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PRONAC 2416449Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

ARTE, CULTURA E DEMOCRACIA

MARTA PAVESE PORTO LTDA
Solicitado
R$ 849,5 mil
Aprovado
R$ 849,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

Produção e publicação de obra literária, revista digital e podcast sobre Arte, Cultura e Democracia. Como contrapartida social, será realizada ação formativa para alunos e professores de escolas públicas.

Sinopse

LIVROS As diversas crises que atravessamos – política, ecológica, econômica, civilizatória – convergem para uma questão crucial: o esgarçamento do debate público, não apenas pela dita polarização, mas pelo ataque sistemático à Razão, à Cultura e à Democracia. Neste contexto, a ação cultural, e mais especificamente, a criação artística e o acesso a ela, ganham relevância como instrumento de sensibilização para a alteridade e criação de novos espaços para o diálogo e a reflexão. Em 2019, com apoio da Fundação Tide Setúbal, deu-se início ao projeto Testemunhos, uma ação de pesquisa e de jornalismo cultural. Através de entrevistas gravadas com personalidades do mundo das artes e do pensamento crítico brasileiro e latino-americano registramos inquietações, reflexões, dúvidas e impactos nos processos criativos dos entrevistados diante das profundas mudanças e desafios que os tempos atuais apresentam. Um tema se impôs: a relação das artes com a democracia. Foram entrevistados em 2019 vinte personalidades, relacionadas aqui: Aimar Labaki (dramaturgo e diretor teatro), Benjamin Seroussi (curador e gestor cultural) Benjamin Taubkin (músico), Bernardo Toro (filósofo e intelectual colombiano) Bia Lessa (cenógrafa e diretora), Danilo Miranda (filósofo e gestor cultural), Eleonora Santa Rosa (gestora cultural) Fernando Vicario (comunicador e semiólogo espanhol), Jair de Souza (designer e diretor de arte), Kiko Koiffman (cineasta), Lilia Schwarcz (antropóloga), Lucina Jimenez (antropóloga mexicana), Maria Vlachou (museóloga e ativista grego-portuguesa), Maria Ignez Mantovani (museóloga), Maria Paulina Soto Labbé (cientista social e pesquisadora cultural chilena), Mia Couto (escritor moçambicano), Nair Benedicto (fotógrafa), Paulo Flores (diretor de teatro), Pieter Tjabbes (curador de arte), Renato Janine Ribeiro (filósofo). Todas as entrevistas possuem gravações de áudio em alta definição e transcrições e algumas, como as de Mia Couto e Danilo Miranda, registros em vídeo. Os entrevistados deram relevo, per se, do tema Cultura e Democracia. No entanto, por terem sido realizados em 2019, não dão conta dos diversos desdobramentos e aprofundamentos dos últimos anos. Além disso, parte delas se destaca pela reflexão e outra pelo depoimento. Por isso, pretendemos complementá-las, possibilitando o aggiornamento das reflexões. Por outro lado, alguns depoimentos sobre a própria trajetória precisam também ser ampliados, para permitir a edição bipartida, como a propomos. A essas entrevistas pretendemos complementar com umas poucas novas. Ao reler o conjunto, chegamos à conclusão de que alguns ângulos da reflexão ainda faltam ser cobertos. Nomes aventados, mas ainda não contactados, incluiriam os artistas Amir Haddad, Tigana Santana, Rosana Paulino e Nuno Ramos ( artistas que se espraiam pelas artes visuais, teatro, literatura, música e performance e que tiveram participação decisivas na discussão pública nos anos Bolsonaro), Eugenio Bucci ( figura chave para a discussão do papel das mídias sociais no contexto da luta política), Tata Amaral ( cineasta que tem participado diretamente da luta do audiovisual no âmbito das políticas públicas) Heloísa Starling (historiadora e uma das maiores especialistas no tema), Ailton Krenak e Amara Moira. O rico material resultante, será transformado em dois livros distintos, um focado nas trajetórias pessoais dos entrevistados. Outro, aprofundando este tema: as relações entre Arte, Cultura e Democracia. A ideia de dividir em dois volumes distintos surgiu da percepção de que as duas partes do conteúdo podem atingir públicos diversos. A parte mais teórica ou reflexiva diretamente com artistas, gestores e formuladores de política, e público em geral que acompanha as questões culturais e o debate sobre os ataques à democracia, no Brasil e no exterior. Os depoimentos mais pessoais, sobre as respectivas trajetórias, além de interessarem a um público mais amplo – e mais leigo – pode servir de porta de entrada para o debate mais específico. Teríamos assim, uma edição maior, mais sofisticada para o material de reflexão. E uma edição menor, mais popular, para os perfis. Ambos serão lançados no mercado editorial de forma simultânea e com ação de comunicação/promoção única, mas em tiragens e com abordagens distintas. REVISTA DIGITAL A revista digital será integrada à plataforma do projeto Brasil Cultura 2330, que desde 2022 vem produzindo conteúdos e reflexões sistematizadas sobre políticas e gestão cultural. Os formatos digitais reforçam os lançamentos tradicionais e se mantêm como espaço público de debate – e divulgação permanente do conjunto. A revista digital abrangerá três áreas: 1. Seleção de registro de obras do entrevistado. 2. Transcrição da íntegra das entrevistas. 3. Material de reflexão a partir das entrevistas, a ser publicado de forma regular a partir do lançamento dos volumes, por um período de seis meses, como forma de difusão desse mesmo material. PODCAST O podcast publicado em plataformas como Spotify e semelhantes será produzido a partir do conteúdo gravado das entrevistas. Serão produzidas 30 trilhas.

Objetivos

Objetivos Gerais Realizar a produção e publicação de uma série de conteúdos sobre Arte, Cultura e Sociedade, realizadas a partir de pesquisa e entrevistas, resultando em dois livros, uma revista digital e um podcast, propondo um novo recorte para o debate sobre artes, cultura, democracia e para o desenvolvimento com pluralidade de vozes e de visões de mundo a partir da América Latina, alcançando um público estimado em 31.000 pessoas ao final do projeto. Este projeto compreende ações que se enquadram, fundamentalmente, nos seguintes incisos do Artigo 3º do Decreto nº 11.453/2023: I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; VI - fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural; VII - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS PRODUTO PRINCIPAL - LIVRO ÁREA - HUMANIDADES SEGMENTO - LIVRO / OBRA REFER IMPRES / ELETRÔNI VALOR ART/LIT/HUM Produção, edição e publicação de dois livros sobre o tema Arte, Cultura e Democracia, realizados por meio de entrevistas e vastas pesquisas. O primeiro volume será dedicado à reflexão do tema proposto, e o segundo à trajetória artística dos entrevistados, em diálogo com as ideias do primeiro volume. Haverá evento de lançamento a ser realizado em São Paulo e aberto ao público de forma gratuita. PRODUTO SECUNDÁRIO - PROGRAMA RADIOFÔNICO - AUDIOVISUAL ÁREA - AUDIOVISUAL SEGMENTO - PROD AV RÁDIO/PODCAST Produzir 30 episódios de podcast, sobre o tema da Arte, Cultura e Democracia, com base nas entrevistas e pesquisas realizadas. Os podcasts serão publicados para acesso gratuito no site do Projeto Brasil Cultural 2330 (https://brasilcultura2330.com) e em plataformas streaming como Spotify e semelhantes, alcançando um público estimado em 15.000 pessoas. PRODUTO SECUNDÁRIO - PERIÓDICO / CATÁLOGO / CARTILHA / PROGRAMA ÁREA - HUMANIDADES SEGMENTO - LIVRO / OBRA REFER IMPRES / ELETRÔNI VALOR ART/LIT/HUM Produzir e publicar uma revista digital sobre o tema da Arte, Cultura e Democracia, a ser veiculada gratuitamente no site do Projeto Brasil Cultura 2330 (https://brasilcultura2330.com), promovendo o acesso público e gratuito ao material editado, alcançando um público estimado em 15.000 pessoas. PRODUTO SECUNDÁRIO - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ÁREA - HUMANIDADES SEGMENTO - AÇÕES EDUC-CULT EM HUMANIDADES EM GERAL (ART.26) Realizar 3 palestras gratuitas para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, como escolas e universidades, atingindo um público de 500 pessoas. As palestras versarão sobre o tema da relação entre Arte, Cultura e Democracia.

Justificativa

Em meados de 2016, com a emergência cada vez mais vigorosa de movimentos de extrema direita pelo mundo, o debate público ganhou contornos específicos em torno do que passou a ser chamado de "guerra cultural". De coloração populista, uma parte significativa desses esforços foca na tentativa de desestabilizar os campos de conhecimento considerados pilares da democracia liberal: a ciência, as artes, os temas ambientais, a voz racional de especialistas e até mesmo os meios de comunicação profissionais. Vozes até então consideradas essenciais para o progresso da vida social e influentes para as projeções de futuro, são tratadas com ceticismo, ironia e até rechaço aberto. Somado à essa conjuntura de mudança acelerada no tensionamento explosivo do ambiente sociocultural e político que marca essa segunda década do século 21, o ano de 2020 irrompe com uma pandemia global que além de uma tragédia com milhões de pessoas falecidas por um vírus, vem alterando os modos de convivência, o comportamento humano, as prioridades públicas e dos países em suas relações com suas populações e entre si. A pandemia atingiu todos os setores econômicos e não poderia ser diferente em relação aos segmentos produtivos das artes e da cultura. O projeto parte de 20 entrevistas coletadas em 2019 com figuras nacionais e internacionais, que serão atualizadas e complementadas com mais 10 entrevistados e um denso esforço de pesquisa. Na maioria dos testemunhos reunidos aqui, há um consenso de que a sociedade ganharia ouvindo mais seus artistas, investindo nas artes, nas práticas artísticas e no livre pensamento das crianças e dos jovens. Noções como alteridade, cooperação, humor, curiosidade, compaixão, crítica, autoconsciência, melhor compreensão e uso da linguagem, aceitação e respeito à diferença e a diversidade ambiental e humana, são pontos que aparecem ao longo das entrevistas, desconstruindo a ideia de que a principal contribuição da cultural é apenas econômica, instrumental ou no âmbito das indústrias criativas. Há um universo de potencialidades pouco exploradas que trazem reflexões sobre a substância da ideia de desenvolvimento e o conteúdo democrático, temas na pauta das urgências das sociedades contemporâneas. As artes, nossos artistas e pensadores têm muito a contribuir na construção de um "imaginário cívico", onde o senso de comunidade, os valores que apoiam a nossa identidade diversa e múltipla, as formas de produzir e se relacionar com a terra e nossos ativos ambientais presentes nos povos originários, constituem ativos que poucas nações no mundo têm e oferecem, mas que precisam ser visibilizados para que integrem o debate público. A marca do debate cultural ganha em reflexão, pensamento e frescor ao integrar de forma viva os testemunhos de personalidades artísticas e culturais. A motivação do projeto Arte, Cultura e Democracia é a de dar destaque à essas vozes, de artistas, criadores e livres pensadores, através de entrevistas abertas, onde foi possível apreender as memórias afetivas, valores e visões de mundo, análises críticas sobre o "estado das coisas" e do mundo que nos cerca, abrindo o campo das inspirações para traçar ideias livres e aproximativas sobre campos tão distintos como os da democracia cultural, da liberdade de expressão e das artes, as políticas e valores que sustentam a promoção da cultura e dos agentes culturais. Olhando o conjunto e a realidade de hoje, entendemos ser necessário complementar os depoimentos e os perfis dos entrevistados, tornando seu conjunto mais diverso e rico de vivências e visões de mundo. ▼ SOBRE O USO DO INCENTIVO FISCAL Sobre o enquadramento no Artigo 1 º da Lei 8313/91: A proposta se enquadra aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Sobre o enquadramento nos objetivos do Artigo 3º da Lei 8313/91: O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8313/91): II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; Sobre o Enquadramento no Artigo 7 - § 6º da IN 11/2024: Considerando a expectativa de público a ser alcançada pelo projeto explicitado no plano de distribuição (31.000 pessoas), o valor per capita será menor do que R$ 300,00.

Estratégia de execução

Perfil de público-alvo. Artistas, gestores, especialistas, e pesquisadores culturais, jornalistas e profissionais que cobrem a área cultural. Estudantes e jovens interessados no tema das artes, da cultura e sociedade. Instituições e organizações multilaterais que lideram os debates sobre políticas culturais. Educadores e professores interessados em repertórios e conteúdos culturais que abordam as questões contemporâneas. Divulgação No âmbito digital, o projeto pretende atingir 30 mil pessoas por meio das redes sociais, newsletter, transmissão online das ações/eventos e disseminação dos conteúdos e conhecimentos produzidos pelo projeto a partir de estratégias digitais de comunicação com anúncios digitais direcionados ao público-alvo, além de assessoria de imprensa e parcerias com influenciadores, organizações públicas e da sociedade civil, universidades e parceiros de comunicação regionais, nacionais e internacionais, além de alcançar diretamente mais 1.000 pessoas com a distribuição das obras literárias.. Pretendemos alcançar gestores, pesquisadores e agentes culturais de todas as regiões brasileiras por meio das ações digitais do projeto, de sua programação e divulgação, com os materiais gerados pelo plano de jornalismo cultural, que garantem a disseminação de conhecimentos sobre agendas e políticas culturais em redes colaborativas. O plano de jornalismo cultural, que integra a sistematização dos conteúdos e sua divulgação em canais do projeto e de seus parceiros, garantirá acesso gratuito aos conteúdos produzidos digitalmente (podcast, revista digital e demais materiais de comunicação) durante e depois da conclusão do projeto. No lançamento, estão previstos 150 participantes no presencial no dia do evento, sendo aberto ao público com vagas reservadas para gestores públicos, lideranças periféricas, negras, indígenas e LGBTQIA+. SOBRE A PLANILHA ORÇAMENTÁRIA Os custos apresentados na planilha orçamentária são compatíveis com as dimensões do projeto e com os valores praticados no mercado. Usamos como referência de precificação tabelas de sindicatos e a Tabela de Indicadores Nacionais de Preços da Cultura publicada pela Fundação Getúlio Vargas. SOBRE DESLOCAMENTOS A previsão de viagens com origem em São Paulo e destino em Belo Horizonte e Rio de Janeiro pretende a captação de entrevistas para produção do conteúdo do projeto. Os profissionais que viajam são o Editor/Entrevistador e a Autora/Coordenadora Editorial. Os trechos são: SP-RJ-SP - 4 TRECHOS SP-BH-SP - 2 TRECHOS

Especificação técnica

LIVROS Os livros terão em média 200 páginas cada volume, sendo 400 páginas no total. A tiragem será de 500 exemplares cada, 1.000 no total. Especificações técnicas: Brochura. Formato 13,5 X 20,8 X 1,5cm. Até 220 pg. Miolo Papel Pólen Natural 75g. Capa: Couchê Fosco 240g. REVISTA DIGITAL Revista digital com conteúdo multimídia, em Texto/Imagem/Vídeo/Aúdio. Aproximadamente 200 páginas. Edição exclusiva para publicação digital (espectro RGB, resolução 72ppi). Formato a decidir. Inclui a edição dos conteúdos: textos, fotos, vídeos, áudios. Inclui transcrição de áudios (entrevistas). ROTEIRO DOS PODCASTS Formato: Mesacast com a presença de um entrevistador e um entrevistado especialista. Gravados em estúdio e in loco Duração por episódio: 45 minutos PAUTAS PARA CADA UM DOS 30 PODCASTS: Arte, Cultura e Democracia. A cada episódio teremos um entrevistado entre personalidades públicas de destaque e especialistas para um debate que promova a reflexão conjunta e contínua sobre Arte, Cultura e Democracia.

Acessibilidade

Atendendo ao disposto no Art. 27 da IN nº 11/2024 e no art. 57, inciso II, do Decreto 11.453/2023, que diz “proporcionar, quando tecnicamente possível, condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do disposto no Art. 23 da Lei nº 10.741 de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, nos termos do disposto no Art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999”, destacamos que: PRODUTO PRINCIPAL - LIVRO ÁREA - HUMANIDADES SEGMENTO - LIVRO / OBRA REFER IMPRES / ELETRÔNI VALOR ART/LIT/HUM ACESSIBILIDADE NO ASPECTO FÍSICO: Versão digital adaptada e integralmente acessível para atendimento a pessoas com qualquer tipo de dificuldade ou deficiência física. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Versão digital adaptada e integralmente acessível. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Não se aplica. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Versão digital adaptada e integralmente acessível. Item Orçamentário: Audiodescrição PRODUTO SECUNDÁRIO - PROGRAMA RADIOFÔNICO - AUDIOVISUAL ÁREA - AUDIOVISUAL SEGMENTO - PROD AV RÁDIO/PODCAST ACESSIBILIDADE NO ASPECTO FÍSICO: Não se aplica por ser um produto integralmente digital. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Para o formato áudio streaming não há necessidade de adequação do conteúdo para deficientes visuais uma vez que não há limitação de acesso ao conteúdo para PcD Visual. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Roteiro (desenvolvimento de arquivo em PDF com transcrição em texto do conteúdo do podcast e disponibilizado no site da instituição) e Legendagem do conteúdo. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Guia de previsibilidade (desenvolvido por meio de arquivo em PDF com apresentação detalhada da proposta que orienta o projeto e transcrição em texto do conteúdo de cada episódio, disponibilizado no site da instituição). O site do projeto www.brasilcultura2330.com, que hospedará a revista digital e o podcast, já conta com recursos de acessibilidade para pessoas com necessidades especiais (cego, baixa visão, distúrbio de habilidades motoras, daltonismo, epilepsia, TDAH, dislexia, deficiência auditiva). Item Orçamentário: Legendagem PRODUTO SECUNDÁRIO - PERIÓDICO / CATÁLOGO / CARTILHA / PROGRAMA ÁREA - HUMANIDADES SEGMENTO - LIVRO / OBRA REFER IMPRES / ELETRÔNI VALOR ART/LIT/HUM ACESSIBILIDADE NO ASPECTO FÍSICO: Versão digital adaptada e integralmente acessível para atendimento a pessoas com qualquer tipo de dificuldade ou deficiência física. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Adequação do conteúdo com base nos recursos já existentes no site de hospedagem. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Audiobook. ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Adequação do conteúdo com base nos recursos já existentes no site de hospedagem. O site do projeto www.brasilcultura2330.com, que hospedará a revista digital e o podcast, já conta com recursos de acessibilidade para pessoas com necessidades especiais (cego, baixa visão, distúrbio de habilidades motoras, daltonismo, epilepsia, TDAH, dislexia, deficiência auditiva). Item Orçamentário: Audiodescrição PRODUTO SECUNDÁRIO - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS ÁREA - HUMANIDADES SEGMENTO - AÇÕES EDUC-CULT EM HUMANIDADES EM GERAL (ART.26) ACESSIBILIDADE NO ASPECTO FÍSICO: Seleção prévia de espaço acessível. ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: Monitor especializado para acompanhamento de pessoas com deficiência visual previamente identificada no ato da inscrição. ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: Intérprete de libras ACESSIBILIDADE PARA PcD INTELECTUAIS: Monitores. Item Orçamentário: Intérprete de Libras / Monitores Além disso, os materiais de divulgação dos produtos culturais do projeto conterão informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade.

Democratização do acesso

A DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS CULTURAIS RESULTANTES DO PROJETO - ARTIGO 29 DA IN 11/2024: Conforme orienta o Art. 29 da IN nº 11/2024, como medida de democratização de acesso, comprometemo-nos a: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. DA AMPLIAÇÃO DE ACESSO - ARTIGO 30 DA IN 11/2024: Conforme previsto no Artigo 30 da IN 11/2024, o projeto contempla as seguintes medidas de ampliação de acesso: VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; O projeto estabelecerá ao menos 2 parcerias com iniciativas financiadas pelo poder público, tais como Secretarias de Estado da Cultura, SESC, Fábricas de Cultura e outros equipamentos públicos, visando à capacitação de seus agentes culturais e à realização de palestras sobre o tema da arte, cultura e democracia, em plano de trabalho conjunto.

Ficha técnica

MARTA PAVESE PORTO LTDA Proponente / Coordenação Administrativo-Financeira Empresa de consultoria que acredita na comunicação, artes e cultura como centro das mudanças da sociedade. A empresa tem como sócia-proprietária Marta Pavese Porto, jornalista, crítica de cultura e escritora. Com 30 anos de atuação em várias frentes, em governos, empresas e organizações e conselhos internacionais, Marta Porto é uma das mais renomadas profissionais brasileiras nas áreas de arte e cultura, comunicação por causas e análise de cenários que integram impactos culturais, políticos e sociais. A empresa proponente é responsável pela gestão da plataforma internacional Brasil Cultura 2330. O Projeto nasce em 2022 com o objetivo de oferecer uma imersão nos debates, práticas e experiências contemporâneas que contribuem para formar um painel crítico sobre o estado da arte das políticas culturais, tomando como base as principais agendas e documentos internacionais em discussão pela comunidade de especialistas: o Mondiacult 2022, a Estratégia Ibero-americana de Desenvolvimento Sustentável, 2021; a Carta de Roma, 2020; a Agenda 21 de Cultura e os postulados da Agenda 2030, inscritos nos compromissos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A agenda do projeto é ancorada na realização de fóruns e encontros temáticos e de um programa de jornalismo cultural responsável por editar os conteúdos discutidos, através dos canais de divulgação do projeto e na edição de materiais editoriais próprios, de livre acesso a pesquisadores, gestores e interessados nos temas. Sua proposta visa valorizar e disseminar o conhecimento teórico e prático formulado por especialistas, instituições, programas e iniciativas culturais públicas e independentes que apontem novos caminhos para as políticas de cultura e quais as modalidades onde a sua colaboração para as tecnologias sociais, a educação, a inovação produtiva e a construção de modos de vida mais sustentáveis vêm sendo aprofundadas pela comunidade que a forma O Brasil Cultura 2330 já realizou três edições de Fóruns Internacionais: 1) Diplomacia Cultural e Cooperação Internacional (SP, 2022); Cultura, Sustentabilidade e Cidadania Climática (Belém, 2023); Imaginação, Cultura e Cidades (SP, 2024), quatro edições de laboratórios com gestores e educadores e quatro publicações, além de um programa de jornalismo cultural ancorado na distribuição gratuita dos conteúdos gerados pelos eventos, palestras, uso intensivo de redes sociais e produtos como newsletter e pílulas em vídeo. Além do Brasil Cultura 2330, a empresa realiza consultorias para secretarias de cultura, mantendo atualmente contratos com as secretarias de estado do Rio Grande do Sul e do Paraná, além de ser responsável pela implantação da primeira Escola Técnica de Audiovisual e Economia Criativa no RS, cooperação técnica entre as secretarias de educação e cultura. Está também responsável pelo plano de desenvolvimento da VILLA COP, espaço cultural financiado pelo SEBRAE Pará e parceiros, sediado na capital Belém, para atender a comunidade com atividades culturais durante e após a COP 30. Com o Governo do Pará, através de consultoria pela FGV, a MPC desenvolveu um programa de formações continuadas – FICs- em áreas técnicas ligadas a produção cultural, audiovisual e de empreendedorismo cultural, ação pioneira neste Estado. Vinculada a outras iniciativas de sua fundadora, esta empresa é o mais novo empreendimento de Marta Porto voltado para atender iniciativas com claro impacto público, seja através de projetos próprios ou da prestação de serviços. Possui uma rede ampla de colaboradores e carrega o portfólio de mais de 30 anos de experiência de sua fundadora e parceiros. São mostras e exposições internacionais, cursos, seminários, publicações, gestão de espaços culturais, como as bibliotecas parque do Rio de Janeiro, o Paço do Frevo e o Cais do Sertão, além de consultorias para órgãos nacionais e entidades internacionais na elaboração de políticas públicas ou de finalidade pública em campos como cultura, educação e desenvolvimento local. Enviamos, em anexo, portfólio do proponente e currículo da sócia-proprietária. MARTA PORTO Autora / Coordenadora Editorial Marta Porto é autora, entre outros, dos seguintes livros: Imaginação, reinventando a cultura (Editora Jandaíra, 2019) “Arte, cultura e educação na América Latina” (Itaú Cultural, 2018); “Comunicação no centro da mudança” (Approach, 2017); “Nós do Morro, 20 Anos” (XBrasil, 2009); “De mãos dadas, experiências de sucesso em empreendedorismo feminino” (Ed. Sesc, 2006); “Olhares femininos, mulheres brasileiras” (Editora Sesc, 2006); “Investimento Privado, balanço e desafios”( Editora Senac, 2005); “Aids e teatro, 15 dramaturgias de prevenção” (Senac Rio, 2004); “Juventude, cultura e cidadania” (Unesco e ISER, 2002). Nos últimos 25 anos tem atuado como consultora de empresas, governos e organismos internacionais em projetos de interesse público e do terceiro setor, responsável por atender marcas, fundos e institutos dos mais diferentes setores como Natura, Oi, Banco Real, Embratel, Vivo, Vale, Santander, Petrobras, CPFL, Energisa, Cemig, Furnas, Fiat, Jeep, Itaú, Itaú Cultural, Fundação Roberto Marinho, Fundação Tide Setúbal, Fundação Ford, Anistia Internacional, Unicef, Unesco, Fundo Global, Agência Espanhola de Cooperação, OEI, SEBRAE, WWF Internacional e governos distintos de diferentes países. Foi Secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Membro da relatoria da Agenda 21 de Cultura, Coordenadora do escritório da UNESCO no Rio de Janeiro, coordenadora do programa de Cultura e Desenvolvimento também para a UNESCO, Diretora de Planejamento e coordenação cultural da Secretaria de Cultura de Belo Horizonte, dentre outros cargos públicos e privados que exerceu. Aimar Labaki Editor / Entrevistador Aimar Labaki é dramaturgo, diretor e roteirista brasileiro, tradutor, ensaísta e curador de artes cênicas. É conhecido por sua contribuição ao teatro contemporâneo com obras como “12 Trabalhos” e “Pirata na Linha”. Além do teatro, Labaki também trabalhou no cinema e na televisão, sendo roteirista de diversos programas e novelas. Reconhecido por sua crítica social e inovação artística, ele se destaca como uma figura influente na cultura brasileira. * O proponente não é voluntário e será o responsável pela coordenação administrativa financeira de todo o projeto cultural e garantirá a execução dos objetivos constantes no projeto e a boa gestão dos recursos financeiros, para tanto ele receberá pela rubrica de custos administrativos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.