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PRONAC 2416569Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

São Sebastião: Território Criativo

HELEN ULHOA PIMENTEL
Solicitado
R$ 985,0 mil
Aprovado
R$ 985,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Paracatu
Início
2025-01-02
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Paracatu Minas Gerais

Resumo

O projeto São Sebastião: Território Criativo, visa realizar um conjunto de ações de fortalecimento, desenvolvimento e apropriação do patrimônio histórico-cultural de Paracatu no Povoado de São Sebastião, um dos primeiros locais de povoamento de Paracatu, que possui ricas e variadas tradições, mantém ainda grande diversidade em bens materiais, imateriais e naturais - como a caretagem, a igrejinha e cemitério de São Sebastião, a sede antiga da primeira escola, uma fábrica de cachaça de rapadura, e muro de pedra construído por escravizados, córregos, um clube de Kart, e modos de fazer, viver e sentir bem preservados e cultivados principalmente pelos moradores mais antigos.

Sinopse

- ministrar 4 palestras (estilo rodas de conversa) sobre Patrimônio Cultural e Território Criativo, com conteúdo teórico e prático, visando mobilizar o território e realizar uma educação patrimonial que ajude a valorizar o rico patrimônio material e imaterial ali existente. - Realizar 2 visitas técnicas de capacitação do grupo que irá refletir sobre seu patrimônio, em polos criativos com realidades parecidas com a do Povoado, para servirem de exemplos e inspiração para o trabalho de inventariar e criar um roteiro de turismo de experiência voltado para os bens patrimoniais ali existentes e para as práticas tradicionais preservada pelos mestres mantenedores dos saberes tradicionais do local. - Realizar oficinas de capacitação para elaboração de Inventário Cultural, elaboração de uma cartilha para divulgação dos bens patrimoniais do Povoado de São Sebastião e elaboração de roteiro com o Coletivo Cultural criado, de forma a dinamizar a economia criativa local e preservar o patrimônio.

Objetivos

Objetivo geral: - Realizar um conjunto de ações de fortalecimento, desenvolvimento e apropriação do patrimônio histórico-cultural de Paracatu no Povoado de São Sebastião, por meio do engajamento da comunidade. Objetivos específicos: - Realizar 4 palestras sobre Patrimônio Cultural e Território Criativo para um público de 100 pessoas do Povoado de São Sebastião; - Realizar 2 visitas técnicas em polos criativos com realidades parecidas com a do Povoado, para servirem de exemplos - com o grupo de 50 pessoas selecionado para ser capacitado; - Realizar 1 oficina de capacitação sobre pesquisa, para um público de 10 pessoas do Povoado de São Sebastião, com duração de 40 horas; - Realizar uma pesquisa, em parceria com o grupo capacitado na oficina, sobre o potencial cultural e criativo do Povoado de São Sebastião; - Realizar 1 oficina sobre elaboração de Inventário Cultural, com duração de 20 horas; - Elaborar um Inventário Cultural do Povoado de São Sebastião; - Elaborar uma cartilha para divulgação do Inventário Cultural do Povoado de São Sebastião; - Preparar um Plano de Ação para propor atividades de valorização, divulgação e transformação dos patrimônios materiais e imateriais do Povoado de São Sebastião em produtos turísticos; - Criar e organizar um Coletivo Cultural para executar as atividades propostas; - Realizar 1 oficina sobre elaboração de roteiro com o Coletivo Cultural criado, com duração de 20 horas; - Elaboração de um roteiro turístico criativo de vivência no Povoado de São Sebastião; - Realizar 5 visitas técnicas de teste dos roteiros sugeridos em estudo, com o trade turístico e com populares, incluindo apresentações artísticas.

Justificativa

O projeto São Sebastião: Território Criativo, enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: Incisos "I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores", uma vez que o projeto visa atender a um anseio dessa comunidade tradicional, rica em tradições e que até o momento tem conseguido preservar boa parte do seu patrimônio material e das suas manifestações culturais, mas que sente cada dia mais dificuldade nesse trabalho, por não conseguir mobilizar suficientemente os jovens, que não se sentem pertencentes a esse legado dos seus antepassados. Enquadra-se também por dar visibilidade ao patrimônio material e imaterial ali existente e latente, mas que está se tornando cada dia menos conhecido e valorizado e porque toda a capacitação, pesquisa, elaboração de material e teste de viabilidade, serão gratuitos e abertos para a comunidade interessada. O projeto se enquadra igualmente nos incisos "V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX -priorizar o produto cultural originário do País", pois tem o intuito de valorizar e difundir a identidade cultural da região por meio de um conjunto de atividades artísticas, culturais e formativas que preservem e valorizem as tradições culturais da região. O fato do projeto visar valorizar os agentes locais na construção de uma programação rica, e buscar difundir seus saberes e sua arte, contribuirá também para o fortalecimento da economia local, a geração de renda e oportunidades para os atores da cadeia produtiva da cultura da região. A valorização dos saberes tradicionais locais, como o conhecimento de ervas, rezas, culinária, manifestações religiosas como a carretagem, irá estimular sua transmissão entre gerações. As interações com a comunidade em busca do levantamento das peculiaridades locais, do inventário de bens materiais e imateriais, e da criação de um roteiro turístico viável de ser oferecido como um produto propiciador de uma experiência significativa e transformadora, é uma forma de promover a cultura imaterial e a tradição oral, que são fundamentais para a preservação da identidade cultural de uma comunidade. Luciana Pereira traz a esse respeito, o que diz Câmara Cascudo, um dos mais importantes estudiosos da cultura popular no Brasil: Câmara Cascudo (1984, p. 31) fala-nos a respeito da "literatura oral" presente na história das sociedades, para falar de uma ordem de conhecimento "não oficial _ tradicional, oral, anônimo, independendo de ensino sistemático". Na história brasileira, de acordo com este mesmo autor, a literatura oral é formada por contribuições dos diferentes grupos étnicos que formaram a cultura brasileira: os índios, os negros e os portugueses. Essa cultura criada sob mediação de três povos criou formas diversas de manifestação da sua tradição. (PEREIRA, 2014, p. 29) Pelo que podemos perceber, segundo Cascudo, a tradição oral é a "memória coletiva" de um povo, e sua preservação é essencial para manter vivas as histórias e os valores culturais que moldam uma sociedade. Ao proporcionar um espaço para que os membros da comunidade compartilhem suas histórias, o projeto fortalece os laços sociais e promove um senso de pertencimento. Além disso, a abordagem preservação e valorização dos bens daquela comunidade, que permeia toda a programação, reforça a necessidade de práticas responsáveis no uso dos recursos histórico-culturais, integrando a cultura e a economia criativa, em busca de geração de emprego e renda, além da valorização das tradições locais e de seus detentores, contribuindo para um modelo de desenvolvimento mais consciente e inclusivo. Todo o projeto se fará em colaboração com membros daquela comunidade, respeitando seus anseios, suas práticas, sua história. Portanto, este projeto não apenas promove a valorização do patrimônio cultural do Povoado de São Sebastião, mas também dos detentores dos saberes a serem preservados. Incentiva o respeito às tradições e apoia o desenvolvimento econômico local por meio da cultura. A integração desses elementos fortalece a identidade comunitária, promove a educação patrimonial e gera impacto positivo na economia criativa da região.

Estratégia de execução

Não é o caso.

Especificação técnica

Projeto pedagógico em anexo.

Acessibilidade

I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios como banheiros, áreas de alimentação e circulação; e II - no aspecto comunicacional de conteúdo, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiências intelectual, auditiva e visual para permitir o acesso ao conteúdo dos produtos culturais resultantes do projeto.

Democratização do acesso

Democratição de Acesso: I - Sendo o projeto ofertado totalmente gratuito, consideram-se atendidos os seguintes itens do Art. 29. da IN 11/2024: II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Como parte do projeto será voltado para alunos de 9º Ano da rede pública de ensino, a democratização do acesso está garantida pelo projeto a 35 turmas de 9º Ano da zona urbana e rural de Paracatu. Ampliação de Acesso: Como medida de ampliação de acesso o projeto prevê a seguinte medida em conformidade com o Art. 30 da IN 11/2024: V - Realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas.

Ficha técnica

Helen Ulhôa PimentelFunção: Proponente - Coordenação geralCurrículo: Graduação em História: Universidade de Brasília, Mestrado e Doutorado, ambos em História também pela UnB, com bolsa sanduiche da CAPES na Universidadede Coimbra. Professora de ensino superior aposentada pela Universidade Estadual de Montes Claros, com experiência na graduação e pós graduação stricto sensu.Autora do Livro Casamento e sexualidade: a construção das diferenças e diversos artigos publicados em livros e revistas especializadas. Participação em diversos eventosna área de História, como organizadora, palestrante, membro de mesa redonda e apresentadora de comunicações. Participação em diversas atividades culturais dacidade, como a criação do Arquivo Público; participação na organização dos documentos do século XVIII desse arquivo e da criação de um acervo de História Oral nomesmo Arquivo; membro do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e artístico de Paracatu por três períodos; Conselho Municipal de Turismo; diretora de Patrimônioda Agência de Desenvolvimento Sustentável de Paracatu por um mandato e atualmente ocupa a vice presidência; participação na organização do Festival do PatrimônioCultural e Festival Gastronômico de Paracatu; Presidente por dois anos da Associação de Condutores de Turismo de Paracatu, hoje denominada GuiasTur; Presidente daAcademia de Letras do Noroeste de Minas de 2017 a 2021. Trabalhos com projetos culturais na GUIASTUR (antiga ACONTUP), na Academia de Letras do Noroeste deMinas e na Agência de Desenvolvimento Sustentável de Paracatu, incluindo a produção de cartilhas e revistas e a organização de eventos. Christiane Pereira dos SantosFunção: ProdutoraCurrículo: Fluxonomia 4D – Economia Criativa e Colaborativa especializada em novas economias e futurismo pela ESPM em parceria com IBQP Curitiba-PR. Extensão emSegmentação do Turismo (UFSC). Vendas e Consultoria empresarial – Programa Jovem Vendedor (UNIALGAR). Gestão em Agronegócios (UNIUBE). Consultora e ProdutoraCultura e em turismo com atuação na Fazendinha JK em Luziânia-GO anos 2018 à atualidade e Projeto Mais Cultura nas Escolas do Governo Federal em 2013 na EscolaMunicipal Coraci Meireles em Paracatu-MG. Co-fundadora, Gestora e Guia de Turismo na ACONTUP – Associação de Condutores de Turismo de Paracatu - MG (2010 – 2011,2013 à atualidade) – Atual GUIASTUR. Instrutora e Coordenadora do Curso de Condutores de Turismo pela ACONTUP (GUIASTUR) nos anos 2011 a 2016. Instrutora deoficinas, palestras e cursos de Economia Criativa e Colaborativa, Turismo, Bullying, Espeleoguiamento, Educação Patrimonial Cultural e Ambiental em Instituições como:CPBV VI COMAR, SESC-Paracatu, ACONTUP, UNIMONTES, IFTM, FINOM (2011 a 2016). Co-criadora e coordenadora no Projeto Descubra Patrimônio Paracatuense (2010 a2012). Diretora de Turismo do Município de Paracatu (2012). Consultora de Negócios na Casa do Artesão de Paracatu (2010). Consultora de Negócios Jr. no Grupo Algar(2007 a 2008). Kátia Bizinotto Macêdo dos ReisFunção: Advogada / ConsultoraAdvogada, Gestora e Atriz. Atua na área cultural há quase 30 anos desde a fundação do Grupontapé. Gestora eprodutora cultural, já coordenou diversos projetos e eventos durante sua trajetória, tais como: Encontro de ArtesCênicas do Cerrado (2 edições), Festival de Cenas Curtas de Uberlândia (10 edições); Dia Internacional do Teatro (10edições); Retaguarda em Cena - Mostra de boas práticas, processos e métodos de apoio na produção artístico-cultural,entre outros eventos e projetos. Foi dirigente por quase uma década (1999 a 2009-2017 a 2019) a ATU - Associação deTeatro de Uberlândia por uma década, tendo idealizado e coordenado a Mostra Nacional de Teatro SESC-ATU (06edições); o FATU – Festival da ATU - de fomento ao Teatro (03 edições), além de ter participado como membro daComissão de Seleção em diversos eventos culturais e editais. Como advogada, desde 2014 atua no campo dos DireitosCulturais. Fundou Comissão de Cultura da 13ª Subseção da OAB, da qual está como presidente. Fez parte do Comitê parao Plano Estadual de Cultura de Minas Gerais e idealizou o Seminário de Direitos Culturais, realizado por meio da OAB eUniversidade Federal de Uberlândia (2017 e 2019). Promoveu cursos e palestras na área da cultura e do Direito e desde2019 é conselheira, pela cadeira da OAB, do COMPHAC - Conselho de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural deUberlândia. Os demais profissionais serão contratados após aprovação e captação de reacursos.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.