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O projeto "Entrelaçando e Energizando com Música", busca desenvolver a formação cidadã para crianças, adolescentes, jovens e adultos de14 a 40 anos, através da música valorizando a cultura das bandas efanfarras com o entrosamento das balizas em Campo Grande/MS.
não se aplica
Objetivo Geral:Proporcionar o desenvolvimento e aprimoramento musical de 50 bolsistas, por meio de ensaios regulares com a Banda Marcial e a realização de 7 apresentações públicas e 7 ensaios abertos em Escolas Públicas de Comunidades em risco social de Campo Grande/MS, promovendo o acesso à cultura musical e incentivando a prática coletiva da música instrumental. Produto ESPETÁCULO Realizar ensaios semanais com os 50 bolsistas de música, que irão compor a Banda Marcial. Realizar 7 apresentações públicas da Banda Marcial em Escolas Públicas de Comunidades em risco social de Campo Grande/MS, com pelo menos 150 pessoas de plateia por apresentação, divulgando o trabalho desenvolvido pelos bolsistas e promovendo o acesso à música instrumental para a comunidade escolar e a população local.
O projeto "Entrelaçando e Energizando com Música" tem como objetivo principal a promoção da inclusão social por meio da música, formando uma Banda Marcial composta por 50 jovens com idades entre 14 e 40 anos. Além de beneficiar diretamente esses jovens, o projeto incentiva o crescimento do mercado cultural e atua como uma ferramenta de transformação e justiça social, ao mesmo tempo que contribui para a economia criativa por meio do incentivo à contratação de profissionais e à concessão de bolsas para os participantes. O projeto não só forma talentos musicais, mas também promove o crescimento do mercado cultural, gerando emprego e renda por meio da contratação de profissionais especializados. A equipe envolvida inclui regentes, arte-educadores musicais e outros profissionais necessários para a execução dos ensaios e das apresentações. Isso significa que o investimento feito no projeto, através da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/1991), retorna para a sociedade em forma de ativação econômica no setor da cultura, fomentando a geração de renda para os profissionais e os próprios bolsistas. Os 50 bolsistas, jovens oriundos de comunidades em risco social de Campo Grande/MS, receberão bolsas para participar do projeto, uma ação que promove a inclusão e, ao mesmo tempo, proporciona sustentabilidade financeira para esses jovens, incentivando sua dedicação à música. Ao receberem apoio financeiro, esses bolsistas poderão se dedicar aos ensaios e apresentações, enquanto contribuem para o desenvolvimento da cena cultural da cidade. A Lei Rouanet e o Decreto nº 10.755/2021 garantem que projetos culturais como este, que têm como objetivo a democratização do acesso à cultura, possam captar recursos e alocar parte deles para o pagamento de profissionais e bolsas. Assim, o projeto se destaca como uma ferramenta de incentivo à economia criativa, fortalecendo o mercado da cultura, ao mesmo tempo que promove a formação artística de jovens em situação de vulnerabilidade. A implementação de projetos culturais de Bandas Marciais tem um impacto profundo na transformação social, especialmente em comunidades em risco social. Esses projetos criam oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional para jovens que muitas vezes são excluídos de atividades culturais de qualidade. A música, particularmente no formato de Banda Marcial, promove a disciplina, o trabalho em equipe e o respeito, habilidades essenciais para a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva. Este projeto, ao se concentrar crianças, adolescentes, jovens e adultos de 14 a 40 anos, provenientes dessas comunidades, atua diretamente na justiça social, oferecendo oportunidades de crescimento pessoal e artístico. A música, e especialmente a prática em Banda Marcial, é uma poderosa ferramenta de inclusão, pois envolve os jovens em atividades que requerem foco, dedicação e colaboração. Esses jovens, que muitas vezes enfrentam a ausência de recursos e espaços culturais, encontram na Banda Marcial uma forma de se expressar e se desenvolver. Além disso, as apresentações públicas em Escolas Públicas impactam não só os bolsistas, mas também as comunidades escolares e os moradores locais. Cada apresentação da Banda Marcial reunirá pelo menos 150 pessoas, totalizando cerca de 1.050 pessoas impactadas diretamente pelas performances. Esses eventos têm o poder de inspirar novos talentos e de promover o contato de jovens com a música, muitas vezes pela primeira vez. Uma característica fundamental deste projeto é a realização de 7 ensaios abertos ao público ao longo do ano. Esses ensaios abertos são uma oportunidade de oferecer à comunidade um acesso mais próximo ao processo formativo da Banda Marcial, permitindo que os moradores das comunidades em risco social acompanhem o progresso dos bolsistas. Esses ensaios não apenas democratizam o acesso à música, mas também servem como incentivo ao surgimento de novos talentos. Jovens e crianças que assistem aos ensaios podem se interessar pela prática musical e, futuramente, integrar a banda ou seguir uma carreira na música. A Instrução Normativa MinC nº 1/2017 enfatiza a importância da transparência e da inclusão social nos projetos culturais, princípios que este projeto cumpre ao promover a democratização da cultura e ao alcançar diretamente públicos em situação de vulnerabilidade social. O projeto também está em conformidade com as diretrizes do Decreto nº 10.464/2020, que reforça a necessidade de que os projetos financiados pela Lei Rouanet tenham impacto social positivo e alcancem comunidades que historicamente têm menor acesso à cultura. Ao fortalecer o acesso à cultura e à arte, o projeto "Entrelaçando e Energizando com Música" cria condições para que os jovens de Campo Grande/MS se desenvolvam, não só como músicos, mas também como cidadãos comprometidos com sua comunidade. O resultado é uma sociedade mais justa, com mais oportunidades para todos, além de uma economia criativa fortalecida pelo emprego de profissionais da cultura e a concessão de bolsas para os participantes.
Produto: ESPETÁCULO Os ensaios serão realizados em formato de prática coletiva, envolvendo todos os integrantes da Banda Marcial. O foco será o aprimoramento da execução conjunta, trabalhando elementos fundamentais para a qualidade da apresentação, como: ● Técnica instrumental: Aperfeiçoamento da execução de instrumentos de sopro agudo, sopro grave e percussão, com enfoque na precisão, afinação e controle rítmico. ● Prática em conjunto: Desenvolvimento do sincronismo entre os naipes, buscando a coesão sonora da Banda Marcial, além de trabalhar a dinâmica, articulação e interpretação musical. ● Repertório: O repertório será selecionado para explorar diferentes estilos musicais, desde marchas tradicionais até músicas populares, ajustando o grau de dificuldade ao nível técnico dos bolsistas. ● Ensaios abertos ao público: Serão realizados 7 ensaios abertos ao longo do ano, permitindo que a comunidade acompanhe e participe de parte do processo formativo da Banda Marcial, promovendo o acesso à música e identificando novos talentos nas comunidades. Serão 7 apresentações públicas serão realizadas em Escolas Públicas de Comunidades em risco social de Campo Grande/MS. Essas apresentações visam levar a música instrumental para dentro das escolas, proporcionando aos alunos dessas regiões uma experiência cultural enriquecedora. As apresentações fortalecerão o vínculo dos estudantes e da comunidade com a música, despertando interesse pela prática instrumental e ampliando o acesso à cultura musical.
Produto: ESPETÁCULO ● Acessibilidade Física: Rampas e placas de sinalização nos espaços de apresentações. ● Acessibilidade para PcD Visuais: narrador de audiovisual durante as apresentações. ● Acessibilidade para PcD Auditivos: Intérprete de LIBRAS durante as apresentações. ● Acessibilidade para PcD com sindromes: monitor especializado durante as apresentações.
Não haverá distribuição ou comercialização de ingressos nesse projeto. Amplicação de acesso: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redespúblicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; Atividades serão 100% gratuitas.
INSTITUTO MANOEL BONIFACIO: A institução proponente será responsável pelo gerenciamento do projeto e desenvolvimento de todas as atividades propostas no projeto através da contratação de profissionais abaixo especificados, qualificados paraexecução das ações. A instituição possui aptidão comprovada na gestão administrativa, financeira e operacional, como pode serverificado nos projetos apresentados e executados em parceria com empresas privadas anos de atuação. Coordenador Geral: Nilson Almiro Marques Licenciado em Pedagogia pela Universidade Norte do Paraná (UNOPAR), em 2009. Pós graduado em Ensino das Artes e a Musicalidade, Educação Especial e Inclusão, Gestão e Coordenação Escolar pela Faculdade de Tecnologia, Ciências e Educação (FATECE), em 2016 e 2017. Licenciado em Música pela Universidade Metropolitana de Santos (UNIMES), em 2023. Cursos específicos em: Regência para Bandas e Fanfarras, Master Class para regentes e instrumentistas. Atuou na rede pública de ensino municipal e estadual, e nas bandas municipais dos municípios de Campo Grande, Bandeirante, Corguinho, Guia Lopes da Laguna, entre outros e atualmente presta serviços no Instituto Manoel Bonifácio. Coordenador Técnico: Maria de Fátima Agassi de Oliveira Formada em Psicologia pela Universidade de Guarulhos-SP e pós-graduada em Psicologia Jurídica pela Uniasselvi-Campo Grande. Iniciou sua trajetória no setor cultural em 2003, ao ingressar na Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul (FCMS) por meio de concurso público. Durante 16 anos, atuou no Fundo de Investimentos Culturais (FIC) como analista de projetos culturais e de prestação de contas de projetos aprovados em editais da FCMS e do FIC. Após sua aposentadoria em 2019, passou a se dedicar à elaboração de projetos culturais em âmbito estadual e municipal, incluindo projetos via leis de incentivo à cultura e emendas parlamentares, além de continuar sua atuação na área de prestação de contas. Nesse período, teve vários projetos de sua autoria aprovados em diversos segmentos, tanto em editais de prefeituras do Mato Grosso do Sul quanto em editais do governo estadual e de empresas privadas. Coordenador de Projeto: Glauber Abner Damião Claro da Silva: Sopro agudo Concluiu o Ensino Médio, em 2015, na Escola Estadual Adventor Divino de Almeida em Campo Grande-MS, ainda em 2015 participou do MASTERCLASS de trompete ministrado pelo profº Denilson Siqueira Silva. Em 2017 participou do Worshop para instrumentos de metais ministrado pelo profº Dr. Heinz Karl Schwebel. De 2014 a 2017, foi profº de instrumento de sopro na Banda Sinônica Mirim da Prefeitura Municipal de Campo Grande-MS. De 2017 a 2018, exerceu a função de músico trompetista da Banda Elite. Em 2023 entrou para o Instituto Manoel Bonifácio como Educador Musical de Instrumento de Sopro, onde permanece até a data atual. Gilnei Sanches Silva: Sopro grave Concluiu curso superior em Pedagogia pela Faculdade Educacional Anhanguera e pós graduado em Musicoterapia pela Atuou na Instituição Rede Solidária com Professor de Percussão e Flauta no período de 2015- 2017; foi Professor de Percussão (Fanfarra) na Escola Estadual Padre José Scampini durante 2009 a 2019 e educador musical de Sopro e Percussão no Instituto Manoel Bonifácio no período de 2016 a 2019. Possui conhecimentos específicos em: Curso de Iniciação Musical, Curso Básico de Flauta Doce, Workshop de Percussão (Iniciação, intermediário e avançado). Sidilan Oliveira Mancuelho: Percussão Ensino médio completo, com experiências profissional com Instrumentista musical e Spalla do naipe de percussão da Banda Municipal de Campo Grande, Banda de Música Maestro Ulisses Conceição, atua como Educador musical de bateria e percussão na escola de música 100 Fronteiras no centro de música municipal Ernani Alves Corrêa da secretaria de Cultura e Turismo (SECTUR). Regente: a contratar
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.