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PRONAC 2416401Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Ciranda do Brincar

João Paulo dos Santos Diogo
Solicitado
R$ 792,7 mil
Aprovado
R$ 792,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Pescadores Artesanais
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-01-05
Término
2025-12-31
Locais de realização (6)
Ilhéus BahiaSalvador BahiaExtremoz Rio Grande do NorteGalinhos Rio Grande do NorteMacau Rio Grande do NortePedra Grande Rio Grande do Norte

Resumo

O projeto CIRANDA DO BRINCAR consiste na pesquisa e identificação de brincadeiras presentes em 6 territórios e comunidades tradicionais da Bahia e do Rio Grande do Norte. As práticas serão registradas em uma websérie com 6 episódios documentais, e uma cartilha pedagógica. A segunda edição do projeto visa circular os resultados da primeira edição, e ao mesmo tempo, produzir uma nova cartilha, sistematizando a relação entre professores e estudantes, na construção da redescoberta das brincadeiras tradicionais dentro da rede pública de ensino e nas Comunidades atendidas.

Sinopse

WEBSERIE Através de entrevistas, com depoimentos dos mais velhos e adultos das comunidades visitadas serão identificadas as brincadeiras que existiam "antigamente". As entrevistas com os jovens e crianças irão abordar as brincadeiras atuais. Serão realizadas filmagens das crianças e jovens descobrindo as brincadeiras antigas e o processo de ensinamento oral da brincadeira, pelos mais velhos. Cada episódio da websérie terá duração de 13 minutos. Serão 6 episódios. O material audiovisual será gravado, editado e exibido posteriormente no Canal do Youtube da CulturaTAO. Os ROTEIROS PROPOSTOS podem sofrem alterações quando forem contratadas a equipe de audiovisual do projeto e durante a filmagem em cada comunidade. Vale salientar que trata-se de um projeto documental e não uma ficção onde se tem previamente determinado o roteiro. OFICINAS – CIRANDA DO BRINCAR a. título: OFICINA DE VIVÊNCIA BRINCANTE b. conteúdo;Após a Pesquisa sobre as brincadeiras tradicionais nas comunidades, será confeccionada a Cartilha Pedagógica de Boas Práticas das Brincadeiras Tradicionais. Nesta cartilha será abordada algumas das brincadeiras de cada comunidade visita, contando sua história, a metodologia de como se brinca, as regras do jogo (caso exista) e como impacta pedagogicamente no processo de ensino aprendizagem. A oficina apresentará esta Cartilha e provocará professores e educadores a colocarem em prática dentro do ambiente escolar. c. metodologia;Nas 6 horas/aulas a proposta é praticar algumas das brincadeiras no ambiente escolar, provocando os professores de Educação Física, Artes, História e outras matérias a integrarem as brincadeiras tradicionais como prática pedagógica. Para tanto, a Oficineira irá fazer um primeiro momento de roda de conversa, para apresentar algumas das brincadeiras e ouvir do público da Oficina quais as brincadeiras desejam praticar. No segundo momento do primeiro dia, começam a pôr em prática a primeira brincadeira. No segundo dia serão 2 horas de práticas, vivenciando brincadeiras daquela comunidade próxima à escola, mas também brincadeiras de outras comunidades. E no último dia, serão discutidos os efeitos pedagógicos no processo de ensino e aprendizagem, provocando o público da oficina a integrarem algumas das brincadeiras nas dinâmicas em sala de aula.

Objetivos

Acessar a memória brincante de uma comunidade tradicional é conhecer a história de seus povos, sua cultura, seus saberes e fazeres, através do lúdico. Neste sentido, o projeto CIRANDA DO BRINCAR busca fortalecer o PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL ao registrar e difundir as brincadeiras tradicionais de 6 comunidades da Bahia e Rio Grande do Norte. Sendo Comunidades Indígenas, Terreiros de Axé e Comunidades Pesqueiras. Uma equipe de oficineiros também será contratada para dinamizar a prática da CIRANDA DO BRINCAR, com os professores, dentro do ambiente escolar. Com estas oficinas de introdução, professores e estudantes serão estimulados a executarem as práticas pedagógicas da Cartilha. Bem como, as brincadeiras serão adaptadas a partir da revisão de consultoria de acessibilidade, para garantir a plena participação do público PCD. OBJETIVO GERAL Fomentar o movimento em torno da valorização do brincar, como inerente aos processos formativos dos sujeitos humanos, através da pesquisa e produção da segunda edição da cartilha e websérie Ciranda do Brincar. OBJETIVOS ESPECÍFICOS - Circular a primeira edição do projeto CIRANDA DO BRINCAR, com a apresentação da primeira websérie e cartilha; - Realizar pesquisa sobre as brincadeiras tradicionais em 6 comunidades da Bahia e Rio Grande do Norte; - Produzir 6 episódios inéditos, de 13 minutos cada, da websérie documental CIRANDA DO BRINCAR, que trata sobre as comunidades visitadas e suas brincadeiras tradicionais; - Confeccionar 1.000 unidades da segunda edição da cartilha pedagógica das brincadeiras tradicionais.

Justificativa

O projeto se enquadra nos Incisos I, II, III, IV, V, VI, VIII e IX do Art. 1º da Lei nº 8.313/91. Assim como atingem os objetivos do Art. 3º da mesma Lei nos incisos I- d) incentivo à formação artística e cultural, II- a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; III- d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais; IV- b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V- b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais. O CIRANDA DO BRINCAR se fundamenta também nas leis 10.639/03 e 11.645/08, que regulamenta a obrigatoriedade do ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena nos estabelecimentos de ensino fundamental e ensino médio, da rede pública e privada. De acordo com o Decreto n° 6040 de 7 de fevereiro de 2007, os povos e comunidades tradicionais são definidos como "grupos culturalmente diferenciados e que se reconhecem como tais, que possuem formas próprias de organização social, que ocupam e usam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica, utilizando conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos por tradição". Segundo dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), as Comunidades Tradicionais constituem aproximadamente 5 milhões de brasileiros e ocupam ¼ do território nacional. Processos históricos e condições específicas de pobreza e desigualdade deixaram essas comunidades em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica, além de serem alvos de discriminação racial, étnica e religiosa. Neste contexto as crianças e adolescentes são as principais afetadas, pelo fato destas comunidades tradicionais, em sua maioria, estarem localizadas em regiões afastadas dos centros das cidades, sendo elas muito carentes de infraestrutura e acesso a condições adequadas de escolarização. Nesse sentido, a proposta do CIRANDA DO BRINCAR apresenta-se como uma alternativa de fortalecimento dos saberes tradicionais pautados no brincar, em que os membros de comunidade tradicionais terão oportunidade de contar suas histórias a partir do resgate das brincadeiras tradicionais. No contexto tão adverso em que vivem, garantir o direito ao brincar é de suma importância, na medida em que o brincar apoia às crianças e pré-adolescentes no desenvolvimento das relações com outras pessoas e objetos. A interação gerada pela brincadeira proporciona o desenvolvimento psicomotor, emocional, social, instiga raciocínio lógico, criatividade, imaginação, espacialidade, percepção, memória e ludicidade. Assim, falar de ludicidade afro-brasileira, indígena, cigana é remeter a vivência lúdica alimentada pelos conteúdos, valores, histórias, ritmos, em suas mais diferentes manifestações. Sejam os fragmentos de cultura dos antigos povos africanos, sejam as expressões musicais contemporâneas, sejam as alegrias dos dançantes, ou os giros e batuques. Tudo isso compõe o rico e vasto campo do que aqui denominamos de ludicidade. Em um Estudo publicado em 2019, pelo professor afiliado da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, Flávio Comim: "as artes e o esporte têm papel fundamental para o desenvolvimento de alunos no ambiente escolar e, portanto, não podem ocupar um espaço inferior ao de outras disciplinas nos currículos _ até porque ajudam a fomentar competências que serão usadas em outras áreas". Segundo o pesquisador, as artes e as brincadeiras ganham ainda mais importância num momento pós-pandemia, pois serão aliadas na retomada das atividades, uma vez que são mais valorizadas pelos alunos e podem ajudar na reinserção à escola. O fato de serem disciplinas com maior socialização, podem ser praticadas ao ar livre _ mantendo o distanciamento social _ e promovem reflexões. A Diretora Executiva do Itaú Social, Angela Dannemann, apresentou dados de grande relevância em entrevista ao jornal Folha de São Paulo: "A música traz benefícios neurológicos, melhora o raciocínio. O teatro dá entendimento de narrativa e um conceito de coesão e lógica, à criança. Tudo isso pode não parecer, mas está em linha com parte das competências da BNCC (Base Nacional Comum Curricular)". Para o Unicef, o desenvolvimento sustentável não vai acontecer se as crianças não tiverem oportunidades justas. Não pode haver desenvolvimento sustentável, prosperidade ou paz sem equidade _ oportunidades justas para cada criança e cada adolescente. Se as crianças e os adolescentes mais desfavorecidos não compartilham desse progresso, ele não será sustentável. Além de contribuir com o fortalecimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, sobretudo nos objetivos 3) Saúde e Bem-Estar; 4) Educação de Qualidade; 8) Trabalho Decente e Crescimento Econômico; 10) Redução das Desigualdades; 11) Cidades e Comunidades Sustentáveis; 14) Vida na Água; 15) Vida Terrestre; 16) Paz, Justiça e Instituições Eficazes e 17) Parcerias e Meios de Implementação. Os objetivos serão implementados a partir da execução do projeto em comunidades que já praticam em seus modos de vida ações que contribuem com os ODS listados, e fortalecerá as próprias comunidades, além de fomentar diretamente o objetivo 3, 4, 8 16 e 17. Assim, o projeto CIRANDA DO BRINCAR pretende desenvolver habilidades socioculturais e emocionais nas crianças, adolescentes e jovens das Comunidades atendidas, além de promover ações pedagógicas de práticas do BRINCAR, no ambiente escolar, fortalecendo assim o PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL das comunidades tradicionais visitadas. O projeto já demonstrou sua capacidade de execução e sua importância cultural, identitária e pedagógica, visto que obteve sucesso nos resultados propostos em sua primeira edição. A continuidade do projeto significa a ampliação da pesquisa e do alcance, trazendo para o centro do projeto novas comunidades e novas brincadeiras. A sistematização dessas práticas e saberes é também um encontro e conexão entre as diversas Comunidades por onde o projeto passou e passará, tanto dentro da Bahia, como na iniciativa da proposição desse vínculo com outro estado do Nordeste. O Ciranda do Brincar, em sua primeira edição, pesquisou, sistematizou e produziu a websérie e cartilha pedagógica em 8 comunidades tradicionais; de modo que, estes produtos foram significativos meios de propagação das práticas brincantes dessas comunidades. Foi possível, através do projeto, circular estas brincadeiras pesquisadas em diversos espaços, como por exemplo em Feiras Literárias, escolas e outras comunidades tradicionais. A segunda edição visa ampliar o alcance da pesquisa a partir dos seus primeiros resultados, de forma que, a primeira websérie e cartilha serão os pontos de partida para a apresentação do projeto nas próximas comunidades assistidas, exibidas durante a pré-produção. Junto com o propósito de valorizar os saberes produzidos nas comunidades tradicionais, e integrá-las entre si - num movimento iniciado na Bahia, mas com conexão interestadual - criar um movimento em torno da valorização do brincar, como inerente aos processos formativos dos sujeitos humanos é o grande objetivo deste projeto. Para tanto, prevê-se 5 etapas: O COLETIVO CIRANDAS se une à CulturaTAO, na busca de parcerias com empresas patrocinadoras, Secretarias de Educação dos Estados e dos Municípios atendidos pelo projeto, além da articulação com as organizações sociais e comunitárias que atuam nas comunidades a serem visitadas. A pesquisa e sistematização das brincadeiras tradicionais será realizada por uma equipe de pesquisadores, historiadores, pedagogos e produtores culturais, que juntos produzirão a websérie e a cartilha pedagógica.

Estratégia de execução

Cidades onde acontecerá o projeto: Salvador - BahiaIlhéus - BahiaPedra Grande - Rio Grande do NorteExtremoz - Rio Grande do NorteMacau - Rio Grande do NorteGalinhos - Rio Grande do Norte

Especificação técnica

CARTILHA Número de páginas: 40; dim. 20,0x20,0x 0,5cm; Capa em 4x4 cores; Papel Reciclado 240 g. Gravação de chapa - CTP.

Acessibilidade

As ações acontecerão nos espaços das comunidades tradicionais e nas escolas públicas que atendem os alunos dessas comunidades. Assim, todas as pessoas com deficiência mapeadas na pré-produção, serão atendidas pelo projeto, dentro da dinâmica cotidiana das suas atividades em sua comunidade e na escola que frequentam - seja através da contratação de intérprete de Libras à inserção de rampas, acompanhamento e recepção, ou outras ações de acessibilidade comunicacional, atitudinal e arquitetônicas. Todas as medidas serão amplamente divulgadas. Todas as brincadeiras serão executadas em versão acessível, elaboradas após o mapeamento, e propostas a partir de revisão da consultoria de acessibilidade. Bem como, todo material audiovisual terá tradução em Libras.

Democratização do acesso

Todas as atividades do projeto são gratuitas e serão executadas em comunidades tradicionais juntamente com os próprios fazedores e criadores das brincadeiras mapeadas, de forma a envolvê-los diretamente e de forma estrutural na execução do projeto. Bem como, a distribuição da cartilha será gratuita, em espaços de interesse público como instituições de ensino; e a websérie será disponibilizada gratuitamente em canal na internet.

Ficha técnica

João Paulo dos Santos DiogoCoordenador Geral Representa o Coletivo de Assessoria Cirandas criado em 2009 com o intuito de contribuir com as lutas comunitárias e apoiar na defesa dos direitos dos povos e comunidades tradicionais, a partir do desenvolvimento de estratégias de advocacy, monitoramento de políticas e tecnologias sociais, combatendo à discriminação e racismo. O Coletivo Cirandas tem sua atuação centrada no princípio de que não existe comunidade que não possa resolver seus problemas, compreendendo o papel do Coletivo como suporte às comunidades na execução destas estratégias, utilizando métodos alicerçados em dinâmicas pedagógicas participativas, que tem a função de garantir a autonomia e exercício da autogestão das comunidades. Projetos audiovisuais já realizados: documentário “Mocambo Akomabu” (2016), série “Aquatulnes” (2018), documentário "Enxu Queimado Existe por que Persiste" (2021), minidoc “Na Corda Bamba do Samba” (2022). Em produção a websérie “Cirandas do Brincar” (2023). Tiago Alves de Oliveira Produção Executiva Formado em Comunicação Social, com Habilitação em Publicidade, e com mais de 20 anos de experiência no mercado cultural. Atua como elaborador e administrador de projetos culturais, produtor executivo e diretor de produção. Com mais de 100 projetos aprovados em editais de diversos e Leis de Incentivo, trabalha em todas as áreas artísticas (audiovisual, artes visuais, artes cênicas, música e patrimônio cultural). Em Artes Visuais, atuou nos projetos: Perambulantes (2010), Fotopoética ou a Arte de Transver o Mundo (2011), Ciclos da Vida (2013), Vale do Grafite (2013), O Gabinete de Alice (2014, 2016 e 2017) - executado em 2016 na Caixa Cultural São Paulo; Ocupação Coaty (2016); Mestre Didi - Revisitações Artísticas (2017); Arte Eletrônica Indígena (2018/2019). Entre os projetos de audiovisual realizado destacam-se: Telefilme Beleza da Noite (2022), Longametragem Nina (2021), documentários Brasil Tupinambá (2021) e As Indigenas da Terra (2023), além da administração de prestação de contas de dezenas de outros projetos de audiovisual para as Chamadas Públicas da Ancine. Dayse Porto de SantanaDiretora Audiovisual Dayse Porto é diretora e roteirista, nascida em Cachoeira-BA. Diretora do Telefilme de Ficção "Beleza da Noite (38 min)" (junto com Cecília Amado), filme realizado por sua produtora Movida Conteúdo em 2022, exibido na TV Globo em Tela Quente e disponível no Globoplay. É também roteirista e diretora do documentário "As Indígenas da Terra" (50 min, 2022), diretora e roteirista da série de programas de TV "Mulher com a Palavra" (50 min, 2021), da webséries "Histórias da Vida" (25 min; 2021) e “Cirandas do Brincar” (10 min; 2023) e do Especial Musical "As Ganhadeiras de Itapuã" (50 min, 2020). Assina também como roteirista e/ou diretora entre outros 10 documentários e mais de 400 edições de programas de TV em canais como TVE, Mix TV, SBT e outras plataformas. Fez faculdade de comunicação-jornalismo pela Universidade Federal da Bahia, especialização em roteiro na Escuela de San António de Los Baños em Cuba, mestrado em Comunicação e Semiótica pela PUC São Paulo. Viveu 6 anos em São Paulo atuando em televisão e produtoras independentes e em 2017 retornou a Salvador criando a Movida Produtora de Conteúdo. É realizadora do Festival Ela Faz Cinema, de filmes dirigidos por mulheres, que teve a primeira edição em 2018 no Espaço Itaú de Cinema - Glauber Rocha. É autora do Livro "Série Ó Paí, Ó - Ritmo e Cultura da Bahia na TV" (2016). Ana Paula Santos Diretora de Produção Produtora de eventos, obras audiovisuais e musicais, trabalha em projetos como organizações de Feiras de Artesanato, Mostras Culturais, Curta-metragens, entre outros. Experiência em escrita e gestão de projetos na Lei Aldir Blanc 1, Lei Paulo Gustavo e leis de incentivo. Membra da Associação de Capoeira Esquiva Menino - ACEM, na qual organiza os eventos "Chega pra Cá, Venha Ver" e "Camarada é Hora é Hora". Formação: Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Feira de Santana/BA - Graduação em Licenciatura em História (2015 - 2021); LÚMINA - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, EAD - Curso Online de Produção Cultural (2022); SEAD - Universidade Federal da Bahia (UFBA) - Pós-graduação - Especialização EAD em Gestão Social e Patrimônio Cultural (2023 - Atual); Universidade Federal da Bahia (UFBA), Salvador/BA - Graduação em Produção em Comunicação e Cultura(2024 - Atual). Dayanne Pereira da SilvaAssessora de Comunicação Jornalista pela Faculdade da Cidade do Salvador (FCS); Doutoranda e mestre em Midiatização e Indústria de Mídiano Programa de Pós Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas da Universidade Federal da Bahia (PósCom/UFBA). Pós graduada em Comunicação Estratégica e Gestão de Marcas na (PósCom/UFBA). Atua com: Jornalismo digital; Fotografia; Assessoria de Comunicação e Imprensa; Comunicação Integrada de Marcas; Comunicação Interna; Marketing Digital; Diagramação no InDesign; Edição básica de fotos no Photoshop; Edição de sites e blogs no Wordpress. Experiência profissional - Agência de Comunicação com serviços de relacionamento com a mídia,produção de conteúdo, comunicação institucional, gestão de mídias sociais,fotografia entre outros. Agência de Notícias Ciência e Cultura da Ufba - Editora Cultural e Jornalistaagosto de 2011 - abril de 2012 (9 meses). Revista Bahiana – Jornalista - agosto de 2011 - agosto de 2011 (1 mês); Salvador e Região, Brasil - Jornalista na 4º edição da revista. MAM BA - Assessora de imprensa - agosto de 2009 - outubro de 2010 (1 ano 3 meses) - Jornalista; Assessoria de imprensa; Atualização do site; Fotografia. Além de realizar a Assessoria de Comunicação de dezenas de projetos culturais, destacando: Telefilme Beleza da Noite (2022), Cirandas do Brincar (2023), Coletânea Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia (2023).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.