Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 2416480Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Trançando Culturas - conhecendo cipós da Mata Atlântica

ISADORA HOFSTAETTER ARTE E CULTURA
Solicitado
R$ 658,7 mil
Aprovado
R$ 636,4 mil
Captado
R$ 460,1 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (14)
CNPJ/CPFNomeDataValor
12919786000124TCP - Terminal de Contêineres de Paranaguá S/A1900-01-01R$ 182,0 mil
06142539000161JAEPEL PAPEIS E EMBALAGENS S.A1900-01-01R$ 112,0 mil
76630573000160CIA DE CIMENTO ITAMBÉ1900-01-01R$ 50,0 mil
12361072000143BONOLAT ALIMENTOS LTDA1900-01-01R$ 27,0 mil
05295680000131CORDEIRO INDUSTRIA E COMERCIO DE FARINHA E GORDURA ANIMAL LTDA1900-01-01R$ 25,0 mil
86375425000109Metisa Metalúrgica Timboense S.A1900-01-01R$ 20,0 mil
05433048000107INCOPOSTES INDUSTRIA E COMERCIO DE POSTES LTDA1900-01-01R$ 19,0 mil
09278222000145GOLFLEET TECNOLOGIA LTDA1900-01-01R$ 14,8 mil
11325330000173STANG DISTRIBUIDORA DE PETROLEO LTDA1900-01-01R$ 4,5 mil
75069849000110Demobile - Indústria de Móveis Ltda.1900-01-01R$ 3,0 mil
15631960000127DIGITAL HUB TECNOLOGIA E DESENVOLVIMENTO PARA E-COMMERCE LTDA1900-01-01R$ 2,0 mil
49247688000106FLOUI SOLUCOES DE INTEGRACAO E AUTOMACAO LTDA1900-01-01R$ 800,00
***020749**Isadora Hofstaetter Pitella1900-01-01R$ 3,00
***160668**EDUARDO ALCEBIADES LOPES1900-01-01R$ 1,00

Eficiência de captação

72.3%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2025-02-10
Término

Resumo

Este projeto prevê a publicação de obra ilustrada sobre cipós nativos da Mata Atlântica e seus usos pela cultura e tradição popular dos habitantes das regiões integrantes deste bioma. Além da publicação, o projeto prevê a realização de oficinas de educação ambiental para crianças em situação de hospitalização.

Sinopse

Publicação que apresenta usos tradicionais e populares de espécies de cipós nativos da Mata Atlântica (estimadas 20 espécies), com ilustrações botânicas das espécies e informações científicas. Prefácio e textos trazem à tona um entendimento integral do bioma, ampliando o entendimento das espécies retratadas. Homem, natureza e as interfaces possíveis entre estes personagens tornam a Mata Atlântica, como qualquer outro bioma, parte da vida humana e das culturas que se desenvolvem a partir dos elementos do entorno.

Objetivos

OBJETIVO GERALPor meio da publicação e impressão de 2.000 exemplares do livro "Trançando Culturas - conhecendo cipós da Mata Atlântica",apresentar ao público em geral 20 espécies de cipós nativos da Mata Atlântica, bem como seus usos pela tradição e cultura popular. OBJETIVOS ESPECÍFICOS*Editar, publicar e imprimir 2.000 exemplares do livro "Trançando Culturas - conhecendo cipós da Mata Atlântica";*Distribuir, gratuitamente, todos os exemplares do livro, da seguinte forma: bibliotecas e escolas públicas (100),instituições sem fins lucrativos interessadas (1800) (sugestão: SPVS, Hospital Pequeno Príncipe, SOS Mata Atlântica), patrocinadores (100) e imprensa (20).*Realizar 30 oficinas de educação ambiental junto a crianças e adolescentes em situação de internamento hospitalar em Curitiba,PR, oferecendo 300 vagas.

Justificativa

Um entendimento integral da natureza requer considerar, entre tantos aspectos, a relação que o homem estabelece com o meioque o cerca. Pensar a Mata Atlântica, sua conservação ou desmatamento, passa também por pensar nas formas como,historicamente, o homem se relacionou com este bioma. No contexto atual, em que é cada vez mais urgente resgatar oentendimento da interdependência entre homem e meio ambiente, conhecer as espécies, bem como os seus usos tradicionais,oriundos da cultura popular constitui valor importante. Partindo do pressuposto de que a conservação depende do conhecimento, a presente proposta quer registrar, difundir e aprofundarinformações sobre cipós nativos da Mata Atlântica, agregando às informações técnicas, conhecimento sobre seus usos pela tradição e cultura popular brasileira. A intenção é ampliar o acesso da população ao livro e à leitura por meio da produção e distribuição de livro (impresso, bilíngue), contribuindo ainda para formação de novos leitores. Nesse sentido, está alinhado ao expresso no inciso I. contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais do artigo 1º da Lei 8.313/91. O livro conscientiza a população sobre a relevância da biodiversidade, além de registrar e documentar espécies nativas e trazer à tona os saberes tradicionais sobre plantas. Esta edição contará, ainda, com prefácio que, lançando o olhar para a Mata Atlântica e as populações tradicionalmente presentes neste bioma, traga à tona reflexões importantes sobre trajetória, as possibilidades e os impasses na relação entre o homem e o meio que o cerca. A palavra cipó origina-se da língua tupi (isi’po) e é sinônimo de liana ou trepadeira. É curioso como um grupo de plantas tão importante para a humanidade demorou para despertar a atenção da ciência. Como exemplo de cipós tem-se: uvas, batatas, abóboras, maracujás, quase todos os tipos de feijão, além de centenas de espécies medicinais e ornamentais. O pioneiro no estudo dos cipós foi Charles Darwin (1867), seguido por Fritz Müller, com quem o naturalista manteve assídua correspondência. Ainda no século XIX, destaca-se a contribuição do botânico Ludwig Radlkofer, sobretudo no estudo sistemático eanatômico de Sapindaceae. Ao longo do século XX, vários botânicos se empenharam no estudo de famílias específicas de cipós, notadamente Frederico Carlos Hoehne em Aristolochiaceae e Alwyn Gentry em Bignoniaceae — a família mais biodiversa das Américas em espécies de hábito trepador (Hoehne, Kulhmann, & Handro, 1941).Os cipós formam um grupo de vegetais lenhosos ou herbáceos, não necessariamente aparentados geneticamente, mas caracterizados por seu hábito trepador ou apoiante, germinando e permanecendo enraizados no solo por toda a vida, e utilizando outras árvores como suporte para crescer em busca da luz solar. Tal adaptação deixou-os mais estreitos e flexíveis, com taxas de crescimento em altura e comprimento muitas vezes superiores aos vegetais que lhes servem de suporte.Através do registro fóssil disponível, presume-se que o hábito apoiante surgiu no final do Paleoceno, há cerca de 50 milhões deanos, na mesma época da grande proliferação de plantas com flores. Seus antepassados foram árvores ou arbustos de crescimento convencional, sendo que ao longo das eras geológicas muitas espécies retornaram ao hábito arbustivo quando da colonização de biomas abertos.Como consequência desse hábito, os cipós adquiriram diferentes mecanismos de escalada, incluindo o desenvolvimento de estruturas especializadas para agarrar seus suportes, como gavinhas, terminações adesivas, raízes adventícias e grampiformes,constituindo os órgãos de fixação ou "aparato preênsil". A abundância de tecidos moles nos caules aumentou a sua flexibilidade, ajudando-os a evitar danos mecânicos e acelerando suaregeneração quando o hospedeiro cai. Ainda, vasos de maior diâmetro tornaram mais eficiente a circulação da seiva, fazendo essas plantas suportarem folhas maiores e mais largas. É muito comum haver entre os cipós dobras e torções que causam o entrelaçamento dos caules, fazendo-os reagir como cabos de múltiplos cordões, em vez de cilindros fixos como as árvores. O cipó-da-mata, Thinouia ventricosa Radlk., e algumas espécies do gênero Serjania desenvolveram múltiplos caules cobertos pela mesma periderme.A maioria das espécies nasce ereta e permanece assim até adquirir lentos movimentos circulares induzidos pelo crescimento do caule, chamados "espirais de circunutação". Essas espirais costumam atingir até 50 centímetros de diâmetro no caso dos caules, mas o restante da folhagem (mais as gavinhas) pode chegar ao dobro dessa medida, aumentando a probabilidade de a planta encontrar seu suporte, facilitando sua fixação (Putz, 2011).A finalidade deste projeto é produzir tiragem de 2.000 exemplares de livro sobre espécies de cipós nativas da Mata Atlântica. Por se tratar de um projeto sem a geração de receita, é imprescindível a execução do mesmo por meio da Lei de Incentivo.Dentre os incisos do Art 1º da Lei 8313/91, a proposta se enquadra em:*Atende ao Inciso I, contribuindo para facilitar, a todos, os meios para livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, uma vez que se trata de publicação com distribuição gratuita;*Atende ao Inciso VI, preservando os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;*Atende ao Inciso VIII, estimulando a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;Atingindo os seguintes objetivos propostos pelo Art 3º da referida lei:*fomento à produção cultural e artística, mediante: a edição de obras relativas às ciências humanas;*preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: distribuição gratuita do produto cultural (livro).

Especificação técnica

Tiragem: 2.000Capa aberta: 27x42,7cm, 4x4 cores em Triplex C2 300g.Miolo: 60 pgs, 21x27cm, 4 cores em Offset 150g.Lombada: 7mm, Laminação Fosca, 0 No de Lados(Capa aberta), Vinco(Capa aberta), Dobra, Intercale, Cola P.U.R..

Acessibilidade

De acordo com o artigo 27, da IN 11/2024, o projeto irá garantir condições de acessibilidade com as seguintes ações: LIVROAcessibilidade arquitetônicaPor se tratar de um material impresso, o produto não demanda acessibilidade arquitetônica (não gera custo, não consta emplanilha orçamentária);Acessibilidade comunicacionalAuditiva: Por se tratar de uma publicação textual e imagética, o produto não limita acesso a deficientes auditivos (não gera custo,não consta em planilha orçamentária);Visual: Disponibilizar PDF da publicação final em ambiente online, com legendas descritivas nas imagens, possibilitando a leitura por meio de leitores eletrônicos (item audiodescrição);Intelectual: Além da versão impressa o livro estará também disponível no ambiente online em versão PDF (não gera custo, não consta em planilha orçamentária); OFICINASAcessibilidade arquitetônicaAs oficinas serão realizadas em ambiente hospitalar pediátrico em espaço que contará com rampas, elevador, banheiro adaptado (não gera custo, não consta em planilha orçamentária);Acessibilidade comunicacionalAuditiva: Em caso de confirmação de surdos entre os pacientes da instituição beneficiada no período da oficina, será ofertado intérprete de Libras. Caso contrário, a instituição irá oferecer declaração confirmando ausência do público específico (itemintérprete de Libras, etapa oficina)Visual: Em caso de confirmação de cegos ou pessoas com baixa visão entre os pacientes da instituição beneficiada no período da oficina, será ofertado monitor para audiodescrição. Caso contrário, a instituição irá oferecer declaração confirmando ausência dopúblico específico (item audiodescrição, etapa oficina)Intelectual: Por se tratar de ambiente hospitalar, a instituição atende a portadores de diferentes necessidades especiais, oferecendo monitores qualificados e experientes, quando necessário, para acompanhar atividades de portadores de deficiência intelectual (não gera custo, não consta em planilha orçamentária).

Democratização do acesso

Seguindo o Art. 29, da IN 11/2024, o projeto terá as seguintes medidas de democratização de acesso:- Evento gratuito em sua integralidade e respeitando o limite de até 10% para patrocinadores (100 exemplares).Seguindo o Art. 30 da IN 11/2024, inciso VI, o projeto irá realizar:V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas - o projeto irá oferecer oficinas de educação ambiental- Evento voltado ao público infantil ou infantojuvenil - as oficinas são voltadas para o público infantojuvenil.

Ficha técnica

Autor: João Henrique da Silva CarneiroBotânico, empresário, desenhista e pintor. O envolvimento com a botânica começou nos anos 70 através da influência paterna. No início da década de 80 ingressou no curso de biologia da PUC/PR, onde participa da primeira semana da flora. Em 82 trabalhou com agricultura e jardinagem no Kibbutz Mishmarot, em Israel. Em 91 fundou, com o José Álvaro Carneiro, a "Liga Ambiental", ONG destinada a pesquisa ecológica e a multiplicação cultural. Na mesma época, se torna colaborador do Museu Botânico Municipal de Curitiba e, sob a supervisão do Dr. Gerdt Hatschbach, coleta centenas de espécies da flora local, muitas delas registradas no Paraná pela primeira vez. Do ano 2000 em diante, passa a residir no norte do Paraná, onde funda e preside os Conselhos Municipais de Meio Ambiente de Ribeirão do Pinhal e Jundiaí do Sul. Desde 2017 atua como consultor de botânica para o Complexo Pequeno Príncipe.Coordenação geral: Isadora HofstaetterJornalista e produtora cultural, mestre em Antropologia – Imagem e Comunicação pelo ISCTE-IUL, de Lisboa, Portugal. Desde outubro de 2015 tem atuado na coordenação de projetos que beneficiam instituições hospitalares, emespecial o Hospital Pequeno Príncipe, auxiliando o desenvolvimento de ações que democratizam o acesso à arte e à cultura decrianças e adolescentes em situação de internamento. Por meio da Editora Entre, tem se envolvido na produção de publicaçõesenquanto autora, coordenação editorial, edição de textos, escrita e consultoria para impressos. Assina a coordenação editorialdos livros "O que isso vai virar?”, de Evandro Marenda, de 2023; "O Elefante" e "A Aranha", publicação de Itaercio Rocha, de 2023;"Uma história de fim para o Rei Joaquim", de Adriane Havro e Luis Teixeira, de 2023; "É O Quê? Minha, sua, nossa língua", de NélioSpréa e Roland Cirilo, de 2023; “Vamos Fazer Juntos”, de André Mendes e Priscyla Alma, publicado em 2022, além de terparticipado da produção e edição de mais de outras 15 publicações.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2027-02-10
Locais de realização (1)
Curitiba Paraná