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Assim, propõe-se a gravação do primeiro álbum do multi-instrumentista Demósthenes Júnior, que contará com a presença de 21 (na numerologia 2+1= 3) outros músicos, será produzido nos formatos, CD e Vinil, disponibilizado gratuitamente nas principais plataformas de áudio, com uma curta turnê de lançamento contemplando Belo Horizonte, Nova Lima, Congonhas e Itabira, esperamos um público direto de mais de três mil pessoas. A produção musical é de Rogério Delayon.
O projeto Trilogia do encontro é uma ode ao amor, à vida, uma obra poética, um depoimento lírico sobre o amor, mesmo que tenha curvas, subidas, e retas, mas paulatinamente vai dando sentido e maturidade aos homens e mulheres, nas escolhas que fazem nesta travessia. “O amor antigo vive de si mesmo, não de cultivo alheio ou de presença. Nada exige nem pede. Nada espera, mas do destino vão nega a sentença. O amor antigo tem raízes fundas, feitas de sofrimento e de beleza”, dizia Carlos Drumond de Andrade. Aqui as raízes estão em cada acorde, em cada nota musical.
Objetivo geral:Gravação e lançamento do primeiro álbum de música instrumental de Demósthenes Júnior, provisoriamente chamado "Trilogia do Encontro, que terá a produção de Rogério Delayon. Objetivos específicos: Produzir o Show de lançamento em Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro, com duração de 90 minutos.Realizar uma curadoria para criar a exposição cenográfica das fotografias do artista Demósthenes Júnior.Colocar em cena 21 músicos instrumentistas, bailarinos, bailarinas e cantoras.Gerar postos diretos e indiretos de trabalho, ampliando e divulgando o trabalho do músico instrumentista na cena cultural brasileira Música instrumental: "A trilogia do encontro" "Não consigo escrever poesia: não sou poeta. Não consigo dispor as palavras com tal arte que elas reflitam as sombras e a luz, não sou pintor... Mas consigo fazer tudo isso com a música..."Mozart A música instrumental parece a nossa alma falando, quando as palavras se perdem, existe ali uma conexão inexplicável, uma canção em cada momento, esperando para ser descoberta por quem sabe ouvir. A música tem um papel tão determinante em nossas vidas, que cada um compõe sua própria trilha sonora, e a vida vai sendo contada e cantada. Contudo, no cenário brasileiro, a música instrumental não está ao alcance de todos, porque estar ao alcance não significa, somente, estar nas mídias digitais, ou num show gratuito, significa ter sido introduzida na infância, através de uma educação voltada para apreciar a música instrumental, clássica, erudita, popular, o gosto é construído socialmente, por mais que o imaginário popular diga que cada um tem o seu, toda admiração é resultado da apropriação de sentido, que é um condicionamento externo ao indivíduo. E se a família não apresenta à criança este universo, tampouco a escola formal, dificilmente teremos formação de público, deixando os gostos sendo direcionados apenas pela música comercial que toca diariamente nas rádios, e são apropriadas culturalmente. Então, imaginem, um músico conceituado, reconhecido por sua técnica, com uma experiência belíssima de mais de quatro décadas numa orquestra sinfônica, numa filarmônica, também resultado desta estrutura social, preservou entre os seus guardados, canções de amor, a sua trilha sonora, da sua vida, onde cada nota do seu Cello, o lado abstrato da música, revela um capítulo do filme, rasgando o tempo e a história não contada, verbalmente, é claro. E pode estar se perguntando, quem é este músico? Seria Mozart? Ele passou a vida no anonimato, carregava dois sonhos, ser amado pela mulher amada e ser famoso na sua terra natal e suas músicas só foram descobertas mundialmente pós morte. E não, não é Mozart, mas o Violoncelista Demósthenes Júnior, que neste projeto Trilogia do encontro, apresenta um conjunto de músicas instrumentais de sua autoria, que poeticamente contam encontros, desencontros e reencontros. O projeto Trilogia do encontro é uma ode ao amor, à vida, uma obra poética, um depoimento lírico sobre o amor, mesmo que tenha curvas, subidas, e retas, mas paulatinamente vai dando sentido e maturidade aos homens e mulheres, nas escolhas que fazem nesta travessia. "O amor antigo vive de si mesmo, não de cultivo alheio ou de presença. Nada exige nem pede. Nada espera, mas do destino vão nega a sentença. O amor antigo tem raízes fundas, feitas de sofrimento e de beleza", dizia Carlos Drumond de Andrade. Aqui as raízes estão em cada acorde, em cada nota musical. Assim, propõe-se a gravação do primeiro álbum do multi-instrumentista Demósthenes Júnior, que contará com a presença de 21 (na numerologia 2+1= 3) outros músicos, será produzido nos formatos, CD e Vinil, disponibilizado gratuitamente nas principais plataformas de áudio, com uma curta turnê de lançamento contemplando Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro, esperamos um público direto de mais de três mil pessoas. Sobre o Show: Com uma equipe de criação comprometida em dar a ambiência necessária para que o público tenha experiências sensoriais múltiplas, despertando o corpo para emoções que transcendem o racional e alcança as memórias afetivas.Neste sentido, é importante conhecer os nomes das composições, a escolha dos instrumentos para cada execução, com seus arranjos, graves e agudos, elas revelam a inocência do amor juvenil, passa pela ansiedade da adultez e sedimenta-se com a maturidade de homem que passa a compreender sua presença no mundo.No palco teremos duas canções, a de abertura e encerramento com vozes e a performance artística de bailarinos, a intenção é que o público sinta a música em todas as suas nuances provocativas. A iluminação e os elementos de cena terão papel fundamental neste ambiente afetivo, poético e musical. Serão 90 minutos de música, conduzida por uma orquestra de 21 músicos de um talento singular e técnica apurada, do clássico ao popular, do simples ao sofisticado, espera-se o envolvimento pleno da plateia. O cenário terá um fio condutor especial, o artista Demósthenes Junior possui um trabalho fotográfico muito singular, a forma e as coisas, aos olhos ligeiros parecem racionais, mas tomam formatos completamente abstratas e poéticas, permitindo que cada um, na insistência do sentir, conte sua própria história. Esta fotos estarão expostas num caminho construído da entrada do teatro, passando pelo foyer, conduzindo o público para o show. A arte insólita e necessária.
Justificativa cultural Que pode uma criatura senão,entre outras criaturas, amar?amar e esquecer,amar e malamar,amar, desamar, amar?sempre, e até de olhos vidrados, amar?Carlos Drummond de Andrade A vida não é uma conta matemática exata, aliás, somamos imperfeições e está aí a perfeição de tudo, as diferenças, os diferentes, nem sempre par, nem sempre ímpar, mas permanentemente em processo. O artista Demósthenes Júnior tem 62 anos de idade, e se perderia entre números, caso quisesse contar quantas vezes subiu ao palco com seu Violoncelo e ainda assim, cabe o de repente, o inusitado, a surpresa. Ele vai entrar em estúdio e viver a experiência de gravar um disco, dirigido por outro grande artista, Rogério Delayon, também multi-instrumentista, com muito chão debaixo dos pés, é a música unindo duas gerações. O álbum terá 12 faixas, 21 músicos, 2+1 é igual a 3, 12 músicas, 1+2, que também é 3. O número 3 na numerologia carrega a espiritualidade, criatividade, expansão, alegria, comunicação, interação social, a necessidade da expressão. O 3 é considerado um número sagrado e completo, pois delimita o triângulo, corpo, mente e espírito. O projeto Trilogia do Encontro completa uma trajetória artística, une criatividade, poesia e música, conta e canta, encontros e desencontros, mas conduz ao reencontro consigo mesmo, é preciso, em algum momento da vida, voltar-se para si mesmo e viver o primeiro amor, para entender todos os outros.A música instrumental pede mais espaço, pede um olhar mais atento, para que seja possível despertar novas plateias de admiradores formadores de opinião, que inspire outras gerações de músicos e ouvintes e siga atravessando e ressignificando a história da cultura brasileira. O projeto é este pedido de um olhar mais atento, a composição das músicas tem uma poética engendrada no simples, no cotidiano rotineiro das pessoas, mas ao mesmo tempo, por ser música instrumental, tem uma sofisticação ímpar, é como se dissesse que tudo é dual, tem sempre dois lados, que não são opostos, mesmo que conflitantes. É um show que intenciona surpreender o público e cativar novos públicos, jovens, adultos, idosos, afinal todos nós temos uma história de amor para contar.A circulação de 21 músicos com equipe de produção não é uma tarefa fácil, a começar pelo transporte dos instrumentos, então, escolhemos 3 grandes capitais, como ponto de partida, para experimentar a logística, perceber as necessidades e a resposta do público, com a possibilidade de contratar músicos locais. O álbum será impresso em CD e Vinil, o lado nostálgico e a necessidade de preservar a memória do fazer artístico, despertando os jovens para conhecer como era feito antes que as redes sociais tomassem conta do planeta. E por fim a importância de disponibilizar nas plataformas digitais, este diálogo inevitável com o novo.Espera-se que o projeto alcance um público significativo e provoque novos projetos, novas ideias e sigamos em movimento, e seguir em movimento exige música.
não se aplica.
serão impressos 100 vinis e 1000 CD's
Apresentação musical / gravação de CD ( produto principal) acessibilidade física: espaços com rampas de acesso, lugares reservados para cadeirantes e pessoas com obesidade, o mesmo no estacionamento, banheiros adaptados.acessibilidade visual: audiodescrição antes de cada showacessibilidade auditiva: interprete de libras em todos os shows, irão inclusive traduzir em 3 momentos, onde haverá música cantada.acessibilidade intelectual: contratação de PCD especializado em acessibilidade
Os shows serão gratuitos, com ingressos pelo Symplareservadas as cotas: 1. 10% para LGBTQIA+2. 10% Quilombolas e indígenas3. 10% para professores de Artes Como o projeto é gratuito, a normativa libera da execução de contrapartida social
Demósthenes Ferreira Gomes Júnior ( proponente e músico instrumentista) Data de nascimento: 08/12/1962 E-mail: demosthenescello@gmail.com Natural do Rio de Janeiro, é violoncelista, violonista, compositor e arranjador.Iniciou seus estudos de música em 1976 no Rio de Janeiro, estudando violão clássico, harmonia funcional e teoria musical com Antônio Carlos Lôbo e violão popular com Daniel Cardona, guitarrista do grupo de rock progressivo Módulo 1000.Nesse período estudou também na Escola de Música Villa-Lobos.Em 1982, iniciou os estudos de violoncelo no Palácio das Artes, estudando com Milton Cunha,e Hélio Magalhães. Estudou na Fundação de Educação Artística Harmonia Funcional e Contra-ponto com Rubner de Abreu e violoncelo com Cláudio Urgel.Integrou o naipe de tenores dos corais PUC-RJ, Escola de Música Pró-Arte (RJ), entre outros.Participou do IX CURSO INTERNACIONAL DE VERÃO DE BRASÍLIA (1984), estudando violoncelo com Zigmunt Kubala e prática de orquestra com Manuel Ivo Cruz, OFICINA DE MÚSICA III (1985), em Curitiba, estudando violoncelo com David Chew e música de câmara com Elisabeth Prosser e Iº SEMINÁRIO BRASILEIRO DE MÚSICA INSTRUMENTAL (1986) em Ouro Prêto, estudando violoncelo com Márcio Mallard e orquestração com Ricardo Gnatalli. É membro efetivo da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais desde 1988, onde se apresentou com diversos expoentes da música popular e erudita, como Antonio Meneses, Arnaldo Cohen, Nelson Freire, Mônica Salmaso, Milton Nascimento, Wagner Tiso, Cris Potter, Marcus Viana e Nana Caymmi, entre outros. Participou de tournée pelo Brasil com a ópera O Escravo, de Carlos Gomes, com produção de Fernando Bicudo e regência do maestro americano Eugene Kohn. Como violoncelista já trabalhou com Elomar, Leila Pinheiro, Gabriel Guedes, Juarez Maciel, Helvécio Viana, Andersen Viana, Juca Chaves, Rogério Leonel, Ligia Jacques e Carlos Lucena, entre outros.Como compositor, já apresentou seu trabalho na Sala Juvenal Dias (Palácio das Artes), no Teatro Francisco Nunes, no Teatro de Sabará com o Grupo Estalactite e na Associação Médica de Belo Horizonte no IV Ciclo de Música Contemporânea de Belo Horizonte.Como arranjador, trabalhou com o grupo de saxofones Minas-Sax em seu primeiro CD, Helena Pena, Foka Sena e Joca Libânio, entre outros.É diretor e violoncelista do Quarteto Ponteio (quarteto de cordas), onde executa arranjos de sua autoria sobre temas de Tom Jobim, Baden Powell, Edu Lobo, Altamiro Carrilho, Chico Buarque e Milton Nascimento, entre outros.Com o Quarteto Ponteio já se apresentou no projeto Praça Sete Instrumental, no Museu Abílio Barreto, na Casa Outono, no Festival de Jazz da Savassi e no Café com Letras do CCBB.Apresentou arranjo de sua autoria da música Solfejando, de Altamiro Carrilho para quarteto de violoncelos no INTERNATIONAL CELLO ENCOUNTER I (1995) no Rio de Janeiro na Sala Cecília Meireles com renomados professores de violoncelo do evento. Alexandre Martins de Barros ( músico instrumentista) Data de nascimento: 16/02/1974 E-mail: alexandremdebarros@hotmail.com Alexandre Barros começou sua formação musical junto a seu pai, Joaquim Inácio Barros. Prosseguiu seus estudos com Afrânio Lacerda, Gustavo Napoli, Carlos Ernest Dias e Arcádio Minczuk.Com o Quinteto de Sopros da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) ganhou o primeiro prêmio no V Concurso de Música de Câmara da instituição.Com o Trio Jovem de Palhetas, recebeu menção honrosa no concurso Jovens Solistas da Faculdade Santa Marcelina e o prêmio Jovem Solista da Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo). Recebeu ainda o prêmio Eleazar de Carvalho no Festival Internacional de Campos do Jordão.Como solista esteve à frente das orquestras Sinfônica de Minas Gerais, Sinfônica da UFMG, Sinfônica da UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto), Sesiminas, Filarmônica Nova e Filarmônica de Minas Gerais por duas vezes. De 1996 a 1997, Alexandre integrou a Osesp e, a convite do maestro Roberto Minczuk, atuou posteriormente como Primeiro Oboé da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto.Atualmente, além de atuar na Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, é professor do Centro de Formação Artística da Fundação Clóvis Salgado e mantém uma intensa atividade camerística. Alysson Rodrigues Ferreira ( músico instrumentista) Data de nascimento: 15/03/1985 E-mail: ambrosio45b@gmail.com Violista, natural de Brasília, começou seus estudos musicais em sua cidade natal, passando pelas classes dos professores Andre Nobre, Luiza Volpini e Glêsse Collet. Em 2007, já em Belo Horizonte, aprimorou seus estudos na Universidade Federal de Minas Gerais, cursando o bacharelado em Viola Clássica na classe do professor Carlos Aleixo Posteriormente seguiu seus estudos com os músicos Eliseu Barros, João Carlos Ferreira e Jovana Trifunovic.Como camerista, atuou com vários grupos locais e tocou em consagradas séries da capital mineira, como Jovem Músico BDMG e Segunda Musical.Como músico sinfônico, já acompanhou grandes músicos da música erudita e popular, como Mônica Salmaso, Lenine, Milton Nascimento, Rosa Passos, Toninho Ferragutti,e Eliane Coelho, entre outros.Tem grande papel como educador musical, preparando jovens para ingressar no curso superior de Música.Professor de viola e violino na escola Fábrica de Artes, em BH.É músico efetivo da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais desde 2014. Anderson Oliveira ( músico instrumentista) Data de nascimento: 23/01/1973 E-mail: cellodobrasil@gmail.com Anderson Oliveira é violoncelista natural de Belo Horizonte. Iniciou seus estudos de violoncelo no Palácio das Artes e se formou em violoncelo na Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG).Tocou com vários músicos mineiros de renome, como Toninho Horta e Célio Balona.Desde 2004 vem atuando também como professor, formando uma geração de jovens violoncelistas nas diversas escolas e projetos dos quais participou.Vive atualmente no Uruguai, onde trabalha com vários músicos independentes, integrando diversas formações musicais. Angélica Vianna ( músico instrumentista) Data de nascimento: 04/05/1970 E-mail: nangelica@gmail.com Mineira, Pós graduada pela Universidade de Indiana nos Estados Unidos com grau de ”Master in Music- Harp Performance” com a renomada professora Susann McDonald.Finalista do Concurso Norte Americano de Harpa Ann Adams, realizado em Baton Rouge, Estado de Louisiana, EUA. Angélica representou o Brasil em diversos Concursos e Congressos Internacionais de Harpa no exterior.Participou de Master Classes com os harpistas Isabelle Moretti ( Conservatoire du Paris), Marielle Nordmann (França), Mario Falcão (Portugal/EUA), Norma Rodrigues (São Paulo). Como instrumentista de orquestra foi convidada a participar de várias orquestras profissionais do Brasil e dos Estados Unidos, tendo sido Primeira Harpista da “Indiana University Harp Ensemble”.Participou de vários eventos solo organizados pela Produtora Empresarial Americana “Music Attractions”.Deu palestras em Festivais de Harpa em Williamsburg no Estado de Virgínia, USA. Lecionou como Primeira Assistente da renomada professora Susann McDonald no Curso Internacional de Férias em Bloomington, Indiana, e foi assistente da Prof. Elzbieta Szmyt no curso Pre-College de harpa da Indiana University no período de 1997 a maio de 2000.Lecionou a disciplina acadêmica “Harp Technology” do curso de Graduação e Pós-graduação da Indiana University nos EUA. Lecionou em diversos cursos de Férias no Brasil, com destaque ao Curso Internacional de Verão de Brasília e o Festival Vale do Café no Rio de Janeiro.Foi professora de harpa nos Cursos de Musicalização Infantil da Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Música Ernst Mahle em Piracicaba, Escola Municipal de Música em São Paulo e Professora convidada da Universidade Santa Marcelina em São Paulo.Trabalhou como Harpista principal da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo por 10 anos (entre janeiro de 2004 e março de 2014).Atualmente atua como harpista nas mais importantes orquestras brasileiras. Cláudio Nunes ( músico instrumentista) Data de nascimento: 05/02/1955 E-mail: cndmorais@uol.com.br Cláudio Colibri, violonista brasileiro, nascido em Belo Horizonte foi premiado aos 19 anos pelo Conservatório de Baía Blanca (Argentina). Participou como bolsista de Minas Gerais no VI Seminário Internacional de violão de Porto Alegre, nos anos 1970.Violonista profissional foi aluno formal e informal de violonistas clássicos, populares e de guitarristas flamencos, estudando com Nelson Piló (1972), José Lucena Vaz por um longo período e com Pepe Maya “Marote” (aulas de guitarra flamenca para baile – Madrid/2001).Fez aulas com Manolo Iglesias e Alberto Turina (1980), Pepe Habichuela (Madrid/2001), António Solera (1990), Ramon de Algeciras e Paco de Lucía (anos 1990), entre outros.É o precursor da guitarra flamenca em Minas Gerais (1985) e apresentou-se diversas vezes no tablado do La Taberna, com o grupo de dança espanhola Los del Rocio e vários outros artistas, além de ter se apresentado nos principais teatros de Belo Horizonte, “acompanhando” toque, canto e dança.Tocou em São Paulo, Rio de Janeiro e Madrid, entre outras cidades.Em 2018 se apresentou como guitarrista de flamenco no Teatro da Maçonaria no espetáculo “ O Flamenco no Cinema: uma homenagem a Carlos Saura”, com grande elenco e roteiro e direção de Mila Conde. Sylvia de Barros Klein Bronk ( cantora lírica) Data de nascimento:30/07/1967 E-mail: sylviadbklein@gmail.com A cantora brasileira Sylvia Klein descobriu-se como cantora com o maestro Luciano Lima no Coral Monlevade, onde permaneceu integrante do coro por seis anos.Em Belo Horizonte estudou canto com Eládio Perez na Fundação de Educação Artística e com o professor Amin Feres no Conservatório da UFMG. Paralelamente participou do Coral Ars Nova sob a regência de Carlos Alberto Pinto Fonseca por seis anos.Em Dusseldorf, na Alemanha estudou com L. Stano (Polônia), Stan Unruh (EUA) e com Stephen Bronk (EUA).Sendo uma das mais versáteis cantoras brasileiras de sua geração, debutou como Valencienne na opereta A Viúva Alegre (Franz Lehar), cantou Musetta na ópera La Bohéme (Puccini), Zerlina na ópera Don Giovanni (Mozart) e Micaela na ópera Carmen (Bizet) sob direção de Bibi Ferreira e Rosina na ópera Il Barbiere di Siviglia (Rossini) com direção de Carla Camurati.Participou da tournée da ópera Lo Schiavo (Carlos Gomes) por São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Belém e São Luís do Maranhão.Interpretou a Narradora naópera A Procura da Flor, composta por Andre Mehmari.Cantou o Requiem de Mozart no Palácio das Artes regido pelo maestro Hernan Sanchez e o personagem Devaneio na ópera ”Vira-mundo-uma ópera contemporânea”.Em seu repertório sinfônico destacam-se suas participações no Requiem de Brahms, Stabat Mater, de Rossini e de Pergolesi, Nona Sinfonia de Beethoven, A Floresta do Amazonas, de Villa-Lobos e Carmina Burana, de Carl Orff, entre outras obras de igual calibre.Apresentou-se nos principais teatros do Brasil, como Palácio das Artes, Teatro da Paz, Teatro Nacional e Sala Cecília Meireles, sob a regência dos maestros Isaac karabtchevsky, Julio Medaglia, Roberto Duarte, Sílvio Viegas, Sérgio Magnani e Eugene Kohn, entre outros.Cantora de gêneros e estilos variados Sylvia tem se destacado pelas sempre elogiosas participações em concertos, cantatas e recitais passando também por Cole Porter e outros compositores de Jazz, além da Canção do Submundo (Kurt Weill/ Bertold Brecht).Estreou na 12º Bienal de Música Contemporânea Brasileira a A Sinfonia Breve para soprano, bandoneon e orquestra de Rufo Herrera, com o qual gravou em 2008 o CD Balada Para Un Loco com Quinteto Tempos.Segue difundindo a música de compositores brasileiros, como Villa-Lobos, Alberto Nepomuceno, Claudio Santoro e Lorenzo Fernandez, entre outros em salas de concerto como a Embaixada Brasileira em Berlin em excelentes concertos pela Europa.
PROJETO ARQUIVADO.