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PRONAC 2416633Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

BH É.KEN

BEATRIZ AYUMI WATANABE
Solicitado
R$ 850,8 mil
Aprovado
R$ 850,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-01-01
Término
2025-09-01
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

BH é.KEN é um projeto que visa a fruição cultural através do formato festival de artes integradas tendo como foco a música. Durante 3 dias propõem a democratização do acesso à cultura nas suas variadas formas (grafite, dança, performances, moda), tendo como valores diversidade, sustentabilidade e inclusão. A inovação está no estúdio de vidro para composição musical em meio ao Parque Municipal de Belo Horizonte.

Sinopse

Não se aplica. A curadoria será realizada após aprovação do projeto juntamente com a empresa captadora.

Objetivos

Objetivo Geral Fomentar e valorizar a música e as artes visuais urbanas de Belo Horizonte e do Brasil, oferecendo uma plataforma de expressão para artistas emergentes e promovendo a inclusão social e cultural, com foco na sustentabilidade e na democratização do acesso à cultura. Objetivos Específicos 1- Realizar 3 dias de festival com mais de 20 atividades culturais diversificadas, incluindo apresentações musicais, performances artísticas e talks;2- Promover 12 horas de acampamento de composição e produção musical, incentivando a criação colaborativa entre artistas urbanos;3- Oferecer 20 atrações musicais, distribuídas entre os gêneros funk e hip hop, em dois palcos simultâneos;4- Organizar 2 talks com 4 palestrantes, abordando temas relacionados à música urbana e à sustentabilidade na produção cultural;5- Montar 2 murais coletivos de grafite, criados por 6 artistas visuais durante o festival;6- Realizar uma feira de exposições, com a participação de 20 expositores, promovendo a economia criativa local;7- Garantir acessibilidade e inclusão social por meio de políticas de ingressos acessíveis, incluindo meia-entrada, entrada solidária e gratuidade para pessoas trans;8- Destacar a sustentabilidade do evento, utilizando estruturas recicláveis e energia limpa, além de promover a conscientização ambiental.

Justificativa

A cidade de Belo Horizonte é historicamente conhecida como um centro de inovação na cena musical brasileira. No entanto, assim como em muitos outros segmentos da sociedade, essa produção não é homogênea. Artistas emergentes, principalmente os provenientes de setores periféricos e marginalizados, lutam para encontrar plataformas de lançamento e expressão, espaços de reconhecimento e oportunidades de crescimento. A necessidade de festivais que valorem estes artistas e propiciem a inclusão e valorização dessas novas vozes protagonistas é fundamental para o fortalecimento da diversidade cultural de Belo Horizonte. Com uma programação voltada para a arte urbana, o festival procura oferecer aos artistas independentes, sobretudo àqueles ligados à cena urbana mineira, a oportunidade de mostrar o seu trabalho, criar redes e fazer conexões valiosas. O festival "BH é.Ken" destaca e valoriza a produção artística e musical urbana de Belo Horizonte e do Brasil, oferecendo visibilidade e espaço para que possam divulgar o seu trabalho tendo em vista a quantidade de festivais musicais que vem sofrendo diversas dificuldades de manutenção: de um lado um público cansado de pagar ingressos absurdamente caros, do outro empresários que estão num mercado inflacionado com cachês de artistas mainstream e do outro artistas independentes que não tem espaço para disputar com grandes artistas da cena nacional. O projeto supre essa lacuna, promovendo um festival com diversos segmentos culturais integrados (artes visuais, dança, empreendedorismo, formação, fruição) com ingressos a preço popular (entre 30 e 50,00), curadoria especializada em descobrir novos talentos, talks sobre temas importantes para a formação de carreira, atividades de conscientização ambiental e outros. Metade da arrecadação da bilheteria será revertida para realizar uma ação de imersão formativa com artistas independentes que não tem condições de alavancar a carreira, nessa imersão teremos profissionais renomados na cena musical para mentorear esses artistas - os artistas serão escolhidos através de um edital de chamamento público gratuito. A valorização do espaço urbano é outra forte justificativa para a realização do Festival BH É. Ken. A experiência do Festival BH É. Ken é mais do que apenas performances artísticas. Além da programação musical atraente, o evento utiliza a arte como uma ferramenta de engajamento e educação. Com palestras, rodas de conversa e oficinas, o festival busca promover o encontro de ideias, incentivar o diálogo profundo sobre diversos temas da cultura e contribuir significativamente para a formação de um público consciente e crítico. O Festival BH É. Ken também foca na inclusão social e na democratização do acesso à cultura. Para tanto, propõe preços de ingressos acessíveis, a oferta de meia-entrada, entrada solidária a preços reduzidos e gratuidade para pessoas trans. Essa prática visa a promover a diversidade e a inclusão, principais pilares que norteiam a proposta do festival. O projeto está em sua segunda edição (primeira realizada em 2024 com recursos da Lei Estadual de Incentivo a Cultura). Na 1 edição realizamos a construção de um estudio de vidro em meio a Parque Municipal, ação inédita na cidade de 10 horas de duração que contou com mais de 20 artistas, 5 músicas lançadas, mais de 10 composições, gravação de podcast e muita troca envolvida. Para a próxima edição vamos abrir o estúdio camping na sexta feira e finalizar no domingo, tendo o fim de semana como uma atração em que o público poderá ouvir as músicas sendo gravadas de uma cabine que será montada em frente ao estúdio. Outra ação será a confecção de uma coleção de roupas exclusiva para o projeto que resultará em um desfile no dia do lançamento de audição das músicas. Como forma de promover a continuidade de ações inovadoras e democráticas, acreditamos que o projeto tem um potencial de se tornar um evento calendarizado na cidade, sendo apenas possível com incentivo público. Em suma, a realização de um festival que valoriza a música urbana, oferece espaço para a criação e o intercâmbio de ideias, preocupa-se com o meio ambiente e compromete-se com a sustentabilidade, bem como fomenta a diversidade e a inclusão social, é de vital importância para a cidade de Belo Horizonte e para a cena cultural brasileira como um todo. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso as fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX _ Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o da Lei 8313/91): II - fomento a produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

O projeto "BH é.Ken" traz uma série de aspectos adicionais que reforçam sua relevância e potencial impacto, tanto no cenário cultural quanto social de Belo Horizonte: 1- Compromisso Ambiental: Além da utilização de materiais recicláveis e energia limpa para a infraestrutura do festival, o projeto inclui a conscientização ambiental como um dos pilares centrais. Durante o evento, serão promovidas campanhas de conscientização, como o uso responsável de resíduos e oficinas sobre práticas sustentáveis, alinhadas à proposta de um festival ecológico. 2- Diversidade e Inclusão: A proposta valoriza a representatividade, dando destaque a artistas de minorias sociais, como pessoas negras, mulheres e indivíduos LGBTQIA+, especialmente da cena urbana periférica. Isso garante que o festival seja um espaço de expressão para vozes historicamente marginalizadas, tanto na música quanto nas artes visuais. 3- Impacto na Economia Criativa: O festival se posiciona como um importante impulsionador da economia criativa local. A feira de expositores e a contratação de profissionais e fornecedores locais irão contribuir diretamente para a movimentação da economia cultural de Belo Horizonte, gerando oportunidades de emprego e renda para pequenos empreendedores e artistas. 4- Inovação Cultural: O festival oferece uma abordagem inovadora ao unir música, arte urbana e sustentabilidade. A criação do acampamento de composição musical (camp) dentro do evento é um diferencial que promove a colaboração entre artistas emergentes e profissionais experientes, resultando em novos produtos culturais que serão disseminados após o festival, ampliando seu impacto. 5- Autossustentabilidade: Embora o projeto conte com apoio inicial da Lei de Incentivo à Cultura, a intenção é que ele se torne financeiramente autossustentável em edições futuras, por meio da geração de receitas advindas de ingressos, patrocínios e merchandising. Essa estratégia reforça a viabilidade e continuidade do festival a longo prazo. 6- Relevância Regional e Nacional: Além de ser um marco cultural para a cidade de Belo Horizonte, o festival tem potencial para atrair público e artistas de outras regiões do Brasil, fortalecendo o intercâmbio cultural entre estados e projetando a capital mineira como um polo de inovação e referência na cultura urbana.

Especificação técnica

1. Acampamento de Composição – é.estudio - Descrição: Espaço para a criação musical colaborativa entre artistas, produtores e DJs. O acampamento ocorrerá durante 3 dias, totalizando 30 horas em um estúdio de vidro montado no local do festival. Além do estúdio, teremos um espaço de descompressão integrado com tomadas para carregar o celular, mobiliários para descanso e outros. - Duração: 30 horas de imersão musical, com início no primeiro dia do festival. - Material: Equipamento de som profissional (controladoras, microfones, caixas de som, cabos), computadores com softwares de produção musical, estrutura sustentável com materiais recicláveis. - Foco na colaboração e na troca de conhecimento entre artistas independentes e profissionais mais experientes, promovendo a criação de fonogramas que serão posteriormente lançados digital e fisicamente. 2. Talks – Painéis de Discussão - Descrição: Dois painéis de discussão com 2 palestrantes cada, abordando temas como a indústria musical, produção cultural e sustentabilidade. As talks acontecem paralelamente às atividades do festival. - Duração: 2 talks de 2 horas cada, totalizando 4 horas de conteúdo. - Material: Palco com mesa para os palestrantes, cadeiras para a plateia, microfones, projetores e sistema de som. - Estímulo ao diálogo entre público e especialistas sobre o cenário cultural e musical urbano, visando a capacitação dos participantes e troca de experiências entre profissionais da área. 3. Palco Verdin – Hip Hop - Descrição: Palco dedicado a 10 artistas de hip hop, proporcionando 10 apresentações musicais ao longo de 2 dias. O foco é na valorização da cultura urbana e artistas locais. - Duração: 5 horas diárias de shows, totalizando 10 horas. - Material: Equipamento de som e iluminação de alta qualidade, cenografia em material reciclável, estrutura de palco com cobertura e espaço para o público. - A música como ferramenta de transformação e inclusão, destacando o papel do hip hop na educação e no desenvolvimento social de jovens de áreas periféricas. 4. Palco 150 BPM – Funk - Descrição: Palco com programação voltada exclusivamente ao funk, com 10 artistas e DJs se apresentando ao longo de 2 dias. O nome faz referência à batida rápida característica do estilo musical. - Duração: 5 horas diárias de shows, totalizando 10 horas. - Material: Equipamento de som especializado para funk, iluminação dinâmica, estrutura de palco reforçada, com espaço para interações entre artistas e o público. - Projeto Pedagógico: Além da celebração musical, o funk é apresentado como uma expressão cultural das periferias, valorizando sua importância no contexto urbano e social. 5. Mural Coletivo de Grafite - Descrição: Produção de 2 murais coletivos de grafite, elaborados por 6 artistas visuais convidados, que irão criar obras ao longo dos 3 dias de festival. - Duração: Realizados ao longo dos 3 dias do festival, com interação com o público. - Material: Tintas spray, pincéis, rolos, lonas e painéis recicláveis para a criação dos murais. - A arte de rua como ferramenta de expressão e transformação social, incentivando a participação ativa do público no processo de criação artística e conscientização sobre o valor do espaço público. 6. É.Instalação – Feira de Exposições - Descrição: Feira com 20 expositores de diferentes áreas da cultura urbana (artesanato, arte visual, moda, entre outros), selecionados por edital público. - Duração: 8 horas por dia, ao longo dos 2 dias do festival. - Material: Estruturas modulares para os estandes, lonas, mobiliário básico, sinalização visual e sistemas de exibição. - Fomento da economia criativa local, oferecendo espaço para microempreendedores e artistas venderem seus produtos e dialogarem com o público, fortalecendo a cena cultural urbana. 7. Performances Variadas (Dança, Teatro e Circo) - Descrição: Apresentações performáticas de dança, teatro e circo, realizadas por 2 coletivos de dança e outras 5 performances variadas. - Duração: 1 hora para cada performance, com 3 performances diárias durante o festival. - Material: Equipamentos de som, iluminação básica e cenografia específica para cada apresentação. - Projeto Pedagógico: Promoção da diversidade de expressões artísticas, estimulando a participação do público e o intercâmbio cultural entre diferentes formas de arte urbana. 8. Transmissão Online - Descrição: Transmissão ao vivo de parte da programação do festival, incluindo shows, talks e outras atividades. Permitirá o acesso remoto ao evento. - Duração: 3 horas diárias de transmissão ao longo dos 2 dias. - Material: Câmeras, equipamentos de transmissão ao vivo, plataforma de streaming. - Ampliação do alcance do festival, democratizando o acesso para quem não pode estar presencialmente e oferecendo conteúdo cultural de qualidade de forma acessível.

Acessibilidade

Produto primário:Apresentação Musical Acessibilidade no aspecto arquitetônico: - Montagem de estrutura para pessoas com cadeiras de roda Item da planilha orçamentária: Praticaveis Acessibilidade para PCD auditivo - Serão disponibilizados intérpretes de libras em todas as apresentações. Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras Acessibilidade para PCD visual -Os vídeos de divulgação terão legenda descritiva Item da planilha orçamentária: Comunicação >> Social media Produto secundário - Festival ou festa popular (Somente estrutura) Acessibilidade no aspecto arquitetônico: - O local escolhido para a programação presencial deverá estar equipado com rampas de acesso e outros itens que colaborem com a autonomia de pessoas com deficiência física. Item da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade para PCD auditivo - Serão disponibilizados intérpretes de libras Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras Acessibilidade para PCD visual -Os vídeos de divulgação terão legenda descritiva Item da planilha orçamentária: Comunicação >> Social media Acessibilidade para PCD intelectual - Haverá disponibilização de monitor para atendimento a pessoas com deficiência intelectual nos dias de visita guiada Item da planilha orçamentária: Monitor Produto secundário - Contrapartida social Acessibilidade no aspecto arquitetônico: - O local escolhido para a programação presencial deverá estar equipado com rampas de acesso e outros itens que colaborem com a autonomia de pessoas com deficiência física. Item da planilha orçamentária: não se aplica. Acessibilidade para PCD auditivo - Serão disponibilizados intérpretes de libras Item da planilha orçamentária: Intérprete de libras Acessibilidade para PCD visual -Os vídeos de divulgação terão legenda descritiva Item da planilha orçamentária: Comunicação >> Social media Acessibilidade para PCD intelectual - Haverá disponibilização de monitor para atendimento a pessoas com deficiência intelectual nos dias de visita guiada Item da planilha orçamentária: Monitor

Democratização do acesso

A proposta de democratização de acesso do projeto "BH é.Ken" envolve diversas estratégias para garantir que o festival e seus produtos culturais sejam acessíveis ao maior número de pessoas, respeitando a diversidade social e econômica. As medidas incluem: Distribuição e comercialização dos produtos: O projeto oferece múltiplas opções de ingressos, incluindo meia-entrada para estudantes, pessoas com deficiência e idosos, além de entradas solidárias, que permitem a participação do público mediante doações de itens para instituições filantrópicas. Além disso, haverá gratuidade para pessoas trans, por meio de uma lista específica (Lista T), ampliando a inclusão de grupos historicamente marginalizados. Transmissão online: Para expandir o alcance do evento, parte da programação será transmitida ao vivo pela internet, incluindo apresentações musicais e talks. Isso permitirá que pessoas de outras localidades ou que não possam estar presencialmente no festival também participem das atividades. Oficinas paralelas: Além das atividades principais, o festival oferecerá oficinas culturais focadas em temas como produção musical, arte visual urbana e sustentabilidade. Essas oficinas serão gratuitas e abertas ao público, com o objetivo de fomentar o aprendizado e a capacitação de jovens e artistas emergentes. Como contrapartida para o financiamento recebido, o Festival BH É. Ken oferecerá um workshop com duração média de 3 horas, será gratuita para o público e visa promover o engajamento e a formação cultural da comunidade local. Os temas abordados enfocarão a criação musical, a produção de arte visual urbana e a conscientização sobre sustentabilidade. AÇÃO FORMATIVA DE CONTRAPARTIDA SOCIAL Conforme orienta o Art. 32, § 2º da IN 11/2024 será oferecido ao público: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas Teremos contratação de estagiários DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO Realizaremos ações formativas baseadas no empreendedorismo cultural, com acesso gratuito, como contrapartida social.

Ficha técnica

BEATRIZ AYUMI (PROPONENTE) - COORDENAÇÃO DO PROJETO Beatriz Ayumi Watanabe, de 27 anos, é graduanda em psicologia e formada em ballet clássico. Além de atuar como sócia-fundadora da IBI LITERRÁRIO, uma empresa social dedicada à distribuição de livros independentes, ela também desempenha funções importantes na produtora cultural Nonada Criações desde 2018. Beatriz tem uma sólida experiência na área cultural, destacando-se por organizar o BH STONE: Garagem Rock Festival em 2019, produzir o palco de rock da Virada Cultural de BH no mesmo ano, e participar da FLIPEI. Na interseção entre literatura e cultura, Beatriz foi fundamental na implementação da Lei Aldir Blanc em Mutum, Minas Gerais, colaborando na publicação de 9 livros de autores locais em 2020. Como uma das idealizadoras da Ibi Literrário, participou ativamente da FLIPEI em 2021, ministrando uma oficina literária. Além disso, envolveu-se em projetos internacionais, promovendo a literatura entre Brasil e Portugal na Feira do Livro do Porto em 2020. Paralelamente, sua paixão pela dança, iniciada aos 6 anos, a levou a conquistar prêmios em festivais nacionais, inclusive participando duas vezes do renomado Festival de Dança de Joinville. Beatriz agora planeja iniciar um projeto educacional por meio da dança com a Casa Lar da cidade, pós-pandemia - Formada em ballet classico pela Sheillas Ballet Piedade SP (2012); - Professora de dança para crianças da Casa Lar (São João del Rei MG) - 2017 - 2018; - Presidenta do Centro Acadêmico de Psicologia (UFSJ): 2018-2019; - Formada em gestão de tráfego online (2021); - Ensino superior Psicologia pela Universidade Federal de São João del Rei. - Produtora da LIVE da Rede de Apoio ao Circo - MG, 2021 - Diretora do Documentário Circo Show Marcos Frota, 2021 - Produtora do Festival online do Circo Show Marcos Frota, 2020 - Produtora do Festival online do Circo Kids - Mato Grosso, 2020 - Residência cultural (dança) em Porto, Portugal 2020 - Produtora do Festival online Le Cirque, 2020 - Diretora artística da IBI Literrário e Nonada Criações - Produtora de 500 vídeos aprovados na Aldir Blanc, Minas Gerais 2020 - Diagramadora de 9 obras publicadas na cidade de Mutum, MG 2020 - Aprovada no edital Aldir Blanc (dança) em Piedade, SP 2020 - Produtora cultural do BH Stone - Garagem Rock Festival 2019 - Produtora do Palco Acaiaca da Virada Cultural de Belo Horizonte 2019 - Produtora do Stand IBI Literrário na Feira do Livro do Porto, Portugal 2019 - Criadora de conteúdo como ilustradora e programadora - Editora e criadora do projeto Ibi Literrário - Produtora Executiva do artista Marcelo Tofani do selo musical A Quadrilha - Produção do show da dulpa “X Sem Peita” no Aniversário de Contagem. JIULIA TEREZA MARQUES DE CASTRO - COORDENAÇÃO LOGÍSTICA Jiulia Castro atualmente é sócia-fundadora da é cultural ltda empresa de produçao cultural com enfoque na produçao executiva e gestao de projetos. Conjuntamente atua como CFO da e-culth empresa de tecnologia cultural, que busca inovar no ramo da gestao de projetos. È também presidente da Ibi Associaçao Literrario que possui um trabalho impar no fomento a literatura independente. Alinhado ao trabalho desenvolvido também como produtora nas duas empresas. Atuou como idealizadora e coordenadora de produçao/logistica no Literaminas (2024) projeto aprovado na LEIC MG 2022; coordenaçao de produçao e palestrante da Zona Literária Independente (ZLI-LAB - 2023) projeto aprovado na Lei Municipal de Incentivo a Cultura de BH que teve como uma das açoes a realizaçao de uma feira independente de livros (ZLI Feira - 2024). Atua na coordenaçao de logistica e administrativo-financeiro do BH Stone: Garagem Rock Festival em todas as suas ediçoes, projeto também aprovado na Lei Municipal de Incentivo a Cultura de BH (2019, 2022 e 2024). Produção do show da dulpa “X Sem Peita” no Aniversário de Contagem (2023). Atuou como coordenaçao de logistica e administrativo financeiro do BH É KEN (2024) que ocorreu concomitantemente na Virada Cultural de BH. Além disso, outros projetos e produçoes de menor impacto foram realizados em conjunto com a profissional desde seu inicio na area cultural em 2017. SAMUEL CARRASCO LEAL - COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO Mestrado em Integração da América Latina - PROLAM - USP/ 2023 em diante Especialização em Gestão de Comunicação e Marketing - ECA-USP / 2021 Graduação em Comunicação Social - Rádio e TV - Faculdade Cásper Líbero / 2012 Teatro/ Ator - Célia Helena / 2014. Destaques: Nubank Gestor do projeto e Diretor Artístico dos conteúdos: Retail investors video (2021) Produção de Conteúdo em NY e SP (2021) e Lives NYSE e B3 (2021) Documentário Revolução Roxa (2022) // ainda sem data de lançamento Canal E! Direção geral, direção de arte e roteiro: Chamada Red Carpet Emmy Awards 2022, com a participação de John Drops, produzida pela Road conteúdo Chamada estreia Drag Me As A Queen, produzida pela Road Conteúdo Esquenta para People's Choice Awards 2022 No audiovisual: é.cultural (2023...) Diretor criativo e constultor audiovisual dos projetos culturais. Primetalk (2021 a 2022) Project Manager especializado em criação de grade de conteúdo e estratégia de marketing. SBT e Discovery H&H (2021) Roteirista no Programa Bake Off Brasil - Cereja do Bolo, apresentado por Dony de Nuccio. Popsulas Brasil (2021) Roteirista no programa do E! Online Brasil. Moodhunter (2018 a 2019) Produtor criativo de campanhas de programas e séries para canais como Sony, AXN, E!, Fox e Disney. Na literatura: Crônicas de um corpo em chamas (2022). Autor - lançado em Portugal durante a Zona Literária Independente. O ano em que desisti de mim (Amazon - 2020) Autor. Aurélio e o Grande Mistério (Giostri - 2017) Autor - Livro infanto-juvenil - Projeto que visa incentivar a leitura de textos teatrais por crianças, pais e educadores. No teatro: Pilotis Hub Cultural (2022 a 2023) Produção executiva de espetáculos teatrais. Museu Nacional [Todas as vozes do Fogo] (2022) Produção local temporada SESC Vila Mariana. Gilberto Gil - Música em Movimento (2022) Produção local do evento + show. Musical Elza (2018) Produção local do evento + show. Theatro Net SP (2014 a 2016) Gerência de operação da casa. Espera (2020). Autor e Diretor. Pela Janela (2020) Autor e Ator. Aurélio e o Grande Mistério (2017) Autor, Diretor e Ator. É como diz o ditado... (2017) Autor e Diretor.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.