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PRONAC 2416681Autorizada a captação total dos recursosMecenato

DO CORDEL E DO REPENTE AOS SUCESSOS DA MPB

MARCOS ANTONIO DE QUEIROZ LUCENA
Solicitado
R$ 999,0 mil
Aprovado
R$ 999,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-12-20
Término
2026-12-31
Locais de realização (20)
Maceió AlagoasManaus AmazonasFeira de Santana BahiaSalvador BahiaFortaleza CearáJuazeiro do Norte CearáBrasília Distrito FederalSão Luís MaranhãoCampina Grande Paraíba

Resumo

Serão realizadas 20 apresentações, sendo 9 nas capitais dos estados do Nordeste (Natal, João Pessoa, Recife, Fortaleza, São Luiz, Teresina, Maceió, Aracaju e Salvador) e nos 6 municípios importantes da região Nordeste para a Literatura de Cordel, como Mossoró (RN), Campina Grande (PB), Guarabira (PB), Caruaru (PE), Juazeiro do Norte(CE) e Feira de Santana (BA), bem como nas grandes capitais receptoras da migração nordestina: Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Manaus (AM), Belém (PA) além do Distrito Federal em Brasília.

Sinopse

O projeto “DO CORDEL E DO REPENTE AOS SUCESSOS DA MPB” mapeia e levaaos palcos, estúdios e internet a imensa contribuição da Literatura de Cordel e do RepenteNordestino (Cantoria de Viola, Coco de Embolada e Aboio Poético) para a MPB, a exemplo doque ocorre com a poesia popular nordestina em relação à Literatura erudita, Artes Cênicas, ArtesVisuais, Audiovisual (Cinema) e outras linguagens artísticas da Cultura brasileira.Do “Pé-de-parede” expressão popular com que batizam a cantoria de viola, produzida nocalor das salas de reboco do Nordeste ou mesmo nos alpendres das casas de fazendas, dondesaem grandes obras que se eternizam na memória popular, através de versos feitos no calor dorepente e que são decorados pelo povo e recitados de geração para geração, ao longo de décadas,bem como são cantadas obras que se transformam em canções que entram no repertório degrandes artistas brasileiros ou inspiram composições próprias destes cantores e compositores daMPB.Este projeto reunirá em um show, com 20 apresentações nas nove capitais nordestinas, emmais seis cidades nordestinas importantes para a Literatura de Cordel e o Repente: Mossoró-RN,Juazeiro do Norte-CE, Teixeira-PB (berço da cantoria de viola), Caruaru e Campina Grande),mais cinco capitais que são os principais núcleos de recepção da migração nordestina, no Sudestee no Norte do País: Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belém do Pará e Manaus.Além disso, o conteúdo do espetáculo será registrado em um Songbook e o projeto teráprograma impresso com QR-CODE de cada música e será disponibilizado na internet.O repertório contemplará composições do proponente, além de músicas compostas porícones da Literatura de Cordel e do Repente, gravadas por grandes nomes da MPB e composiçõesde Chico Buarque, Alceu Valença, Zé Ramalho e Ednardo produzidas a partir de motivos e estilosde versar da poética nordestina.São composições como TRISTE PARTIDA, de Patativa do Assaré, consagrada na voz deLuiz Gonzaga; SINA e VACA ESTRELA E BOI FUBÁ, do mesmo Patativa, sucessos gravadospor Fagner; MULHER NOVA, BONITA E CARINHOSA, de Otacílio Batista, com arranjos deZé Ramalho e gravada por Amelinha; ROMANCE DA BELA INEZ, de autoria de AlceuValença, composta na estrutura poética do Martelo Agalopado, estilo próprio dos violeirosrepentistas nordestinos e gravada por ele próprio; ESSES DISCOS VOADORES, de autoria do repentista Oliveira de Panelas, gravada por Teca Calazans e Zé Ramalho; CANÇÃO DAFLORESTA, canção nordestina do poeta repentista Sebastião Dias, gravada por Fagner e ZéRamalho; NOITE ENLUARADA, obra do violeiro potiguar Eliseu Ventania, conhecido noNordeste como “O rei das canções”, consagrada na voz de Fernanda Takai, da Banda Pato Fu.,que originalmente tem o título de SERENATA SERTANEJA e que foi muito divulgada pelasCEGUINHAS DE CAMPINA, sem citação do autor, mas é gravada também em LP pelo próprioEliseu Ventania. É composta em versos dodecassilábicos, com rimas intercaladas nos versospares; O estrondoso sucesso NORDESTE INDEPENDENTE, de Ivanildo Vila Nova comarranjos de Bráulio Tavares, gravado com grande repercussão por Elba Ramalho e NATUREZA,e BEIRA-MAR SOLETRADO, do mesmo autor, duas composições gravadas por Xangai;PARATODOS e VIOLEIRA, de Chico Buarque, são obras de sua autoria, cantadas emtoadas inspiradas na cantoria de viola nordestina e PAVÃO MISTERIOSO, composição inspiradano famosíssimo O ROMANCE DO PAVÃO MISTERIOSO, que foi tema de novela, compostapor Ednardo, inspirada no clássico romance do cordelista José Camelo de Melo Resende; OCANTADOR DOS 4 CANTOS, GALOPE PSICORDÉLICO e COQUEIRO DA BAHIA, dopróprio Marcus Lucenna, SERENATA NA MONTANHA, de Eliseu Ventania, COLUNAPRESTES, de Crispiniano Neto e MEU BRASIL DE CANTO A CANTO de Antonio Francisco,três membros da Academia Brasileira de Literatura de Cordel, também são outras obras dorepertório do projeto.O show percorrerá vinte cidades e neste trajeto o projeto distribuirá programas com músicasque podem ser reproduzidas em QR-CODE, com percentual de cópias do programa em Braille,com participação de tradutores em Libras durante os espetáculos e a distribuição de umsongbook, com 20% dos exemplares para escolas públicas.O Songbook é um Livro-álbum, de capa dura, impresso papel couchê, policromia, com QR-Code de todas as músicas; com músicas gravadas em DVD, anexo, PARTITURAS, CIFRAS,LETRAS de todas as faixas e explicação técnica sobre a ESTRUTURA POÉTICA de cada umdos gêneros poéticos correspondentes às faixas desta pesquisa (Sextilhas, Toada de Sete Linhas,Mote de Sete sílabas, Mote em Decassílabo, Martelo Agalopado, Galope à Beira-Mar, OitavãoRebatido, Canção, etc.); Breves biografias e retratos dos poetas autores das LETRAS e das MÚSICAS e dos CANTORES e COMPOSITORES que adaptaram as músicas;

Objetivos

OBJETIVO GERAL:Fazer um resgate da contribuição da Literatura de Cordel e do Repente Nordestino para a Música Popular Brasileira, através apresentações musicais que devem circular por vinte municípios, criação de um Songbook e um vídeo documentário a ser disponibilizado na Internet sobre a influência da cultura nordestina na cultura brasileira. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Registrar em um show as vinte principais composições musicais brasileiras derivadas da poesia nordestina ou nela inspiradas, que se transformaram em sucessos nas vozes de grandes nomes da música brasileira; 2. Disponibilizar para a comunidade nordestina, dentro e fora da região, em vinte espetáculos, sua memória poético-musical diluída no contexto da música brasileira, contribuindo para o identitarismo dos nordestinos e dos seus descendentes com suas raízes musicais; 3. Registrar em Songbook, com gravação fonográfica destas composições e as devidas partituras e cifras, além de documentário que possa contribuir para estudos sobre a relação da cultura brasileira em geral, com as raízes da cultura nordestina; 4. Contemplar as redes públicas de ensino disponibilizando 20% dos ingressos para alunos e professores de escolas públicas nas cidades contempladas; 5. Contemplar ações de inclusão, através da atuação de intérpretes de Libras durante os espetáculos, da garantia de acessibilidade para cadeirantes ao espaço do evento e de inclusão, no programa do espetáculo, de QR-CODES das músicas cantadas para que as pessoas com deficiência visual possam ouvir o repertório através do celular, bem como a impressão de um percentual dos programas do evento em Braille.

Justificativa

Diariamente escutamos na mídia ou vemos e ouvimos em shows, sendo executadas músicas que vêm da Literatura de Cordel e do Repente Nordestino, mas a maioria absoluta dos ouvintes, mesmo entre nordestinos das novas gerações, não identifica a relação entre música e poesia e, mais especificamente, desta poesia popular que tem um incomensurável espectro artístico-cultural, com larga intersecção entre mundo musical e o mundo poético. Luiz Gonzaga foi um dos maiores músicos do Brasil e sua obra é vastíssima, beirando as mil músicas gravadas. Muitos são os sucessos da sua carreira de mais de meio século, mas inegavelmente, Triste artida, uma peça musical longa para os padrões das músicas gravadas foi um dos seus maiores sucessos em shows e em rádio. Ele próprio divulgava que a obra era da lavra do poeta cordelista e que no começo da carreira foi também violeiro repentista, Patativa do Assaré. De Patativa também são composições como SINA e VACA ESTRELA E BOI FUBÁ, ambas gravadas gravada por Raimundo Fagner. A música NORDESTE INDEPENDENTE, consagrada como uma das mais divulgadas na época da redemocratização, na voz de Elba Ramalho, é de autoria do violeiro Ivanildo Vila Nova, com arranjos de Bráulio Tavares. Da lavra de Ivanildo Vila Nova é também BEIRA MAR SOLETRADO e NATUREZA, gravadas por Xangai. O Projeto "DO CORDEL E DO REPENTE AOS SUCESSOS DA MPB" visa levar ao palco, à internet e às escolas públicas de estados nordestinos e cidades receptoras da migração nordestina, um resgate da música brasileira através de sucessos de importantes intérpretes que consagraram obras do nosso cancioneiro, oriundas ou inspiradas na Literatura de Cordel e/ou no Repente nordestino. A Poesia Popular Nordestina com seus cordelistas e cantadores tem sido a fonte onde bebem alguns dos mais importantes ícones da Cultura brasileira em diversas linguagens artístico-culturais, como Literatura, Artes Visuais, Artes Cênicas, Audiovisual, etc. Não poderia ser diferente com a Música. O que falta é um trabalho como este, que venha compilar esta grande contribuição, que traga o devido reconhecimento. Escritores como Jorge Amado, Graciliano Ramos, José Lins do Rego, Mário de Andrade, Ariano Suassuna, Câmara Cascudo e tantos outros, beberam na fonte da Literatura de Cordel e de outras expressões da poética popular nordestina para produzirem obras eruditas que compõem o que há de melhor na Literatura brasileira. Na Dramaturgia, nomes do porte de Ariano Suassuna (PB - PE), Bráulio Tavares (PB _ RJ), Lourdes Ramalho (PB), Oswald Barroso (CE), Racine Santos (RN) Amir Haddad (RJ) e outros; cineastas e documentaristas, como Glauber Rocha (BA), Luis Carlos Barreto (RJ), Guel Arraes (RJ), Dias Gomes (BA), todos beberam na fonte da Poética nordestina para produzir importantes obras do teatro e do Cinema. Mais recentemente novelas e séries de TV buscaram inspiração no universo da poesia popular e as Escolas de Samba, como a Imperatriz Leopoldinense, premiada em 2023 com temática baseada em romance de Leandro Gomes de Barros, fundador da Literatura de Cordel, também têm procurado construir enredos com base em temas desta literatura de origem nordestina. Ícones das artes plásticas brasileiras buscaram inspiração da temática da Literatura de Cordel e nos traços da Xilogravura. Artistas plásticos, pintores, xilógrafos, escultores que trabalham para a Literatura de Cordel ou nela inspirados, como Samico (PE), Jô Oliveira (DF) e Dorian Gray Caldas (RN), entre outros. Os mais diversos estilos e gêneros da Música brasileira receberam influencias da Literatura de Cordel e da cantoria de repente, MPB, o Forró, o Rock, o Rap e até o Mangue Beat. Importantes artistas da música brasileira, trabalharam a partir da inspiração nordestina, como Luiz Gonzaga, Elino Julião, Jackson do Pandeiro, Raul Seixas, Gilberto Gil, Nando Cordel, Chico César, Moraes Moreira, Cordel do Fogo Encantado, Zé Ramalho, Amelinha, Elba Ramalho, Teca Calazans, Xangai, Elomar, Quinteto Violado, Alceu Valença, Flávio José, Alcimar Monteiro, Ednardo, Zeca Baleiro, Gabriel o Pensador, Vital Farias, Silvério Pessoa, Jessier Quirino. Morais Moreira, contou em livro sua própria história em forma de Cordel e até Chico Buarque aproximou-se da Literatura de Cordel, em A Violeira e na música Paratodos. Raul Seixas, Marinês, Belchior, João do Vale, todos beberam na fonte do Cordel do Repente. Ademais, este projeto é um resgate e reconhecimento deste patrimônio cultural imaterial do Brasil que é a Literatura de Cordel conforme determina a Lei 12.198/2010, e além disso, apresenta uma identificação estreita com os incisos I, II e VIII do art 1º da Lei Federal nº 8.313/91 (I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.)

Estratégia de execução

Cabe ressaltar as capitais receptoras de imigrantes do povo do Nordeste e o quantitativo de nordestinos e seus descendentes: 16. São Paulo – Região Metropolitana: 4 milhões17. Rio de Janeiro – Região metropolitana: 2 milhões18. Brasília – Distrito Federal e entorno: 1,5 Milhão19. Manaus – 1 milhão20. Belém do Pará – 700 mil

Especificação técnica

APRESENTAÇÃO MUSICAL (Produto Principal) - A programação musical do projeto, em cada cidade, conterá as seguintes atividades: Apresentações artísticas de abertura com artistas locais; Show principal com o artista Marcus Lucenna.

Acessibilidade

Serão garantidos todos os recursos para garantir todas as formas de acessibilidade e de conteúdo nas diferentes atividades do projetos, conforme segue: Acessibilidade FísicaSerão instaladas rampas de acesso de estrutura removível, onde não houver, para garantir que pessoas com mobilidade reduzida possam acessar todas as áreas do evento, incluindo palcos, sanitários e áreas de alimentação. Os locais terão sinalização visível e tátil com o uso de placas com letras grandes e em braille, além de sinalização em alto-relevo para orientar os visitantes. Será garantido que as rotas de acesso estejam livres de obstáculos, como mesas ou equipamentos, para facilitar a locomoção.Acessibilidade para Deficientes VisuaisPoderão ser disponibilizados profissionais treinados para auxiliar pessoas com deficiências visuais, oferecendo orientações sobre o espaço e as atividades do evento, bem como recursos de audiodescrição para as apresentações, permitindo que o público entenda melhor o que está acontecendo no palco. Outro recurso que poderemos utilizar é a tecnologia assistiva que se pauta na utilização de aplicativos ou dispositivos que ofereçam navegação sonora dentro do evento.Acessibilidade para Deficientes AuditivosA disponibilização de intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) em todas as apresentações e próximo às exposições. Ainda poderemos implementar sistemas de legendagem em tempo real para shows e eventos, garantindo que a comunicação seja acessível, além disso serão fornecidos materiais informativos impressos que possam ser lidos por pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Acessibilidade para Deficientes intelectuaisSerão fornecidas informações sobre o evento de forma clara e em diferentes formatos (textos simples, vídeos, ilustrações) e ainda será criado um ambiente acolhedor, com sinalização adequada e profissionais treinados para atender a pessoas com deficiência intelectual. Será considerada a criação de um espaço com estímulos reduzidos, onde pessoas com deficiência intelectual possam se retirar, caso se sintam sobrecarregadas durante o evento; nesse local poderá ter atividades que incentivem a participação de todos. O projeto prevê atendimento preferencial a pessoas idosas, com idade igual ou superior a 60 anos, gestantes, lactantes, pessoas com criança de colo e pessoas com necessidades especiais, estabelecendo políticas que garantam a inclusão e o respeito a todos os participantes, promovendo uma cultura de respeito e diversidade. O projeto atende inclusive ao Art. 25 da IN 01/2023, a Lei n.º 13.146, de 6 de julho de 2015, o Decreto n.º 9.404, de 11 de junho de 2018, a Norma ABNT-NBR-9050/2020 e suas atualizações. Observação: Todo material de divulgação dos produtos culturais gerados pelo projeto irá conter informações sobre a disponibilização das medidas de acessibilidade adotadas para o produto.

Democratização do acesso

O projeto conta com uma programação que atende a diversos interesses e faixas etárias, incluindo apresentações musicais para adultos e crianças. Serão envidados esforços para divulgação das apresentações musicais em campanhas de divulgação que alcancem comunidades menos favorecidas, utilizando redes sociais, rádios comunitárias e outros meios de comunicação para garantir que todos saibam sobre os shows. Na estratégia de comunicação para viabilizar o sucesso deste projeto cultural, estão previstas ações que visam sensibilizar o público a que se destina o presente projeto cultural. Será realizada uma reunião com professores de Artes e Língua Portuguesa, buscando envolvê-los nos objetivos do projeto, através da missão de sensibilizar os estudantes para o projeto. Além deste primeiro momento de lançamento do projeto, quando o show estiver pronto, haverá um show destinado a estes professores com a finalidade de envolvê-los cada vez mais na tarefa de mobilizar os alunos. O show será precedido de uma aula-espetáculo com violeiros repentistas que mostrarão os diversos estilos e gêneros de cantoria de viola e os ciclos da Literatura de Cordel, fazendo a conexão de cada um deles com as músicas que constam do repertório do projeto: 1. Reunião com professores para divulgação na rede municipal de ensino dos municípios; 2. Contratação de uma assessoria de imprensa que trabalhará enviando releases para a imprensa e alimentando o site que será criado exclusivamente para divulgação do projeto e cumprirá o papel de articulação com a mídia, agendando entrevistas com os artistas envolvidos e com a direção do projeto; 3. Criação de um site para divulgação do evento e comunicação com os interessados; 4. Card de divulgação nas mídias sociais e nas redes de apoiadores do projeto, especialmente o público nordestino e a comunidade estudantil; 5. Cartaz físico para afixação nas escolas, com vistas à divulgação junto ao público jovem, especialmente das escolas que serão contempladas com cotas de ingressos; 6. Distribuição de panfletos, em forma de folhetos de Literatura de Cordel, a serem entregues na semana que antecederá os shows; 7. Inserções em rádio, em programas voltados para o público nordestino; 8. Trabalho de Clipagem de todas as matérias que forem veiculadas na mídia oficial e nas mídias alternativas para a composição de um registro do evento. Serão criados mecanismos de feedback para que os participantes possam opinar sobre a acessibilidade e democratização das apresentações, permitindo o aprimoramento contínuo das ações. Além disso, para garantir as medidas de democratização de acesso, os ingressos para as apresentações serão totalmente gratuitos, priorizando alunos da rede publica de ensino, possibilitando o acesso livre a todos os públicos, especialmente aos mais vulneráveis.

Ficha técnica

Marcus Lucena, mossoroense Marcus Lucenna lança em breve seu 16º álbum da carreira. O trabalho vem a público pelo selo Cellula, de Daniel Gonzaga, neto do Rei do Baião, que assina a produção do disco. Ele aposta não apenas no seu carisma, que cativa a todos por onde vai, mas também na sua biografia, marcada por muito trabalho e importantes reconhecimentos. Entre eles, o título de Cidadão Exuense, condecoração que recebeu no último dia 10 de dezembro na cidade-natal de Luiz Gonzaga (Exu-PE), cujo legado ele se dedica diuturnamente a levar para as novas gerações. Marcus Lucenna também detém os títulos de Cidadão Carioca e Fluminense. Cantor, compositor, poeta e músico por profissão, é conhecido como “O Cantador dos Quatro Cantos” pela sua trajetória no ramo artístico e andanças pelo Brasil. Sua jornada musical passa pelo pé de-serra e segue pelo brega, cantoria de viola, tango, rumba, lambada, chorinho e tudo mais que representa a alma do povo brasileiro e latino-americano. Além de radialista, é poeta, repentista e cordelista. Começou cantando no calçadão de Copacabana, onde com seu carisma e qualidade musical encantou cariocas e turistas. O primeiro LP (Cantolínia Psicordélica) veio em 1989, pela Polygram. O álbum foi gravado na companhia de grandes artistas da MPB, como Joca de Natal, Zé Américo e Severo do Acordeon. O disco foi o pontapé inicial para uma produção fonográfica que envolve 4 vinis e 11 CDs. Acumula na carreira diversas parcerias importantes. Musicou letras ou teve poemas musicados por nomes como Luiz Vieira, Mirabô, Capinam, Mario Lago Filho, Maria Rio Branco, Vicente Telles, Zé Lima, Roque da Paraíba, Edson Show, Chico Pessoa e Zé do Norte. No mais recente CD, Marcus Lucenna na Corte do Rei Luiz, lançado em agosto de 2018, contou com a companhia do poeta-cantador Maciel Melo. Mas além da trajetória musical, se destaca pelo engajamento em ações que valorizam e dão visibilidade ao seu ofício – a música e a poesia – e a cultura popular. No rádio, dirigiu e apresentou os primeiros programas regulares de forró em horário nobre no Rio, em emissoras como Imprensa FM e Tropical FM. Também esteve à frente dos programas “Nação Nordeste”, na Rádio Viva Rio, do Sistema Globo, e “Marcus Lucenna – a Voz do Povo”, na Rádio Carioca AM. Atualmente, desde setembro de 2019, comanda todas as manhãs o programa “Nação Nordeste”, um revival da Rádio Viva, mas desta vez na Rádio Metropolitana. Na TV, dirigiu, produziu e apresentou “Marcus Lucenna De Repente”, programa da NGT (canal 17 da NET). E em jornal, assinou a coluna “Canto do Povo Nordestino”, do Povo do Rio, e fundou o “Nação Nordeste”. Também esteve do outro lado do balcão, como entrevistado e artista convidado em importantes programas televisivos, como Jô Soares e Domingão do Faustão, da TV Globo. NA FEIRA DE SÃO CRISTÓVÃO é idealizador de projetos de valorização da cultura popular e em defesa das causas do migrante nordestino; ocupou por 06 anos o cargo de gestor do Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, a famosa feira de São Cristóvão. Não só impediu que a Feira fosse retirada do bairro por força da especulação imobiliária, como liderou o movimento que a levou para dentro do Pavilhão de São Cristóvão, onde está localizada até hoje. Foi representante dos forrozeiros do Rio no Fórum Forró de Raiz RJ, movimento do Rio de Janeiro que luta pelo tombamento desse gênero musical como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. Sua militância gerou a titulação, concedida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Amante das letras, ocupa a cadeira número 07 da Academia Brasileira de Literatura de Cordel (ABLC). Elaine Silva, Cearense, pedagoga (UDF), gestora pública com pós graduação em Contabilidade Pública e Controle Interno (UFRN), cursando Administração Pública (UFRN). Concursada municipal. Amante do artesanato popular e das danças folclóricas. Iniciou carreira profissional na promoção e produção de eventos turísticos-culturais do Município de Icapuí, sendo integrante da equipe de organização de 09 edições do Acampamento Latino Americano da Juventude, de 07 edições do “Pule a Fogueira e Caia no Mar”, de 06 edições do “Barcos ao Mar”, 09 edições do Carnaval Popular Municipal. Integrou a equipe técnica do Programa “Dia Feliz” (Programa de escutatória infantil para as demandas de ingressos das prioridades no orçamento municipal, experiência observada pela UNESCO). Foi membro dos Conselhos Municipais de: Meio Ambiente; de Turismo. Foi Diretora Municipal de Cultura; trabalhou como Assessora da Diretoria na Agência Nacional de Transportes Terrestres; na Ouvidoria Geral do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome como especialista; Desenvolveu atividades na Ouvidoria Geral do Ministério da Saúde. Foi Controladora Geral do Município de Icapuí pelo período de 2014 a 2016; Assumiu cargo de Chefe de Unidade Instrumental da Fundação José Augusto coordenando atividades do Setor de Pessoal e assessorando a Diretoria Geral. Gilmery Silva, recifense, leoa do norte, trabalha no estado potiguar há mais de 10 anos. Apesar disso, dedica muitos finais de semana por ano para visitar a Terra do Frevo, e obviamente, ama frevar. Mora na capital do Rio Grande do Norte, local de belas praias urbanas e adora a cultura desse povo. É uma nordestina arretada pois tem formação em Biologia (UFRPE, 2003). Tornou-se especialista em Educação e Sustentabilidade Ambiental (UFRN, 2009) e se qualificou em Gestão Ambiental (CEDERJ, 2011). Em 2004 foi trabalhar na gestão administrativa e financeira de empresas privadas e ficou até 2006 quando foi para Natal onde trabalhou com promoção e marketing numa escola de inglês em 2007. Desde 2014, foi fisgada pelo envolvente mundo cultural onde atuou como Agente Administrativo no Projeto RN Criativo/FJA até 2016 e atua desde 2017 nos bastidores da cultura, como Chefe de Planejamento e Assessoria Técnica da Fundação José Augusto (FJA), onde tem a função de monitorar Convênios e parcerias. Além disso, é operadora do Transfere GOV, SalicWeb, SIGEF (Sistema de Gerenciamento Financeiro) e SEI (Sistema Eletrônico de Informações). E, ainda, atuou na Coordenação dos editais da Lei Aldir Blanc em 2020 pela FJA.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

Guarabira Paraíba
João Pessoa Paraíba
Belém Pará
Caruaru Pernambuco
Recife Pernambuco
Teresina Piauí
Mossoró Rio Grande do Norte
Natal Rio Grande do Norte
Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Aracaju Sergipe
São Paulo São Paulo