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PRONAC 2416516Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Maracatu Nova Lua a musicalização como prática cultural e formação cidadã.

ELETRICA PRODUTORA LTDA
Solicitado
R$ 193,3 mil
Aprovado
R$ 193,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Maracatu
Ano
24

Localização e período

UF principal
SC
Município
Balneário Camboriú
Início
2025-02-03
Término
2026-02-03
Locais de realização (1)
Balneário Camboriú Santa Catarina

Resumo

Realizar um conjunto de oficinas de Maracatu de baque Virado para um público de diversas faixas etárias, desde crianças a idosos, iniciantes, estudantes de música, alunos do ensino publico, professores, moradores e entusiastas da cultura. Oficinas que incorporam a musicalização e modos de fazer em torno da cultura do Maracatu de Baque Virado como práticas percussivas, manutenção de instrumentos, acessórios, roupas, costumes e fundamentos. Essas oficinas serão executadas ao longo de 10 encontros em um período de 6 meses, certos de que estas atividades podem exercer uma função importante na sensibilização e na formação de cidadãos mais empoderados e participativos nos debates e nas construções sociais do município, do estado e do país.

Sinopse

Produto CURSO/OFICINA/ESTAGIO: O projeto “Batuqueiro e brincante - a musicalização como prática cultural e formação cidadã”, é uma oficina de musicalização aberta ao público em geral, de 5 encontros, com 4 horas cada, ministrada por mestres da cultura popular da cidade de Balneário Camboriú. As oficinas serão realizadas no galpão anexo à Casa Linhares, situado na Praça do Pescador, no Bairro da Barra, em Balneário Camboriú, criando uma ferramenta de divulgação do Patrimônio Cultural. Esse local estratégico serve como a sede do Maracatu Nova Lua, proporcionando um ambiente culturalmente rico e acessível para a comunidade. O galpão, além de abrigar as atividades do grupo, é um ponto central de memória na Praça do Pescador, enraizado na história e tradições do bairro. Essa escolha visa fortalecer a conexão do projeto com a identidade local, tornando as oficinas não apenas uma experiência educativa, mas também um mergulho na riqueza cultural da região. A oficina possibilita utilzar da musicalização como ferramenta de prática cultural e formação cidadã. As oficinas acontecerão no período de um mês, em 2026 e a escolha do lugar reforça o compromisso do projeto com a preservação da cultura popular na Praça do Pescador, consolidando-a como um ponto de referência cultural em Balneário Camboriú.

Objetivos

Objetivo geral: O projeto Batuqueiro e brincante - a musicalização como prática cultural e formação cidadã, irá entregar como produto final um conjunto de 10 oficinas e 2 apresentações sendo 5 oficinas práticas de musicalização utilizando o maracatu como base musical e 5 oficinas de fundamentos e rodas de conversa que irão debater aspectos culturais do maracatu nação além de questões importantes como diversidade cultural, de linguagem, de gênero e outros aspectos que envolvem cultura e sociedade, além de 02 (duas) apresentações do Maracatu Nova Lua, uma em função do lançamento das oficinas, e outra de encerramento. Objetivos específicos: • Fortalecer o ponto de cultura da Casa Linhares e seu Galpão/Ateliê como um importante equipamento público de formação e ocupação cultural; • Realizar uma consultoria de acessibilidade para as atividades do projeto bem como a implementação de suas ações conforme demanda; • Veicular o projeto nas mídias locais através de um release divulgando e atraindo o maior público possível para as inscrições nas oficinas (100 vagas); • Veicular o projeto através de redes sociais do grupo e de seus integrantes; • Realizar um conjunto de 5 oficinas práticas de musicalização, com duração de 3h cada, para iniciantes com base nos instrumentos do Maracatu Nação sendo eles o agbê, caixa/tarol, tambor, timbal, gonguê, dança e ganzá; • Realizar um conjunto de 5 oficinas práticas, com duração de 03 horas cada, de fundamentos do Maracatu Nação como suas histórias, vestimentas, oralidade, tradições, fatores socioculturais e outros aspectos que permeiam o fazer em torno do maracatu; • Criar a identidade sólida para o projeto e desdobrar em peças de comunicação como banner, cartazes, camisetas (figurino), adesivos, blog, instagram entre outras conforme necessidade; • Veicular o projeto pautando a mídia local e regional ampliando a divulgação das atividades realizadas ao longo das oficinas; • Organizar e montar coffee break para a totalidade das 10 oficinas ofertadas no projeto; • Realizar 2 apresentações para mil pessoas na comunidade de Balneário Camboriú. • Organizar o fechamento do projeto e a devida prestação de contas.

Justificativa

Dos Incisos Art.1º : I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; -⁠ ⁠Trazer os artistas, seus produtos e habilidades é lograr a estes a possibilidade de promover sua arte em fruição levar ao público estes talentos. Mas é, da mesma forma, cumprir não só com este inciso, mas com o que temos a luz na CF em seu Art. 215 - Seção II "O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais". II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; - Santa Catarina é um território de expressão artística diverso e pouco conhecido no cenário nacional, ainda assim tem se consagrado como um dos principais destinos de turistas do Brasil e exterior, reverberando assim no seu reconhecimento da classe artística para fazer circular seus produtos e valorizar as habilidades e expressões. Entendemos ser de extrema necessidade fomentar, fruir e difundir a produção artística do estado tanto ao público local quanto aos demais territórios do país. III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; - ⁠É o norteamento deste projeto cumprir na íntegra este Inciso, no sentido de quando se trará 06 artistas e mestres do saber de Santa Catarina e 01 grupo de Maracatú. Este projeto visa "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", tem como objetivo cumprir esse compromisso integralmente, focando na cultura popular do Maracatu. A proposta inclui a participação de 06 artistas de Santa Catarina e 01 grupo de Maracatu de Baque Virado, sendo todos com trajetórias reconhecidas, destacando a diversidade e riqueza das expressões culturais. Esses artistas irão realizar oficinas e apresentações coletivas que serão amplamente difundidas por meio de divulgação em redes sociais, incluindo exibições no canal de YouTube do Grupo. Além de promover o acesso público a apresentação desses conteúdos, o projeto também oferece aos artistas a oportunidade de enriquecerem seus portfólios com produções de alta qualidade, fortalecendo sua visibilidade e impacto na cena cultural. Essa iniciativa não apenas celebra a cultura popular do maracatu, mas também contribui para a continuidade e renovação das tradições da cultura popular, ao dar voz e espaço para novos talentos, garantindo que a cultura imaterial do Brasil permaneça viva e dinâmica. V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; •⁠ ⁠Em convergência com este Inciso, ao que se refere aos modos do fazer e criar, o projeto visa "salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira", se dedica a preservar e salvaguardar a rica cultura popular dos povos originários quando se trata da manifestação da cultura popular afro descendente, no caso o maracatu, reconhecido como patrimonio cultural imateriai pelo Iphan. Trazendo estas manifestações para compor a vivênciade. Focando nos modos de fazer e criar que caracterizam essa manifestação cultural, do maracatu, em 06 artistas regionais e 01 grupo de Maracatu, cada um trazendo suas habilidades únicas e compartilhando seu processo criativo. Essas oficinas não só capturam a essência e a vitalidade do maracatu, mas também preservam a memória dos artistas, especialmente daqueles com longa trajetória, assegurando que suas contribuições para a cultura brasileira permaneçam vivas para as futuras gerações. Este projeto, portanto, é uma ação fundamental para manter e celebrar o patrimônio cultural que é o Maracatu, garantindo sua continuidade e florescimento. VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; - Discorrer sobre a imaterialidade da cultura é percorrer um caminho do intangível. Então, nos debruçamos ao que apregoa a UNESCO quando define como patrimônio imaterial "as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas _ com os instrumentos, objetos, artefatos e lugares culturais que lhes são associados - que as comunidades, os grupos e, em alguns casos os indivíduos, reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural." Este projeto propõe a valorizar e proteger a rica tradição brasileira, em especial da cultura afrodescendente no Maracatu, contribuindo diretamente para a preservação e valorização dos saberes, técnicas e expressões artísticas dos povos originários, preservando e difundindo a arte e cultura nacional. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Estimular a produção e difusão de bens culturais dos artistas que fazem parte deste projeto é estar em confluência com os valores universais na sua produção e fruição de bens culturais, bem como na preservação da memória. No contexto do Maracatu, esse estímulo se materializa ao apoiar e promover oficinas e vivências, que não só celebram a cultura popular, mas também contribuem para a formação e difusão de conhecimento, cultura e memória. O Maracatu, como uma manifestação cultural de valor imaterial e universal, transcende fronteiras e conecta diferentes comunidades através de suas tradições, fazeres, ritmos e cores. Este projeto, ao incentivar a criação e a participação dos artistas no fazer artistico, cumpre o papel de garantir que essas práticas culturais continuem a informar e formar novas gerações, mantendo viva a memória coletiva e enriquecendo o patrimônio cultural brasileiro. Ao que se refere nos objetivos do Art. 3º, consideramos cumpridos neste projeto: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: a) Através da realização de 10 (dez) oficinas de Maracatu de Baque Virado e 02 (duas) apresentação do Grupo Maracatu Nova Lua. Essas vivências celebram a cultura popular e a diversidade brasileira, proporcionando uma rica experiência cultural que será registrada e documentada para a posteridade. A programação totaliza 30 horas de oficinas e 04 horas de apresentação no total realizadas nas cidades de Balneário Camboriú. IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) Levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; O projeto envolve a pesquisa, estudos e curadoria para a realização dessas oficinas, com o objetivo de destacar e promover a diversidade cultural presente nos grupos de Maracatu. Ao selecionar e apresentar uma ampla variedade de expressões artísticas, o projeto cumpre o objetivo de estimular o conhecimento dos valores culturais brasileiros, especialmente no contexto do maracatu. V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) Contratação de serviços para elaboração de projetos culturais; A realização dos espetáculos contará com a contratação de profissionais da cadeia produtiva, incluindo artistas, técnicos e produtores, totalizando pelo menos 91 profissionais envolvidos. Esse apoio é fundamental para garantir a qualidade e a abrangência dos eventos, além de fortalecer a economia criativa local e regional.

Estratégia de execução

Brincar é dançar, é batucar, é aprender e ensinar, mergulhar no universo das festividades, das tradições, da ancestralidade, é vibrar entre passado e presente, refletir a essência lúdica e participativa das expressões culturais da diversidade do respeito, brincar é participar e se tornar parte ativa da tradição, brincar é construir memórias. O projeto Batuqueiro e brincante: a musicalização como prática cultural e formação cidadã, busca estimular através de valores culturais como o trabalho em grupo, dança, história, oralidade entre outras vivências proporcionadas pelo conjunto de saberes do Maracatu Nação, a sensibilização e a formação de cidadãos mais participativos nas construções e nos debates em torno de questões como o respeito entre os gêneros, reconhecimento e empoderamento de grupos culturais, uso de espaços públicos como palco de encontros e expressões culturais, diversidade de linguagens, respeito mútuo e de uma educação mais participativa e ativa. A natureza popular, diversa e transgeracional dos costumes e dos modos de fazer do Maracatu Nação, assim como de outras expressões culturais populares, promovem ambientes férteis e lúdicos onde a participação e o aprendizado se tornam mais horizontais e diluídos, o indivíduo se torna agente multiplicador e protagonista ao mesmo tempo que constrói o senso de coletividade de tal forma que os processo de aprendizado tem seu potencial elevado nas trocas e nuances, experiências proporcionadas e vivenciadas, estímulos às vezes imperceptíveis porém fundamentais na construção do sentimento de pertencimento e de vontade de pertencer, do cuidado e da manutenção da cultura. Desta maneira grupos culturais como o Maracatu Nova Lua, sediado desde 2017 no Galpão da Casa Linhares no Bairro da Barra em Balneário Camboriú, tem fundamental importância na manutenção da cultura e nos debates das pautas sociais, é a partir de trabalhos desenvolvidos como oficinas para iniciantes, intercâmbios culturais com grupos de outras cidades e estados Brasileiros, na confecção de instrumentos rítmicos de natureza afro brasileiros como tambores, agbês entre outros que estes debates e aprendizados encontram um ambiente diverso e capaz de potencializar e validar suas ações. No Galpão da Casa Linhares, ponto de memória da cidade, o grupo Nova Lua tem fortalecido seu trabalhado com a comunidade de Balneário Camboriú ofertando e fomentando de portas abertas suas oficinas e atividades periodicamente, estabelecendo uma relação espontânea com as comunidades no entorno da cidade, do bairro da barra e de bairros deslocados do centro como a comunidade Quilombola do Morro do Boi. Essas relações reforçam a importância e o papel de grupo culturais, para além de suas apresentações, emergem como espaços de diálogo e debates sociais e agem como catalisadores para novas iniciativas na região, vale exaltar algumas iniciativas que surgiram a partir deste ambiente promovido pelo coletivo Maracatu Nova Lua, como o projeto Pisada das Gurias um grupo de estudo rítmicos formado por mulheres e Baque Mulher de Balneário Camboriú e Itajaí, que encontrou no grupo Nova Lua um ambiente favorável para seu surgimento na região. Projetos emergentes, inspirados pelos valores culturais, contribuem para a expansão da rede cultural, formando uma teia de expressões locais. Em sua trajetória o coletivo Maracatu Nova Lua já realizou diversas atividades em escolas da região levando para a rede municipal de ensino experiências e conversas em torno das práticas culturais do maracatu. Como expressão cultural e ambiente de aprendizado, desempenha um papel crucial na formação da consciência cidadã se colocando não apenas como uma alternativa cultural mais também uma alternativa de educação não formal trazendo para o debate e para a prática ofícios como a costura, o desenho e elaboração de roupas através dos figurinos, de luthieria afrobrasileira, artesania e a própria formação musical com base popular Este projeto está centrado na musicalização como prática cultural e de formação cidadã, visa além de tudo, proporcionar para cidade e sua população uma alternativa cultural em uma cidade essencialmente turística entendendo que a diversidade cultural como uma experiência não apenas enriquece o cenário cultural local, mas redefine a cidade, destacando-a para além de suas características. Ao oferecer essas iniciativas, estamos contribuindo para a formação de cidadãos conscientes, participativos e comprometidos com a construção de uma sociedade mais inclusiva e culturalmente rica. Os objetivos deste projeto estão alinhados com as diretrizes dos Planos de Cultural Municipal, estadual e Federal Cultura em seus Artigos 3 nos seguintes itens: VIII - estimular o pensamento crítico e reflexivo em torno da diversidade cultural e dos valores simbólicos Percebendo o momento sensível que vivemos na sociedade contemporânea, o projeto Batuqueiro e brincante: a musicalização como prática cultural e formação cidadã ainda busca atender, de maneira ampla e irrestrita, os compromissos determinados pela Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas através do enfoque nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: ODS 3 - Saúde e Bem estar ODS 4 - Educação de Qualidade

Especificação técnica

OFICINA DE MUSICALIZAÇÃO PERCUSSIVA: - Objetivo Geral: Realizar 01 (uma) oficina com 10 (dez) encontros, no período de 04 (quatro) messes, ministrada por mestres da cultura popular da cidade de Balneário Camboriú, na Casa Linhares, criando uma ferramentas de divulgação do Patrimônio Cultural. - Objetivos específicos: • Fortalecer o ponto de cultura da Casa Linhares e seu Galpão/Ateliê como um importante equipamento público de formação e ocupação cultural; • Realizar uma consultoria de acessibilidade para as atividades do projeto bem como a implementação de suas ações conforme demanda; • Veicular o projeto nas mídias locais através de um release divulgando e atraindo o maior público possível para as inscrições nas oficinas (50 vagas); • Veicular o projeto através de redes sociais do grupo e de seus integrantes; • Realizar um conjunto de 5 oficinas de musicalização para iniciantes com base nos instrumentos do Maracatu Nação sendo eles o agbê, caixa/tarol, tambor, timbal, gonguê, dança e ganzá; fazendo uso da oralidade. • Realizar um conjunto de 5 oficinas de fundamentos do Maracatu Nação como suas histórias, vestimentas, oralidade, tradições, fatores socioculturais e outros aspectos que permeiam o fazer em torno do maracatu; fazendo uso da tradição da oralidade. • Criar a identidade visual sólida para o projeto e desdobrar em peças de comunicação como cartaz, adesivos, posts para instagram e etc. • Organizar o fechamento do projeto e a devida prestação de contas.

Acessibilidade

PRODUTO: Cursos/Oficina Medidas de acessibilidade atitudinal: formação e sensibilização dos oficineiros; formação de rede apoio com facilitadores e espaços do entorno da casa linhares para facilitar o acesso e permanência das pessoas com deficiências na oficina. Medidas de acessibilidade comunicacional: uso de legendas e linguagem simples na comunicação e marketing. Medidas de acessibilidade arquitetônica: rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, banheiros femininos e masculinos adaptados para pessoas com deficiência, vagas de estacionamento para pessoas com deficiência e iluminação adequada. Acessibilidade para PcD auditivos: Intérprete de Libras. Acessibilidade para PcD Visuais: uso das hashtags #PraCegoVer.

Democratização do acesso

O projeto adotará as seguintes medidas de ampliação de acesso, segundo o Art. 28.: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); - O projeto irá garantir 100% de distribuição gratuita com caráter social para os produtos resultates do projeto, nomeadamente a Oficina de Maracatu de Baque Virado e as apresentações. IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público.

Ficha técnica

Equipe técnica Felipe Hollweg Gallarza - Coordenador Graduado em Design Gráfico pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali/2008) e Especialista em Fotografia (Univali/2011). Compõem o coletivo OiA Observatório de Interações no Ambiente onde desenvolve pesquisas na área de patrimônio e paisagem cultura que que observa a relação do homem com o ambiente que experiência. Compõem o corpo diretivo do Hügato Instituto de Documentação voltado ao desenvolvimento socioambiental. Desenvolve atividades como designer gráfico, fotógrafo e produtor cultural, além de colaborar em diversos projetos nas áreas da cultura, educação e meio ambiente. Foi um dos fundadores do coletivo Maracatu Nova Lua em 2016 junto a Comunidade Quilombola do Morro do Boi e outros integrantes, segue como batuqueiro e brincante de Maracatu e de outras expressões culturais brasileiras. Ana Cláudia Parisotto Andriolli - Produção Natural de Concórdia (SC). Reside em Balneário Camboriú desde 2009, onde iníciou formação na área de Administração, e Nutrição. Trabalhou no comércio de Balneário Camboriu, na área de vendas e administração. Atualmente trabalha na área da saúde privada, em setor de atendimento e administração. Formou-se como DJ pela AIMEC em 2015, atuando em apresentações e produção de eventos de música eletrônica. Participou como Produtora de áudio no Projeto Loopstrings na Rua, de Emmanuel Schmidt - Live act filmado em Camboriú (SC) Contemplado pela Lei de incentivo a Cultura Aldir Blanc em 2020. Em 2021 ingressou no Grupo de Maracatu Nova Lua de Balneário Camboriú. E em 2022 no grupo Tambor de Crioula Pungadaçu de Itajaí. Em ambos os grupos participou de apresentações, e oficinas de toque de instrumentos e de dança, com mestres e integrantes de Nações de Maracatu de Recife, e do Tambor de Crioula do Maranhão. Participa como integrante da Coordenação do Grupo de Maracatu Nova Lua, e administra as mídias sociais do grupo. Jéssica Canez Fedozzi - Assistente de produção Natural do município de Caxias do Sul (RS), mudou-se para Itajaí em 2009, onde iniciou a formação como Bacharel em Fisioterapia na Universidade do Vale do Itajaí. Atua na área de Fisioterapia Neurofuncional Pediátrica, com aproximadamente 06 anos de experiência enquanto gestora de projetos em organização social voltada para esta área também. Ingressou no grupo Maracatu Baque Mulher Itajaí/Bal. Camboriú em agosto de 2021 e logo depois no Maracatu Nova Lua participa do grupo Tambor de Crioula Pungadaçu. Em 2022 participou do projeto Pisada de Gurias onde desenvolveu conhecimentos voltados à cultura do Samba. Realizou oficinas, cursos, aulas de percussão, inclusive de luthieria, para aprofundar os estudos teóricos e práticos, tendo como foco tambores e pandeiro. Coordenação do grupo Nova Lua. No Maracatu Baque Mulher, Jessica é produtora e gestora de projetos, e também responsável pela gestão, manutenção e confecção de instrumentos. Rafaela da Cruz Inácio - PCD Oficineira e consultora de acessibilidade Produtora Cultural e Social Mídia. Atua no mercado de Produção Cultural a 7 anos, tendo experiência como produtora e batuqueira no grupo de Maracatu Nova Lua, e co-produção no projeto sócio-cultural Sarau da Tainha. Também participou como assessoria de imprensa no projeto de patrimônio imaterial “A Grande Foto” pela Lei de Incentivo a Cultura, e como social mídia no projeto 4° Mostra FACINE pela lei federal Aldir Blanc. Guilherme Garcia - Oficineiro Teve sua trajetória musical desde meados dos anos 2000 rodeada por diversos estilos musicais. Entre suas diversas “jams” pela cidade de Londrina-PR, suas principais funções eram nos grupos Wood Surfers, tocando baixo, e Samba de Caravana, percussão. Produtor cultural e Batuqueiro de Maracatu de Baque Virado desde 2009, tendo atuado nos grupos L.A.T.A e Semente de Angola, situados em Londrina-PR, com projeto aprovado durante dois anos pelo PROMIC em 2011. Produtor Musical nos anos de 2013 e 2014 na empresa BSS Sound Solution, fazendo técnica de som para bandas e grupos musicais. Em 2015 faz a mudança para o estado de Santa Catarina atuando nos grupos Encanto do Sul e Maracatu Nova Lua. Participou de projetos realizados na Comunidade Quilombola do Morro do Boi, Oficinas de Iniciante de Maracatu e Intercâmbios Culturais. Realizou diversas oficinas com Mestres, Mestra e batuqueiros de Maracatu de Baque Virado de Recife (PE) de 2009 a 2019. Organiza e participa de oficinas e apresentações junto com os grupos Nova Lua e Chico Estrada. Geiza Dariane Backschat - Oficineira Natural de Caçador- SC. Reside em Balneário Camboriu desde 1986, onde cresceu, estudou e se tornou atleta competido na equide de handebol pela FME -BC até se tornar atleta profissional e ganhou oportunidade de viajar e conhecer outras cidades em outros estados que auxiliaram na formação como ser. Estudou no IFC- Campos Camboriu em 2009 no Curso de Tecnica Ambiental. Em 2018 conheceu o Maracatu no Projeto Tu Maraca onde participou da oficina de iniciantes e aprendeu a tocar o instrumento agbe. Desde então a musica, percussão e a cultura tem tido papel importante no auto conhecimento e representatividade em ser uma mulher preta, batuqueira e aprendiz na cultura afro. No mesmo ano tornou-se membro do coletivo de empoderamento feminino chamado Baque Mulher- Balneario Camboriu. Durante alguns anos de estudos no cenário do Maracatu em 2020 foi para Recife, conheceu a comunidade do Bode situada no Pina - PE e teve contato direto com as principais Nações de Maracatu, desfilou como Princesa no carnaval de Recife com a Naçao Encanto do Pina e tocou o instrumento chamado Gongue no Coletivo Baque Mulher com Mestra Joana Cavalcante e milhares de mulheres do Brasil.Em 2021 tornou-se responsável pela ala dos agbes proporcionando a homens e mulheres a tocarem e a construir seu próprio instrumento nos encontros que acontecem desde 2018 no Galpão da Casa Linhares - Barrae consequentemente preparando todos que tem vontade em aprender e conhecer um pouco mais da Cultura do Maracatu. No ano de 2022 continuou na coordenação da ala e também tornou-se proponente no Projeto Pisada d’ Gurias aprovado pela LIC que proporcionou para varias mulheres mais aprendizados em outros instrumento como o pandeiro, surdo, tamborim, caixa e entre outros existente no cenário do samba, no mesmo ano participou do Bloco Cores de Aide em Florianópolis expandindo seu conhecimento no ritmo do samba reggae com Dandara Manoela. No mesmo ano recebeu o convite para se tornar Coordenadora do coletivo Baque Mulher -BC. Atualmente continua como batuqueira e coordenadora na ala dos agbes repassando seus conhecimento a quem se interessar em aprender. Rodrigo Cavaleri Gerhardinger - Oficineiro Músico multi-instrumetista a mais de 20 anos. Faz parte do Grupo Cultural Tarrafa Elétrica (violão, viola caipira, banjo, trombone, vocais e produção). Cursou o Conservatório de Música de Itajaí. Foi contemplado com o prêmio Elisabete Anderle em diversas edições (2013, 2016 e 2022). Além disso, trabalha como diretor cenográfico da Trupe Sonora Casa de Orates nos espetáculos “Sonhos” (2007), “Luaria” (2013) e “Lunático” (2014). É membro do Maracatu Nova Lua desde de 2020. Participa do Projeto Memórias do Mar como compositor e contrabaixista. É Oceanógrafo (Mestre em Agroecossistemas pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC), e atua como Professor EBTT do Instituto Federal de Santa Catarina - IFSC na área das Ciências Marinhas e da Arte Educação. Coordena o projeto Tartaruga-de-Mamão onde utiliza a arte e a ciência como ferramentas para a transformação social. Fernando Honorato - Oficineiro Coordenador Criador, produtor e presidente do Bloco do Zero desde 2019, fundador e coordenador do Grupo Maracatu Nova Lua desde 2017, ator, professor de artes cênicas, pesquisador de cultura popular brasileira e pessoa negra LGBTQIA+, tem 41 anos, é nascido em Ipatinga interior mineiro e reside em Balneário Camboriú há 13 anos. Conhecido como Honorato é multiartista, transitando por diversas linguagens: música, teatro, poesia e culturas populares, provocando pluralidades e diversidade na arte e na vida. Como produtor, é responsável por unir diversos coletivos de artistas das mais variadas linguagens em Balneário Camboriú e promover mostrar da cultura popular integrada com a contemporânea, são grupos de maracatus com DJs e diversas manifestações da cultura Brasileira. Foi proponente do projeto “Oficinas de formação e vivência de Maracatu de Baque Virado do Morro do Boi", primeira e segunda edição, projeto que aconteceu na Comunidade de Remanescentes Quilombolas do Morro do Boi, premiado pela LIC/FCBC 2016 e 2017. Em 2017 cria o Grupo Maracatu Nova Lua no Bairro da Barra, oferecendo vivências e oficinas de percussão com foco no Maracatu de baque Virado, pesquisando, difundindo e preservando as manifestações da cultura popular Brasileira. Em 2019 foi proponente e produtor do projeto “Bloco do Zero Apresenta Free Elétrico”, único Bloco de Trio Elétrico colaborativo e gratuito do carnaval oficial da Liga Carnavalesca de Balneário. Em 2023 foi produtor do Projeto “Bloco do Zero Apresenta Circuito Elétrico ", premiado pelo Edital 001/2023 da FUMTUR juntamente com a Liga Carnavalesca e Fundação de Turismo de Balneário Camboriú. Em 2015 circulou com o espetáculo Um Príncipe Chamado Exupéry da Cia Mútua pelo SE. Caroline Santos da Silva - Oficineira Com formação em design de moda pela UNIVALI em 2008 e pós-graduação em fotografia em 2012 pela mesma instituição, essa pessoa é uma produtora de moda e cultural, designer e artista multidisciplinar. Seu trabalho visa valorizar as performances cotidianas do ambiente, traduzindo-as em projetos individuais e coletivos que abrangem moda, artes visuais, fotografia, artes populares, patrimônio imaterial, escultura e música. Com uma década de experiência em docência em design de moda, ela tem expertise na criação de cenários, vestuário, figurinos, acessórios e conceitos para imagem e objetos, além de styling. Destaca-se como co-criadora e coordenadora do projeto "Circulares Abstáteis ou Pixeladas", selecionado para o São Paulo Fashion Week Regeneração em 2021, com foco na moda regenerativa. Além disso, é uma pesquisadora e batuqueira de maracatu de baque virado desde 2011, tendo ocupado papéis de proponente, produtora cultural e coordenadora em diversos grupos de maracatu no estado, incluindo oficinas e coordenação de projetos. Fundou e coordenou o Baque Mulher de Balneário Camboriú em 2018-2019, e é integrante do Grupo de Maracatu Nova Lua da mesma cidade desde 2018. Participou de diversos projetos culturais, colaborando com o coletivo Peixaria Cultural, desenvolvendo cenografias e figurinos para grupos regionais, além de contribuir com o Observatório de Interações do Ambiente desde 2016. Sueli Marlete - Oficineira Sueli é uma mulher negra e liderança da comunidade de remanescentes Quilombolas do Morro do Boi de Balneário Camboriú. Integrante do Maracatu Nova Lua e do Baque Mulher Balneário Camboriú e Itajaí é a porta estandarte de ambos os grupos e ministra oficinas de Porta Estandarte. Especializada na confecção de Bonecas Abayomi, oferece oficinas de confecção e faz paletras sobre cultura afro-descendente. Seu envolvimento com a arte começou quando reconheceu sua posição como membro do quilombo, vendo a confecção das bonecas como uma forma de honrar e compartilhar a história das mulheres negras que foram escravizadas. Para ela, as Bonecas Abayomi representam momentos e presentes significativos, tanto materialmente quanto historicamente, e ela as oferece como uma maneira de presentear alguém com uma lembrança única.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.