| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 00000000000191 | BANCO DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 629,7 mil |
Este projeto prevê a criação e a circulação do espetáculo musical MARKU MUSICAL, a partir da vida e obra de Marku Ribas, um dos maiores nomes da nossa música. O projeto reúne 5 atores em cena e será criado ao longo de 4 meses de ensaio e circularánas seguintes unidades do CCBB: Teatro 1(BH), Teatro(SP) e Teatro 1 (RJ), sendo 21 apresentações no CCBB-BH, 20 no CCBB-RJ e 24 no CCBB-SP. A dramaturgia será criada processualmente, a partir de autobiografia nunca publicada e permeada por suas músicas.
Criação e circulação do espetáculo MARKU MUSICAL pelas unidades do Centro Cultural Banco do Brasil em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. MARKU MUSICAL é uma peça teatral que faze dialogar dois gêneros teatrais de forma inédita: musical e teatro documental, isso interposto pelo olhar do audiovisual. Partiremos de sua autobiografia inédita, somada às suas composições musicais e materiais de seu acervo pessoal, composto por fotos, vídeos e objetos, além das vicências de suas filhas e viúva. A fim de dar voz à população negra brasileira, a obra localizará Marku como sujeito negro, histórico, que teve a plena consciência de sua afrodescendência e que buscou incutir em suas produções temas do povo preto, ampliando a potência da música e da cultura brasileira. A dramaturgia será criada processualmente durante os ensaios.
OBJETIVO GERAL: Criação e a circulação do espetáculo musical MARKU MUSICAL, a partir da vida e obra de Marku Ribas, um dos maiores nomes da nossa música. A dramaturgia será criada processualmente, a partir de autobiografia nunca publicada e permeada por suas músicas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: - 65 apresentações do espetáculo MARKU MUSICAL, sendo 21 no CCBB-BH, 20 no CCBB-RJ e 24 no CCBB-SP, tendo a expectativa de alcançar um público de cerca de 10.000 pessoas; - Fazer dialogar 2 gêneros teatrais de forma inédita: musical e teatro documental, isso interposto pelo olhar do audiovisual; - Jogar luz para o debate acerca de referências e estéticas da cultura negra popular brasileira e sobre as novas possibilidades de fazer teatro, misturando gêneros (musical e documental) e utilizando diferentes recursos; - Ampliação da pesquisa da música brasileira, a partir das vivências e da obra de Marku Ribas, bem como a preservação e divulgação de sua história, que cruza diretamente com a história da cultura brasileira; - Em cada cidade a ser apresentada a peça, será realizado um bate-papo entre equipe e público, como forma de potencializar as trocas de experiências a partir da obra apresentada; - Realização de 16 apresentações (1 por semana) com o recurso de tradução de LIBRAS, ampliando a acessibilidade à obra produzida; - Ingressos a preços populares, conforme aplicado nas unidades do CCBB, além de cotas de ingressos a serem disponibilizados de forma gratuita, em parceria com a instituição.
Este projeto prevê a criação e a circulação do espetáculo musical MARKU MUSICAL, a partir da vida e obra de Marku Ribas, um dos maiores nomes da nossa música. Pretende-se fazer dialogar 2 gêneros teatrais de forma inédita: musical e teatro documental, isso interposto pelo olhar do audiovisual. Partiremos de sua autobiografia inédita, somada às suas composições musicais e materiais de seu acervo pessoal, composto por fotos, vídeos e objetos. A fim de dar voz à população negra brasileira, a obra localizará Marku como sujeito negro, histórico, que teve a plena consciência de sua afrodescendência e que buscou incutir em suas produções temas do povo preto. O uso da câmera em cena reforça a ideia de documentário, onde relatos e arquivos poderão ser filados e revelados ao público de forma a despertar um novo olhar para a forma de fazer artística do teatro e para a forma de documentar a história da música brasileira. Marku Ribas é músico mineiro, de origens negra e indígena, falecido em 2013, que conquistou, com sua irreverência e genialidade, uma importante carreira nacional e internacional, sendo o único artista brasileiro a tocar com Rolling Stones ou a filmar com Robert Bresson. Parceiro de artistas como Elza Soares e Jair Rodrigues, foi um bastião da história da música negra popular brasileira, referência ainda para artistas contemporâneos, como Marcelo D2 e Ed Motta. Falar de um homem que teve a plena consciência de sua afrodescendência e buscou incutir em suas produções temas do povo preto é sem dúvidas dar voz à população negra do Brasil. Em cena, como símbolo ancestral, haverá 2 gerações de mulheres de sua vida: as filhas, Julia e Lira Ribas, e a viúva Fatão. Marcelo Dai também compõe o elenco. Allan da Rosa, poeta, cronista, contista, escritor, dramturgo e editor assinará a dramturgia, que terá também embasamento em pesquisa realizada por Rafael Queiroz, doutor em comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco, quem já vem, desde seu mestrado desenvolvendo estudos acerca da vida e da obra de Marku. Por tudo que foi dito, acreditamos que o projeto MARKU MUSICAL, aprovado pelo edital do CCBB 2024-2025 atende a TODOS os incisos do Art 1º da Lei 8313/91, sendo eles: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Ainda sobre a Lei 8313/91, pretende-se alcançar os seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
O potfólio de comprovação de atividades artísticas anexado apresenta matérias em mídia espontânea, materiais de divulgação e notas fiscais da proponente Entre Filmes e de seu proprietário e representante legal, Ricardo Alves Jr. A contrapartida social engloba a distribuição de forma inteiramente gratuita de 10% (conforme plano de distribuição da atividade) dos ingressos totais para ONGs e instituições da cidade a serem mapeadas pela produção da obra em cada cidade por onde o projeto sejá apresentado. Além disso, também será realizada, em cada unidade CCBB, uma palestra/bate-papo presencial, com o público sem qualquer cobrança de ingressos. A montagem/ ensaios do espetáculo ocorrerá na cidade de Belo Horizonte, onde a peça terá sua estreia, com temporada de 20 apresentações. Na unidade CCBB RJ ocorrerão 20 apresentações e, em São Paulo, 24 apresentações. Este projeto foi aprovado no Edital de Patrocínio CCBB 2024/2025. Parte do recurso (R$300.000,00 - trezentos mil reais) terá patrocínio direto do CCBB. O restante do recurso (R$629.716,00 - seiscentos e vinte e nove mil, setecentos e dezesseis reais) será via Lei Federal de Incentivo à Cultura. JUSTIFICATIVA PARA A PERDA DO PRAZO DA ÚLTIMA DILIGÊNCIA (conforme orientado por e-mail recebido pela nossa produção em 05/09/2024): Nossa produção realizou as adequações enviadas por e-mail em 02/07/2024. Diante disso, fomos informados por e-mail que a proposta havia passado pela análise progressiva para enquadramento final. Não havíamos sido notificados por e-mail sobre a necessidade de novas adequações, por isso o prazo regular de novo ajuste não foi cumprido da nossa parte, fazendo necessária nova abertura para que pudéssemos cumprir com as normativas exigidas. Agradecemos pela compreensão da situação e informamos que, a partir das informações que nos foram repassadas, nossa produção se encontra agora atenta ao Sistema Salic como canal de comunicação oficial acerca deste projeto.
Peça teatral MARKU MUSICAL, a ser montada com recurso do Edital de Patrocínio CCBB-2024/2025, com previsão de circulação nas unidades da instituição nas cidades de Belo Horizonte (21 apresentações), São Paulo (24 apresentações) e Rio de Janeiro (20 apresentações). O espetáculo unirá as linguagens teatral e audiovisual, utilizando recursos da música e do teatro documental, além de recursos do audiovisual, para criação da peça MARKU MUSICAL, inspirada na vida e na obra do músico Marku Ribas. O texto será criado de forma processual, em sala de ensaio, a partir das vivências das filhas, Julia e Lira Ribas, e da esposa Fatão Ribas com o artista. Também serão base para a construção do espetáculo a autobiografia inédita de Marku e as pesquisas de seu acervo, realizadas no período de criação da peça. Em cena, além de Julia, Lira e Fatão, estarão em cena dois atores e músicos, Marcelo Dai e Ìdòwú Akínrúli. Realização de 3 bate-papos entre equipe e público, sendo uma em cada uma das cidades em que será apresentado o espetáculo.
Este projeto contempla 100% de seus produtos com medidas de acessibilidades, da seguinte maneira:APRESENTAÇÕES (ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS): - Acessibilidade no aspecto arquitetônico: Todas as apresentações (100%) serão realizadas em espaços com rampas, corrimãos e banheiros adaptados, bem como espaços próprios para cadeiras de rodas e poltronas destinadas para pessoas obesas. - Acessibilidade para deficientes auditivos: Será contratado profissional intéprete de Libras. Serão realizadas 4 apresentações contando com este recurso em cada município (Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro), totalizando 12 apresentações. BATE-PAPO/PALESTRAS: - Acessibilidade no aspecto arquitetônico: Todas as palestras/bate-papos (100%) serão realizados em espaços com rampas, corrimãos e banheiros adaptados, bem como espaços próprios para cadeiras de rodas e poltronas destinadas para pessoas obesas. - Acessibilidade para deficientes auditivos: Será contratado profissional intéprete de Libras. Todas as ações de palestras/bate-papos (100%) contarão com recurso de tradução simultânea de Libras. Serão 3 encontros, um em cada município: Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.
Em conformidade à Instrução Normativa MinC nº 11/2024 art. 29, serão adotadas as seguintes ações de DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO neste projeto: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Em conformidade à Instrução Normativa MinC nº 11/2024 art. 30, serão adotadas as seguintes ações de DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO neste projeto: IV - Garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; (ESPECIFICAR AS AÇÕES PARALELAS): Palestra/bate-papo presencial e gratuita aberta ao público. Será realizada uma ação deste tipo em cada município por onde o espetáculo se apresentará: Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. SOBRE AS AÇÕES DE DEMOCRATIZAÇÃO: Serão um total de 65 apresentações nas cidade de Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro. Os ingressos contarão com preços populares, acessíveis à pouplação, conforme, inclusive, política adotada pelos Centros Culturais do Banco do Brasil (CCBB). Além disso, será destinada uma cota de 10% de ingressos gratuitos para os patrocinadores, bem como cota de 10% de ingressos gratuitos para projetos e instituições que visem populações em situação de vulnerabilidade social. Será contratada assessoria de imprensa especializada como forma de ampliar a divulgação do espetáculo para além dos espaços comuns, buscando pautas junto aos espaços ditos periféricos das cidades por onde a peça será apresentada. Por meio da assessoria de imprensa, em parceria com a produção deste projeto, será garantida a veiculação de imagens em redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos. Será realizado um bate-papo/palestra, presencial e inteiramente gratuita, como forma de potencializar as trocas de experiências e reflexões a partir da obra apresentada.
FICHA TÉCNICA Direção: Lira Ribas, Ricardo Alves Jr. Direção musical: Julia Ribas, Marcelo Dai Dramaturgia: Allan da Rosa Pesquisa dramatúrgica: Rafael Queiroz Elenco: Lira Ribas, Júlia Ribas, Fatão Ribas, Alexandre Massau e Idòwú Akínrúli Preparação vocal: Júlia Ribas Produção executiva: Nina Bittencourt LIRA RIBAS Atriz, diretora e figurinista, atuante no teatro e cinema. Atuou e dirigiu diversas peças em Belo Horizonte, onde ganhou o Prêmio Sinparc-MG como Melhor Diretora com o espetáculo E Peça que nos Perdoe, em 2013, e atuou em vários filmes mineiros, entre eles Estado Itinerante, com o qual ganhou Melhor Atriz no Festival de Cinema de Brasília em 2016, e Luna, de Cris Azzi (2018). Na função de figurinista, também foi indicada ao Prêmio Sinparc-MG diversas vezes. Já atuou com o grupo Espanca no espetáculo Dente de Leão, participou do filme O Natal de Rita, dirigido por Ricardo Alves Jr, pela Globo Filmes. Além de dirigir no teatro, Lira Ribas também dirigiu shows em Belo Horizonte, entre eles o do cantor Marcelo Veronez e da atriz Mariana Arruda. Fundadora e produtora de dois blocos de carnaval de Belo Horizonte, Corte Devassa e Magnólia RICARDO ALVES JR. Diretor de cinema, de teatro e produtor. É fundador da produtora Entre Filmes. Seus trabalhos se caracterizam pela hibridez de linguagens em busca de construções de atmosferas e universos particulares. Seus filmes foram exibidos em diversos festivais internacionais (Berlinale Short, Forum Expanded, Semana da Crítica do Festival de Cannes, Locarno, Rotterdão, Oberhausen, Havana). Elon não Acredita na Morte é seu primeiro longa-metragem e teve estreia nacional no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Em 2022 lançou o documentário "Quem tem Medo?" e Tudo é Verdade, DocLisboa e DocMéxico. No teatro dirigiu 7 espetáculos, entre eles "Cine Splendid”, projeto contemplado pelo fundo Iberescena, sendo apresentado no festival MIRADA e no Sesc Ipiranga, em SP. Em 2018, dirigiu “Eclipse Solar ", espetáculo de formatura do CEFART. Sua última trabalho no teatro é o espetáculo Tragédia com o grupo QuatrolosCinco JÚLIA RIBAS Cantora, compositora e educadora, com reconhecimento nacional e internacional. Seu primeiro disco foi BRASILIANDO, gravado pela 1° edição do “Natura Musical” (2005). Após turnê musical na Alemanha e Áustria, viagens à África e Haiti, Júlia lança o disco VOZ, VIOLÃO, ESSÊNCIA (2013). Remarca e pontua um tempo de reorganização do repertório musical ainda mais forte e latente, com revisitação às obras do pai Marku Ribas idealizando o “Festival Minas Canta Marku” e também lança o EP “De Volta Pra Casa” (2019). Júlia Ribas ressignifica e expõe sua feminilidade detentora de legados e com o rompimento de um silêncio, assumindo sua postura markuniana, sertaneja, barranqueira, musical e universal, e autoral, expondo em 2021 o EP “Tempo”, e numa simbiose de suas revisitações e ao novo formato de “estado de palco” transforma todo seu trabalho em uma celebração à música e à vida, ecoa o álbum Lágrima Seca MARCELO DAI Cantor e multi-instrumentista, começou sua vivência artística em um projeto social chamado Corpo Cidadão, aos 7 anos de idade. Marcelo recebeu uma bolsa integral e iniciou seus estudos de bateria aos 17 anos de idade na Fundação de Educação Artística, renomada escola de música brasileira, onde estudou com o percussionista da Orquestra Sinfônica de MG, Aluizio Brant. Atualmente está terminando um bacharelado em Música na UFMG, sob a tutela de André "Limão" Queiroz, com foco nas técnicas de Blues, Jazz, Funk, Samba, Soul e Música Latina. Marcelo vem assumindo cada vez mais espaços em cenas musicais no Brasil e internacionalmente. Realizou apresentações no exterior, atuando em festivais em 3 continentes. Em 2018, ganhou o prêmio “BDMG Jovem Instrumentista”. Recentemente, Murat Diril Cymbals convidou-o a participar da NAMM 2019. Participou também da NAMM 2020, realizadas nos EUA ALLAN DA ROSA Poeta, cronista, contista, escritor, dramaturgo, editor. Autor de Da Cabula (Prêmio Nacional de Dramaturgia Negra 2007), de Vão, de Reza de mãe, além dos infanto-juvenis Zagaia e Zumbi assombra quem? (finalista do Jabuti 2018). Em coautoria, publica Morada, Mukondo lírico (Prêmio Funarte de Arte Negra 2014), A calimba e a flauta: versos úmidos e tesos. Escreveu Pedagoginga, autonomia e mocambagem. Um dos nomes da literatura periférica, é idealizador de Edições Toró, que visava à publicação de livros de autores da literatura periférica, e Nas Ruas da Literatura, na Rádio USP, para discutir a obra de grandes nomes da literatura africana, brasileira e latinoamericana. Doutorando pela USP. Palestrou, recitou e oficinou em feiras, universidades, bibliotecas e centros comunitários de pelo Brasil e por Cuba, Moçambique, EUA, Colômbia, Bolívia e Argentina, entre outros RAFAL QUEIROZ Doutor em Comunicação pela UFPE. Escreveu e pesquisou sobre música e comunicação abordando temas como mídia, consumo, materialidade, cenas e circuitos culturais.Escreveu para as revistas Outros Críticos e Música Independente, entre matérias, resenhas, entrevistas e ensaios, ainda desenvolvendo um trabalho como DJ, tendo integrado o projeto coletivo de discotecagem de música africana e afrodiaspórica, Estrela Negra. A partir do doutorado, começa a pesquisar a música do Atlântico Negro, sua produção, distribuição e consumo relacionados a processos identitários e questões raciais. Sua pesquisa gerou a tese FOGO NOS RACISTAS! Epistemologias negras para ler, ver e ouvir a música afrodiaspórica", em que trabalha com o pensamento de autores negros e os utiliza para analisar produtos oriundos de artistas africanos e afrodiaspóricos.Utiliza a música e a cultura negras como forma de combater racismos, epistemícidios e formas hegemônicas de saberes ainda presentes dentro do âmbito acadêmico FATÃO RIBAS Foi casada com Marku Ribas durante 35 anos. Fatão é assistente social, é um nome de referência na área de urbanização de vilas e favelas na cidade de Belo Horizonte. Durante todo o período de casamento, Fatão sempre esteve presente nas decisões e na história de carreira de Marku, tendo acompanhado de perto seus processos criativos. Após o falecimento do artista, ela continua seu processo em manter a obra dele viva, por meio do acervo da família e do legado de Marku, juntamente com suas duas filhas, Julia e Lira. A presença de Fatão nos palcos da peça reforça a noção de documentário para a obra e o traz para o palco através da presença de sua família NINA BITTENCOURT Socióloga, produtora, pesquisadora cultural. Como produtora, atua no teatro e no audiovisual. Produziu, juntamente com Grace Passô e Ricardo Alves Jr., o espetáculo SARABANDA (2015). Atualmente, produz o espetáculo VAGA CARNE, peça na qual contribuiu com a pesquisa para a criação. Em 2020, produziu os trabalhos FREQUENCIA 20.20 e RETROSPECTIVA PRETA, ambos de Grace Passô, tendo também contribuído para a pesquisa deste último. Em 2021 produziu a performance FICÇÕES SÔNICAS (Grace Passô), exposta na 34ª Bienal de SP. No audiovisual, foi produtora, produtora executiva e diretora de produção do média-metragem VAGA CARNE (Grace Passô e Ricardo Alves Jr., 2019), que teve estreia internacional no Festival Internacional de Berlim e vencedor do prêmio da 25ª edição do Festival Internacional de Cinema Queer Lisboa. Assina a direção de produção dos longas-metragens TUDO O QUE VOCÊ PODIA SER (2023, com estreia nacional no Festival do Rio) e PARQUE DE DIVERSÔES (com previsão de lançamento para 2024), ambos dirigidos por Ricardo Alves Jr.. Foi também assistente de produção do premiado álbum visual BROTA, da cantora e mul=-instrumentista Leticia Coelho (2022). Nina é sócia fundadora, em parceria com a diretora, atriz e roteirista Grace Passô, da produtora Grãos da Imagem. Atualmente, está na coordenação executiva do longa-metragem Amores 1500, dirigido por Grace Passô e produzido pela Entre Filmes, em etapa de filmagem
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.