Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2416381Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O ANGOLANO QUE EXISTE EM NÓS, BRASILEIROS: Os Caminhos da Cultura Bantu

CENTRO DE REFERENCIA E INFORMACAO EM ARTES E CULTURA BRASILEIRA
Solicitado
R$ 746,3 mil
Aprovado
R$ 746,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 12,0 mil

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-10
Término

Resumo

O projeto cultural "O ANGOLANO QUE EXISTE EM NÓS, BRASILEIROS: A Herança da Cultura Bantu" tem como objetivo a realização de um livro, que irá reunir, através de pesquisa, as relações culturais entre os países Brasil e Angola, a partir de pesquisa e da produção de conteúdo, sobre as influências culturais que entrelaçam ambos países. O livro abrangerá os eixos temáticos: Escravidão e legados culturais na Culinária, Música, Tecidos e Vestimentas, Símbolos e Design, Religiosidade e Linguagem. Esta investigação se dá através das heranças, acontecimentos e referências culturais do Brasil em Angola e de Angola no Brasil. O projeto também tem como produto secundário, a produção de um documentário em curta metragem, e como contrapartidas sociais, rodas de leitura sobre os temas abordados nele.

Sinopse

SINOPSE DA OBRA Produto: Livro No livro "O ANGOLANO QUE EXISTE EM NÓS, BRASILEIROS: A Herança da Cultura Bantu” mergulharemos nos profundos laços históricos e culturais entre Angola e Brasil, revelando as raízes bantu que permeiam a cultura brasileira. Sob as perspectivas sensíveis da designer Julia Vidal e do adido cultural e também designer angolano Luandino Carvalho, a obra destaca os legados culturais , artísticos e religiosos trazidos pela rota Kongo-Angola, a primeira e maior rota de escravizados provenientes das Áfricas ao Brasil. Com abordagem em expressões como música, culinária, dança, festas, línguas, vestimentas e religiosidade, o livro é uma celebração das influências bantu que contribuíram para moldar a identidade afro-brasileira. Apresentado como um livro de arte com apelo visual e estético, o projeto se destaca como uma ferramenta educacional, enriquecendo o ensino em sala de aula e despertando o interesse do público com memórias afetivas e símbolos culturais. A publicação é também um projeto de continuidade do aclamado "O africano que existe em nós, brasileiros", premiado e com 2 edições esgotadas do livro de Julia Vidal, que lançou um olhar sobre a cultura nagô. Agora, a obra oferece ao leitor uma nova perspectiva, ampliando a compreensão sobre as contribuições culturais dos povos bantu com recorte para os legados angolanos. Ao combinar ilustrações, fotografias, documentos históricos e registros de campo, a obra não apenas enriquece o estudo da cultura afro-brasileira, mas também valoriza as memórias e tradições de uma ancestralidade que resiste e floresce em núcleos, filhos e formas no Brasil. Através desta leitura, o leitor é convidado a compreender e valorizar as raízes bantu que transcendem gerações e fortalecem a identidade afro-brasileira, muitas vezes ofuscadas pela divulgação predominante da cultura nagô. Esta é uma homenagem ao legado bantu, tão importante para a construção da identidade e da memória cultural no Brasil. Classificação indicativa: 14 anos e acima Produto: Curta Metragem (até 15') - AUDIOVISUAL No documentário curta metragem "O ANGOLANO QUE EXISTE EM NÓS, BRASILEIROS: A Herança da Cultura Bantu”, que será baseado no levantamento de dados e coleta afetiva de memórias sobre as influências bantu no Brasil ao longo da pesquisa para o livro de mesmo nome, mergulharemos nos profundos laços históricos e culturais entre Angola e Brasil, revelando essas raízes que permeiam a cultura brasileira. Sob as perspectivas sensíveis da designer Julia Vidal e do adido cultural e também designer angolano Luandino Carvalho, o documentário destaca os legados culturais, artísticos e religiosos trazidos pela rota Kongo-Angola, a primeira e maior rota de escravizados provenientes das Áfricas ao Brasil. Com abordagem em expressões como música, culinária, dança, festas, línguas, vestimentas e religiosidade, apresentada em 7 episódios de 26 minutos, o curta se destaca como uma ferramenta educacional, enriquecendo o ensino dessa cultura afro diaspórica e despertando o interesse do público com memórias afetivas e símbolos culturais. Atualmente acreditamos que através do audiovisual poderemos ampliar a conexão, a potência e o orgulho das raízes étnico culturais, a partir da produção do conteúdo de qualidade, onde nossas histórias e narrativas possam ser reveladas ao grande público, apresentando uma celebração das influências Angolanas no Brasil, a partir de reflexos da cultura bantu nas diversas cidades brasileiras, apresentadas em narrativas de artistas, diversos atores culturais, moradores, embasadas pelo storytelling em animações com pesquisa educacional histórica e cultural. A inspiração sempre foi buscar criar pontes e conexões de brasileiros com as raízes afro diaspóricas brasileiras, retornando às memórias e consciência da força destas culturas em nosso cotidiano, desde a corporeidade até a materialização das estéticas étnicas, que evidenciam a diversidade e das expressões culturais brasileiras. Para o curta - documentário, serão usadas imagens originais captadas durante os encontros em territórios criativos através das rodas de conversa realizadas ao longo das viagens, assim como pelas entrevistas de personagens importantes para ilustrar a história, e também ilustrações, fotografias, documentos históricos e registros de campo para complementar a narrativa de forma visual e gráfica. O documentário é também um projeto de continuidade do aclamado "O africano que existe em nós, brasileiros", premiado livro de Julia Vidal, que lançou um olhar profundo sobre a cultura nagô. Agora, a obra audiovisual oferece ao espectador uma nova perspectiva, ampliando a compreensão sobre as contribuições culturais dos povos bantu. O curta não apenas enriquece o estudo da cultura afro-brasileira, mas também valoriza as memórias e tradições de uma ancestralidade que resiste e floresce em núcleos, filhos e formas no Brasil. Nesta obra, o espectador é convidado a compreender e valorizar as raízes bantu que transcendem gerações e fortalecem a identidade afro-brasileira, muitas vezes ofuscadas pela disseminação predominante da cultura nagô. Esta é uma homenagem ao legado bantu, tão importante para a construção da identidade e da memória cultural no Brasil. Classificação indicativa: 14 anos e acima Produto: Contrapartidas Sociais Ao final do projeto, nas rodas de leitura sobre o livro “O ANGOLANO QUE EXISTE EM NÓS, BRASILEIROS: A Herança da cultura Bantu” , mergulharemos em uma jornada às raízes étnicas africanas para redescobrir e reconstruir a identidade cultural brasileira, explorando histórias, imagens, memórias afetivas e objetos simbólicos que ampliam a consciência sobre a influência bantu em nosso cotidiano. Nestas rodas, conduzidas por Julia Vidal e Luandino Carvalho, o público vivenciará trechos do livro através de amarrações de moda afro-brasileira, interação com peças de acervo de viagem, elementos naturais, ingredientes da cozinha angolana e afro-brasileira, palavras de origem bantu incorporadas ao português, matérias-primas presentes em nossa cultura e muito mais. Além disso, a atividade proporcionará uma reflexão sobre a sustentabilidade dos legados angolanos na cultura brasileira, tanto nos aspectos materiais quanto imateriais. Em uma leitura viva e dinâmica, os participantes irão interagir diretamente com os facilitadores, assumindo também o papel de contadores e multiplicadores das histórias afro-brasileiras. Classificação indicativa: 14 anos e acima

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O objetivo geral deste projeto cultural é produzir um livro intitulado "O ANGOLANO QUE EXISTE EM NÓS, BRASILEIROS: A Herança da Cultura Bantu" que irá reunir, a partir da produção de conteúdo, as relações culturais entre os países Brasil e Angola e as influências que entrelaçam ambos países. O livro abrangerá os eixos temáticos: Escravidão e legados culturais na Culinária, Música, Tecidos e Vestimentas, Símbolos e Design, Religiosidade e Linguagem, o que dialoga com o DECRETO Nº 11.453, DE 23 DE MARÇO DE 2023, nos incisos: - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; já que parte da pesquisa e escrita do livro e roteiro do curta - documentário serão realizadas por uma mulher brasileira. - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; pois o projeto vai estimular a diversidade das expressões artísticas afro-brasileiras e a formação de público em territórios distintos do Estado da Bahia, nas cidades de Salvador, Cachoeira, São Francisco do Conde, Santo Amaro e Maragogipe. - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; já que os produtos culturais livro, audiovisual curta metragem e rodas de leitura terão acessibilidade para PCDs. - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais; pois está prevista a contratação de equipes nas cidades onde serão realizadas as entrevistas, contribuindo com a cadeia produtiva cultural local; - fomentar o desenvolvimento de atividades artísticas e culturais pelos povos indígenas e pelas comunidades tradicionais brasileiras; pois o projeto vai proporcionar visitas a comunidades quilombolas, e coleta de entrevistas em territórios distintos do Estado da Bahia, nas cidades de Salvador, Cachoeira, São Francisco do Conde, Santo Amaro e Maragogipe. - apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais; pois o projeto também será distribuído por plataformas digitais em formatos de audiobook, e audiovisual, que aumentará o alcance do público e atingirá também pessoas com deficiência visual; - promover a difusão e a valorização das expressões culturais brasileiras no exterior e o intercâmbio cultural com outros países; pois o projeto vai promover o intercâmbio entre agentes culturais entre o Brasil e a Angola e vai abranger temas em áreas como culinária, música, tecidos e vestimentas, símbolos e design, religiosidade e linguagem. O curta- documentário também terá legenda em inglês para maior difusão internacional do conteúdo. - estimular ações com vistas a valorizar artistas, mestres de culturas populares tradicionais, técnicos e estudiosos da cultura brasileira; já que o projeto vai coletar narrativas de mestres de culturas tradicionais. - apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação; porque partir da Lei 10.639, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas brasileiras, pretende-se gerar material de referência para preencher a lacuna e ausência de pesquisas que evidenciam e influenciam os legados da cultura Bantu no Brasil, fortalecendo as conexões entre Angola e Brasil integrada nas práticas educacionais, e também porque iremos realizar rodas de leitura, para fomento dos temas apontados no livro e audiovisual: curta - documentário. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Livro: - Produzir, publicar, lançar e distribuir 3.000 exemplares do livro "ANGOLANO QUE EXISTE EM NÓS, BRASILEIROS: A Herança da Cultura Bantu" Curta Metragem (até 15') - AUDIOVISUAL - Produzir 1 curta - documentário de 15 minutos baseado no livro "O ANGOLANO QUE EXISTE EM NÓS, BRASILEIROS: A Herança da Cultura Bantu" . Contrapartidas Sociais: Palestras - Realizar 4 rodas de leitura para sensibilização de professores, alunos e interessados no tema em geral, em Universidades públicas e /ou instituições voltadas para temas como racialidade e afrobrasilidades, e que tenham público interessado nos temas propostos pelo livro. Espera-se alcançar 50 pessoas em cada atividade totalizando 200 pessoas.

Justificativa

O projeto do livro e curta - documentário "O ANGOLANO QUE EXISTE EM NÓS, BRASILEIROS: A Herança da Cultura Bantu" é uma iniciativa que busca preencher uma lacuna no entendimento profundo das raízes históricas e culturais que unem Angola e Brasil. O projeto nasce do convite do Adido Cultural da Embaixada de Angola no Brasil, Diretor da Casa de Angola na Bahia e designer Luandino Carvalho, para a educadora, designer e escritora Júlia Vidal, autora do livro "O Africano que existe em nós, brasileiros". A partir da leitura do livro previamente citado, Luandino convida Júlia para realizar uma nova publicação, com recorte cultural e ênfase nas heranças da cultura Bantu no Brasil. A pesquisa será conduzida em parceria com o Centro Cultural Casa de Angola na Bahia, instituição dedicada à preservação e promoção das relações culturais entre Angola e Brasil. Esse centro proporcionará suporte e acesso a fontes relevantes para o desenvolvimento da pesquisa. Compreender essa conexão é essencial, dado que o Brasil foi o destino da primeira e maior rota de escravizados vindos de África, especificamente da rota Kongo-Angola, estabelecida no século XVI. Essas raízes culturais são marcantes na formação da identidade brasileira, e a valorização desse legado é imprescindível para uma compreensão ampla e verdadeira de nossa herança cultural. Historicamente, os povos Bantu, cujas tradições eram predominantemente transmitidas pela oralidade, não tiveram seus legados registrados amplamente em textos escritos, o que dificultou a disseminação de suas influências culturais. Em contraste, os legados dos povos Nagô, que se intensificaram a partir do século XVIII com o aumento do tráfico de escravizados dessa origem, foram mais difundidos devido ao uso da escrita. Essa distinção justifica a importância deste projeto em documentar e divulgar as influências Bantu, oferecendo uma visão mais equilibrada sobre as raízes Angolanas no Brasil. A viabilização deste projeto pela Lei de Incentivo à Cultura - Lei Rouanet permitirá a realização de pesquisas etnográficas em cidades da Bahia, Minas Gerais e Rio de Janeiro, regiões profundamente influenciadas pela rota Kongo-Angola. Essas localidades guardam tradições culturais ricas em práticas religiosas, danças, festividades, instrumentos musicais e outros aspectos do cotidiano que refletem as heranças angolanas no cotidiano. O Rio de Janeiro, como cidade natal da pesquisadora Júlia Vidal, é também um importante ponto de entrada de africanos escravizados através do Cais do Valongo, eleito Patrimônio Histórico da Humanidade pela UNESCO, local significativo que viabiliza a chegada de influências Bantu visíveis no samba, na capoeira, nas religiões afrodescendentes, entre outras expressões culturais que projeto busca evidenciar e documentar. Além disso, esse trabalho se torna ainda mais relevante frente à Lei 10.639/2003, que torna obrigatória a inclusão da história africana e afro-brasileira nos currículos escolares. Este projeto, portanto, contribui diretamente para a produção de materiais de referência sobre a história e a cultura Bantu, proporcionando ferramentas didáticas para o estudo das conexões históricas e culturais entre o antigo reino do Kongo e o Brasil. A importância dessa proposta se estende também para as dinâmicas atuais de cooperação cultural entre Angola e Brasil, destacando a importância de uma documentação mais detalhada e contextualizada dessas relações. Esse trabalho é uma oportunidade para valorizarmos as contribuições angolanas na formação da identidade brasileira e fortalecermos o reconhecimento das raízes culturais que unem os dois países, reforçando a irmandade entre Angola e Brasil em uma narrativa de respeito e valorização das heranças africanas que moldam nossa sociedade até hoje. O livro tem o lançamento previsto para novembro de 2025, quando se comemora no Brasil o mês da consciência negra, assim como também se comemorará os 50 anos de independência de Angola. Devido a sua magnitude e o impacto que se pretende gerar, é de extrema importância a utilização do mecanismo de incentivo à cultura. A proposta, ainda, se enquadra nos incisos expressados no art. 1° da Lei 8.313, sendo: - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; O projeto também se enquadra perfeitamente nos objetivos do art. 3° da mesma Lei: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos.

Estratégia de execução

Outras informações: Os beneficiários das passagens aéreas, na etapa de execução do projeto são os 3 principais integrantes do projeto: a representante do CRIAR (proponente do projeto), e autora Julia Vidal, o diretor do documentário, Jair Martins de Miranda e o autor Luandino Carvalho, que farão os seguintes trechos: para o produto livro 2 trechos Rio de Janeiro X Salvador, 2 trechos Salvador X Rio de Janeiro, 2 trechos Rio de Janeiro X Belo Horizonte, 2 trechos Belo Horizonte X Rio de Janeiro, 1 trecho Salvador X Belo Horizonte, 1 trecho Belo Horizonte Salvador , 2 trechos multidestinos Rio de Janeiro X Angola X Portugal X Rio de Janeiro, 1 trecho multidestino Salvador X Angola X Portugal X Salvador e finalmente 3 trechos Luanda x Soyo, 3 trechos Soyo X Luanda. para o produto contrapartias sociais 1 trecho Rio X Angola, 1 trecho Salvador X Angola, 1 trecho Angola X Rio , 1 trecho Angola X Salvador, 2 trechos Rio X Salvador, 2 trechos Salvador X Rio, 1 trecho Rio X SP, 1 trecho SP X Rio, 1 trecho Salvador X SP e finalmente 1 trecho SP X Salvador. Haverá um voo doméstico ida e volta para 3 participantes (6 trechos) em Angola, de Luanda para Soyo e deslocamentos terrestre de Soyo para Mbanza Kongo, retornando pra Soyo com retorno de avião para Luanda.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTO: Produto: Livro 1ª edição Formato: Arte Autores: Julia Vidal e Luandino Carvalho Tema: cultura bantu (Angola-Brasil) Dimensões: 27 x 27 cm Páginas: 104 Ilustrações: 29 Acabamento: Brochura + Capa dura Pôster destacável com acabamento de dobra e picote (tam 54cm) Quantidade: 1.000 ISBN: Edição: Classificação indicativa: 14 anos e acima 2ª edição revista Formato: Revista Autora: Julia Vidal e Luandino Carvalho Tema: cultura bantu (Angola-Brasil) Dimensões: 14 x 19cm Páginas: 128 Peso: 249g Ilustrações: 29 Acabamento: Brochura + sobrecapa/pôster + adesivos Caixa comemorativa ISBN: Coedição: Classificação indicativa: 14 anos e acima Produto: Curta Metragem (até 15') - AUDIOVISUAL Produção: Deserto Filmes Categoria: Documentário Idioma: português Legenda: Português x Inglês Tempo de duração: 15 min Classificação indicativa: 14 anos e acima Produto: Contrapartidas Sociais Realização: CRIAR Categoria: rodas de leitura Qtde de rodas de leituras: 4 Palestrantes: Julia Vidal e Luandino Carvalho Locais de realização: Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Luanda Tempo de duração de cada palestra: 2h Classificação indicativa: 14 anos e acima

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE Produto: Livro Acessibilidade para pessoas com deficiência visual: Também teremos o produto livro no formato de Audiobook para contemplar as pessoas com deficiência visual parcial ou total. Item na planilha orçamentária: Gravação de vozes Produto: Curta Metragem (até 15') - AUDIOVISUAL Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: curta - documentário será legendado para que pessoas com deficiência auditiva possam ter acesso ao conteúdo. Item na planilha orçamentária: Legendagem Produto: Contrapartidas Sociais Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva: A palestra contará com intérpretes de libras para que pessoas com deficiência auditiva possam ter acesso ao conteúdo. Item na planilha orçamentária: Intérprete de libras.

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Produto: Livro O produto livro "O ANGOLANO QUE EXISTE EM NÓS, BRASILEIROS: A Herança da Cultura Bantu” terá a seguinte distribuição: - 50% do produto principal, o que corresponde a 1.500 exemplares do livro, serão vendidos pelo valor de R$85,00. - 20% do produto, o que corresponde a 600 exemplares, serão vendidos a preços populares, pelo valor de R$40,00. - 30% do produto serão distribuídos de forma gratuita, totalizando 900 exemplares, sendo: 3%, que corresponde a 90 exemplares, para fins de divulgação; 7%, que corresponde a 210 exemplares, para o patrocinador (havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado); 20%, que corresponde a 600 exemplares, terão distribuição com caráter social e educativo - 300 exemplares para bibliotecas públicas nas esferas municipal, estadual e federal; e 300 para instituições Afro Brasileiras, e comunidades quilombolas - assegurando a democratização do acesso, conforme os limites e formas de distribuição do artigo 29 da IN nº 11/2024. Produto: Curta Metragem (até 15') - AUDIOVISUAL O produto audiovisual curta - documentário "O ANGOLANO QUE EXISTE EM NÓS, BRASILEIROS: A Herança da Cultura Bantu” será distribuído de forma gratuita online. Esperamos alcançar 35.000 pessoas com cada episódio; assegurando a democratização do acesso conforme os limites e formas de distribuição estabelecidos no artigo 29 da IN nº 11/2024. Produto: Contrapartidas Sociais O produto contrapartidas sociais serão 4 rodas de leitura a serem distribuídas de forma gratuita para um público de 50 pessoas em cada atividade, totalizando um público de 200 pessoas; assegurando a democratização do acesso conforme os limites e formas de distribuição estabelecidos no artigo 29 da IN nº 11/2024. Adotaremos o exposto nos incisos do artigo 30 da IN nº 11/2024, que garante a ampliação do acesso a saber: - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto no inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento). - realizar gratuitamente atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; Obs: A disponibilização do curta - documentário acontecerá através de plataformas de streaming e canais como Youtube.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA Pesquisa Produção de texto e Facilitação: Julia Vidal Julia Vidal, representante deste projeto é BAPAIOCA, filha de baiana, neta de paraense e nascida no Rio de Janeiro, com ascendências africanas e indígenas. Graduada em Desenho Industrial e dedicada às pesquisas sobre as etnias culturais brasileiras com as pós-graduações em História África-Brasil e no Mestrado de relações étnico raciais, Continua seus aprendizados junto às vivências com povos originários. Em 2005, Julia Vidal inicia sua atuação na moda com identidade brasileira, lançando mais de 15 coleções temáticas com desfiles no Rio de Janeiro, Bogotá e Londres, É responsável por mais de 50 figurinos para TV e palcos brasileiros e internacionais. Realizou 3 exposições de moda e arte: no Fashion Rio 2014, na galeria Modernistas em 2017 e na Casa França Brasil em 2018. É autora do livro recordista em vendas “O africano que existe em nós, brasileiros”, da publicação “Quintal étnico”. É organizadora da primeira publicação com protagonismo indígena na moda, o “Cosmovisões X moda, qual é a sua tendência?” e autora convidada do livro “Revolução na moda”, do Fashion Revolution Brasil, com o capítulo “O indígena e o africano que existem em nós, brasileiros” Atualmente se dedica a consultoria e educação de moda decolonial, lecionando em diversas instituições de moda e design no RJ e SP. Criou a escola consultoria pluricultural Éwà Poranga, com protagonismo de mestres indígenas e negros, para uma educação em arte e cultura com identidade e impacto socioambiental positivo. Recebeu reconhecimento internacional “Empresas inspiradoras ao redor do mundo” com campanha mundial, Make the Future, pela Shell Live Wire, e também os Prêmios nacionais Inspirara 2022, Pretas potências 2023, Economia Criativa pelo Ministério da Cultura e moção por práticas de combate ao racismo na moda pela Câmara Municipal do RJ, entre outros reconhecimentos. Curadoria do livro e Direção do curta - documentário: Jair Martins de Miranda Nascido no bairro portelense de Oswaldo do Cruz, na cidade do Rio de Janeiro, Jair Martins de Miranda é professor universitário, pesquisador, produtor cultural e roteirista. Tem graduação em História e Arquivologia, respectivamente pela Universidade Gama Filho e UNIRIO, especialização em Análise de Sistemas pelo IBAM e Direção Cinematográfica pela Escola Brasileira de Audiovisual Darcy Ribeiro. É doutor em Ciência da Informação pela Escola de Comunicação da UFRJ com a tese Samba Global e mestre em Memória Social pela UNIRIO com a dissertação: “Estudos de Viabilidade de Projetos Culturais: Os exemplos que vêm da Lapa”. Foi professor de Políticas Culturais da Escola Cândido Mendes de Gestão Cultural e coordena o CRIAR – Centro de Referência e Informação em Artes, Entretenimento e Cultura Brasileira. Com atuação profissional diversificada nas áreas de Pesquisa e Ensino, Documentação e Informática, Produção Cultural e Audiovisual, já trabalhou em instituições como RIO ARTE, Fundação RIO, Fundação Pró-Memória, Fundação José Bonifácio, UFRJ, UENF, SESC, UCAM, entre outras. Na pesquisa atua nas áreas de Memória Social, Políticas Culturais, Economia da Cultura e Economia do Carnaval; na área de ensino, é professor da UNIRIO. Como produtor cultural, depois da experiência de 15 anos no RIO ARTE, foi idealizador e proprietário de 1995 a 2000 do antigo “Espaço Cultural Arco da Velha”, um dos primeiros locais dedicados à música popular brasileira na retomada do bairro da Lapa, onde fundou o bloco carnavalesco “Tem Gringo no Samba”. Em 1999 participou, à convite da London School of Samba, do “Nothing Hill Carnival” e, desde então vem pesquisando sobre o crescimento das Escolas de Samba fora do Brasil. Criou o projeto “Samba Global” com o objetivo de documentar em vídeo os principais eventos de samba na Europa, Japão e EUA, identificando e reunindo, via internet, sambistas estrangeiros de todo planeta. No segmento da cultura afro-brasileira, idealizou e produziu, como coordenador da unidade SESC de Madureira, entre outros, o projeto “Afrodescendência” e o prêmio “ORI”, para homenagear personalidades do movimento negro. É também roteirista e diretor, entre outros, dos documentários, “Testemunhos”, Samba Global “Samba para Japonês ver”, “Samba in Seoul” e o clip Mangueira 2017 - Parceria Nelson Sargento. Atualmente desenvolve o projeto e a websérie “Diáspora Africana no Brasil – Do Kongo ao Valongo” em parceria com o Governo de Angola. Produção de texto: Luandino Carvalho Luandino Carvalho nasceu em Luanda, Angola, em 1967. Designer, artista plástico e diplomata. Começa a desenhar e pintar desde muito jovem, tendo participado e vencido 3 prêmios internacionais. Aluno fundador da Escola de Artes Plásticas Barracão, em 1976. É membro da UNAP - União Nacional dos Artistas Plásticos. Estudou na Escola Augusto N'Gangula, e fez o curso de jornalismo no Instituto Karl-Marx Makarenko de Luanda em 1987. Em 1992 em Portugal, fez Design Gráfico na EPOA em Vila Nova de Cerveira e depois Belas Artes Escultura, na ESAD das Caldas da Rainha. Exerceu jornalismo na Rádio Nacional de Angola e foi apresentador do programa "Texturas", da TPA Televisão Pública de Angola onde entrevistava artistas plásticos. Desde os anos 90 participa de várias exposições individuais e coletivas em vários eventos e países. Vencedor de vários concursos, prêmios e menções honrosas. Autor do design das Condecorações Nacionais de Angola e dos Símbolos Presidenciais da República de Angola. Autor do álbum discográfico Surpresa Angola de 1992 e participação em outros trabalhos discográficos com Ruca Van-dúnem. Foi adido cultural da Embaixada de Angola em Portugal e exerce atualmente o mesmo cargo no Brasil onde também é o diretor da Casa de Angola na Bahia. Produção Audiovisual: Deserto Filmes Deserto Filmes é uma empresa brasileira. Ao longo de mais de 20 anos de atuação criamos e desenvolvemos diversos produtos culturais de qualidade e relevância. Ao todo são 5 longas metragens para o cinema, 02 séries televisivas, 03 telefilmes e 02 webséries. Dentre os mais recentes trabalhos destacamos: -Na fronteira da imagem (2023); série documental para o Canal Brasil. -Territórios (2021 e 2023); websérie em duas temporadas. -Pelas ruas do Rio (2021); telefilme documental para Tv a cabo. -Romance policial (2016); longa metragem de ficção para cinemas. Nossa missão é produzir conteúdos que entretenham e informem, fortalecendo a indústria criativa do nosso país. Coordenação de Produção: Carolina Xavier é graduada em artes cênicas pela UFRJ e mestre em Cultura e Territorialidades pela UFF - Universidade Federal Fluminense. Atua desde 2014 na área da produção cultural, tendo trabalhado nas áreas de arte-educação, teatro, produção audiovisual, dança, mostras e festivais. Seus últimos trabalhos foram: produção de logística da Virada Sustentável RJ (2019); coordenação de produção do documentário média metragem Superar (2019); produção executiva e coordenação de produção do projeto “Sextas Brincantes” (2020); produção de finalização do documentário longa metragem “Samba do Desterro” (2022); em 2023 fez a produção do Festival de Performances” I Bacanalha LGBTIAP+” e produziu a Performance de Dança “Manifesto Oré Mi”. Em 2024 idealizou e coordenou o projeto de intervenção urbana “Mural Zona Oeste Profunda” e a Mostra itinerante de Cinema de animação “Anima Cinemão”.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2026-01-10
Locais de realização (8)
Cachoeira BahiaMaragogipe BahiaSalvador BahiaSanto Amaro BahiaSão Francisco do Conde BahiaBelo Horizonte Minas GeraisRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo