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Projeto de Festival Internacional de música de improvisação e arte sonora. Composto por shows, resultantes de uma chamada aberta com participantes selecionados pelos curadores do festival, bem como convites a artistas, também realizados pelos curadores.
não se aplica
Objetivo Geral Promover a Diversidade e a Criatividade Musical: Celebrar a música de improvisação e a arte sonora em suas diversas formas, estilos e abordagens, reunindo artistas de diferentes culturas e trajetórias para criar um espaço de experimentação e inovação. Fomentar a Inclusão e o Acesso à Cultura: Oferecer atividades gratuitas e acessíveis em diferentes regiões de São Paulo, incluindo CEUs em áreas de baixíssimo IDH, garantindo que comunidades locais possam participar e se envolver com o mundo da música experimental. Todas as atividades contarão com tradução em Libras, reforçando o compromisso com a acessibilidade. Estimular a Educação Auditiva e a Sensibilidade Sonora: Por meio de oficinas e masterclasses, incentivar o desenvolvimento da escuta atenta e da percepção sonora, ensinando técnicas de gravação, improvisação e criação sonora que ampliem a compreensão e a apreciação do som como expressão artística. Facilitar o Intercâmbio e a Colaboração Artística: Criar oportunidades para músicos, artistas sonoros e o público interagirem, trocarem conhecimentos e colaborarem em performances e projetos, promovendo uma cena cultural vibrante e conectada. A proposta "Encontros" no Sesc é um exemplo desse espírito colaborativo, reunindo artistas consagrados e músicos locais para jams improvisadas. Incentivar a Inovação e a Exploração Sonora: Estimular a criação e o uso de novas técnicas, instrumentos e tecnologias na música de improvisação e arte sonora, promovendo a liberdade criativa e a exploração de novas possibilidades sonoras. Fortalecer a Cena de Música Improvisada e Arte Sonora em São Paulo: Consolidar o festival como um ponto de referência para a música improvisada e a arte sonora, fortalecendo a rede de artistas, espaços culturais e público interessado nessa forma de expressão. Ao realizar shows em locais que já abrigam essa cena, o festival reforça a importância desses espaços na manutenção e crescimento da cultura musical experimental. Esses objetivos orientam todas as ações e atividades do festival, assegurando uma programação diversificada, inclusiva e inovadora, que celebra a improvisação musical e a arte sonora como formas essenciais de expressão e conexão cultural. Objetivo Específico Realizar 6 dias de apresentações musicais e performances ao vivoAção: Organizar shows em teatros e espaços alternativos da cidade de São Paulo, distribuídos em 4 dias, e 2 dias adicionais no Sesc, com a proposta "Encontros", que reúne artistas consagrados e músicos locais em jams de 40 minutos.Meta Mensurável: 6 dias de apresentações com, no mínimo, 20 performances diferentes, envolvendo aproximadamente 60 artistas. Oferecer oficinas educativas em 4 CEUs localizados em regiões de baixo IDH de São PauloAção: Ministrar oficinas práticas de criação e improvisação sonora, incluindo atividades como gravação e mixagem de sons, criação de instrumentos alternativos e sessões de improvisação com objetos do cotidiano.Meta Mensurável: Realizar 4 oficinas diferentes, em cada um dos 4 CEUs, totalizando 16 sessões de oficinas, beneficiando pelo menos 200 participantes. Promover uma apresentação final dos participantes das oficinas no teatro dos CEUsAção: Organizar uma mostra de encerramento onde os participantes das oficinas poderão apresentar suas criações sonoras e improvisações, compartilhando suas experiências com a comunidade local.Meta Mensurável: Realizar 4 apresentações finais (uma em cada CEU), com a participação de pelo menos 50 pessoas (entre artistas e público) por evento. Oferecer atividades acessíveis para pessoas surdas ou com deficiência auditivaAção: Disponibilizar tradução em Libras para todas as atividades do festival, incluindo oficinas, shows e debates, garantindo a inclusão de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Meta Mensurável: Tradução em Libras disponível em 100% das atividades programadas, com comprovação através de registros em vídeo e documentação. Organizar painéis e debates sobre temas relacionados à improvisação e arte sonoraAção: Conduzir mesas-redondas e debates com artistas, curadores e pesquisadores para discutir práticas de improvisação, inovação sonora e o impacto da arte sonora na cultura contemporânea. Meta Mensurável: Realizar pelo menos 3 painéis com a participação de 12 especialistas, reunindo um público de, no mínimo, 150 pessoas ao longo das discussões. Lançar uma chamada aberta para selecionar artistas emergentes e novos talentosAção: Publicar um edital de chamada aberta para músicos e artistas sonoros interessados em se apresentar no festival, permitindo que novos talentos sejam descobertos e exibam suas criações ao lado de artistas renomados.Meta Mensurável: Receber no mínimo 100 inscrições e selecionar cerca de 10 propostas artísticas para integrar a programação de shows. Fomentar a divulgação do festival e das práticas de improvisação e arte sonoraAção: Desenvolver uma campanha de comunicação que inclua divulgação nas redes sociais, imprensa e materiais promocionais para atrair um público diversificado, incluindo comunidades locais, jovens artistas e entusiastas da música experimental. Meta Mensurável: Alcançar uma audiência de, no mínimo, 5.000 pessoas por meio de divulgação digital e impressa, medido pelo alcance em redes sociais e presença de público nos eventos.Esses objetivos específicos são claros e mensuráveis, facilitando o acompanhamento e a comprovação das ações realizadas durante o festival. Eles demonstram o compromisso do projeto com a educação, inclusão, e promoção cultural, assegurando impacto positivo e significativo para a cena artística e a comunidade.
O Improfest chega à sua 12ª edição consolidado como uma plataforma única de experimentação e inovação sonora, reconhecido nacional e internacionalmente por promover a diversidade e a criatividade musical. Desde sua primeira edição, o festival tem se destacado por reunir artistas de diferentes culturas, estilos e trajetórias, criando um espaço de interação e troca que valoriza a escuta atenta, a improvisação e a arte sonora como formas essenciais de expressão artística e cultural. Ao longo das edições anteriores, o festival contribuiu significativamente para a cena musical e artística ao oferecer ao público experiências auditivas únicas, que desafiam as convenções e expandem a percepção do som e da música. Ele se tornou um ponto de encontro para músicos, pesquisadores e entusiastas que buscam explorar novas possibilidades sonoras, combinando técnicas tradicionais e contemporâneas em uma abordagem inclusiva e inovadora. Nesta 12ª edição, o festival reafirma seu compromisso de ser um palco para a descoberta de novos talentos e para o reconhecimento de artistas consagrados. A programação, composta por apresentações resultantes de uma chamada aberta e convites diretos, assegura que vozes emergentes possam dialogar com referências globais na improvisação e arte sonora. Essa curadoria híbrida reforça a missão do festival de promover uma cena artística vibrante e diversa, que acolhe diferentes perspectivas e encoraja a inovação. Além disso, a 12ª edição busca fortalecer o impacto da percepção da escuta e a fruição em localidades que normalmente não sao contempladas por esse tipo de programação, oferecendo uma ampla variedade de oficinas e shows.. Estas atividades têm como objetivo proporcionar ao público uma formação mais profunda e sensível, explorando temas como a criação de paisagens sonoras, a improvisação musical com objetos do cotidiano, e o uso de tecnologias na arte sonora. Com isso, o festival não só inspira e conecta artistas, mas também contribui para o desenvolvimento cultural e perceptivo da comunidade, promovendo práticas de escuta atenta e criatividade coletiva. A continuidade do Improfest, agora em sua 12ª edição, é um testemunho de sua relevância e sucesso em oferecer experiências artísticas que rompem barreiras e incentivam a colaboração. Ele permanece como um evento fundamental para o fortalecimento da cena de improvisação e arte sonora, ao mesmo tempo que amplia o alcance de práticas artísticas experimentais, fomentando um ambiente de diálogo e inovação cultural.
Perfil do Público EsperadoO Improfest atrai um público diversificado, composto por diferentes perfis que refletem a variedade de sua programação e os locais onde é realizado: Estudantes e Jovens Músicos: As oficinas nos CEUs, localizadas em regiões de baixo IDH de São Paulo, são voltadas para estimular o interesse de jovens e adolescentes na música experimental e na arte sonora. O público esperado inclui estudantes curiosos por explorar novos caminhos criativos, jovens músicos que desejam aprender técnicas de improvisação e criação sonora, além de pessoas interessadas em desenvolver suas habilidades de escuta e expressão musical. Comunidades Locais e Famílias: Os eventos nos CEUs também são uma oportunidade para envolver as comunidades locais, oferecendo acesso gratuito e inclusivo a atividades culturais de alta qualidade. Espera-se que famílias inteiras participem, com pais e crianças experimentando juntos as oficinas e apresentações, promovendo um ambiente de descoberta e aprendizado coletivo. Entusiastas de Música Experimental e Arte Sonora: Os shows e performances realizados em espaços alternativos que já abrigam a cena de música improvisada atraem um público de nicho, formado por entusiastas de música experimental, arte sonora e práticas artísticas inovadoras. São pessoas que acompanham e apreciam novas expressões sonoras, muitas vezes interessadas em explorar a interseção entre som, tecnologia e performance. Artistas e Profissionais da Música: O festival também reúne músicos profissionais, artistas sonoros, DJs, produtores e outros profissionais da música interessados em colaborar, aprender e se inspirar. A proposta "Encontros" no Sesc, onde artistas consagrados interagem com músicos locais em jams improvisadas, atrai um público que busca experiências únicas e imprevisíveis, além de networking e intercâmbio cultural. Acadêmicos, Pesquisadores e Estudiosos: Além dos entusiastas e profissionais, o festival também atrai pesquisadores e acadêmicos que estudam a música experimental, a arte sonora e a improvisação. Eles encontram no evento um espaço para discutir, observar e documentar tendências e práticas inovadoras na área, o que enriquece a cena artística e fortalece o entendimento e a apreciação da improvisação como expressão cultural. Público Geral Interessado em Novas Experiências Culturais: Finalmente, o festival acolhe um público mais amplo, composto por pessoas que talvez não estejam familiarizadas com a improvisação musical, mas que estão abertas a novas experiências culturais. As apresentações nos Sescs e espaços alternativos oferecem um ponto de entrada para esse público, que pode se encantar com a espontaneidade, a energia e a criatividade das performances, despertando um novo interesse por formas de arte sonora menos convencionais.Esse mix de públicos cria uma atmosfera rica e variada, onde diferentes perspectivas se encontram, contribuindo para um festival vibrante, inclusivo e culturalmente relevante.
Encontros e Oficinas Culturais 40 horas Programa de Oficinas: Explorando Paisagens Sonoras e Improvisação Musical 1. Paisagens Sonoras: Gravações e Mixagens do TerritórioDescrição: Oficina que ensina técnicas de gravação e mixagem, explorando sons urbanos e naturais. Os participantes irão captar sons do entorno (ruídos, vozes, sons da natureza) usando seus próprios celulares e aprender a criar composições sonoras que representem a paisagem sonora de um lugar. Atividades:Introdução à captação de áudio e uso de celulares para gravação.Passeio sonoro para coleta de sons no ambiente externo.Técnicas básicas de edição e mixagem de som.Criação de uma paisagem sonora coletiva que represente o território explorado. Duração: 2 horas (2 sessões de 1 hora)Público-alvo: Aberto a todas as idades, indicado para iniciantes e entusiastas do som. 2. Arte Sonora: Que Som Tem Isso?Descrição: Oficina prática que explora objetos cotidianos e materiais não convencionais para criar sons únicos, incentivando a criatividade e a experimentação. Os participantes irão transformar objetos comuns em instrumentos sonoros, explorando suas texturas e timbres. Atividades:Apresentação sobre arte sonora e exemplos de artistas que utilizam objetos não convencionais.Sessão prática de exploração sonora com diferentes materiais (papel, vidro, metais, plásticos).Criação de pequenos instrumentos e dispositivos para manipular o som.Composição colaborativa usando os sons descobertos. Duração: 2 horas (2 sessões de 1 hora)Público-alvo: Crianças, jovens e adultos curiosos por explorar novos sons. 3. E Se Misturar Com Aquilo? Improvisação Livre com Objetos do CotidianoDescrição: Oficina de improvisação musical que utiliza objetos do dia a dia como instrumentos. Os participantes aprenderão a escutar e responder aos sons produzidos pelos outros, criando uma performance coletiva e espontânea. Atividades:Introdução à improvisação livre e suas dinâmicas.Exploração de sons com objetos do cotidiano (copos, chaves, sacolas, etc.).Exercícios de improvisação em grupo, focados na escuta ativa e na interação.Apresentação final de uma peça improvisada coletiva. Duração: 2 horas (2 sessões de 1 hora)Público-alvo: Todas as idades, ideal para quem deseja experimentar a improvisação sem necessidade de conhecimento prévio. 4. Cordas Experimentais: Barbantes, Arames e Outros Materiais Como Instrumentos de CordaDescrição: Oficina prática que explora a criação de instrumentos de corda improvisados a partir de materiais simples como barbantes, arames e outros fios. Os participantes aprenderão a construir e tocar seus próprios instrumentos, explorando timbres e técnicas não convencionais. Atividades:Introdução à acústica das cordas e exemplos de instrumentos artesanais.Construção de instrumentos de corda utilizando materiais alternativos.Experimentação de técnicas para tocar e criar sons variados com os instrumentos feitos.Sessão de improvisação coletiva usando os instrumentos criados na oficina. Duração: 2 horas (2 sessões de 1 hora)Público-alvo: Jovens e adultos interessados em construção de instrumentos e experimentação musical. 5. Apresentação Final: Mostra de Paisagens Sonoras e ImprovisaçãoDescrição: Aula de encerramento onde os participantes das oficinas apresentarão suas criações no teatro da escola (todos os 4 com capacidade de 400 lugares), portanto total de público de 2400 pessoas. Será uma mostra aberta ao público, onde cada grupo poderá compartilhar as composições sonoras, improvisações e instrumentos criados durante as oficinas, promovendo um momento de interação e celebração das descobertas e aprendizados. Atividades:Ensaios e preparação das apresentações dos grupos.Apresentação das paisagens sonoras criadas nas oficinas.Performances de improvisação coletiva com objetos e instrumentos construídos.Espaço para feedback, troca de experiências e interação com o público. Duração: 2 horasPúblico-alvo: Aberto ao público geral, com participação dos alunos das oficinas. Considerações Gerais:Local: As oficinas e a apresentação final serão realizadas em 4 CEUs da Cidade de São Paulo, localizados em regiões de baixíssimo IDH, abrangendo as zonas Norte, Sul, Leste e Oeste, promovendo o acesso à cultura e educação sonora em áreas com maior necessidade de inclusão e oportunidades. Materiais: Todos os materiais necessários serão fornecidos, incluindo objetos sonoros e ferramentas para construção de instrumentos. A gravação de sons será feita com o uso dos celulares dos participantes. Inscrições: Vagas limitadas para garantir um ambiente de aprendizado interativo e colaborativo.
Acessibilidade Arquitetônica: Os teatros possuem acessibilidade, rampas bem como cadeiras para obesos, idosos e espaço para cadeirantes. Acessibilidade Comunicacional: O Improfest reafirma seu compromisso com a inclusão e acessibilidade, garantindo que todas as atividades do evento, incluindo oficinas, shows, painéis e apresentações, contem com tradução em Libras (Língua Brasileira de Sinais). Essa medida visa assegurar que pessoas surdas ou com deficiência auditiva possam participar plenamente de todas as experiências oferecidas pelo festival, ampliando o acesso à cultura e à educação sonora para todos. - Legendas em todo conteúdo digital - Todos os vídeos produzidos terao legendagem Acessibilidade Atitudinal: Equipe de monitores será treinada para atender PCDs. Todas as medidas de acesso serão amplamente divulgadas
Não haverá comercialização de ingressos, o evento será gratuito. As apresentações musicais serão totalmente gratuitas, estima-se total de 5.000 pessoas. Encontros e Oficinas Culturais - 40 horas com acesso gratis
Paulo Hartmann - Produção e Curadoria (Representante legal da empresa proponente)Artista transdisciplinar, designer, músico, produtor cultural e pesquisador independente, é criador do projeto Avant Garden e pioneiro na guitarra preparada no Brasil. Organizador do Improfest e cofundador da Orquestra Descarrego, atua na criação de paisagens sonoras e tele-performance. Curador dos festivais Memefest e Mobilefest, colaborou com artistas como Regina Silveira e Shu Lea Cheang e apresentou-se em países como Alemanha, França e Estados Unidos. Participou do álbum "Psychogeography" e do documentário "The Edge of Democracy". Teo Ponciano - Direção TécnicaPercussionista, VJ, sonoplasta e técnico de som, o usuário explora a interação entre percussão acústica e meios eletrônicos. Desenvolve trilhas sonoras e ambientações para teatro e eventos, além de criar instrumentos e dispositivos cênicos. Atuou como VJ e técnico de som em projetos de artistas como Fanta Konaté, Laura Finocchiaro e Ojos de Brujo, e colaborou com o Núcleo Luiz Ferron em obras premiadas. Participou de projetos como "Paisagem Sonora Sub Aquática" e "Per Capita" de Regina Silveira, destacando-se na integração de música, vídeo e tecnologia. Ajítẹnà Marco Scarassatti - CuradoriaAjítẹnà Marco Scarassatti é ọmọ awo Ifá, educador e um artista da escuta, atuando como compositor, artista sonoro e improvisador. É professor de Composição Musical na UFMG e autor do livro Walter Smetak, o alquimista dos sons. Foi coordenador do curso de Formação Intercultural para Educadores Indígenas (FIEI FaE UFMG) e tem desenvolvido os projetos de pesquisa artística, Orixás Sonoros e Escutas do fim do mundo: Música e Arte Sonora no Antropoceno. Artista residente e curador das 15ª e 16ª temporadas do projeto QI - Quartas de Improviso, em Belo Horizonte de 2022 e 2023, curador do Festival Irradia de Radioarte, 2023 e 2024. Professor visitante na Union Theological Seminary, em Nova Iorque nos meses de janeiro e fevereiro de 2024. Apresentou a performance Ajítẹnà, na James Chapel, em NY, no dia 30 de janeiro de 2024. Expôs sua escultura Èṣù, na exposição Virada Sônica, Farol Santander São Paulo, de 2024. Expôs sua escultura Ògún Lákáyé na exposição Arte Sonora ano 15, no Parque Lage, Rio de Janeiro, de 24/07/2024 a 27/09/2024.Teve seu trabalho Mata (2023) selecionado na convocatória Sounds of Antrophocene, organizado pelo The New Museum of Networked Art, em Colônia, Alemanha, em 2024. Estreou sua peça Àtùpà no Theatro Municipal de São Paulo, no dia 30 de 2024 com a regência do maestro Ankush Kumar Bahl. Compôs a música original para os longas Praia Formosa, Julia de Simone, 80”- digital (2024) e Suçuarana, Clarissa Campolina e Sérgio Borges, 80’- digital (2024). Romulo Alexis - Produção e CuradoriaImprovisador, (de)compositor, trompetista, produtor, educador e artista multilinguagem com ênfase em criação em tempo real. Desde 2008 participa de festivais dedicados à música exploratória e performance em instituições públicas e privadas no Brasil e Europa. Possui colaborações com mais de 300 artistas de diferentes nacionalidades e linguagens artísticas como música, teatro, performance, literatura, vídeo-arte, cinema e dança. Integra o duo Radio Diaspora de Free Jazz e Eletrônica. Desenvolve a Máquina Vocal, projeto de improvisação coral sob regência. É mestre em Musicologia pela ECA-USP.
PROJETO ARQUIVADO.