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O projeto pretende realizar festival de música popular brasileira,com a temática do Choro e Samba.O objetivo é a realização de 10 (dez) apresentações musicais, gratuitas em três dias, em palco armado em praça pública.
PROGRAMAÇÃO ARTÍSTICA PARATY – PRAÇA CENTRAL DE PARATY (PRAÇA DA MATRIZ) SEXTA-FEIRA 16h30 às 18h00 - PALESTRA 18h às 19h30 - CORTEJO CHORO E SAMBA - GRUPO TARJA PRETA 19h30 às 21h – GRUPO LOCAL - GRUPO CHORATY 21h às 22h30 – CLUBE DO CHORO DE BELO HORIZONTE 22h30 às 00h - HENRIQUE CAZES E ROGÉRIO CAETANO SÁBADO 16h30 às 18h30 - PALESTRA 18h30 às 20h – GRUPO LOCAL - SAMBA DA BENÇÃO 20h às 21h30 – HAMILTON DE HOLANDA 21h30 às 23h30 - GAFIEIRANDO DOMINGO 16h30 às 18h30 - PALESTRA 18h30 às 20h – GRUPO LOCAL - CHORO ASSANHADO 20h às 21h30 – CHORO NA RUA 21h30 às 23h30 - TERESA CRISTINA CENSURA LIVRE, ENTRADA FRANCA.
OBJETIVO GERAL O projeto pretende realizar festival de música popular brasileira, na cidade (RJ) com a temática do Choro e Samba. O objetivo é a realização de 10 (dez) apresentações musicais, gratuitas, três por dia, por três dias, em palco armado em praça pública. Um cortejo pelo centro histórico de Paraty na abertura do festival. A contrapartida social será a realização de 03 palestras, no mesmo local dos shows, com músicos e agentes culturais envolvidos no projeto, com artistas participantes e um mediador. OBJETIVO ESPECÍFICO O projeto Festival de Choro e Samba pretende: FESTIVAL 1. Realizar a apresentação de 10 grupos artísticos instrumental e regional. 2. Formação de platéia para os gêneros choro e samba CONTRAPARTIDA SOCIAL 1. Realizar a contrapartida social com 03 palestras e vivências com profissionais de música para a rede pública de professores, alunos e demais interessados, sendo uma por dia. 2. Ocupar o espaço público para gerar o sentimento de pertencimento nos alunos da escola pública
O projeto atende a legislação conforme o enquadramento abaixo: Art. 1°, Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; Art. 3°, Lei 8313/91: .... II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; .... IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. As leis de incentivo são de grande importância para o fomento da cultura no país, pois patrocínios para qualquer ação cultural, são viabilizados na sua maioria pelas leis de incentivo, motivo pelo qual este projeto é apresentado ao mecanismo de incentivo fiscal federal. O mecanismo contribui para que milhares de projetos culturais aconteçam em todas as regiões do país. Mas os pequenos produtores ainda têm dificuldade em acessar os patrocinadores e conseguir investimento. Por isto a importância é maior para a oferta de cultura de alta qualidade. A despeito da dominante e massacrante produção musical nacional de má qualidade e gosto, secundada pela, também, triste contribuição estrangeira, o Choro e Samba, felizmente, mantem suas posições de baluartes da identidade cultural brasileira. É inegável a importância da música popular na formação e vida cultural de um povo. Temos no Brasil, o privilégio de possuirmos uma música popular de riqueza inesgotável. Ela vem, no tempo, resistindo a todos os modismos e importações de gêneros que nada tem a ver conosco, além do avanço, deplorável, de subgêneros nacionais. O próprio samba já deu a resposta "agoniza, mas não morre". Também o Choro, no tempo, sofreu para sobreviver. Mas ambos, continuam aí, firmes e fortes. É fundamental manter acesa a chama da verdadeira música brasileira no palco. Nada melhor para atingir este objetivo que Choro e Samba, reunidos em um único festival, pois dentre os nossos vários gêneros musicais, eles, com absoluta certeza, têm seu valor reconhecido de forma indiscutível. São irmãos siameses e estão na raiz e origem da formação da verdadeira alma brasileira, contribuindo sempre para integrar os elementos de importância para nossa cultura, história e bem-estar. Paraty vem se caracterizando pela realização de festivais de música, dos mais variados gêneros, em locais públicos, gratuitos, que se constituem em valiosa contribuição cultural e econômica, para a população local e regional. Especialmente este, dedicado ao Choro e Samba, contém todos os requisitos para se transformar em grande evento cultural e uma tradição permanente na cidade.
Os eventos em si, possuem baixo impacto ambiental, pois se estima público médio de 3.000 a 5.000 pessoas por evento, com público máximo previsto de 20 mil pessoas. O projeto obedecerá às normas e legislação vigentes no Município de Paraty sobre horários e locais permitidos para realização de eventos ao ar livre, os decibéis permitidos no serviço de sonorização, possuir projeto de incêndio, fuga e pânico, possuir projeto arquitetônico e de engenharia para instalação de palco, som, luz, cadeiras e sanitários químicos. Buscar que haja um impacto ambiental mínimo, com o fechamento de ciclos (materiais e de energia), como por exemplo, o não uso de descartáveis, economia de água e energia e coleta seletiva; Apresentações musicais também de grupos e entidades envolvidos com o movimento de economia solidária, integrados aos pontos de culturas. REMUNERAÇÃO PROPONENTE A remuneração do proponente poderá ser nas rubricas administrativas - Coordenador Técnico/Administrativo e Financeiro e em alguma atividade técnica que executar o serviço diretamente como por exemplo produção. Lembrando que o produtor executivo do projeto é terceirizado. PLANO DE MÍDIA 1. BANNER AMBIENTAÇÃO/ FLÂMULAS/WINDBANNER - Tamanho: Diversos tamanhos - Cor: 4x0 e 4x4 cores - Material: lona e tecido - Quantidade:30 unidades 2. CARTAZ A3 - Cor: 4 x 0 cores - Material: papel couchê fosco 3. FLYER - Cor: 4 x 0 cores - Material: papel couchê fosco 4. PROGRAMA BH - Cor: 4 x 4 cores - Material: papel couchê fosco - Acabamento: vinco, dobra e corte seco 5. CARRO DE SOM 6. CHAMADAS DE RÁDIO 7. ANÚNCIO JORNAL 8. ANÚNCIO MÍDIAS SOCIAIS E SITES 9. ASSESSORIA DE IMPRENSA 10. FOTOGRAFIA 11. FILMAGEM
CONTRAPARTIDA SOCIAL: PALESTRAS O projeto oferecerá ações de palestras/masterclass/ encontros/debates dos artistas com jovens e professores de escolas públicas com o intuito de fomentar e formar público para a segmento musical realizado no mesmo local do evento. Serão 3 encontros/debates de até 2 horas de duração com conteúdo programático de temas ligados a música, cultura e arte. Modo de viver e fazer, além de troca de experiências sobre as vivências dos artistas. Os evento serão com os músicos que se apresentam no dia com a presença de um mediador. Plano Pedagógico para o Debate com Músicos do Festival Choro e Samba - Edição Paraty Público-Alvo:Alunos e professores de escolas públicas de baixa renda, com o objetivo de incentivar o interesse pela cultura brasileira, especificamente pelo Choro e o Samba, promovendo a inclusão e o enriquecimento cultural desse público. Objetivo Geral:Oferecer uma imersão na música brasileira através de debates com músicos renomados, combinados com a programação do festival, para aproximar alunos e professores do universo do Choro e do Samba, destacando a importância desses gêneros e criando oportunidades para reflexões sobre cultura, identidade e expressão artística. Estrutura das Atividades:Para cada um dos quatro dias de festival, será realizada uma palestra com músicos e convidados, seguida de uma apresentação local e shows com artistas principais. As palestras serão interativas, estimulando a participação ativa dos alunos e dos professores, com um enfoque em temas relevantes para o público jovem. Cronograma e Temas para os Debates: Sexta-feira Tema: “A Música Brasileira nas Ruas: Transformando Espaços e Conectando Pessoas: Debate com integrantes do projeto Clube do Choro de Belo Horizonte e Henrique CazesConteúdo: Discussão sobre a importância da ocupação de espaços públicos pela música e como isso promove acessibilidade cultural e social.Objetivo: Motivar os jovens a perceberem a música como um elo que transforma o espaço público e reforça o senso de comunidade. Sábado Tema: “Cultura - Indústria Criativa” Debate com Hamilton de Holanda e Grupo Gafieirando Conteúdo: Discussão sobre a importância da economia criativa em cidades turísticas.Objetivo: Encorajar reflexões sobre a música como fator atrativo para o impacto do legado cultural nas novas gerações. Domingo Tema: “A Evolução do Samba e do Choro: Do Tradicional ao Moderno: Debate com Teresa Cristina e Choro na RuaConteúdo: Silvério Pontes falará sobre o Choro como uma ponte para a inovação musical, e a Teresa abordará a tradição do Samba e sua modernização.Objetivo: Proporcionar uma compreensão da evolução e da adaptação do Choro e do Samba às mudanças culturais, inspirando os jovens a pensar na continuidade e transformação da música brasileira. Estratégias de Atração: Parceria com Escolas Públicas: Colaborar com diretores e professores para organizar excursões e transporte para o festival.Certificação e Atividades Extracurriculares: Oferecer certificado de participação para os alunos, contabilizando as palestras como atividades extracurriculares.Materiais de Divulgação e Pré-Aulas: Desenvolver materiais introdutórios e palestras em sala de aula sobre Choro e Samba antes do evento, com apoio dos professores de arte e história.Redes Sociais e Comunidades Locais: Divulgar o evento nas redes sociais e em pontos de encontro da comunidade, como centros culturais e associações de bairro. Este plano pedagógico visa proporcionar um aprendizado prático e enriquecedor sobre a música brasileira, promovendo a interação entre jovens, professores e artistas e incentivando o envolvimento cultural contínuo após o festival.
Em conformidade com arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, doart. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, contemplaremos as seguintes ações: FESTIVAL Acessibilidade física: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Mobiliário de recepção e atendimento adaptado à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas 6. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 7. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 8. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes visuais: 1. Admissão de entrada e permanência de cão-guia de acompanhamento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador 2. Sinalização ambiental para orientação 3. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 4. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 5. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 6. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 7. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 8. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 9. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes auditivos: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 6. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos 7. Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmitir de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. A forma será inserida durante todos os eventos da programação e na contrapartida CONTRAPARTIDA SOCIAL Acessibilidade física: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Mobiliário de recepção e atendimento adaptado à altura e à condição física de pessoas em cadeira de rodas 6. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 7. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 8. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes visuais: 1. Admissão de entrada e permanência de cão-guia de acompanhamento junto de pessoa portadora de deficiência ou de treinador 2. Sinalização ambiental para orientação 3. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 4. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 5. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 6. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 7. Pessoal capacitado para prestar atendimento às pessoas com deficiência visual, mental e múltipla, bem como às pessoas idosas 8. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 9. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos Acessibilidade para deficientes auditivos: 1. A existência de local de atendimento específico para essas pessoas 2. Assentos de uso preferencial sinalizados, espaços e instalações acessíveis 3. Disponibilidade de área especial para embarque e desembarque de pessoa portadora de deficiência ou com mobilidade reduzida 4. Divulgação, em lugar visível, do direito de atendimento prioritário das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida 5. Rampas para acesso das pessoas com deficiência e idosos 6. Sanitários Químicos adaptados para pessoas com deficiência e idosos 7. Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS: forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmitir de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. A forma será inserida durante todos os eventos da programação e na contrapartida
FESTIVAL Como medida de democratização de acesso, adotaremos o determinado no Art. 30 da IN nº 11, de 30/01/2024, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição. CONTRAPARTIDA SOCIAL - FORMAÇÃO DE PLATÉIA - PALESTRAS Como medida de democratização de acesso, adotaremos o determinado no Art. 30 da IN nº 11, de 30/01/2024, a saber: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição.
COORDENADORA GERAL – CRISTINA SABINO (REMUNERAÇÃO PROPONENTE) Formada em Administração de empresas, Pós-graduação em Gestão de Responsabilidade Social —IEC/PUC Minas. Especialização em Gestão Cultural —Fundação Clóvis Salgado e Especialização em Gerenciamento do Setor Público —Fundação João Pinheiro. Atua há 35 ANOS no setor de cultura e arte, iniciou sua carreira no CEAG/MG atual SEBRAE/MG, no setor de feiras, eventos e informações à micro e pequenas empresas nos segmentos de feiras, marcas e patentes. Migrou em seguida para o setor editorial sendo a produtora do Mercado Comum Jornal. Após esta experiência é convidada para ser a promotora de eventos do Minas Tênis Clube, trabalhando diretamente com o diretor Pacífico Mascarenhas, onde obteve a experiência mais rica de sua vida, tendo no Clube o maior orçamento da cultura do estado de MG, realizou no período a produção de 800 eventos, sendo 22 megashows. A experiência foi tão virtuosa que após este período aventurou-se a fundar a IDEAR PRODUÇÕES em 2000. Em paralelo às atividades da IDEAR atuou em outros trabalhos como diretora do MARISTA HALL em sua implantação e implementação como equipamento cultural e desenvolvendo seu projeto estratégico de funcionamento. Terminada esta etapa do trabalho é convidada pela Fundação Assis Chateaubriand do Grupo Diários Associados, que era presidida por Edson Zenóbio – Diretor Geral dos Associados para ser sua assessora direta e desenvolver projetos culturais na FAC em todo o país. Em BH desenvolveu o projeto Festa da Música que realizou em 05 anos, 324 shows com o envolvimento de 2.680 músicos. E para o interior criou o projeto Tela Mágica Cine Grátis que viajou por diversos municípios de MG levando o cinema nacional. Também atuou como parecerista do MINC por 05 anos. Realiza e realizou vários trabalhos pro bono ao longo dos anos, entre as entidades que se destacam: Clube do Choro de Belo Horizonte, Cariúnas, GES.TO, Centro Recreativo de Atendimento e Defesa da Criança e Adolescente. Também foi parecerista da LMIC/PBH por três mandados. Possui experiência em Gestão de Projetos envolvendo-se com as áreas de marketing, comunicação, produção, logística, participando de políticas de investimentos e coordenação de planos corporativos, análise estratégica e definição de posicionamento mercadológico, coordenação administrativa e financeira dos orçamentos de forma a potencializar a aplicação dos recursos. Forte expertise na Gestão de Marketing englobando viabilidade e prospecção de novos negócios, análises de mercado, análise de desempenho, satisfação de clientes: patrocinador, empreendedor e público, planos de marketing, planos de mídia e mídia digital, estruturação de estratégias e políticas gerais em âmbito corporativo, definição de diretrizes e ações estratégicas. COORDENADOR ARTÍSTICO – PAULO RAMOS Diretor Presidente do Clube do Choro de Belo Horizonte, onde é responsável por toda a atividade artística da instituição desde 2015. E atual presidente até 2026. Produtor do Show 10 Anos Clube do Choro, no Palácio das Artes-BH. Produtor executivo do projeto LMIC “O Choro Desta Cidade Sou”, empreendedor Clube do Choro de Belo Horizonte; Integrante da realização do projeto “Festa da Música”, que realizou mais de 350 apresentações em 07 anos de existência. Criador do projeto BH Choro, com realização de 12 edições, com 06 espetáculos, em média, por edição. Curador e Diretor Artístico do projeto Seresta e Serenata – Popular e Imperial, em Mariana/MG, com realização de 15 shows no total; Curador e Diretor Artístico do evento do Clube do Choro de Belo Horizonte, em Mariana, MG, Festival de Choro e Samba em Mariana, com realização de 10 apresentações; Criador e realizador do projeto Choro e Samba, com realização de 06 edições, com média de 10 apresentações por edição. Criador e realizador do projeto Semana Nacional do Choro, com realização de 05 edições, com média de 12 apresentações por edição, realizadas em sua empresa e em parceria com o Clube do Choro de Belo Horizonte. Produtor de 05 edições, em parceria com o SESC/MG, do mês projeto com realização de 20 shows em média, em cada edição, e o evento máster na Praça Santa Teresa/BH, transmissão ao vido pela rádio Itatiaia de BH. Participações de Hamilton de Holanda, Grupo Choro das Três, Izaias de Almeida, Odete Ernest, Luizinho Calixto, Henrique Cazes, Zé da Velha, dentre outros. CURADOR/APRESENTADOR – ACIR ANTÃO Jornalista profissional com registro no Ministério do Trabalho. Radialista profissional com registro no Mistério do Trabalho. Presidente Clube do Choro de Belo Horizonte - Período 2015 a 2022, atual Diretor Cultural do Clube. Idealizador do projeto História Oral e Musical de Belo Horizonte e Nelson Gonçalves - O Eterno Boêmio, realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura em 2023. Artista do Show LUPICÍNIO RODRIGUES com apresentações em 2011, 2012 e 2013. Show no projeto de Carnaval da Unimed-BH no Centro Cultural Padre Eustáquio de 2007 a 2013. Diversas apresentações com o grupo Sarau Brasileiro no projeto Minas ao Luar. Reporter - Redator - Editor Rádio Itatiaia desde 1970 Apresentador dos programas: Programa Acir Antão: semanal 09:00 às 10:00, desde 1980; Programa Acir Antão: dominical 09:00 às 13:00, desde 1980; Programação da Rádio Itatiaia 1978 a 1982; Assessor de Imprensa da Secretaria do Trabalho 1984; Chefe de Gabinete da liderança do PMDB na Assembleia legislativa de Minas Gerais 1983; Assessor de Imprensa e relações públicas da Prefeitura de Contagem 1986 a 1989; Assessor de Imprensa da Secretaria Estadual de Esportes 1987; Locutor do cerimonial da Assembleia Legislativa no ano de 1980 a 1982; Apresentador de Serestas na Praça da Liberdade e do projeto SESC Minas ao Luar em diversas cidades de MG nos últimos 15 anos. PRODUTOR EXECUTIVO - MARCELO RAMOS Entre 2003 e 2005 realiza e produz diversas apresentações musicais de grupos musicais estrangeiros, tais como Moonspell (Portugal), Children of Bodom (Finlândia) entre outros. Em 2004 recebeu uma oferta do Giramundo Teatro de Bonecos para fazer parte da equipe de Gestão de Projetos, permanecendo no grupo até 2007. Durante o período colaborou para a criação da nova Sede oficina/escola e do Museu Giramundo. A partir de 2007 consolida a carreira de produtor executivo/prestador de serviços, especializando em projetos incentivados em todas suas complexidades. Fez parte de diversos eventos e projetos a destacar a Festa da Música que realizou aproximadamente 400 apresentações musicais gratuitas em Belo Horizonte em sete edições (2007-2013) É o produtor do projeto BH Choro desde 2008, inteiramente voltado para o fomento das atividades musicais ligadas ao Choro em Belo Horizonte. Sendo também o produtor executivo das atividades musicais do Clube do Choro de Belo Horizonte que conta com aproximadamente 300 associados. Em Belo Horizonte fez parte da equipe de produção de diversos eventos, tais como: Festival Sarará, Festa Francesa, Festa Peruana, Festa Portuguesa, Oktoberfest Hofbrauhaus, Virada Cultural, Savassi Festival, Festival Planeta Brasil, Arraial de Belo Horizonte, Carnaval de Belo Horizonte, MECA Inhotim entre outros. A partir de 2018 assume a Produção Executiva da Feira Experimente, com a realização de mais de vinte edições desde então. Atualmente atua como prestador de serviço freelance para diversas empresas produtoras de eventos, projetos culturais promocionais e esportivos. MEDIADOR - ANDRÉ DINIZ André Diniz da Silva, mais conhecido como André Diniz, professor, escritor e gestor público, nasceu em Niterói no dia 20 de novembro de 1969. A carreira acadêmica e de escritor manteve paralela às atividades da vida pública. Seu primeiro livro é resultado das aulas que ministrava de história da música nas universidades Candido Mendes e Universo, o Almanaque do Choro, lançado pela Editora Zahar, em 2003. Com o êxito do lançamento, a Editora encomendou o Almanaque do Samba que figurou durante semanas entres os mais vendidos na lista do Caderno B, suplemento cultural do Jornal do Brasil. Contratado pela Editora Moderna, onde é coautor das biografias infanto-juvenis de Pixinguinha, premiada como altamente recomendável pelo Instituto Nacional do Livro, Braguinha, Noel Rosa, Paulinho da Viola e Adoniran Barbosa, proferiu palestras durante dois anos sobre música e história do Brasil em quase todos os Estados do país. Foram centenas de palestras e conferências em universidades, escolas e espaços públicos ao longo dos últimos 20 anos, além de 10 livros públicados no período. ASSISTENTE DE PRODUÇÃO - JOSÉ FRANCISCO DE OLIVA JUNIOR Estudante de Gestão em Recursos Humanos. Assistente Administrativo - Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais - 1992 a 1997. Supervisor Operacional – SEC/MG - 1997 a 2005. Produtor Cultural - freelancer - 2005 a data atual. Trabalhos executados: 2024 – Especial SESC 60 ANOS – SESC +60; BH Choro - 13ª Edição; Centenário Waldir Azevedo; 2023 – Especial SESC 60 ANOS – SESC +60; Descontorno - PBH; Belo Horizonte Feliz Rua Sacupaí - PBH; O choro Dessa Cidade Sou Eu; BH Choro; Acir Antão Nelson Gonçalves – O Eterno Boêmio; 2022 – Virada Cultural - PBH; Seresta e Serenata – Popular e Imperial; Choro e Samba – Edição Mariana; 2011 a 2023 - Atua como assistente de produção freelancer do Clube do Choro Belo Horizonte; 2006 a 2013 - Atuou como assistente de produção freelancer da Fundação Assis Chateaubriand; 2016/2022 - Semana Nacional do Choro SESC; 2014 a 2019 – Atuou na equipe de produção do Fabinho do Terreiro. FOTÓGRAFO - EDÉSIO MARTINS CONEGUNDES JUNIOR Formado em Designer Gráfico pelo INAP, Fotógrafo formado Pelo SESI MG. Trabalha como fotógrafo freelancer a 12 anos. Tem experiência nas variadas áreas da fotografia com a fotografia de palco e espetáculo, produtos, fotojornalismo, e editoriais. Possui trabalhos publicados em veículos de comunicação como a Revista National Geographic, o jornal Estado de Minas e a Revista Ragga. Expôs seus trabalhos no Museu Memorial Minas Gerais Vale e na Galeria de Arte da Assembleia Legislativa de Minas Gerais com a exposição "O Democrático Carnaval de BH" participei da amostra coletiva "Travessias" no Centro Cultural São Geraldo. DESIGNER GRÁFICO - FABERT ARAÚJO Bacharelado em Comunicação Social/ Publicidade e Propaganda Universidade Fumec – Conclusão em 2004. Design Gráfico Senai – Conclusão em 2004 profissional com 19 anos de experiência na área de Comunicação/Publicidade, Propaganda, design e Marketing. Possui iniciativa e habilidade na comunicação pessoal, administrativa, competência na criação e desenvolvimento de projetos de comunicação. Habilidade no domínio e manuseio de sistemas voltados para comunicação e design em geral: Pacote Adobe (Todos os principais programas). Interesse e empenho no aprendizado profissional. Experiência em planejamento estratégico de comunicação, conceito e posicionamento de marca, criação e desenvolvimento de Identidade Visual, Branding, peças de comunicação, mídia eletrônica, interface de sites, mídias sociais, marketing digital, comunicação interna e externa, copy. Atualmente estudando, praticando e me especializando em prompts para IA (ChatGPT, Midjourney, Leonardo IA, dentre outras) voltada para as diversas aplicações do design. Atualizado nas mais novas e diversas ferramentas e sites especializados na construção de landing Pages, páginas de venda, e-commerce, cursos online, além de tráfego. ASSESSORIA DE IMPRENSA/ASSESSORIA DE REDES - LILIAN MACEDO 2010, trabalha com produção, assessoria de imprensa, redes sociais e assessoria especializada para os grupos de Choro e Samba, de Minas e outros estados. 2016, trabalha na produção e comunicação de Pereira da Viola e desde 2020, com Bebê Kramer. Alguns trabalhos de destaque na assessoria de imprensa: BH Choro, Festival Choro & Samba, Semana Do Choro BH, Gafieira Em BH, Boa Do Samba BH, O Samba Bate Outra Vez, Sala De Reboco, Admirável Música Nova CCBB BH, lançamento do último livro de João Paulo Cunha, “Lazarillo” peça de João das Neves, dentre outros. CONTADOR - RAFFAELE ALFONSO PRADO PELUSO Graduado em Ciências Contábeis pela FUMEC, inscrito no CRC-MG sob o nº 120.990/O, inscrito no Cadastro Nacional de Peritos Contábeis sob o nº 6868. Pós-graduado em Perícia Contábil pela PUC-MINAS e bacharelando em Direito e Administração de empresas. Atuação como Contador, Auditor, Consultor Contábil, Financeiro e Conttroler, presta consultoria e assessoria no segmento cultural há mais de 15 anos. GRUPOS CONVIDADOS: Os grupos artísticos convidados ficam condicionados a confirmar sua participação após a captação e definição dos dias do evento. Se houver substituição serão por grupos do mesmo padrão e estilo artístico. HAMILTON DE HOLANDA - CHORO Hamilton é um dos mais inventivos instrumentistas do país, capaz de contribuir decisivamente para carreiras de artistas de tendências tão diferentes como Zélia Duncan, Dona Ivone Lara e Ivan Lins. Nascido no Rio de Janeiro e transferido para Brasília com menos de um ano de idade, o filho do violonista José Américo começou a tocar aos seis anos, e logo formou a dupla Dois de Ouro com o irmão, o violonista Fernando César. Um dos grandes nomes que circulavam no Clube do Choro, no Distrito Federal, Hamilton foi criando um jeito de próprio de tocar bandolim e reúne, em seu estilo exuberante, a habilidade do choro, o poder de improvisação do jazz, a energia do rock e o suingue do samba. Em 1995 foi considerado o melhor intérprete do II Festival do Choro do Rio de Janeiro e em 98 ficou em terceiro lugar no Prêmio Visa, categoria instrumental. Gravou três discos com o irmão Fernando César e um com o violonista Marco Pereira, "Luz das Cordas". Em 2001 ganhou o Prêmio Icatu Hartford de Artes e recebeu financiamento para passar um ano de estudos na França, onde recebeu elogios rasgados da crítica e do público. Atualmente, Hamilton faz parte do elenco da exigente gravadora Biscoito Fino, onde lançou o exuberante CD "01 Byte e 10 Cordas", que redimensiona o uso do bandolim na música brasileira, e os recente"Brasilianos", e "Brasilianos 2" que confirmam a inventividade deste artista que já dividiu o palco com John Paul Jones (Led Zeppelin), com os cubanos do Buena Vista Social Club e com uma lista extensa de astros da música, incluindo Cesária Évora e João Bosco, Djavan e Zélia Duncan. Hamilton chega na seqüência do lançamento do elogiado disco "De Bandolim a Bandolim", CD e DVD feito em parceria com outros mestres do instrumento, Joel Nascimento, o Joel do Bandolim. Ele toca acompanhado por Daniel Santiago (violão), André Vasconcelos (baixo), Gabriel Grossi (harmônica) e Márcio Bahia (bateria). TERESA CRISTINA - SAMBA Teresa Cristina é uma cantora carioca nascida em Bonsucesso e criada na Vila da Penha. Desde cedo, Teresa Cristina Macedo Gomes teve sua vida ligada à música, tendo influência musical de seus pais. Sua vida artística começou em 1997. Neste ano, ela fez um show em homenagem a Candeia, que considera como o início da sua trajetória e logo em seguida, estreava com o grupo Semente, no Bar Semente, na Lapa. Entre 2002 e 2015, Teresa lançou nove álbuns e participou de outros sete trabalhos. Uma trilogia em homenagem a grandes sambistas foi seu feito mais importante como cantora em 2016. “Teresa canta Cartola” foi o primeiro. Teresa também foi a primeira e única mulher a ganhar um estandarte de ouro de melhor samba enredo, pela Renascer de Jacarépaguá, em 2015, com o enredo “Candeia”. Através das suas lives diárias no Instagram, a cantora leva música, história, cultura, alento e alegria para milhares de pessoas. Em julho de 2020, lançou o DVD “Teresa canta Noel – Batuque é um privilégio”. No fim de 2020, foi eleita entre as “Cariocas do Ano”, pela Veja Rio e “Artista do Ano” pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte).Em 2021, foi condecorada pela prefeitura do Rio de Janeiro com a Ordem de Mérito Cultural Carioca, a mais alta honraria cultural da cidade. No mês seguinte, Teresa estreou na UOL seu primeiro programa, “Botequim da Teresa”, no qual ela canta, cozinha e conversa com grandes artistas. CHORO NA RUA - CHORO O coletivo "Choro na Rua" nasceu espontaneamente na Rua do Rosário, em dezembro de 2016, em frente a extinta livraria Al-Farabi, no lançamento do livro sobre a dupla Zé da Velha & Silvério Pontes. A roda, que aconteceu na rua e cujo vídeo teve mais um milhão de visualizações nas redes sociais, fez com que um núcleo de músicos percebesse que havia demanda por esse tipo de música fora dos ambientes formais. A proposta do "Choro na Rua" é levar a magia da roda de choro para um público maior, fazendo balançar e sorrir, ocupando e requalificando espaços urbanos e fortalecendo esse riquíssimo traço de nossa identidade cultural. O grupo Choro na Rua foi um dos destaques do Prêmio da Música Brasileira 2024, levando dois prêmios: Revelação e Melhor Música Instrumental. HENRIQUE CAZES - CHORO Henrique Cazes é carioca, Doutor (2019) e Mestre (2011) em Música pela Escola de Música da UFRJ. Desde 1976 exerce atividade de performance em instrumentos de cordas, com destaque para o cavaquinho. Atua também como curador, produtor musical e arranjador em diversos projetos nas áreas de choro, samba, música de concerto e música infantil. Como solista de cavaquinho, lançou álbuns marcantes como "Henrique Cazes" (1988), "Tocando Waldir Azevedo" (1990), "Desde que o Choro é Choro" (1995), "Pixinguinha de Bolso" (2000), "Vamos acabar com o baile" (2007), "Uma história do cavaquinho brasileiro" (2012) e "Música Nova para Cavaquinho" (2019). Dirigiu trabalhos voltados para a ampliação das fronteiras do choro como "Bach in Brazil", a série de 4 CDs "Beatles’n’Choro" e "EletroPixinguinha XXI". Toda essa discografia está disponível nas plataformas digitais. Seus estudos sobre a obra de Pixinguinha, resultaram inicialmente na “Orquestra Pixinguinha”, que recriou arranjos originais, populares e dançantes do Mestre do Choro. Mais tarde, foi convidado pelo neto do Pixinguinha para trabalhar sobre 50 melodias inéditas. Daí surgiu o projeto "Pixinguinha como Nunca", em que assinou a produção, direção e arranjos e que se desdobrou em espetáculos e 4 álbuns lançados nas plataformas digitais em 2023. Compôs a série de "12 Estudos para Cavaquinho Solo", cujos clipes estão disponíveis em seu canal do Youtube, assim como o "Concertino para cavaquinho e cordas" de Ernani Aguiar, peça pioneira no gênero, a ele dedicada. Como pesquisador da área de música popular, publicou os livros “O choro reinventa a roda: 150 anos de uma utopia musical” (Ed. Contracorrente /2023), “Suíte Gargalhadas” (Ed. José Olympio/2002) e “Choro: do quintal ao Municipal” (Ed. 34/1998), que teve a 5ª edição publicada em 2021. Lançou perfis biográficos de Monarco (2003), Chiquinha Gonzaga, Waldir Azevedo e Jacob do Bandolim (2010). Sobre o cavaquinho lançou o método “Escola Moderna do Cavaquinho” (1988), que se encontra na 15ª edição, com uma versão publicada no Japão em 2023 e a sua continuação: “Música Nova para Cavaquinho” (Ed. Vitale/2019). Idealizou e foi o curador do I Festival Internacional do Cavaquinho (FICAV), com participação de artistas do Brasil, Portugal e Ilha da Madeira. É radialista, tendo produzido e apresentado programas radiofônicos sobre o choro nas emissoras Rádio MEC/RJ, Rádio Nacional/RJ, Rádio Roquette Pinto e Rádio MPB FM. Participa desde 2016 do Coletivo Choro na Rua, uma iniciativa que visa levar o choro a um público maior, requalificando os espaços urbanos. Em 2023 foi um dos produtores do 1º álbum do Coletivo, "Obrigado Zé da Velha". É professor no pioneiro bacharelado de cavaquinho na Escola de Música da UFRJ e exerce atividade de docência em cavaquinho e prática de conjunto em oficinas, cursos livres e festivais, dentro e fora do Brasil, trabalhando sempre para a valorização do cavaquinho e do choro. GAFIEIRANDO - SAMBA O Gafieirando surgiu em 2016, com o objetivo de promover o reencontro da gafieira - música ao vivo para dançar e ouvir - com os dançarinos de salão sensíveis e atentos. Capitaneado pelos sopristas: a saxofonista e Dra. em gafieira Daniela Spielmann, o trompetista virtuose Silvério Pontes e o experiente flautista Alexandre Maionese; o Gafieirando se completa com: Domingos Teixeira no violão, Rodrigo Villa no contrabaixo e Rodrigo Scofield na bateria e participação especial da cantora Alana Moraes. O grupo se apresentou em casas de shows, academias de dança e em shows de baile no Rio de Janeiro. Foi convidado, no formato instrumental, para o primeiro Rio Montreux Festival em 2019. Ao longo da pandemia participou de vídeos online e em 2022 na reabertura participou do projeto popular “Gafeirando nas lonas”. Entre idas e vindas, puladinhos e cruzados, voltas e revoltas a gafieira sempre reaparece para afirmar a sua identidade cultural, influenciada por músicas e músicos de outros lugares também. Afinal uma das principais ideias que permeiam a gafieira é a de multiplicidade: seja nos ritmos, na intenção de quem frequenta ou nas diversas maneiras que ela pode se manifestar. Neste espetáculo o grupo se concentra no repertório de Serestas e canções românticas do Brasil, reforçando a força das composições e memória deste cancioneiro que inclui Lupicínio Rodrigues, Pixinguinha, Lamartine Babo, Ary Barroso entre outros. A partir da experiência de seus integrantes com o melhor do Choro brasileiro, o show traz a tona o repertórioseresteiro com uma abordagem sensível e peculiar em especial nos arranjos e interpretação. CLUBE DO CHORO DE BELO HORIZONTE O Clube do Choro de Belo Horizonte nasceu das reuniões semanais das quintas-feiras, no Bar do Bolão, no bairro Padre Eustáquio, onde vários músicos, amadores e profissionais, se reúnem, até hoje, numa alegre roda de choro e muita cerveja gelada. Tais reuniões acontecem desde 1993 e são abertas a todos que apreciam a boa música e um bom papo. Em razão destes encontros semanais, surgiu a ideia de fundação de um Clube de Choro, fato este que ocorreu com à adesão de 23 sócios fundadores, em 31 de maio de 2006, criando uma instituição sem fins lucrativos. Desde então, o Clube mantém-se como uma entidade voltada para o incentivo e divulgação da música com atividades de instrumentistas, compositores e intérpretes, que se dedicam ao estudo e apresentações musicais em casas de espetáculos, teatros, bares e espaços públicos. Diferentemente de outros clubes de choro no Brasil, o Clube do Choro de BH tem um quadro de sócios que contribuem mensalmente com recursos, permitindo que a entidade mantenha atividades básicas de promoções e divulgação do choro através de seminários, oficinas, shows e eventos. Hoje o Clube já possui mais de 100 sócios. A instituição, a despeito de não possuir sede própria, já tem seu lugar no cenário cultural da cidade, contribuindo de forma significativa e atuante para a existência e permanência do choro na capital, participando com seus associados e convidando artistas de outras praças para o saudável intercâmbio cultural. Ao atingir a sua maioridade, agora em 2024, quando faz 18 anos de fundação, seus grandes objetivos são a conquista da SEDE PRÓPRIA e a CRIAÇÃO DE UMA ESCOLA LIVRE DE CHORO. Para se associar a instituição não precisa ser músico, mas sim gostar da boa música brasileira e assim contribuir para manter viva uma deliciosa e grata tradição da música instrumental brasileira: a democrática roda de choro! ROGÉRIO CAETANO Rogério Caetano (Goiânia, 26 de setembro de 1977) é um músico, violonista, arranjador, produtor musical e compositor brasileiro. Bacharel em Composição pela Universidade de Brasília e Mestre em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, é um premiado virtuose e referência do violão de 7 cordas. Com uma linguagem revolucionária, representa uma nova escola desse instrumento. Possui um método destinado ao instrumento (Sete Cordas, Técnica e Estilo em parceria com Marco Pereira) e uma discografia com 13 álbuns. Foi premiado no Prêmio da Música Brasileira 2016 (Melhor Disco Instrumental e Melhor Grupo), premiado no IMA (Independent Music Awards) nos Estados Unidos em 2015 (best latin jazz álbum), e 2019 (best live performance álbum). Presente na lista dos melhores instrumentistas de 2015 pelo site Embrulhador. Premiado no Prêmio Profissionais da Música em 2017 (artista instrumental), 2018 e 2019 (música de rua com o Coletivo Choro na Rua), 2021 (Intérprete de Choro). Indicado ao Grammy Latino 2021 (Melhor Disco Instrumental). Tem como parceiros em seus trabalhos Cristovão Bastos, Marco Pereira, Hamilton de Holanda, Daniel Santiago, Yamandu Costa, Celsinho Silva, Eduardo Neves, Luís Barcelos e Gian Correa. Vem difundindo sua arte no Brasil e Exterior realizando concertos e workshops em países como Alemanha, França, Itália, Espanha, Áustria, Portugal, Holanda, Bélgica, EUA, China, Índia, Israel, Turquia, África do Sul e Equador. Já gravou com Zeca Pagodinho, Beth Carvalho, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Nana Caymmi, Ivan Lins, Alcione, Dona Ivone Lara, Monarco, Zélia Duncan, Diogo Nogueira, Teresa Cristina, entre vários outros. Em parceria com Marco Pereira, escreveu o método “SETE CORDAS, TÉCNICA E ESTILO”, trabalho que aborda profundamente a linguagem do violão de 7 cordas principalmente no universo do choro e do samba. Também participou como protagonista da série/documentário Sete Vidas em Sete Cordas que vem sendo exibida com grande sucesso no Canal Brasil e TV Cultura. GRUPOS LOCAIS Serão convidados 03 grupos artísticos locais ainda serão selecionados, mas citamos aqui alguns grupos que Paraty possui uma cena musical rica e diversificada, com grupos locais que se destacam na interpretação do choro e do samba. A seguir, apresento alguns desses grupos que podem ser convidados para se apresentar no projeto: GRUPO CHORATY - CHORO Formado há mais de seis anos, o Grupo Chorarty reúne músicos de diversas partes do Brasil e do mundo, unidos pelo amor à música brasileira e, especialmente, ao chorinho. O grupo apresenta um repertório que inclui clássicos de Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Cartola, Noel Rosa, entre outros, mesclando tradição e modernidade em suas performances. SAMBA DA BENÇÃO PARATY - SAMBA O Samba da Bênção Paraty nasceu do entusiasmo de amigos músicos que se reúnem para celebrar a alegria das rodas de samba. O grupo é conhecido por suas apresentações animadas, que envolvem o público e mantêm viva a tradição do samba na região. CHORO ASSANHADO - CHORO Nascida em Paraty, com o intuito de promover e difundir o chorinho brasileiro, a banda Choro Assanhado se apresenta em bares, restaurantes, SESC e eventos da cidade que carrega o título de Patrimônio da Humanidade. O grupo encanta o público com lindas melodias compostas por importantes compositores brasileiros, como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth, entre outros. A presença do grupo "Choro Assanhado" em eventos na cidade de Paraty, não só enriquece a oferta cultural local, como também promove uma compreensão e uma apreciação das bases musicais que influenciaram o jazz e a Bossa Nova.Assim, o conjunto contribui para a preservação e a celebração da rica herança musical de Paraty, reafirmando a importância do choro como patrimônio cultural e musical. O "Choro Assanhado" atua em diversas formações, podendo se apresentar como duo, trio, quarteto ou quinteto. Essa flexibilidade permite ao grupo adaptar-se a diferentes tipos de eventos e espaços, sempre mantendo a qualidade e aessência do choro em suas apresentações. Entre os integrantes do grupo estão: Iago Nogueira (bandolim), Lula Gama (violão de 7 cordas), Teo Lobos (cavaquinhoe violão) e Helena Alba (pandeiro).
PROJETO ARQUIVADO.