artísticas de música regional, além de exposição de artesanatos, debates, seminários, rodas de conversa e oficinas, todos com temáticas que perpassam a vida cultural, artística e produtiva das camponesas. O evento possibilitará também o compartilhamento de saberes que envolvem desde as técnicas de cultivo, de preparo e registro de receitas, até o embalo e comercialização de determinados alimentos. Com o acesso gratuito e público ao Festival, o projeto objetiva difundir a cultura campesina das diferentes regiões do Brasil e criar a base para que esse mesmo evento, de abrangência nacional, se perpetue e se estenda em futuras edições. Além disso, o alcance será ampliado com transmissão ao vivo em diversos canais (Instagram, Facebook e Youtube do Movimento dos Pequenos Agricultores), TV Comunitária de Brasília e redes sociais da emissora (Instagram, Facebook e Youtube) e com inserções na TVT, TeleSur, TV Bahia e TV Aratu, atingindo um público estimado em 10.000 pessoas nos 4 dias do Festival.A programação do evento dará destaque para os seguintes temas:1) O papel das mulheres na cultura alimentar e na música regional;2) Cultura e agricultura sustentável, técnicas de plantio, artesanato e culinária tradicional;3) Economia feminista, agroecologia, políticas públicas, vigilância sanitária e selo orgânico;4) Crise climática e o papel do campesinato feminino na proteção dos territórios. A programação do Festival inclui também a Feira Camponesa das Mulheres com stands para exposição, troca e venda de alimentos in natura e/ou processados oriundos de cooperativas das diferentes regiões do país. A feira terá uma cozinha equipada para o preparo e venda de aproximadamente dez pratos típicos cuja renda será inteiramente das mulheres participantes da Feira.O projeto tem como produto secundário o registro audiovisual e a edição de 15 vídeos de curta a média metragem elaborados a partir das apresentações de música regional que compõem a programação do palco da Feira Camponesa e de 4 vídeos de curta a média metragem produzidos a partir das palestras, seminários e debates previstos no palco do Festival. Esta produção audiovisual tem o objetivo de ampliar a difusão e a valorização da cultura regional das artistas camponesas que participarão do Festival, pois ficarão disponíveis posteriormente em canal do Youtube.Também como produto secundário, o projeto disponibilizará um espaço expositivo, de construção coletiva, para as participantes exibirem projetos culturais de sua autoria, especialmente fotografias que destaquem o trabalho das camponesas no meio rural e suas contribuições culturais para as respectivas comunidades.O projeto também realizará, como produto secundário, uma oficina de capacitação para a formação de 40 camponesas de diferentes regiões do país durante o Festival. A oficina, além de um espaço para o compartilhamento de saberes, visa ampliar o repertório das participantes no campo da cultura, arte e empreendedorismo cultural, colaborando para a emancipação dessas mulheres e a difusão de suas respectivas artes. Após a oficina, as participantes replicarão os conhecimentos adquiridos em suas regiões de origem.Ademais, o projeto tem ainda como objetivos gerais:1. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;2. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;3. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. Objetivos específicos: 1. Realizar o primeiro "Festival Cultural e Feira Camponesa das Mulheres" no Escola Parque Anísio Teixeira na cidade de Salvador (BA), evento nacional com apresentação de grupos de música regional e feira de alimentos e artesanatos que deve receber 1.500 participantes de diferentes regiões do Brasil nos quatro dias de duração, mais 3.500 visitantes da Feira, além de ser assistido ao vivo por mais de 10.000 pessoas ao longo dos quatro dias de duração; 2. Editar e disponibilizar em canal do Youtube 19 vídeos de 15 a 60 minutos com o registro dos espetáculos artísticos e demais eventos apresentados nos quatro dias de evento;3. Realizar exposição de fotografias sobre a cultura e o trabalho da mulher camponesa, com cerca de 50 trabalhos das próprias mulheres;4. Executar oficina de capacitação com 16 horas de duração para formação de 40 participantes de diferentes regiões do país com o objetivo de ampliar o seu repertório no campo da cultura, arte e empreendedorismo cultural, que serão replicados posteriormente nas regiões em que as participantes residem.

Justificativa

A Associação Nacional da Agricultura Camponesa (ANAC), proponente deste projeto, nasceu em 2002 em Santa Catarina. Voltada às pautas e demandas dos trabalhadores brasileiros do campo, a entidade nacionalizou-se rapidamente e em 2008 tornou-se a organização vinculada ao Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), uma referência para diversas associações e cooperativas de todo o Brasil. Desde então, a ANAC tem atuado em todas as regiões do país, promovendo projetos que fortalecem jovens, mulheres e homens do campo, respeitando as diversas manifestações socioculturais. A ANAC atua em múltiplas frentes, tais como agroecologia, cultura, comunicação, saúde popular e meio ambiente. Dessa forma, visa fortalecer as comunidades rurais e promover a união e a cooperação entre os camponeses, valorizando seus modos de ser e fazer, de viver e produzir. Com vasta experiência em gestão de projetos, entre convênios, contratos, parcerias, cooperação internacional e patrocínios, a ANAC já executou mais de 40 projetos através de parcerias/apoios com empresas públicas e privadas (Eletrosul, Fundação Banco do Brasil, Ministério da Pesca e Aquicultura, Petrobras, Eletrobrás, Caixa Econômica Federal, SESI, MDA, MMA, BNDES, OPAS). A Associação já realizou o III Encontro Nacional dos Pequenos Agricultores (2010), o I Congresso Nacional camponês, I Feira Nacional da Agricultura Camponesa (2015) e o Encontro Nacional de Mulheres com a participação de 60 camponesas das cinco regiões do país (2022). Apesar da experiência da ANAC, um projeto de tamanha amplitude e integralmente gratuito à população só se torna possível graças ao mecanismo da Lei de Incentivo à Cultura, sem o qual não haveria meios para captar os recursos necessários para a sua viabilização. O projeto enquadra-se, ainda, nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:• Inciso II: "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais" (por valorizar os saberes e as tradições culturais das participantes, possibilitando o compartilhamento de conteúdos e técnicas dos respectivos locais de origem, destacando o papel do alimento e da arte na construção da cultura regional, estabelecendo conexões entre as diferentes tradições locais);• Inciso III: "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores" (por conter, em sua programação, diferentes manifestações artísticas das regiões de origem das participantes do Festival, apoiando e valorizando a arte e a troca entre autores);• Inciso IV: "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional" (por criar oportunidades de não apenas apresentar, mas preservar a cultura alimentar construída pelo campesinato brasileiro, um saber que está essencialmente sob os domínios das mulheres do campo pois, como lembra Isabel Ramalho, dirigente do Movimento de Pequenos e Pequenas Agricultoras, "Alimento para nós é cultura, alimentar-se bem é uma arte, é um ato político, (...) a gente precisa fortalecer esse controle da construção do alimento como um direito, como arte, como cultura, como ato político").Assim, para o cumprimento dos propósitos expressos acima, o projeto tem por finalidades (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91):• Inciso II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural (ao editar e disponibilizar vídeos de curta e média metragem com a edição da apresentação dos diversos grupos de música regional presentes no evento);c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore (pois o Festival Cultural e Feira Camponesa das Mulheres, realizará apresentações de música regional de diferentes locais do país);• Inciso IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos (ao propiciar entrada gratuita e pública para todos os eventos artísticos culturais previstos na programação do Festival, cuja participação total está estimada em 15.000 pessoas de diferentes regiões do Brasil entre participantes, visitantes e o público das transmissões ao vivo).

Estratégia de execução

Plano de execução da oficina A oficina capacitação terá 16 horas de duração (4 horas por dia) Participantes: 40 participantes de diferentes regiões do país Objetivo: ampliar o repertório das participantes no campo da cultura, arte e empreendedorismo cultural, que serão replicados posteriormente nas regiões em que as participantes residem. A programação detalhada da oficina ainda está sendo elaborada.

Especificação técnica

Festival Nacional e Feira Camponesa das MulheresO Festival Nacional será realizado na Escola Parque Anísio Teixeira, Salvador (BA) e terá duração de quatro dias e público estimado de 1.500 participantes, 3.500 visitantes e 10.000 pessoas acompanhando as transmissões ao vivo. Na Feira Camponesa das Mulheres haverá espaço para que camponesas mostrem e vendam seus produtos. Serão aproximadamente 30 tipos de peças de artesanatos, cerca de 30 tipos de alimentos das diferentes regiões do Brasil - Sul, Sudeste, Amazônica e Norte -, além da execução de 10 receitas culinárias que serão servidas para o público visitante Vídeos de curta e média metragem19 vídeos com duração aproximada entre 14 e 50 minutos. Espaço expositivoExposição de cerca de 50 fotografias e/ou projetos culturais de arte visual Oficina de capacitaçãoOficina de capacitação com 16 horas de duração voltada para a formação de 40 camponesas de diferentes regiões do país

Acessibilidade

O Festival Cultural e Feira Camponesa das Mulheres será realizado na Escola Parque Anísio Teixeira, em Salvador (BA) e contará com infraestrutura necessária para acessibilidade para deficientes físicos. Além disto, todas as atividades e apresentações previstas na programação do Festival (debates, seminários, rodas de conversa, oficinas e workshops) contarão com tradução simultânea de Libras, permitindo o acesso de deficientes auditivos a todos os conteúdos.As transmissões ao vivo de eventos e os vídeos de curta e média metragem produzidos a partir das apresentações nos dois palcos terão tradução simultânea em Libras, audiodescrição e legendas, possibilitando o acesso ao conteúdo aos deficientes auditivos e visuais.

Democratização do acesso

Para garantir o acesso de pessoas de diversas regiões do país e assim possibilitar uma maior troca das diferentes culturas, serão oferecidos deslocamento e hospedagem para camponeses de áreas de atuação da ANAC. Haverá acesso gratuito de todas as pessoas interessadas ao Festival e à Feira e pretende-se ampliar o acesso democrático às diversas apresentações de música regional realizadas durante o Festival através da transmissão ao vivo dos eventos durante a sua realização. Estas serão realizadas no Instagram, Facebook e Youtube do MPA, na TV Comunitária de Brasília (canal 12 na Claro NET-DF) e nas redes sociais da emissora (Instagram, Facebook e Youtube). Haverá também inserções na TVT, TeleSur, TV Bahia e TV Aratu.A posterior disponibilização dos vídeos produzidos pelo projeto em canais do Youtube e para as respectivas artistas ampliará o acesso aos conteúdos do Festival, difundindo/divulgando a arte e a cultura do campesinato feminino para o público em geral.

Ficha técnica

Coordenadora geral: Jeiéli Laís Borges dos Reis. Formada em enfermagem na Universidade Federal de Rondônia - UNIR, é camponesa, poeta e cantadeira popular. Desde dezembro de 2022 atua em âmbito nacional como coordenadora do Coletivo Nacional de Gênero do MPA (Movimento dos Pequenos Agricultores), adquirindo ampla experiência em organização de eventos de grande porte. Auxiliou na elaboração do plano de trabalho para a realização do Festival Cultural e Feira Camponesas das Mulheres, monitorando diferentes equipes de trabalho. Paralelamente, também atua no diálogo com aliados e apoiadores para captação de recursos para estruturas, produção de material e assessorias, bem como na articulação política. Em 2019 atuou na divulgação e construção da VI Festa Camponesa de Rondônia. Entre janeiro e agosto de 2023, foi coordenadora da Equipe de Comunicação na La Via Campesina, em Jaru (RO), realizando a articulação com comunicadores e veículos de mídia aliados e coordenando a elaboração do plano de trabalho da equipe de comunicadores para a divulgação e cobertura midiática (produção de imagens, audiovisuais e textos para redes, sites e rádio), no período que antecedeu a festa e durante o evento. Coordenadora cultural: Assahi Pereira Lima. Mestre em Ciência da Informação pela ECA (USP), possui MBA pela FGV em Gestão Estratégica de Tecnologia da Informação, é pós-graduada em Tecnologia da Informação (SENAC) e bacharel em Economia (FEA - USP). Atualmente dedica-se à consultoria e à coordenação de projetos nas áreas de cultura, tecnologia da informação, documentação e acervo. Possui vasta experiência no gerenciamento de projetos culturais iniciada com a fundação, juntamente com o escritor Jorge Caldeira, da Mameluco Edições e Produções Culturais (antiga Mameluco Produções Artísticas), onde atuou por 13 anos. Enquanto sócia da Mameluco e da Aurora Projetos foi colaboradora e gestora de vários projetos culturais, vários dos quais foram executados através dos incentivos da Lei Rouanet e do ProAC ICMS (São Paulo), como o Projeto Memória Paraná (Pronac 22-1672), Circuito Parklet Musical (projeto no. 21081) e José Bonifácio Obra Completa (Pronac 04-6485). Ao longo da sua trajetória também coordenou projetos financiados pela iniciativa privada como o do Centro de Memória da Sociedade Hípica Paulista e o gerenciamento de acervos documentais privados. Foi responsável pela digitalização e indexação mais de 2 milhões de documentos históricos e culturais; pelo desenvolvimento e a implementação de banco de dados para armazenar, indexar e recuperar o conteúdo de mais de 500 mil documentos históricos e culturais brasileiros, incluindo livros, mapas, imagens e documentos primários; e pela concepção, o desenvolvimento e a implementação das ferramentas tecnológicas para gerir os conteúdos de pesquisas culturais e históricas.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.