| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 10573521000191 | MERCADOPAGO.COM REPRESENTAÇÕES LTDA | 1900-01-01 | R$ 1,00 mi |
| 09811654000170 | ACUMULADORES MOURA S A | 1900-01-01 | R$ 150,0 mil |
| 10230480000130 | FERREIRA COSTA & CIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 135,0 mil |
| 50991421000108 | Alvorada Serviços e Negócios Ltda | 1900-01-01 | R$ 110,0 mil |
| 09470650000175 | QUIXABA EMPREENDIMENTOS E PARTICIPACOES LTDA. | 1900-01-01 | R$ 110,0 mil |
| 10230480001960 | FERREIRA COSTA & CIA LTDA | 1900-01-01 | R$ 45,0 mil |
| 74014747000135 | Agora Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S/A. | 1900-01-01 | R$ 30,0 mil |
Realização da 25- Fenearte _ Feira Nacional de Negócios do Artesanato, incluindo exposições, shows, palestras, oficinas e desfiles de moda.
A 25ª edição da FENEARTE será realizada entre os dias 9 e 20 de julho de 2025 no Centro de Convenções de Pernambuco, com um público estimado de 320 mil pessoas. Consolidada como a maior feira de artesanato da América Latina, o evento tem como principal produto a Exposição de Artesanato, que reúne peças de artesãos brasileiro e internacionais, destacando a diversidade cultural do Brasil e de outros países participantes. 1. Exposição de Artesanato O Produto Principal do projeto é a exposição e comercialização de produtos artesanais, abrangendo uma vasta gama de categorias como cerâmica, rendas, cestaria, acessórios, obras têxteis, entre outros. A exposição não apenas promove a venda direta entre artesãos e consumidores, mas também fortalece o intercâmbio cultural entre diferentes regiões do Brasil e do mundo, sendo uma plataforma importante para a preservação do patrimônio cultural imaterial. Assim, a FENEARTE promove num só espaço a diversidade do artesanato brasliero ao concentrar todas tipologias que podem ser encontradas no País, como renda, cerâmica, madeira e trançados; Além de setorizar toda a Feira, destacando o espaço dos artesãos pernambucano, do PAB, do SEBRAE, das associações e prefeituras de pernambuco. 2. Seminários e Palestras A programação contará com seminários e palestras voltados ao desenvolvimento do artesanato, inovação no design e sustentabilidade na produção artesanal. Esses encontros promoverão a troca de conhecimentos entre profissionais renomados do setor e o público, abrangendo temas como empreendedorismo, economia criativa, e a importância do artesanato como vetor de desenvolvimento socioeconômico. Na edição de 2024 algumas das palestras realizadas foram: Artesanato e Indicação Geográfica; Artesãos Refugiados no Brasil; Ano do Brasil na França - O Lugar do Artesanato; Bantu-kongo: As Frequências Sonoras no Artesanato e em Criações Afro-brasileiras; A Sustentabilidade Econômica do Artesanato; Conexões Sustentáveis no Artesanato; Ferro Ifé: Uma Metalurgia do Sagrado no Brasil; dentre outros. 3. Oficinas de Artesanato Como Contrapartida Social o evento oferecerá oficinas práticas voltadas à capacitação de novos artesãos, com foco na transmissão de técnicas tradicionais, além de workshops sobre inovação e tendências no mercado artesanal. Essas oficinas têm como objetivo democratizar o conhecimento, aproximando o público das práticas artesanais. Na FENEARTE, em 2024, foram realizadas oficinas como: Tenda do Careta: oficina de máscaras do careta de triunfo; Arte e Fibra; como transformar a fibra da bananeira em bolsa; Criando Estampas em Pixel Art para Crochê; Brincando de Fazer Boneca; Cabaça Ancestra: confecção do instrumento agbê; dentre outras. 4. Apresentações Artísticas Complementando o caráter cultural da feira, haverá apresentações artísticas e musicais, com shows de música popular brasileira e apresentações de grupos folclóricos. A programação busca reforçar o caráter plural da feira, proporcionando uma experiência imersiva e acessível a todos os visitantes. Em 2024 se apresentaram grupos musicais locais, grupos de dança folclórica e grupos de cultura popular. Classificação Indicativa Etária O evento é aberto a todas as idades, com classificação indicativa livre, promovendo a integração de diferentes gerações e incentivando a participação de famílias e escolas. Contextualização Histórica e Relevância A FENEARTE, ao longo de suas 25 edições, firmou-se como um dos principais eventos de artesanato do Brasil, contribuindo para a geração de renda de milhares de artesãos e promovendo a cultura popular. A feira tem desempenhado um papel fundamental na valorização do artesanato como manifestação artística e econômica, proporcionando visibilidade nacional e internacional aos artesãos participantes. O impacto econômico e cultural da feira é significativo para o ecossistema do artesanato, atraindo turistas e expositores de diversas partes do Brasil e do mundo, além de movimentar a economia local através do turismo e da comercialização de produtos artesanais. A FENEARTE é reconhecida como uma plataforma estratégica de promoção do artesanato e do desenvolvimento da economia criativa, gerando oportunidades de negócio e contribuindo para o fortalecimento da identidade cultural de Pernambuco e do Brasil como um todo. Em 2024 tivemos resultados expressivos como: - 320 mil visitantes ao Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, entre 3 e 14 de julho de 2024; - Impacto econômico de R$ 108 milhões considerando a movimentação financeira e projeção de negócios pós-evento; - Aprovação de 98,6% dos visitantes da feira; - 22,5% dos visitantes eram turistas, e 17,4% visitaram o evento pela primeira vez; - Entre os expositores, 62% eram mulheres, e 52,3% superaram as expectativas de negócios.
Objetivo Geral O objetivo principal deste projeto é viabilizar parte da estrutura física necessária para a realização da 25ª Fenearte, consolidando-a como o maior evento de valorização do artesanato e da economia criativa na América Latina. Esta edição visa promover o desenvolvimento sustentável e a preservação cultural, fortalecendo a identidade do artesanato de Pernambuco e de outros estados do Brasil. Estima-se atrair 240 mil visitantes, gerando oportunidades econômicas e culturais para os artesãos, impulsionando o turismo cultural e promovendo o intercâmbio cultural e econômico entre regiões. Objetivos Específicos 1. Estruturação Física e Logística: Adequar e adaptar o espaço do Centro de Convenções, em Olinda/PE, para acomodar expositores e visitantes, incluindo a instalação de 600 estandes com infraestrutura completa. 2. Valorização do Artesanato Regional e Nacional: Realizar 10 palestras e debates sobre temas, projetos e ações que tratam do artesanato como patrimônio cultural. 3. Promoção do Turismo Cultural: Elevar para 20% a participação de turistas de outras cidades de Pernambuco e de outros estados no público total da feira, fortalecendo a Fenearte como referência nacional em turismo cultural. 4. Programação Cultural e Educativa: Oferecer 168 atividades culturais e educativas, incluindo 24 apresentações culturais e artísticas, como shows musicais e danças folclóricas, além de 144 oficinas sobre técnicas de artesanato e áreas correlatas. 5. Fomento à Inovação no Artesanato: Realizar 3 premiações para incentivar criatividade e inovação em peças artesanais, nas categorias de artesanato religioso, contemporâneo e sustentável. Esses objetivos específicos visam garantir que a 25ª edição da FENEARTE não apenas alcance seu público-alvo, mas também fortaleça a cadeia produtiva do artesanato, preserve as tradições culturais e promova inovações no setor, além de assegurar sua relevância como um dos maiores eventos culturais da América Latina.
A realização da 25ª FENEARTE, maior feira de artesanato da América Latina, justifica-se pelo seu impacto social, cultural e econômico, consolidado ao longo de 25 anos e reafirmando seu papel essencial no fomento ao artesanato e à economia criativa. Em 2024, a Fenearte atraiu aproximadamente 320 mil visitantes ao Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda, gerando um impacto econômico de R$ 108 milhões. O evento promoveu um amplo intercâmbio cultural entre diversas regiões do Brasil e mais de 28 países, contando com a presença de artesãos, expositores e visitantes de várias partes do mundo. A feira também ofereceu atividades como oficinas gratuitas, apresentações culturais, rodas de diálogo e desfiles de moda, além de iniciativas de acessibilidade e sustentabilidade que incluíram visitas guiadas com audiodescrição e interpretação em Libras, bem como a coleta de 10 toneladas de resíduos recicláveis. Esses resultados demonstram a importância da Fenearte como plataforma de preservação e valorização do patrimônio cultural imaterial brasileiro, destacando-se como um espaço de fortalecimento da identidade cultural e de incentivo ao desenvolvimento da economia criativa. A continuidade deste evento é essencial para o fortalecimento do artesanato e para a disseminação de identidades culturais regionais. A Fenearte oferece um espaço vital para a promoção da diversidade cultural, alinhando-se aos incisos da Lei nº 8.313/91, que justifica a necessidade do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Pronac) para a captação de recursos. Em particular, a feira enquadra-se nos incisos I, III e IV do Art. 1º da Lei, atendendo aos seguintes objetivos específicos: - Inciso I _ "Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" _ a Fenearte torna o artesanato acessível ao público, promovendo o acesso e valorização da cultura nacional; - Inciso III _ "Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores" _ o evento é uma vitrine para os artesãos, muitos deles de grupos e regiões de baixa visibilidade, fortalecendo suas tradições e identidade; - Inciso IV _ "Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional" _ a feira preserva e estimula o pluralismo cultural através da inclusão de expositores de diferentes estados e países. Necessidade do Financiamento Cultural e Objetivos da Lei 8.313/91 Para atender aos objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91, a Fenearte busca promover o incentivo à formação artística e cultural e o fomento à produção cultural e artística. As seguintes metas da lei justificam a importância do financiamento via Lei Rouanet: - Inciso I, alínea "c" _ "Instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico" _ a Fenearte, através de suas oficinas e encontros, estimula a profissionalização e desenvolvimento de competências no setor artesanal; - Inciso II, alínea "c" _ "Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore" _ a feira é um festival cultural abrangente, promovendo uma vasta gama de expressões culturais e artísticas; - Inciso III, alínea "d" _ "Proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais" _ reforça o artesanato como patrimônio cultural e estimula sua continuidade. Portanto, a 25ª FENEARTE contribui para o desenvolvimento cultural e econômico, ao mesmo tempo em que preserva e promove o patrimônio cultural imaterial, justificando o uso de incentivos fiscais através do Pronac para viabilizar a realização e ampliação de suas atividades.
Impacto Ambiental- Todo material reciclável produzido pelo evento será coletado, separado e doado para empresa responsável pela destinação adequada;- Serão espalhadas pela área do evento lixeiras para coleta seletiva dos resíduos;- O óleo de cozinha utilizado na Praça de Alimentação também terá destinação correta;- Serão distribuídas mudas de plantas nativas da Mata Atlântica; - Será estimulada a produção de artesanato e obras de arte com material reciclável por meio das oficinas e da Galeria de Reciclado.
Serão realizadas 144 (cento e quarenta e quatro) oficinas, distribuídas entre 12 (doze) oficineiros, cada um responsável por ministrar 12 (doze) oficinas, abordando temáticas distintas, totalizando 12 (doze) temas diferentes.A execução das oficinas será realizada num período de 12 (doze) dias, conforme a seguinte organização:I – Nos 06 (seis) primeiros dias, 06 (seis) oficineiros ministrarão 02 (duas) oficinas por dia, totalizando 12 (doze) oficinas por oficineiro; II – No últimos 06 (seis) dias, outros 06 (seis) oficineiros ministrarão igualmente 02 (duas) oficinas por dia, também totalizando 12 (doze) oficinas por oficineiro.Dessa forma, serão contratados 12 (doze) oficineiros, cada um responsável pela realização de 12 (doze) oficinas, totalizando 144 (cento e quarenta e quatro) oficinas ao longo do período estabelecido. Segunda a sexta – 14h30 às 17h30 / 18h às 21h. Sábado e domingo – 13h às 16h / 17h às 20hTemas selecionados:OFICINA 1DESCOBRINDO A ARTE DA XILOGRAVURATécnica utilizada: XilogravuraDidática: Planejamento criativo: Escolha do tema individual ou coletivo; Desenvolvimento de um desenho simples para ser transferido à matriz. Execução prática: Transferência do desenho para a matriz (placa de Madeira ou linóleo); Entalhe da imagem com goivas.Material utilizado: Para cada participante: Lápis, borracha, papel sulfite (esboços); Papel OFF-SET para impressão artística; Placa de Madeira ou linóleo para gravura. Goivas (em diferentes tamanhos); Tinta para xilogravura (tinta gráfica ou tinta de carimbo); Rolo de pintura (rolo de borracha para aplicar tinta); Colher de metal ou colher de pau (caso não tenha prensa); Materiais de apoio: Projetor ou TV para apresentação teórica.; Livros ou folders com exemplos de xilogravuras; Jornal para forrar as mesas; Toalhas ou panos para limpeza.RIMAS E MÉTRICAS PARA SEREM USADAS EM TEXTOS DE CORDÉISTécnica utilizada: Será abordado as formas de métricas, rimas e orações utilizadas em textos de cordéis, tais como redondilha maior, menor, decimas, sextilhas, setilhas além de quadrinhas e oitavas, utilizando quadro com esquemas de rimas, onde o aluno utilizará papel e lápis, para criação dos textos.Didática: diálogo com os alunos, informação sobre a literatura de cordel, abordagens sobre os temas, tira dívidas, aprendizado coletivo, declamações, leitura em grupo e criação de textos.Material utilizado: piloto para quadro branco- preto, azul e vermelho; folhas de papel ofício jornais ou revistas velhas; lápis grafite; borrachas; cartolina; folhetos de cordel.OFICINA 2A ARTE DO CORDEL EM XILOGRAVURATécnica utilizada: Xilogravura. A parte prática concentra-se na produção de uma imagem gráfica com a xiloogravura (10 x 15 cm) com a finalidade de criação de uma matriz (carimbo) que será utilizado pelo participante para o desenvolvimento de um projeto de imagem autoral em papel.Material utilizado: Tinta gráfica; madeira; Linha (varal para secar os papeis); Pegadores; Goivas; Espátulas; Lixa d’água; Papel branco; Lápis; Borracha; Fita adesiva; Apontador.OMAIA ENSINA: MÃOS QUE MOLDAM O COUROTécnica utilizada: Costura manual em couroDidática: Por meio de metodologia ativa, na qual o aluno participa da construção do conhecimento e resgate de raízes, por meio de atividade prática de criação do modelo proposto. Material utilizado: Apostila impressa/disponível em meio digital; Apresentação de retalhos de diversos tipos de couro; Aula prática – couro, vazadores, linha, cola, agulha, estilete e régua.OFICINA 3OFICINA DE INSTRUMENTO MUSICAL ARTESANAL RECICLADO “MARIMBAU”Técnica utilizada: Arte Em Reciclagem e Reutilização de Materiais RecicladosDidática: Técnica da Arte em Reciclagem de Instrumentos Percussivos. Reciclagem e o legado do Músico Naná Vasconcelos para a Cultura popular; - Processo de criação de montagem dos instrumentos musicais.Material utilizado: Reutilização de Madeira de Demolição; Reutilização de Materiais Reciclavéis “descartáveis”, (latas de alumínio, garrafas PET, arame, palitos de churrasco; Caneta; Parafuso/chave fenda/martelo; Cola instantânea; Estiletes e tesouras.DO CAIS AO SERTÃO: OFICINA DE GRAVURA POPULAR COM MATERIAIS RECICLÁVEISTécnica utilizada: Reciclados - Gravura em relevo com materiais recicláveis e acessíveis (embalagens tipo Tetra Pak e pratinhos de isopor).Didática: Prática: Criação do desenho com base em ícones culturais (frevo, maracatu, cangaceiro, renda, xilogravura, cordel, entre outros).Material utilizado: Pratinhos de isopor; Embalagens tetrapak; Lápis, canetas, palitos de churrasco; Tesouras/estiletes; Tinta para tecido ou tinta base água; Rolinhos de espuma; Pinceis; Colheres de madeira ou plástico (para pressão na impressão); Panos e papel toalha (limpeza); Papel diversos (para impressão); Álcool.OFICINA 4ENTRE BARRO E BOCEJOSTécnica utilizada: Modelagem com argila. O mestre Ivanildo iniciará a oficina com uma conversa informal sobre sua trajetória, suas inspirações e a história dos Bocejos. Experimentação prática. Na segunda etapa, os participantes colocarão as mãos no barro, orientados por Ivanildo.Material utilizado: Argila, Borrifador com água, Espátula, Ocador, Pano, TNT.VIVENCIANDO A ARTE DA OLARIATécnica utilizada: Cerâmica - Modelagem no TornoDidática: informações teóricas e demonstração da construção de uma peça utilizando as técnicas de modelagem no torno. Em seguida será o momento da prática onde cada participante iniciará o processo de produção de suas peças.Material utilizado: Argila; Tornos elétricos; Esponja; Fio de nylon; Tábuas de madeira; Extensão; Lona; Rolo; Espátula; Bacias; Materiais de limpeza; Baldes; Potes; Embalagens; Panfletos.OFICINA 5MODELANDO O BUMBA MEU BOITécnica utilizada: Modelagem em argilaDidática: A oficina será prática e interativa, no início da atividade, será compartilhado um breve relato sobre o simbolismo e a tradição do Bumba meu boi na cultura popular. Os participantes serão orientados a modelar, com liberdade criativa, uma figura do Bumba Meu Boi, utilizando técnicas populares de cerâmica tradicional ensinadas pelo ceramista Sussula Andrade.Material utilizado: Argila, paletas, estecasMANGUE TECH – DO RESÍDUO ELETRÔNICO À ARTE POPULARTécnica utilizada: A oficina utiliza a metarreciclagem, que transforma resíduos eletrônicos em arte, combinada com papietagem (camadas de papel moldadas com cola) e assemblage, uma técnica artística que consiste em montar esculturas com objetos prontos e reutilizados, como teclas, fios e peças de computador.Material utilizado: Resíduos eletrônicos descartados: teclados, mouses, placas-mãe, fontes, cabos, fones de ouvido, botões, teclas e pequenos componentes eletrônicos. Papel reciclado e papelão para papietagem. Cola branca e cola artesanal para montagem e acabamento. Tintas, pincéis e outros materiais para pintura e finalização das peças. Ferramentas básicas (chaves de fenda, alicates) para abertura e desmontagem dos equipamentos. Equipamentos de Proteção Individual (EPIs): luvas, óculos de proteção e máscaras.OFICINA 6XIBANA: A COBRA ENCANTADA DO MAMULENGOTécnica utilizada: escultura em madeira.Didática: A oficina será conduzida por etapas práticas e dialogadas, com momentos de escuta e troca de saberes: 1. Apresentação da Mestra e da Xibana; 2. Escolha e preparo do mulungú; 3. Esculpir o boneco; 4. Pintura e acabamento; 5. Vestimenta da peça – Aplicação de tecidos e ornamentos para finalizar a cobra encantada.Material utilizado: Madeira mulungú, cola branca, tecido, lixa, tinta e ferramentas.BONECOS DE MAMULENGO – SALVAGUARDANDO À TRADIÇÃOTécnica utilizada: talhagem (esculpido) e montagem dos bonecosDidática: abordagem lúdica, interativa e prática. A metodologia adotada se baseia no "aprender fazendo".Material utilizado: cabeças e mãos esculpidos de madeira de mulungu; tintas pva; roupas costuradas de tecidos de chitas; fitas de cetim cores variadas; adereços, laços etc.; cola quente e pistolas; lixas; pinceis.
Produto: Exposição Cultural / Artes - Acessibilidade Física - Rampas de acesso: Rampas estarão instaladas para facilitar a locomoção de pessoas com deficiência física e visual em todo o evento, desde a entrada até os estandes e áreas de convivência. Item do orçamento: 3 (Cenografia / material/ confecção).- Áreas de descanso e circulação ampla: Serão disponibilizadas áreas de descanso com bancos, além de entradas e saídas projetadas para evitar obstruções e promover um fluxo seguro e confortável. Item do orçamento: 3 (Cenografia / material/ confecção).- Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Auditiva - Intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais): serão oferecidas visitas guiadas, com até 03h de duração, com 02 (dois) intérpretes de Libras e 01 (um) consultor com deficiência auditiva, permitindo a participação ativa e autônoma de visitantes. Esse serviço estará disponível em horários pré-estabelecidos para facilitar o acesso. Item do orçamento: 4 (intérprete de libras).- Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual - Audiodescrição: Visitas guiadas com audiodescrição explicarão detalhes dos produtos e do ambiente, proporcionando uma experiência plena e autônoma. Serão contratados 02 (dois) audiodescritores, 01 (um) consultor com deficiência visual, 02 (dois) guias de apoio, além de equipamentos específicos, sendo: 02 (dois) aparelhos transmissores TVDA e 25 (vinte e cinco) aparelhos receptores RLDA. Item do orçamento: 2 (Audiodescrição). - Experiências sensoriais: Os visitantes terão oportunidade de tocar nos produtos e degustar alimentos, garantindo uma experiência sensorial enriquecedora. Item do orçamento: 13 (Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis).- Acessibilidade para Pessoas com Espectros, Síndromes e Outras Condições - Visitas guiadas adaptadas: Serão oferecidas visitas guiadas para pessoas com neurodiversidades, garantindo um ambiente acolhedor e adaptado às necessidades desses visitantes, com consultores da empresa contratada. Item do orçamento: 13 (Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis).- Para todos os casos: haverá a etapa de divulgação, agendamento das visitas técnicas e traslados – o serviço de divulgação inclui: ramal específico para recepção das inscrições de interessados em participar do projeto, intermédio entre escolas e instituições específicas para formação dos grupos, divulgação para veículo de whatsapp e instagram da empresa; traslados (ida e volta): será realizado na Região Metropolitana do Recife e Olinda até o evento, para alunos de escola pública e pessoas com deficiência de diferentes instituições, acompanhados pelos seus respectivos responsáveis. Itens do orçamento: 13 (Custos de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis).
A 25ª edição da FENEARTE implementará um conjunto de medidas que visam democratizar o acesso à cultura, conforme os requisitos estabelecidos pelo artigo 29 da Instrução Normativa MINC nº 11, de 30 de janeiro de 2024. O plano de distribuição de produtos e ingressos será estruturado para garantir que todas as camadas da população, especialmente os mais vulneráveis, possam participar ativamente da feira. Abaixo detalhamos as estratégias adotadas para a distribuição e comercialização, bem como as ações para ampliar o alcance do evento. Distribuição e Comercialização dos Produtos Conforme o artigo 29, serão observados os seguintes critérios: - Distribuição gratuita promocional por patrocinadores: Até 10% dos produtos e ingressos serão distribuídos gratuitamente como parte de promoções realizadas pelos patrocinadores, respeitando a proporcionalidade dos investimentos realizados por cada um; - Distribuição gratuita com caráter social ou educativo: No mínimo, 10% dos produtos e ingressos serão destinados à distribuição gratuita com foco em ações sociais e educativas, especialmente para grupos em situação de vulnerabilidade social, como beneficiários do Bolsa Família e alunos da rede pública de ensino; - Comercialização acessível: Pelo menos 20% dos ingressos serão vendidos a preços acessíveis, com valores não superiores a 3% do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Além disso, 40% do total de ingressos comercializados terão meia-entrada assegurada para estudantes, enquanto idosos e pessoas com deficiência terão direito à meia-entrada em todos os ingressos, conforme legislação vigente. Medidas de Ampliação de Acesso Além da distribuição de ingressos e produtos, a FENEARTE contará com diversas iniciativas para ampliar o acesso ao evento e suas atividades culturais: - Transporte gratuito: Será oferecido transporte gratuito para todos os visitantes da FENEARTE, saindo de 4 pontos de Recife e Região Metropolitana, facilitando o acesso da comunidade ao evento. Os veículos serão adaptados para atender pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Essas medidas visam assegurar que a FENEARTE seja acessível a um público diversificado, ampliando a participação social e promovendo o desenvolvimento cultural e educacional de todas as regiões do Brasil.
Mini currículo da instituição proponente - Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco - ADEPE: A Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco S.A. (ADEPE) é uma sociedade de economia mista, criada pelas Leis Estaduais nº 5.783, de 22 de dezembro de 1965, e nº 5.840, de 26 de agosto de 1966, vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDEC-PE), desenvolvendo suas atividades de forma articulada com órgãos do setor público e da iniciativa privada, sendo disciplinada pela Lei Federal nº 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações) e regida pela Lei Federal nº 13.303/2016 (Lei das Estatais). A ADEPE tem por objeto social o apoio ao desenvolvimento econômico e social de Pernambuco e ainda a promoção do desenvolvimento do Estado por meio de ações indutoras e de apoio aos setores industrial, agroindustrial, comercial, de serviços e da economia criativa, em especial o artesanato, design e moda e bebidas pernambucanas, nos termos da legislação vigente. Cabe à Agência também a articulação para a atração de novos investimentos. Histórico Desde 1992 a ADEPE passou a se chamar Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco contando com um Conselho de Administração, um corpo diretivo e um Conselho Fiscal; em 2000 foi realizada a primeira edição da Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte), conhecida, hoje, como a maior feira de artesanato da América Latina; em 2003, sob o comando da Diretoria de Promoção do Artesanato da ADEPE, foi inaugurado o Centro de Artesanato de Pernambuco unidade Bezerros; em 2008 – Criado o Programa do Artesanato de Pernambuco (PAPE), que tem como objetivo promover o desenvolvimento do setor artesanal do Estado e valorizar o artesão pernambucano através de ações e políticas públicas, fortalecendo a Cadeia Produtiva do artesanato local; Em 2012, em consonância com o PAPE, foi criado o Centro de Artesanato de Pernambuco – unidade Recife, localizado no Armazém 11 do Cais do Porto do Recife, coração da cidade – Praça do Marco Zero, hoje, a principal loja de artesanato do Estado e armazém que representa um potente espaço de política pública da economia criativa da capital pernambucana. Em 2021 a ADEPE entendeu que a Diretoria de Promoção do Artesanato representava mais que isso, e incorporou à sua missão o segmento da economia criativa, passando a se chamar Diretoria Geral de Promoção da Economia Criativa – DGPEC, com isso criou também a Loja de Moda Autoral de Pernambuco – MAPE, para fomento dos criativos, designers e estilistas de moda autoral, onde se expõe e comercializa peças que têm a criatividade e a identidade da moda pernambucana. Em 2022, complementando o armazém, foi criada, ainda, a Loja de Bebidas de Pernambuco. EQUIPE TÉCNICA: 1. DIRIGENTE COORDENADOR GERAL DA FENEARTE: CAMILA BANDEIRA DE MELLO SANTOS CARGO ATUAL: Diretora Geral de Promoção da Economia Criativa da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco - ADEPE (proponente do projeto) CURRÍCULO RESUMIDO: Formada em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), possui extensão em Marketing na El Camino College, Califórnia (EUA), além de formação em Liderança Sustentável, Liderança Criativa e Gestão Organizacional voltada para a Cultura. Antes de empreender, Camila atuou como produtora cultural na Cia de Eventos (2001) e na Publikimagem Projetos e Marketing (2003, 2009 e 2010); como assistente de Marketing na Concept Ideia e Planejamento (2002); e Gestora de Contas e Planejamento na HSM Marketing e Comunicação (entre 2004 e 2007). Em 2010, fundou a Proa Cultural, primeira empresa do setor de economia criativa instalada no Porto Digital, com expertise em concepção, estruturação e gestão de projetos culturais de diversas linhagens (audiovisual, música, design, artesanato, artes visuais, literatura, restauro, entre outras). Assumiu a Diretoria Geral de Promoção da Economia Criativa da Adepe em março de 2023. 2. GERENTE DE PROJETOS DA FENEARTE: ANDRÉ LUIS GOMES LIRA CARGO ATUAL: Gerente de Programas e Projetos da Economia Criativa na Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco - ADEPE CURRÍCULO RESUMIDO: Consultor de negócios e inovação nos setores criativos. Publicou o guia “Negócios, Cultura e Criatividade: guia para empreender na economia criativa”. Atuou em projetos como Sertão Criativo (Pernambuco); Connect Programme (Europa); e Douro Creative Hub (Portugal). CEO da Cultive Soluções, consultoria focada no campo da criatividade, inovação e sustentabilidade. Em 2020, foi um dos coordenadores da pesquisa “Percepções do Impacto da Covid-19 nos Setores Cultural e Criativo no Brasil". Em 2021 produziu a exposição virtual “Negras Cabeças” e coordenou o estudo “Panorama da Economia Criativa em Pernambuco: 2010 - 2020''. Também coordenou e lecionou o curso EAD em Economia da Cultura da Escola Itaú Cultural. Atualmente é Gerente de Programa e Projetos da Diretoria Geral de Promoção da Economia Criativa da ADEPE, Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado de Pernambuco. 3. GERENTE EXECUTIVO OPERACIONAL FELLIPE HENRIQUE GUIMARÃES SANTOS CARGO ATUAL: Gerente de Gestão e Projetos da Economia Criativa na Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco - ADEPE CURRÍCULO RESUMIDO: Graduado em Redes de Computadores pela UNINASSAU (2014). Ocupando o cargo de Gerente de Gestão e Projetos na Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, desde de 2019. Fez parte da equipe que implantou e inaugurou o Centro de Artesanato de Pernambuco (Unidade Recife), em 2012; Fez parte da equipe que trabalhou na reinauguração do Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, em 2018; Fez parte, também, da equipe que implantou e inaugurou a Loja de Moda Autoral de Pernambuco (MAPE), em 2021. Desde de 2012 faz parte da equipe de assessoria na Feira Nacional de Negócios do Artesanato (Fenearte). A partir de 2019, passou a atuar como Gerente Executivo da Fenearte, sendo responsável por elaborar e coordenar processos licitatórios e contratações, bem como as demandas financeiras e logísticas do evento. 4. COORDENAÇÃO DE ARQUITETURA, CENOGRAFIA E INFRAESTRUTURA DA FENEARTE: EDVAN ISAC SANTOS FILHO CARGO ATUAL: Coordenação de Arquitetura e Infraestrutura na Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco - ADEPE CURRÍCULO RESUMIDO: Arquiteto e empreendedor da Economia Criativa, tem dedicado os últimos 13 anos ao desenvolvimento de projetos de impacto em diferentes escalas como aeroportos, portos, centro de convenções, hortas urbanas, espaços expográficos, centros de inovação e desfiles de moda . É idealizador da Casa Criatura, importante centro de economia criativa no Sítio Histórico de Olinda, que tem como objetivo regenerar espaços históricos subutilizados com a instalações de oficinas e laboratórios colaborativos focados em resolver problemas complexos utilizando inovação e criatividade. Hoje, está arquiteto na Diretoria de promoção à Economia Criativa da ADEPE - Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, contribuindo com diversos projetos, entre eles a FENEARTE e reestruturação dos equipamentos, sendo um deles os Centros de Artesanato de Pernambuco.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.