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Flecha-Tempo é uma exposição temporária na Casa das Histórias de Salvador, que busca trazer à luz a questão indígena no estado da Bahia, com foco na capital, fazendo reverência à cultura, história e presença indígena no território baiano, visando preservar a herança cultural e o legado dos povos indígenas na cidade.
Flecha-Tempo é uma exposição temporária com duração de oito meses, na Casa das Histórias de Salvador, que busca trazer à luz a questão indígena no estado da Bahia, com foco na capital, fazendo reverência à cultura, história e presença indígena no território baiano, visando preservar a herança cultural e o legado dos povos indígenas na cidade. A cidade é a segunda capital do país com o maior número de indígenas, ficando atrás apenas de Manaus (Censo 2022, IBGE). Em Salvador, vivem cerca de 27.740 indígenas fora de territórios oficialmente demarcados, o que reflete a situação da maior parte da população indígena baiana. Esses dados revelam uma convivência entre identidades urbanas e indígenas, com uma dinâmica que pode contribuir para a construção de uma identidade mais diversa e inclusiva.
Flecha-Tempo é uma exposição temporária com duração de oito meses, na Casa das Histórias de Salvador, que busca trazer à luz a questão indígena no estado da Bahia, com foco na capital, fazendo reverência à cultura, história e presença indígena no território baiano, visando preservar a herança cultural e o legado dos povos indígenas na cidade. A cidade é a segunda capital do país com o maior número de indígenas, ficando atrás apenas de Manaus (Censo 2022, IBGE). Em Salvador, vivem cerca de 27.740 indígenas fora de territórios oficialmente demarcados, o que reflete a situação da maior parte da população indígena baiana. Esses dados revelam uma convivência entre identidades urbanas e indígenas, com uma dinâmica que pode contribuir para a construção de uma identidade mais diversa e inclusiva. Objetivo Geral: Realização de exposiça~o arti´stica - educativa com duração de 8 meses, na Casa das Histórias em Salvador, Bahia. A exposição tem como objetivo sensibilizar os visitantes, por meio de ações culturais, sobre a importância da valorização dos povos indígenas como agentes na construção da identidade do povo baiano. Produtos exposiçãoOBJETIVOS ESPECÍFICOS - Realizar o mapeamento dos diversos povos indígenas presentes no território baiano;- Desenvolver uma proposta para o educacional da exposição através da formação de agentes e de oficinas de curta duração;- Democratizar o acesso à cultura e educação;- Proporcionar experiências educativas através de atividades práticas, como mapeamento de grafismos indígenas, contações de histórias e cânticos de cura, com foco na construção de uma sociedade mais inclusiva e informada sobre a importância do legado indígena;- Difundir a cultura indígena por meio de uma exposição temporária interativa e imersiva;- Promover o protagonismo indígena nas artes, capacitando e envolvendo artistas e agentes indígenas na criação e condução de ações, fortalecendo a diversidade étnical e cultural no cenário artístico;- Promover acessibilidade no conteúdo expositivo e ações educativas;- Fomentar parcerias com instituições educacionais e a sociedade civil para desenvolver ações que incentivem a conscientização e valorização contínuas da diversa cultura indígena;- Estimular o diálogo intercultural e o entendimento entre diferentes comunidades, promovendo uma abordagem participativa que inclui a contribuição ativa de facilitadores e curadores indígenas em todas as etapas do projeto;- Contribuir para a conscientização pública sobre a relevância histórica e cultural dos povos indígenas na Bahia, combatendo o apagamento cultural e os estereótipos de indígenas urbanos; estacando suas contribuições por meio de uma exposição e atividades que conectam a comunidade local às suas raízes ancestrais. PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS - Realizar 8 visitas mediadas à exposição para grupos de alunos e professores de escolas públicas. - Realizar 02 ações formativas (palestras) com temas relacionados ao conteúdo da exposição para professores e alunos de escolas públicas.
A exposição Flecha-Tempo irá promover a valorização e visibilização da cultura indígena no território baiano, patrimônio que, apesar de sua relevância cultural, resistência e contribuição histórica, enfrenta desafios de apagamento e desvalorização. A partir de um recorte inovador para um olhar sobre a cultura indígena, a exposição busca trazer perspectivas de comunidades cujas tradições encontram-se atravessadas por outras referências culturais e urbanidades de povos que vivem em territórios não demarcados. A exposição busca não só celebrar essas culturas, mas também quebrar estereótipos e construir pontes de diálogo e entendimento entre diferentes tradições, ciclos, lutas, línguas e comunidades, aproximando as práticas indígenas da realidade urbana. Com abordagem participativa e orientada pela cosmogonia, Flecha-Tempo pretende envolver artistas e personalidades indígenas na concepção e condução das ações propostas, como agentes de sua própria história, estimulando o protagonismo indígena e diversidade nos ciclos das artes. A Casa das Histórias de Salvador tem como proposta ser um espaço de educação, pluralidade, inclusão de olhares, inovação, saberes e reflexão no qual tempo e memória se fundem, ora pela história, ora pelas dinâmicas que constroem diariamente a cidade. Por meio de obras originais, reproduções, conteúdos digitais e linguagem interativas/imersivas é ofertado um conteúdo que busca estimular a interação com o visitante e a reflexão para formação de narrativas próprias. Ao documentar a presença indígena em espaços não delimitados e reforçar os laços culturais e históricos dos povos, Flecha - Tempo irá contribuir para a preservação e a compreensão da diversidade étnica,enriquecendo e complexificando a cultura local. A realização de iniciativas voltadas para a história e a memória indígena é, portanto, uma ação fundamental para garantir o reconhecimento da pluralidade cultural e territorial do estado, promovendo não apenas a valorização desses povos, mas também a sua inclusão mais efetiva. O projeto atende ao Artigo 1º da Lei 8.313/91 nos seguintes incisos: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto atende ao Artigo 3º da Lei 8.313/91 no seguinte inciso: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres.
Não se aplica.
Em anexo encaminhamos uma versão inicial do projeto expográfico da exposição, que poderá ser alterada na fase de pré-produção do projeto, a partir da contratação dos profissionais para desenvolvimento de todas as ações planejadas. As obras a serem expostas serão definidas posteriormente, na fase de pré-produção da exposição.
PRODUTO EXPOSIÇÃO CULTURAL/DE ARTES Acessibilidade física: Serão selecionados para a realização das exposições, espaços que atendam às normas de acessibilidade arquitetônica, incluindo circulações e rampas de acesso a pessoas cadeirantes. Todos os ambientes contarão com mapas táteis e piso podotátil. Rubrica na planilha: Piso podotátil Acessibilidade visual: O conteúdo da exposição contará com audiodescrição, maquetes e objetos táteis. Rubrica na planilha: Audiodescrição e material de apoio pedagógico Acessibilidade auditiva: Todo o conteúdo audiovisual da exposição será disponibilizado em vídeo-libras. Rubrica na planilha: Intérprete de Libras Acessibilidade intelectual: Todos os textos e roteiros serão elaborados tendo em vista princípios de linguagem simples. Haverá visita mediada especial para pessoas neuro divergentes, além de abafadores de som e cabine de acalmamento disponíveis mediante solicitação. Rubrica na planilha: Revisão de Texto PRODUTO CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: Serão selecionados para a realização das atividades, espaços que atendam às normas de acessibilidade arquitetônica, incluindo circulações e rampas de acesso à pessoas cadeirantes. Rubrica na planilha: Sem custos para o projeto, os espaços já contarão com medidas de acessibilidade. Acessibilidade visual: Para as atividades do produto Contrapartidas Sociais será realizada autodescrição pelos participantes. A equipe de atendimento será capacitada com treinamento especializado em acessibilidade atitudinal para a promover a plena participação de pessoas com deficiência nas ações de contrapartidas sociais. Rubrica na planilha: Sem custos para o produto. O treinamento da equipe de atendimento está previsto no produto principal e a autodescrição pelos participantes não gera custos ao projeto. Acessibilidade auditiva: Haverá intérpretes de Libras para as ações de contrapartidas sociais. Rubrica na planilha: Intérprete de Libras. Acessibilidade intelectual: A equipe de atendimento será capacitada com treinamento especializado em acessibilidade atitudinal para a promover a plena participação de pessoas com deficiência intelectual e mental nas ações de contrapartidas sociais. Rubrica na planilha: Sem custos para o produto. O treinamento da equipe de atendimento está previsto no produto principal (treinamento). Informamos ainda que a equipe de atendimento será capacitada com treinamento especializado em acessibilidade atitudinal para a promover a plena participação de pessoas com deficiência nas atividades do projeto. Rubrica na planilha: Treinamento
Os ingressos para as exposições serão comercializados a valores máximos de R$ 20,00 (entrada inteira) e R$ 10,00 (meia entrada). Grupos pré-agendados de professores e alunos da rede pública de ensino terão direito a entrada gratuita. Para atendimento ao Artigo 30 da IN 11/2024 serão adotadas as seguintes medidas de ampliação do acesso: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento); VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.
O proponente será responsável pela coordenação geral do projeto, remunerado pela rubrica de mesma nomenclatura, e por toda a gestão do processo decisório do projeto. Possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional. Coordenação Geral: Instituto Megadiverso O Instituto Megadiverso é uma empresa que desenvolve projetos culturais, atuando na criação, curadoria, coordenação, gestão, produção e consultoria de exposições, programas educativos, publicações e outras atividades ligadas à produção artística. Trabalha com artistas, curadores, críticos de arte, historiadores da arte, instituições culturais, patrocinadores públicos e privados. Participa de editais e prêmios, e elabora projetos para as leis de incentivo nas três esferas da administração pública. Através da produção, circulação, divulgação, fruição, conservação e preservação de processos e produtos culturais, relaciona a matéria dinâmica da criação com as pessoas. Curadoria: Marina Piquet Marina Piquet é arquiteta e curadora, mestre em Museologia pela Amsterdam University of the Arts. Possui mais de 15 anos de experiência no desenvolvimento de exposições no Brasil e no exterior. Em 2021 foi curadora da exposição "Menja.Actua.Impacta" em Barcelona. Atualmente atua como Gerente Geral de Exposições, liderando a concepção criativa de diversas exposições, entre elas a exposição de longa duração do novo Museu do Jardim Botânico (2023).
PROJETO ARQUIVADO.