Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2416237Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

2º FESTIVAL AVANTE

KINO BEAT PRODUCOES CULTURAIS LTDA
Solicitado
R$ 1,06 mi
Aprovado
R$ 1,06 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Porto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto pretende realizar a 2ª edição do Avante, festival que convida, através da música, à celebração, e à reflexão sobre as tradições e identidades do Rio Grande do Sul. A programação terá o foco nas influências da diáspora africana e dos povos originários das Américas na musicalidade gaúcha e brasileira contemporânea.

Sinopse

Os shows serão definidos através do processo de pesquisa e curadoria.

Objetivos

Objetivo Geral Através da produção e realização da 2ª edição do Festival Avante, promover a música gaúcha contemporânea, influenciada pelo legado da diáspora africana e dos povos originários, e também, nos ritmos e sonoridades de outras partes do Brasil. Objetivo específico - Realizar um festival de música regional em Porto Alegre com duração de 1 dia e mais de 12 horas de duração e dois palcos, com entrada a preço popular, com estimativa de público de 5000 mil pessoas; - Doar 20% da bilheteria como ação de democratização, para escolas e instituições públicas e sociais, pessoas negras, LGBTQIA+; - Realizar 15 apresentações musicais gaúchas e nacionais, selecionadas através de curadoria; - Realizar um show gratuito com expoentes da música regional gaúcha e brasileira; - Realizar gratuitamente três oficinas de contrapartida social sobre a influência afro-indígena na música gaúcha e brasileira.

Justificativa

O Festival Avante nasceu em 2023 com o propósito de promover artistas locais e a diversidade musical de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul, em diálogo com a produção artística nacional. Para a sua segunda edição, reforçamos o propósito do festival e aprofundaremos alguns referenciais estruturantes da primeira edição. Dois exemplos da programação de 2023, apontam a curadoria a ser desenvolvida em 2025: O show Sementes da Retomada, montado especialmente para o Avante, com o Coral Araí Ovy e a banda La Digna Rabia. A proposta uniu a musicalidade indígena Mbyá-Guarani com a profusão de ritmos da América Latina. E o show do Projeto Ialodê, uma celebração de quatro cantoras e compositoras que revisitaram os próprios repertórios, para apresentar uma narrativa histórica da música negra do Rio Grande do Sul. Através da continuidade e desenvolvimento de suas premissas curatoriais de 2023, partiremos do conceito de "Amefricanidade" da antropóloga Lélia Gonzalez, para explorar a multiplicidade de influências culturais que moldam a identidade musical do Rio Grande do Sul. O festival, ao celebrar as "Amefricanidades do Pampa", busca destacar as contribuições e heranças afro-indígenas para a formação da identidade gaúcha. A construção de uma ideia de passado pastoril no Estado, ultrapassou barreiras sociais, geográficas e históricas, promovendo uma imagem única, o fazendeiro-gaúcho, como o principal personagem da história do Sul. Esse processo, no entanto, relegou à invisibilidade a trajetória dos trabalhadores escravizados, dos povos indígenas, dos imigrantes coloniais e camponeses, e dos trabalhadores rurais e industriais do Sul nos tempos atuais. Através do entendimento da música como uma manifestação do imaginário humano, buscamos através da valorização de outros aspectos culturais não hegemônicos do Estado, possíveis renovações de tradições e transformações de imaginários. Através da reflexão do pesquisador musical Rodrigo Caçapa: "Tradição sem invenção não é rio, é açude" abordaremos aspectos referentes a renovação de tradições na programação musical do festival. A analogia de Caçapa, nos possibilita pensar a relação entre tempo, transformação e permanência na arte, e a necessidade de uma circularidade nas correntezas das tradições. Para o festival, esse entendimento será utilizado para pensar a programação, também, com sonoridades e artistas que usam das tecnologias digitais para a reinvenção da música tradicional. Os hibridismos serão estimulados: o nativismo de encontro ao afrofuturismo. O som do violão e da gaita, pulsando na batida do Sopapo sampleado, o tambor de excelência afro-gaúcho. Da milonga afro-índigena, ao Suingue e Samba Rock do Sul, gênero particular nascido em Porto Alegre. Entre outras invenções sônicas que cristalizem outros imaginários das tradições gaúchas na contemporaneidade. É fundamental e decisivo o uso da lei de incentivo à cultura para a retomada do festival em 2025, sua consolidação no calendário da cidade e para a promoção nacional da produção musical Rio-grandense. Com a catástrofe das enchentes, o festival não pode ser realizado em 2024, impedindo o desenvolvimento de profissionais de diversas áreas da economia criativa. O festival em 2023 movimentou aproximadamente 5 mil pessoas e realizou mais de 250 contrações de forma direta e indireta, o que esperamos retomar em sua segunda edição. O projeto se enquadra nos Art. 1º da Lei 8313/91 Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° - Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos

Especificação técnica

Oficina Amefricanidade Sonora: Mapeando a Influência Afro-Indígena na Música Gaúcha e Brasileira Duração: 2 horas Objetivo: Explorar a interseção entre a identidade cultural, música gaúcha e brasileira, e o conceito de Amefricanidade, entendendo como as raízes africanas e ameríndias influenciam e moldam a música e a cultura no Brasil, particularmente no Rio Grande do Sul. A oficina visa oferecer uma experiência de reflexão e prática nas influências, ritmos e repertórios resultantes desse encontro cultural. Estrutura e Conteúdos: 1. Introdução ao Conceito de Amefricanidade - Breve apresentação sobre Lélia Gonzalez e o conceito de Amefricanidade. - Discussão sobre a ideia de "Améfrica Latina" e a inclusão das raízes africanas nas culturas e identidades da América Latina, com foco no Sul do Brasil. 2. Panorama Histórico e Cultural da Música Gaúcha e Brasileira - Música Gaúcha : abordando suas influências indígenas, afrodescendentes e europeias, como o fandango, o chamamé, a milonga, o batuque e o samba rock. - Música Brasileira: explorando gêneros como o samba, o choro, o maracatu e o ijexá, e o papel da música afro-brasileira em expressar identidade, resistência e religiosidade. 3. Prática e Experimentação Musical: Conectando Ritmos e Narrativas Amefricanas - Sessão prática de percussão com ritmos afro-gaúchos e afro-brasileiros. - Trabalho em grupos para experimentação musical, onde os participantes criarão pequenas peças ou arranjos inspirados por gêneros como o samba, a milonga, o ijexá e o chamamé. - Utilização de instrumentos de percussão, violão e voz para experimentar fusões rítmicas, em especial o tambor afro-gaúcho “Sopapo”. 4. Construção Coletiva: Compondo Narrativas Musicais Amefricanas - Trabalho colaborativo para compor uma peça musical que sintetize os elementos e influências discutidos. - Reflexão sobre o uso da música para expressar identidades plurais e narrativas invisibilizadas. 5. Discussão Final e Reflexão - Debate sobre os resultados e como a Amefricanidade pode ser aplicada para repensar a produção cultural e artística e o fortalecimento de identidades locais e comunitárias.

Acessibilidade

PRODUTO: FESTIVAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Toda a programação acontecerá em espaços que garantam acessibilidade arquitetônica como elevador, rampas de acesso e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PCDS VISUAIS: Narração antecipando as apresentações musicais. Serão contemplados com os shows musicais ACESSIBILIDADE PCDS AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação de intérprete de libras para suas atividades. ACESSIBILIDADE PCDS INTELECTUAIS COM COM SÍNDROMES: Serão contratados monitores para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações, democratizando o acesso de todos e todas. PRODUTO: APRESENTAÇÃO MUSICAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: Toda a programação acontecerá em espaços que garantam acessibilidade arquitetônica como elevador, rampas de acesso e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PCDS VISUAIS: Narração antecipando as apresentações musicais. Serão contemplados com os shows musicais ACESSIBILIDADE PCDS AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação de intérprete de libras para suas atividades. ACESSIBILIDADE PCDS INTELECTUAIS COM COM SÍNDROMES: Serão contratados monitores para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações, democratizando o acesso de todos e todas. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE FÍSICA: A oficina será realizada em local que garanta acessibilidade arquitetônica como elevador, rampas de acesso e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PCDS VISUAIS: Monitores de narração para acompanhamento do público em caso de demanda ACESSIBILIDADE PCDS AUDITIVOS: O projeto prevê a contratação de intérprete de libras para suas atividades em caso de demanda dos inscritos. ACESSIBILIDADE PCDS INTELECTUAIS COM SÍNDROMES: Serão contratados monitores para atendimento de pessoas que apresentem espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações, em caso de demanda.

Democratização do acesso

Os ingressos para os shows e espetáculos serão comercializados ao preço popular de R$40, o mínimo e R$180 o máximo, respeitando os regramentos de meia entrada previstos em legislação. Como contrapartida social, serão realizadas a oficina “Amefricanidade Sonora: Mapeando a Influência Afro-Indígena na Música Gaúcha e Brasileira” voltada para escolas, cursos técnicos e universidades públicas e instituições sociais. Cabe ressaltar o atendimento dos seguintes pontos do artigo 30 da IN 11/2024: Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

Gabriel Cevallos - Coordenador geral e curador Graduado em Cinema e Produção Audiovisual pela PUCRS, pós-graduado em Práticas Curatoriais pelo Instituto de Artes da UFRGS, e mestre em Artes Visuais na área de História, Teoria e Crítica pelo mesmo programa. Atua há mais de 15 anos de forma multidisciplinar na criação, curadoria e produção de iniciativas ligadas à arte contemporânea, música e audiovisual. É idealizador, diretor e curador do Festival de artes integradas Kino Beat. É também idealizador, diretor e curador do festival de música Avante e do projeto continuado de música e performances audiovisuais Farol.live. Recebeu os prêmios de Destaque em Curadoria e Ações de Inovação e Difusão no 13 ̊ Prêmio Açorianos de Artes Plásticas da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre em 2020. Pesquisador musical e DJ há 20 anos. Liége Biasotto - Direção de Produção Liége Biasotto é Relações Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e trabalha na área de produção cultural desde 2007. Em 2010 abriu a CUCO Produções, empresa focada em produção cultural, elaboração e gestão de projetos culturais e consultoria. Com uma ampla experiência na cena musical, responde pela direção de produção do Projeto Farol.Live, Festival Kino Beat, Festival de Música de Nova Prata, Projeto Circuitos Musicais e do projeto social OUVIRAVIDA - Educação Musical Popular. Ainda, é gestora de projetos incentivados do Museu do Hip Hop do RS, Casa da Cultura Hip Hop de Esteio, Casa de Cultura Mario Quintana e Orquestra de Câmara da ULBRA. Mauryani de Oliveira - Produção Executiva Natural de Belém do Pará, atua como produtora executiva no mercado cultural, alinhado a projetos sociais, gestão e tecnologia. Há 6 anos residente em POA, cursa Relações Públicas na Unisinos. Atualmente, trabalha como produtora executiva no projeto Farol Live no Farol Santander, Curadoria e Produção no projeto Frequências Sonoras no Instituto Ling e é Assistente de produção no Festival Avante.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.