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PRONAC 2416230Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Série de Intermezzos nas Casas de Ópera de Ouro Preto e Sabará

GUILHERME MATOZINHOS DA SILVA 07543726696
Solicitado
R$ 1,61 mi
Aprovado
R$ 1,61 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Erudita
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Concertos sinfônicos
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-01-01
Término

Resumo

Quando se fala da música tocada em Minas Gerais nos século XVIII nos remetemos logo à obra sacra dos mestres Lobo de Mesquita, Francisco Gomes da Rocha, Manoel Dias de Oliveira dentre outros. No entanto, não só a música religiosa era usufruída nos tempos do Barroco brasileiro. A música não religiosa também, e, notadamente a ópera.A apresentação desse gênero musical era intensa, como acontecia na Casas de Ópera espalhadas pelas vilas do Brasil Setecentista. Atreves da manutenção da Orquestra Minas barroca, será a primeira vez que as Casas de Ópera de Ouro Preto e Sabará recebera um programa dedicado a 24 apresentações de 2 intermezzos, gênero musical bastante difundio no século XVIII em todo brasil especialmente Minas Gerias.

Sinopse

A Orquestra Minas Barroca tem como objevo relalizar uma série de apresentações de intermezzos nas Casas de Ópera de Ouro Preto e Sabará, com montagens temas cômicos possibilitando a entrada livre para todas as idades. Duração :60 minutos Classificação: Livre

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar 24 apresentações de 2 intermezzos nas Casas da Ópera de Ouro preto e Sabará, os teatros mais antigos do Brasil com a manutenção Orquestra Minas Barroca. Objetivos específicos: - Manutenção da Orquestra Minas Barroca - Realizar montagem de 2 intermezzos - Realizar 24 apresentações,( 12 apresentações na casa de Ópera de Ouro Preto e 12 apresentações na casa de Ópera de Sabará) - Promover o acesso ao repertório operístico adaptado para língua protuguesa; -Ampliar o público de óperas em Minas Gerais; -Dar destaque à produção musical do século XVIII; - Familiarizar o grande público à linguagem cênica e musical da ópera através de obras menores como os intermezzos.

Justificativa

O período barroco no Brasil foi o estilo artístico dominante na maior parte do período colonial brasileiro, desenvolvendo importante papel na história do país. Os estudos sobre as artes plásticas são profundos e conta com grandes pesquisas consolidadas. Já o repertório musical barroco possui uma pequena, mas importante pesquisa sobre a preservação desse acervo, realizada pela Orquestra Minas Barroca. A execução de obras de autoria de artistas do período barroco em Minas Gerais é o motor da Orquestra Minas Barroca, que atua na salvaguarda, pesquisa e comunicação desse patrimônio histórico. A execução do projeto através da Lei Rouanet, possui importante papel na memória desse patrimônio, atuando como comunicador deste para a população, fortalecendo e contribuindo para o desenvolvimento de futuros estudos e interesse por parte da sociedade na musica barroca. A execução das peças em instrumentos confeccionados com as técnicas da época, promovem o resgate de saberes do período, contribuindo para uma melhor compreensão do nosso patrimônio musical. O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Art.3º II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos

Estratégia de execução

Estimativa de publico Casa da Operá de Ouro Preto: capacidade 280 lugares / Estimativa para 12 apresentações:3360 Casa da òpera de Sabará:capacidade 300 lugares / Estimativa para 12 apresentações:3600 Publico total:6960

Especificação técnica

Todas os concertos serão com entrada gratuita para desenvolver o acesso à musica operística. Será destribuido libretos para que os espectadores possam ter um conhecimento prévio do espetáculo.

Acessibilidade

Acessibilidade FÍSICA As apresentçãoes serão em teatros tombados como patrimônio histórico, será disponibilizado uma pessoa em cada local para auxiliar o acesso destes à um lugar com conforo e de boa visibilidade do espetáculo. Acessibilidade de CONTEÚDO Será disponibilizado legenda descritiva para pessoas com deficiência auditiva sem custo para o projeto.

Democratização do acesso

Todos os concertos serão com entrada gratuita. Além de ensaio geral aberto para interessados, com bate-papo do processo. O público beneficiado serão: - público em geral das cidades de Ouro Preto e Sabará; - Alunos das escolas públicas; - Alunos de música e teatro. - Turistas que se encontram nas cidades históricas. Por se tratar de apresentações gratuitas, o público será diversificado e democratico, tendo em vista que as ações de divulgação serão descentralizadas. III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;

Ficha técnica

Coordenador Geral e Maestro: Guilherme Matozinhos da Silva ( cargo realizado pelo proponente do projeto) Orquestra:Rafael Marcenes, Violino IRenato Gomes,Violino IIDomingos Sávio Lins, Flautas Doce Cantores:Priscila Neves, Mayra Lopes, SopranosHeitor Araújo, ContratenorRobson de Aguiar, Baixo A Orquestra Minas Barroca tem se consolidado no cenário musical mineiro, sempre levando ao publico, um repertorio inédito com obras do patrimônio musical brasileiro.Durante os três anos de existência, a orquestra tem se apresentado em importantes eventos como: Dia do Barroco Mineiro, Seminário Internacional de Historia, 37ª Semana Aleijadinho, Art Music’ and Colonialism in Latin America na HMT Hochschule für Musik und Theater Rostock na Alemanha em 2015, Embaixada do Brasil em Roma e Assis na Itália em 2016, II Semana do Músico de Conselheiro Lafaiete 2017, Recita da Ópera A Vingança da Cigana no Grande Teatro do Palácio das Artes 2018. Currículos: Guilherme Matozinhos da Silva, Licenciado com habilitação em Contrabaixo pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), desenvolveu pesquisa a partir de financiamento da Fundação de Amparo a Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG), e da própria universidade, de 2009 até 2014 sob orientação do professor Domingos Sávio Lins Brandão. Participou, através de comunicação de trabalho, publicação de resumos dos 11º, 12º, 13ª e 14º Seminários de Pesquisa e Extensão da UEMG (2009, 2010, 2011, 2012). Atuou como instrumentista no projeto "Kolonialismus und Romantismus": Liturgische Musik aus Minas Gerais (Brasilien) von Lobo de Mesquita, e palestrante no workshop “Editions of musical manuscripts from Minas Gerais and musical practice” na Universidade de Rostock (Alemanha, 2015), coordena a Orquestra Minas Barroca de 2013 e como regente da mesma realizou as sehuintes apresentações:Dia do Barroco Mineiro, Seminário Internacional de História, 37ª Semana Aleijadinho, Art Music’ and Colonialism in Latin America na HMT Hochschule für Musik und Theater Rostock na Alemanha em 2015, Embaixada do Brasil em Roma e Assis na Itália em 2016, II Semana do Músico de Conselheiro Lafaiete 2017, Recita da Ópera A Vingança da Cigana no Grande Teatro do Palácio das Artes 2018, XX Festival de Internacional de Coros Cusco 2018 e Embaixada do Brasil em Lima Peru, 2018.Concertos na Matriz, Tiradentes, 2019, Casa Fiat de Cultura, Belo Horizonte 2019,Festival MUCIH - MÚSICA NAS CIDADES HISTÓRICAS, 2021,Concertos no Museu do Oratório, Ouro Preto, 2022. Baixo-barítono, Robson de Aguiar Ribeiro, teve uma formação musical polivalente, estudando teclado, violino e canto. Atuou por 10 anos como cantor sacro, participou do coro juvenil da Casa de Cultura de Vespasiano e atuou como cantor em cerimoniais de casamentos durante 4 anos. Recentemente, estudou canto com o tenor Lúcio Rogério Martins, do Coral Lírico de Minas Gerais, onde desenvolveu técnicas de canto e teoria musical. Foi integrante do Coro de Câmara Lobo de Mesquita, sob a regência do Maestro Márcio Miranda Pontes, onde apresentou obras como a Missa em Sol maior de Schubert e as Danças Polovtsianas de Borodin. Com o mesmo coro, também se apresentou no Palácio das Artes de Belo Horizonte ao lado de Dori Caymmi e Mauricio Tizumba em um tributo ao cantor Dorival Caymmi. Assessor e perito em canto litúrgico, Robson também ministra Workshop’s de música sacra a partir dasdiretrizes litúrgicas católicas. Como consequência deste trabalho com canto litúrgico, a mais de 8 anos ele trabalha com regência de corais, onde realiza um trabalho de canto polifônico para leigos. Compõe a Orquestra Minas Barroca, se dedicando nos estudos da música antiga com ênfase na música colonial mineira. Recentemente fez turnê na Itália com a Orquestra Minas Barroca, se apresentando em Roma na Embaixada Brasileira e na cidade de Assis. No ano de 2017 foi solista do Requiem de Mozart na UEMG. Interprete da ópera A vingança da Cigana, ópera de Domingos Caldas Barbosa e Leal Moreira, Robson já se apresentou em 2016 na casada ópera de Ouro Preto, principal palco do século XVIII ainda existente nas américas e em 2018 no Grande Teatro no Palácio das Artes de Belo Horizonte. Heitor Araújo Pereira 987/2001 estudos particulares de piano com Lucia Pires Amaral. 2000/2002 inicio de estudos de canto com professor Amin Feres. 2003 iniciou bacharelado/canto pela UEMG – não concluído 2004 iniciou bacharelado/canto pela UFMG – concluído em 2007 com a professora Monica Pedrosa. 2005 Curso de extensão/UFMG em cravo. Participou de vários festivais de música antiga, como de Curitiba e Londrina e Juiz de Fora. Estudos particulares de canto com Marília Vargas 2005/2009. 2008/2011 cursou Master/Gesang Alte Musik (performance em canto barroco) na Escola Superior de Música da cidade de Trossingen/Alemanha (Staatliche Hochschule für Musik Trossingen) com as professoras Maria Cristina Kiehr (Argentina/Suiça) e Gundula Anders (Alemanha). 2013/2014 concluiu curso de percussão com Serginho Silva na Bituca Universidade de Música Popular. 2000/2005 membro e solista do Opera Studium e dos Corais UNIPAC e Madrigal Ouro Preto ambos sob regência de Amin Feres. De 2003 ate 2006 foi membro efetivo do Ars Nova coral da UFMG, sob regência de Carlos Alberto Pinto Fonseca. Desde 2000 – Concertos e Apresentações musicais – coral, canto solo, canto em grupos de música de câmaras. (comprovados por programas de concertos) 2005/2007 membro do Coro de Câmara da Escola de música da UFMG. No coral Sesi Minas atuou como cantor solista e auxiliar no naipe de contraltos. 2006/2008 é membro da Cameratta Lusittana, grupo dedicado à pesquisa e execução de música antiga ibérica e latino americana sob a direção musical de Luciana Gomes. 2012/2013 atuou em Projeto da Lei estadual de incentivo à cultura junto à Sociedade São Miguel Arcanjo/Barbacena, na formação de um coral, preparação vocal e aulas de canto/musica para as crianças beneficiadas pela Associação. Atua como professor particular de canto desde o ingresso na UFMG. Atuou como professor de canto junto ao Conservatório Municipal Heitor Villa Lobos de Barbacena nos meses de abril/maio/junho 2015. Atualmente é membro efetivo da Orquestra Minas Barroca, grupo vinculado à UEMG em Belo Horizonte, que apresenta-se regularmente no Brasil e exterior. Grupo também dedicado à pesquisa e execução de música antiga ibérica e latino americana, com instrumentos de época. Sob direção musical de Guilherme Matozinhos da Silva e Domingos Sávio Lins Brandão. Priscila do Carmo Neves Formação Acadêmica:Ensino fundamental e Médio completo: Colégio Logosófico González Pecotche.Ensino Superior: Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG)Bacharelado em Canto Lírico 7º período. Formatura 2018.Formação Artística• Curso de formação em Música no Centro de Formação Artistica (Cefar).Instrumento: Canto Lírico. Período: 2009 a 2015.• Curso de Formação Profissional AutoCAD.Carga Horaria: 212 horas - Período: 01 de fevereiro a 20 de abril de 2010.• Oficina de Dança Barroca ministrada por Raquel Aranha.Carga Horaria:12 horas - Período: 30 a 31 de março de 2009.• Participação na oficina Vestire Mozart – O rabisco da mudança. CargaHoraria: 06 horas - Período: 29 a 30 de agosto de 2014.• Participação no 35º Festival de música de Londrina.Horaria: 72 horas - Período: 12 a 25 de julho de 2015.• Curso livre de Teatro no Galpão Cine Horto – 2016- 2017.• Academia de Verão Carolina Faria.Horaria: 20 horas - Período: 13 a 19 de fevereiro de 2017.• Curso de Canto Litúrgico.Horaria: 25 horas - Período: 30 de maio a 30 de julho de 2017.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais