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O projeto RicoChoro ComVida apresenta uma proposta de realizar saraus de Choro, em praças públicas, em diálogo com outras linguagens musicais e artísticas cumprindo, então, quatro resultados/efeitos de alcance bem relevantes social, econômico e culturalmente, a saber: a) ocupar as praças abandonadas/sucateadas, com música, arte, beleza e convivência afetiva e construção de uma cultura de paz, enquanto direito de todos e todas; b) chamar a atenção para a necessidade de revitalização desses equipamentos públicos como espaço de convivência afetiva e artística; c) ciar um ambiente de dinamização da economia popular, criativa e solidária durante a realização dos saraus;d) e por fim, garantir a circulação cultural por diferentes municípios e regiões, democratizando, ainda mais, o acesso aos saraus, enquanto direito cultural;
O projeto contará com o conceito de rede cultural criando elos entre comunidades e complementando capacidades,o projeto também demonstrará o poder de alcance de eventos híbridos, boa utilização de redes sociais, trabalharáconceitos de monetização e outras formas de inovação aos jovens e mulheres. Será fomentado por meio de oficinas voltadas a mulheres, jovens e agricultores quilombolas na temática deempreendedorismo, crédito rural, políticas públicas de apoio e possibilidades e oportunidades no setor cultural parao crescimento profissional e econômico. Serão desenvolvidas ações para formação de agentes culturais comunitários, potencializando a cultura quilombola no contexto de diversidade cultural do Maranhão e do Brasil, através de cursos que serão ministrados durantes meses nas comunidades quilombolas; serão ainda desenvolvidas oficinas de cidadania e direitos humanos, abordando temas como políticas públicas, pertencimento e identidade, etnia, geração, gênero e diversidade; além das rodas de conversa nas escolas das comunidades com os artistas convidados do projeto sobre o fazer musical e o mercado cultural da música no Maranhão e no país. As atividades artísticas do projeto terão registo digital em áudio e vídeo, material que depois de editado, será disponibilizado, com ampla divulgação prévia na mídia, nas plataformas digitais e em um canal público de TV, ampliando exponencialmente o público a ser alcançado pela iniciativa;Será também desenvolvido um site específico para exposição de todas ações, objetivos, estratégias e notícias atinentes aoprojeto, de forma a se garantir toda uma dinâmica informativa e interativa, de mobilização social, cultural e detransparência das ações do projeto;Serão firmadas parcerias com portais, sites e/ou personalidades pretas de ampla penetração nas redes sociais dacomunidade ou região, de modo a se garantir amplo vínculo com as redes sociais locais/regionais, fortalecendo osentimento de pertencimento e identidade nas comunidades;Garantir nas praças, onde ocorrerão os saraus de culminância, um espaço “instagramável” para registro fotográfico dosfrequentadores e, consequente postagem no Instagran, marcando a página do projeto As rodas de conversas serão realizadas durante as manhãs do dia de realização dos Saraus e contará com a comunidade,juventude, mulheres, profissionais conceituados da área e artistas de renome que se apresentarão no Sarau. A Roda deConversa será uma possibilidade metodológica para uma comunicação dinâmica e produtiva entre os participantes.Apresenta-se como um rico instrumento que será utilizado como prática metodológica de aproximação entre os sujeitos nocotidiano pedagógico. As discussões nas Rodas de Conversa serão pautadas nas percepções sobre cultura, visão decrescimento pessoal e coletivo, violência, adolescência, mulheres e as relações entre esses sujeitos. Buscará auxiliar osparticipantes a debater e compreender as diferentes violências que ocorrem no cotidiano e discutir como é possível lidarcom essa situação na escola, na comunidade e em outros espaços. projeto prevê a criação de uma rede específica de jovens quilombolas que iniciem um movimento cultural próprioe garantam a continuidade do projeto. A rede será apresentada a profissionais que já estão no mercado paraintercambio de experiências e mutua cooperação. Nos municípios onde se realizarem os saraus e existirem catadores de material reciclável, será dada especialatenção aos mesmos que participarão de rodas de conversas para tratar de assuntos referentes a meio ambiente,saúde e organização. Será destinado EPI's para estes catadores trabalharem. Estimativa de público presencial8.000 pessoasEstimativa total de público (Presencial e Digital)1.000.000 pessoasCaracterística do público alvo:GeralFaixa Etária . Público em GeralClasse EconômicaTodasO projeto tem atividades para o público jovem? . Sim
Geral Realizar apresentações de Choro, em diálogo com outras manifestações artístico-musicais, em praças públicas de municípios da região Norte e Nordeste contribuindo para a garantia de acesso ao direito à arte e à cultura, despertando crianças, jovens e adultos para o desenvolvimentos de valores culturais, artísticos e de cidadania, como instrumentos importante de resistência e de fortalecimento das identidades culturais. Específicos Valorizar o componente nacional-popular como estruturador da cultura brasileira; Promover intercâmbios e vivência artísticas e culturais; Explorar por meio da percepção crítica e da experimentação artística diferentes dimensões do ser humano, possibilitando a apreensão das mais variadas técnicas artísticas a fim de possibilitar ampliar suas possibilidades de escolhas; Colaborar para a democratização da cultura, ampliando o acesso aos bens culturais universais aliados ao contato com o patrimônio artístico-cultural nacional e popular; Promover espaços de sensibilização, capacitação e qualificação sobre temas musicais, culturais e Direitos Humanos; Contribuir para descoberta de novos talentos e formação de plateias para o Choro e para a boa música de identidade no Maranhão e Pará; Contribuir para dinamizar a economia criativa local criando espaços para comercialização de produtos da biodiversidade das regiões Norte e NOrdeste; Promover, por meio das oficinas culturais e seus desdobramentos, o acesso dos adolescentes às atividades culturais e artísticas, nas suas dimensões do fazer, do conhecer e da fruição; Promover o arranjo produtivo da cultura, gerando emprego e renda para artistas, técnicos e fornecedores envolvidos.
Considerando o atendimento a lei Lei 8.313/91 o projeto se enquadra no artigo 1º da seguinte forma: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV. proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V. salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI. preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX. priorizar o produto cultural originário do País. _______________________________________________________________ No artigo 3º se enquadra nos seguintes incisos: I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos. II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
O projeto contará com a Criação de Uma rede cultural gerida por jovens das 9 comunidades, esta rede trabalharásob supervisão e apoio do instituto e do projeto com vistas a se estruturar, organizar-se no ponto de vista de sede egestão e buscar recursos para continuidade do projeto. Para os jovens serão capacitados em cursos de agentesculturais com uma visão voltada para o mundo digital e intercooperação em rede que fortaleça a cultura de cada para assuntos ambientais, pedagógicos, todos voltados para comunidades e povos tradicionais além de saúde damulher, combate a situações e exposições de risco e empreendedorismo.Tambem serão realizadas oficinas e rodas de conversas que Apresenta-se como um rico instrumento que seráutilizado como prática metodológica de aproximação entre os sujeitos no cotidiano pedagógico. As discussões nasRodas de Conversa serão pautadas nas percepções sobre cultura, visão de crescimento pessoal e coletivo, violência,adolescência, mulheres e as relações entre esses sujeitos. Buscará auxiliar os participantes a debater e compreenderas diferentes violências que ocorrem no cotidiano e discutir como é possível lidar com essa situação na escola, nacomunidade e em outros espaços.O objetivo das oficinas será atender as comunidades na formação da cidadania e valorizar hábitos de ordem,espírito inventivo, criativo, capacidade construtiva, para que o participante compreenda melhor o mundo que orodeia visando:- Resgatar os valores culturais e cidadania dos adolescentes e jovens e crianças através da Arte-Educação;- Integrar os adolescentes, jovens e crianças na construção de uma sociedade consciente;- Visar a socialização de seus valores, na construção de sua cidadania e identidade cultural como um todo;- Recuperar valores humanísticos buscando compreender a própria condição social;- Incentivar as crianças e adolescentes través do lúdico o gosto pela cultura e arte;- Promover atividades de cultura popular;- Incentivar a pesquisa e leitura;- Identificar a criatividade dando ênfase no seu universo artístico cultural;- Conhecer a história e evolução da arte teatral;- Trabalhar com grafia musical, dando ênfase o ritmo, pulsação, timbre, altura, volume e intensidade;- Desenvolver trabalhos rítmicos com movimentos corporais;As principais características das oficinas serão:Espaço de diálogo: o foco dessa metodologia será a construção coletiva de conhecimento. Portanto, ela será aberta avivências, diálogos e partilha.Momento de aprendizagem ativa: Será o momento em que se trabalha ativamente, “se consertará algo”, e as pessoasse mobilizarão para uma solução. Não será uma atividade passiva, na qual o indivíduo apenas recebe. É o momentode colocar a “mão na massa”. A ideia principal será envolver os participantes em um aprendizado que possa serefletir diretamente na prática do dia a dia.Dedicada a um tema ou dificuldade: Não abordará propostas muito genéricas que possam se mostrar superficiais.Por isso, a oficina será específica, proporcionando que maiores sejam as chances de ela prover ferramentas úteispara a atuação dos participantes. Esse é o motivo pelo qual os objetivos da oficina serão definidos de forma clara ede acordo com a realidade local.
No entendimento de que cultura é um direito de todas as pessoas, os Sarau RicoChoro assumem uma postura decompromisso com a inclusão de pessoas com deficiência. Desta forma, ratificamos que a temporada 2024 manteráuma assessoria de acessibilidade cultural, responsável por organizar um planejamento na lógica da acessibilidadeatitudinal em todos os eventos do projeto, garantindo: intérpretes de Libras, para pessoas surdas e mudas;instalação de banheiros acessíveis para cadeirantes; reserva sinalizada de assentos preferenciais para pessoas comdeficiência, bem como a audiodescrição para pessoas cegas e/ou com baixa visão.
O projeto será realizado em praças públicas sem cobrança de nenhum tipo de taxa ou ingresso. Além dos Saraus o Projeto contará ainda com:I - Cursos, oficinas e rodas de conversaSerão realizados cursos profissionalizantes de Agente Cultural onde o aluno aprenderá os conhecimentos básicosrelacionadas à cultura para a realização de eventos culturais. Cada curso terá 100 horas e a carga horária será dividida emmódulos de acordo com disponibilidade da turma e poderá variar de dias e horários de acordo com o município. Asturmas formadas serão compostas por 25 alunos cada, sendo 01 turma por municípios beneficiado pelo projeto. O cursoserá destinado ao público em geral dando prioridade aos jovens e mulheres quilombolas.OficinasO objetivo das oficinas será atender as comunidades na formação da cidadania e valorizar hábitos de ordem, espíritoinventivo, criativo, capacidade construtiva, para que o participante compreenda melhor o mundo que o rodeia visando:- Resgatar os valores culturais e cidadania dos adolescentes e jovens e crianças através da Arte-Educação;- Integrar os adolescentes, jovens e crianças na construção de uma sociedade consciente;- Visar a socialização de seus valores, na construção de sua cidadania e identidade cultural como um todo;- Recuperar valores humanísticos buscando compreender a própria condição social;- Incentivar as crianças e adolescentes través do lúdico o gosto pela cultura e arte;- Promover atividades de cultura popular;Rodas de conversaAs rodas de conversas serão realizadas durante as manhãs do dia de realização dos Saraus e contará com a comunidade,juventude, mulheres, autoridades e artistas que se apresentarão no Sarau. A Roda de Conversa será uma possibilidademetodológica para uma comunicação dinâmica e produtiva entre os participantes.Demais açõesSerão realizadas ainda feiras da AgriCultura Familiar Quilombola com estruturação de feiras que a critério dosbeneficiários podem tornar-se permanentes que serão um espaço de comercialização e cultura com atrações de artistaslocais. Ainda serão realizadas nas comunidades a produção de plantio de 1.000 mudas por sarau realizado no projeto,totalizando o plantio de 9.000 mudas e o apoio a catadores de materiais recicláveis. Todo sarau será acompanhado de umamanhã de ações sociais com disponibilização de serviços básicos.
O projeto contará com a Criação de Uma rede cultural gerida por jovens das 9 comunidades, esta rede trabalharásob supervisão e apoio do instituto e do projeto com vistas a se estruturar, organizar-se no ponto de vista de sede egestão e buscar recursos para continuidade do projeto. Para os jovens serão capacitados em cursos de agentesculturais com uma visão voltada para o mundo digital e intercooperação em rede que fortaleça a cultura de cada local e permita a criação de novos espetáculos nos mais variados temas. Além disso os jovens contarão com apoiopara assuntos ambientais, pedagógicos, todos voltados para comunidades e povos tradicionais além de saúde damulher, combate a situações e exposições de risco e empreendedorismo.Tambem serão realizadas oficinas e rodas de conversas que Apresenta-se como um rico instrumento que seráutilizado como prática metodológica de aproximação entre os sujeitos no cotidiano pedagógico. As discussões nasRodas de Conversa serão pautadas nas percepções sobre cultura, visão de crescimento pessoal e coletivo, violência,adolescência, mulheres e as relações entre esses sujeitos. Buscará auxiliar os participantes a debater e compreenderas diferentes violências que ocorrem no cotidiano e discutir como é possível lidar com essa situação na escola, nacomunidade e em outros espaços.O objetivo das oficinas será atender as comunidades na formação da cidadania e valorizar hábitos de ordem,espírito inventivo, criativo, capacidade construtiva, para que o participante compreenda melhor o mundo que orodeia visando:- Resgatar os valores culturais e cidadania dos adolescentes e jovens e crianças através da Arte-Educação;- Integrar os adolescentes, jovens e crianças na construção de uma sociedade consciente;- Visar a socialização de seus valores, na construção de sua cidadania e identidade cultural como um todo;- Recuperar valores humanísticos buscando compreender a própria condição social;- Incentivar as crianças e adolescentes través do lúdico o gosto pela cultura e arte;- Promover atividades de cultura popular;- Incentivar a pesquisa e leitura;- Identificar a criatividade dando ênfase no seu universo artístico cultural;- Conhecer a história e evolução da arte teatral;- Trabalhar com grafia musical, dando ênfase o ritmo, pulsação, timbre, altura, volume e intensidade;- Desenvolver trabalhos rítmicos com movimentos corporais;As principais características das oficinas serão:Espaço de diálogo: o foco dessa metodologia será a construção coletiva de conhecimento. Portanto, ela será aberta avivências, diálogos e partilha.Momento de aprendizagem ativa: Será o momento em que se trabalha ativamente, “se consertará algo”, e as pessoasse mobilizarão para uma solução. Não será uma atividade passiva, na qual o indivíduo apenas recebe. É o momentode colocar a “mão na massa”. A ideia principal será envolver os participantes em um aprendizado que possa serefletir diretamente na prática do dia a dia.Dedicada a um tema ou dificuldade: Não abordará propostas muito genéricas que possam se mostrar superficiais.Por isso, a oficina será específica, proporcionando que maiores sejam as chances de ela prover ferramentas úteispara a atuação dos participantes. Esse é o motivo pelo qual os objetivos da oficina serão definidos de forma clara ede acordo com a realidade local. I - Ricarte Almeida Santos – Coordenador Geral Ricarte Almeida Santos é professor, Mestre em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal do Maranhão; é especialista em Gestão Cultural pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas e graduado em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Maranhão; É radialista e produtor cultural produz e apresenta, há 30 anos, o programa "Chorinhos e Chorões" da Rádio Universidade FM; como pesquisador e gestor cultural, idealizou e desenvolveu, de 2007 a 2010, o projeto "Clube do Choro Recebe", cuja proposta foi possibilitar o intercâmbio do gênero Choro com a diversidade musical do Maranhão; com este mesmo objetivo, idealizou e coordena, desde 2016, o projeto RicoChoroComVida na Praça, iniciativa incentivada pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Estado do Maranhão que leva saraus de Choro e outras musicalidades às praças públicas de São Luís, envolvendo artistas da cena local e nacional da música instrumental brasileira. Idealizou e desenvolveu, em parceria com Rivânio Almeida Santos e Zema Ribeiro, o projeto “Chorografia do Maranhão”, um conjunto de entrevistas com 54 mestres do Choro do Maranhão publicadas quinzenalmente no jornal O Imparcial. II - Danielle de Assunção Pereira – Produção Geral Graduada em Letras, especialista em docência do ensino superior, mestre em Cultura e Socieda pela Universidade Federal do Maranhão, pesquisa sobre os impactos da ditadura militar na cultura maranhense, produtora geral do Projeto Rico Choro Comvida na Praça 2018, 2019, 2021 e 2022. III - Carlos Henrique Lopes Lima – Produção Executiva Técnico em Administração e Engenheiro Agrônomo, desenvolve trabalhos de apoio a gestão de grupos culturais e demais grupos, elaboração e execução de projetos, captação de recursos e prestação de contas. IV - Neuriane Santos Santana – Assistente de Produção Graduada em Pedagogia, presidente do instituto Gênesis de Educação, trabalha no desenvolvimento de trabalhos sociais como ações sociais, coordena capacitações e auxilia na organização de atrações culturais sendo forte colaboradora do projeto RicoCHoro. V - Zema Ribeiro – Assessor de Comunicação Zema Ribeiro (São Luís/MA, 1981) é jornalista, graduado pela Faculdade Estácio São Luís (2017). Apresenta o programa Balaio Cultural (sábado, das 13h às 15h, com Gisa Franco), na Rádio Timbira AM. É coautor do livro "Chorografia do Maranhão" (Pitomba!, 2018, com Ricarte Almeida Santos e Rivânio Almeida Santos) e autor de "Penúltima Página: Cultura no Vias de Fato" (Passagens, 2020). Escreve no site Farofafá (farofafa.com.br) e no blogue Homem de vícios antigos (zemaribeiro.wordpress.com). Tem cerca de 20 anos de atuação, tendo colaborado com diversos jornais, revistas e portais, atuando em segmentos como jornalismo cultural, direitos humanos e assessoria de comunicação. VI - Rivânio Santos - Cenógrafo Turismólogo com MBA em Marketing e Gestão Mídias Digitais. Autor do Ensaio Fotográfico “Fotografia e Preservação: Um Passeio por São Luís do Maranhão”, que trata da importância da fotografia para preservação do Patrimônio Histórico e Cultural de São Luís. Em 2012, por conta dos 400 anos da capita maranhense idealizou e liderou o Projeto Revitalização da Fonte das Pedras, foi campeão do Concurso Cultural Fotográfico São Luís 400 anos do Jornal O Estado do Maranhão com publicação da Fotografia e poesia na revista histórica comemorativa dos 400 anos da cidade. Foi componente da última equipe de trabalho do genial Joãosinho Trinta sendo responsável pelos layouts de apresentações do que Projeto Cortejo e Celebração dos 400 anos da cidade de São Luís - que seria apresentado em 2012 - e de autoria do Carnavalesco que mudou o jeito de fazer carnaval no Brasil. Em 2020 foi criador e curador da “Exposição Virtual Guarnicendo Lembranças do Rivas”. VII - Rui Mário – Produtor Musical Músico e produtor musical , é filho de Raimundo dos Reis Lima, ou simplesmente Seu Raimundinho, e neto de José Reis Lima, ambos sanfoneiros. Nasceu em Santa Luzia do Tide, em 13 de fevereiro de 1983, e veio para a capital em 1989, por conta das viagens a trabalho do pai, que se dividia entre a música e o trabalho com carnes e linguiças. Aos sete anos começou a tirar sons de uma sanfona e aos 11 a tomar aulas com Eliézio, até hoje uma referência. Jovem sanfoneiro representa sem dúvida a tradição dos grandes mestres do fole, como Luís Gonzaga, Sivuca, e Dominguinhos.
PROJETO ARQUIVADO.