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PRONAC 241672Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Verde que te quer ver

ORUM PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 2,41 mi
Aprovado
R$ 2,41 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-03-12
Término
2027-03-29
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Tendo sido a grande sensação infantil da Tv Globo, na década de 80, e revelando o ator Maurício Mattar, no teatro,VERDE QUE TE QUERO VER é um super musical infantil que embalacrianças e jovens desde então.Nesta versão, em homenagem póstuma à um de seus criadores, Paulinho Tapajós, a peça vem totalmenter eformulada e atualizada para embevecer os filhos e netos dos ‘papais’ que foram embalados por esta maravilhosacampanha ecológica.A ideia agora é fazer um musical em nivel de Broadway, para enlouquecer os espectadores com tantas movimentações na iluminação Led, nas música totalmente remixadas e num corpo de balé de experts, além de um elenco de primeira linha.

Sinopse

Verde que te quero verde é a história de um menino apaixonado por plantas e que cuida de suas flores com todo o carinho, regando-as todas as manhãs. Certo dia uma linda flor começa a conversar como o menino e contar a sua estória. Ela é Luana a Flor que é "um pouco gente" e que nasceu do amor do Cacique da floresta com a lua, tendo brotado em seu coração. Conforme a Luana narra a estória aparecem todos os personagens da Floresta em treze números musicais, assim como o Palhaço Real, O xote dos pássaros, O Boto desbotado, A Vitória Régia. A conquista do Cacique, Rio de Luar , Acalanto de Luiana , e muitas outras músicas. Ao final , o menino entende a estória da sua florzinha e reúne todos os amigos (bailarionos) para uma grande campanha de conservação da natureza.

Objetivos

Apresentar por três meses o musical teatro infanto-juvenil, Verde que te quero verde, em um teatro na Cidade do Rio de Janeiro, para um público de cerca de 48 mil espectadores, somando 48 apresentações. Objetivos específicos: 1. Gerar dezenas de empregos para pre-produção, produção e pós-produção do espetáculo. 2. Realizar 48 sessões do teatro musical Verde que te quero verde, durante três meses. 3. Realizar 1 sessão, por semana, somando 12 ao total, com entradas gratuitas para estudantes das redes públicas da cidade do Rio de Janeiro. 4. Realizar 12 sessões de uma oficina de teatro infantil, uma por semana durante os três meses do espetáculo, com entradas gratuitas para estudantes do ensino fundamental da cidade do Rio de Janeiro. Com objetivo de apresentar fundamentos iniciais do teatro e descobrir novos taletos.

Justificativa

O teatro musical Verde que te quero verde se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91 I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; (Visto que o espetáculo é montado a partir de uma história que aborda a riqueza ecológica e cultural brasileira.) III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; (Visto que o espetáculo está ancorado à tradição de musical infantis que cativo gerações espectadores e até telespectadores, nas suas versões televisivas). IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; (Destaque para valorização das culturas dos povo originários brasileiros que há no espetáculo) V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; (Visto que a história é sobre a importância da valorização da diodiversidade, tema que estabelece conexões com todos povos e culturas do planeta.) VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País Além disso, o presente projeto está ancorado no Artigo 3 da Lei nº 8.313 de 27 de julho de 1998, pois por meio do financiamento do teatro musical, Verde que te quero verde, promoverá: preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante, da proteção das tradições populares nacionais, em especial dos povo originários. Estamos de acordo com tal artigo da lei, porque há o estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos, especialmente para setores excluídos da sociedade e para estudantes de rede pública de ensino. Devemos destacar que também estamos amparados no Artigo 3 dessa lei, no que se refere ao apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante a contratação de serviços para elaboração de projetos culturais, pois oferecemos como contrapartida social 12 sessões de uma oficina de teatro para estudantes da rede pública de ensino na cidade do Rio de Janeiro.

Especificação técnica

Espetáculo de um musical teatro com 2 h de duração para público composto por crianças, jovens e adultos. Apresentação contará com telão, legendas e interpretes de libras para facilitar o acesso de portadores de definciências. As sesssões do espetáculo ocorrerão apenas na cidade do Rio de Janeiro, não haverá itinerância. Além do espetáculo, haverá a produção de 3000 exemplares do livro : Verde que te quero verde, para divulgação da obra e especialmente para doação nas sessões gratuitas com estudantes das rede pública Produção da versão em ebook do livro, também para facilitar a divulgação e a democratização do acesso à obra. Produção do audiobook da obra como outro método de democratizar a obra, para as crianças que ainda não passaram pela fase de alfabetização e especialmente para deficientes visuais. Como contrapartida social ofereceremos 12 sessões (inteiramente gratuitas) de uma oficina de teatro infantil para estudantes da rede municipal de ensino.

Acessibilidade

Sendo assim, de acordo o artigo 44 dessa lei, nas sessões de Verde que te quero verde , serão reservados espaços livres e assentos para a pessoa com deficiência, incluído portadores de autismo (de acordo com a capacidade de lotação do local). Tais assentos serão distribuídos pelo recinto em locais diversos, de boa visibilidade, em todos os setores, próximos aos corredores, como devida sinalização, evitando-se áreas segregadas de público e obstrução das saídas, especialmente para evitar qualquer tipo de exclusão à pessoa portadora de deficiencia em locais mais distante e escondido do palco e de todos. Os espaços e assentos de nossas atividades estarão em locais que garantam a acomodação de, no mínimo, 1 (um) acompanhante da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. Haverá rotas de fuga e saídas de emergência acessíveis, conforme padrões das normas de acessibilidade, a fim de permitir a saída segura da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, em caso de emergência. Não haverá cobraça de valores maiores no ingresso aos portadores de qualquer tipo deficiência, em todas atividades (sessões do espetáculo e palestras). Pelo contrário, ao portador de deciência e sua acompanhante terão o direito a ingressos gratuitos. Nesse sentido, acessibilidade física contará também:com rampas de acesso, banheiros adaptados com barras e assentos especiais, guitas táteis, marcadores em alto relevo no chão e uma pessoa da equipe treinada para auxiliar deficientes e acompanhantes. No que tange à acessibilidade de conteúdo, em cada sessão de Verde que te quero verde, haverá um intérprete de libras tanto na recepção quanto durante as atividades.Também haverá um telão com legenda descritiva durante as atividades do festival promovendo uma maior acessibilidade a públicos portadores de necessidades especiais

Democratização do acesso

Para democratizar mais o acesso à cultura, além da grutuidade oferecidas a portadores de deficiência, nós estabelecemos uma sessão semanal destinados a estudantes de ensino médio das escolas públicas do Rio de Janeiro, sem cobraça de ingressos, de acordo com os artigos 2O e 21 da INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 2, DE 23 DE ABRIL DE 2019 Para promover a inclusão de pessoas negras, mulheres e LGBTQIAP+ no projeto, serão adotadas as seguintes medidas: 1. Diversidade na equipe: será priorizada a contratação de profissionais negros, mulheres e membros da comunidade LGBTQIAP+ em diferentes áreas do projeto, incluindo produção, design, comunicação, marketing, gestão e outras. Será promovida também a equidade de oportunidades, considerando a representatividade e a diversidade como critérios essenciais na seleção dos profissionais envolvidos. 2. Elenco diversificado: o projeto buscará incluir artistas e músicos locais negros, mulheres e LGBTQIAP+ nas apresentações do teatro musical. Essa diversidade de talentos será valorizada, permitindo uma maior representatividade no palco, ampliando a visibilidade desses artistas. 3. Outro meio importante de democratização que oferecemos: a oficina de teatro infantil para crianças e jovens, estudantes da rede pública de ensino. Serã 12 aulas, realizadas durante os três meses de estáculo, no mesmo teatro onde acorrerá o espetáculo em dia e horário de fácil acesso aos estudantes mencionados.

Ficha técnica

Direção Geral: Paulo Cesar Figueiredo (proponente) Paulo Cesar Telles Figueiredo, nasceu dia 26 de abril de 1959, Brasileiro, natural do Rio de Janeiro. Formado em jornalismo e produtor cultural desde 1986. Desenvolveu vários projetos musicais, principalmente no universo do samba tradicional; entre casas com música ao vivo, centros culturais, produção de shows e CDs e na gestão de projetos incentivados. Em 16 de novembro de 1993 fundou a empresa Orum produçõesDo final das atividades do Bar do Barbas, em 88, do Bar Arco da Velha, em 89, a programação do Candongueiro, 90/96 e do Bar Carioca da Gema (2004 a 2008), produziu por 20 anos a Velha Guarda da Portela e inúmeros show com as participações de Marisa Monte, Cesária Évora e Paulinho da Viola, Monarco, entre shows internacionais em 2000 e 2005 com Dona Ivone Lara. Em 2002 recebeu o Prêmio Caras (atual de Música Brasileira) como Produtor do Melhor CD de Samba “Nasci para Sonhar e Cantar”, Dona Ivone Lara. Para o Ano do Brasil na França, em 2005 produz shows da Velha Guarda da Portela, no Festival Banilieues Bleues e Fête La Music no Sénat de Paris e Festival Rio Loco, em Toulouse. Coordenador Musical no Projeto Brasil Brasileiro, Toulouse, e Paris, com Elza Soares, Jair Rodrigues, Alaíde Costa e Marquinho Satan. 2004 produz o CD “Sempre a Cantar” de Dona Ivone Lara indicado para o Prêmio Tim 2005 (atual PMB) - 2006, produziu com Paulão 7 cordas, CD e Show Aquarela do Samba reunindo 7 grandes nomes do Samba: Dona Ivone Lara, Monarco, Walter Alfaiate, Luiz Carlos da Vila, Xangô da Mangueira, Wilson Moreira e Nelson Sargento. Texto, Trilha Sonora e cenário e Figurino: Edmundo Souto. Edmundo Rosa Souto (Belém do Pará, 30 de março de 1942) é um compositor, violonista, escritor e arquiteto brasileiro. Emigrou para o Rio de Janeiro com os seus pais aos oito anos. Estudou violão com Oscar Castro Neves. Em 1967 graduou-se no curso de Arquitetura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1999. Foi funcionário da Secretário de Educação do Estado do Rio de Janeiro - 1999-2007 Prêmios como compositor: Terceiro Lugar No III Festival FIC -1968, com a Canção Andança, com Beth Carvalho e Golden Boys. Primeiro Lugar no IV-FIC-1969- No Júri Oficial e Júri Popular, Na Parte Nacional e Internacional - " Cantiga Por Luciana" , Com a Intérprete Evinha; Autor Junto com Paulinho Tapajós, Luis Carlos da Vila e Biba Nunes Para o Samba Enredo Vencedor de 1984- " Beth Carvalho, A Enamorada do Samba". Possui mais de 200 música gravadas no Brasil e no exterior, com a interpretação de nomes como: Elis Regima, Bethânia, Emílio Santiago e tantos outros. Iluninação: Rogério Wiltgen Rogério Wiltgen é designer de Iluminação e diretor de fotografia com mais de quarenta anos de experiência. Trabalhou para projetos de iluminação em emissoras de TV, tais como: Multishow, TV Globo, Netflix, ESPN USA. Atuou em projetos de iluminação de Shows, espetáculos teatrais, musicais, museus, com mais de quarenta anos de experiência. Fez cursos de formação no exterior, tais como: "Theatre Lighting : Design & Technology" - curso ministrado em Março de 1991, em Londres, com iluminadores selecionados por todo o mundo pelo Conselho Britânico. Experiências profissionais no teatro: Projeto de Iluminação cênica de mais de trezentos espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe, SATED, Coca-Cola e Cultura Inglesa de Teatro (12 prêmios de Melhor espetáculo e indicações como melhor iluminador do Ano 1995 e 96), trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Carlos Augusto Nazareth, Gracindo Jr., João Bethencourt, Jorge Fernando, Luís Armando Queirós, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Sérgio Britto, entre outros . Experiência em iluminação de shows e concertos nacionais e internacionais: membro das equipes de iluminadores de eventos como "Rock in Rio", "Hollywood Rock" e "Free Jazz" trabalhando como iluminador para a Peter Gasper Associados, IRIS Luminotécnica e Oficina de Luz. Já realizou shows diversos com artistas como Ivan Lins, Nana Caymmi, Gilberto Gil, Zezé Motta, Marília Pêra, Paul McCartney, Prince, Sting, Rod Stewart, Paul Simon, Pavarotti, Os Três Tenores etc. Direção Artistica: Roney Villela. Roney Villela nasceu na cidade do Rio de Janeiro. Começou sua carreira artística como ator de teatro, na adolescência. Convidado por Cacá Diegues, integrou o elenco do drama Um Trem para as Estrelas (1987), filme que, assim, marcou sua estreia na tela grande. Estreou na televisão com a novela Amazônia, exibida em 1991 pela Rede Manchete. Alcançou fama nacional ao integrar o elenco de diversas telenovelas e dos elogiados longas Meu Nome Não é Johnny (2008) e Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro (2010).

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.