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PRONAC 2416631Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Museu do imigrante MIM

INSTITUTO RONALDO BARBOSA
Solicitado
R$ 628,2 mil
Aprovado
R$ 628,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento de pessoal
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Museus e memória
Ano
24

Localização e período

UF principal
ES
Município
Domingos Martins
Início
2025-01-01
Término
2025-08-31
Locais de realização (1)
Venda Nova do Imigrante Espírito Santo

Resumo

O projeto visa envolver a região das montanhas do Espírito Santo, entre elas a município de Venda Nova do Imigrante, Castelo, Vargem Alta, distrito de Pindobas e etc, onde hoje esta funcionando o Projeto Casa Nostra / primeiro istrito de turismo de experiência do Espírito Santo e onde será implantado o MIM - Museu do Imigrante. Este equipamento cultural com previsão de inauguração em março de 2026 tem por finalidade contar a história da ocupação das terras do estado do Espírito Santo começando com os povos originários, a diáspora africana e com foco prioritário na imigração italiana no estado do Espírito Santo e em Venda Nova do Imigrante atual capital do agroturismo no Brasil. A ideia do MIM é para além de apresentar um museu contando a história da imigração italiana através de uma exposição permanente ( acervo físico e iconográfico) e instalações audiovisuais é ter principalmente uma concepção de museu criada e idealizada pelos jovens da região. Para isso se faz necessário antes mesmo do projeto museológico e museográfico que se estabelece um projeto educativo com os jovens da região para que o museu seja concebido na sua totalidade.

Sinopse

O Projeto Educativo MIM busca criar um espaço cultural que conte a história do Espirito Santo através dos povos originários, diáspora africana com foco na imigração italiana no Espírito Santo integrando as comunidades das montanhas do Espirito Santo. Com foco nos jovens e crianças o Projeto e Educativo propõe uma jornada de produção de pensamento, treinamento critico, criação de novas narrativas e criação artística.Dividido em módulos que incluem seminários, atividades educativas para crianças e jovens, encontros colaborativos, o projeto pretende dar voz às memórias e heranças culturais, resultando em um novo olhar, o que estamos chamando do Próximo Museu, refletindo sobre o futuro, a preservação do planeta, o pertencimento e a criação de novos conteúdos em constante mudança.

Objetivos

Objetivo Geral Fortalecer o senso de identidade e pertencimento cultural da comunidade de Venda Nova do Imigrante e região das montanhas capixabas promovendo a valorização da história imigrante italiano através de atividades educativas e colaborativas voltadas para a criação do Museu do Imigrante (MIM)/ O próximo Museu. Objetivos específicos Criar um programa educativo na comunidade de Venda Nova do Imigrante;Capacitar professores da região para criarem uma pedagogia própria para ser aplicada na criação e elaboração do Projeto MIM - Museu do Imigrante / O Próximo Museu através de um seminário.Engajar as crianças e adolescentes da comunidade em atividades que valorizem as memórias familiares e comunitárias, promovendo o protagonismo juvenil na construção do MIM.Desenvolver materiais educativos, expositivos, cartográficos de memória afetiva assim como pesquisa de acervo e iconografia para que ajudem a contar a história da imigração, como também elaborem novas narrativas a partir do agora utilizando técnicas de criação coletiva e narrativa visual.Fortalecer parcerias institucionais com instituições educacionais e culturais como o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do ES (IFES), a Secretarias Estaduais de Educação e Cultura, Secretarias Municipais de Educação e Cultura, SEBRAE, Governo do Estado do ES, parcerias privadas etc no sentido do desenvolvimento e atuação continua do equipamento.

Justificativa

A criação do Museu do Imigrante - MIM surge como complemento ao recente criado Casa Nostra, primeiro distrito turístico do Espirito Santo e da necessidade de preservar e valorizar a memória dos imigrantes italianos da região, assim como através da história dos povos originários do Espírito Santo e da diáspora africana, as novas gerações possam participar da criação de um equipamento novo cultural cujo protagonismo da juventude é parte fundamental do projeto. Envolver as comunidades, especialmente as novas gerações nesse processo é essencial para garantir que a memória da imigração seja preservada, valorizada e ganhe novas narrativas, Além disso, o projeto promove o desenvolvimento educacional e cultural da região, estimulando o orgulho e a valorização das raízes familiares e comunitárias, reforçando o papel da cultura e educação na construção da cidadania. Em atendimento ao Art. 1º da Lei 8.313/ dezembro 1991: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; e em atendimento ao Art. 3º: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;

Estratégia de execução

Deslocamento para 3 palestrantes: 1 - Chiqui González ( ex Ministra de Innovación y Cultura del Gobierno de la Provincia de Santa Fe e criadora da Ciudad de Los Ninhos, Rosário, Argentina); Buenos Aires x Vitória x Buenos Aires 2 - Alemberg Quindins FUNDAÇÃO CASA GRANDE -MEMORIAL DO HOMEM KARIRI Buenos Aires x Vitória x Buenos Aires 3 - Janaina Melo (educadora e museóloga com ampla trajetória no desenvolvimento de projetos educativos e culturais em instituições como Instituto Inhotim e Museu de Arte do Rio). Belo Horizonte x Vitória x Belo Horizonte

Especificação técnica

Projeto: Cartilha Educativa - Construção do Museu do Imigrante Tamanho: A4 (210mm x 297mm) Público - Alvo: Participantes de oficinas educativas, estudantes e comunidade em geral. A cartilha tem o objetivo de registrar e divulgar o conteúdo abordado nas oficinas educativas, fornecer informações sobre o processo de construção do Museu do Imigrante e conscientizar sobre o valor histórico-cultural do projeto.

Acessibilidade

Produto CURSO / OFICINA / CAPACITAÇÃO ASPECTOS ARQUITETÔNICOS Acessibilidade para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzidaO espaço onde as atividades serão realizadas possuem rampas, piso táteis, banheiro adaptado. Item orçamentário: Não se aplica, pois o espaço já dispõe da estrutura necessária. ASPECTOS COMUNICACIONAIS -Acessibilidade para pessoas com deficiência visual Realizar audiodescrição do espaço em tempo real. Item orçamentário: audiodescrição e arte educador. - Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva Contaremos com intérprete de Libras, também adotaremos legendagem e janela de libras em audiovisual de divulgação e/ou conteúdo. Item orçamentário Intérprete de Libras. - Acessibilidade pessoas com deficiência intelectual - Contaremos com profissionais capacitados para atendimento a esse público. Item orçamentário: consultores Produto CARTILHA ASPECTOS ARQUITETÔNICOS Acessibilidade para pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida.Não se aplica - Acessibilidade para pessoas com deficiência visual Confeccionaremos a cartilha em áudio Item orçamentário: tradutor - Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva Não se aplica. -Acessibilidade para pessoas com deficiência intelectual: Utilização de linguagem de fácil entendimento. Item orçamentário: redator

Democratização do acesso

Programa educativo - Produto Curso / oficinas / capacitação Localização: Complexo Turístico de Pindobas, Venda Nova do Imigrante, Espírito Santo Disponibilizaremos na internet os registros de todas as atividades. Para atendimento ao Art. 29, da IN 01/2024, todas as atividades serão gratuitas para todos os públicos. Para atendimento ao Art. 30, III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; Produto Cartilha A cartilha será produzida pelos próprios jovens que participarão das atividades, com conteúdo gerado a partir das vivências nas oficinas e da construção do MIM. Contará com consultoria pedagógica para construção do material. Todas as ações terão autorização para veiculação de imagens das atividades. Para atendimento ao Art. 29, da IN 01/2024, todas as atividades serão gratuitas para todos os públicos. Para atendimento ao Art. 30, III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;

Ficha técnica

Ronaldo Barbosa - Coordenador GeralConceituado designer brasileiro iniciou sua carreira em 1973. Lidera há 30 anos o Studio Ronaldo Barbosa atuandoem diversas empresas brasileiras. Focadona preservação da história, patrimônio e culturas regionais criou recentemente o documentário MontanhasContemporâneas Capixabas, exibido na televisão.Foi um dos criadores do curso de Design da Universidade Federal do Espírito Santo, onde lecionou por 27 anos e esteve afrente da gestão do Museu Vale há 25 anos. Sua trajetória inclui diversas contribuições para os governos estaduais efederais como por exemplo, foi o diretor artístico e designer do Espaço Brasil no Carreau du Temple, Paris, por ocasiãodo Arcelor Mittal, Banestes, BANDES, entre outras. Reconhecido por sua expertise em projetos educativos, museográficos ede design, fundou recentemente o Instituto que leva o seu nome com foco no estímulo, a educação e formação para aprimeira infância ejuventude. Pedro Martins - Produtor Executivo(fará a coordenaçao através de sua empresa Lupino Produções)Tendo como principais atribuições a concepção criativa, o planejamento da produção e o desenvolvimento de um plano deação com foco em executar o projeto expográfico. Assim como a coordenação da equipe de profissionais, a gestão dosprocessos administrativos do trabalho e o gerenciamento de recursos para o desenvolvimento de todas as etapas doprojeto.Para este fim, a Lupino tem como Produtor Executivo e Coordenador-Geral do Trabalho Pedro Martins. Experiente gestorcultural e empreendedor com mais de uma década de atuação no setor de entretenimento, eventos e audiovisual. Sócio daLupino Produções desde 2015, contribuiu para a realização de projetos de grande relevância, como o documentário"Montanhas Contemporâneas Capixabas" e exposições culturais em destaque no Espírito Santo. Com uma trajetória marcadapor sua versatilidade e habilidades em liderança, gestão orçamentária, produção executiva e negociação, Pedro tambémtem participação em importantes festivais e eventos gastronômicos, como o Speed Festival e o Festival GastronômicoPedra Azul. Janaína Melo - Coordenadora pedagógica e palestrante Sou historiadora graduada pela UFMG, pós-graduada em Pesquisa e Ensino de Arte Contemporânea pela Escola Guignard UEMG e Mestre em Museologia e Patrimônio pelo Programa de Pós-graduação em Museologia e Patrimônio UniRio/MST. Ao longo de minha carreira, envolvi-me diretamente com a implantação de um amplo escopo de ações formativas e educativas em instituições culturais no Brasil. Como profissional de museu atuo desde 2004, inicialmente no Museu de Arte da Pampulha (2004-2007), em Belo Horizonte (MAP) como coordenadora de artes plásticas (lá conduzi o projeto Bolsa Pampulha - Programa de Residência, Formação e Exposições de jovens artistas e o Projeto Arte Contemporânea cuja proposta era convidar artistas brasileiros para desenvolver projetos site-specific em diálogo com a arquitetura de Oscar Niemeyer). Em 2007, passei a integrar a equipe do recém-inaugurado Instituto Inhotim em Brumadinho (MG). Lá assumi o cargo de Coordenadora de Arte e Educação, estabelecendo o programa de educação do museu com foco na coleção de arte contemporânea: criei diversos projetos que envolviam crianças, professores e público espontâneo, estruturados nos princípios de escuta, diversidade e empoderamento criativo, além de ser também responsável pela gestão da Biblioteca do Museu. Os programas de educação do Instituto Inhotim tornaram-se referência na formação de mediadores e educadores hoje conduzindo uma série de projetos dentro e fora do estado de Minas Gerais. Destaco também a criação do projeto Laboratório Inhotim (que recebeu o prêmio Darcy Ribeiro de Educação e o Rumos Educação ambos em 2010) o Projeto Descentralizando o Acesso - Programa de Formação com Professores de Brumadinho e mais 12 cidades próximas que resultou em duas publicações. Descentralizando o Acesso - Visitas Escolares do Instituto Inhotim (2010) e (2012). Em 2012 passei a integrar a equipe que iria estabelecer o Museu de Arte do Rio (onde permaneci até 2018), mais especificamente o seu programa pedagógico a Escola do Olhar. A Escola do Olhar é um espaço de formação continuada que estimula e dissemina a sensibilidade e o conhecimento, suas proposições partem da compreensão da educação como prática dialógica de criação e experimentação coletiva instituindo com o público os diferentes usos e sentidos de um lugar como museu. Na Escola do Olhar são desenvolvidas atividades culturais, visitas educativas, cursos, seminários e ações em parceria com diferentes agentes e esferas da sociedade. Seu programa pedagógico dialoga com as questões trazidas pelas exposições e acervo do MAR, bem como, pelas pautas urgentes do contemporâneo e questões culturais que emergem na cidade do Rio de Janeiro, criando um constante diálogo entre museu e sociedade. A Escola do Olhar tornou-se um programa pedagógico de referência na cidade do Rio de Janeiro. A frente dela, no cargo de Gerente de Educação, implantei sete programas estruturantes [Visitas Educativas, Formação com Professores, MAR na Academia, Vizinhos do MAR, Arte e Cultura Visual, Acessibilidade no MAR e Biblioteca e Centro de Documentação e Referência] que se articularam com professores, estudantes, universitários, pesquisadores, artistas, pessoas com deficiência, público espontâneo, público agendado e moradores da região portuária da cidade do Rio de Janeiro. Foram mais de 150 mil pessoas diretamente envolvidas nos programas e projetos da Escola do Olhar. As ações ali desenvolvidas foram tema de investigação do meu mestrado denominado “Fabulações Museológicas – Processos experimentais e participativos no Museu de Arte do Rio (2012-2018), disponível em: https://www.unirio.br/reitoria-2/ppg-pmus/janaina_mercia_alves_melo1.pdf Outro registro dessas ações ali desenvolvidas foi a publicação do livro “Escola do Olhar: práticas educativas do Museu de Arte do Rio 2013-2015” (Rio de Janeiro: Instituto Odeon, 2015) e a criação do “Jornal Olhar do Vizinho no Jornal da Zona (Rio de Janeiro: Museu de Arte do Rio, 2018). Em 2019 retorno à Minas Gerais e ao Instituto Inhotim para o desenvolvimento de um programa de aproximação com a comunidade da cidade de Brumadinho duramente afetada pelo rompimento da barragem B1 do Córrego do Feijão, nesse contexto implementamos uma experiência musical denominada Palco Brumadinho https://www.inhotim.org.br/institucional/brumadinho/palco-brumadinho/ que recebeu artistas da cidade. Posteriormente assumi o cargo de Diretora de Museus da Fundação Municipal de Cultura da Prefeitura de Belo Horizonte sendo responsável pela gestão dos seis museus públicos municipais: Museu de Arte da Pampulha, Museu Histórico Abílio Barreto, Museu Casa Kubitschek Museu da Imagem e do Som, Museu da Moda e Casa do Baile – Centro de arquitetura, urbanismo e design. A frente da diretoria foi responsável pela realização da 7 e 8 edição do projeto Noturno nos Museus, na inauguração da exposição Belo Horizonte: fora dos planos que comemorou juntamente com o seminário nacional os 80 anos do Museu Histórico Abílio Barreto. Fizemos as ações dos 80 anos do Conjunto Moderno da Pampulha com a realização de exposições de referência como: Lugar imaginado, lugar vivido (que conta a história da Casa do Baile); Processos educativos na Pampulha (apresentou os resultados de anos de ação do projeto Bordando Memórias do Museu Casa Kubitschek) e Arte Brasileira: a coleção MAP na Casa Fiat de Cultura (a maior exposição do acervo do Museu de Arte da Pampulha fora de seu edifício sede). Ainda dentro dos 80 anos da Pampulha publicamos o livro sobre o conjunto moderno como patrimônio mundial organizado pela pesquisadora Luciana Féres e o livro Processos educativos da Pampulha organizado por mim e outros colegas sobre as práticas educativas desenvolvidas pelos museus da Pampulha. Ainda na Diretoria inauguramos a exposição Museu, coleções e outras sensações no Museu da Imagem e do Som e a exposição Clara Nunes eu sou a tal mineira que reúne o maior conjunto de acervo de figurinos usados pela artista ao longo de sua carreira. Desde 2023 assino a coordenação pedagógica do Projeto Arte nas Estações que envolva a circulação de um acervo de artistas populares originalmente pertencentes ao Museu Internacional de Arte Naïf outrora localizado no Rio de Janeiro e que encerrou suas atividades em 2016. O programa educativo é objeto de pesquisa de doutorado que realizei a partir de 2025 no Programa de Pós-graduação em Museologia e Patrimônio da UniRio/MAST. Como curadora realizei exposições coletivas e individuais, dentre elas a do artista Paulo Nazareth denominada Faca Cega no Museu de Arte da Pampulha em 2018. Integro o Conselho de Administração do ICOM-BR e sou membro do Conselho Consultivo do Sistema Brasileiro de Museus IBRAM.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.