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MOONSTOCK 30 anos - A realização da 16a. edição celebrará a passagem dos 30 anos do 1o Festival de Música de Alto Paraíso de Goiás, realizado numa Lua Cheia do Inverno de 1993. Desde então, o Festival sempre foi realizado durante as incríveis noites de Lua Cheia da Chapada dos Veadeiros e teve como objetivo conscientizar o seu público sobre a importância e a necessidade urgente de preservação e restauração do Cerrado brasileiro, assim como reverenciar a beleza ímpar de suas paisagens, que tem seu auge durante as noites secas e frias de inverno.
MOONSTOCK é um festival de música que acontece desde 1993 na cidade de Alto Paraíso de Goiás, o evento sempre acontece durante as Luas Cheias de Inverno e tem como objetivo conscientizar o seu público sobre a importância de celebrar e preservar Cultura em conexão e respeito com a Natureza, diante da necessidade urgente na restauração e preservação do Cerrado, o berço das águas brasileiras. Classificação indicativa etária: a partir de 16 anos, desde que acompanhado de responsáveis legais.
Objetivo Geral: Celebrar os 30 anos da ação iniciada em 1993 na Chapada dos Veadeiros, atravé da realização da 16ª (décima sexta) edição do Festival MOONSTOCK, proporcionando 3 dias de shows musicais na cidade de Alto Paraíso de Goiás, com uma programação que abrangerá os estilos do rock, MPB, reggae, música regional. Para a participação no Festival serão vendidos ingressos, assim como garantia de meias-entradas e ingressos sociais, conforme preconiza a IN 11/2024 e demais legislações de democratização do acesso, garantindo a participação de pessoas de todas as idades, gêneros e classes sociais. Assim, também é objetivo do projeto promover a participação no Festival como forma de inclusão sociocultural e democratização do acesso à cultura para a população de baixa renda, com prioridade para os moradores da região do nordeste goiano, uma das mais pobres no estado de Goiás. O projeto está alinhado com as diretrizes estabelecidas na Lei n. 8.313/1991, que institui o PRONAC, em especial os incisos II, III e IV, que estabelecem: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos específicos: - Realizar um Festival de Música de grande porte, com apresentações artísticas de visibilidade nacional, regional e local, ao longo de 3 dias, na semana da Lua Cheia de julho de 2025. Com duração de 10h/dia. - Realizar 3 apresentações de DJs locais, com duração de até 2h/set. Os nomes serão indicados pela curadoria artística. - Atender, a partir da realização do projeto, a cerca de 6.000 (seis mil pessoas de diferentes faixas etárias e gêneros), de modo a ampliar o interesse do público local para essa vertente musical e artística. A Chapada dos Veadeiros é um lugar de preservação, intenso ecoturismo, mas é também uma cidade cultural, musical e com grande diversidade de artistas, principalmente do segmento musical. - Mobilizar os moradores da região sobre a importância econômica da ação cultural, fomentadora da economia criativa e do setor cultural em geral. - Realizar Contrapartida Social _ através da execução de Oficinas de Capacitação em Produção Cultural e Captação de Recursos em projetos incentivados.
Artistas e produtores culturais, que residem no centro do Brasil, enfrentam imensa dificuldade de obterem visibilidade e reconhecimento artístico, tendo em vista estarem fora do eixo da indústria cultural "Rio-São Paulo". Nessa perspectiva, as ações do Moonstock tornam-se transformadoras no que diz respeito à ampliação das oportunidades tanto de acesso à cultura para o público em geral, quanto de empreendedorismo cultural, atendendo as necessidades locais da cadeia produtiva da música, colaborando para formatação de um novo centro cultural fora do eixo Rio-São Paulo, nesse caso no centro do Brasil. O Moonstock teve sua 1ª edição realizada em julho de 1993, na cidade de Alto Paraíso de Goiás, durante a Lua Cheia do mês de julho. Uma alusão com o intuito de relembrar o lendário Festival Woodstock. Desde então, foram realizadas 15 edições de forma independente, sempre com excelente índice de aceitação de sua programação pelo público e visitantes/turistas que frequentam a cidade. O Moonstock foi um dos primeiros eventos musicais de sucesso de público e mídia realizado na Chapada dos Veadeiros. Várias pessoas que estiveram na Chapada dos Veadeiros pela primeira vez, motivados a participar do festival, são hoje moradores e empresários na região. Do ponto de vista técnico, a realização do Moonstock envolverá cerca de 40 profissionais entre artistas, produtores, técnicos e prestadores de serviços da cidade de Alto Paraíso de Goiás. Isso possibilita que a ação promova empregos diretos e geração e descentralização de renda (direta ou indireta) que movimentará a economia local da cidade. O evento poderá abranger até 6 mil pessoas e contará com a apresentação de artistas consagrados e artistas locais, como instrumento concomitante de preservação e intercâmbio cultural. A capacidade de mobilização do Moonstock tem como vantagem a resposta espontânea do público, uma vez que a Chapada dos Veadeiros está entre os dez destinos que os brasileiros possuem maior interesse de visitação no país, segundo uma pesquisa divulgada pelo Ministério do Turismo - https://g1.globo.com/go/goias/noticia/2024/01/29/conheca-atrativos-da-chapada-dos-veadeiros-um-dos-dez-destinos-que-os-brasileiros-tem-maior-interesse-em-visitar.ghtml. O projeto se realizará num momento extremamente importante; pois, ao longo do tempo, seja em razão dos avanços tecnológicos, da dinâmica mais acelerada da vida em sociedade, da pandemia da Covid-19 ou do inegável e lamentável desmonte que o setor cultural brasileiro enfrentou nos últimos anos, é de relevante necessidade descentralizar e fomentar eventos culturais populares que promovam o intercâmbio entre artistas em diferentes estágios de visibilidade e reconhecimento, a fim de fortalecer o segmento cultural no Brasil como um todo, principamente em regiões descentralizadoras do eixo sudestino. ASPECTOS SOCIOCULTURAIS DO PROJETO: O projeto ora proposto não se resume à realização de apresentação musical; apresenta elementos socioculturais marcantes, entre eles: SUSTENTABILIDADE: Com o objetivo de reduzir a pegada de carbono do evento e disseminar as práticas de educação e sustentabilidade ambiental, será realizada a gestão dos resíduos gerados (metal, vidro, plástico, papel e orgânicos), com a adequada coleta e destinação. Conduta que é usual para a população local, que faz a destinação correta de aproxim 30 ton/mês de resíduos recicláveis, equivalente a 12% do resíduo sólido total gerado no município _ vide dados por meio da associação coleta de recicláveis https://reciclealto.com.br/ . A valorização dessa conduta dentro do evento é estratégica no sentido de divulgar nossas práticas, resultados e estimular que o público visitante tenha contato com a importância de reduzir a pegada ecológica durante o Festival e futuramente em suas cidades Além disso, serão utilizados no evento, prioritariamente, materiais reutilizáveis e recicláveis. SOCIAL: Ações de promoção e democratização do acesso ao evento, através da divulgação ampla e destinação de ingressos meia-entrada para jovens portadores da carteira ID Jovem (provenientes de famílias CAD-único); destinação de 5% (cinco por cento) de ingressos de cortesia para públicos de baixa renda e oferecendo ao público em geral opções de ingressos com preços reduzidos a partir do cumprimento de contrapartidas sociais, por exemplo, a arrecadação de alimentos e outros gêneros, que serão destinados para instituições voltadas à assistência social local. Além disso, o projeto realizará o aproveitamento da força de trabalho de pessoas que, em condições comuns do dia-a-dia, não têm oportunidade de emprego, ainda que temporário, a partir de cadastro no CRAS-Alto Paraíso de Goiás. Serão adotadas no projeto medidas de promoção da acessibilidade da população ao evento, observando as necessidades de pessoas com deficiência, inclusive com a utilização de intérprete de linguagem brasileira de sinais. É nesse cenário de valorização da cultura, da formação de plateia e da democratização do acesso, que o projeto ora proposto busca atuar, proporcionando à população no nordeste goiano, em especial, na Chapada dos Veadeiros, um evento de celebração e fortalecimento do segmento musical na região. Para tanto, os mecanismos de incentivo fiscal previstos na legislação representam ferramentas essenciais não apenas para a realização do projeto, mas, principalmente para o alcance dos objetivos e atendimento das políticas culturais de valorização, resgate e promoção da cultura em suas diversas formas de expressão. Nesse sentido, reitera-se que o projeto está alinhado com as diretrizes estabelecidas na Lei n. 8.313/1991, que institui o PRONAC, em especial os incisos II, III, IV e IV, que estabelecem: II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III _ apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV _ proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Além disso, o projeto contribuirá para o alcance dos objetivos previstos no Programa Nacional de Cultura, conforme art. 3°, respectivamente: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: realização festivais de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Demonstradas a relevância, pertinência e alinhamento do projeto proposto às diretrizes culturais, pretende-se a aprovação da iniciativa, de modo a possibilitar a captação de recursos de patrocínio por meio de incentivo fiscal na forma apresentada.
MOONSTOCK apresentação audiovisual Relato sobre a história do Evento - https://youtu.be/3kEW7pagz10 TRANSCRIÇÃO do Relato em Vídeo: Olá, minha gente, eu sou o Luiz Antônio, mais conhecido como Paquito. Eu moro em Alto Paraíso há 40 anos. Quando eu me mudei para Alto Paraíso, em 1983, a cidade tinha pouco mais de mil habitantes. Três ou quatro bares funcionavam e não tinha música ao vivo. Aquelas vitrolas antigas com vinil e tocava-se muita música sertaneja, muito forró. E a diversão da rapaziada era jogar sinuca, beber cachaça e jogar conversa fora. Aí pintou o filme Woodstock, aquele de 1969, aquele fantástico, o melhor de todos e eu fui a Brasília assistir, no antigo Cine Atlântida, era o melhor cinema de Brasília, hoje virou a Igreja Universal do Reino de Deus, decadência total. Mas eu vi o filme e assisti três sessões seguidas, e saí do cinema de volta para Alto Paraíso numa Variant velha 1974, numa estrada de terra. Com aquela viagem na cabeça, falei “Um dia eu vou fazer um Woodstock na Chapada, só para divulgar as belezas naturais, mas com responsabilidade para divulgar também a preocupação com o ecossistema, com a preservação do meio ambiente, do cerrado e unir tudo isso num festival de música”. E foi assim que eu criei o MOONSTOCK, em 1993. A gente não tinha dinheiro, não tinha recurso e eu fui pra Brasília, tinha um amigo que trabalhava numa gráfica e ele me deu mil cartazes A3, preto e branco e cinco mil panfletos preto e branco. E eu saí divulgando o “Primeiro Festival de Música da Chapada dos Veadeiros”. Vamos unir música com a preservação do Cerrado. E aí fui pras faculdades, fui pras escolas, percorri toda a W3 Sul e Norte (...). Onde tinha um ponto de ônibus eu pregava um cartaz; onde tinha uma escola, eu tava panfletando e eu passei três meses em Brasília, divulgando esse Festival. Aí não tinha... Olha só, divulgando e não tinha banda, não tinha nada, não tinha dinheiro. E eu comecei a percorrer o circuito musical de Brasília, convidando as bandas: “Olha cara, eu tô fazendo um Festival na Chapada dos Veadeiros” - Aí as pessoas perguntavam: “Aonde?”; respondia: “Chapada dos Veadeiros, um lugar magnífico maravilhoso, cheio de cachoeiras, liberdade total, vamos fazer um Woodstock goiano, e pa-ra-rá”. E aí, uma banda indicava outra, e outra indicava outra...E eu era bem honesto, eu fui bem honesto com todas elas; “eu não tenho grana pra pagar. O que eu posso oferecer para vocês é um camping”, - porque eu tinha um camping, eu poderia oferecer um camping e alimentação. E nem eu tinha alimentação, depois eu fui correr para as pessoas me ajudarem. Não tinha restaurante, não tinha pousada na cidade, então os moradores me ajudaram nisso. E um grande amigo meu, que foi parceiro, o Abdon, ele deu um ônibus. Ele falou: “Ó, vou bancar um ônibus pra levar esses músicos!”. Então, nós conseguimos um ônibus e um total de 40 músicos pra fazer o primeiro festival, o Moonstock em Alto Paraíso de Goiás. E a coisa aconteceu “tudo” no improviso, um palco pequeno na rodoviária, que hoje virou a Praça da Rodoviária. Um palco pequeno, com um PA de quatro, muito mequetrefe, um amigo emprestou. E durante três dias a cidade se transformou. E o turismo nunca mais parou em Alto Paraíso. Depois desse primeiro Moonstock, teve o segundo, teve o terceiro, foram três realizados na rodoviária, depois mais oito, No meu camping. Depois mais um num bar que eu tinha montado na Avenida Ari Valadão, que chamava Axé Babá. Foi maravilhoso lá também. Depois ele foi pro Raizama, teve três edições no Cachoeira do Raizama. Depois voltou pro meu camping. E o último, em 2018, que foi o primeiro que a gente conseguiu um apoio do Fundo de Arte e Cultura, o FAC-Goiás. Nós aprovamos 200 mil Reais e fizemos em grande estilo, foi 2018, foi um festival magnífico na Praça do Bambu, envolvendo dança música, maracatu, artes plásticas, bandas de rock, jazz, blues, hip hop, rolou de tudo foi fantástico né... Em 2019 a gente escreveu um projeto, eu tenho ele até hoje, mas aí pintou a pandemia... E aí parou tudo, né? Parou tudo e a gente não conseguiu aprovar o recurso, por causa da pandemia, depois ficou 2020, 2021... ainda resquício de pandemia, aí veio o edital da Lei Paulo Gustavo, depois veio Aldir Blanc e o FAC não abriu, nem em Brasília, nem em Goiás e a gente não conseguiu mais fazer. Então, esse ano a gente está tentando um projeto via Lei Rouanet, para a gente tentar captar recursos, para fazer um grande festival em comemoração aos 30 anos de MOONSTOCK e fazer uma coisa que envolva artistas regionais, municipais e nacionais.
Produto principal - FESTIVAL/MOSTRA / APRESENTAÇÃO MUSICAL: Os concertos serão realizados da seguinte forma: Festival de Música Faixa etária: livre, menores de 16 entrada somente acompanhados de responsáveis. Gênero musical: regional, rock, MPB, reggae, Hip Hop, música eletrônica. Duração: 3 dias (10, 11 e 12/07/2025) Horário: 8 horas de shows, diversos, até 6 apresentações/dia. Público estimado: 6 mil pessoas Local de Realização: NA VARANDA Bar e Eventos - CNPJ n° 29.786.338/0001-00, localizado na Fazenda Conceiçao, s/n Zona Rural, em Alto Paraiso de Goiás. https://www.instagram.com/navarandasunset/ Contrapartida Social - OFICINA (até 600 BENEFICIÁRIOS): OFICINA - Capacitação em Produção Cultural e Captação de Recursos em projetos incentivados (Quantidade: 3 oficinas x 200 alunos. Total: 600 beneficiários). Objetivos: Atuar na formação de agentes culturais e na construção de processos de aprendizagem multidisciplinares através da realização de 01 oficina de introdução a conceitos de produção cultural e captação de recursos. Total: 600 cursantes Carga horária: 3h Vaga por oficina: 200 vagas gratuitas Instrutores: Alexandra Ferreira Pedroso e Luiz Antonio Pinto (Paquito) Local: Auditório da UNB Cerrado – Alto Paraíso de Goiás. https://unbcerrado.unb.br/ Regulamento: as inscrições serão gratuitas e deverão ser feitas através do formulário on line previamente divulgado via redes sociais e rádio comunitária. Pré-requisitos: Experiência iniciante em participação em projetos artísticos financiados. Idade mínima e escolaridade: a partir de 16 anos e com ensino médio concluído.
O evento adotará medidas de acessibilidade nos seguintes moldes: MEDIDAS GERAIS - Capacitação da equipe para agir proativamente diante das diferentes necessidades de acesso das pessoas idosas, com deficiência e mobilidade reduzida, e conscientização dos mesmos para eliminação de preconceitos e barreiras atitudinais para proporcionar o acolhimento de visitantes com deficiência. - Site Web com linguagem Acessível e utilização de ferramentas de acessibilidade digital: tecnologia assistiva para traduzir textos do português para Libras e Voz. Site acesso a pessoas com deficiencia visual, pessoas com deficiências intelectuais (ex.:síndrome de down), idosos, disléxicos, e outras pessoas com dificuldade de leitura e de compreensão de textos. PRODUTO: FESTIVAL DE MÚSICA ASPECTO ARQUITETÔNICO: - espaços específicos para pessoas com deficiência assistirem às apresentações; - banheiros devidamente adaptados; - entradas específicas. PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: - intérpretes de LIBRAS no palco das apresentações. PRODUTO: OFICINA DE CAPACITAÇÃO - ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: - espaços específicos para pessoas com deficiência assistirem às oficinas; - banheiros devidamente adaptados; - rampas de acesso com corrimão; PARA DEFICIENTES VISUAIS: - Serviço de audiodescrição aplicado ao material pedagógico.
Será praticado venda de ingressos com preço máximo de R$ 100,00 (Cem Reais) por dia de Festival. O passaporte antecipado para os 3 dias terá o valor integral de R$ 275,00 (Duzentos e setenta e cinco Reais), respeitando os limites estabelecidos na Instrução Normativa 11/2024, vigente. Serão adotadas, de acordo com o Art. 29, as seguintes medidas, que diz: Art. 29. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional para os patrocinadores, havendo mais de um, receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) serão para a distribuição gratuita promocional em ações de divulgação do projeto; e IV - 20% (vinte por cento) serão destinados para comercialização pelo valor de R$ 45,00, referente a 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente em 2025. Conforme o § 3º, a parametrização estabelecida no sistema observará o que segue: I - 40% (quarenta por cento) do quantitativo total dos ingressos serão comercializados como meia-entrada assegurada para estudantes conforme o § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 2013; e II – também meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme o art. 23 da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003. III - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa renda portadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressos comercializados, conforme o do Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015. O valor total da receita prevista no projeto será igual ou inferior ao Custo Total do Projeto (somatório de custo do projeto, remuneração para captação, valores de outras leis e valores de outras fontes).
A instituição proponente coordenará e supervisionará a realização de todo o projeto. INSTITUTO AMADA TERRA DE INCLUSÃO SOCIAL – AMADA TERRA O Instituto Amada Terra de Inclusão Social é uma OSC/ONG que atua desde 2010, ano de sua FUNDAÇÃO, na região da Chapada dos Veadeiros, realizando atividades de cunho cultural e socioambiental. O Instituto atua na realização e no apoio a diversos eventos e projetos, destacamos: - 2018 - Apoio de Produção no Festival MOONSTOCK 2018 – CHAPADA DOS VEADEIROS – https://www.youtube.com/watch?v=cgf4TAcic2Q - 2016 - Apoio de Produção no evento Paraíso Músicas do Mundo, realizado em outubro de 2016, na Chapada dos Veadeiros, com atrações nacionais e internacionais - https://www.youtube.com/watch?v=y2tqocF2LOw Nome: Pacatto do Alto - Luiz Antonio Silva Pinto Função: Diretor artístico; proprietário intelectual; músico-intérprete. Currículo: Com mais de quarenta anos de carreira, o artista reside e dedica-se a arte de musicar na Chapada dos Veadeiros desde o início dos anos 80. Tem 8 CDs lançados e dois DVDs gravados. Como produtor, em 1993, criou e produziu o Moonstock, um festival de música independente, desde então foram realizadas 16 edições, sendo a última em 2018, com recurso do FAC-GO. Para a montagem do novo show intitulado “Tributo a Aldir Blanc em Resposta ao Tempo”, convidou o Duo Massai, integrado pelos parceiros musicais Jorge Boa vista nas guitarras e Ricardo Nunes no violão de aço, percussão e vocais. Nome: Júnior Tana - UBIRAJARA SANTANA JÚNIOR Função: coordenador do projeto; músico-intérprete; mestre de cerimônia (artista, responsável legal) Nascido em Brasília, faz parte da CONEXÃO CULTURAL “DF/CHAPADA DOS VEADEIROS” desde 1993, quando participou, como músico, do FESTIVAL MOONSTOCK . Júnior Tana é músico, produtor cultural e ambientalista, membro fundador do INSTITUTO AMADA TERRA, onde ajuda na concepção e realização de projetos culturais desde 2010, quando a OSC foi fundada. Em sua carreira como músico destacam-se: BANDA NATA VIOLETA; BANDA COLÍRIO E ÓCULOS ESCUROS (PACATTO DO ALTO); JÚNIOR TANA e DANI CAVALCANTE; BANDA AMADA TERRA. Juntamente com o artista Pacatto do Alto produziu 04 CDs autorais, levando a música alternativa a TVs e Rádio, com grande aprovação do público. Como produtor de eventos destacam-se: FESTIVAL AMADA TERRA (2012); apoio de produção no FESTIVAL MOONSTOCK (2018); FESTIVAL CERRADO VIRTUAL (2023 e 2024), dentre outros. Juntamente com a percussionista Dani Cavalcante, idealizou o projeto META MUSICAL*SER INTEGRAL, que une o ensino gratuito de música a técnicas da PNL, YOGA e NEURÓBIC, estimulando a capacidade cognitiva através do CANTO, VIOLÃO e PERCUSSÃO.Ubirajara Júnior Tana também atua como RADIALISTA, LOCUTOR, NARRADOR e PRODUTOR MUSICAL, já tendo produzido trilhas musicais e narrações para importantes projetos, tais como O CAMALEÃO ZOZÓI (MIEKO KANEGAE) e ENCONTROS DE RAIZEIROS DA CHAPADA DOS VEADEIROS.Teve a honra de ser GERENTE e SECRETÁRIO DE CULTURA de Alto Paraíso de Goiás entre 2012 e 2016, tendo apresentado e aprovado a LEI que rege o SISTEMA MUNICIPAL DE CULTURA de Alto Paraíso de Goiás Nome: Dani Cavalcante - DANIELA FARIAS CAVALCANTE Função: coordenação de produção; musicista (grupo Flores d’Água) Musicista percussionista há 25 anos, Artista Plástica, Produtora e Editora de vídeos na empresa Artemísia Produções, professora de Dança do Ventre no "Grupo Tenda Rosa" há 22 anos. *Exposição 'Dani e Elas' com duas edições na Casa da cultura Oca Brasil - Produtora e artista expositora.*Exposição Virtual "Mundo de Cores"- Lei Aldir Blanc 14.017/2020. Artista expositora, Produção e Edição de vídeo. (YouTube) *Fundadora, percussionista, cantora e dançarina do Grupo Flores d'Água, formado por mulheres. *Editora de vídeos: Canais do YouTube: *Artemísia Arteia e *PatPetPit Love Channel.'Nos conte sobre sua história ''No berço do Ventre das Águas ''Exposição Virtual Mundo de Cores' *Trabalho musical como percussionista juntamente com o músico Júnior Tana, Grupo Flores d'Água, Banda Amada Terra e Pacatto do Alto e banda. Nome: André Rodrigues Assunção Função: coordenação de técnicos de som e luz Currículo: André Rodrigues Assunção, mais conhecido como Andrézin Sonoro. Conhecimento em aplicações de sonorização em estúdio e ao vivo, montagem de Sistemas de som. Possuo registro profissional (DRT) em ambas as funções (operador de som e sonoplasta). competências técnico profissional em áudio digital; operador de áudio; manutenção de equipamentos; otimização de sistemas de som ; iluminador; produtor de palco; roadie. Nome: Alexandra Ferreira Pedroso Função: Produção Executiva Currículo: Atuo local e nacionalmente como produtora cultural; desde 2020,sou membro-articuladora no Fórum Permanente de Cultura do Alto Paraíso de Goiás e membro do Fórum Goiano de Mulheres na Cultura. Desde 2010, já atuava como assessora em produção cultural em projetos em artes cênicas. Também acompanhei a pesquisa técnica do Coletivo de pesquisa da sanfona de 8 baixos, na região do Cariri, sertão do Ceará. A partir de 2016, resido na Chapada dos Veadeiros, onde expandi essa atuação, tendo como resultado, ao longo de mais de 8 anos, a aprovação e coordenação de mais de 10 projetos artístico-culturais. ARTISTAS CONVIDADOS: Nome: Jean Tassy Função: atração musical principal (regional) Currículo: Jean Tassy, um talentoso artista de 29 anos nascido em Brasília, tem construído uma carreira solo sólidanos últimos seis anos. Com um som original e versátil, ele tem se destacado ao reinventar o NeoSoul brasileiro, trazendo uma novaperspectiva para o gênero. Além disso, Jean transita pelo Pop e R&B Contemporâneo, sempre incorporando referências ricas da música brasileira. Em seu segundo album, um trabalho super aguardado pelos fãs e que encontra-se em finalização, Jean expressa o processo de amadurecimento pós-pandêmico, onde busca lidar com suas sombras e se depara com máscaras sociais e dilemas internos, até o contato com sua essência, agora vivendo o contra-fluxo SP - BSB. Com um lançamento dividido em 3 fases, ACRÔNICO marca uma virada de chave na trajetória do artista, que traz nessenovo momento o audiovisual como um suporte muito mais forte aliado em seu trabalho musical, além de um maiorcuidado estético e uma relação mais próxima com a moda. Nome: Banda MASKAVO Função: atração musical principal (regional) Currículo: Maskavo apresenta sua nova turnê “Terra Multicor”, para celebrar a retomada dos eventos presenciais, após a pandemia, nada melhor do que juntar a galera toda em um show especial com o melhor do repertório do Maskavo, as canções clássicas dos seus mais de 20 anos de carreira como “Um anjo do Céu” e “Asas”, e novidades recém saídas do forno como a recém lançada “Tocando em Frente”. Emergidos no reggae como principal fonte de inspiração e estilo de vida, a ideia é transmitir paz e amor na forma de ser da cultura brasileira, homenageando nossa terra com todas as suas cores! Marceleza (voz), Prata (guitarra), Alexandre Santos (baixo), Felipe Passos (teclado) e Vini Gomes (bateria) completam o elenco que leva a energia positiva do Maskavo para os quatro cantos do mundo! Nome: Banda JAH LIVE Função: atração musical principal (regional) Currículo: Tudo começou em 1998, quando jovens da cidade de Brasília se uniram para fazer um som de garagem. Logo no primeiro ano, a banda já fez um grande sucesso, abrindo shows de nomes nacionais e internacionais e entrando em turnê pelo Brasil.Como banda independente, a Jah Live gravou um show ao vivo e vendeu mais de 20 mil cópias, entrando para o hall das principais bandas de reggae do Brasil. Logo apareceu a primeira gravadora, lançando o disco produzido em estúdio Se Curvar Jamais. Sucesso absoluto, emplacou as músicas "Livres na Cidade", "Se Curvar Jamais" e "Amizade" nas principais emissoras de rádio do país, fazendo com que o público cantasse todas as canções em suas apresentações.Após o disco Se Curvar Jamais, foi lançado o álbum Nossa Vida em 2010, e os singles "Sonhar", "Guerra", "Ouça", "Sempre Foi Assim" e os grandes sucessos "Reunião" e "As Fadas" em 2023.Mais uma vitória conquistada pela banda foi o convite para se apresentar no programa Toca Brasília da emissora TV Globo, com duração de 40 minutos e audiência de mais de um milhão de espectadores.Hoje, a banda se apresenta por todo o país, nos maiores festivais de música nacional e internacional, sendo considerada um dos melhores shows da música reggae brasileira, levando o público sempre a participar ativamente do espetáculo e a ter grandes emoções durante o show. Nome: RAPadura Xique-Chico Função: atração musical principal (regional) Currículo: RAPadura Xique-Chico desenvolve um trabalho voltado para o universo do canto falado. Uma mistura contemporânea de rap com a tradição da cultura popular brasileira. Suas letras são contundentes e exalam uma linguagem poética sem perder a identificação com o povo. Falam do Nordeste, da seca, do agricultor, da mulher rendeira e também falam da cidade , dos processos de urbanização e dos sentimentos contemporâneos. Para quem já compartilhou dos mesmos eventos e palcos que Lenine, Gerson King Combo, Detonautas, Paulo Diniz, Maria Rita, MV Bill, Gog e Racionais MC’s, o desafio agora é atender ao chamado para uma missão mais do que especial: representar seu Norte e Nordeste, levar sua cultura para os quatro cantos do mundo. Este é o RAPadura Xique Chico, artista ímpar na cultura brasileira. Nome: MATUTO S.A Função: atração musical principal (regional) Currículo: “MATUTO S.A” - É MC, trompetista e produtor musical atuante na cultura HIP HOP e na cultura Sound System integrante do coletivo “Kalimba Crew” e da banca “DC Family”. Seu último single "Regional Beat" foi veiculado por inúmeras mídias da cultura Hip Hop sendo elogiado pelo lendário rapper carioca Gabriel Pensador e por B-Negão. Suas apresentações contam com músicas já lançadas e também músicas inéditas que estarão no álbum com previsão de lançamento ainda em 2024. Recentemente o artista foi premiado em primeiro lugar no Festival Aguas de Março de Franca -SP e ficou em primeiro lugar no concurso de Bandas do Festival João Rock, um dos maiores do brasil, se apresentando no palco principal ao lado de Emicida, Marcelo D2, Djonga, Marina Sena, Paralamas do Sucesso entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.