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PRONAC 2416555Expirado o prazo de captação totalMecenato

O Couro e o Rio, Mestres Curtidores e Seleiros

LE TOON STUDIO LTDA
Solicitado
R$ 1,59 mi
Aprovado
R$ 1,59 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Exposição Cultural / Artística
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Exposições de artes visuais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-03-10
Término
2026-03-06
Locais de realização (3)
Belém ParáRio de Janeiro Rio de JaneiroAracaju Sergipe

Resumo

A exposição itinerante O Couro e o Rio _ Mestres Curtidores e Seleiros será dedicada à produção dos artesãos e artistas em couro da bacia do Baixo Rio São Francisco, em Sergipe. Ela trará o primoroso levantamento fotográfico de José Caldas, documentando esse ofício tradicional de valor econômico e cultural. Caldas visitará municípios como Pacatuba, Japoatã, Propriá e outros para catalogar a produção e seus criadores. As imagens serão organizadas em cinco núcleos temáticos — O Rio, O Couro, O Artesão, As Festas e Sua Gente — e acompanhadas de textos de Sayonara Viana, especialista em preservação da memória e história do Sergipe, proporcionando uma visão completa do universo dos mestres coureiros. A exposição percorrerá as cidades de Aracaju, Belém e Rio de Janeiro, com ações de acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva, além de promover o acesso de estudantes da rede pública de ensino com ônibus locado pela produção.

Sinopse

- Exposição O Couro e o Rio – Mestres Curtidores e Seleiros Exposição imersiva sobre a tradição do couro no Baixo Rio São Francisco. Dividida em cinco núcleos temáticos – O Rio, O Couro, O Artesão, As Festas e Sua Gente – apresenta cerca de 100 fotografias de José Caldas, de tamanhos variados com molduras leves, ideais para itinerância. Dois ambientes expositivos contarão com elementos interativos e audiovisuais, incluindo projeção de vídeo mostrando mestres como Mestre Soldadinho e Zé Mandú. A ambientação traz a cor e a textura desse universo e inclui uma mostra do acervo da Museóloga Sayonara Rodrigues que estara disposto num espaço que remete a uma oficina dos mestres coureiros.- Instalação artística visual do artista Bené Fonteles, sobre o tema, com iluminação especial que cria uma atmosfera imersiva para o visitante. - Oficina gratuita durante os eventos expositivos, para o público em geral, com o objetivo de compartilhar conhecimento e técnicas relacionadas ao artesanato em couro.- Website dedicado ao projeto, onde o conteúdo da exposição estará disponível para acesso do público em geral, permitindo que mais pessoas conheçam e se envolvam com o assunto desenvolvido na exposição.- Catálogo da Exposição: Um catálogo exclusivo será produzido para complementar a experiência expositiva e documentar o conteúdo de O Couro e o Rio – Mestres Curtidores e Seleiros. Esse catálogo incluirá imagens das obras apresentadas, textos curatoriais e uma introdução que explora o contexto cultural e histórico do artesanato em couro, entre outros. Com tiragem planejada, o catálogo servirá como um recurso educativo e uma lembrança para o público, além de expandir o alcance e a durabilidade da exposição ao proporcionar um material que poderá ser consultado mesmo após o encerramento da mostra.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover o reconhecimento e a valorização da tradição artesanal em couro da bacia do Baixo Rio São Francisco, por meio de uma experiência artística e sensorial, visando contribuir para a preservação da memória cultural brasileira e fomentar o interesse e o respeito por esse ofício tradicional. Objetivos Específicos: 1. Estimular a fruição cultural Criar uma ambientação cenográfica de caráter artístico e sensorial que proporcione ao visitante uma experiência imersiva, despertando novas percepções sobre a importância econômica e cultural da produção artesanal em couro. 2. Valorizar o ofício tradicional Destacar a relevância social e cultural do trabalho dos mestres curtidores e seleiros, reforçando seu significado na construção da identidade cultural brasileira. 3. Acesso gratuito e inclusão social Garantir acesso livre e gratuito à exposição para todos os públicos, promovendo a inclusão de comunidades em situação de vulnerabilidade socioeconômica. 4. Parcerias com escolas públicas Estabelecer parcerias com escolas públicas para incluir visitas à exposição como atividade educacional, enriquecendo o aprendizado dos alunos sobre a cultura e a história do artesanato em couro. 5. Núcleo educativo com monitores especializados Disponibilizar monitores capacitados para realizar visitas guiadas e interativas, ampliando a compreensão dos aspectos culturais e artísticos da exposição para visitantes de todas as idades. 6. Oficinas gratuitas de artesanato em couro Oferecer oficinas práticas gratuitas durante os eventos, direcionadas a estudantes e ao público em geral, com o objetivo de compartilhar técnicas tradicionais e promover o conhecimento sobre o ofício em couro. 7. Expansão do acesso digital Desenvolver um website dedicado ao projeto, permitindo que o conteúdo da exposição seja acessado online, ampliando o alcance da iniciativa e possibilitando que mais pessoas se envolvam com o tema. 8. Engajamento e logística inclusiva Contar com um profissional de produção para coordenar parcerias com escolas e entidades sociais, facilitando a participação de jovens de baixa renda, incluindo a possibilidade de transporte, visando aumentar o acesso igualitário à exposição.

Justificativa

Baseado em um acervo cuidadosamente selecionado de imagens, o projeto O Couro e o Rio _ Mestres Curtidores e Seleiros oferece um olhar profundo e artístico sobre um importante legado da cultura nordestina. A exposição explora a tradição do trabalho com o couro, promovendo uma experiência sensorial que une o toque, o cheiro e a beleza das formas e técnicas passadas de geração em geração. O couro aqui transcende seu valor utilitário, representando uma estética e uma plasticidade únicas que carregam a história e a identidade de nosso país. O projeto busca evidenciar e valorizar essa tradição secular, reconhecendo-a como um patrimônio cultural brasileiro. Ao apresentar a importância desse ofício, o projeto se enquadra nos seguintes objetivos da Lei 8313/91: Art. 1º, incisos II e III _ promover e proteger o patrimônio cultural brasileiro em suas diversas manifestações, assim como valorizar as tradições culturais locais e regionais;Art. 3º, incisos II e III _ garantir a preservação de bens e valores culturais e promover o acesso aos bens culturais em âmbito nacional.Por meio dessa exposição, espera-se não apenas fortalecer o ofício do trabalho em couro, mas também consolidá-lo como um bem cultural de relevância nacional. A frase de Euclides da Cunha nos remete ao valor simbólico e estético do couro na cultura nordestina: "...com apetrechos que lhe contemplam o traje, o chapéu chato e redondo, a faca presa à cintura guarnecida na bainha, o chicote feito de longas tiras entrançadas, e as alpercatas de viagem, o vaqueiro vem atravessando todos esses tempos, combatente de uma batalha sem vitória." Assim, o projeto não só cumpre os critérios previstos na Lei 8313/91, como atende à necessidade de incentivo cultural para assegurar a continuidade e a valorização de um saber popular que integra a memória do Brasil.

Especificação técnica

A ambientação da exposição trará umrico acervo de imagens dispostas em cinco núcleos temáticos: O RIO, O COURO, O ARTESÃO, AS FESTAS, SUA GENTE.Esses núcleos apresentarão painéis com uma média de 18 obras cada, agrupando as fotos (impressas em papel Canson mate 180 g/m² e proteção com laminação fosca) em formatos aproximados de 90x60, 60x45 e 30x45 cm e com molduras em madeira tipo caixa, para garantir a leveza, proteção e robustez para os remontagens nas futuras itinerâncias. Duas divisórias autoportantes definirão os dois ambientes que compõem a exposição e recebem impressões em grandes formatos, além de peles de couro tensionadas em bastidores de madeira, sendo uma delas utilizadas para a interferência dos visitantes ( carimbarem ou desenharem) e, a outra, receberá a projeção de um vídeo com falas de mestres curtidores e seleiros como Mestre Soldadinho, Zito Seleiro, Mestre Toinho, Zé Mandú e/ou outros.A ambientação do espaço receberá tinta especial, numa cor e textura alusivas ao couro curtido ou ao universo dos mestres seleiros.O centro de cada ambiente apresenta uma instalação artística, sendo que o primeiro ambiente um casebre/oficina, em pau a pique e taipa, conterá aproximadamente 60 peças do acervo da Sayonara Rodrigues Viana. No segundo ambiente, uma instalação circular do artista Bené Fonteles traduzirá sua visão do tema. O piso destas duas interferências será um círculo de casca de pinus para simular a textura de terra seca. Uma iluminação pontual criará uma ambientação densa e climática em cada uma das duas salas. A entrada da exposição receberá a logomarca desenvolvida para o evento e que será aplicada sobre uma terceira divisória autoportante, além dos créditos e textos de apresentação. Cada núcleo temático receberá um texto introdutório inerente a cada tema.

Acessibilidade

Para promover a inclusão e garantir acessibilidade aos visitantes com deficiência audiovisual, esta exposição de fotografias adotará medidas específicas. Boa parte das imagens será acompanhada por audiodescrição, seguindo as diretrizes de acessibilidade, enquanto algumas fotografias serão reproduzidas em relevo para permitir que pessoas com deficiência visual sintam e apreciem as obras através do tato. Além disso, os textos dos painéis expositivos serão traduzidos para Braille, proporcionando aos visitantes com deficiência visual acesso completo a todas as informações da exposição. Essas iniciativas visam tornar a experiência da exposição mais inclusiva e acessível, garantindo que todos os visitantes tenham acesso igualitário ao conteúdo e compreendam plenamente sua mensagem visual. O vídeo projetado que integra a exposição terá legendas ou janela de Libras para garantir o acesso ao conteúdo por pessoas surdas ou com deficiência auditiva. No site do projeto, vamos usar audiodescrições, que já serão feitas para a exposição. Também incluiremos o conteúdo textual do site (boa parte do que estará na exposição) nas descrições para garantir acessibilidade para pessoas com deficiência audiovisual.

Democratização do acesso

Estamos planejando uma área interativa na exposição, onde os jovens terão a oportunidade de realizar intervenções no couro, proporcionando uma experiência prática e educativa. Eles poderão desenhar e carimbar, permitindo uma experiência na arte e no ofício dos mestres coureiros. O projeto proporcionará transporte em ônibus locados pela produção para trazer jovens de escolas públicas até o espaço expositivo. Além disso, disponibilizaremos dois monitores treinados sobre o tema da exposição, prontos para conduzir visitas guiadas. Durante as visitas escolares à exposição, serão oferecidas visitas guiadas as turmas, e os jovens terão a oportunidade de desfrutar de uma experiência mais completa, contribuindo significativamente para a compreensão do conteúdo exposto.

Ficha técnica

- José Caldas, fotografo artístico.José Caldas é fotógrafo com foco em antropologia visual, especializado em natureza e documentação geográfica e desde 1989 viaja intensamente pelo Brasil. Tem doze livros publicados sobre diversas regiões brasileiras e participou de mais nove publicações com outros fotógrafos. Tem seus trabalhos publicados nas principais revistas e jornais brasileiros e fotos distribuídas internacionalmente. Participou de várias exposições nacionais e internacionais com temas ligados ao meio ambiente e a cultura popular. É fundador e ex-presidente da AFnatura - Associação de Fotógrafos de Natureza.Exposições mais relevantesDe tudo aquilo que é feito, individual 1985 (Rio de Janeiro).Totem, individual 1987 (Aracajú).Artesanato do Brasil 2002 (Brasília).África-Brasil-África: Olhares Cruzados 2005(Guiné-Bissau, Moçambique).Amazônia Brasil 2005, 2006, 2007(Paris, Nova York e Tókio).Ilha do Bananal: o encontro de ecossistemas e culturas 2006, 2007, 2008(São Paulo, Washington, Brasília, Porto Alegre e Palmas, Milão e Buenos Aires).Prêmio Conrado Wessel 2007 (Brasília) Pelo Rio Solimões, individual 2004/2005 (Manaus, Coari, Rio de Janeiro e São Paulo).13ª Exposição de Arte Fotográfica da AFBNDES 2003 (Rio de Janeiro) A Presença, exposição individual na Galeria do Ateliê da Imagem em 2009 (Rio de Janeiro).Brasil e a Transformação da Paisagem, 2010 individual na Caixa Cultural (São Paulo e Brasília 2011), itinerância: Museu Histórico Nacional, 2011(Rio de Janeiro); Galeria Jenner Augusto-SEMEAR, 2012 (Aracaju) Laços de Família-Etnias do Brasil, coletiva que itinera o país ao longo de 2012/13 já tendo passado por Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Curitiba e Salvador.Festival "Peuples et Nature-LaGacilly" Bretanha/França, exposição ao ar livre pelas ruas da cidade, de Junho até Setembro de 2012.Roteiro Poético do Imaginário das Bacias Fluviais Brasileiras, de 20 de Maio a 17 de Junho de 2014 galeria de arte do 10º andar | Anexo IV | Câmara dos Deputados, Brasília-DF e no MIS – Museu da Imagem e do Som em São Paulo de 27 de novembro a 11 de janeiro de 2015. ______ - Sayonara Rodrigues Viana, pesquisadora e curadora.Diretora do Memorial de Sergipe;Possui experiência em Gestão Cultural e Museologia, com destaque a pesquisas e exposições na área das Artes Plásticas e da Educação em Museus. Trabalha em projetos de pesquisa para preservar a memória e história de Sergipe, com foco na reativação de museus e na promoção de atividades para atrair o público. Além disso, atua na valorização dos artistas locais através de eventos que destacam a cultura e diversidade da região.Outros cargos: Diretora do Memorial do Poder Judiciário, diretora técnica do Museu de Arte Sacra de São Cristóvão, coordenadora dos museus do Estado de Sergipe e coordenadora dos projetos culturais do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe;_____ Ilana Braia - coordenação geral e direção de arte graduada em Comunicação Visual pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), cpos graduação em Comunicação e Imagem e em Desenho Animado, em 2006 - PUC-Rio. atuação com destaque em direção de arte e programação visual e produção em produtoras como Conspiração Filmes, Multi Rio, GLOBOSAT, TV Globo e Toscographics. Expertise em diversas áreas do campo audiovisual. A partir de 2003, concentrou suas habilidades em direção de produção, criação e design gráfico na Le Toon Studio, produtora focada na esfera cultural. Projetos realizados e em andamento: - Coordenação Identidade Visual e concepção do projeto Leituras dramatizadas “Sergio Porto, 100 anos de humor e a alma carioca”. edital SESC Pulsar. 2023.- Identidade visual da Exposição Imagens que Escapam, edital SESC Pulsar. 2023- Coordenação geral, pesquisa para criação de Roteiro de curta-metragem: "Leopoldina, a arquiteta da Independência" - Projeto selecionado no Edital Retomada Cultural 2 - SECEC -RJ -nov. 2022/junho 2023.- Identidade visual e Diagramação do Livro: “HAKITIA - AMAZONIA HEBRAICA” - de Felipe Goifman. Livro realizado através da lei Rouanet. 2021/2022.- Identidade visual da exposição “TEM REMÉDIO?” - de Dulce Lysyj. Exposição realizada no Centro Cultural Correios. 2022.- Criação, direção de produção e concepção do Livro Sérgio Porto & Stanislaw, Traço e Letra. Projeto selecionado no Edital Fomento a todas as artes, SMC RIO / prêmio Aldir Blanc, 2020/2021.- Identidade visual e Coordenação de Design da Exposição: “O Dia Seguinte_2021” - MUSEU CATAVENTO - SP. maio - outubro de 2021.- Identidade visual e Coordenação de Design da Exposição: “O Dia Seguinte” - Cidade das Artes, RJ. Projeto realizado através da lei Rouanet. Fevereiro a novembro / 2019.- Identidade visual e Diagramação do Livro: “Em Busca de Sefarad - De Portugal a Pernambuco” - de Felipe Goifman, Editora FGR. Livro realizado através da lei Rouanet. 2017/2018. ____ Mônica Behague – produção executiva Produtora e gestora cultural há 26 anos. Formação: Produção Cultural pela ECOAR (Universidade Cândido Mendes) e Administração pela UFRJ. Pós-graduação: Gestão Cultural pela Universidade de Brasília e Ministério da Cultura.Destaque:Produtora do Grupo Hombu de Teatro, peças: Ou Isto ou Aquilo, Fala Palhaço, Os Diferentes, de Drummond e O Sertão é o Mundo, de Guimarães Rosa, pelo qual recebeu o Prêmio Myriam Muniz. Produziu por 3 anos o Grupo Moitará – espetáculos: Quiprocó e Acorda Zé, com patrocínio da Eletrobrás. Em 2012 e 2013 realizou o espetáculo Macunaíma e As Crianças de Guimarães Rosa. De 2011 a 2014: Produziu a peça Manuel Bandeira – Estrela da Vida Inteira, indicado ao prêmio de melhor música.Produziu A História do Barquinho em 2014, indicado a 7 Prêmios Zilka Sallaberry; um dos 5 melhores espetáculos do ano, Prêmios de Melhor Música e Melhor Cenário.De 2017 a 2023 atua na produtoras Canto da Viração e Filomena Mancuzo.Show Menino Navegador no Rio de Janeiro, 2017. Em 2018 e 2019: Shows Poético Musicais nas unidades do Sesc Rio; leituras dramatizadas de Guimarães Rosa- Bienal do Livro de Campos, Festival Literário de São Fidélis, Festival de Inverno do Sesc Teresópolis entre outros.Em 2020: selecionada em 3 projetos pela Lei Aldir Blanc, realizados em 2021: O Sertão é dentro da gente, Oficina das Palavras Brincantes e Oficina de Música para Teatro. -----UDI FLORIÃO - Cenográfo Desenho Industrial e Comunicação Visual pela PUC-RJ Atua no mercado de cinema, publicidade, televisão, teatro, design comercial e expositivo. Desenvolveu exposições para o Ministério da Saúde, Fiocruz, Oi Futuro, Ford Foundation, Fundação France Liberté, Cúpula dos Povos na Rio+20, Secretaria de Cultura do Estado do Espírito Santo, entre outros. Trabalha em publicidade, cinema e TV junto a diretores como François Weber, Daniel Filho, José Alvarenga Jr., Carlos Manga, Daniel Takimirov, Mauro Farias. e Roberto Talma entre outros.Prêmio FUNARTE de cenografia para “TEMPO QUENTE NA FLORESTA AZUL” , do Grupo TAPA.Prêmio “ COLUNISTAS ASSOCIADOS” de Cenografia para a campanha "PETROBRAS , Verde e Amarela", da MPM/ Tycoon. EXPOSIÇÕES: MUSEU DAS TELECOMUNICAÇÕES - Fundação TELEMAR - RJ – 2004;UM OLHAR – de Mary Geluda - Casa de Cultura Laura Alvin – RJ–2005;3 ENCONTROS - Galeria Candido Mendes– RJ -2005; CIRCA de Anna Bella GEIGER - Fundação EVA KLABIN–RJ–2006;ELETRODOMÉSTICOS – Design e História - Museu Histórico Nacional – RJ –2007;BANDEIRA BRASILEIRA – 100 anos de História e Design - Museu da Casa Brasileira SP–2008; Museu CASA LAMBERT, Santa Tereza - Sec. de Cultura - ES - 2011; 3º FESTIVAL INTERNACIONAL DE HUMOR DO RIO- MNBA, 2011; ÀGUA, RIOS E POVOS, Rio+20 – RJ -2012; CÚPULA DOS POVOS na RIO+20 - Parque do Flamengo – RJ-2012; Exposição RIO QUE É VERDE- Centro Cultural Correios - RJ - 2014; Exposição O DIA SEGUINTE, Cidade das Artes -RJ, 2019 e MUSEU CATAVENTO-SP , 2021. Exposição TCU - CIDADANIA EM AÇÃO, Instituto Serzedelo Côrrea - 2024

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.