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Este projeto é uma iniciativa inovadora para a inclusão de pessoas com deficiência visual na economia criativa, através de escritórios presenciais e online adaptados. O objetivo é proporcionar uma experiência imersiva e prática, desenvolvendo habilidades criativas em áreas como animação, design, jogos eletrônicos, cultura digital maker e outras disciplinas do setor. A proposta visa capacitar jovens e adultos com deficiência visual, criando oportunidades de inserção no mercado de trabalho criativo e promovendo a acessibilidade digital.
PRODUTO PRINCIPAL - SEMINÁRIOO Seminário de Economia Criativa Inclusiva é um evento inovador que celebra a criatividade e a inclusão, reunindo talentos com deficiência visual que desenvolvem suas habilidades nas áreas de animação, design, jogos eletrônicos e cultura digital maker. O seminário é o momento culminante do projeto de capacitação e oferece aos participantes a oportunidade de apresentar suas criações ao público, profissionais da indústria e possíveis trabalhadores. Além das exposições e apresentações dos trabalhos dos alunos, o seminário contará com palestras, workshops acessíveis, mesas de debates sobre inclusão na economia criativa e um espaço interativo para networking. O evento busca conectar os novos talentos com o mercado, promover a diversidade e criar um ambiente de aprendizagem e inspiração. O seminário é aberto ao público e visa conscientizar sobre a importância da acessibilidade no mundo digital, destacando o potencial criativo das pessoas com deficiência visual. PRODUTO SECUNDÁRIO: CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO Os cursos oferecidos pelo projeto têm como objetivo capacitar jovens e adultos com deficiência visual nas áreas de animação , design , jogos eletrônicos e cultura digital maker , utilizando métodos e tecnologias acessíveis. Os workshops são divididos em módulos temáticos e podem ser realizados de forma presencial ou online, garantindo total acessibilidade com recursos como softwares de leitura de tela, recursos audiovisuais e ferramentas exclusivas. Ao longo dos cursos, os participantes desenvolvem projetos práticos, explorando suas capacidades criativas de forma colaborativa e interativa. Cada aluno é incentivado a criar seu próprio portfólio digital inclusivo, que será apresentado no Seminário de Economia Criativa. O foco dos cursos é proporcionar uma formação de qualidade, possibilitando a inserção dos alunos no mercado criativo, além de estimular a autoestima, autonomia e inovação por meio de atividades criativas e colaborativas.
Objetivos Gerais: - Oferecer formação em economia criativa para pessoas com deficiência visual, proporcionando acesso a ferramentas e metodologias inclusivas.- Desenvolver as habilidades criativas dos participantes nas áreas de animação, design, jogos eletrônicos e cultura digital maker.- Fomentar a autonomia e a autoestima dos participantes, capacitando-os a criar e compartilhar suas produções criativas com o público.- Conectar os alunos com profissionais da área criativa, promovendo networking e oportunidades de inserção no mercado.Objetivos Específicos: - Capacitar aproximadamente 4.000 jovens e adultos com deficiência visual nas áreas da economia criativa ao longo do projeto.- Organizar 1 seminário ao final do projeto, onde os participantes poderão apresentar seus trabalhos ao público.- Conectar pelo menos 10% dos participantes com oportunidades de trabalho ou networking no setor criativo, através do seminário e parcerias.- Atingir um índice de satisfação de pelo menos 80% entre os participantes em relação à metodologia, acessibilidade e qualidade das oficinas.- Firmar pelo menos 5 parcerias com organizações externas à inclusão, empresas de tecnologia, ou instituições de ensino na área da economia criativa.
O projeto se justifica através do Art. 1º da Lei 8.313 de 23 de Dezembro de 1991, de acordo com os seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; A crescente relevância da economia criativa no cenário global, que inclui setores como animação, design, jogos eletrônicos e cultura digital, tem mostrado seu potencial de gerar empregos e fomentar a inovação. No entanto, esse campo promissor ainda enfrenta desafios de acessibilidade, especialmente para pessoas com deficiência visual, que frequentemente encontram barreiras ao desenvolvimento de suas habilidades e à participação em atividades criativas.De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) , há mais de 285 milhões de pessoas com deficiência visual no mundo, sendo que muitas delas enfrentam exclusão digital e limitações no acesso a conteúdos visuais e digitais. No Brasil, a situação é semelhante: um número significativo de pessoas com deficiência visual está à margem de processos de formação em tecnologia e devido à falta de recursos adequados e oportunidades acessíveis. Art. 3º da Lei 8.313 de 23 de Dezembro de 1991, de acordo com os seguintes incisos e alíneas: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: c) ações não previstas nos incisos anteriores e consideradas relevantes pelo Ministro de Estado da Cultura, consultada a Comissão Nacional de Apoio à Cultura. (Redação dada pela Lei nº 9.874, de 1999) Dessa forma, o projeto justifica-se pela necessidade urgente de inclusão digital e criativa, garantindo que pessoas com deficiência visual possam explorar suas habilidades e ingressar no mercado da economia criativa em condições de igualdade. Além disso, este projeto responde a importantes demandas sociais e educacionais, abordando o direito à acessibilidade, à inclusão social e ao desenvolvimento profissional, conforme preconiza a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). Portanto, este projeto é fundamental para promover a inclusão, equidade e acessibilidade no setor da economia criativa, permitindo que pessoas com deficiência visual desenvolvam suas habilidades, participem ativamente desse mercado em crescimento e contribuam para a diversidade e inovação no campo digital e criativo.
Não se aplica.
PRODUTO - CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃO As especificações técnicas deste projeto de inclusão na economia criativa para pessoas com deficiência visual abordam os aspectos necessários para garantir a acessibilidade, eficiência operacional e sucesso das atividades. Abaixo estão as principais especificações: 1. Tecnologias Assistivas e EquipamentosSoftwares de leitura de tela: Utilização de programas como JAWS, NVDA, VoiceOver, ou TalkBack, que permitem a navegação e criação de conteúdo digital por pessoas com deficiência visual.Softwares de design e criação acessíveis: Plataformas como Tactile View (para design tátil) e interfaces gráficas adaptadas, com suporte para descrições em áudio.Impressoras 3D com suporte a áudio: Utilizadas em atividades maker, oferecendo retorno sonoro durante o processo de fabricação.Dispositivos Braille: Leitores e impressoras em Braille para conversão de conteúdo e instruções para os participantes que utilizam essa linguagem.Teclados e mouses adaptados: Equipamentos ergonômicos e acessíveis para pessoas com diferentes níveis de perda visual.Dispositivos táteis: Como tablets táteis e superfícies interativas que oferecem feedback físico para auxiliar na criação e manipulação de objetos visuais.2. Plataforma de Ensino OnlineAcessibilidade total: A plataforma de ensino online deve ser compatível com todas as tecnologias assistivas (leitores de tela, navegação por teclado, e suporte à descrição em áudio). Sugere-se o uso de uma plataforma de e-learning como Moodle, com adaptações de acessibilidade.Interface simplificada e acessível: Design intuitivo com contraste adequado de cores, texto ampliado e navegação por comandos de voz ou teclas de atalho.Recursos multimídia acessíveis: Todos os conteúdos em vídeo devem conter descrição em áudio, legendas e transcrições completas para garantir acessibilidade.3. Recursos Didáticos AdaptadosMaterial didático em formatos acessíveis: Os conteúdos serão disponibilizados em múltiplos formatos, incluindo texto digital com suporte para leitores de tela, áudio-descrições, arquivos Braille e recursos visuais simplificados com descrições detalhadas.Tutoriais em áudio e vídeo com descrição: Vídeos e tutoriais terão descrição detalhada para pessoas com deficiência visual, abordando de forma verbal os elementos e processos que estão sendo apresentados visualmente.Guia de acessibilidade para instrutores: Todos os instrutores receberão treinamento sobre como adaptar suas aulas e materiais para garantir que os participantes tenham uma experiência de aprendizado inclusiva.4. Ambientes de Oficina PresenciaisAdaptação dos espaços físicos: As salas de aula e laboratórios devem ser acessíveis, com pisos táteis, sinalização em Braille, iluminação adequada e disposição acessível dos móveis e equipamentos.Dispositivos de assistência: Inclusão de fones de ouvido com narração para suporte em atividades visuais e painéis com feedback auditivo e tátil.Orientação espacial: Mapas táteis e sinalização auditiva para que os alunos possam navegar pelos ambientes com autonomia.5. Capacitação de Instrutores e MonitoresTreinamento em acessibilidade: Os instrutores deverão passar por uma capacitação específica sobre como usar tecnologias assistivas e adaptar metodologias de ensino para atender às necessidades dos alunos com deficiência visual.Suporte especializado: Monitores treinados em acessibilidade estarão disponíveis durante as oficinas presenciais e online para fornecer suporte técnico e auxiliar os participantes nas atividades.6. Seminário de Economia Criativa InclusivaEspaço acessível: O local do seminário deve ser 100% acessível, com sinalização em Braille, piso tátil, rampas e guias de orientação. A disposição dos estandes e atividades interativas deverá considerar a acessibilidade para todos os participantes.Tecnologias de apresentação adaptadas: Todas as exposições e apresentações dos trabalhos dos alunos serão feitas com recursos de audiodescrição e suporte tátil, garantindo que tanto o público quanto os participantes com deficiência visual possam interagir com as criações de forma inclusiva.Plataforma online acessível: Caso o seminário tenha uma versão híbrida (presencial e online), a plataforma de transmissão deverá seguir os mesmos padrões de acessibilidade mencionados para as oficinas online.7. Avaliação de Impacto e MonitoramentoFerramentas de feedback acessíveis: Formulários de avaliação e feedback devem estar disponíveis em formato digital acessível, em Braille e em áudio, para garantir que os participantes possam dar suas opiniões e sugerir melhorias.Sistema de acompanhamento de desempenho: Ferramentas de monitoramento do progresso dos alunos durante o curso, utilizando dados acessíveis a todos, como gráficos em áudio e relatórios descritivos.8. Requisitos de Internet e InfraestruturaConectividade: Para as oficinas online, os participantes devem ter acesso à internet de boa qualidade, preferencialmente com uma conexão mínima de 10 Mbps para garantir o carregamento fluido de vídeos, descrições em áudio e materiais multimídia interativos.Servidores de alta performance: A plataforma deve contar com servidores de alta capacidade para suportar o número de usuários e garantir a estabilidade das atividades online.Backup de conteúdo: Todos os materiais didáticos e produções dos alunos serão armazenados em um sistema de backup seguro e acessível, permitindo que os alunos revisitem seus projetos ou recuperem arquivos.Essas especificações técnicas garantem que o projeto seja acessível, funcional e inclusivo, atendendo às necessidades de pessoas com deficiência visual e promovendo sua plena participação na economia criativa.
PRODUTO PRINCIPAL: SEMINÁRIO ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Para a acessibilidade física nos espaços de atuação do projeto, será disponibilizado rampas de acesso, corrimão para pessoas com mobilidade reduzida e por fim piso tátil e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Os cursos se darão através da linguagem oral, e todo material educativo produzido, contará com exemplares em braile ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Para pessoas com deficiência auditiva, será disponibilizado um intérprete de libras para realizar a tradução simultânea. PRODUTO SECUNDÁRIO: CURSO/OFICINA/CAPACITAÇÃOACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Para a acessibilidade física nos espaços de atuação do projeto, será disponibilizado rampas de acesso, corrimão para pessoas com mobilidade reduzida e por fim piso tátil e banheiros adaptados. ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: O curso se dará através da linguagem oral, e todo material educativo produzido, contará com exemplares em braile ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Para pessoas com deficiência auditiva, será disponibilizado um intérprete de libras para realizar a tradução simultânea.
A democratização do acesso ao Seminário e ao Curso/Oficina/Capacitação se dará de forma GRATUITA a todo o público alvo, alinhado proximamente ao descrito no inciso II do Art. 27 da IN de 2023 onde se lê: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Ainda na democratização do acesso por meio da gratuidade total, a iniciativa se alinha ao inciso X do Art.28 onde se lê: X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). O projeto Conectados, também está alinhado ao art. 28 da IN 01/23, nos seguintes incisos: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Também serão disponibilizados materiais digitais como vídeos informativos e outros materiais nas redes sociais, para que a iniciativa sobre o tema atinja mais pessoas de forma direta e indireta. Os materiais a serem disponibilizados serão: registros audiovisuais e fotográficos das montagens de estruturas, processos de produção e realização dos produtos culturais como um todo, além da disponibilização gratuita de uma formação em jogos digitais se alinhando assim as normas expressas nos incisos IV e VI do Art.28.
NOME: Rodrigo Nunes AguiarFUNÇÃO: Diretor Geral e FinanceiroMINI CURRÍCULO: Executor da Recepção e postos de atendimentos físicos do Projeto Passaporte Cultural; Realização do Curso de Dublagem para 200 pessoas; Produtor da Peça Musical Dona Baratinha, Peça Teatral João e Maria; Realizador da festa Festas Juninas Do Rio Sul; Produção da Peça Maria Minhoca; Produção da “Peça Clara e o pombo Correio”. Integrou o projeto para escolas da rede pública chamado “Ações de Entretenimento” (Olimpíadas Escolares). Idealizador dos projetos Circuito Teatro Infantil (ISS), Aqui tem informação Cultural (ISS), projeto executivo e de produção CD e DVD Mulheres de Chico (ISS; Execução e Produção do Projeto Leitura Digital (ISS) e Cinema Open Air Downtown.NOME: Leila Cristina de Souza Moraes NetoFUNÇÃO: ProdutoraMINI CURRÍCULO: Experiência profissional na área cultural há mais de 8 anos. produtora e coordenadoras dos seguintes eventos: entretenimento na Olímpiadas, coordenação de todas as peças teatrais da Nova Escola de Teatro, ações promocionais do Grupo Multiplan e Top Rio, coordenadora das Atividades de recepção e atendimento ao público do projeto passaporte cultural, gerente do projeto da 58a feira da providênciaNOME: JAQUELINE LAMBRANHO FUNÇÃO: Coordenadora Operacional MINI CURRÍCULO: Produção Cultural de Teatros, Festas Juninas, Eventos de Arte, Música e Dança. Atuação em peças teatrais, direção Cultural das peças Dona Baratinha e João e Maria.NOME: BIA OLIVEIRA FUNÇÃO: Coordenadora PedagógicaMINI CURRÍCULO: Profissional de Arte e Educação há 30 anos, com formação em Letras – Português e Literatura. Atriz, escritora, diretora artística, preparadora de atores e produtora cultural, durante 30 anos lecionou Língua Portuguesa e Literatura. Trabalha com produção há 18 anos, tanto na área executiva quanto na área operacional. Atua em direção de produção, cinema, direção de teatro, produção de shows e vídeos institucionais. Trabalhou também com produção de elenco e coordenou um dos maiores Centros Culturais da Cidade do Rio de Janeiro, o Planetário da Gávea, de 1992 a 1996, vinculado à Secretaria Municipal de Cultura.
PROJETO ARQUIVADO.