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O Conexões Artísticas Internacionais CAI(S) consiste em uma plataforma que facilita as conexões entre expressões artísticas de diferentes idiomas e culturas, estruturada em pilares interconectados: intercâmbio, difusão, formação, comunicação, apadrinhamento e comercialização. O CAI(S), em sua primeira edição, realiza a mostra artística denominada "Trans-missões", que reunirá artistas e programadores da dança de três continentes: América do Sul, África e Europa, em torno de uma programação composta por apresentações artísticas, residências artísticas, workshops, palestras e sessões de trabalho colaborativo.
Mostra/Espetáculos de Dança: Apresentação de espetáculos de dança formando uma mostra artística denominada “Trans-missões”, que reunirá artistas e programadores da dança de três continentes: América do Sul, África e Europa Palestras: Para estudantes e profissionais da dança que queiram participar com temas voltados para a formação em dança, oportunidades e o fazer da dança contemporânea. Residências artísticas: Imersão artística com remontagens de espetáculos junto a bailarino(a)s brasileiros e de outros países. Workshops: formação para o público local em dança contemporânea, em nível intermediário e avançado. Sessões de trabalho colaborativo: encontros com profissionais das artes cênicas visando a visibilidade das suas obras e carreira, como um encontro para promoção e divulgação de seus trabalhos.
Objetivo Geral Realizar uma mostra artística denominada "Trans-missions", com agentes culturais de três continentes: América do Sul, África e Europa, como parte integrante do projeto Conexões Artísticas Internacionais CAI(S), cujo objetivo é criar uma plataforma para permitir e facilitar o embarque e desembarque de artistas e programadores, possibilitando conexões, intercâmbios e a comercialização de bens e serviços culturais. Objetivos específicos A) Festival/Mostra: Promover 1 abertura do CAI(S)/ "Trans-missions", com apresentação de 1 espetáculo gratuito, para democratizar o acesso à cultura e divulgar a programação do projeto. B) Espetáculo de Artes Cênicas: Realizar 15 espetáculos de dança/artes cênicas, de acesso gratuito, criando um espaço favorável para a democratização das artes cênicas, viabilizando uma cadeia de formação de plateia e o desenvolvimento da dança brasileira, promovendo também a divulgação e a realização de espetáculos criados durante as ações formativas do projeto, ressaltando o intercâmbio idealizado entre países, a mútua cooperação . C)Formação: Realizar 6 palestras sobre o tema da dança contemporânea, com duração de 50 min cada; 02 residências artísticas com duração de 24h cada, criando espetáculos colaborativos junto aos artistas convidados; 10 workshops com duração de 6h cada, a fim de capacitar profissionais do campo artístico do estado e ampliar as discussões sobre dança, processos criativos, difusão e fruição; e 10 sessões de trabalho colaborativo, com 2h horas cada, para gerar troca de ideias e técnicas, permitindo que os artistas locais se abram para novas perspectivas, explorem uma variedade de práticas artísticas e fortaleçam sua própria criatividade.
A Conferência de Alto Nível sobre Cooperação Sul-Sul de 2019, realizada em Buenos Aires, Argentina, marcou o 40º aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre Cooperação Técnica entre Países em Desenvolvimento. Na agenda estava o papel da cooperação Sul-Sul na realização da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável. Para a Organização das Nações Unidas - ONU, a cooperação Sul-Sul é "uma ferramenta usada por Estados, organizações internacionais, acadêmicos, sociedade civil e setor privado para colaborar e compartilhar conhecimentos, habilidades e iniciativas bem-sucedidas em áreas específicas". (UN info. 2019). Para colocar isso em prática, tendo em vista as desigualdades (sociais, econômicas e políticas) entre os chamados países do Sul e os do Norte, a organização multilateral enfatiza a importância da cooperação Norte-Sul e, em particular, o que chama de cooperação triangular. "A cooperação triangular, como o próprio nome sugere, envolve três atores, dois do Sul e um do Norte. Este último, que também pode ser uma organização internacional, fornece os recursos financeiros necessários para que os países do Sul possam trocar assistência técnica sobre um assunto específico." (UN info. 2019). É nesse contexto de cooperação artística internacional triangular que estamos propondo o projeto Connexions Artistiques Internationales - CAI(S). "Cais" é uma palavra portuguesa que significa doca, uma plataforma para embarque/desembarque. O projeto CAI(S) é apresentado como uma plataforma que facilita as conexões entre expressões artísticas de diferentes idiomas e culturas. Essa plataforma é baseada em seis pilares estruturais interconectados. São eles: Intercâmbio, difusão, formação, comunicação, apadrinhamento e comercialização. O CAI(S) terá uma estrutura anual composta por uma mostra, as "Trans-missões", que reunirão artistas e programadores de três continentes: América do Sul, África e Europa. A dança, com sua capacidade de transcender barreiras linguísticas e culturais, é o fio condutor desta primeira edição do "trans-missions". Os parceiros envolvidos nesse projeto formam uma rede sólida, oferecendo aos artistas uma oportunidade excepcional de compartilhar sua arte com um público diversificado. Por meio dessa plataforma de projeção e visibilidade, os artistas poderão expressar sua criatividade e paixão, enriquecendo a cooperação cultural multilateral. O projeto CAI(S) representa uma iniciativa crucial no contexto da decolonialidade, pois abre caminhos sem precedentes para a cooperação artística entre os países do Sul e do Norte. Ao incentivar um intercâmbio cultural genuíno e recíproco, o projeto ajuda a desconstruir a dinâmica de poder herdada da história colonial. Dessa forma, é oferecida aos artistas dos países do Sul uma plataforma para expressar suas perspectivas, suas histórias e suas culturas, que geralmente são marginalizadas nos circuitos artísticos dominantes. Em uma perspectiva decolonial, é essencial reconhecer e valorizar o conhecimento e as práticas artísticas que emergem das experiências daqueles que foram historicamente colonizados. Ao facilitar residências, workshops e colaborações, o CAI(S) não apenas permite que as práticas artísticas sejam mutuamente enriquecidas, mas também ajuda a redefinir as noções de centro e periferia no mundo da arte. Essa ação artística coletiva e inclusiva desafia as hierarquias estabelecidas e promove uma visão mais equitativa e plural da criação artística. Em última análise, o projeto CAI(S) desempenha um papel fundamental na promoção do diálogo global baseado no respeito e na igualdade de intercâmbio. Ele oferece uma oportunidade única de criar vínculos sólidos e duradouros entre artistas do Norte e do Sul, ao mesmo tempo em que celebra a diversidade cultural e fortalece a solidariedade internacional. Por meio dessas ações, o CAI(S) contribui para a construção de um mundo onde todas as vozes, todas as histórias e todas as expressões artísticas encontrem seu lugar e sejam reconhecidas. Trans-missões e CAIS na Temporada Cruzada França-Brasil A Temporada Cruzada França-Brasil 2025 representa uma oportunidade única e valiosa para inaugurar a primeira edição das "Trans-missões" do CAI(S). O Ano da França no Brasil e o Ano do Brasil na França visa fortalecer os laços entre as duas nações, destacando questões cruciais como o clima e a transição ecológica, a diversidade das sociedades e o diálogo com a África, bem como a democracia e a globalização justa, o que dialoga fundamentalmente com a proposta do projeto. O objetivo de "Trans-missions" é construir pontes entre gerações e culturas, abordando questões globais e destacando questões cruciais como direitos humanos, diversidade e igualdade. Esses temas estão no centro das preocupações contemporâneas e têm uma ressonância especial nessa colaboração franco-brasileira. Os intercâmbios planejados não apenas proporcionarão uma oportunidade de compartilhar práticas e conhecimentos, mas também de desenvolver um entendimento mútuo e enriquecedor entre as duas nações. A Temporada Cruzada França-Brasil 2025 e o projeto "Trans-missions" do CAI(S) são iniciativas cheias de significado e esperança. Eles incorporam a visão de um futuro em que os jovens podem florescer e os profissionais podem aprender uns com os outros, ao mesmo tempo em que fortalecem os vínculos entre as culturas e promovem os valores universais. É uma celebração da humanidade em toda a sua diversidade e um convite para co-criar um mundo mais justo e equitativo. O projeto "Trans-missions" do CAI(S) tem como objetivo capitalizar esse momento para oferecer plataformas de intercâmbio e reflexão, promovendo a compreensão mútua e um diálogo enriquecido. Com base em iniciativas concretas e colaborações frutíferas, o "Trans-missions" visa transformar os desafios atuais em oportunidades de mudanças positivas. Parcerias O projeto CAI(S), uma verdadeira lufada de ar fresco para a cultura brasileira, conta com parceiros-chave do Nordeste, sendo o principal deles a Bienal Internacional de Dança do Ceará, e da França, com o Chaillot - Théâtre national de la Danse, que desempenha um papel essencial como o primeiro parceiro do projeto Transmissions.. Uma rede sólida de festivais também constitui o núcleo central de apoio do projeto, permitindo a difusão e valorização dos diferentes espetáculos. Esses festivais não são apenas eventos culturais, mas também plataformas de integração social e regional, respondendo às necessidades urgentes de inclusão do Nordeste. São eles: Festival de Dança de Itacaré, Festival JUNTA de Teresina, Festival FETEAG de Caruaru e Festival PANORAMA do Rio de Janeiro. Ressaltamos, por fim, que o apoio da Lei Nacional de Incentivo à Cultura se faz de extrema necessidade e urgência, uma vez que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto também tem por objetivo, dentre os elencados no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;
Não se aplica.
As atividades formativas estão especificadas abaixo: - 6 Palestras - Público total: 150. Carga horária: 50 min cada - 2 Residências artísticas. Público: 60. Carga horária: 24h/a cada. - 10 Workshops. Público: 200. Carga horária: 6h/a cada - 10 Sessões de trabalho colaborativo. Público: 200. Carga horária: 2 horas cada. Público alvo das atividades: Estudantes e professores de instituições públicas de ensino e demais bailarinos/dançarinos e pesquisadores interessados.
PRODUTO: Festival ou Festa Popular ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 1 - Será realizada ação de acessibilidade na comunicação oficial do projeto (redes sociais), com descrição das peças de comunicação que divulgam os espetáculos e com utilização da hashtag #ParaTodosVerem. As atividades serão executadas pela equipe de comunicação contratada para a realização do projeto. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: 1 - Realização das atividades com presença de intérprete de Libras. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. PRODUTO: Espetáculo de Artes Cênicas ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 1 - Será realizada ação de acessibilidade na comunicação oficial do projeto (redes sociais), com descrição das peças de comunicação que divulgam os espetáculos e com utilização da hashtag #ParaTodosVerem. As atividades serão executadas pela equipe de comunicação contratada para a realização do projeto. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. PRODUTO: CURSO / OFICINA / ESTÁGIO ACESSIBILIDADE FÍSICA: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. 3 - Serão realizadas as atividades dentro de uma perspectiva de acessibilidade metodológica, também conhecida como acessibilidade pedagógica e diz respeito à queda de barreiras nas metodologias de ensino. Exemplo: quando professores realizam trabalhos e atividades com o uso de recursos de acessibilidade para alunos com deficiência, como textos em braille ou textos ampliados. É também muito presente em ambientes corporativos, na análise dos postos de trabalho adequados aos profissionais com deficiência. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: 1 - Será realizada ação de acessibilidade na comunicação oficial do projeto (redes sociais), com descrição das peças de comunicação que divulgam os espetáculos e com utilização da hashtag #ParaTodosVerem. As atividades serão executadas pela equipe de comunicação contratada para a realização do projeto. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: 1- Formação para equipe de produção na área de acessibilidade atitudinal, que diz respeito ao comportamento das pessoas sem preconceitos, estereótipos, estigmas e discriminações. Por exemplo: usar o termo “pessoa com deficiência”, e não “deficiente”; ao falar com uma pessoa com deficiência, dirigir-se diretamente a ela, e não ao seu acompanhante; não tratar a pessoa com deficiência como “coitadinho”. 2 - Realização das ações previstas em espaços acessíveis (acessibilidade arquitetônica) para cadeirantes e pessoas com baixa mobilidade. 3 - Serão realizadas as atividades dentro de uma perspectiva de acessibilidade metodológica, também conhecida como acessibilidade pedagógica e diz respeito à queda de barreiras nas metodologias de ensino. Exemplo: quando professores realizam trabalhos e atividades com o uso de recursos de acessibilidade para alunos com deficiência, como textos em braille ou textos ampliados. É também muito presente em ambientes corporativos, na análise dos postos de trabalho adequados aos profissionais com deficiência.
Todas as atividades previstas pelo CAI(S) terão acesso gratuito. A divulgação do projeto será feita em locais específicos, buscando alcançar uma parcela das pessoas das cidades envolvidas que não têm acesso fácil a esse tipo de expressão artística e cultural, contribuindo para a garantia do acesso à cultura. Não há limite quantitativo de público na apresentações em locais abertos, sendo esperado durante a programação pessoas de diversos perfis – tendo em vista que as propostas artísticas são voltadas a faixas etárias e camadas sociais distintas, no interior e na capital do Ceará, atraindo um público diversificado, sendo o perfil do projeto formar novas plateias, alcançando, sobretudo, o público jovem das classes B, C e D, mobilizando universidades e escolas públicas e privadas, ONGs e o público em geral e tendo como público-alvo direto crianças e indiretamente as famílias, incluindo adolescentes, jovens, adultos, população LGBTQIA+, mulheres e negros. O projeto irá adotar o seguinte inciso/medida do art. 30 da IN nº 11/2024, como forma de democratização do acesso à cultura: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Coordenação Geral - David Bessa Linhares (Dirigente da instituição proponente, que será responsável pela gestão do processo decisório do projeto) David Bessa Linhares é idealizador e diretor geral da Bienal Internacional de Dança do Ceará. Tem formação em dança pela Ensaio Teatro e Dança, de Brasília (DF), realizada com Graziela Figueroa e Ademar Dornelles (Ballet Stagium), entre 1978 e 1980. Durante este período, atuou como bailarino, ator e acrobata em espetáculos de Hugo Rodas, Maura Baiochi, Ari Pararrayos, Sérgio Ulhôa e Maiara Fagundes. É mestre em Linguística pela Universidade de Sorbonne Paris VII e doutor em Fonética Experimental pela mesma universidade.Entre 1990 e 2001, atuou como produtor cultural da Aliança Francesa de Fortaleza, sendo responsável pela produção do show Mano Negra/Mano Chao e da Semana Amado, trazendo ao Ceará os escritores Jorge Amado, Zélia Gattai e Paloma Amado e o espetáculo“Capitães de Areia”, da Cia. da Arte Andanças, dirigida por Andréa Bardawil. Nos anos 2000 fundou a empresa Indústria da Dança LTDA, que surgiu do interesse de contribuir para a profissionalização e sustentabilidade da Bienal Internacional de Dança do Ceará, bem como,desenvolver e prestar serviços artísticos e culturais, sobretudo na área de dança. Desde então, vem realizando a Bienal Internacional de Dança que a cada ano confirma a opção de trazer para os palcos e praças do Ceará trabalhos que priorizam a pesquisa, a experimentaçãoe o intercâmbio entre continentes para compor a programação artística do festival. Realizações:14 edições da Bienal Internacional de dança do Ceará8 edições da Bienal Internacional de dança do Ceará de Par em ParPrograma de TV terceira margemRevista Olhar/CeDoc BienalConexão Cabo Verde Direção Artística e de curadoria - Ernesto de Sousa Gadelha CostaErnesto Gadelha atuou como bailarino profissional no Brasil, Holanda e Alemanha. É diplomado em pedagogia da dança pelo Instituto de Danças Cênicas de Colônia e pós-graduado em Dança Contemporânea pela Folkwang Hochschule, em Essen, na Alemanha. Ministrou aulasem diferentes países, para diversas companhias, teatros, estúdios e projetos de dança. Foi curador de diversos festivais, assumindo a direção artística da Bienal Internacional de Dança do Ceará nas edições de 2009 e 2011 e 2013. Participou de diversas comissões de seleção de editais e festivais de dança. De 2003 a 2007 foi coordenador da área de Dança do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e coordenou a Escola Pública de Dança da Vila das Artes. Coordenação pedagógica – Rosa Primo GadelhaÉ bailarina e professora dos Cursos de Bacharelado e Licenciatura em Dança da Universidade Federal do Ceará – UFC. Doutora, com estágio de um ano no Curso de Dança da Université Paris VIII (França), com bolsa CAPES, tendo finalizado o doutorado (2010) e mestrado (2004)em Sociologia (UFC), ambos com pesquisa relativa a corporeidade dançante. Graduada em Jornalismo (PUC de Campinas – São Paulo). Líder do Grupo de Pesquisa Concepções Filosóficas do Corpo em Cena (CNPq); foi membro da Association des Chercheurs en Danse;coordenadora do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID Dança (CAPES); crítica de Dança no Jornal O Povo (CE); coordenadora de Dança da Secretaria de Cultura de Fortaleza (SECULTFOR), e autora do livro “A dança possível: as ligações do corpo numa cena”. Iniciou seus estudos em dança em Fortaleza, em 1977, sob a orientação de Hugo Bianchi e posteriormente Mônica Luíza. De 1989 a 1992, prossegue sua formação em Campinas (SP), na Academia de Dança Lina Penteado. Em 1993 foi para a cidade de São Paulo e fez o Curso de Formação de Atores do Teatro Tuca. Em 1994 foi aluna do Projeto Dança, pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, tendo aulas envolvendo seis técnicas de dança e doze disciplinas aplicadas à dança. Atuou como atriz em trabalhos do Grupo de Teatro Tempo, com direção de Roberto Mallet; e na sequencia fez parte do Grupo Teatro de Dança de São Paulo, tendo dançado importantes obras coreográficas de Célia Gouveia. Como coreógrafa, estreou o solo Encanta o meu jardim no Espaço SESC Iracema/CE, em 2014 – agraciado com prêmio pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (SECULT-CE), pela SECULTFOR, Instituto de Arte e Cultura do Ceará(IACC), e Fundação Nacional de Artes (FUNARTE). Produção Executiva - João Paulo Pinho FreitasJoão Paulo Pinho Freitas é ator e produtor cultural, formado em Arte Dramática pela Universidade Federal do Ceará e graduado em Gestão Pública pela Universidade de Fortaleza. Desde 2014 é coordenador de produção da Bienal Internacional de Dança do Ceará. Atua também na área de Educação Ambiental desenvolvendo consultoria em projetos relacionados ao processo de licenciamento ambiental de petróleoe gás. *Ressaltamos que o proponente será responsável pela gestão financeira do projeto, bem como pela coordenação geral, acompanhamento da direção artística e mobilização de parceiros.
PROJETO ARQUIVADO.