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PRONAC 2416626Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

AMI 2025: ENSAIOS URBANOS

ORDEM DA CAVALARIA MILITAR PADRE ANCHIETA
Solicitado
R$ 932,4 mil
Aprovado
R$ 932,4 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Concertos sinfônicos
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
BELO HORIZONTE
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O projeto "AMI 2025: ENSAIOS URBANOS" será executado em Belo Horizonte e região metropolitana durante o período de um ano pelo quarteto de cordas Andrea Amati Quarteto. A sigla AMI _ Arte Musical Itinerante foi adotada pelo grupo musical no ano de 2018 quando passou a realizar apresentações públicas em diversas regiões da capital mineira. O Projeto, que tem como mote a interação entre músicos, público convidado e transeuntes, realizará um total de 45 apresentações musicais gratuitas que ocorrerão em espaços urbanos como por exemplo, museus, praças e parques municipais. Além disso, o projeto promoverá o aprendizado através de banners educativos e instigará o contato com a música através da exposição física de violinos, violas e violoncelos que poderão ser manuseados e tocados pelo público presente sob orientação dos músicos do quarteto!

Objetivos

Objetivo Geral O Andrea Amati Quarteto, através do projeto "AMI 2025: ENSAIOS URBANOS" , levará ao grande público uma série de 45 apresentações musicais públicas e gratuitas em Belo Horizonte e cidades vizinhas à RMBH. As apresentações ocorrerão nas seguintes modalidades: concertos didáticos; concertos temáticos; ensaios urbanos e concerto-oficina. Para reforçar a democratização, a acessibilidade e acesso ao conteúdo do projeto, diversas apresentações serão gravadas e postadas de maneira definitiva nos canais de mídia social (you tube, instagram, facebook, site, etc) criados e mantidos exclusivamente com este objetivo. Objetivos Específicos · Serão 15 Concertos Didáticos. Concertos Didáticos nas Ruas, Praças, Coretos e Equipamentos Culturais Públicos. No cenário haverá a exposição de banners educativos e instrumentos musicais que poderão ser manuseados e tocados à vontade pelo público presente. Entre uma música e outra os músicos do quarteto terão momentos de conversa com o público ouvinte com o objetivo de transmitir conhecimentos históricos e curiosidades musicais sobre os instrumentos e obras apresentadas, tornando a apresentação ainda mais interativa. · Serão 15 Ensaios Urbanos. Ensaios musicais realizados nas ruas e locais públicos das cidades privilegiando localidades com grande fluxo de transeuntes que serão pegos de surpresa com os concertos. No cenário também haverá a exposição de banners educativos e instrumentos musicais que poderão ser manuseados e tocados à vontade pelo público presente. · Serão 08 Concertos Temáticos. São Concertos referentes a temas e/ou datas específicas (ex: dia nacional da MPB, dias das crianças, música de cinema, dia nacional da pessoa idosa, etc...). Poderão ocorrer em locais fechados, tais como, igrejas, teatros ou auditórios, desde que sejam locais públicos e cuja entrada seja franca. · Serão 07 Concertos Oficinas Serão oficinas musicais nas quais os presentes inscritos poderão ouvir uma breve apresentação musical de 30 minutos de duração, seguida de um trabalho de mentoria cujo objetivo final será conduzir os participantes para que no final da oficina sejam capazes de tocar uma música em conjunto. A oficina intitulada "Nem Simples, Nem Impossível", deverá ser realizada preferencialmente em local fechado. · Serão 10 registros Áudio - Visuais referentes aos Concertos Didáticos · Serão 10 registros Áudio - Visuais referentes aos Ensaios Urbanos · Serão 05 registros Áudio - Visuais referentes aos Concertos Temáticos · Serão 04 registros Áudio - Visuais referentes aos Concertos Oficina · Será criado um de site específico do projeto para divulgação de todos os eventos, patrocinadores e registros áudio visuais produzidos. · Será criado um canal You Tube específico do projeto para divulgação dos patrocinadores e registros áudio visuais produzidos · Será realizada a manutenção mensal da página do Facebook e Instagram do Andrea Amati Quarteto com objetivo de impulsionar todas as ações de marketing e registros artísticos realizados ao longo do ano de 2025.

Justificativa

Dois violinos, um violoncelo e uma viola clássica. Com esta formação o Andrea Amati Quarteto realizará nas ruas de Belo Horizonte e região diversas apresentações musicais cuja interação e diálogo com o público serão marcas registradas. A ação contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, pois, levará música e cultura sempre de maneira gratuita a diferentes locais da cidade e a milhares de pessoas que via de regra não teriam acesso ao conteúdo apresentado se não fossem as inusitadas aparições a serem realizadas . O Andrea Amati Quarteto é formado por músicos profissionais acostumados ao palco dos grande teatros, no entanto, a ideia aqui é mesclar os universos da música erudita e o da música popular, criando assim a ponte necessária para retirar a música de concerto do isolamento dos palcos e levá-la às ruas onde o povo de fato está. Nesse sentido, este projeto contribui sobremaneira para a preservação da arte e cultura imaterial nacional, ao mesmo tempo em que estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. Não obstante, este projeto visa preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, uma vez que traz em seu repertório uma vasta gama de músicas originais da musicalidade de nosso país. Além disso, o projeto é socialmente relevante pois promoverá a produção cultural brasileira e mineira no campo da música na medida em que será executado majoritariamente em ambientes urbanos abertos ao público e apresentará de perto e de maneira intimista aos espectadores instrumentos de orquestra cujo acesso costuma ser mais restrito. Além de ouvir as apresentações musicais de alta qualidade, o público também poderá interagir ao segurar e até mesmo tocar nos instrumentos apresentados. o projeto demonstra-se extremamente viável pois será conduzido por músicos com vasta experiência na área. além disso, um modelo piloto do mesmo já fora realizado em equipamentos públicos da cidade de Belo Horizonte desde o ano de 2018, tendo tido acolhimento e aclamação absoluta por parte do público. Em suma, este projeto deve acontecer porque em linhas gerais promove e valoriza os espaços culturais públicos ao mesmo tempo em que valoriza e estimula a prática artística de rua, além de impulsionar ativamente o acesso da população à fontes de cultura, a fruição de produtos culturais e a inovações artísticas.

Acessibilidade

ACESSIBILIDADE FÍSICA Todas apresentações serão em espaço com acesso para idosos e cadeirantes. Será disponibilizada uma pessoa em cada local, para auxiliar o acesso destes à um lugar com conforto e de boa visualização dos concertos. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO Em todas as gravações realizadas será disponibilizado legenda descritiva para pessoas com deficiência auditiva. Haverá profissional de Libras para atuar durante os concertos que ocorrerem em locais fechados.

Democratização do acesso

Todos os concertos serão com entrada gratuita. Os concertos serão gravados e editados para exibição permanente no canal do You Tube e Site do Festival. Os concertos serão gravados e editados com inserção de legendas. O público beneficiado serão: - público em geral (transeuntes) do entorno dos locais onde serão realizados os concertos; - estudantes de escola pública e público em geral com interesse em música e história da música que terão à disposição permanentemente os vídeos gravados dos concertos - alunos do curso de música em todo território brasileiro; - público interessado em geral; - público interessado em arte, inovação e processos culturais; Por se tratar de uma apresentação gratuita, o público será diversificado e democrático, tendo em vista que as ações de divulgação serão descentralizadas.

Ficha técnica

Direção Geral – Empreendedor – Muryllo Alvarenga (SOCMPA) Coodenação Geral – André Taciano Coordenação de Programação - Diogo Campos Direção Musical – Rafael Marcenes Produção – Guilherme Matozinhos Auxiliar de Produção – Thiago Barbosa Mestre de Cerimonia / Apresentador / Porta Voz – Geter Fernandes A execução musical será realizada pelo Andrea Amati Quarteto, formado por músicos experientes e já acostumados com universo dos grandes palcos de concerto. O grupo é formado por Rafael Marcenes (Violino 01), André Taciano (Violino 02), Diogo Campos (Viola) e Geter Fernandes (Violoncelo)! Rafael Marcenes é Bacharel (2004) e Licenciado (2006) em Violino, pelo Centro Universitário Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro na classe da Professora Carmelita Reis. Pós-Graduado em Educação Aplicada à Performance Musical pelo Centro Universitário do Sul de Minas em 2018. Formação em Coaching de Alta Performance em 2018. Curso de Arte e Desenvolvimento Pessoal, Modelagem de Negócios e Gestão de Carreiras com o Professor Werner Silveira em 2020. Foi Professor de Violino do Conservatório Estadual de Música “Haidée França Americano” de Juiz de Fora (MG) de 2001 a 2007. Como instrumentista, possui ampla experiência dentro e fora do Brasil, ´participando como solistas de inúmeros concertos e festivais, como exemplo: Orquestra Petrobrás Sinfônica do Rio de Janeiro sob a regência do maestro Isaac Karabtchevsky- XVII Festival Internacional de Música de Morelia “Miguel Bernal Jiménez” - Michoacán, México 2005; Orquestra Minas Barroca - Seminário Hochschulchorkonzert "Kolonialismus und Romantismus" da Hochschule für Musik und Theater Rostock - HMT na Alemanha 2015. Marcenes viaja todo o Brasil desde 2008 atuando como violinista do Trio Amadeus desde o ano de 2008. Rafael Marcenes é primeiro violinista do Andrea Amati Quarteto desde 2018. André Taciano é natural de Belo Horizonte -MG. Graduado em Música com Habilitação em violino pela UEMG, 2012. Iniciou os estudos em Divinópolis-MG, onde formou-se em violino e teoria musical pela Escola Municipal de Música Maestro Ivan Silva. Entre 2000 e 2004 foi Spalla e Vice-Presidente da Orquestra Minas Filarmônica em Divinópolis – MG. Entre 2000 e 2008 participou de diversas orquestras na Região Centro Oeste do Estado, como por exemplo a Orquestra de Câmara de Itaúna-MG, a Orquestra Sinfônica da Universidade do Estado de Minas Gerais, e a Sinfônica Jovem do Palácio das Artes. Além de violinista, André Taciano é produtor e compositor musical. Como compositor suas influências não guardam morada apenas no aspecto musical, mas perpassam fortemente por variadas vertentes como a literatura, teatro e cinema. O autor possui prêmios nacionais e internacionais, tendo obras musicais escritas para orquestra, banda sinfônica, grupos de câmara, piano solo, peças teatrais e desenhos animados. Em 2019 Idealizou e produziu no Palácio das Artes o evento “ Containers: caminhos multidimensionais”, no qual estreou com aclamada recepção de público 5 de suas composições para Orquestra, piano solo, orquestra de cordas e quinteto de sopro com percussão. Atualmente trabalha também na estruturação e viabilização do projeto “Tempo Primo: Festival de Composição de Belo Horizonte”, previsto para ocorrer na capital mineira em 2025 / 2026. Diogo Campos Diogo Campos é natural de Juiz de Fora, iniciou sua vida musical aos 9 anos no Coral Mater Verbi (Meninos Cantores da Academia) grupo no qual permaneceu até o ano de 2005, lhe rendendo vasta experiência nacional e internacional, viajando para diversos países como Uruguai, Argentina, Alemanha, Itália e Áustria. Nos anos de 2014 e 2015 Diogo retornou ao Coral Mater Verbi na condição de Regente. Sua iniciação como violinista foi com Flávio Santos e Marcus Rodrigues em 2001. Já em 2006 passou a estudar viola com Flávia Motta, Rubia Siqueira e Ivan Zandonade. Participou de vários cursos tais como: Curso internacional de Música Scala (2002, 2003, 2005, 2007, 2008, 2009, 2011); Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga (2008); Vertentes Musicais (2007, 2008); em sua formação figuram nomes como Laercio Diniz, Felipe Prazeres, Nayran Pessanha, Jadenir Lacorte, Jairo Chaves, Renato Bandel, Fernando Thebaldi e Carlos Aleixo. Primeiro violinista da Orquestra Filarmônica de Juiz de Fora de 2004 até 2006 quando assumiu o posto de chefe de naipe de violas da referida Orquestra, até 2011. Também de 2006 a 2011 participou da Orquestra Sinfônica Mario Vieira do Conservatório Estadual de Música Haydée França Americano. Diogo foi fundador e produtor de importantes projetos como: Quarteto de Cordas Harmonia4 de 2009 a 2014 e Orquestra Sinfonietta de Juiz de Fora de 2011 até 2013. Além disso, como docente de música foi fundador e professor de violino no Projeto “Entre Cordas” (Prefeitura de São João Nepomuceno) de 2010 até 2014; Fundador e professor de violino e viola no Projeto Musicarte (Obra Social do Colégio Santa Catarina) em 2013 e 2014. Geter Fernandes atua como professor de violoncelo desde o ano de 2007. Possui duradoura experiência orquestral em diversas orquestras, tendo sido, como exemplo, violoncelista da Orquestra Sinfônica da PMMG por 22 anos. Como docente é um profissional que destaca-se por uma abordagem que visa estimular o pensamento crítico, musical e desenvolvimento dos alunos atendendo as necessidades individuais de cada aluno, promovendo aulas personalizadas, promovendo um ambiente de apoio, inclusão e respeito ao processo de aprendizado. Participou do Festival de Música de Verão de Brasília em janeiro de 2003, do Festival Vivere in Musica em agosto de 2003, realizado em 27 cidades na Itália e das Orquestrades da Cataluña em 2006 em Barcelona. Foi professor de violoncelo no Conservatório de Música de Contagem-MG de 2002 a 2005 e de violoncelo e percepção musical no Instituto Crescer, para crianças carentes de 2003 a 2007. Atuou como primeiro violoncelista na Orquestra Jovem do SESI de 1989 a 1995, na Orquestra Jovem de Contagem de 2004 a 2007 e na Orquestra da Igreja Batista Getsêmani de 2006 a 2007. Participou em gravações nos trabalhos musicais dos artistas como Paulinho de Carvalho (1996), Efrahim Maia (1997), Orquestra Vida da Igreja Assembleia de Deus de BH (2000), DVD da Igreja Batista Getsêmani (2006), Nívea Soares (2007) e no DVD do Trio Amadeus (2010). É violoncelista do Andrea Amati Quarteto desde 2018.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.