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PRONAC 2416615Projeto não executado por insuficiência de captação de recursosMecenato

Levanta Gaúcho

27.874.401 HELDER MOREIRA MACHADO
Solicitado
R$ 199,5 mil
Aprovado
R$ 199,5 mil
Captado
R$ 194,82
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.1%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Santa Maria
Início
2024-12-30
Término
2025-12-31
Locais de realização (3)
Camaquã Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do SulSanta Maria Rio Grande do Sul

Resumo

Inspirado nos versos da música "Quando Sopra o Minuano" do grupo musical Os Serranos, o projeto "Levanta Gaúcho" é uma proposta que visa a retomada de artistas, grupos e entidades tradicionalistas pertencentes a cultura gaúcha, através de ações de criação, formação e difusão. Na área de criaçãoo objetivo é realizar a montagem do espetáculo "Meu Sul"; na área de difusão o objetivo é circular esta obra pelas cidades de Santa Maria, Bento Gonçalves, Camaquã e Porto Alegre e; na área de formação o objetivo é realizar uma residência artística com grupos locais de cada cidade que comporá um trecho do espetáculo e realizar uma oficinade dança e uma mostra do espetáculo para estudantes. Os espetáculos terão acessibilidades de audiodescrição e LIBRAS.

Sinopse

Espetáculo "Meu Sul" Consolidando uma das poucas obras que utiliza este procedimento de criação, o espetáculo"Meu Sul" terá sua criação pautada através da linguagem de coreografias de entradas e saídas de CTG. Inicialmente concebida como uma modalidade de dança, as entradas e saídas de CTG foram instituídas nos concursos de danças tradicionais do Movimento Tradicionalista Gaúcho na década de 90, com o intuito de que o grupo entrasse em palco de forma "organizada" e que a coreografia servisse como uma forma de "aquecer" o corpo para a execução das danças tradicionais. Com o passar do tempo essas coreografias foram ganhando repercussão devido ao seu mérito artístico, visual e estéticas apresentadas pelos grupos, narrando histórias do Rio Grande do Sul através da dança, sendo hoje o ponto central dos concursos, apresentando uma temática geral, pesquisa escrita, figurinista, cenógrafo, maquiador, cabeleireiro, técnicos de luz e de cenários e inclusive coreógrafos, uma vez que as crições hoje possuem uma complexidade e consolidam verdadeiros desafios ao organizar cerca de 40 dançarinos em cena, em palco formato arena para o desenvolvimento coreográfico. Atualmente o processo de montagem coreográfica de entradas e saídas de CTG possuem seus próprios procedimentos e metodologias, uma vez que são construídas a partir de 8 ritmos básicos pertencentes à cultura tradicional gaúcha, possuem seus próprio códigos que consolidam formas muito identitárias deste contexto. A partir desta organização de criação coreográfica de entradas e saídas de CTG é que o espetáculo "Meu Sul" será desenvolvido. Fazendo uso destas metodologias e procedimentos, com o intuito de popularizar esses obras advindas destes modos de criar e fazer, oriundos da tradição gaúcha, para palcos e públicos para além dos CTG's. Outros aspecto que caracteriza a criação é a inspiração no processo metodológico da projeção folclórica (ROCHA) 2009, em seu livro “ABC das Danças Gaúchas de Salão”, define projeção folclórica como: É a releitura do folclore. Pressupõe um conhecimento prévio do folclore a ser desenvolvido. Mas esta releitura não perde nunca o contato com o original, tendo o cuidado de manter as principais características do folclore praticado. Na projeção folclórica existe uma preocupação artística estética que utiliza outras linguagens técnicas para a prática que está sendo montada. Mas tendo o cuidado de projetar sem perder a essência. Reconhecem-se os instrumentos básicos, sua música, o tipo de roupa utilizada, com modificações cuidadosamente estudadas (p.28). A partir desta conceituação, a metodologia da projeção folclórica será aplicada na criação do espetáculo “MEU SUL”, com temática voltada à cultura tradicional gaúcha, realizando uma releitura das danças tradicionais e de salão pertencentes a essa cultura, utilizando outras técnicas como a dança moderna, o ballet e o jazz para a criação coreográfica, mantendo as características essenciais das danças gaúchas em questão. Dramaturgicamente a obra não possui caráter narrativo, ela evidencia e celebra através das coreografias e das músicas o que há de mais belo na cultura gaúcha: a história, a geografia, a identidade do gaúcho, a poética das composições gauchescas que tratam das paisagens do pampa, da vida no campo e dos povoso formadores. Coreograficamente, a criação da obra utilizará a linuagem de coreografias de entradas e saídas de CTG e inspirações no processo de criação de projeção folclórica, com o refinamento dos gestos das linguagens de dança moderna, jazz, e ballet clássico para construção do corpo dos bailarinos, de forma a evidenciar a cordialidade, elegância e comicidade através da teatralidade presente nas danças da cultura tradicional gaúcha. A sonoridade das trilhas visam representar a tradição gaúcha na década de 60, período onde a cultura ganhou evidência mundial devido ao grupo musical Conjunto Farroupilha, que foi criado em 1928 na Rádio Farroupilha em Porto Alegre. O sucesso se deu após a ida do grupo para São Paulo em 1956, onde realizaram apresentações por todo o Brasil e turnês internacionais. A partir desse contato com o mundo, outros instrumentos passaram a protagonizar em suas músicas, como o violino, a viola, a flauta, o violoncelo e que juntos da gaita e do violão, apresentam uma sonoridade requintada e potente. As indumentárias que serão confeccionadas também buscam esse resgate histórico dos trajes gaúchos da década de 60, período em que muitos gaúchos saíam da zona rural para a zona urbana em busca de melhores condições de vida. Os trajes sociais, para baile, eram feitos com tecidos nobres à época, recém chegados na capital gaúcha. Em sua estrutura a obra será composta por quadros coreográficos: Quadro 1 - Todo mundo veio pro rodeio (coreografia de entrada)Quadro 2 - Bailado Tradicional (pout-pourri musical com projeções folclóricas das danças tradicionais gaúchas)Quadro 3 - Geografias do Sul (pout-pourri musical que falam sobre as regiões do RS e as características do seu bioma)Quadro 4 - Birivas (pout-pourri musical com as danças masculinas, chula, danças dos facões e boleadeiras)Quadro 5 - Brinco de Princesa (pout-pourri musical com canções clássicas da cultura que falam sobre a mulher gaúcha)Quadro 6 - Bailado de Salão (pout-pourri de danças gaúchas de salão com 8 ritmos da tradição gaúcha) Quadro 7 - Levanta gaúcho (trabalho coreográfico resultante da residência artística que terá em cada cidade a participação de grupos locais)Quadro 8 - Coreografia de saída (pout-pourri musical com canções clássicas da cultura gaúcha) Referência bibliográfica para conceituação da linguagem da obra: ROCHA, Clóvis. O ABC das Danças Gaúchas de Salão . Porto Alegre, Martins Livreiro, 2002. Residência Artística A residência artística tem por finalidade a seleção de grupos afetados pelas enchentes para realizar o processo de pesquisa e montagem coreográfica para a música "Quando Sopra o Minuano" do grupo Os Serranos, que comporá o quadro 7 do espetáculo "Meu Sul". O grupo selecionado participará da residência com a perspectivas de dançarinos-intérpretes-criadores, sob a direção de Helder Machado, com o intuito de empregar à obra a identidade do grupo local e transmitir a mensagem de força e resiliência para a retomada das atividades com a interpretação de grupos que tiveram seus trabahos afetados pelas enchentes. Ensaio aberto "Meu Sul" O ensaio aberto do espetáculo "Meu Sul" acontecerá em cada cidade de apresentação, sempre na noite anterior ao espetáculo. Esta ação consolida o encontro do elenco local que já terá finalizado a residência artística, com o elenco principal, para juntos realizar um ensaio geral unindo o resultado da residência ao espetáculo. Esta ação terá duração de 2h. Oficina de danças tradicionais gaúchas 1 e 2 Estas oficinas serão realizadas em escolas periféricas da cidade de Santa Maria e pretendem apresentar a cultura gaúcha através da dança tradicionais gaucha para crianças e adolescentes. Serão desenvolvidas as danças do maçanico e do caranguejo pelo período de 3 meses, com 1 hora de oficina por semana no contraturno escolar. Mostra do espetáculo "Meu Sul" A mostra do espetáculo "Meu Sul" será realizada em escola periférica para professores e alunos em cada cidade de apresentação da proposta.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: - O objetivo deste projeto é realizar a montagem do espetáculo de artes cênicas "Meu Sul" para circular pelas cidades de Santa Maria, Camaquã e Porto Alegre. OBJETIVOS ESPECÍFICOS; Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: - Realizar a montagem do espetáculo "Meu Sul" e circular com a obra pelas cidades de Santa Maria Camaquã e Porto Alegre. Produto INTERCÂMBIO / RESIDÊNCIA ARTÍSTICA: - Realizar a Residência Artística nas 3 cidades de circulação; Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS:- Realizar duas oficinas de dança gaúcha em Santa Maria com três meses de duração e carga horária total 12h/aulas cada oficina. - Realizar uma mostra do espetáculo "Meu Sul" para estudantes em cada cidade de apresentação. - Realizar um ensaio aberto em cada cidade de apresentação. - Distribuir gratuitamente 40% dos ingressos de cada espetáculo. (democratização do acesso) - Selecionar 4 dançarinos de cultura popular através de edital de chamamento para integrarem o elenco, com vagas destinadas a pessoas LGBTQIAPN+, pretas, pardas, indígenas ou quilombolas. (democratização do acesso) - Selecionar, através de edital de chamamento, 2 pessoas para compor a equipe de produção local do espetáculo com vagas destinadas a pessoas LGBTQIAPN+, pretas, pardas, indígenas ou quilombolas. (democratização do acesso) - Contratar equipes locais de acessibilidade com duas intérpretes de LIBRAS e duas profissionais de acessibilidade para recepção de PCD's, com vagas destinadas a mulheres LGBTQIAPN+, pretas, pardas, indígenas ou quilombolas. (democratização do acesso)

Justificativa

O projeto "Levanta Gaúcho" tem seu nome inspirado nos versos da música "Quando Sopra o Minuano" do grupo musical "Os Serranos". Esta proposta carrega de forma simbólica em seu nome um chamado para o povo gaúcho levantar e seguir em frente, promovendo através das ações do projeto a retomada do setor cultural, sobretudo para artistas, grupos e instituições da cultura tradicional gaúcha. Esta iniciativa visa a montagem do espetáculo "Meu Sul", abordando a cultura gaúcha em seus aspectos históricos, geográficos, musicais, poéticos e identitários, trazendo através da dança toda a força do povo gaúcho, proporcionando à comunidade o sentimento de pertencimento e de representatividade. Iniciativas como essa isso colaboram para a difusão da cultura gaúcha para além dos Centros de Tradições Gaúchas. A residência artística, além de configurar um processo formativo, também reforça o sentimento de representatividade, ao ter como participantes grupos locais que apresentarão os resultado desta residência junto do espetáculo, trazendo a comunidade local também para o palco. As mostras do espetáculo nas escolas, as duas oficinas de dança gaúcha em Santa Maria e os ensaios abertos em cada cidade configuram as ações de contrapartida do projeto e também visam a difusão da cultura gaúcha através de suas danças. Com a criação do espetáculo e a reunião deste elenco, busca-se posteriormente a possibilidade de dar continuidade ao trabalho através da criação de um grupo de bailados populares e tradicionais, pois, diferente de uma montagem convencional de um espetáculo de outra linguagem de dança, ao utilizar as danças gaúchas enquanto mote para as criações coreográficas por meio de procedimentos de criação da projeção folclórica, faz-se necessário a confecção de indumentárias gaúchas. Estas indumentárias geram renda a artesão de diferentes sabedorias e, posteriomente à apresentação, estas vestimentas ficam guardadas. A criação do grupo permite que essas peças não sejam descartadas e tornem-se a vestimenta do grupo ou de outras obras que venham a ser criadas, apresentando versatilidade para a continuidade de seu uso dentro do grupo, através de outros financiamentos ou incentivo privado. As culturas populares e tradicionais estão à margem da efervecência cultural em nosso país, seus fazedores e instituições acessam com maior dificuldades a recursos públicos de fomento à cultura. Na cidade de Santa Maria não há histórico de grupos que possibilitem campo de trabalho na área de culturas populares e tradicionais. A criação de um grupo de bailados populares e tradicionais na cidade preenche essa lacuna, tornando-se uma plataforma catalisadora para o cultivo de manifestações populares e tradicionais brasileiras, sobretudo, do Rio Grande do Sul com perspectivas de trabalho para artistas destas áreas no interior do Rio Grande do Sul. A cidade possui urgência na criação de um grupo com esse perfil de trabalho, tanto para fomentar pesquisas artísticas e realizar a manutenção e preservação das manifestações, quanto para gerar renda a artistas da cultura popular através da dança. Santa Maria, possui dois cursos de Dança na Universidade Federal de Santa Maria, Dança Bacharelado e Licenciatura, com um fluxo expressivo de estudantes provenientes das culturas populares que não veem espaço para a manutenção de seus conhecimentos na cidade. Além disso, no que diz respeito à cultura tradicional gaúcha, possui 34 CTG's (Centros de Tradições Gaúchas) em atividade, com grupos na categoria mirim, juvenil, adulta e xirú, apresentando um potencial de público e dançarinos interessados em compor o elenco. A cidade é palco anualmente dos 3 maiores eventos estaduais de danças tradicionais gaúchas do Rio Grande do Sul, o FESTMIRIM e o FESTXIRU, realizados pelo Centro de Pesquisas Folclóricas Piá do Sul e o JUVENART, realizado pelo CTG Sentinela da Querência, possuindo a característica de abarcar esses festivais que celebram a cultura tradicional gaúcha em suas diferentes manifestações, nas danças, nas músicas, nas poesias e em suas criações coreográficas. O projeto "Levanta Gaúcho" irá colaborar para que na cidade de Santa Maria se estabeleça uma cultura de criação e consumo de obras provenientes de manifestações populares e tradicionais, congruindo com o que apresenta o Art 1º da Lei 8313/91 no que diz respeito a: - "contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais" (inciso I); através das ações de acessibilida comunicacional e da distribuição gratuita de 40% dos ingressos; - "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais" (inciso II), com a contratação de artistas locais da cidade de Santa Maria e grupos locais em cada cidade de passagem; - "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores" (inciso III) e "proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional" (inciso IV), através da presença das danças tradicionais gaúchas para a criação das obras e das características interpretativas, harmônicas e de execução que ressaltam as característias dos povos formadores do Rio Grande do Sul. - "salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira" (inciso V), através da linguagem de entradas e saídas de CTG, linguagem utilizada para a criação coreográfica dentro da cultura gaúcha fazendo usso de seus ritmos e códigos de movimentos. - "preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro" (inciso VI), atendido através da Lei nº 13.678, de 17 de janeiro de 2011, que dispoe no parágrafo 2º " Serão considerados integrantes do patrimônio imaterial do Estado do Rio Grande do Sul: I - as formas de expressão; II - os modos de criar; III - os modos de fazer; V - as criações artísticas, científicas e tecnológicas". - "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", (inciso VIII) e "priorizar o produto cultural originário do País." (Inciso IX), por meio da circulação com as danças tradicionais e seus modos de fazer, ambos originários do Brasil. No que tange aos objetivos do Art 3º, serão alcançados os seguintes incisos e seus respectivos motivos de atendimento ao critério: - Inciso II, alínea c) "fomento à produção cultural e artística, mediante: realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore", por meio da montagem do espetáculo e sua circulação, das oficinas de danças gaúchas e residências artísticas voltados para a cultura popular; - Inciso III, alínea d) "preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais", através da criação e circulação de um espetáculo que fomenta e protege o folclore e as tradições, das oficinas que abordam os aspectos artísticos da cultura gaúcha e das residências artísticas que difundem a tradição. - Inciso IV, alínea a) "estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos", por meio da distribuição gratuita de 40% dos ingressos de cada espetáculo.

Estratégia de execução

Para cada um das cidades de circulação, Camaquã e Porto Alegre, foram informados 2 trechos, de Santa Maria até a cidade destino e o trecho de retorno, que na planilha orçamentária estão como transporte pelo valor de R$ 4.000,00 cada, entendendo que o projeto ficará duas diárias em cada cidade, e este mesmo transporte será responsável por realizar os transito dos artistas para a mostra na escola, ensaio aberto e demais refeições. Custos de Administração R$ 14.839,20 Direção geral: Helder Machado R$ 7.419,60* Valor médio de R$ 824,40 / 9 meses de trabalho (etapas de pré-produção, execução e pós-produção) Produção Executiva: Everton Moreira R$ 7.419,60* Valor médio de R$ 927,45 / 8 meses de tranalho (etapas de pré-produção e execução) Custos de Divulgação R$ 19.785,60 Assessoria de comunicação: Mickael Corpes R$ 12.985,00* Compreende o serviço de assessoria de imprensa e gestão de campanha e rede para divulgação.Impulsionamento: R$ 6.000,00 Impressão: R$ 800,60 APLICAÇÃO DO PLANO DE DIVULGAÇÃO DA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Assessoria de imprensa Release + contato imprensa:- Produção de releases para cada cidade (Temática: pré-produção para Santa Maria e execução e pós para todas as cidades); - Possíveis canais de comunicação: Maria Cult; Diário de Santa Maria; Claudemir Pereira; Rádio Imembuí; Rádio Nativa; Rádio CDN; RBS TV Santa Maria/ Porto Alegre/Camaquã; SBT RS e TV Cultura. - Contato com os teatros para alinhamento do planejamento de divulgação dos espetáculos. - Reunião de briefing; Planejamento; Produção de textos; Relacionamento com a imprensa; Fechamento/Clipping. Serviço: Gestão de Campanha e redes: - Criação da página nas redes (Instagram e Facebook); produção/criação de conteúdo; responder mensagens, comentários. - Posts: Produção/criação de conteúdo e legendas Tipos de conteúdo: fotos/vídeos ensaios; divulgação data das apresentações e demais ações, divulgação das seleções; pós-apresentação; contrapartidas. - Desenho de campanha, perfil de público, elaboração de feed e roteiro de vídeos para divulgação e presença na captação de imagens para divulgação. Mickael Será o diretor da campanha que terá as produções audiovisuais de Vicent Solar, fotografias de Carolina Cabral, designer gráfico de Jamille Marin e passarão pelo consultor de divulgação acessível, Fernando Pozzobon, que tornará os conteúdos acessíveis a diferentes públicos através de legendas nos vídeos e texto adaptado para pessoas que utilizam leitores de tela.

Especificação técnica

Espetáculo "Meu Sul" Montagem: 180 dias (60 dias de produção musical e 120 dias de criação coreográfica) Tempo de duração do espetáculo: 40 minutos Número de apresentações: 3 Acessibilidade: LIBRAS em todas as apresentações e audiodescrição na cidade de Santa Maria. Residência Artística: Carga horária: 12 horas Número de residências: 3 Número de participantes: 30 para cada residência Ensaio aberto: Tempo de duração: 2 horas Número de ensaios abertos: 3 Número de participantes: 80 participantes em cada ensaio Mostra do espetáculo "Meu Sul": Tempo de duração: 40 minutos Número de mostras: 3 Número de participantes: 150 em cada mostra Oficinas de danças tradicionais gaúchas 1 e 2 PROPOSTA PEDAGÓGICA DAS OFICINASAs oficinas de danças tradicionais gaúchas 1 e 2 tem como público-alvo crianças e adolescentes sem experiência em dança. Nesse sentido, faz-se importante pensar uma proposta que, comprometida com os objetivos das oficinas, desenvolva o conhecimento de forma processual, coletiva, inclusiva e transformadora. Afastando-se de uma proposta racionalista de ensino, onde o professor demonstra o movimento e o aluno reproduz, aqui, os sujeitos, professor e aluno, operarão sob perspectivas contemporâneas de educação, tornando a relação mais horizontal e coletiva. O que se pretende, portanto, é a superação de ações isoladas com foco na hierarquia de quem ensina/quem aprende, construindo coletivamente a aprendizagem e evidenciando situações de plena interação entre todos. Para isso, o processo de ensino-aprendizagem acontecerá sob a perspectiva da Arte-Educação, onde o conhecimento é construído, e não apreendido, levando em consideração o contexto e as experiências de cada indivíduo para a elaboração de um sentido para si. A arte-educação compreende justamente ações mais equilibradas e harmoniosas perante o mundo, a imaginação e os sentimentos se integram para dar sentido e valor às subjetividades que compõem o pensar, o sentir e o agir em crianças, adolescentes e adultos. Para isso serão adotados princípios da Abordagem Triangular, de Ana Mae Barbosa, que consiste em um conjunto de ações que se caracterizam em contextualizar, apreciar e fazer arte. Na contextualização propõe-se estabelecer conexões com os fatores históricos, sociais e culturais do objeto artístico, a sua identificação, quem criou, onde foi, como foi e quais as perspectivas do criador. Na apreciação se busca a valorização das impressões e sensações que cada indivíduo teve ao observar o objeto artístico, não necessariamente tendo de ser a pretensão do autor para com a obra. No fazer, após a contextualização e a apreciação, sujeitos já estão munidos de saberes para poderem colocar em execução aquilo que sua imaginação pode criar. O encadeamento cíclico dessa triangulação possibilita aos sujeitos a reflexão crítica acerca das significações encontradas a partir da experiência de fazer, apreciar e contextualizar. Neste projeto, o conteúdo programático foi elaborado de forma a evidenciar essa triangulação. Em cada oficina os participantes iniciam aprendendo sobre a origem e a história das danças contextualizando-as às temáticas que vão sendo trazidas pelos participantes durante o primeiro encontro, apreciam esse objeto artístico a partir de seus próprios entendimentos e experienciam o fazer artístico através das explorações e construções coletivas, possibilitando, após esse processo, refletir e criticar acerca do que foi abordado. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO OFICINA: Danças tradicionais gaúchas 1 e 2 OFICINEIRAS: Ana Rafaela e Luane Rodrigues NÚMERO DE VAGAS: 30 em cada oficina RECURSOS: aparelho de som. OBJETIVOS: desenvolver o processo de ensino/aprendizagem das danças tradicionais gaúchas maçanico e caranguejo. METODOLOGIA: A oficina se desenvolverá de forma prática com encontros de 1h cada, 1x por semana durante 3 meses. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO GERAL - Noções sobre a formação das danças tradicionais gaúchas; - Passos básicos: passo de marcha, passo de polca e passo ternário; - Reconhecimento rítmico aplicado à dança do maçanico e do caranguejo; - Enlace e condução do par; - Ciclos coreográficos e características interpretativas do maçanico e do caranguejo; REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BARBOSA, Ana Mae (Org.). Ensino da arte:memória e história. São Paulo: Perspectiva, 2008. ENCONTRO DE ARTE E TRADIÇÃO - ENART (Atualizado em 27 de julho de 2019 na 87a Convenção Tradicionalista – Jaguarão/RS -) . Disponível em:https://www.mtg.org.br/wp-content/uploads/2022/11/REGULAMENTO-ENART-2022.pdf acessado em 15/10/2024. FUNDAÇÃO CULTURAL GAÚCHA – MTG. Danças Tradicionais Gaúchas: MTG 50 anos/ Fundação Cultural Gaúcha – MTG. –Porto Alegre: Fundação Cultural Gaúcha – MTG, 2016. Paixão Côrtes, J. C. LESSA, Barbosa. Manual de Danças Gaúchas. 7. ed. São Paulo: Irmãos Vitale. 1997.

Acessibilidade

Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Medidas de acessibilidade FÍSICA: - estacionamento reservado para PCD's e idosos;- rampas de acesso;- corrimãos;- guarda corpos;- elevador;- banheiros masculinos e femininos adaptados e;- rotas acessíveis.- contratação de profissionais para recepção e acomodação de PCD's nos espaços de apresentação; Medidas de acessibilidade de CONTEÚDO:- Audiodescrição na apresentação de Santa Maria e interpretação em LIBRAS em todas as apresentações;- Contratação de produtor de comunicação acessível para a divulgação de todo o projeto;- Legendas descritivas nos vídeos e descrição textual das imagens. Produto INTERCÂMBIO / RESIDÊNCIA ARTÍSTICA:Medidas de acessibilidade FÍSICA: - rampas de acesso;- corrimãos;- rotas acessíveis. Medidas de acessibilidade de CONTEÚDO:- Linguagem simples;- Contratação de produtor de comunicação acessível para a divulgação de todo o projeto;- Legendas descritivas nos vídeos e descrição textual das imagens. Produto CONTRAPARTIDAS SOCIAIS: Medidas de acessibilidade FÍSICA: - rampas de acesso;- corrimãos;- rotas acessíveis;- banheiros adaptados. Medidas de acessibilidade de CONTEÚDO:- Linguagem simples;- Contratação de produtor de comunicação acessível para a divulgação de todo o projeto;- Legendas descritivas nos vídeos e descrição textual das imagens.

Democratização do acesso

Inciso VI do art. 28 "realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas" e inciso VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil.- Realizar um ensaio aberto em cada cidade para a comunidade em geral.- Realizar uma mostra do espetáculo para crianças e adolescentes em escola das cidades de apresentação.- Realizar duas oficinas de danças gaúchas para estudantes em escolas periféricas durante 3 meses, cumprindo 12h/aulas cada oficina. Inciso I do Art. 28 "doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento)"e Inciso IV do Art. 27 - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3% (três por cento) do salário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta.- Distribuição gratuita de 40% dos ingressos de cada espetáculo. - 60% dos ingressos dos espetáculo a preços populares de R$ 30,00 entrada inteira e R$ 15,00 meia entrada. Inciso IV do art. 28 "disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal". - Gravação da apresentação de Santa Maria e disponibilização da mesma na plataforma youtube. Inciso X do Art. 28 "outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional deIncentivo à Cultura (CNIC)".- Seleção local de 4 pessoas por cidade para a equipe de produção com vagas destinadas a pessoas LGBTQIAPN+, pretas, pardas, indígenas ou quilombolas. - Contratação local de equipe local de acessibilidade com duas intérpretes de LIBRAS e duas profissionais de acessibilidade para recepção de PCD's, com vagas destinadas a mulheres LGBTQIAPN+, pretas, pardas, indígenas ou quilombolas.

Ficha técnica

O proponente realizará as funções de diretor geral, coreógrafo e condutor da residência artísticaHelder Machado é Bacharel em Dança pela Universidade Federal de Santa Maria (2018) e Pós-graduado em Arte na Educação - Dança, Música e Teatro pela Faculdade Dom Alberto (2021). Possui 19 anos de experiência em dança e há 12 anos atua como profissional nas áreas de ensino, criação e produção e gestão cultural. Artista contemporâneo e das culturas populares, possui projetos desenvolvidos nas esferas municipal, estadual e federal. Atualmente atua como artista e produtor cultural do Núcleo de Investigação do Corpo e Tecnologias, coletivo de artes da cena que fundou no ano de 2023 para a utilização de tecnologias em obras cênicas, realizando a gestão dos projetos "Memórias para um menino do ano 2000" LPG/SM", "Investigações Corpo-tecnológicas" LIC-SM e "CARTAZ DA DANÇA - Circulação de espetáculos" e "Delírios Projetados - Residências Artísticas" LPG - SEDAC/RS. www.nucleocorpoetecnologias.com Na área de culturas populares, atua com a tradição gaúcha como coreógrafo de entradas e saídas de CTG, acumulando premiações no Juvenart e Enart, maiores eventos de dança da cultura gaúcha; artista e produtor cultural dos projetos "CALHANDRA: Dançando para educar" e "II Sentinela da Querência como promotor de saberes e fazeres da arte tradicional gaúcha" LPG -SEDAC/RS, ambos com suas próximas edições aprovados recentemente através da PNAB municipal e estadual e; gestor cultural do Ponto de Cultura CTG Sentinela da Querência, onde também atua como diretor artístico do SENTINELA FOLK - Grupo de Danças Brasileiras, filiado ao CIOFF Brasil, onde dirigiu o grupo em festivais no Peru/2015, Grécia/2017, México/2019, Itália/2020 e Colômbia/2023 e 2024. Dentre suas principais atuações destaca: Professor Substituto de Magistério Superior do curso de Dança Bacharelado da Universidade Federal de Santa Maria 2022/2 até 2023/2. Parecerista do “Prêmio Trajetórias Culturais - Mestra Sirley Amaro” realizado pela SEDAC avaliando trajetórias da dança e da cultura popular. Representante do Colegiado Setorial de Dança do Rio Grande do Sul, gestão 2021/2023. Em 2022, recebeu o prêmio Destaques da Cultura 2021, do Diário de Santa Maria na categoria Dança. ELENCO dançarina e oficineira: Ana RafaelaFormanda do curso de Dança Licenciatura da Universidade Federal de Santa Maria, bailarina, professora e Artista-Docente. Movimenta-se por diversas áreas da dança, como as Danças Gaúchas, Dança Contemporânea, Jazz, Ballet e Danças Populares Brasileiras. Integra o projeto de extensão Mojubá: Danças Populares Brasileiras e também do Grupo de Pesquisa Laboratório CRUZO (pesquisa e Criação Cênica - CNPQ) ambos coordenados pelo Prof. Dr. Jessé da Cruz. Artista de Danças Tradicionais Gaúchas há 11 anos e Instrutora de Danças Tradicionais Gaúchas, categoria Mirim, de 2022 a 2024. dançarino: Davilson UrbinattiEstudante de Dança Licenciatura na Universidade Federal de Santa Maria (2017 até o momento). Sua atuação artística permeia entre as manifestações artísticas de chula, danças tradicionais e danças gaúchas de salão da tradição gaúcha. Participou, em 2018, do desafio "Baita Chuleador", promovido pela RBS. Dançarino de CTG desde 2007, foi dançarino do SENTINELA FOLK - Grupo de Danças Brasileiras, participando do espetáculo “Sentinela no México: a união das Américas”, apresentado no 7º Festival Internacional de Folklor de la UAQ - Universidad Autónoma de Querétaro - México (2019), também destaca em sua trajetória tradicionalista a participação no ENART (Encontro de Artes de Tradições Gaúchas) em Santa Cruz do Sul- RS, nos anos de 2017, 2018 e 2019. Atualmente é instrutor de danças gaúchas no GF Calhandra, São Sepé. dançarino e produtor executivo: Everton MoreiraEstudante de Engenharia de Controle e Automação da Universidade de Santa Maria desde 2020 até o momento. Possui uma trajetória de 18 anos na área da dança como dançarino de danças gaúchas, boleadeiras, e danças urbanas, tendo participando já de mais deo 20 processos de montagem coreográfica nestas linguagens. Dançarino de danças urbanas, com prática nas vertentes de vogue e stilleto. Em 2020 passa a integrar como bailarino o SENTINELA FOLK - Grupo de Danças Brasileiras, onde neste mesmo ano participou do 62º Festival Internacional de Folclore de Castrovillari (Itália), 1º Encuentro Mundial de las Culturas Populares (Colômbia/2023) e Circuito Caribenho Henrique Jatib Thomé, (Colômbia/2024). Atualmente atua como oficineiro e produtor executivo em projetos da cultura popular. dançarino: Luiz KirchoffChuleador e professor de chula com 15 anos de experiência. Campeão por dois anos de chula do FESTMIRIM, concurso estadual mirim e um vez campeão do JUVENART, concurso estadual juvenil. Na categoria adulta, a qual ingressou em 2022, já possui dezenas de troféus, destacando o vice-campeonato no Sapateio Internacional da dança da Chula - Categoria Adulta. Em 2020 passou a integrar o TRIOPACITO, dedicando-se ao grupo enquanto chuleador já tendo realizado apresentações no RS, SC, MT e SP, destacando sua passagem junto do grupo no programa Faustão na BAND e mais recentemente no evento beneficente Festival Salve o Sul, em São Paulo, onde atuou com o artista Pedro Sampaio. dançarina: Karoline StuchiBacharel em Dança pela Universidade Federal de Santa Maria (2019). Instrutora e dançarina de danças tradicionais gaúchas e danças gaúchas de salão. Realizou o projeto “Corações no Mesmo Pulsar”, aprovado no Edital Invernadas Culturais, da SEDAC-RS. Atualmente atua junto ao DTG Noel Guarany grupo de danças gaúchas da Universidade Federal de Santa Maria, desde 2015, como dançarina, coreógrafa e instrutora de danças do grupo adulto, onde também ministra cursos de Danças Gaúchas de Salão. dançarina e oficineira: Luane RodriguesEstudante do curso de Dança Bacharelado na Universidade Federal de Santa Maria (2023 até o momento). No contexto tradicionalista atua como dançarina de danças tradicionais gaúchas há 18 anos, já tendo participado de mais de 30 processos de montagem conreográfica neste linguagem. Atualmente é dançarino do CTG Sentinela da Querência, participa do III Curso de Formação em Dança realizado pelo Grupo Integração & Arte com recursos da Lei Paulo Gustavo de Santa Maria e atua como bailarina da Companhia Sorriso com Arte, companhia circense de Santa Maria. dançarino: Michel CapeletoEstudante de Tecnologia em Alimentos da Universidade Federal de Santa Maria. Artisticamente atua como dançarino de danças tradicionais gaúchas desde 2011. Atualmente tem se dedicado à prática de outras linguagens de dança, com participação em obras de dança contemporânea, atuando também como dançarino da comissão de frente da escola Imperatriz da Zona Norte - Cruz Alta. Mais recentemente, em 2024, passou a integrar o projeto de Extensão MOJUBÁ, do Curso de Dança Licenciatura da Universidade Federal de Santa Maria, que promove o ensino das danças populares brasileiras. dançarina: Tamara SoaresBacharela em Dança pela Universidade Federal de Santa Maria (2019). Artista das danças folcóricas jazz, ballet e das danças urbanas. Participou do Grupo Folclórico Anitta Garibaldi, onde participou de festivais pelo Brasil e Uruguai, destacando o Festival de Dança de Joinville. Premiada duas vezes para o EUROPA CIAD e premiada nos anos de 2017 e 2019 no Festival Internacional Fronteira da Paz em Rivera no Uruguai. Em 2019 fundou em Santa Maria a escola Gira Dança - Tamara Soares, com aulas de danças gaúchas, jazz, ballet e danças urbanas. Atualmente é artista da cena e gestora da escola. Produtor Musical: Ronaldo PalmaMúsico, compositor e produtor musical com ênfase nas áreas de trilha sonora, desenho de som, mixagem e produção de outros artistas e operação de som em espetáculos artísticos. Atua em parceria com artistas da dança e do teatro na criação de trilhas sonoras para espetáculos, videodanças e performances.*Em anexo curriculo completo dos demais artistas.

Providência

PROJETO ENVIADO PARA ARQUIVAMENTO.