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O projeto visa a realização da circulação da exposição CANTOS DO ENGENHO: Realidade Virtual e Cultura que consiste em uma experiência imersiva utilizando óculos de REALIDADE VIRTUAL (RV). A experiência multissensorial tem como cenários espaços da Fazenda Boa Esperança (FBE), bem tombado estadual e nacionalmente, que será reconstruída digitalmente e apresentará histórias de escravizados que viveram nela no século XIX.
CANTOS DO ENGENHO é uma experiência imersiva utilizando óculos de REALIDADE VIRTUAL (RV), com duração aproximada de oito minutos. A experiência multissensorial tem como cenários espaços da Fazenda Boa Esperança (FBE), em Belo Vale - MG, bem tombado estadual e nacionalmente, que será reconstruída digitalmente conforme situação do século XIX. A narrativa irá retratar pessoas escravizadas que passaram pela fazenda e cujas histórias foram resgatadas por profundas pesquisas elaboradas para a tese de doutorado do responsável pelo projeto e sócio da empresa. Intitulada “Fazenda Boa Esperança; Reconstrução digital dos espaços e memória dos escravizados”, a pesquisa resgatou narrativas até então ocultas de escravizados como Joaquim Antônio, que fugiu duas vezes demonstrando resiliência na busca por liberdade; José Carreiro, que veio ilegalmente do Congo; e Dona Senhorinha, parteira que viveu até os 104 anos, deixando descendentes que guardam sua memória e hoje vivem na comunidade quilombola da Boa Morte. Além da pesquisa histórica, a tese também apresentou protótipo do recurso de realidade virtual na FBE, o que evidencia sua exequibilidade. Apesar de ocorridas em uma fazenda mineira, as histórias abordadas ilustram situações vividas por escravizados em todo o Brasil, ainda hoje sub representadas. As narrativas fundamentadas em fatos históricos retratadas em CANTOS DO ENGENHO serão permeadas por cantos de trabalho, manifestações culturais mantidas pela tradição oral da comunidade quilombola da Boa Morte, que acolheu nos séculos passados muitos dos escravizados da Boa Esperança. A comunidade tem, portanto, na FBE um símbolo de sua ancestralidade e hoje se apropria do espaço em inúmeras ações culturais. Os quilombolas da Boa Morte farão parte do projeto em todas suas fases, fomentando a economia criativa local e incorporando as vozes dessas pessoas na camada sonora da experiência, entoando os cantos de trabalho. Jovens receberão capacitação em recursos de produção em RV, por meio de oficinas de criação coletiva tratando temas como digitalização 3D, patrimônio histórico e recursos digitais, edição de imagens e vídeo. Ao fim, o produto será lançado juntamente com a comunidade da Boa Morte na FBE e as ações serão acompanhadas de palestras sobre a história da Fazenda, seus escravizados e patrimônio histórico. A experiência imersiva será construída em múltiplas camadas: a visual, com os espaços objetos e personagens do período representados; a sonora, composta por sons ambientes relacionados às atividades de trabalho, à natureza, aos cantos e à narração da história. Esta característica favorece a acessibilidade uma vez que a camada sonora também constitui uma experiência igualmente imersiva e sensível para pessoas não videntes. O produto gerado será preferencialmente experimentado utilizando óculos de realidade e poderá também ser assistido pela internet, por computador ou celular, como um vídeo em 360º compatível com os navegadores padrão.
OBJETIVO GERAL: Realizar a montagem e a circulação da exposição CANTOS DO ENGENHO: Realidade Virtual e Cultura, oferecendo ao público uma forma inovadora de fruição de um bem cultural além como de conhecimento de histórias até então pouco contadas através de uma experiência com Realidade Virtual (RV). A exposição será realizada na Fazenda Boa Esperança em Belo Vale - MG e irá circular e irá circular em 2 escolas públicas, em cidades de Minas Gerais. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: PRODUTO PRINCIPAL - Realizar a montagem da exposição CANTOS DO ENGENHO: Realidade Virtual e Cultura, a partir de uma minuciosa pesquisa, aplicando tecnologias de digitalização de acervos e objetos tridimensionais, e abordando aspectos imateriais da cultura brasileira como saberes e fazeres, cantos de trabalho e história dos escravizados. Para a criação da experiência de realidade virtual Utilizaremos a plataforma UNREAL ENGINE para criar uma experiência imersiva e cinematográfica; - Realizar a montagem da exposição CANTOS DO ENGENHO: Realidade Virtual e Cultura, composto por um Totem em metal e MDF pintado para suporte e armazenamento de até 3 óculos de realidade virtual, 6 paineis expositores compostos de superfície para conteúdo como impressão digital em mdf melamínico e com cavaletes para suporte, que será realizada na Fazenda Boa Esperança em Belo Vale - MG pelo período de 30 dias, com visitações de terça-feira a domingo, das 9h às 17h, com entrada gratuita e expectativa de um público de aproximadamente 4.000 pessoas; - Realizar a circulação da exposição CANTOS DO ENGENHO: Realidade Virtual e Cultura, em duas escolas públicas da cidade de Belo Horizonte, que irão permanecer por 15 dias em cada escola, abertas de segunda-feira a sexta-feira, pelo período de funcionamento da escola, com visitas de acordo com a disponibilidade do corpo docente, com a expectativa de contemplar aproximadamente 900 crianças de adolescentes. PRODUTO SECUNDÁRIO - Produzir um vídeo com os conteúdos da experiência virtual que será disponibilizado de forma gratuita no YouTube e será preferencialmente experimentado utilizando óculos de realidade virtual e poderá também ser assistido pela internet, por computador ou celular, como um vídeo em 360º compatível com os navegadores padrão. Expectativa de 4.000 visualizações; - Realizar um evento de lançamento, presencial, aberto ao público, na Fazenda Boa Esperança, com convidados das comunidades locais, para um público de aproximadamente 200 pessoas. CONTRAPARTIDA - Realizar 3 oficinas gratuitas sobre preservação de patrimônio histórico cultural, em escolas públicas, de aproximadamente 3h cada, para alunos do ensino fundamental, com estimativa de aproximadamente 150 alunos no total; - Realizar 2 palestras gratuitas, sobre preservação de patrimônio histórico cultural, em universidades públicas, de aproximadamente 2h cada, para um público de aproximadamente 100 alunos no total.
CANTOS DO ENGENHO: Realidade Virtual e Cultura é um forte instrumento de valorização das "expressões artísticas que compõem o mosaico cultural do nosso país", ao trazer cantos de trabalho - parte da tradição oral de comunidades quilombolas - dentro de um instrumento de fortalecimento cultural e construção de conhecimento, um recurso museológico ao qual se sobrepõe a representação da arquitetura do período escravista, exibindo artefatos e modos de fazer que compõem a cultura e a memória. Além disso, resgata a história de personagens ocultos pelas grandes narrativas e pelo próprio sistema escravista, Joaquim Antônio, que fugiu duas vezes demonstrando resiliência na busca por liberdade; José Carreiro, que veio ilegalmente do Congo; e Dona Senhorinha, parteira que viveu até os 104 anos. Até então pode se dizer que não há ou há pouquíssimos meios para se conhecer histórias de escravizados já que muitos destes indivíduos foram soterrados pela grande história. Ao atualizar meios de divulgação, inaugurando o campo da imersão virtual, o projeto contribui para a preservação e divulgação de elementos da cultura brasileira. O impacto esperado é o aumento de visitantes, que pode estimular a geração de renda na região por meio do turismo. A ação prevê a contratação de agentes culturais, priorizando-se pessoas locais, movimentando recursos no campo. O acesso à Fazenda e ao recurso imersivo serão gratuitos, contribuindo significativamente para a democratização da cultura, gerando interesse e trazendo mais pessoas para o território em que se encontra a Fazenda Boa Esperança, atualmente com baixa oferta de equipamentos culturais. O projeto será desenvolvido em um processo com a participação e compartilhamento das informações com as comunidades locais. Após implementado, se estabelecerá como referência na conversão de representações do patrimônio material e imaterial, da história e das manifestações culturais em uma linguagem contemporânea. Deve-se destacar que a Fazenda Boa Esperança é tombada nas instâncias estadual e federal e se fortalecerá como equipamento cultural com a implantação desta ação. A condição de bem cultural tombado e de caráter público coloca uma maior responsabilidade para que desempenhe a função social inerente aos tombamentos. CANTOS DO ENGENHO é um projeto único que gerará interesse midiático por sua profundidade e inovação no uso da RV para abordar um tema pouco inexplorado, apesar de sua importância. As tecnologias de RV vêm sendo amplamente divulgadas e a indústria criativa se beneficiará deste campo em desenvolvimento, que gera demandas multidisciplinares, movimentando e atualizando o ecossistema produtivo. O projeto mobilizará profissionais de arquitetura, design gráfico, criação 3D, roteirização, edição, produção, sonorização, entre outros, coordenados por proponente com tradição tecnológica e digital voltada à memória e ao patrimônio, multipremiada no desenvolvimento de projetos culturais em todo o país. A empresa patrocinadora terá sua marca atrelada a um produto de tecnologia de ponta, visualmente apurado e historicamente preciso, fundamentado em densa pesquisa que se conecta a patrimônio material e imaterial de interesse nacional e associada a comunidade quilombola com saberes culturais tradicionais. Considerando o exposto, a Lei de Incentivo à Cultura se mostra imprescindível para a realização deste projeto tanto pela relevância cultural como pela temática central abordada. Visto que a proposta envolve uma vasta quantidade de ações com diversidade de atividades e profissionais, entendemos que somente a partir da Lei Federal de Incentivo à Cultura poderá ser realizado. Dito isso, o projeto se enquadra nos incisos dos artigos citados abaixo: Em conformidade com o Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Em conformidade com o Art. 3º da Lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos.
PALESTRAS: Serão realizadas 2 palestras Descrição do tema: As palestras irão abordar a importância da preservação de bens culturais tangíveis e intangíveis, que carregam significados históricos, artísticos e sociais de relevância para a identidade de uma comunidade. Duração: 2h cada Local de realização: Universidades Públicas Público alvo: alunos dos cursos de história, antropologia, arquitetura e urbanismo, arqueologia, museologia e demais áreas de interesse. Público: 100 pessoas OFICINAS: Serão realizadas 3 oficinas Descrição do tema: As oficinas irão abordar a importância da preservação de bens culturais tangíveis e intangíveis, que carregam significados históricos, artísticos e sociais de relevância para a identidade de uma comunidade. Duração: 3h cada Local de realização: Escolas Públicas Público alvo: alunos do ensino fundamental II Classificação etária: a partir dos 12 anos Público: 150 alunos
PRODUTO PRINCIPAL: ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVO: Recurso visual imersivo, com legendas em português. Item na planilha orçamentária: Legendagem ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAL: Design de som tridimensional permite ao usuário a experiência de áudio especializado, proporcionando imersão sonora na cena representada. Canal com audiodescrição disponível. Item na planilha: Audiodescrição PRODUTO SECUNDÁRIO: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local selecionado para o evento de lançamento conta com acessibilidade arquitetônica, com base na lei de acessibilidade, e devem estar adaptados para atender a idosos e pessoas com dificuldades de locomoção, com rampas de acesso e/ou elevadores e instalações sanitárias adequadas. Item na planilha orçamentária: n/a ACESSIBILIDADE PARA PCD VISUAL: O evento de lançamento irá contar com Intérprete de libras. Item na planilha orçamentária: Intérprete de Libras ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVO: O vídeo terá legendagem em português. Item na planilha orçamentária: Legendagem CONTRAPARTIDA: MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: O local selecionado para as oficinas e palestras irão contar com acessibilidade arquitetônica, com base na lei de acessibilidade, e devem estar adaptados para atender a idosos e pessoas com dificuldades de locomoção, com rampas de acesso e/ou elevadores e instalações sanitárias adequadas. Item na planilha orçamentária: n/a ACESSIBILIDADE PARA PCD AUDITIVO: As 3 oficinas e as 2 palestras irão contar com Intérpretes de libras Item na planilha orçamentária: Intérprete de Libras
Visando a democratização e a ampliação do acesso aos produtos culturais serão adotadas as seguintes medidas: Todas as atividades do projeto serão oferecidas em formato gratuito. Em conformidade com o exposto no artigo 30 Instrução Normativa Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; Serão realizadas oficinas culturais, conforme descritas no campo objetivos. Em conformidade com o exposto no artigo 31 Instrução Normativa Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 II - de caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Em conformidade com o exposto no artigo 32 Instrução Normativa Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;
Equipe B - proponente O proponente será responsável pela tomada de decisões e coordenação geral do projeto. Grupo multidisciplinar sediado em Belo Horizonte que desde 2007 desenvolve projetos museológicos, museográficos e expográficos para museus em todo o Brasil, abordando temas relacionados à história, cultura e memória de diversos grupos e lugares. Ao desenvolver exposições, concebe e detalha recursos interativos e imersivos em diferentes formatos e tecnologias. Concebe e realiza projetos de tecnologia via editais de pesquisa e fomento, prêmios e leis de incentivo à cultura, entre os quais destacamos plataformas digitais que se tornaram referência, como o premiado "guiadobem.org", mapeamento de bens tombados de Belo Horizonte com possibilidade de visualização em 3D; "Circuitos de Minas", site que contempla circuitos culturais e turísticos em Minas Gerais; "Marcos Urbanos", mapeamento online de monumentos de Belo Horizonte disponibilizados em modelo 3D para baixar e imprimir; "Bem BH", web app para visitação a roteiros temáticos em Belo Horizonte, transformando a cidade em um museu a céu aberto; e "Jogos Patrimoniais", que provocam de forma lúdica a valorização do patrimônio arquitetônico de cidades do Brasil. O proponente será responsável pela tomada de decisões e coordenação geral da execução da proposta, sendo remunerado pelas rubricas Coordenação geral do projeto, produção executiva, projeto expográfico. A coordenação será conduzida por Leandro Magalhães, sócio fundador da empresa, cuja pesquisa para tese de doutorado que provê bases para o presente projeto, envolvendo comunidades quilombolas e a Fazenda Boa Esperança, tratando da história de ex-escravizados e da reconstrução digital de espaços deste bem cultural. Com foco em realidades mistas, aumentadas e virtuais em contextos museais e de patrimônio histórico, o pesquisador apresenta qualificação e habilidades específicas adequadas para a condução do projeto. Leandro Magalhães - Produtor Executivo Sócio fundador da empresa proponente, é Arquiteto e Doutor em arquitetura e urbanismo. Pesquisa o campo das realidades mistas (Virtual e Aumentada). Também é professor universitário, tendo sido premiado por suas inovações pedagógicas. Tem ampla experiência com coordenação de projetos culturais tendo também sido premiado no campo pelo ministério das comunicações pelo desenvolvimento dos Jogos Patrimoniais (http://jogospatrimoniais.com.br/) que abordam Cidades e bens tombados brasileiros. Outra atividade do proponente, arquiteto e urbanista, é o desenvolvimento de projetos de exposições para instituições museais em todo país, campo de forte apelo cultural e convergência com o tema. Também já desenvolveu e coordenou projetos captados através do Fundo Municipal de Cultura de Belo Horizonte, Guiadobem.org, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Circuitosdeminas.com.br e atualmente através da Lei Municipal de Incentivo à Cultura (Belo Horizonte) coordena o projeto Marcosurbanos.com.br. Leonardo Souza de Araújo Miranda - Pesquisador O historiador é mestre em história, possui ampla atividade no campo da museologia tendo realizado pesquisas históricas para a implantação de exposições em todo o país inclusive para a própria Fazenda Boa Esperança. Atuou como pesquisador vinculado ao Projeto República: núcleo de pesquisa, documentação e memória - Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG. Consultor do Programas das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil, PNUD BRASIL, Brasil. Atuou na Elaboração de pesquisa temática a respeito da linha de pesquisa Lutas na Prisão: presos políticos, relacionada à Anistia Política no Brasil para publicação e desenvolvimento de conteúdo para as atividades do Memorial da Anistia Política do Brasil. Entre 2009-2010. EquipeB, Brasil. Atuou como historiador na equipe responsável pela elaboração de vários projetos museográficos como: requalificação da exposição da Casa dos Açores - Museu Etnográfico (CAME); implantação de exposição de longa duração na Fazenda Boa Esperança, em Belo Vale/MG; implantação de exposição permanente no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, Minas Gerais; elaboração do projeto expográfico do Museu da Cidade da Parnaíba, em Parnaíba PI; elaboração do projeto expográfico da Casa da Cultura, na cidade de Santa Bárbara- MG; elaboração do projeto expográfico da Casa da Cultura, na cidade de Santa Bárbara- MG. Códice Consultoria em História, CÓDICE, Brasil. Atividades de pesquisa relacionadas à coleta e catalogação de dados em acervo particular, além da realização de sessões de entrevistas, direcionadas à elaboração de um livro sobre a trajetória pessoal e profissional do ex-ministro da Justiça, Ibrahim Abi-Ackel. Pesquisa historiográfica para a produção da biografia Teófilo Ottoni: a República e a Utopia do Mucuri, autor Nilmário Miranda. Pesquisa histórica e produção textual que forneceram subsídios para a museografia responsável pela criação do Museu dos Militares Mineiros em Belo Horizonte, Minas Gerais em 2014. Joyce de Paula Carvalho - Designer Joyce também é arquiteta e está concluindo a graduação em design. Tem experiência com fotogrametria, técnica para elaboração de modelos 3D digitais a partir de fotos - Também possui experiência no desenvolvimento de interfaces gráficas. Experiências: 2018 extensionista voluntária, projeto “design para fabricação digital” pela UFMG. 2017 participante do 5º caricaturizando no Design na escola de arquitetura da UFMG. 2017 projeto de extensão “Monumento Digital 120” pelo uni-bh 2017 participante do Arquimemória 5 - encontro internacional sobre Preservação do Patrimônio edificado. publicação do artigo “Digitalização tridimensional de elementos escultóricos de espaços públicos de Belo Horizonte". 2017 palestrante do workshop “Metodologia Processual” no 16o jornada acadêmica do uni-bh. 2017 participante do concurso prêmio design - São Judas (grupo Anima). 3º colocação. 2017 participante do 4o caricaturizando no Design na escola de arquitetura da UFMG. Bianca Ribeiro - Curadora Arquiteta e Urbanista e mestre em museologia, portanto museóloga. A profissional tem ampla experiência em todas as etapas da implantação de museus, desde a elaboração de planos museológicos, elaboração de projetos museográficos, projetos expográficos, de adaptação arquitetônica, acessibilidade, complementares, atividades educativas, curadoria, entre outros. Exerce, através da Equipe B, funções de gestão e coordenação de equipes.
PROJETO ARQUIVADO.