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A série Filarmônica do Samba promoverá a realização de concertos nas quadras das principais escolas de samba do Rio de Janeiro. Os concertos vão descentralizar a música erudita que normalmente se concentra na região central e sul do Rio de Janeiro e migrá-la para regiões que não atendidas pela música de concerto. As baterias das escolas de samba participarãoda apresentação junto à orquestra, também com convidados especiaise um repertório que mistura popular com erudito.
Não se aplica
Objetivo Geral:Promover a realização de concertos que vão enriquecer o cenário da música e cultura de regiões desfavorecidas socialmente do Rio de Janeiro. A mistura da música clássica com o samba busca popularizar a música de concerto e aprofundar o sentimento de pertencimentos destas regiões. O maestro Leonardo Bruno, regente da Filarmônica e um dos poucos maestros e arranjadores que possui em seu currículo parcerias de composição e arranjos como por exemplo; Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Alcione, Diogo Nogueira entre outros.Objetivo Específico. Realizar 4 concertos em 4 quadras de escolas de samba do Rio de Janeiro durante o período de 6 meses. Junto à orquestra, a bateria da escola de samba, convidados cantores e instrumentistas de formações musicais do samba participarão do concerto. O concerto será realizado na quadra da escola de samba com ingressos distribuídos gratuitamente para a comunicade local.
A lei de incentivo fiscal à cultura é crucial para garantir que projetos culturais inovadores e inclusivos, como o concerto que mistura música clássica e samba, possam ser realizados, promovendo o acesso, a diversidade, e o desenvolvimento cultural no Brasil. A viabilização de recursos de projetos culturais que combinam música clássica e samba têm custos elevados, envolvendo orquestras, escolas de samba, produção, e infraestrutura para o evento. A captação de recursos por meio de incentivos fiscais permite que empresas e pessoas físicas destinem uma parte de seus impostos para apoiar o projeto, o que alivia o custo financeiro. O acesso à cultura e inclusão de um concerto que une a música erudita com o samba amplia o alcance cultural e permite que diferentes públicos possam apreciar esse encontro. A lei incentiva a democratização da cultura, possibilitando a realização de eventos que aproximam a música clássica de uma base de fãs mais ampla e popular, como a do samba. A preservação e valorização cultural dessa união de estilos enriquece e preserva tanto a música clássica quanto o samba, uma expressão cultural brasileira reconhecida mundialmente. A lei de incentivo apoia a realização de projetos que celebram e promovem a diversidade cultural brasileira, fortalecendo o patrimônio cultural e artístico do país. A geração de Empregos e renda para artistas onde a produção de eventos dessa natureza gera emprego para músicos, artistas, técnicos, e produtores, além de movimentar a economia local. Com o financiamento facilitado pela lei, mais profissionais da área cultural podem ser contratados, fortalecendo o setor. O impacto social e educacional da mistura de música clássica com samba pode despertar o interesse de novos públicos para a música erudita e vice-versa. Esse tipo de projeto pode ser também educativo, proporcionando experiências que ampliam a apreciação e o entendimento da diversidade musical e incentivando jovens a explorar ambas as tradições.Desta forma o projeto atende os artigos 1º e 3º da Lei nº 8313/91 contribuindo para: I - Facilitar a todos os meios de livre acesso as fontes de cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VIII _ estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. Fomento a produção cultural e Artística mediante: c) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas, de música e folclore.
Não se Aplica.
Os concertos acontecerão em espaço que atenda plenamente todas as normas de Acessibilidade exigidas por lei.
Como democratização de acesso a Série Filarmônica do Rio e do Samba, disponibilizará de ensaio aberto gratuitos às comunidades onde se realizará os concertos.
Coordenação - Geral: Kleber Kurt Vogel - Graduado em violino e bandolim pela UFRJ. - Mestrado em música pela UFRJ. - Foi diretor de comunicação e editor da Revista Músical do Sindicato dos Músicos RJ. Foi coordenador do site da Orquestra Sinfônica Brasileira, ganhador de 3 prêmios IBest como melhor site na categoria. - Pós-graduado em Música e Negócios pela PUC-Rio - Cursos de Lei Rouanet no Rio e São Paulo. Há 35 anos é músico do naipe de violinos da OSB e há 40 anos da Filarmônica do Rio. Atualmente exerce a vice-presidência e a diretoria executiva da Filarmônica do Rio. Diretor Musical e Maestro: Leonardo Bruno é um maestro, arranjador e compositor brasileiro. Foi regente titular da Orquestra Sinfônica do Espírito Santo e da Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro. Como arranjador, destacam-se trabalhos ao lado de Gilberto Gil, Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Beth Carvalho, Antonio Carlos e Jocafi e Clara Nunes. Como compositor, destacam-se parcerias em canções como Frevo Rasgado com Gilberto Gil, Maracatu do meu Avô com Nei Lopes e Zumbi dos Palmares com Martinho da Vila. Em 1965, realizou sua primeira orquestração profissional, Pena e Penar, para o músico Sérgio Ricardo. Em 1967, é chamado para integrar a Orquestra da Rede Globo, em seguida, a orquestra de Érlon Chaves. No mesmo ano, fez arranjos para Louvação, álbum de estreia de Gilberto Gil o qual tornou-se parceiro. No mesmo ano, ao lado de Toquinho e outros músicos de São Paulo, integrou o Quinteto de Roda, formada por Gilberto Gil, para as apresentações mensais no Teatro Paramount, alternada com as de Caetano Veloso, Elis Regina e Chico Buarque. Em 1970 iniciou seus estudos com o maestro José de Lima Siqueira. No mesmo ano, foi chamado a reger a Orquestra da Rede Globo no Festival Internacional da Canção, cargo que dividiu com o maestro Mário Tavares. Regeu quase todos os FICs, tendo sido o orquestrador de BR-3, Pedro Nadie, Kirie e outras vencedoras do evento da Rede Globo. Logo depois, tornou-se diretor musical do programa Som Livre Exportação. O último festival da Globo que regeu foi no Theatro Municipal de São Paulo, em 1975. Na mesma época, recebia prêmio de melhor arranjo para a canção Pra Dizer Adeus do disco de Maria Creuza. Leonardo Bruno, para esta música fez 7 diferentes vozes e sua irmã Vânia Ferreira, fez 3 vozes. Em 1972, recebeu do governo francês uma bolsa de estudos, frequentando, por orientação musical do maestro José de Lima Siqueira, aulas de Olivier Messiaen e Roger Boutry, no Conservatório de Paris. Recebeu declaração de notório saber dos maestros Mário Tavares, Ernani Aguiar, César Guerra-Peixe e Henrique Morelembaum. Em outubro do mesmo ano, fixou-se em Mannheim, Alemanha, onde recebeu orientação musical do maestro Cláudio Santoro, então professor de composição e regência.[Pelas mãos de Cláudio Santoro pode conviver com o ambiente musical daquele tradicional centro sinfônico. A partir de 1975, com vistas à regência de ballet, frequentou aulas de ballet clássico com Eugênia Feodorova, Madeleine Rosay e Jane Féraudy. Posteriormente começou a trabalhar com Maria Bethânia, Gal Costa, João Marcelo Bôscoli, Lennie Dale e Luís Carlos Miele. Sua primeira trilha para cinema feita sobre temas de Caetano Veloso, para o filme Proezas de Satanás na Vila de Leva e Traz, do cineasta Paulo Gil Soares. Diretor Artístico: Bruno Pongelupe Leite de Castro - Formado em comunicação pela Instituto de Educação Superior de Brasília, com especialização em Music Marketing pela Berklee College of Music e MBA em Gestão do Entretenimento pela ESPM/RJ, se especializou em Áudio Espacial pela Universidade de Artes de Tóquio em 2011. Bruno iniciou produzindo orquestras sinfônicas como: Orquestra Sinfônica de Budapeste, Orquestra de Câmara de Munique, Orquestra Sinfônica Simón Bolívar, Orquestra Sinfônica de Rotterdam entre outras. Em 2015 lançou como vice-presidente da ONG Amigos da Vida em parceria com a Mauricio de Sousa Produção a revista Turma da Mônica em Amiguinhos da Vida. Foi convidado a levar o projeto para Feira do Livro de Paris em 2015 o primeiro gibi da Turma da Mônica traduzido para o francês, onde o Brasil era o país convidado de honra. No ano seguinte ganhou como produtor musical o Prêmio da Música Brasileira na categoria melhor álbum estrangeiro com The Chico Buarque Experience. Em 2018 assumiu como Diretor Artístico da Orquestra Filarmônica do Rio de Janeiro sendo responsável por concertos como GAMEXP e Concerto Bandeira da Fé - 80 anos de Martinho da Vila no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Produção- executiva: Graduada em Comunicação Social pela Universidade de Brasília (UnB) com especialização em Film & TV Business pela Fundação Getulio Vargas (FGV), Bárbara é uma executiva de criação e produtora criativa com mais de 14 anos de experiência na indústria de entretenimento com expertise em coordenação e desenvolvimento narrativo e storytelling de projetos para Discovery, History, Al Jazeera, NHK, Warner, HBO e Globo, com mais de 30 realities, documentários e séries. Coordenou o planejamento estratégico criativo dos conteúdos Originais Estúdios Globo e estruturação de um pipeline de projetos de 7 anos da divisão de Dramaturgia. Como gerente de criadores da Globo coordenou equipes criativas da Novela Vai Na Fé (2023),Novela Amor Perfeito (2023), Série Histórias Impossíveis (2023), Documentário Chic Show(2023), entre outros. Foi executiva de projetos da Cine Group assumindo a coordenação de projetos do History, Space, Discovery, GNT e Canal Futura se destacando nos projetos O Infiltrado - 2a temp./History (APCA, TELAS e indicação ao Emmy) e Mulheres de Aço - GNT (Monet). Bárbara foi executiva de comunicação na Pro Natura International se destacando na liderança no desenvolvimento e formatação do projeto Expedição Rondon Roosevelt em parceria Globo e LC Barreto.
PROJETO ARQUIVADO.