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PRONAC 2416549Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

FESTIVAL GASTRONÔMICO BIOMAS - SABORES ANCESTRAIS

FELIPE DE SIQUEIRA FELIZARDO RAMOS CHAVES
Solicitado
R$ 702,4 mil
Aprovado
R$ 702,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Gastronomia de valor cultural
Enquadramento
Artigo 26
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
MS
Município
Bonito
Início
2025-06-16
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Bonito Mato Grosso do Sul

Resumo

O projeto "FESTIVAL GASTRONÔMICO BIOMAS - SABORES ANCESTRAIS" visa promover a valorização e preservação da gastronomia tradicional dos povos indígenas e quilombolas do Brasil. Essas comunidades possuem saberes tradicionais únicos, que vão além do preparo de alimentos, incluindo histórias, rituais, e uma relação intrínseca com a natureza. Através de oficinas, palestras e eventos gastronômicos, buscamos resgatar receitas e técnicas ancestrais, promover o intercâmbio cultural e contribuir para a sustentabilidade e a valorização dessas comunidades.A ideia foi concebida para fortalecer a visibilidade desses saberes e promover um espaço de troca e aprendizado entre diferentes públicos.

Sinopse

1. Oficinas Gastronômicas (Aula Show) Assunto: Demonstrações práticas de culinária indígena e quilombola realizadas por chefs convidados. As oficinas abordarão o uso de ingredientes nativos e técnicas culinárias tradicionais.- Classificação indicativa: Livre (recomendado para todas as idades). 2. Roda de Conversa Assunto: Discussão interativa entre os participantes, chefs e representantes das comunidades tradicionais. Os temas envolvem o impacto cultural da gastronomia, a preservação dos saberes ancestrais e a sustentabilidade alimentar.- Classificação indicativa: Livre. 3. Palestras Assunto: Apresentações sobre a história, importância e impacto da gastronomia indígena e quilombola. Os palestrantes também abordarão temas como a sustentabilidade e o uso de ingredientes regionais.- Classificação indicativa: Livre. 4. Bate-papo Assunto: Discussão guiada com mediação sobre temas relacionados à gastronomia e cultura indígena e quilombola. O foco será a valorização das tradições e o intercâmbio de experiências com o público.- Classificação indicativa: Livre. 5. Visita de Campo Assunto: Atividade prática que envolve a imersão dos participantes em uma experiência de campo, visitando comunidades e aprendendo sobre o cultivo de ingredientes tradicionais e a biodiversidade local.- Classificação indicativa: Livre. 6. Material Educativo (Cartilha e Vídeos) Assunto: Produção de 100 cartilhas sobre a gastronomia indígena e quilombola, além de dois vídeos documentando as aulas show e entrevistas com líderes comunitários. O objetivo é ampliar o acesso ao conhecimento transmitido no evento.- Classificação indicativa: Livre.* Formato: Cartilha impressa e vídeos curtos. 7. Coquetel e Jantar de Encerramento Assunto: Evento social que apresentará pratos preparados durante o festival, proporcionando ao público uma experiência gastronômica diretamente ligada às oficinas e palestras.- Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo GeralO objetivo principal do projeto é promover a valorização e preservação da cultura gastronômica dos povos indígenas e quilombolas, criando um espaço de diálogo e aprendizado. O evento visa compartilhar e difundir as tradições culinárias dessas comunidades com o público em geral, incentivando o reconhecimento e a valorização dessas práticas como patrimônio cultural, ao mesmo tempo em que se destaca a importância da sustentabilidade e da biodiversidade. Objetivos Específicos 01 - Realizar 04 oficinas gastronômicas (Aula Show): * Ministradas por chefs e representantes de comunidades tradicionais (indígenas e quilombolas).* Duração: 1 hora cada.* Cronograma: 2 oficinas por dia, durante os 2 dias de festival. 02 - Promover 03 rodas de conversa: * Diálogo entre chefs, representantes das comunidades e o público.* Duração: 1 hora cada.* Cronograma: Até 2 rodas por dia durante os 2 dias de evento. 03 - Realizar 03 bate-papos temáticos: * Temas focados na preservação das tradições culinárias e biodiversidade.* Duração: 40 minutos cada.* Cronograma: Até 2 bate-papos por dia, nos 2 dias de evento. 04 - Organizar 02 visitas de campo: * Objetivo: Conectar os participantes às práticas agrícolas indígenas e quilombolas, com atividades de plantio e aprendizado sobre biodiversidade.* Duração: 3 horas cada.* Cronograma: Uma visita por dia, durante os dois dias de atividades. 05 - Realizar 04 palestras educativas: * Temas: História, cultura, e o impacto da gastronomia tradicional.* Duração: 40 minutos cada.* Cronograma: Até 2 palestras por dia nos 2 dias do festival. 06 - Produção e distribuição de material educativo: * Produzir e distribuir 100 cartilhas educativas sobre a gastronomia indígena e quilombola.* Produzir 2 vídeos curtos (até 5 minutos cada) documentando as aulas show e entrevistas com líderes comunitários. 07 - Garantir acessibilidade com intérpretes de Libras: * Disponibilizar intérpretes de Libras durante palestras, rodas de conversa e oficinas, garantindo inclusão de surdos e deficientes auditivos. 08 - Coquetel e jantar cultural: * Realizar um coquetel e um jantar, promovendo os conhecimentos e sabores apresentados durante o evento. 10 - Engajamento comunitário: * Envolver ativamente as comunidades indígenas e quilombolas em todas as etapas do projeto, garantindo que suas vozes e tradições sejam respeitadas e valorizadas. 11 - Sustentabilidade: * Implementar práticas sustentáveis, como o uso de materiais recicláveis e a redução do desperdício de alimentos.* Promover a conscientização sobre sustentabilidade nas palestras e rodas de conversa.

Justificativa

A Lei de Incentivo à Cultura (Lei 8313/91), também conhecida como Lei Rouanet, é essencial para a viabilização de projetos que promovem a diversidade cultural, como o "FESTIVAL GASTRONÔMICO BIOMAS - SABORES ANCESTRAIS". A proposta deste projeto está fortemente alinhada aos objetivos da Lei, especialmente no que se refere aos incisos do Artigo 1º e aos objetivos do Artigo 3º. Enquadramento no Art. 1º da Lei 8313/91:Inciso I - Produção e difusão cultural: O projeto "BIOMAS - SABORES ANCESTRAIS" promove a difusão da cultura dos povos indígenas e quilombolas por meio da gastronomia, uma das mais fortes expressões culturais dessas comunidades. A realização de oficinas, palestras e rodas de conversa reforça a importância da produção cultural local e a valorização de práticas alimentares tradicionais.Inciso III - Conservação do patrimônio cultural: O projeto visa a preservação das tradições alimentares dos povos indígenas e quilombolas, que fazem parte do patrimônio imaterial do Brasil. A transmissão desses saberes por meio de eventos, aulas-show e interações com os chefs dessas comunidades fortalece o reconhecimento e conservação desse patrimônio. Objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91:Art. 3º, Inciso I - Contribuir para o desenvolvimento das expressões culturais: O projeto promove a expressão gastronômica como uma forma de arte e manifestação cultural, com foco nas tradições alimentares dos povos indígenas e quilombolas.Art. 3º, Inciso II - Estimular o desenvolvimento da consciência cultural: A inclusão de um público diverso nas atividades do projeto, aliado à promoção do respeito pelas culturas indígenas e quilombolas, estimula a conscientização sobre a importância da diversidade cultural no Brasil.Art. 3º, Inciso VI - Assegurar meios de acesso às fontes de cultura nacional: Ao tornar essas culturas acessíveis ao público por meio de oficinas, palestras e ações formativas, o projeto garante que as tradições gastronômicas das comunidades indígenas e quilombolas sejam conhecidas e valorizadas por um público mais amplo. Por que a Lei de Incentivo à Cultura?A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é crucial para garantir que projetos como o "BIOMAS - SABORES ANCESTRAIS" possam ser realizados de forma sustentável e com o alcance necessário. O incentivo da Lei assegura os recursos para que essas expressões culturais possam ser amplamente difundidas, preservadas e valorizadas, promovendo a diversidade e o respeito às tradições brasileiras. Sem esse apoio, a viabilidade financeira do projeto, especialmente devido à sua natureza inclusiva e educacional, seria limitada, o que comprometeria a promoção dessas importantes tradições culturais.

Estratégia de execução

Sustentabilidade e Impacto a Longo Prazo Sustentabilidade Social: Este projeto não se limita a um evento ou oficina, mas busca criar uma rede contínua de apoio às comunidades indígenas e quilombolas, com foco na valorização de sua cultura e na geração de oportunidades econômicas sustentáveis. A promoção de práticas alimentares conscientes e sustentáveis pode gerar um impacto duradouro nas gerações futuras.Sustentabilidade Ambiental: O projeto pode incorporar práticas de uso sustentável de ingredientes nativos, priorizando a biodiversidade local e as formas tradicionais de cultivo e colheita. Além disso, ao promover uma gastronomia baseada em recursos naturais e locais, contribui-se para a preservação do meio ambiente, respeitando as tradições que já integram essas práticas de forma orgânica. Parcerias e Potenciais Colaborações Parcerias Institucionais: Além das parcerias com chefs e líderes comunitários, seria interessante buscar o apoio de instituições de ensino, ONGs voltadas para a preservação cultural, e até empresas do setor alimentício que tenham interesse em apoiar a valorização de ingredientes e técnicas ancestrais. Parcerias com empresas que produzem alimentos artesanais ou orgânicos poderiam fortalecer a proposta.Apoio de Redes Culturais: Colaborar com redes de preservação cultural e movimentos de gastronomia sustentável pode aumentar a visibilidade do projeto e garantir que as ações estejam alinhadas com outros projetos de valorização da cultura brasileira. Inovação e Diferença Enfoque Inovador: O projeto traz uma abordagem diferenciada ao focar especificamente nas tradições alimentares indígenas e quilombolas, que muitas vezes não recebem a mesma atenção que outras manifestações culturais. Ao criar espaços de aprendizado, diálogo e intercâmbio cultural, o projeto oferece uma plataforma para esses saberes e práticas, muitas vezes marginalizados.Tecnologia e Educação: A produção de vídeos documentários e cartilhas educativas pode ser uma forma de inovar ao fazer uso de tecnologia para disseminar e preservar os conhecimentos gastronômicos de forma acessível e duradoura. Potencial de Expansão Crescimento do Projeto: Após a realização das etapas iniciais, o projeto pode ser expandido para outras regiões, levando as oficinas e eventos para mais comunidades e públicos. A ampliação da rede de intercâmbio cultural e gastronômico pode gerar novas oportunidades para outros povos e comunidades.

Especificação técnica

1. Oficinas Gastronômicas Paginação: Cada oficina terá disponivel um material impresso, com descrições detalhadas das receitas e dos ingredientes. Duração: 1 hora cada, totalizando 4 oficinas ao longo do evento. Material: Equipamentos de cozinha, ingredientes regionais típicos de cada bioma, apostilas com receitas e aventais personalizados para os participantes nas oficinas com participação na produção. Projeto Pedagógico: As oficinas conectam o público ao contexto histórico e cultural dos ingredientes e preparos tradicionais, promovendo um aprendizado prático que valoriza o uso sustentável e o respeito às práticas ancestrais. 2. Rodas de Conversa e Bate-Papos Paginação: Material disponivel de forma online. Duração: 1 hora por roda de conversa e 40 minutos por bate-papo, distribuídas em dois dias do evento. Material: Microfones, gravação em vídeo para divulgação posterior, cadeiras em círculo para promover interação e intérpretes de Libras para acessibilidade. Projeto Pedagógico: Fomentar o diálogo entre culturas e facilitar a troca de conhecimentos, documentando o conteúdo em formato audiovisual para disponibilização como material educativo. 3. Palestras Paginação: Material disponível de forma online. Duração: 40 minutos cada, totalizando 4 palestras ao longo do evento. Material: Aparelho de projeção, materiais de apoio digital e equipe de intérpretes para Libras. Projeto Pedagógico: Abordar temas como sustentabilidade e preservação cultural, incentivando a reflexão sobre a importância do patrimônio gastronômico brasileiro. 4. Visitas de Campo Paginação: Terá disponível um material impresso, com detalhes da experiência e os principais pontos de aprendizado. Duração: 3 horas por visita, uma visita por dia. Material: Transporte, materiais de apoio impressos e itens de segurança (chapéus, protetor solar). Projeto Pedagógico: Proporcionar uma experiência imersiva, onde os participantes vivenciam o cultivo e a colheita de ingredientes nativos, reforçando a importância da sustentabilidade. 5. Material Educativo - Cartilhas Paginação: 08 páginas contendo uma introdução ao tema, receitas e informações sobre biomas e aspectos culturais de cada comunidade. Duração de Uso: Permanente, para distribuição gratuita no evento. Material: Cartilhas impressas em papel reciclado, com design acessível, linguagem inclusiva e recursos gráficos. Projeto Pedagógico: Complementar as oficinas e palestras, promovendo a disseminação do conhecimento adquirido de forma prática e informativa. 6. Vídeos Curtos Documentais Paginação: Não aplicável; produção em formato audiovisual. Duração de Vídeo: Até 5 minutos por vídeo. Material: Câmeras de alta resolução, microfones e software de edição. Projeto Pedagógico: Criar conteúdo visual que mostre a aplicação prática das oficinas e a troca de saberes entre participantes e comunidades, disponibilizando os vídeos nas redes sociais.

Acessibilidade

Para garantir a acessibilidade total no evento BIOMAS - SABORES ANCESTRAIS, é essencial que as necessidades de Acessibilidade Física e Acessibilidade de Conteúdo sejam contempladas, assegurando a participação inclusiva de todas as pessoas, independentemente de suas condições físicas ou sensoriais. A seguir, estão as medidas planejadas para cada uma dessas áreas: Acessibilidade FísicaPara garantir que pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida possam se locomover e participar do evento com segurança e conforto, serão adotadas as seguintes medidas: - Rampas de acesso: Instalação de rampas em áreas de circulação e no acesso principal ao local do evento.- Banheiros adaptados: Garantia de banheiros acessíveis a pessoas com deficiência, com portas mais largas, barras de apoio e altura adequada para pias e vasos sanitários.- Espaços reservados: Disponibilização de áreas reservadas para cadeirantes, garantindo boa visibilidade das atividades (como palestras, aulas-show e rodas de conversa). Acessibilidade de ConteúdoA fim de assegurar que todos os participantes compreendam e interajam com o conteúdo do evento, serão implementadas as seguintes ações: - Libras (Língua Brasileira de Sinais): Intérpretes de Libras estarão presentes em todas as palestras, rodas de conversa e aulas-show, garantindo que pessoas surdas possam acompanhar os conteúdos transmitidos. - Audiodescrição: Disponibilização de audiodescrição em materiais audiovisuais e visitas sensoriais para pessoas com deficiência visual, detalhando elementos visuais importantes durante as atividades. - Legenda descritiva: Todos os vídeos e materiais audiovisuais exibidos no evento contarão com legendas descritivas, facilitando a compreensão para pessoas com deficiência auditiva e participantes estrangeiros.- Visitas sensoriais: Criação de uma visita sensorial para que pessoas com deficiência visual possam experimentar aromas e texturas dos alimentos utilizados nas oficinas, promovendo uma experiência inclusiva da cultura gastronômica. Com essas medidas, o projeto BIOMAS - SABORES ANCESTRAIS assegura um evento acessível e inclusivo, promovendo uma experiência enriquecedora para todos os participantes, independentemente de suas condições.

Democratização do acesso

O projeto BIOMAS - SABORES ANCESTRAIS prioriza a democratização de acesso, garantindo que as atividades e os produtos culturais sejam amplamente acessíveis ao público, com uma proposta inclusiva e educativa. Distribuição e Comercialização dos Produtos- Cartilhas Educativas: Serão distribuídas gratuitamente 100 cartilhas educativas sobre a gastronomia indígena e quilombola durante o evento. Parte das cartilhas será enviada para escolas, centros culturais e organizações comunitárias como forma de ampliar o alcance.- Vídeos Curtos Documentários: Serão produzidos dois vídeos curtos (de até 5 minutos cada), documentando as aulas-show e entrevistas com líderes comunitários. Estes vídeos estarão disponíveis gratuitamente online, em plataformas como YouTube e redes sociais, facilitando o acesso remoto e ampliando o público além do evento presencial.- Coquetel e Jantar: O coquetel e o jantar com pratos tradicionais das comunidades participantes serão oferecidos ao público durante o evento. A venda de ingressos para essas refeições especiais será feita a preços acessíveis, com parte das vagas destinadas à participação gratuita de representantes das comunidades locais e entidades culturais. Outras Medidas de Ampliação de Acesso- Transmissão pela Internet: As principais atividades do evento, como palestras, rodas de conversa e aulas-show, serão transmitidas ao vivo pelas redes sociais (Instagram e Facebook) e no YouTube. Isso permitirá que um público maior, de diferentes regiões, tenha acesso aos conteúdos, sem limitações geográficas.- Oficinas Paralelas: Serão organizadas oficinas paralelas gratuitas em escolas e centros culturais locais, com a participação de jovens e adultos das comunidades indígenas e quilombolas. Essas oficinas oferecerão uma introdução à gastronomia tradicional e à importância da sustentabilidade alimentar, ampliando o impacto educacional do projeto. Ao adotar essas medidas, o BIOMAS - SABORES ANCESTRAIS assegura que o conhecimento gastronômico ancestral e as práticas culturais associadas cheguem a um público amplo e diverso, promovendo inclusão social e cultural.

Ficha técnica

Coordenador Geral - Felipe de Siqueira Felizardo Natural de Bonito, Mato Grosso do Sul, é um entusiasta da cultura com uma trajetória marcada por sua dedicação em promover eventos culturais e comunitários. Desde os tempos escolares, Felipe se envolveu em importantes eventos como a FLIB - Feira Literária de Bonito e o Festival de Inverno de Bonito. Além disso, teve papel fundamental no CATA - Centro de Atenção em Técnicas com Alimentos, onde participou da coordenação do Cata Guavira, um festival gastronômico dedicado a valorizar a guavira, fruto símbolo do Estado de MS. Seu trabalho destaca-se pela inclusão das comunidades indígenas e quilombolas da região, reforçando o vínculo cultural e social com essas populações. Produtor Cultural - Wemerson NunesDRT: 0041268/SPWN Produções Artísticas | CNPJ: 25.248.039/0001-53 Wemerson Nunes, ator, produtor e agente cultural paulista de 28 anos, encontrou na arte uma nova perspectiva de vida. Atualmente, integra a equipe técnica do Coletivo Estopô Balaio, grupo que pesquisa e preserva a memória do Jardim Romano, na zona leste de São Paulo, por meio do teatro e de práticas de arte-comunidade. Na Casa Balaio, sede do coletivo, Wemerson atua na produção e na administração, contribuindo para o fortalecimento da cena cultural local e o engajamento da comunidade. Consultora de Comunidades - Denise Silva Denise Silva é pedagoga e linguista, com graduação em Pedagogia (UFMS), Mestrado em Letras (UFMS), Doutorado e dois Pós-doutorados em Linguística e Língua Portuguesa (Unesp), além de um Pós-doutorado em Sociolinguística (UEMS) e outro em Estudos Culturais (UFMS). Com experiência em assessoria linguística e pedagógica, destaca-se na formação de professores indígenas e na criação de materiais didáticos em contextos complexos. Denise é cofundadora e atual presidente do Instituto de Pesquisa da Diversidade Intercultural (Ipedi), que recebeu prêmios como a Certificação de Tecnologia Social da Fundação Banco do Brasil e o Prêmio Brasil Criativo. Ela também idealizou o negócio social Bruaca: Vivências e Produtos, voltado a experiências culturais e de impacto social, que já conquistou reconhecimento em iniciativas como o Projeto Legado, Edital Centelha e Desafio Like a Boss do Sebrae. Consultora Gastronômica - Cintia Sanchez Cintia Sanchez, 43 anos, é cozinheira e ativista na área de alimentação há mais de 22 anos. Com uma trajetória marcada pela defesa do direito ao alimento de qualidade e pela luta contra a desigualdade social no Brasil, Cintia participou do MasterChef Profissionais 5 em 2023. Atualmente, ela coordena a rede de solidariedade É Tudo Pra Ontem e dirige seu serviço de catering, o Manje Culinária, comprometido com a valorização da gastronomia inclusiva e sustentável. Chef Convidado 1 - Guilherme Cardadeiro e Silva Chef de Cozinha com mais de 15 anos de experiência, formado em Gastronomia pelo Centro Universitário São Camilo, Guilherme Cardadeiro é especialista em culinária brasileira, latina e natural. Com uma trajetória que abrange restaurantes de diferentes especialidades, redes hoteleiras e consultorias, ele também participou do MasterChef Profissionais Brasil (2ª edição, 2017). Hoje, atua como professor e gerente de Gastronomia no projeto social Chef Aprendiz, onde promove o desenvolvimento de jovens por meio da gastronomia. Coordenador de Comunicação - Neo Avila Natural de Campo Grande/MS, Neo Avila é bacharel em Publicidade e especialista em Negócios de Impacto Socioambiental pela ESPM. Engajado em causas socioambientais, encontrou no ESG uma ferramenta para alinhar seu propósito de vida, com formação pela Exame Academy (2020) e pós-graduação pela FGV (2024). Em 2019, fundou o Mil Pelo Planeta, iniciativa de reflorestamento responsável pelo plantio de 35.000 árvores, especialmente no Cerrado, por meio de 40 ações de restauração ambiental. Recentemente, Neo foi agraciado com o título de Cidadão Sul-Mato-Grossense e acredita que é possível, coletivamente, enfrentar as mudanças climáticas e reduzir desigualdades sociais. Diretor de Imagem - Fabrício Barreto Fabrício Barreto, 40 anos, é um fotógrafo especializado em capturar a essência e a poética da natureza, com um olhar refinado para os detalhes e uma sensibilidade que transforma cada registro em uma experiência visual única. Iniciado na fotografia durante a infância, graças à influência de sua mãe, Fabrício desenvolveu sua carreira com um foco no registro de paisagens naturais e temas simbólicos. Com marcos profissionais como a documentação do festival Cataguavira (2020), o curso de manejo agroflorestal na Terra Indígena Cachoeirinha (2021) e a participação no projeto de reflorestamento Mil Pelo Planeta, Fabrício registrou cenários que vão desde nascentes ocultas até eventos de grande impacto, como a tragédia de Brumadinho. Inspirado por Manoel de Barros, Fabrício acredita que a fotografia é uma prática de descoberta e conexão, um meio de explorar a espiritualidade e a simplicidade através dos elementos naturais.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.