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Trata-se de proposta para instruir e orientar professores da rede pública de ensino no município de Lages, na aplicação em aula de dinâmicas com os alunos do ensino fundamental 1 e 2, para a leitura e escrita a partir da aproximação entre as artes cênicas e leitura, tendo como referência a literatura afro e indígena. O projeto contempla atividades formativas e disponibilização de títulos paradidáticos literaturainfantil e infanto-juvenil Afro e Indígena em escolas públicas.
As Vivência e Orientação dos Processos Artísticos-Pedagógicos para Incentivo à Leitura e Escrita serão realizadas: - Encontro de formação com 3 horas de duração para professores da rede pública de ensino em Lages, sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais na Educação das Relações Étnico-Raciais que tratam da inserção da história e da cultura afro-brasileira e indígena no currículo oficial da rede de ensino. - Oficina presencial com carga horaria de 18h, com 30 vagas gratuitas para professores da rede pública de ensino, abordando práticas de sensibilização para leitura e escrita a partir da aproximação entre teatro e leitura, tendo como referência a literatura afro e indígena, e a junção pedagógica da leitura e escrita em possibilidades estéticas e metodológicas. - Acompanhamento e orientação de maneira remota dos desdobramentos das vivências pelos professores em sala de aula. - Encontro com 3 horas de duração para apresentação e discussão da ação (fazer pedagógico) dos professores desenvolvida no âmbito de práticas aplicadas que foram apreendidas na formação.
Objetivo Geral: Fomentar a leitura e escrita na rede pública de ensino de Lages, por meio da instrução e orientação de professores a partir da aproximação entre teatro e leitura, visando contribuir com a inserção da história e da cultura afro-brasileira e indígena no currículo oficial da rede de ensino. Objetivos específicos: a) Realizar encontro de formação com 3 horas de duração para professores da rede pública de ensino em Lages, sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais na Educação das Relações Étnico-Raciais que tratam da inserção da história e da cultura afro-brasileira e indígena no currículo oficial da rede de ensino. b) Realizar oficina presencial com carga horaria de 18h, com 30 vagas gratuitas para professores da rede pública de ensino, abordando práticas de sensibilização para leitura e escrita a partir da aproximação entre teatro e leitura, tendo como referência a literatura afro e indígena, e a junção pedagógica da leitura e escrita em possibilidades estéticas e metodológicas. c) Adquirir 1.000 (mil) exemplares, sendo100 (cem) exemplares de 10 (dez) títulos diferentes de livros paradidáticos de literatura infantil e infanto-juvenil relacionados a história e da cultura afro e indígena e distribuí-los para bibliotecas das escolas da rede pública que possuem professores que participaram da oficina. d) Realizar acompanhamento e orientação de maneira remota dos desdobramentos das vivências pelos professores em sala de aula. e) Promover encontro com 3 horas de duração para apresentação e discussão da ação (fazer pedagógico) dos professores desenvolvida no âmbito de práticas aplicadas que foram apreendidas na formação. f) Divulgar o projeto, parceiros e o programa de atividades buscando gerar o interesse e participação de público.
Grande parte do desenvolvimento de conhecimentos e habilidades de crianças e adolescentes nas áreas que envolvem o campo das Humanidades se dão no ambiente escolar. O bom aprendizado, orientação e prática da leitura e escrita são fundamentes para as pessoas criarem as condições básicas de desenvolvimento e socialização. No contexto da educação pública de Lages, o Plano Municipal de Educação prevê a Literatura e Produção Textual como componente curricular nos anos iniciais. Mas a complexidade do ensino da leitura e escrita somada ao elevado número professores admitidos em caráter temporários (A.C.T.s) e que não possuem formação na área de letras, impõe limites nas práticas pedagógicas, impactando diretamente os alunos em seu processo de aprendizagem. Ao olhar esse contexto, incluindo a importância das temáticas específicas, como ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena, estabelecidas nas Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008, ressalta a importância de instrumentalizar os professores para terem capacitação para aplicação de praticas pedagógicas. Este projeto propõe trabalhar conceitos e metodologias pedagógicas através de uma experiência estética que oriente o professor, a partir de trocas de vivências artísticas com enfoque na sensibilização para leitura e escrita. Trata-se de contribuir para o processo de formação docente, no que tange, a construção de repertório cultural, para que possam ser trabalhadas no âmbito da sala de aula com as diferentes infâncias e adolescências que constituem o espaço escolar. Com o projeto pretende-se contribuir com a reflexão sobre a literatura no contexto escolar levando em consideração as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais que tratam da obrigatoriedade da inserção da história e da cultura afro-brasileira e indígena no currículo oficial da rede de ensino. Estas diretrizes surgiram para orientar o cumprimento da legislação e apresentam três princípios que devem estar presentes no ensino: consciência política e histórica da diversidade; fortalecimento da identidade e de direitos e ações educativas de combate ao racismo e às discriminações. Para concluir este rol de motivações e justificativas, é importante expor o alinhamento desta proposta aos princípios da Lei n° 8.313 de 1991, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura _ Pronac. Nossa maior e melhor justificativa é estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Quanto aos objetivos que tornam este projeto relevante temos ainda o alinhamento com outra finalidade do Pronac, que é a de canalizar recursos de modo a promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais.
Serão utilizados espaços públicos para realização do projeto.
Está sendo apresentado projeto pedagógico com currículo dos responsáveis.
No aspecto arquitetônico, o projeto será realizado em espaços com acessibilidade às pessoas com deficiência física, com mobilidade reduzida ou idosas, permitindo o acesso aos locais onde se realizam as atividades e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; Como parte do projeto será contratado(a) consultor especialista em acessibilidade comunicacional para promover módulo sobre recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, Transtorno do Espectro Autista (TEA), auditiva e visual para incentivar o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto.
Como medida de democratização do acesso as ações culturais produzidas, serão promovidas: - Gratuidade em todas as atividades oferecidas pelo projeto; - Estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais; - Oferecer 01 (uma) bolsa de formação, inserção e difusão para o mundo do trabalho em cultura voltadas para a pesquisa e a qualificação técnica, artística e cultural.
Coordenação Sérgio Gregório Sartori Mestre em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para a Inovação (PROFNIT) pela UnB (2022), pesquisando sobre os Inventários Culturais como Instrumentos de Salvaguarda e Proteção dos Conhecimentos dos Povos e Comunidades Tradicionais. Possui graduação em Administração pela UNIPLAC (2014) e habilitação em técnico em Assistência Comunitária pelo Instituto São João Batista Vianei (1995). Sócio administrador e gerente de projetos da empresa Fazer Gestão Cultural Ltda. (2013 - atual) e na Super Nova Comunicações (2004 – 2012) coordenando diversos projetos, dos quais destacam-se: Exposição Lages 250: de vila tropeira à cidade polo da Serra Catarinense (2021-2022); Estruturação do Museu Fármaco Hospitalar do Imperial Hospital de Caridade (2019 – 2022); Restauração da Igreja da Paz (2020-2022); Edição do Livro a Casa do Planalto Catarinense: arquitetura rural e urbana nos campos de Lages séculos XVIII e XIX (2018); Restauro do Palacete Galotti e implantação do Museu Tijucas (2010 – 2012); criação e implantação do Museu Hering (2009 - 2018); Restauro dos 04 Mosaicos de Martinho de Haro em Lages e Florianópolis (2009); Restauração do Casarão Juca Antunes (2007- 2008). Participou dos diversos fóruns e cursos culturais e como delegado por SC na 1ª e 3ª Conferência Nacional de Cultura (2005 e 2013). Como ator destacasse o trabalho no Grupo Menestrel Fazê- do (1996 – 1997) e Desterrados (1998 – 2003); e como dançarino a atuação no Grupo Cena 11 (1998 – 2003). Oficineiras Carolina Votto Silva Possui graduação em Filosofia licenciatura pela Universidade Federal de Pelotas e Pedagogia e Artes Visuais Licenciatura. Especialização em Ensino de Arte; Mestrado em Artes Visuais, com ênfase em Teoria e História das Artes Visuais, pela Universidade do Estado de Santa Catarina (2011). Doutora em Educação com ênfase em filosofia da educação e estética pela Universidade Federal de Santa Catarina (2022). Pós-doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Arte, Educação e História da Cultura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, SP (2024) sob supervisão da Profa. Dra. Mirian Celeste Martins. Participa da Rede internacional UNITWIN/Cátedra UNESCO Cidades que educam e transformam. Integra o Grupo de Pesquisa Arte na Pedagogia (GPAP - Mackenzie) e o Grupo de Estudos de Gênero e Sexualidade (NÓS-UFSC). Líder do Núcleo de Estudos em Ensino, Neurodiversidade e Arte (NENA, CNPQ). Tem experiência na área de Educação e Arte, Formação de Professores, Gênero e Sexualidade, Educação, Estética e Infâncias, Estágio Curricular, Filosofia da Educação e História da Arte. Atuando principalmente nos seguintes temas: Educação Estética, Formação de professores, Gênero e feminismos plurais, Cultura das Infâncias, Arte, Educação e Infância. Foi Consultora da UNESCO para o fortalecimento das políticas públicas curriculares dos anos iniciais do ensino fundamental da Secretaria Municipal da Educação da cidade de Leme-SP (2022-23). Professora substituta no Departamento de Metodologia de Ensino do Centro de Ciências da Educação (2018-2020) UFSC. Participou como banca avaliativa do processo de montagem da peça "O coro dos maus alunos" no curso de teatro UDESC (2018). Elaborou o projeto educativo da Exposição Antes-Tempo de Lela Martorano contemplado pelo prêmio Elisabete Anderle de 2017. Foi revisora das 12 peças teatrais que culminaram no livro A Origem do Pecado, escrito por Ernani Vilela e também contemplada pelo prêmio Elisabete Anderle de 2017. Professora no curso História da Arte do moderno ao contemporâneo em parceria com o Núcleo Catarinense de Decoração (2018-2019). Professora no curso História da Arte do departamento artístico cultural UFSC (2017-2018). Ministrou o curso de Filosofia da Arte Contemporânea no Espaço Cultural Armazém - Coletivo Elza (2018). Ministrou o curso História e Filosofia da dança conjuntamente com Lucila Vilela no espaço de dança Bia Vilela (2018). Monica Siedler Atriz-dançarina, licenciada em artes cênicas (2004) e Mestre em teatro (2007) pela Universidade do Estado de Santa Catarina. Desde 1998 participou de diversas produções artísticas em teatro, performance, dança, cinema e TV, com apresentações no Brasil e no exterior (Uruguai, Argentina, México, Itália e Dinamarca). Em sua trajetória destacam-se os espetáculos: Quixote (2005) e Butterfly (2006) - Andras Cia de dança-teatro (prêmio DAMS Bologna-Itália, 2005); Mi Munequita (2008) - Cia La Vaca (circulação nacional Palco Sesc Giratório); e Protótipo 4 - Encher-se de Buracos (2022) - coletivo "ensaio para algo que não sabemos", do qual faz parte. Pesquisa desde 2007 a criação em artes do corpo na relação com audiovisual na cena realizando até o momento a Trilogia Ninguém é Impossível (2007-2014) - parceria com o artista visual Roberto Freitas; a performance O Pior de Mim (2015); e o Projeto Sintoma (2020) - parceria com a diretora Mariana Corale. Ganhou em 2011 prêmio pela Fundação Franklin Cascaes de Florianópolis em reconhecimento a sua trajetória em dança na cidade. Faz curadoria e produção, com outras artistas, do Vértice Brasil: mostra e festival que integra o Magdalena Project, uma rede internacional de mulheres artistas. No audiovisual destaca-se sua participação como atriz, personagem Socorro, na novela Laços de Família (2000), veiculada pela tv globo; no curta-metragem L'amar (2002) da Diretora Sandra Alves; e no longa-metragem Porto Príncipe (2023) da diretora Maria Emília de Azevedo. Atuou como docente na graduação de dança e teatro na FURB (2018 e 2020) e em cursos livres de teatro.
PROJETO ARQUIVADO.