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"Acre: o Estado da biodiversidade" é um projeto que busca levar o público leitor a conhecer a importância ambiental das 21 Unidades de Conservação (UCs) do Estado e sua ecologia de saberes, dando visibilidade à luta pela preservação do patrimônio biológico desse território, através da confecção coletiva de um livro de fotografia, que terá a direção artística do fotógrafo Celso Oliveira.
O meio ambiente grita por socorro. A Floresta queima. Os recursos naturais escasseiam. O planeta está à deriva. Os agravos ao meio ambiente tem sido cada vez mais percebidos pelo cidadão comum. Em algumas cidades, mal respiramos. Em outras, o racionamento de água é realidade cotidiana. A integralidade da vida está em risco. Este livro de fotografia busca gerar debates e discussões sobre a preservação ambiental a partir de um olhar para as Unidades de Preservação do Estado do Acre, considerado o de maior biodiversidade do Brasil. Intenciona ser instrumento que possibilite um olhar interdisciplinar através do poder que a imagem tem de contar histórias e uma ferramenta educacional e pedagógica.
OBJETIVO GERAL: Levar o público leitor a conhecer, através da união entre imagem e texto, a importância das 21 Unidades de Conservação do Acre e sua ecologia de saberes, dando visibilidade à luta pela preservação do patrimônio biológico desse território. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: · Produzir, de forma coletiva, um livro de fotografia em formato físico e digital, bilíngue, com 180 páginas, sendo 120 páginas de fotografias e 60 páginas de texto, tendo como linha editorial a não exotização ou estereotipação do Território e de seu povo, · Realizar viagens de campo às Unidades de Preservação (UCs) do Estado do Acre para registrar, em fotos, as realidades dos povos amazônidas e ouvi-los através de entrevistas semi estruturadas · Realizar impressão de 3.000 exemplares do livro em capa dura, miolo com 184 páginas, papel couchê 170gm em versão bilíngue e formato 235x297. · Realizar o lançamento do livro na 30ª Conferência das Organizações das Nações Unidas (ONU) sobre Mudanças Climáticas (COP30), a ser realizada em Belém _ PA no ano de 2025. · Disponibilizar gratuitamente, como contrapartida social, livros para as famílias visitadas durante o processo de produção e para Escolas e Bibliotecas Públicas do Estado do Acre. · Realizar, também como contrapartida social, palestras em Escolas Públicas do Estado do Acre · Criar perfil em redes sociais para publicação do andamento das ações do Projeto, especialmente o trabalho de campo. · Criação de material base para contribuir com a possível implementação de novas políticas públicas e investimentos nacionais e internacionais em prol das UCs e de seus habitantes.
As mudanças climáticas chegaram muito antes do que se previa e as consequências são cada vez mais sentidas e percebidas. O que hoje se chama de agravos ao meio-ambiente, na realidade não são outra coisa senão agravos ao meio de vida do homem, isto é, ao meio visto em sua integralidade. Trata-se, definitivamente, de uma situação que precisará ser enfrentada por meio de soluções possíveis, urgentes e que unam saberes acadêmicos diversos aos saberes tradicionais de povos como os amazônidas, que há milênios vivem em harmonia com o ambiente. Populações que vivem da floresta e da floresta em pé. O Estado do Acre, com 87% do território composto de floresta nativa, é um dos Estados brasileiros com maior biodiversidade. Conta com 21 Unidades de Conservação (UCs) e 35 Terras Indígenas reconhecidas pelo governo federal. Vale explanar que, Unidade de Conservação (UC) é a denominação dada pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza às áreas naturais passíveis de proteção por suas características especiais. As UCs preservam o patrimônio biológico existente e além disso, garantem às populações tradicionais o uso sustentável dos recursos naturais de forma racional e ainda propiciam às comunidades do entorno o desenvolvimento de atividades econômicas sustentáveis. Neste sentido, as unidades de conservação não apenas compreendem biomas a serem preservados, mas também uma ecologia de saberes a ser difundida. Entendemos que é urgente combinar e ampliar esforços para divulgação da relevância desses espaços de conservação e este é um dos pontos que justifica a proposição deste Projeto. Ao propormos a confecção coletiva de um Livro de Fotografia, alinhamo-nos ao que está disposto no inciso VIII do artigo 1°da Lei Rouanet, que coloca como um dos objetivos da lei "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória". O alinhamento se dá, ainda, com relação ao artigo 3°, visto que o Projeto busca realizar a "edição de obra relativa às ciências humanas, às letras e às artes". A crise ambiental, que se aprofunda a cada ano, demanda uma análise compreensiva, através da qual, pessoas vindas de horizontes diversos possam somar esforços na luta pela preservação. Ciente disso a organização S.O.S Amazônia, proponente deste projeto, construiu diálogos profícuos com o fotógrafo Celso Oliveira, que tem larga experiência na fotografia documental e que, no final da década de 1990, desenvolveu, junto a outros fotógrafos, o projeto Brasil sem Fronteiras, documentando as cidades fronteiriças do oeste do país. O trabalho dá origem a um livro homônimo, lançado em 2001. Em 2023, Celso publicou o livro Ceará mais Verde: Unidades Estaduais de Conservação do Ceará. As experiências de Celso Oliveira e da S.O.S Amazônia se unem para a produção de um Livro que é muito mais que um produto, mas uma junção de luta, trabalho e responsabilidade com a vida. Sabemos que uma mesma realidade se apresenta, a cada olhar, com uma multiplicidade de prismas. Sendo assim, acreditamos que há a necessidade de um enfoque interdisciplinar. A Fotografia tem um imenso poder de contar histórias e construir narrativas de forma envolvente e com grande impacto. Somos seres extremamente suscetíveis aos estímulos visuais, ainda mais com o avanço das sociedades digitalmente conectadas. Se pararmos para pensar, defendemos narrativas, mesmo que, nem sempre, tenhamos conhecimento, in loco, das realidades que chegam até nós. A forma como essas narrativas são construídas, fazem total diferença. Neste Projeto, faremos uso da arte como forma interdisciplinar de diálogo com o público leitor. O Livro de Fotografia intitulado "Acre: o Estado da biodiversidade" se configura, também, como uma ferramenta pedagógica e educacional importante para discussão da questão ambiental em Escolas e projetos sociais, conseguindo dar ênfase à construção de uma responsabilidade coletiva com a natureza, com a diversidade que nos toca e com o mosaico de culturas que nos constitui, inspirando gerações atuais e futuras, sendo assim, deveras relevante para a cultura brasileira. Para alcançar tais intuitos, desenvolver um produto com qualidade, através de um trabalho que se pauta na premissa do respeito pelos povos e suas culturas e não na exotização e estereotipação desses, se faz condição, sine qua non, o incentivo do Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC). Salientamos, por fim, as condições do território que deverá ser abarcado no trabalho de campo. O Acre é um dos mais isolados Estados brasileiros, tanto geograficamente, quanto estruturalmente. O principal meio de transporte é fluvial e, muitas vezes, o trabalho de registro fotográfico ficará a mercê das condições climáticas. Tal cenário implica no tempo de trabalho e, ainda, nos custos do Projeto.
Aproveitamos esse espaço para salientar que o Projeto que ora apresentamos, voltado para a confecção de um Livro de Fotografia cujo foco são as Unidades de Conservação do Estado do Acre é fruto de diálogos, que há algum tempo são contruídos, entre a Associação SOS Amazônia e o fotógrafo documentarista Celso Oliveira. Celso já realizou projeto semelhante no Estado do Ceará, que resultou no Livro "Ceará mais Verde: Unidades Estaduais de Conservação do Ceará", também disponível em formato digital em: https://heyzine.com/flip-book/d43589270a.html#page/. O fotógrafo também se dedicou, no final da década de 1990, ao projeto "Brasil sem Fronteiras", documentando as cidades fronteiriças do oeste do país. O trabalho dá origem a um livro homônimo, lançado em 2001. Para realização deste Projeto, Celso Oliveira fez diversas viagens ao Acre, tendo encontros com a secretaria de meio ambiente de Rio Branco e contato com algumas das áreas que serão fotografadas. Pode, assim, entender as lógicas de deslocamento e traçar estratégias de atuação em campo, juntamente com os técnicos da SOS Amazônia. Salientamos que temos carta de anuência de lideranças comunitárias das áreas que serão visitadas e fotografadas como a de Cleisson da Silva Monteiro, presidente da Associação de Moradores da RESSEX Chico Mendes em Xapuri/AC. . Na plataforma, podemos adicionar, apenas, uma carta de anuência e optamos pela carta do Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBIO).
O livro de Fotografia "Acre: o Estado da Biodiversidade", terá uma tiragem de 3.000 exemplares. O mesmo será em capa dura, miolo com 184 páginas, em papel couchê de 170gm e contará com versão bilíngue (português, Inglês). O formato será 235x297. O conteúdo do Livro terá, aproximadamente, 180 páginas, sendo 120 delas destinadas a fotografias e outras 60 páginas aos textos que as acompanham. A publicação será dotada de ISBN e ficha catalográfica, para isso estará adequada aos padrões da ABNT. A linha pedagógica que orientará a produção do Livro e todo o trabalho a ser realizado por aqueles que farão parte da equipe é a da não exotização ou estereotipação dos povos da Floresta e de seus saberes e fazeres. Constuiremos um percurso de trocas, aprendizados e afetos mútuos com respeito ao simbólico e ao lúdico que permeia a vida dos povos amazônidas. Conduziremos o trabalho de campo com a atuação conjunta entre fotógrafo/a e jornalista para que haja uma sinergia entre texto e imagem, o que, acreditamos, tornará mais interessante e vibrante a experiência do público leitor. O trabalho de campo lançará mão dos recursos metodológicos da observação participante para que os profisisonais consigam estabelecer contato mais próximo com as famílias moradoras das Unidades de Conservação contribuindo, assim, para que as entrevistas se deem de forma mais e as fotografia possam captar a essência de todo o ethos.
Temos constante atenção em relação ao tema da acessibilidade. Diante disso, realizaremos formação de todas as pessoas participantes no Projeto em acessibilidade cultural e atitudinal. A acessibilidade física, será garantida em todos os locais em que realizaremos evento de lançamento do Livro de Fotografia "Acre: o Estado da Biodiversidade", assim como nos locais de realização das rodas de conversa, que são parte da contrapartida. Teremos acessibilidade física para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida, através de rampas, elevadores e banheiros acessíveis. Já com relação a acessibilidade de conteúdo, o Livro contará com versão digital na qual haverá audio descrição. Os eventos de lançamento do Livro terão a presença de interpretes de Libras e todos os posts que serão produzidos na rede social, a ser criada para acompanhamento do Projeto, principalmente o trabalho de campo, será acessível para todas as pessoas.
O Livro de fotografia "Acre: o Estado da Biodiversidade" será lançado primeiramente no Estado do Acre e, posteriormente, nos Estados de Belém e Manaus. Como forma de democratização do acesso realizaremos a distribuição gratuita de 25% do total de livros impressos. Estes serão entregues a bibliotecas públicas e instituições públicas de ensino de cada município do Estado do Acre e às bibliotecas dos campi da Universidade Federal do Acre (UFAC) e do Instituto Federal do Acre (IFAC). Um momento, que consideramos bastante especial, será a entrega de livros às famílias moradoras das Unidades de Conservação, que participaram da etapa de campo do Projeto. Estes exemplares serão entregues de forma presencial com registro em fotos. Realizaremos o total de 08 rodas de conversa, sendo 03 em escolas públicas municipais do Estado do Acre, 03 em escolas públicas estaduais, também do Estado do Acre, 01 na Universidade Federal do Acre (UFAC) e 01 no Insituto Federal do Acre (IFAC). Estes momentos de diálogo terão sempre a participação de um dos/as fotógrafos/as que atuaram da confecção do livro, um/a representante da S.O.S Amazônia, instituição proponente do Projeto e uma pessoa moradora de uma das Unidades de Conservação visitadas. Propomo-nos, ainda, a realizar 04 momentos formativos com professores de escolas públicas municipais e estaduais do Estado do Acre para construirmos, de forma conjunta, metodologias de abordagem da questão ambiental que possam dialogar com as mais diferentres disciplinas curriculares, promovendo, assim, uma transdisciplinaridade extremamente necessária para que se fortaleça a lógica de pertencimento e a responsabilidade de preservação do patrimônio biológico e da ecologia de saberes presente na Floresta. Entendemos que a lógica de democratização do acesso precisa perdurar para além do momento inicial que envolve o lançamento do Livro e sua divulgação. O debate que o Livro propõe precisa reverberar e promover ondas de encontros, trocas e, quem sabe, novos projetos. Sendo assim, propomos a elaboração de um projeto educativo, a ser implantado em uma escola pública de Rio Branco, como projeto piloto. O objetivo central do Projeto é trabalhar a narrativa imagética no âmbito das disciplinas curriculares da escola, de forma que os próprios alunos possam fotografar e perceber seu território através da imagem. A partir daí pretendemos discutir para onde olhamos, o que vemos quando olhamos, o que guia o nosso olhar, que recortes fazemos do mundo ao nosso redor e por que. Seguimos, então, com discussões que trazem a questão ambiental e toda sua amplitude que envolve uma complexa ecologia de saberes dos povos da Floresta. Uma das metodologias pra tal, se baseia na teoria da persuasão. É preciso começar a refletir a partir de elementos que nos são conhecidos para que, paulatinamente, possamos adquirir novas referências.
Responsabilidade do dirigente: O dirigente da Instituição proponente, Miguel Scarcello, terá papel primordial na realização do Projeto visto que tem profundo conhecimento, como geógrafo e ambientalista, da realidade da Região Amazônica e do Estado do Acre. Orientará as ações que farão parte da pesquisa exploratória, fará a gestão de processos decisórios, a liderança de reuniões de equipe e a atividade técnico financeira. Profissionais Participantes: Conselho Editorial Celso de Oliveira da Silva Começou a fotografar em 1975. Iniciou carreira de fotojornalista, colaborando em diversos jornais e revistas como Veja, IstoÉ, Visão, Tênis Esporte e O Globo. Integrou a equipe coordenada por Chico Albuquerque (1917-2000) no jornal O Povo (CE). Participou também do grupo de fotógrafos Dependentes da Luz. Na capital cearense, junto ao fotógrafo Tiago Santana, em 1994, criou a agência e editora Tempo D'Imagem, com o objetivo de desenvolver ensaios documentais e livros de fotografia. Seu trabalho está voltado, sobretudo, para o registro de manifestações culturais e festas populares. Participa de diversas exposições, tanto no Brasil quanto no exterior, entre as quais se destaca o 5º Colóquio Latino-Americano de Fotografia, realizado na Cidade do México, em 1996. No final da década de 1990, desenvolveu, junto a outros fotógrafos, o projeto Brasil sem Fronteiras, documentando as cidades fronteiriças do oeste do país. Em 2023, publicou o livro Ceará mais Verde: Unidades Estaduais de Conservação do Ceará. Fabiana Nogueira Chaves Jornalista, produtora cultural e pesquisadora da Universidade Federal do Acre (UFAC). Doutora em Educação pela Universidade Federal do Paraná - UFPR (2021). Mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo - USP (2011) e graduada em Comunicação Social / Jornalismo pela Universidade Federal de Viçosa - UFV (2008). Publicou o Guia Turístico e Cultural do Acre. Pesquisadora do Centro de Estudos Latino Americanos de Cultura e Comunicação - CELACC (USP/CNPq); do Grupo Amajor - Meio Ambiente, Direitos Humanos e Jornalismo na Amazônia (Ufac/CNPq) e também pesquisadora integrante do LABIN - Laboratório de Investigação em Corpo, Gênero e Subjetividade na Educação (UFPR/CNPq). Coordena os programas de extensão "Mulheres da Amazônia" e "Turismo é Cultura". Claudia Albuquerque Graduada em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, pela Universidade Federal do Ceará (1991) e pós graduada em Escrita Literária (FBUNI, 2018) e Escrita e Criação (Unifor, 2021). Trabalhou na rádio Universitária FM e nos jornais Diário do Nordeste, Tribuna do Ceará e O POVO (CE). Foi editora de redação da Cariri Revista (2013-2016), redatora da Loa Publicidade (2013-2016), assessora de imprensa da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (1993), redatora da MCI Comunicação Institucional (1995-2003) e coordenadora do Memorial do Governo do Estado do Ceará (2003-2006). Fez trabalhos para a editora Abril e jornal Gazeta Mercantil. Autora da biografia “Adolfo Caminha – Um Maldito na Província” (Ed. Demócrito Rocha, 2000) e coautora do livro “História Urbana e Imobiliária de Fortaleza – Biografia Sintética de uma Cidade” (2014). Em 2021, foi a vencedora do Prêmio Off Flip de Literatura, na categoria Melhor Crônica. Em 2022, foi vencedora do Prêmio Inácio de Loyola Brandão de contos. FOTÓGRAFOS/AS: Marcos Vicente Marcos Graduado em Comunicação Social. Atua como repórter fotográfico e instrutor de cursos de fotografia, com ênfase em Comunicação Institucional e Assessoria. Atualmente trabalha como repórter fotográfico da Secretaria de Comunicação do Estado do Acre e da Prefeitura de Rio Branco. Desempenhou o cargo de chefe da Divisão de Fotografia Institucional do Jornal Página 20 (1995-2009). Foi docente da disciplina de Fotografia no Curso de Comunicação do Iesacre. Atuou como editor e repórter fotográfico do Jornal Pé na Estrada. Recebeu diversos prêmios: Grande Prêmio Fotografe -3º Lugar categoria Imagem Destacada (2021); 7º Salão Hélio Melo de artes Visuais - 1° Lugar categoria Bidimensional (2021); 10º Prêmio de Jornalismo do Ministério Público do Acre - categoria Fotografia (2019); ANU Dourado, Central Única das Favelas (2012); VII Prêmio José Chalub Leite, categoria Jornalismo Impresso, Sindicato dos Jornalistas do Acre (2006); VI Prêmio José Chalub Leite, categoria Jornalismo Impresso, Sindicato dos Jornalistas do Acre (2005); Prêmio SEBRAE de Jornalismo Empreendedor (2005). Sérgio Vale Com quase quatro décadas de experiência na área da fotografia é reconhecido por seu trabalho no fotojornalismo, onde destacou a luta pelos direitos humanos na capital do Acre. Seu compromisso em documentar questões sociais importantes lhe rendeu uma menção honrosa no Prêmio Vladimir Herzog, em parceria com o jornal A Gazeta do Acre. Natural de Rio Branco - AC. Luiz Carlos Freire Lima Iniciou-se na fotografia durante as competições esportivas das quais participou no Brasil e no exterior. Percorreu os caminhos da fotografia aérea, de paisagens e da natureza, com ênfase na fotografia documental. Direciona o olhar para o gênero social, eventos e atividades artísticas regionais. Busca construir narrativas críticas reinventando sua arte a partir dos contextos socioculturais. Maíra Santos Maíra Santos Formada em Biologia pelo Universidade Federal do Acre e mestra em Manejo de Recursos Naturais pela mesma universidade. Iniciou o trabalho com fotografia durante a sua graduação, no ano de 2012. Atualmente trabalha como fotógrafa com ênfase em fotografias de natureza e dos povos originários. Sua atuação está centrada na região do Vale do Rio Juruá. Layla Silva Graduada em Letras-Inglês pela UFAC, começou a trabalhar com fotografia em 2013 e, desde então, procurou especialização na área de fotografia social. Em 2015, começou a fazer fotografias com abordagem ambiental, em projetos de pesquisas acadêmicas, restauração e paisagem florestal. São nove anos atuando profissionalmente, como fotógrafa, no Acre. Diego Gurgel Diego Jornalista e Repórter Fotográfico há 17 anos no estado do Acre. Já trabalhou em jornais impressos, online e estatais. Tem um trabalho dedicado a mostrar a realidade dos amazônidas, sobretudo o povo ribeirinho e comunidades indígenas na região. Um de seus trabalhos mais relevantes é o conjunto de fotografias aéreas que mostram os Geoglifos da Amazônia Ocidental, as quais chamaram a atenção da comunidade científica e da mídia especializada em civilizações antigas como National Geographic, CNN, BBC e Discovery Channel. DESIGNER Rodrigo Aguiar Costa Lima Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Pesquisa acadêmica com foco em intervenção e reciclagem do espaço urbano. Experiência profissional perpassa arquitetura, design, artes visuais e gestão de projetos culturais. Vasta experiência em design gráfico e direção de arte. Colaborou com a criação Parque Estadual do Cocó, do Museu da Imagem e do Som e do Complexo Estação das Artes. EQUIPE ADMMINISTRATIVA E DE LOGÍSTICA Elizangela Tessinari Graduada em Comunicação Social, publicidade e propaganda. Especialista em assessoria de comunicação. Experiência de 12 anos com assessoria de Organizações da Sociedade Civil e de projetos ambientais na Amazônia. Atua no desenvolvimento de estratégias de comunicação e mobilização de recursos. Atualmente, é diretora de comunicação e parcerias na SOS Amazônia. Gabriela Silva de SouzaTem MBA em Gestão Pública com Ênfase em Controle Externo. Atualmente é secretária administrativa da SOS Amazônia. Possui experiência de 14 anos de trabalho com contrato de prestadores de serviços, conciliação bancária, controle orçamentários de projetos, prestação de contas interna e externa (financiadores internacionais e nacionais), elaboração de orçamentos, acompanhamento de auditoria externa, acompanhamento contábil, logísticas de eventos internos e externos, controle de contas.
PROJETO ARQUIVADO.