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PRONAC 2416663Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

TROVOADA música e tecnologia ancestral

fabricio de jesus leal da costa
Solicitado
R$ 934,0 mil
Aprovado
R$ 934,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Carimbó
Ano
24

Localização e período

UF principal
PA
Município
Ananindeua
Início
2025-06-10
Término
2025-06-14
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

TROVOADA é um projeto que une resistência e celebração, formando um verdadeiro Trovão! É um Festival de Música que impulsiona a consciência coletiva que se levanta em defesa da Floresta e Rios da Amazônia. TROVOADA é um projeto cultural, sustentável e socioambiental que usa a força transformadora da percussão e dos ritmos amazônicos como fio condutor para promover a conscientização e a ação em prol da preservação ambiental. É música nas ruas e beiras de rios de Belém. Serão cinco dias de evento que seguirão uma programação de três dias voltados a oficinas, palestras, rodas de conversas, e dois dias de apresentações musicais, com abertura de um grande cortejo na Av. Presidente Vargas seguindo até a Dom Pedro I, em frente ao Museu de Arte Moderna, onde será o palco principal do Festival. Grupos de Carimbó, Mestras e Mestres da cultura popular amazônica serão prioridades na formulação do Line UP do Festival, como Mestra Nazaré Pereira e Mestre Nazaco Gomes (Trio Manari).

Sinopse

O festival será realizado ao longo de cinco dias intensos de música, arte e diálogos transformadores. A programação será dividida em: Programação do Conhecimento: A Criatividade na Amazônia Ancestral e Futurista. O Futuro é agora! - Oficinas de Percussão --- Do Fazer ao Tocar; - Oficina de Mulheres no Carimbó --- Dança, vestimentas e ritmos; - Oficina de Produção Cultural para Combate à Crise Climática; - Visita Presencial a Ilha de Cotijuba (para até 20 pessoas); - Palestra: O Futuro é Ancestral; - Palestra: Políticas Públicas para Cultura que impactam na proteção do meio ambiente; - Palestra: Os sons e ritmos que protegem a Amazônia. - Diálogos Ambientais – Mesas redondas e debates com especialistas em meio ambiente, lideranças comunitárias e artistas, propondo soluções práticas para a preservação da Amazônia, com o objetivo de criar um manifesto cultural-ambiental que será distribuído ao final do evento; Shows:- Conexão Ancestral – Com uma cerimônia de abertura para os shows que honrará os povos originários da Amazônia e as matrizes africanas, a TROVOADA começará com um cortejo de ritmos percussivos da cultura Amazônica, pelas ruas de Belém, simbolizando a união entre natureza e pessoas; Shows e Performances – Grandes shows com artistas e percussionistas locais e nacionais, onde o palco será um espaço de trocas culturais e de conscientização ambiental, com performances que integrarão ritmos amazônicos, por meio da técnica de vídeo mapping e projeções artísticas de imagens da floresta e das águas; Tecnologia e Acessibilidade – O festival contará com uma consultoria de acessibilidade cultural com rampas de acesso, tradução em Libras, audiodescrição e interfaces adaptadas para pessoas com baixa visão e autistas, área para cadeirantes, garantindo que todos possam vivenciar a experiência completa do evento, além da contratação de trabalhadores com deficiências físicas e neuroatípicas para atuarem na equipe técnica do evento.

Objetivos

Objetivo Geral Promover a defesa do meio ambiente, conectando música, arte, tecnologia e a cultura popular como ferramentas de sensibilização e conscientização. Através da celebração dos ritmos culturais de nossa região, busca-se engajar e mobilizar pessoas de diferentes lugares, promovendo uma conexão profunda entre comunidades, inspirando ações concretas de preservação da Amazônia, suas florestas e águas, utilizando a nossa cultura ancestral como um canal de transformação e união em prol da sustentabilidade e da Cultura Popular do estado do Pará. Objetivos Específicos Fortalecimento da Cultura Popular Amazônica _ Promover o intercâmbio cultural entre os povos da Amazônia, de outras regiões do Brasil, ressaltando a importância dos ritmos percussivos do Imenso estado do Pará como patrimônio imaterial e elemento de identidade, através da realização de 3 oficinas de percurssão com 2 Mestres locais e 01 Mestre do Maranhão; 02 oficinas de Carimbó para mulheres, com 02 Mestras locais e outra da Região de Marapanim; e mais 03 rodas de conversas com a temática da Cultura Popular da Amazônia brasileira; Promover a defesa ambiental _ Utilizar o festival como uma plataforma para conscientizar e mobilizar a sociedade na luta pela preservação da floresta e dos recursos hídricos da Amazônia; através de ações de recolhimento de materiais recicláveis, 02 oficinas sobre reciclagem e reutilização, e 01 visita guiadas na Ilha de Cotijuba conhecendo e reconhecendo na vivência sobre a importância do olhar e cuidado ambiental; Valorizar a cultura popular _ Celebrar e difundir os ritmos amazônicos e afro-brasileiros, reconhecendo sua importância como patrimônio cultural e meio de expressão de resistência - 05 Grupos de Carimbó e a participação de 5 Mestras e 5 Mestres do Carimbó; Fomentar o intercâmbio cultural _ Estabelecer pontes entre artistas e comunidades da Amazônia e de outras regiões do Brasil, promovendo diálogos interculturais sobre a preservação ambiental - Até 02 Grupos Nacional; Conectar arte e tecnologia _ Utilizar inovações tecnológicas para ampliar o alcance do festival, com transmissões ao vivo, plataformas digitais e tecnologias assistivas para tornar o evento acessível a todos; Elaborar propostas ambientais _ Reunir especialistas, lideranças comunitárias, artistas e o público para criar e divulgar propostas concretas de proteção ambiental, com enfoque na preservação das águas e da floresta - 02 pesquisadores; estudantes sobre a temática rios, florestas e condições ambientais na visita guiada na Ilha de Cotijuba; Fortalecer parcerias _ Estabelecer alianças com órgãos estaduais, municipais, universidades e a sociedade civil organizada, unindo forças para a realização e ampliação do impacto do projeto; Promover a educação ambiental _ Oferecer 02 oficinas como educativas voltadas para a conscientização sobre o meio ambiente, especialmente para jovens e crianças - parceria com duas escolas da rede pública de ensino e diálogo direto com a juventude periférica e ribeirinha (parceria com projetos); Apoiar as comunidades locais _ Valorizar e dar voz às comunidades ribeirinhas, indígenas e quilombolas, colocando-as no centro das discussões e ações de preservação - envolver até 03 projetos de cunho de proteção ambiental, cultura e mobilização social na para apresentar durante as palestras e rodas de conversas; Criar um manifesto cultural _ Coletar ideias e propostas geradas no festival para construir um manifesto passivo que será distribuído para autoridades, escolas e redes de ativismo ambiental - Realização de 01 Plenária geral para apresentação de trabalhos resultados das oficinas; cursos e rodas de conversas; Garantir a inclusão e a acessibilidade _ Contratação de até 10 pessoas para compor o quandro da equipe de trabalho do projeto, ocupando cargos nas equipes de produção; técnica, e comunicação. Tornar o festival acessível a todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência, e garantir a participação ativa de todos, sem exceções - libras em todas as atividades do conhecimento/ acesso de rampas e elevadores em toda a programação do Festival. Aqui entram pessoas com deficiências físicas e neuro atípicas.

Justificativa

Em um momento em que o meio ambiente clama por socorro e a Amazônia se torna palco de lutas entre a vida e a devastação, e a capital Belém se torna mundialmente conhecida como a Capital da COP-30, o TROVOADA emerge como um festival que abraça a causa socioambiental, através da valorização da nossa cultura ancestral para garantia de futuros. É um chamado para proteger nossas águas, nossas florestas e nossa cultura, através de diversas experiências sonoras, visuais, troca de conhecimento, e o batuque que conecta corpo-cidade-floresta-cuidado-amor-meio ambiente. Com uma proposta inovadora, o festival coloca a arte como ferramenta de resistência e transformação, entendendo que a conexão entre os povos da Amazônia e de outros cantos do país, não apenas pelo intercâmbio cultural, mas principalmente pela criação conjunta de propostas para defender o meio ambiente. Mais do que um festival, TROVOADA será uma rede de proteção viva, pulsante, que integra tradição e modernidade, ancestralidade e tecnologia, música e ação concreta. Com uma programação que une oficinas, palestras, rodas de conversas, em diversos espaços de Belém. O TROVOADA é um festival feito por produtores culturais ativistas da causas do meio ambiente, mas acima de tudo, feito por pessoas que acreditam na transformação social através da Cultura. E no corpo de sua programação, será composta por pessoas, coletivos, projetos, artistas, grupos, das vertentes que possuem em sua arte, uma responsabilidade social, afetiva, política e de cuidados com o planeta. Este projeto promove diálogo direto com todos os incisos que Art. da Lei 8.313/91, que rege o Programa Nacional de Apoio à Cultura, mas podemos destacar: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; são os incisos onde o projeto mais se enquandra. No entando, todos os incisos do Art. que rege a lei que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura, estão totalmente intrísecos a este projeto. A defesa da floresta Amazônica não é apenas uma bandeira, mas o próprio motivo que nos une. E é por meio da arte, da música e da cultura popular que este chamado se dá por meio de incentivo público federal, porque o Brasil quer cuidar da Amazônia através do impulsionamento de sua cultura popular.

Estratégia de execução

Este projeto tem o objetivo de valorizar artistas, produtores, performancers, etc, que ainda não estão no circuito dos grandes festivais, para intercambiarem juntamente com artistas já reconhecidos, Mestras e Mestres da cultura popular, numa verdadeira imersão e aprofundamento da cultura amazônica para proteção das nossas florestas e rios, de maneira real e orgânica, pensada por quem vive a Amazônia no dia a dia. Vale a pena frisar também que este é um projeto feito por Amazônidas para a Amazônia, isso facilita muito o nosso diálogo e a percepção do que deve ser feito em sua realidade quanto valorização da vida humana e sua natureza.

Especificação técnica

Todas as atividades do conhecimento acontecerão durante três dias, nos horários: - Oficinas: 9h às 12h - Rodas de Conversas: 16h às 18h - Palestras: 19h às 21h - Será servido café; almoço e lanche para que as pessoas possam ficar presentes durante toda a programação. - A vista presencial na Ilha de Cotijuba acontecerá no segundo dia da programação do Conhecimento e será para até 20 pessoas. - Plenária Geral com todos os participantes das atividades para apresentação de ideias e propostas para combate à Crise Climática. Intervalos e ao final das atividades teremos a apresentação de um artista musical ou performancer.

Acessibilidade

Garantir a inclusão e a acessibilidade – Contratação de até 10 pessoas para compor o quandro da equipe de trabalho do projeto, ocupando cargos nas equipes de produção; técnica, e comunicação. Tornar o festival acessível a todos os públicos, incluindo pessoas com deficiência, e garantir a participação ativa de todos, sem exceções - libras, audiodescrição, visita sensorial, legenda descritiva, em todas as atividades do conhecimento/ acesso de rampas e espaço especial para que deficientes em cadeiras de rodas participem de toda a programação do Festival. Aqui entram pessoas com deficiências físicas e neuro atípicas.

Democratização do acesso

Evento gratuito - palco aberto em Praça aberta (Praça do Relógio - Ver o Peso - Belém) Atividades do Conhecimento - oficinas; palestras; rodas de conversas, com inscrição prévia até a quantidade da lotação da localidade; Shows, palestras e oficinas serão gravadas e colocadas no canal do festival - até 30 dias após o Festival (ação pós evento).

Ficha técnica

Este projeto vem sendo pensado e proposto por dois produtores culturais de Belém, ativistas das causas culturais e sócio ambientais, que vivem a realidade da Amazônia no contexto da produção cultural no dia a dia da cidade. São eles: Lorena Saavedra: Produtora Cultural, formada em Comunicação Social, hab. Relações Públicas pela Universidade da Amazônia (PA). Especialista em Produção Cultural e Mídia pela UniJorge (BA), foi pesquisadora em Cultura e Sociedade através do Mestrado no Programa Pós Cultura da UFBA (BA). Cursos de Gestão Cultural pela UFBA e Itaú Cultural. Foi produtora responsável por três edições do projeto Boulevarte_Cidade Pras Pessoas; duas edições do Ver a Boia_Cultura e Gastronomia no Veropa; I Encontro Amazônico de Economia Criativa. Foi Diretora de Economia Criativa na Secretaria de Estado de Cultura PA, onde realizou os projetos “Parque Criativo”; “Cinema de Mulher”; “Carnaval da Criatividade Amazônica”; “Escutas Populares”, e realizou diversas oficinas sobre o Sistema Estadual de Cultura; Elaboração de Projetos e Produção Cultural. Foi técnica na Secretaria de Cultura da Bahia, onde esteve na coordenação da IV Conferência Estadual de Cultura da Bahia. É mentora em Produção Cultural e Empreendedorismo Criativo. Faz parte de movimentações em prol da Cultura e Meio Ambiente através do Fórum de Culturas do Pará; Amazônia Política Cultural. Criadora da Rede Coletivo Amazônia Criativa, que tem o objetivo de re-unir projetos e pessoas da cultura para fortalecimento de suas atividades. Acredita que a cultura é o principal meio para melhorias ambientais, sociais e econômica para todas as sociedades. Fabrício Lobo: é VJ, arte educador, ator, técnico em infraestrutura e elétrica, e produtor cultural. Fabrício Costa desenvolve a pesquisa Cores, Sons e Sensações, desde 2004, trazendo as texturas das florestas, das águas para a Cenografia e Iluminação Cênica com intervenções visuais por meio da Técnica de Vídeo Mapping, conceituando projetos que levam ao público as sensações do universo da Floresta Amazônica. É idelizador do projeto “Cores e Sensações do Círio de Nazaré”, patrocinado pela empresa Equatorial Energia onde desde 2021 realiza este projeto no encerramento do Círio de Nazaré. Fabrício também é idealizador do “Museu do Círio” que reproduz as cores e as sensações da história do Círio de Nazaré através de exposição. Viajou pela Amazônia Brasileira conhecendo 10 estados e em cada região, dialogando e trocando experiências com os músicos locais, mestres e mestras, atores e atrizes, entre outras vozes, buscando somar e mesclar essa visualidade e esta sensação. É pesquisador da Cultura Popular, por meio de instrumentos musicais exclusivos da Amazônia, como o Curimbó, feito de madeira rústica e de couro de boi, tradicional da região paraense. Atualmente dedica-se nos experimentos de criação de Vídeo Cenário, Vídeo performance, Vídeo Poesia. Unindo tecnologias aplicadas à cenografia física em teatro ou espaços cênicos! Músico, produtor cultural, performer, artista visual e vjing, há 20 anos no mercado, já trabalhou com grandes nomes da música como: Mônica Salmaso, Trio Manarí, Vitor Ramil, Boca Livre, Fafá de Belém, entre outros. Atuando como VJ - Vídeo Joker, criando e recriando formas inusitadas de cenografia digital, por meio da técnica artística de vídeo Mapping. Lorena Saavedra e Fabrício Lobo são coordenadores geral do projeto. São eles que vão indicar nomes para compor as oficinas, arte educadores e palestrantes para a etapa da Programação do Conhecimento, bem como de toda a programação artística musical. Irão fazer chamadas para composição de equipes para organização do projeto - produção e comunicação. Alguns nomes de artistas que estão nos planos para este projeto: Nazaré Pereira; Mestra Jesus; Boi Veludinho de Caratateua; Mestre Nêgo Rai; Mestre Nazaco Gomes (Trio Manari); Mestre Lourival Igarapé, etc., e um grupo do Maranhão e um grupo do Acre. Para oficineiros e palestrantes, vamos abrir uma pesquisa de pessoas que estejam efetivando projetos em comunidades quilombolas, indígenas, quilombolas e periféricas, juntamente com pesquisadores e estudiosos do centro de pesquisa da Universidade Federal do Pará.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.