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Circuito Viver de Arte é um projeto de formação e difusão cultural que busca promover a capacitação e profissionalização de artistas e produtores culturais em Cuiabá. Com atividades nas áreas de música, artes visuais, literatura, moda e cinema, o Circuito inclui oficinas, mentorias, exposições e apresentações públicas, proporcionando aos participantes uma experiência prática e completa, com foco na economia criativa e na geração de renda através da arte.
A Casa de Artes SUMAC promove um projeto de formação artística e empreendedorismo cultural em Cuiabá, com o objetivo de capacitar jovens e adultos para o desenvolvimento de habilidades técnicas e empresariais voltadas à economia criativa. Com foco em cinco grandes áreas culturais – música, artes visuais, literatura, moda e cinema – o projeto se estrutura em ciclos formativos que combinam aprendizado técnico e orientação prática em mercado e negócios culturais, capacitando os participantes a transformarem suas criações em fontes de renda. Cada ciclo culmina em um evento público de exposição e comercialização dos produtos artísticos, proporcionando visibilidade aos artistas e ampliando o engajamento da comunidade com a cultura local. A proposta também se destaca pela criação e compartilhamento de conteúdo digital, documentando os processos criativos, as oficinas e os produtos finais de cada ciclo. Esse material será disponibilizado online e em plataformas de redes sociais, facilitando o acesso de um público mais amplo e garantindo que os frutos do projeto ultrapassem as barreiras geográficas. Ao fomentar a economia criativa, a Casa de Artes SUMAC visa transformar o cenário artístico de Cuiabá em um polo vibrante de produção e consumo cultural, consolidando-se como um centro de referência em formação e empreendedorismo cultural na região. Com um compromisso claro com a inclusão social e a diversidade, o projeto oferece ingressos gratuitos para estudantes de escolas públicas e pessoas de baixa renda, além de parcerias para garantir acessibilidade física e de conteúdo em todos os eventos, assegurando que todos possam participar e se beneficiar do projeto.
Objetivo Geral: Promover o desenvolvimento artístico e a profissionalização de jovens e adultos em Cuiabá, contribuindo para a sustentabilidade da economia criativa local e ampliando o acesso ao mercado cultural. A proposta visa consolidar o projeto Circuito Viver de Arte como uma referência em formação e empreendedorismo cultural na região. Objetivos Específicos: 1. Realizar 5 ciclos de oficinas intensivas ao longo de 10 meses, cada um dedicado a uma das áreas da economia criativa: música, artes visuais, literatura, moda sustentável e cinema. Serão oferecidas 30 oficinas ao longo do projeto, capacitando aproximadamente 900 artistas e produtores da economia criativa em técnicas específicas e conhecimentos de mercado. 2. Oferecer capacitação prática para monetização das produções artísticas, com um enfoque em estratégias de distribuição, comercialização e posicionamento de marca. Ao final de cada ciclo, os participantes terão adquirido habilidades para gerar renda com seus trabalhos e construir carreiras sustentáveis, alinhadas às práticas de mercado da economia criativa. 3. Promover 5 eventos públicos de exposição e comercialização das produções culturais desenvolvidas durante o plano, incluindo showcase musical, exposição de artes visuais, feira de moda sustentável, brechós, sarau de poesia e mostra de cinema regional. Esses eventos visam proporcionar visibilidade aos artistas e fomentar o engajamento do público, incentivando o consumo de produtos culturais locais. 4. Produzir e divulgar 5 conteúdos digitais, um para cada ciclo formativo, documentando o processo criativo e os produtos finais dos participantes. Esses vídeos serão disponibilizados gratuitamente em plataformas online, promovendo o acesso e visibilidade ao trabalho dos artistas, além de servir como material educativo para o público em geral. 5. Garantir a participação nos eventos culturais e fornecer transporte gratuito para participantes de baixa renda, pessoas LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência, com o intuito de democratizar o acesso e promover a inclusão social. As contrapartidas sociais visam ampliar o alcance do projeto, assegurando que pessoas de diversas origens e condições possam participar e se beneficiar das atividades do circuito.
O Circuito Viver de Arte se enquadra no Art. 18 da Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet), que prevê incentivo integral para projetos culturais que promovem atividades de relevante interesse cultural. Este artigo é particularmente aplicável ao Circuito Viver de Arte, que atua diretamente no fomento, na valorização e na preservação de manifestações culturais e na capacitação de artistas de Cuiabá e do Mato Grosso, especialmente em áreas de alta relevância social e cultural, como a música, as artes visuais, a literatura, o audiovisual e a cultura digital. A seguir, detalhamos as razões pelas quais o projeto atende aos objetivos do Art. 18, destacando o impacto no desenvolvimento cultural e o acesso ampliado ao público. 1. Fomento à Cultura e à Identidade LocalO Art. 18 reconhece e apoia iniciativas que promovem a cultura local e regional, e o Circuito Viver de Arte representa um pilar fundamental na valorização das expressões culturais de Mato Grosso. A proposta inclui oficinas e eventos que contemplam desde o Cururu e o Siriri, manifestações tradicionais afro-brasileiras e indígenas, até a música popular e a literatura regional. Ao fortalecer esses elementos culturais, o projeto preserva e celebra a identidade local, criando um vínculo mais profundo entre os artistas e o público. O incentivo integral do Art. 18 é essencial para viabilizar essa proposta, pois permite que o projeto ofereça aos artistas o suporte necessário para profissionalizar e expandir suas expressões culturais, algo que dificilmente seria alcançado sem o financiamento integral. 2. Capacitação e Profissionalização com Acesso AmpliadoO Circuito Viver de Arte atua como um centro de formação artística e profissional para jovens e adultos, oferecendo um programa de capacitação que engloba desde técnicas artísticas até habilidades práticas, como gestão de carreira e marketing cultural. Este projeto visa atender mais de 900 pessoas diretamente ao longo do ano, além de alcançar um público ainda maior por meio das exposições públicas e dos conteúdos digitais disponibilizados. A capacitação em arte e cultura está alinhada com o Art. 18, que incentiva projetos educacionais de impacto social e cultural, especialmente em contextos onde o acesso a essas oportunidades é limitado. Com o apoio integral da Lei, o projeto pode manter esse formato inclusivo, disponibilizando vagas gratuitas e uma infraestrutura de qualidade para a formação dos participantes, algo que seria financeiramente inviável sem o incentivo. 3. Promoção e Difusão Cultural para a ComunidadeUm dos pilares do Art. 18 é a promoção do acesso à cultura, e o Circuito Viver de Arte se compromete a tornar a cultura acessível a um público diverso, incluindo estudantes de baixa renda, moradores de áreas periféricas e grupos minoritários. A proposta inclui a realização de exposições trimestrais, festivais anuais e showcases mensais, além da distribuição gratuita de ingressos para escolas públicas e comunidades locais. O incentivo integral permite que esses eventos sejam gratuitos ou a preços acessíveis, removendo barreiras financeiras para o público e promovendo a democratização do acesso à cultura. Com a viabilização integral, o projeto pode se consolidar como um ponto de referência cultural, trazendo benefícios diretos para a população e reforçando a importância do acesso inclusivo à cultura. 4. Produção de Conteúdos de Valor Educativo e Memória CulturalOutro aspecto importante do Art. 18 é o apoio a produções culturais que têm valor educativo e contribuem para a memória cultural. O Circuito Viver de Arte não apenas forma artistas, mas também contribui para a criação de uma base de conteúdos culturais que reflete as diversas expressões regionais de Mato Grosso. As produções incluem gravações musicais, videoclipes, registros de performances e exposições artísticas que serão documentadas e distribuídas online. Esses conteúdos servem não apenas como memória cultural, mas também como ferramentas educativas que estarão disponíveis para escolas, pesquisadores e o público em geral. Esse tipo de produção cultural com valor educativo se enquadra perfeitamente nos objetivos do Art. 18, justificando a necessidade de incentivo integral para que o projeto possa oferecer esses produtos de maneira acessível e inclusiva. 5. Impacto na Sustentabilidade da Economia Criativa RegionalO projeto visa não apenas capacitar a cadeia produtiva, mas também integrar esses profissionais ao mercado cultural de forma sustentável, oferecendo um ciclo completo de criação, produção e difusão de produtos culturais. Ao promover uma economia criativa que valoriza e profissionaliza a arte local, o Circuito Viver de Arte gera empregos, movimenta setores como turismo e comércio e contribui para o desenvolvimento econômico da região, alinhando-se com o objetivo do Art. 18 de fomentar atividades culturais de interesse público que gerem impacto social e econômico.
Ciclos Formativos:Cada ciclo formativo abordará uma área específica da economia criativa – música, artes visuais, literatura, moda e cinema. A duração de cada ciclo é de dois meses, incluindo seis oficinas semanais, cada uma com carga horária de 4 horas, totalizando 24 horas por ciclo. Cada oficina contará com instrutores qualificados que orientarão os participantes em técnicas artísticas e ferramentas de mercado específicas para cada setor cultural. Ao final de cada ciclo, os participantes terão adquirido conhecimentos técnicos e noções de empreendedorismo que os capacitarão para transformar suas criações em fontes de renda.Imersão Songcamp:O ciclo formativo de música incluirá uma imersão intensiva de uma semana chamada Songcamp, que reunirá músicos e produtores em um ambiente colaborativo para a criação de um EP. Durante essa semana, os participantes terão a oportunidade de trabalhar lado a lado com mentores convidados, que irão orientá-los em composição, produção musical e estratégias de marketing. Ao final do Songcamp, o EP será lançado em plataformas digitais, e um showcase ao vivo marcará o encerramento do ciclo, apresentando o resultado da produção ao público e oferecendo uma experiência imersiva para os participantes.Eventos Públicos de Exposição:Cada ciclo formativo será encerrado com um evento público, que variará conforme a temática do ciclo. As exposições, feiras, mostras e showcases acontecerão em um dia de duração média, com expectativa de público de até 200 pessoas por evento. Os produtos artísticos desenvolvidos pelos participantes durante as oficinas serão expostos e estarão disponíveis para comercialização, permitindo que o público se engaje diretamente com o trabalho dos artistas. Exemplos de eventos incluem exposições de artes visuais, feiras de moda e design, mostras de cinema regional e showcases musicais, todos abertos ao público e com ingressos subsidiados ou gratuitos para assegurar a inclusão.Conteúdos Digitais:Serão produzidos conteúdos digitais documentando cada ciclo, incluindo entrevistas com os participantes, registros das oficinas e momentos do processo criativo. Esses vídeos terão duração média de 10 a 15 minutos, produzidos em alta resolução e editados com legendas e audiodescrição para garantir a acessibilidade. Disponibilizados gratuitamente em plataformas online, esses conteúdos proporcionarão visibilidade ao trabalho dos participantes e atuarão como material educativo para a comunidade em geral, inspirando outros artistas e interessados na área. Além disso, esses registros servirão como material promocional e de divulgação do projeto, alcançando públicos em outras localidades e ampliando o impacto cultural da Casa de Artes SUMAC.
Acessibilidade Física: A Casa de Artes SUMAC contará com uma estrutura física adaptada para garantir o acesso e a mobilidade segura de todos os participantes e visitantes. As medidas de acessibilidade incluem: Rampas de acesso e corrimãos instalados em pontos estratégicos para facilitar a locomoção de pessoas com mobilidade reduzida ou cadeirantes. Banheiros acessíveis equipados com barras de apoio, portas largas e espaço adequado para manobras. Guias táteis no piso para orientar pessoas com deficiência visual pelo espaço. Sinalização visual e tátil nas portas, elevadores e corredores para garantir orientação eficiente e segura a todos os visitantes. Acessibilidade de Conteúdo: Para ampliar a compreensão e o envolvimento de pessoas com deficiência sensorial, a Casa de Artes SUMAC implementará diversas medidas de acessibilidade de conteúdo, visando garantir o acesso pleno ao conhecimento e à experiência artística oferecidos. As ações incluem: Interpretação em Libras durante oficinas, eventos e palestras, para que pessoas com deficiência auditiva possam participar integralmente das atividades. Legenda descritiva em conteúdos audiovisuais, incluindo apresentações e vídeos disponibilizados online, permitindo o entendimento completo das produções por pessoas com deficiência auditiva. Audiodescrição em exposições e mostras audiovisuais, facilitando a compreensão das obras para pessoas com deficiência visual. Material informativo em Braille, como folhetos e sinalização, para garantir o acesso a informações básicas sobre o espaço e programação. Visitas sensoriais nas exposições, com roteiros adaptados que permitam a exploração tátil de algumas obras e elementos interativos, oferecendo uma experiência mais rica para pessoas com deficiência visual. Essas iniciativas de acessibilidade reforçam o compromisso da Casa de Artes SUMAC com a inclusão social e a democratização do acesso à cultura, permitindo que todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas ou sensoriais, possam se beneficiar plenamente do projeto.
O projeto Casa de Artes SUMAC adotará uma série de estratégias para democratizar o acesso aos produtos culturais gerados e permitir que o maior número possível de pessoas desfrute das atividades e dos resultados do projeto. Abaixo estão as medidas previstas para garantir uma ampla distribuição, comercialização e acesso aos conteúdos. 1. Distribuição e Comercialização dos Produtos Os produtos culturais desenvolvidos durante cada ciclo formativo, como o EP musical, obras de arte visual, produções literárias, peças de moda e curtas-metragens, serão distribuídos e comercializados por meio de: Exposições e Feiras Presenciais: Ao final de cada ciclo, realizaremos eventos abertos ao público, como exposições de artes visuais, feiras de moda e mostras de cinema, onde os produtos dos participantes estarão disponíveis para venda direta, permitindo a interação entre artistas e público. Plataformas Digitais: Os produtos estarão também disponíveis em uma plataforma digital, permitindo que o público possa acessar e adquirir conteúdos como e-books, músicas e vídeos, ampliando o alcance para além do público local. Comercialização em Redes Sociais e Parceiros Locais: Utilizaremos as redes sociais para promover os produtos e firmaremos parcerias com estabelecimentos culturais de Cuiabá, como livrarias e lojas de discos independentes, para distribuição física dos produtos, apoiando a economia local e ampliando o alcance. 2. Outras Medidas de Ampliação de Acesso Para garantir que o projeto alcance públicos diversos e promova o acesso inclusivo, implementaremos as seguintes ações: Distribuição de Ingressos Gratuitos: Em todas as exibições e eventos da Casa de Artes SUMAC, será realizada a distribuição de ingressos gratuitos para estudantes de escolas públicas e membros de comunidades de baixa renda, especialmente aqueles de áreas periféricas de Cuiabá, assegurando o acesso de pessoas com menos recursos financeiros. Por meio de parcerias com outras instituições e organizações sociais, ampliaremos essa distribuição para incluir cotas afirmativas raciais, de gênero, LGBTQIAPN+ e lista trans free, garantindo que o público atendido represente a diversidade local e que todos tenham a oportunidade de vivenciar as experiências culturais oferecidas. Ensaio Aberto e Oficinas Paralelas: Durante a imersão de song camp e outros ciclos, faremos ensaios abertos ao público, permitindo que os visitantes acompanhem o processo criativo. Também ofereceremos oficinas paralelas com temas introdutórios para iniciantes, criando um ponto de entrada para o público que ainda não possui experiência nas áreas culturais abordadas. Transmissão Online: Para alcançar pessoas que não podem estar presentes fisicamente, os eventos de encerramento de cada ciclo serão transmitidos online em plataformas acessíveis, permitindo que um público mais amplo assista a showcases, debates e apresentações. Os conteúdos também ficarão disponíveis sob demanda após a transmissão. Produção de Conteúdo Digital Educativo: Ao longo dos ciclos, serão gerados conteúdos educativos em vídeo, documentando os processos e mostrando as etapas de criação dos artistas participantes. Esses vídeos serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais e redes sociais, servindo como material formativo para o público em geral. ***Lista Trans Free é uma política de acesso que oferece ingressos gratuitos especificamente para pessoas trans e travestis em eventos culturais, educativos ou de entretenimento. Essa prática busca promover a inclusão social e combater as barreiras de acesso que essas pessoas frequentemente enfrentam, como discriminação e vulnerabilidade econômica. Ao garantir a presença gratuita de pessoas trans, a Casa de Artes SUMAC, em parceria com organizações sociais e instituições, reforça seu compromisso com a diversidade e a inclusão. Esta iniciativa faz parte das ações afirmativas do projeto para apoiar grupos historicamente marginalizados e promover a participação ativa e segura de pessoas trans em espaços culturais.
Ficha Técnica - Casa de Artes SUMAC Gestores PrincipaisLucas Oliveira (Gestão Geral e Artística)Produtor musical, gestor de projetos e baixista, Lucas é natural de Cuiabá e possui formação em Administração (UNIC/MT) com pós-graduação em Gestão de Projetos pela FGV. Atua como gestor e diretor artístico do projeto, sendo responsável pela coordenação das atividades formativas e pelo desenvolvimento de estratégias culturais. Henrique Taveira (Gestão de Projetos e Eventos)Administrador pela UFMT e especialista em gestão de eventos culturais, Henrique coordena os projetos e eventos da Casa de Artes SUMAC. Sua experiência na economia criativa inclui direção criativa e administrativa, com ênfase na organização de eventos inclusivos e acessíveis. João Pedro Pace (Gestão Financeira e Estratégica)Economista pela UFMT, com experiência em desenvolvimento de negócios e planejamento financeiro. João lidera a gestão financeira da Casa de Artes SUMAC, estruturando o orçamento e supervisionando a viabilidade econômica do projeto. João Victor Pedroso (Gestão de Tráfego e Marketing)Especialista em marketing digital e tráfego pago, João é responsável pelas estratégias de divulgação online do projeto, ampliando o alcance e engajamento do público através de campanhas digitais. Leonardo Kennedy (Gestão Comercial e Agenciamento Artístico)Cantor e guitarrista com experiência em desenvolvimento de parcerias comerciais e representação artística. Leonardo cuida das parcerias e do agenciamento dos artistas envolvidos, promovendo as produções culturais no mercado local. Eduardo Matos (Gestão Audiovisual)Formado em Cinema pela FAAP-SP e apaixonado por audiovisual, Eduardo coordena a produção de conteúdo audiovisual do projeto, documentando os eventos e processos criativos, além de liderar campanhas visuais e digitais. Zannandra Caso (Consultoria de Acessibilidade e Marketing Digital)Estrategista de marketing, influenciadora digital e ativista pela inclusão de pessoas com deficiência (PCD). Zannandra iniciou sua trajetória nas redes sociais em 2020, abordando temas como autoestima e capacitismo. Na SUMAC, atua como consultora para acessibilidade e inclusão, além de apoiar a estratégia de marketing digital. Caio Freitas (Produção Executiva e Gestão Cultural)Produtor executivo e analista financeiro, Caio possui experiência em sustentabilidade e economia criativa. Responsável pela produção de eventos e gestão de projetos, além de consultor para editais e Lei Rouanet, Caio apoia a realização de atividades culturais e inclusivas. Equipe Técnica de Apoio Sant'Cler Missa Junior (Coordenador de Tráfego)Especialista em tráfego digital, Santcler coordena campanhas de divulgação, maximizando o alcance das ações culturais e garantindo que o público-alvo seja impactado. Nayara Silva (Analista de Tráfego)Analista de tráfego digital responsável pela análise de campanhas de eventos e alcance de público, Nay trabalha para garantir que as iniciativas da SUMAC alcancem um público diversificado e engajado. Anne Borges (Gestora de Projetos)Especialista em captação de recursos, Anne apoia a equipe na elaboração de estratégias de patrocínio e parcerias para viabilizar as atividades da Casa de Artes SUMAC. Laura Erano (Designer Gráfico)Responsável pela identidade visual do projeto, Laura cria materiais gráficos e visuais que refletem a diversidade e essência da Casa de Artes SUMAC. João Gabriel Ferreira (A&R - Artistas e Repertório – Área Musical)Responsável por conteúdos de divulgação para a área musical do projeto, Ferreira cria e promove conteúdos que engajam o público e ampliam a visibilidade dos eventos musicais. Gustavo Monteiro (Social Media – Área Musical)Apoia Ferreira na divulgação dos eventos e conteúdos musicais, trabalhando para ampliar o alcance do projeto e conectar a produção artística ao público. Rafael Taveira (Analista de Tráfego e Comercial)Analista de tráfego e comercial, Rafael desenvolve estratégias de análise de dados para otimizar a visibilidade dos produtos e eventos da Casa de Artes SUMAC. Gabriel Venske (Editor de Vídeo)Editor de vídeo e responsável pela produção audiovisual, Venske registra e edita vídeos dos eventos e atividades, criando conteúdos que documentam e divulgam o projeto. Pedro Guedes (Gestor de Comunidade)Profissional responsável pela criação, desenvolvimento e manutenção de uma comunidade em torno de uma marca, empresa ou causa. Frederico Fagundes (Diretor de Audiovisual)Profissional responsável por criar, coordenar e supervisionar a realização de projetos audiovisuais.
Periodo para captação de recursos encerrado.