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PRONAC 2416211Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

TREME TERRA

GIRO PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 2,02 mi
Aprovado
R$ 2,02 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-03-03
Término
2027-03-31
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

Primeiro festival IndígenoAfro de música da Bahia o TREME TERRA é uma idealização do Aldeia Coletivo em parceria com a Giro Planejamento Cultural. A proposta visa implementar um espaço inovador para formação, intercâmbio, criação e difusão de agentes da música independente que sustentam em suas estéticas o cruzamento da Tradição e Contemporaneidade, culturas Originárias do Brasil e culturas Afrodiaspóricas.

Objetivos

Objetivo geral: - Realizar a primeira edição do TREME TERRA com apresentações musicais, ações formativas e aceleração de uma banda indígena-afro. Objetivos específicos: - Realizar 12 apresentações artísticas/musicais; - Realizar a gravação de um álbum inédito de 1 grupo musical, com o intuito de impulsionar a carreira de artistas indígena-afros; - Realizar a montagem de um circuito expositivo envolvendo obras e intervenções de 05 artistas visuais; - Realizar uma feira gastronômica com stands de de etnograstronomia; - Realizar 3 ações formativas.

Justificativa

"Ô índio, o que andas fazendo? Estou na Mata dos Encantados procurando a ciência". A maior ciência deste tempo é a escuta da ancestralidade. Búzio na mesa, a mensagem: Ajuntamento, aldeamento, aquilombamento. É a partir desta premissa que surge o TREME TERRA, projeto que visa fomentar a rede entre artistas independentes das periferias territoriais e estéticas da música nacional com enfoque na ancestralidade IndigenoAfro, setor do mercado musical que existe, cria tendências e prepara o que de novo vem surgindo em nível nacional, desde Olodum e Lia de Itamaracá, a Magary Lord, Baiana System, Luedji Luna, Afrocidade, Brisa Flow, Edivan Fulni-ô e Sued Nunes, sem jamais esquecer Ticoans e Chico Science. Previsto para acontecer durante 03 dias na cidade de Salvador, o festival trará uma programação gratuita composta por shows e ações formativas, com o objetivo de implementar um espaço inovador para formação, intercâmbio e difusão de agentes da música independente que sustentam em suas estéticas o cruzamento da Tradição e Contemporaneidade, culturas Originárias do Brasil e culturas Afrodiaspóricas. Além disso, a primeira edição do TREME TERRA prevê também a aceleração de um grupo musical, através do fornecimento da estrutura necessária para a gravação de um álbum inédito (com show de lançamento no Festival), reforçando o seu compromisso com o fomento da cena da música indígeno-africana. É importante dizer que o entrelaçamento de culturas e as relações inter e transculturais sempre foram traços basilares para a criação do sentimento de brasilidade. O entrechoque e a confluência entre matrizes culturais foram responsáveis pela complexidade de nossa formação diversa, plural e multi-étnica. Em especial o encontro entre as culturas originárias de Pindorama e as culturas originárias de África, estas unidas forjaram não somente nossa independência enquanto estado, mas todo o conhecimento e movimentos "afro-brasileiros" _ o que é uma injustiça para o tamanho da contribuição indígeno-pindorâmica a estas manifestações populares. TREME TERRA defende a necessidade de realçar a presença dos saberes ancestrais indígenas nos movimentos erroneamente tidos somente como afro-brasileiros. Carimbó e Maracatú são movimentos indígenas. Nego Fugido, Cavalo Marinho, a cultura do Boi e mesmo o Samba e o Côco tem entrelaces culturais indígenas e afrodiaspóricos, vide a cultura pataxó (cultura do tambor) e Fulni-ô (cultura do Côco Fulni-ô) com suas expressões centenárias e milenares. Diante disso, este festival propõe ampliar o nosso entendimento de afrobrasilidade, ressiginificando a brasilidade e compreendendo a herança indígena enraizada nas expressividades e identidades nacionais tidas como afro. Sem colocar o negro e o indígena lado a lado na nossa formação, nunca entenderemos profundamente quem somos e muito menos compreenderemos o que é este estado de encantamento chamado Brasil.

Estratégia de execução

PASSAGENS AÉREAS Os beneficiários das passagens aéreas são as artistas e bandas. cidades/estados/países onde residem para participar presencialmente do evento emSalvador (BA), a saber: *Obs: A definição efetiva dos artistas será realizada pela curadoria musical contratada pelo projeto após a captação dos recursos durante a etapa de pré-produção, conforme o cronograma previsto.

Especificação técnica

PÚBLICO ALVO DO PROJETO: O público alvo do TREME TERRA é indígena-negro,urbano, jovem e adulto (18 à 50 anos), contemporâneo dos movimentos de afirmação identitária, pertencente às classes B, C, D e E e engajado nas pautas de inclusão social e acesso à cultura. AÇÕES FORMATIVAS: O projeto prevê a realização de ações formativas. Estas ações serão definidas pelo time curatorial após captação do projeto, na etapa de pré-produção, e serão devidamente apresentadas todas as informações pertinentes, como temas, duração, objetivos, etc.

Acessibilidade

Todos os produtos previstos no projeto contarão com medidas de acessibilidade física e de conteúdo, bem como na divulgação das ações do projeto, desenvolvidas e orientadas através de consultoria especializada em acessibilidade. PRODUTO PRINCIPAL: FESTIVAL Acessibilidade física: Os espaços onde o festival será realizado serão completamente acessíveis a deficientes físicos e pessoas com mobilidade reduzida. Além disso, os locais apresentam rampas de acesso, piso tátil e banheiros para deficientes específicos. Os bares do evento terão balcões rebaixados, adaptados para atender cadeirantes. PRODUTO SECUNDÁRIO: APRESENTAÇÕES MUSICAIS Acessibilidade para deficientes visuais e pessoas TDAH : disponibilização de equipamentos de audiodescrição Acessibilidade para deficientes auditivos: As apresentações terão tradução simultânea em Libras AÇÕES FORMATIVAS Acessibilidade para deficientes auditivos: As atividades formativas contarão tradução simultânea em Libras.

Democratização do acesso

O Festival será realizado em 03 dias, abrangendo uma programação diversa que conta com ações formativas, shows e show, prevendo um público de 4000 pessoas. Como forma de alcançar um público amplo e diverso, será priorizado um local de fácil acesso e descentralizado. Além disso, todas as ações serão gratuitas.

Ficha técnica

Gabriela Fico da Rocha – Função: Direção de ProduçãoCurrículo: Produtora cultural, atuante em diferentes mercados e segmentos, parceira da empresa Giro Planejamento Cultural. Dentre os trabalhos desenvolvidos na área de artes cênicas estão: direção de produção do espetáculo “Quaseilhas”, primeira obra brasileira totalmente falada em idioma africano, com direção de Diego Pinheiro; direção de produção do premiado espetáculo carioca “Estamira – Beira do Mundo” entre os anos de 2011 a 2013; direção de produção do espetáculo “Sobretudo Amor”, de Mônica Santana. No segmento de audiovisual atuou enquanto produtora em projetos como: Mostra Internacional Alô Alô Mundo, contemplada no edital de Ocupação dos Espaços da CAIXA Cultural – RJ; Mostra Elas – Filmes Dirigidos Por Mulheres; produção de curtas metragens (“Memória da Pedra”, “Restos” e “Sentido!”) produção de séries para a televisão (“Culturama” e “Iyas Idanas – Mulheres na Cozinha”). Produziu ações formativas e palestras voltadas para a área do design (S+Dobras, contemplado no edital de Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural – DF); projetos de música (Afrocidade e Bichos de Cá, do grupo Nhambuzim, contemplado do edital de Ocupação dos Espaços da Caixa Cultural – São Paulo e Recife); projeto de artes visuais (exposição fotográfica “Mulher Dama”, do artista Flávio Damm), dentre outros. Joana Giron Margalho de Gois (Proponente) – Função: Produtora executiva. A profissional será responsável pela concepção artística, orientação e seleção das obras a serem expostas, bem como planejamento e execução do projeto em todas suas etapas; definir e contratar equipe; atribuir tarefas; acompanhar e documentar o andamento da execução através de ferramentas e técnicas apuradas; integrar as pessoas para trabalharem juntas em prol da realização do projeto e gerenciamento do escopo do projeto. Currículo: Joana Giron é graduada em Produção Cultural na UFBA e cursou MBA em Marketing na FGV. Desde 2010 atua como produtora cultural. Em 2014 fundou, com Gabriela Rocha e Flávia Santana, a Giro Planejamento Cultural, empresa baiana focada em criar, desenvolver e assessorar ações criativas na área da cultura. Ao longo desses anos a Giro já realizou mais de 85 projetos, em 26 cidades diferentes, dentro e fora do país. Junto com suas sócias idealizou a Mostra Elas, uma plataforma de visibilidade, valorização, formação e difusão de trabalhos de realizadoras brasileiras nas indústrias criativas. Entre as ações coordenados por Joana estão do Festival AFROPOP, o projeto internacional Pagodão da Bahia em Londres, o show Conexão Bahia Angola, com Afrocidade, Titica e Majur, a circulação do espetáculo Bisco a Seco, na Caixa Cultura, entre outros. Foi também coprodutora de projetos como o disco Vivão do grupo Afrocidade e o Circuito Expositivo, Interativo e Imersivo Auss&Auss, Atualmente está produzindo o projeto de lançamento de um disco póstumo inédito do sambista Riachão. Marina Pires Guerra Aguiar – Função: Produção executiva Atua desde 2014 na área cultural. Como produtora, trabalhou em diferentes projetos e festivais, com destaques para: Festival Mistura Minas (2016 e 2016); Festival Vozes do Brasil, - Espaço Oi Futuro BH (2014) e Espaço Oi Futuro RJ (2016); Circuito Gastronômico de Favelas - BH (2018); e FELIM - Festival de Literatura Marginal (2019). Foi realizadora e produtora executiva do projeto de Divulgação do Acervo de Adam Firnekaes em Salvador/BA (2021). Esteve na produção do Slam das Minas BA (2022), na Casa Preta Espaço Cultural e do Show de Mayra Andrade na Concha Acústica do Teatro Castro Alves (2022).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.