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PRONAC 2416444Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Artistas nordestinos em espaços de criação

FRIDA PRODUCOES E SERVICOS CULTURAIS E ARTISTICOS LTDA.
Solicitado
R$ 801,4 mil
Aprovado
R$ 801,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

A presente proposta prevê a publicação do livro "Artistas nordestinos em espaços de criação", um livro que apresentaatravés da produção fotográfica e textual 30 artistas contemporâneos que vivem e trabalham no Nordeste do país cuja produção se relaciona com os seus "espaços de trabalho"

Sinopse

Sinopse (apresentação anexada) CONCEITO O projeto “Artistas nordestinos em espaços de criação” tem por objetivo produzir um livro que apresente 30 artistas contemporâneos que vivem e trabalham no Nordeste do país cuja produção se relaciona com os seus “espaços de trabalho”. Mais do que um mero mapeamento dos espaços de trabalhos de artistas plásticos renomados, este livro propõe uma reflexão sobre a expansão dos limites do que entendemos como ateliê ou estúdio de artista e seu impacto na produção artística contemporânea nacional. Depois de viajar pela América Latina entrevistando artistas de diversos países, para escrever o livro “Espaços de trabalho de artistas latino-americanos”, a autora Beta Germano percebeu que as vivências nas cidades e culturas locais se configuram também como “espaço de criação” . Ela conduzirá, portanto, entrevistas por meio das quais serão costuradas relações entre o corpo de trabalho do artista e as experiências estabelecidas nos espaços onde trabalha. Assim como na primeira publicação, o livro contará com entrevistas de todos os artistas e textos críticos desenvolvidos por curadores convidados, problematizando a condição contemporânea do ateliê de artista, além de conceitos sobre a construção da ideia de “nordeste” identificadas em práticas comuns a artistas nordestinos contemporâneos. O livro será ricamente composto por fotografias inéditas de cada ateliê ou espaço de criação. Os textos serão publicados em português, espanhol e inglês. CURADORES CONVIDADOS Maranhão Samantha Moreira Dinho Araújo Piauí Marcelo Evelin Guga Carvalho Ceará Bitu Cassundé Cecília Bedê Rio Grande do Norte Sânzia Pinheiro Everardo Ramos Paraíba Walter Arcela Alagoas Maria Amélia Vieira (Galeria Karandash) Carol Gusmão Maíra Gamarra Pernambuco Rebeka Monita Ariana Nuala Ana Maria Maia Sergipe Maicyra Leão Julia Rebouças Bahia Acervo da Laje (José Eduardo e Vilma) Diane Lima Daniel Rangel ______________________________ JUSTIFICATIVA . (o ateliê) Existem muitas publicações que compilam artistas brasileiros e suas obras, principalmente depois da internacionalização do mercado nacional nos últimos 20 anos. Este projeto, entretanto, objetiva revelar o lado do "fazer artístico" e das condições e vivências que atravessam a existência de uma obra de arte pela ótica de artistas contemporâneos. A ideia é tentar revelar, ainda, como a condição sociocultural de cada cidade ou região onde vivem estes artistas – entendida aqui como uma expansão do espaço de trabalho – influencia fortemente a produção criativa. O ateliê de artistas sempre foi um espaço de fascínio generalizado – não à toa, existem muitas publicações internacionais sobre o assunto e a Whitechapel Gallery acaba de fazer uma exposição dedicada ao tema, reunindo perspectivas do "estúdio de artista" pelos próprios criativos do último século, incluindo desde nomes como Francis Bacon, Louise Bourgeois, Pablo Picasso, Egon Schiele e Andy Warhol, até figuras como Walead Beshty, Lisa Brice e Kerry James Marshall. No entanto, com a emergência da arte conceitual na década de 1960, a noção tradicional de ateliê̂ tornou-se em parte obsoleta. Surgiram novos locais para a criação de arte, levando à ideia de uma produção artística “pós estúdio”. A partir dos anos 1990, com a democratização da internet e insensa globalização, esse espaço ficou ainda mais abstrato. O "espaço de trabalho" de um artista pode ser, hoje, desde a tela de um computador até um rio. No entanto, ele nunca deixou de existir, sendo reinventado constantemente em resposta a novas realidades sócio-políticas e tecnológicas. Vale lembrar, ainda, que com o desenvolvimento do mercado, este antigo local de criatividade solitária e exploração de materiais tornou-se um ponto de encontro, onde uma visita de um crítico, curador ou até o colecionador pode se tornar numa negociação profissional. Outros usam o estúdio como um espaço de exposição, e ainda tem aqueles que fazem do seu ateliê̂ uma verdadeira fábrica de arte. Existem, ainda, os mais reclusos que só abrem este espaço tão íntimo para poucos. Muitos desses assuntos foram discutidos no livro "Espaços de trabalho de artistas latino-americanos", desenvolvidos pelos autores deste projeto. Entretanto, diferentemente do primeiro volume, escrito e produzido em 2019, esta nova publicação propõe mais algumas camadas de discussão. Primeiramente, é preciso considerar o fator "isolamento social". Muitos artistas precisaram adaptar suas pápricas durante o auge do COVID-19 – muitos adaptaram a própria casa, transformando-a em espaço de trabalho, o que pode mudar totalmente os processos e escala de produção; outros passaram a viver mais intensamente dentro do ateliê, desta vez sem assistentes ou funcionários. (o nordeste como espaço de criação) Outra perspectiva inédita desta publicação é compreender o "nordeste" como esse espaço ampliado de criação, questionando os conceitos de "nordeste" desenvolvidos pela elite intelectual no último século, destacando singularidades de cada região/estado e problematizando a homogeneização desta ideia. Gilberto Freyre e Francisco Brennand, em Pernambuco; Lívio Xavier Júnior, no Ceará; e até Lina Bo Bardi, uma italiana na Bahia – desde o início do século passado alguns autores tentaram “desenhar” uma ideia de Nordeste brasileiro, como se toda a região que compreende 18% do território nacional pudesse ser reduzida a uma única ideia. É preciso estudar e identificar o Nordeste a partir do Nordeste; é preciso compreender o Nordeste contemporâneo; é preciso desconstruir conceitos distorcidos de Nordeste. E não há ninguém melhor para fazer isso do que os próprios artistas cujos trabalhos são atravessados cotidianamente por estéticas, movimentos culturais, narrativas sócio-políticas e discussões ecológicas muito específicas e diferentes do resto do país. O "Nordeste" é, aqui, também o espaço de nutrição e experimentação desses artistas. Vale lembrar que existem livros sobre ateliês de artistas do Rio de Janeiro e São Paulo. Mas nenhuma outra região do país foi estudada sob esta perspectiva. Os espaços de trabalho do Centro-oeste, o Norte e o Sul do país também merecem reflexões. Mas o Nordeste não foi escolhido à toa como o primeiro protagonista de um processo de descentralização das pesquisas sobre arte brasileira. Desde 2018, esta região geopolítica ganhou destaque no campo das discussões políticas e a partir de 2021 ganhou força no mercado de arte nacional – com a abertura ou reabertura de novas galerias e museus na região e, também, com maior presença de artistas nordestinos no sistema sudestino. Esse movimento faz parte de uma revisão mais ampla da história, estética e representatividade nacional e acompanha uma tendência mundial de descentralização do mercado de arte – se o mundo passa a olhar para o Sul global, curadores e galeristas percebem que precisam também expandir suas atuações para além do Rio de Janeiro e São Paulo, investigando e desconstruindo um campo hegemônico que dominou o sistema das artes visuais por séculos. Há, ainda, uma inquietação sobre o lugar da arte dita "popular" no sistema da arte brasileira. Essa discussão não é nova e passa pela própria história do termo "popular". Desde o início do século 20, em momentos pontuais, alguns debates entre intelectuais e artistas giraram em torno de um entendimento e reconhecimento de que existem manifestações que não coincidem com as linguagens do poder, mas que fazem parte do patrimônio nacional e apontam para a diversidade e complexidade da cultura brasileira. Essas pesquisas, no entanto, sempre foram atravessadas, interpretadas ou filtradas por uma elite intelectual e acabavam entrando, dentro do sistema moderno-ocidental de percepção do mundo, numa categoria menor ou rebaixada perante a "arte erudita", "arte moderna" ou "arte contemporânea". A entrada, hoje, de manifestações que fogem aos padrões do sistema da arte para dentro do contexto institucional e comercial vem na caravana dessa tentativa de desmontagem e realinhamento das narrativas da história da arte. O "popular", o "periférico" e o "louco" passam a ser legitimados no mesmo movimento de revisão de perspectivas de gênero, identidade, sociais e geográficas. Multiplicam-se os modos de criar, os agentes e os públicos, e diminuem as interferências. E, assim, crenças, tradições, costumes e cosmovisões de diferentes povos entram de forma mais direta nos museus. É preciso, no entanto, não romantizar esse processo. O mercado é especulativo e voraz e, ganhando consciência disso, muitos artistas se organizam em seus espaços de trabalho para se proteger. #1 A noção individualizada de ateliê é posta em xeque pela criação em grupo, muitas vezes realizada em barracões, ateliês coletivos, nas ruas e demais espaços públicos de uma cidade. Se, historicamente, o ateliê exerceu fascínio por sua relação de intimidade e identidade perante os artistas, quais são os aspectos igualmente fascinantes de um espaço de criação pensado como espaço público? #2 Numa região que tem o segundo maior déficit habitacional do Brasil, como esperar, dos artistas, um espaço físico de trabalho? Como parte do tecido social, a arte não só expressa, como também sofre das desigualdades econômicas e políticas, e é justamente por este motivo que, inclusive desde suas próprias vulnerabilidades – como a inexistência de um espaço físico de criação individual que possa ser chamado de ateliê –, a prática artística se torna um precioso e crítico espelho de nossos contextos socioculturais. #3 Como abordar os espaços de criação que não se separam do território, mas que, ao contrário, nele estão implicados? Que desafios nos reservam artistas que, por exemplo, fazem das pedras e galhos queimados do sertão não só o seu "material" de trabalho como, mais adiante, o lócus mesmo de sua criação – o seu, por assim dizer, studio? Se o ateliê coletivo é um instigante desdobramento do modelo individual do studio, o que dizer de um ateliê que se faz na companhia de pássaros, chuvas ou formigas? Neste contexto, este livro propõe-se a traçar a atual condição dos estúdios de artistas no Nordeste. Entre os tópicos pesquisados estão: A mudança de percepção sobre o papel do artista desde 1960 e da globalização; A diversidade da prática atual de estúdio (e pós-estúdio); As estratégias críticas de artistas que usaram a situação do estúdio como tema ou ponto de origem para o seu trabalho; Compreensão do campo expandido de produção e o que isso significa diante das mudanças estratégicas de descentralização do mercado de arte Construção da ideia de “nordeste brasileiro” no último século e como essa imagem é atualizada por artistas contemporâneos Noção do que é arte popular e como ela é apresentada no sistema e como é interpretada pelos artistas do Nordeste Como estes espaços de trabalho foram transformados (ou não) pela necessidade de isolamento social; Os ensaios e entrevistas com os artistas neste livro pretendem explorar essas questões para examinar a transição do estúdio como oficina de produção física para um espaço com múltiplos potenciais para a criação e participação artística. ___________________________

Objetivos

Objetivo geral O projeto "Artistas nordestinos em espaços de criação" tem por objetivo produzir um livro que apresente 30 artistas contemporâneos que vivem e trabalham no Nordeste do país cuja produção se relaciona com os seus "espaços de trabalho". Mais do que um mero mapeamento dos espaços de trabalhos de artistas plásticos renomados, este livro propõe uma reflexão sobre a expansão dos limites do que entendemos como ateliê ou estúdio de artista e seu impacto na produção artística contemporânea nacional. Objetivo Específico - Produzir 2.000 exemplares (mil exemplares) do livro "Artistas nordestinos em espaços de criação" - Realização de três palestras com as organizadoras da publicação sobre o livro, realizada em parceria com a rede pública de ensino e organizações/instituições que trabalhaem com público socialmente mais vulnerável.

Justificativa

O principal mecanismo de incentivo à cultura se faz essencial para a realização de projetos culturais. Através desse mecanismo alem da materializacão do produto cultural em si, os produtos culturais resultantes vislumbram possibilidades de distribuição e democratização de acesso significativas, permitindo que um ampla e diversa parte da população em geral tenha acesso à conteúdos de importância e a experiências de fruição estética de impacto para os processos de formação cultural e cidadã. Em relação aos incisos do Art. 1º e aos objetivos do Art.3º , citamos abaixo os devidos enquadramentos; Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III. apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VIII. estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; ______________________________________________________________________________________ Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;

Especificação técnica

Tiragem: 2000 exemplares Formato 23 x 32 cm Aproximadamente 300 páginas Capa dura com acabamento em prolan fosco Papel miolo: couché fosco 120gsm + pólen + Miolo fotografias: munken lynx rough 120 g/m2 4x4 cores process color

Acessibilidade

Produto Livro Acessibilidade Física: o lançamento do livro será realizado em local com acessibilidaes para pessoas com mobilidade reduzida (rampas, banheiros adaptados, elevadores, etc) Acessibilidade de Conteúdo: Será criada uma plataforma online com acessibilidade. PcD visual: Audiodescrição de algumas imagens do livro e dos textos PcD auditivo: Libras dos textos do livro O livro não apresenta restrições para pessoas com deficiência cognitiva Produto Contrapartida Social Acessibilidade Física: As palestras serão realizadas em local com acessibilidaes para pessoas com mobilidade reduzida (rampas, banheiros adaptados, elevadores, etc) Acessibilidade de Conteúdo: PcD visual: As palestras não apresentam restrições para pessoas com deficiência visual PcD auditivo: Intérprete de Libras em todas as palestras O livro não apresenta restrições para pessoas com deficiência cognitiva

Democratização do acesso

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO I - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores;II - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;III - 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;IV - 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. AMPLIAÇÃO DE ACESSO Visando a ampliação de acesso indicamos abaixo a medida adotada conforme artigo 30 da IN 11/2024: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento);

Ficha técnica

Coordenação Geral e Produção Executiva Frida Projetos Culturais (proponente - responsável por toda a gestão e ações decisórias do projeto) Somos uma plataforma de articulação coletiva que há 12 anos busca promover microrrevoluções sociais e culturais através da gestão e produção de projetos criativos e atentos às demandas mais urgentes da sociedade. Nossa atuação social fomenta experiências inovadoras e enriquecedoras, que conectam todos os seus atores, contribuindo de forma coletiva para a construção de um futuro mais justo e sustentável. Nossos principais parceiros são empresas comprometidas com pautas atuais, que têm como prioridade o investimento em ações focadas no desenvolvimento de potencialidades individuais e comunitárias, produzindo impactos positivos para a sociedade como um todo. Mapeamos oportunidades no universo da cultura através de frentes como a criação, a produção, a gestão e o acompanhamento de projetos que promovam transformações sociais impactantes e duradouras. Já trabalhamos com instituições culturais relevantes como SESC, Poiesis Gestão Cultural, Centro Cultural São Paulo (CCSP), Centro Cultural Fiesp, Itaú Cultural, Caixa Cultural e com programas de fomento prioritários como Lei de Incentivo Federal à Cultura, Proac/ICMS, Proac Editais, Funarte, PROMAC/SP, entre outros. Coordenação Editorial e Autora Beta Germano Formada em jornalismo na PUC do Rio de Janeiro e pós graduada em jornalismo da moda no SENAC e História da Arte na FAAP, Beta Germano atuou em diferentes áreas do mercado de moda até entrar para o mundo das artes plásticas. Trabalhou durante 4 anos na revista Vogue e 6 anos na Casa Vogue, onde foi editora de cultura e lifestyle - dedicando-se a textos sobre arte, gastronomia, viagem, arquitetura e design. Foi responsável, ainda, pela seleção as obras de arte das 4 primeiras edições do Casa Vogue Experience. Foi diretora de conteúdo da plataforma ARTEQUEACONTECE por 5 anos, coordenando não somente a produção editorial, mas também idealizando o programa de aulas e experiências para clientes e marcas de luxo. Autora do livro “Espaços de Trabalho de Artistas Latino-Americanos”, editado pela Cobogó, Beta organizou os livros “Desenho o que não cabe em mim”, da artista Márcia de Moraes; “Fugaz flutuar”, da Evangelina Miranda; e, “Assombrar o mundo com beleza”, da Sônia Gomes. Hoje é colunista da Vogue e colaboradora Folha de São Paulo e Elle Decor Brasil. Já escreveu artigos, ainda, para a Wallpaper e GQBrasil e Estado de São Paulo. Autora Clarissa Diniz Curadora, escritora e professora em arte. Graduada em Lic. Ed. Artística/Artes Plásticas pela Universidade Federal de Pernambuco, UFPE; mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É professora da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, EAV. Foi curadora assistente do Programa Rumos Artes Visuais 2008/2009 (Instituto Itaú Cultural, São Paulo) e, entre 2008 e 2010, integrou o Grupo de Críticos do Centro Cultural São Paulo, CCSP. Foi pesquisadora do projeto Documents of 20th-century Latin American and Latino Art (International Centre for the Arts of the Americas – Museum of Fine Arts, Houston). Foi curadora convidada do Centre for Curatorial Leadership 2014 (Museum of Modern Art, MoMA, New York). Entre 2006 e 2015, foi editora da Tatuí, revista de crítica de arte (http://www.revistatatui.com.br/). Publicou inúmeros catálogos e livros, dos quais destacam-se: Crachá – aspectos da legitimação artística (Recife: Massangana, 2008), Gilberto Freyre (Rio de Janeiro: Coleção Pensamento Crítico, Funarte, 2010; em coautoria com Gleyce Heitor) e Montez Magno (Recife: Grupo Paés, 2010; em coautoria com Paulo Herkenhoff e Luiz Carlos Monteiro). De curadorias desenvolvidas, destacam-se contidonãocontido, cocuradoria com Maria do Carmo Nino e EducAtivo Mamam (Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Recife-PE, 2010); Contrapensamento selvagem (cocuradoria com Cayo Honorato, Orlando Maneschy e Paulo Herkenhoff. Instituto Itaú Cultural, SP); O abrigo e o terreno (cocuradoria com Paulo Herkenhoff. Museu de Arte do Rio – MAR, 2013); Ambiguações (Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2013); Pernambuco Experimental (Museu de Arte do Rio - MAR, Rio de Janeiro, 2013); Do Valongo à Favela: imaginário e periferia (cocuradoria com Rafael Cardoso, Museu de Arte do Rio - MAR, 2014); Todo mundo é, exceto quem não é – 13ª Bienal Naifs do Brasil (SESC Piracicaba, 2016 e Sesc Belezinho,2017); Dja Guata Porã – Rio de Janeiro Indígena (cocuradoria com Sandra Benites, Pablo Lafuente e José Ribamar Bessa. MAR, 2017); Rio do samba: resistência e reinvenção (cocuradoria com Evandro Salles, Marcelo Campos e Nei Lopes. MAR, 2018); À Nordeste (cocuradoria com Bitu Cassundé e Marcelo Campos. Sesc 24 de Maio, São Paulo, 2019); Raio-que-o-parta: ficções do moderno no Brasil (cocuradoria com Raphael Fonseca, Fernanda Pitta, Aldrin Figueiredo, Marcelo Campos, Divino Sobral e Paula Ramos. Sesc 24 de Maio, 2022) e Histórias Brasileiras (cocuradoria com Adriano Pedrosa, Lilia Schwarcz, Sandra Benites, Isabella Rjeille, Amanda Carneiro, André Mesquita, Guilherme Guifrida, Glacea Britto, dentre outros, MASP, 2022). Fotógrafo Fran Parente Formado em arquitetura e urbanismo na FAAP, Fran especializou-se como fotógrafo de arquitetura e interiores desde 2007. Teve seu trabalho selecionado para o 39º anual de artes da FAAP em 2007 e participou de diversas exposições coletivas em São Paulo como o Projeto Rabbit de Ricardo Gaioso e Camilla D'Anunziata e a exposição 5+5 na galeria D Concept. Colabora com as principais revistas nacionais e internacionais como Casa Vogue, Revista Bamboo, Revista Wish Casa, Casa e Jardim, PIN-UP mag, AD Espanha. Contribui também em sites como Yatzer, Archdaily, Dezeen, Freunde Von Freunden, Refinery29. Após uma temporada de 5 anos em NY, retornou a São Paulo, aonde vive e desenvolve trabalhos autorais e editoriais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.