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Promover um intercâmbio cultural e artístico que destaque a rica diversidade cultural da Bahia, utilizando o espaço histórico do Solar do Ferrão como palco para exposições, oficinas, seminários e apresentações musicais que dialoguem com as coleções permanentes do local.
OBJETIVO GERAL Promover um intercâmbio cultural robusto e dinâmico dentro das dependências do Solar do Ferrão, realçando a diversidade cultural da Bahia por meio de exposições, oficinas, seminários e apresentações que interagem com as coleções permanentes e a história local, com o propósito de fortalecer as identidades culturais e enriquecer a compreensão e apreciação do patrimônio cultural baiano. OBJETIVO ESPECÍFICO Realizar Quatro Grandes Exposições Temáticas Anuais: Duas exposições explorando a intersecção entre a arte africana e a arte sacra nordestina.Duas exposições destacando a arte popular e sua aplicabilidade na vida cotidiana.Promover Oficinas Culturais Mensais: 02 oficinas de escultura e cerâmica, proporcionando a 20 participantes a oportunidade de criar peças inspiradas pelas coleções vistas.02 oficinas de música experimental, envolvendo 30 participantes na exploração sonora utilizando as Plásticas Sonoras de Walter Smetak.03 oficinas de impressão 3D, cada uma permitindo a 20 participantes para criar peças inovadoras inspiradas pelas coleções do museu, integrando a tradição cultural com tecnologias modernas de fabricação. Organizar um Ciclo de 8 Palestras e Seminários Semestrais: 4 seminários sobre a história e influência cultural africana na Bahia, cada um atendendo pelo menos 100 pessoas.4 palestras sobre técnicas e importância da conservação patrimonial, cada uma para 100 participantes. Estabelecer um Programa Regular de Apresentações Musicais e Performáticas: 10 noites de música no Solar ao longo do ano, cada evento com a expectativa de atrair pelo menos 200 espectadores. 6 apresentações de teatro de sombras, com uma audiência estimada de 150 pessoas por sessão.
O projeto "Resgate e Revelação - Diálogos Culturais no Solar do Ferrão" propõe uma série de atividades que alinham-se perfeitamente com os objetivos da Lei 8313/91, conhecida como Lei Rouanet. Esta lei foi estabelecida para incentivar a cultura nacional por meio do apoio de empresas e doadores individuais, que podem beneficiar-se de deduções fiscais ao contribuir para projetos culturais. A relevância do uso deste mecanismo para financiar nosso projeto reside na necessidade de recursos substanciais para realizar atividades culturais de alta qualidade, que envolvem desde a restauração de artefatos até a realização de eventos que exigem infraestrutura complexa e especializada. Enquadramento nos Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei Rouanet: Inciso II: "A produção teatral, dança, música, circo e ópera" — aplica-se às nossas apresentações musicais e performáticas.Inciso III: "Exposições de artes visuais e fotografia" — aplica-se diretamente às exposições temáticas rotativas que planejamos realizar.Inciso IV: "Preservação e conservação do patrimônio cultural material e imaterial" — crucial para as atividades de conservação patrimonial e as oficinas que visam ensinar técnicas de preservação.Inciso V: "Literatura, incluindo obras de referência" — embora não especificado anteriormente, o projeto pode incluir a publicação de materiais educativos e catálogos das coleções e exposições.Objetivos do Art. 3º da Lei Rouanet AlcançadosO projeto alcançará vários objetivos estabelecidos no Art. 3º da Lei Rouanet: Inciso I: "Promover e incentivar as manifestações culturais" — O projeto fomentará a cultura baiana através de exposições, oficinas e performances que celebram tanto a tradição quanto a inovação.Inciso II: "Proteger as expressões culturais" — Através da conservação do patrimônio material e imaterial exposto e utilizado nas atividades do projeto.Inciso III: "Valorizar a contribuição da cultura como meio para o desenvolvimento econômico e social" — Através do envolvimento de artistas locais e artesãos nas oficinas e apresentações, proporcionando-lhes uma plataforma para a valorização e comercialização de seus trabalhos.Inciso V: "Garantir o pleno exercício dos direitos culturais" — Facilitando o acesso público às coleções e atividades do Solar do Ferrão, educando e envolvendo a comunidade em práticas culturais.Inciso IX: "Promover e estimular a formação de recursos humanos na área da cultura" — Pelas oficinas e palestras, que contribuirão para a capacitação e especialização em várias áreas da cultura e da arte.Portanto, a Lei de Incentivo à Cultura é essencial para a viabilização deste projeto, não apenas por questões de financiamento, mas também pelo alinhamento dos seus princípios e objetivos com os da lei, contribuindo para a perpetuação e inovação da rica tapeçaria cultural da Bahia.
ROGÉRIO WESLEY REIS FELIX SANTOSÉ pesquisadore y curadore independente. Investiga o potencial das imagens da herança cultural africana em acervos museológicos para experimentação de práticas curatoriais interdisciplinares, girando em torno de questões que colaborem para promover autodeterminação histórica. Se interessa pelas relações entre cultura (i)material e arte contemporânea, operando através da documentação, ação cultural-educativa e crítica. Informações Pessoais⎯ Nascimento: Salvador/BA, 1997;⎯ Nacionalidade: Brasil;⎯ Nº de registro Conselho Federal de Museologia: COREM 1R 0567-I;⎯ Telefone celular: 5571993529856;⎯ E-mail: rogeriowrfs@gmail.com. Acadêmico⎯ Bacharel em Museologia pela Universidade Federal da Bahia (2015-21);⎯ Mestrande em [História e Teoria das] Artes Visuais/Ufba (2022-atual).⎯ Formação complementar:2020: Políticas do olhar: diálogos sobre curadoria e descolonização (Carga Horária-CH: 9, Centro Afro Carioca de Cinema); A disputa da memória: museus digitais (CH: 8, Casa Mário de Andrade); Crítica de Arte (CH: 60, Goethe Institut Salvador); Afrofuturismo e fabulações críticas (CH: 20, Universidade Federal do Rio Grande do Norte); Arte, comunicação e decolonialidades (CH: 12, Centro Cultural Moçambicano Alemão).2019: África em artes: reflexões sobre um campo em movimento (CH: 12, Museu Afro-Brasileiro/Ufba); História da Arte e Exposições: uma introdução (CH: 12, Escola de Belas Artes/Ufba); Apropriação de Imagem na Arte Brasileira (CH: 12, Escola de Belas Artes/Ufba); Corpos pretxs LGBTQI: representação e (in)visibilidade (CH: 6, Mostra Itinerante de Cinemas Negros Mahomed Bamba - MIMB).2018: A Performance Negra nas Artes Visuais do Brasil (CH: 8, Goethe Institut Salvador). 2017: Produção Cultural (CH: 50, Teatro Escola Jorge Amado). Idiomas ⎯ Inglês: bom domínio (leitura, compreensão, conversação); ⎯ Espanhol: bom domínio. Carreira Profissional Curadoria institucionalAssistente de Curadoria na Organização dos Estados Ibero-Americanos (set-nov. 2023); Assistência para a exposição “Um defeito de cor - Itinerância Salvador”, montada no Museu Nacional da Cultura Afro Brasileira. Curadore na Fundação Gregório de Mattos (mar-jul. 2023);Co-organização, junto a Goli Guerreiro, Lia Krucken, Alex Igbo, Diego Araúja e Laís Machado da exposição fotográfica Lapso temporal: 35 anos da Casa do Benin – aberta em 01/08/23, na Casa do Benin, com previsão inicial de duração até dezembro de 2023. Colunista no site Itaú Cultural (mai-ago. 2021);(4) Textos de estreia da coluna Revelação, abordando interfaces entre curadoria e fotografia. Mediadore na Galeria do Goethe Institut-Salvador (jun-out. 2019);Mediação das exposições de artes visuais contemporâneas ‘Concerto para Pássaros’ e ‘O espaço dividido’, organizadas pelo artista e curador Tiago Sant’Ana para o programa expositivo da Residência Artística Vila Sul.
CENTRO CULTURAL SOLAR FERRÃO O Solar Ferrão teve sua construção iniciada em fins do século XVII e início do século XVIII pelo rico comerciante português Antônio Maciel Teixeira, período em que a cidade vivia o apogeu da economia açucareira alimentada pela cultura da cana-de-açúcar. Foi residência da família Maciel até o ano de 1756 quando foi adaptado pela Companhia de Jesus para abrigar o seminário de N.S. da Conceição, invocação do oratório ali existente (1756/1757). Entre 1793 e 1814 foi residência do Coronel e vereador Pedro Gomes Ferrão Castelo Branco – de quem herdou a atual denominação. Passou por diversos usos e donos, abrigou o Teatro Ferrão (1855); Sociedade de Comércio e Estabelecimentos Bancários (1890); Sede do primeiro Centro Operário da Bahia (1896). No período entre 1896/1977 funcionou nas dependências do Solar, já bastante degradado, uma escola, oficinas, serralherias, sapatarias e unidades habitacionais para famílias que viviam em condições de vulnerabilidade social. EM 1978 foi adquirido pelo Governo do Estado da Bahia. Devido a sua importância histórica e arquitetônica, exemplar da arquitetura luso-brasileira do período colonial, o Solar Ferrão localizado à Rua Gregório de Matos, 45 – Centro Histórico de Salvador foi tombado, individualmente, pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN), hoje IPHAN, em junho de 1938 e no mesmo ano inscrito no Livro de Belas Artes desse Instituto (registro número 146, folha 26). Após a aquisição do Solar pelo Governo do Estado da Bahia, 1978, um amplo trabalho de restauração foi realizado e foram descobertas, dentre outras raridades, pinturas artísticas no teto em forro gamelado, cobertas por espessas camadas de tinta branca, em dois cômodos da casa. Neste mesmo ano, o Solar passou a abrigar a Galeria Solar Ferrão no andar térreo e o Museu Abelardo Rodrigues no andar nobre em 1981. Nesse período, a sede do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural – IPAC também funcionava nesta edificação. Em 2009 o Solar passou a chamar-se Centro Cultural Solar Ferrão e além da Galeria Solar Ferrão e do MAR abriga mais quatro coleções, são elas: Coleção de Arte Africana Claudio Masella; Coleção de Arte Popular; Coleção de Instrumentos Musicais Emília Biancardi e a Coleção de Instrumentos Musicais de Walter Smetak (comodato). Atualmente esta passando por uma grande reforma e abrirá as suas portas com o projeto aqui proposto que pretende montar a Coleção de Arte Africana Claudio Masella, Coleção de Instrumentos Musicais Emilia Biancardi, bem como a coleção de Arte Sacra do estado da Bahia, Abelardo Rodrigues e Museu do Recôncavo e incluir a abertura do espaço de memoria Ode Kayode – Mãe Stella, junto com o jardim das folhas sagradas, que trará as plantas usadas nos rituais do candomblé para o espaço do Solar. Dessa forma o conceito do equipamento cultural ganha uma nova narrativa e dimensão, tornando-se o Espaço das Origens.
Visitas Sensoriais: Organização de visitas sensoriais que permitam aos visitantes experimentar as exposições através do tato, olfato e audição, proporcionando uma experiência imersiva e inclusiva, especialmente projetada para pessoas com deficiência visual ou auditiva. Legendas Descritivas: Oferta de serviço de audiodescrição, disponível através de dispositivos de áudio que detalham visualmente as obras expostas e as instalações do museu para visitantes cegos ou com baixa visão. Oferta de serviço online de plataforma de comunicação com surdos, disponível através de dispositivos de vídeo em tempo real que detalham visualmente as obras expostas e as instalações do museu. Interpretação em Libras: Disponibilização de intérpretes de Libras, de forma online, para todas as palestras, seminários e apresentações, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência auditiva
Distribuição e Comercialização dos Produtos da Proposta: Entrada Franca e Comercialização Justa: Oferecer entrada gratuita em todas as exposições e eventos do projeto para garantir que não existam barreiras econômicas ao acesso cultural.Comercialização de produtos relacionados às exposições, como catálogos, réplicas de obras, e mercadorias de artesanato local, a preços acessíveis, em uma loja no local e online.Parcerias com Escolas e Universidades: Distribuição gratuita de ingressos para escolas e universidades, permitindo que estudantes visitem as exposições durante a semana. Isso inclui a disponibilização de transporte para grupos escolares de regiões menos favorecidas.Catálogos e Publicações Digitais: Disponibilização de materiais de exposição e educativos em formato digital, acessíveis gratuitamente através do site do projeto, garantindo que pessoas de diferentes localidades possam acessar o conteúdo sem precisar visitar fisicamente.Medidas de Ampliação de Acesso: Ensaio Aberto: Realização de ensaios abertos para as performances musicais e teatrais, permitindo que o público veja o processo criativo por trás das apresentações. Isso serve tanto como uma atividade educativa quanto uma forma de engajar a comunidade local de uma maneira mais profunda e significativa.Oficinas Paralelas: Implementação de oficinas paralelas em comunidades locais, utilizando espaços comunitários e escolas para ensinar habilidades artísticas e culturais. Essas oficinas serão lideradas por artistas locais e educadores culturais, garantindo que a participação no projeto possa ser estendida para além dos muros do Solar do Ferrão.Transmissão pela Internet: Transmissão ao vivo de palestras, seminários e algumas apresentações selecionadas através de plataformas de mídia social e o site do projeto. Isso permitirá que pessoas que não podem fisicamente estar no local ainda participem e se envolvam com o projeto.Ações de Engajamento nas Redes Sociais: Uso intensivo das redes sociais para compartilhar conteúdo educativo, bastidores das atividades, e transmissões ao vivo de eventos, aumentando assim a visibilidade e o alcance do projeto.Programa de Voluntariado: Criação de um programa de voluntariado que incentivará membros da comunidade local a se envolverem diretamente com o projeto, oferecendo treinamento e experiências práticas em gestão cultural, guia de museu, e suporte em eventos.
MICHELI ANGÉLICA DO MONTE COSTA (PROPONENTE) Função: Direção Geral Principais atividades: SOU ARTESÃ DA COSTURA CRIATIVA, formada em Design de Modas Produtora cultural e produtora de eventos Multiplicadora do IRME – Instituto Rede Mulheres Empreendedoras – capacitando mais de 3000 mulheres no ano de 2023 Atuei como Apresentadora de TV a frente de Programa Arte da Hora, transmitido semanalmente pela TV CIDADE OESTE, que é o único programa do Nordeste voltado exclusivamente sobre artesanato Agende Cultural na Cidade de Mossoró Parecerista da Lei Paulo Gustavo no Estado da Bahia (2023) Desde os 08 anos empreende no artesanato tendo minha avó como inspiração, dando meus primeiros passos no artesanato no tricô e crochê, No ano de 2012 enfim abri meu próprio ateliê de costura criativa, Ateliê Arte Muleka, e mais 6 anos produzindo e vivendo de minhas peças artesanais, mais a grande virada foi no ano de 2018 iniciei um processo de representatividade da mulher, da empreendedora, em especial das artesãs, neste momento participei de feiras nacionais, assumi o comando de um programa de TV voltado para o artesanato, criei um PODCAST para ser a voz das mulheres e lidero um grupo formado por mulheres empreendedoras. 2019: Ministrei oficina de costura criativa na Mega Artesanal em São Paulo – a maior feira de artesanato do Brasil; Durante a pandemia da COVID19 realizamos a campanha de produção de mais de 5000 máscaras de tecido 2021: Premiação como melhor programa de TV da cidade através do Prêmio Brasil Protagonista edição Mossoró; 2022: Premiação como melhor apresentadora de Tv através do Prêmio Brasil Protagonista edição Mossoró; 2022 : Premiação como melhor youtube e empresa promotora de eventos através do Prêmio Grupo Kler Carvalho; Prêmio Sebrae Mulher de Negócios 2022 Criação do Grupo Mulheres e Cia que visa fomentar o empreendedorismo feminino e valorização da mulher empreendedora e artesã; Idealizadora da FEMEA – Feira de Mulheres Empreendedoras e Artesãs – primeira feira de artesanato de Mossoró voltado para mulheres empreendedoras, com sua primeira edição em 2022. O evento conta com a participação de mais de 100 empreendedoras de todo o estado Realização da edição do Festival Mulherada – festival de música com artistas mulheres Realização do Festival Gastronomico Sabores Potiguares Realização do Curta metragem DIVAS DO ARTESANATO Fundadora do IMEC – Instituto Mulheres e Cia – instituto sem fins lucrativos que levará formação, capacitação para mulheres em situação de vulnerabilidade social. Contará com assessoria jurídica com apoio a temos como violência contra mulheres, assessoria contábil para apoio de formalização de pequenas empreendedoras. Apoio social e psicológico para mulheres. FRANCISCO DE ASSIS JUNIOR DE ARAÚJO Função: Assistente da Direção Currículo: Administrador, consultor de negócios, produtor cultural, assessor de projetos, produtor do programa de TV Arte de Hora e do Podcast Mulheres e Cia. Bacharel em Administração de Empresas pelo UERN. Social mídia redes sociais de inúmeras empresas. Elaboração de plano de marketing e identidade visual de diversos projetos: FEIRA FEMEA, FESTIVAL MULHERADA, FESTIVAL GASTRONOMICO SABORES POTIGUARES, QUADRILHA INCLUSÃO COM PAIXÃO, FESTIVAL PRAIA PARA TODOS Parecerista da Lei Paulo Gustavo no Estado da Bahia Agente cultural na cidade de Mossoró MAX GEORGE DO MONTE COSTA MEDEIROS Função: Curador Currículo: Antropólogo e Gestor público. Possui graduação em Gastronomia pela Universidade Potiguar (2021). Mestrando em Antropologia Social pelo PPGAS - UFRN, onde é membro do grupo de pesquisa Cultura, Identidade e Representações Simbólicas - CIRS/PPGAS - UFRN. Tem capacitação e formação complementar em "Inventário Participativo", "Documentação de Acervo Museológico" e "Capacitação Preventiva de Acervos" pelo Instituto Brasileiro de Museus - IBRAM. Tem capacitação em "Gestão de Projetos " pela Escola Nacional de Administração Pública - ENAP. Tem formação ainda em "Arquivos Permanentes: recolhimento, processamento técnico, preservação e acesso" pelo o Arquivo Nacional. Atualmente é coordenador da Fundação José Augusto, onde coordena eventos e editais, se destacando os editais de "Registro de Patrimônio Vivo - RPV" e "Sabores, Saberes e Fazeres", sendo este último implementando a gastronomia tradicional como uma linguagem cultural dentro da gestão pública estadual. Organizou a primeira feira da agricultura familiar e economia solidária do Nordeste - I FENAFES. Tem experiência na área de Antropologia, Patrimônio imaterial, Gastronomia, Gestão de Política Pública, com ênfase em Antropologia e Patrimônio BISMARQUE LOPES Função: Assessoria e imprensa e publicidade Currículo: Jornalista, assessoria de imprensa, publicitária, designer gráfica, social mídia. Graduando Psicologia pela Faculdade Católica do Rio Grande do Norte - FCRN; Coordenador Administrativo do Gvitta Educação em Saúde. Tenho experiência na área da Educação e Saúde, com ênfase e atuação em Gestão em Operações e Projetos. HAYLENE DOS SANTOS DANTAS - PRODUTORA CULTURAL: Produtora cultural há quase 15 anos, Haylene Dantas acumula conhecimentos ao longo de uma trajetória profissional marcada pelo amplo leque de ações que desenvolveu em diferentes linguagens. Da Música ao Audiovisual, passando pelo Teatro e também pela Publicidade. esteve presente em alguns dos principais eventos de médio/grande porte realizados no Rio Grande do Norte - assinando a produção executiva do Goiamum Audiovisual / Fest Bossa & Jazz / Cena Musical e idealizando projetos como Terreiro em Transe / Forró da Quarta / Baile Galeroso / aHAYá de Rua / Cenas da Periferia / Cine Drive In Natal. Além de produção local de projetos em circulação nacional como: Você é o que ler (Gregório Duvivier / Maria Ribeiro e Chico Sá) e Palavra de Mulher (Tânia Alves, Lucinha Lins e Virgínia Rosa) nas capitais Maceió, João Pessoa e na capital cultural do RN, município de Mossoró se destacando regional e nacionalmente. Na pandemia em função do Covid 19 - assina a realização e direção geral de dois projetos, reinventando o ahayá de rua em aHAYá virtual e lançou em novembro de 2021, seu primeiro projeto de TV/Internet o programa Muído Potiguar com apresentação de Fê Guimarães que retrata bairros de Natal. A produtora voltou a realizar o AHAYÁ DE RUA em formato físico em 2022, considerado o melhor arraiá de Rejane Souza da Paz PaixãoMuseologia - Patrimônio - EducaçãoPara fins de comprovação profissional a candidata exerce atividades em diversas áreas da museologia e interpretação do patrimônio cultural desde atendimento ao público, passando pela supervisão de equipes, plano de execução, coordenação de setores: educativo, documentação, conservação e montagem de exposições. Possui 15 anos de experiência na área com cursos e atualizações que visam a melhoria no qualidade do desempenho profissional. Disponibilidade de mudança para outra cidade ou estado. Formação AcadêmicaMuseologia com Habilitação em Museus de Arte e História pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 2009.História com Licenciatura Plena pela Faculdade de Ciências da Bahia (FaciBa) em 2017.Pós-Graduação Latu Sensu em Docência do Ensino Superior pela Faculdade da Cidade do Salvador em 2013.Curso de extensão universitária Capacitação de Agentes Culturais: estratégias de cultura e arte para o futuro. Universidade Aberta do Nordeste da Fundação Democrito Rocha em 2021.Curso de Espanhol Intermediário pela NEHIS (UNEB) e Inglês Básico pelo IFBA. Organização de Eventos e Apresentações3º Encontro Baiano de Museu. Como produtora Cultural. De 21 a 23 de Setembro de 2011, Ilhéus- BA.I Semana Cientifica de Museologia. De 03 a 07 de Novembro de 2008, Salvador-BA. (Trabalho intitulado: Museu uma Extensão do Ensino Formal).Museus da Bahia: Identidade e Território. Ilhéus-BA Exposições MontadasMáscaras- entreATOS: acervo coleção Africana Claudio Masella. De Novembro 2023 a Março 2024.Ancestralidade, Memória e Devoção: Salvaguardando tradições da Irmandade Negra da Bahia. De outubro a Dezembro de 2023.Conceição e Barbara. Dezembro 2023.Brasil Futuro: As formas da Democracia. De julho a novembro 2023.O Evangelho Segundo Lucas- Museu do Recolhimento dos Humildes. De maio a junho 2023. Coleção de Arte Africana Claudio Masella. De 2018 a 2023.Entre Cores e Amores- Eduardo Lima. Dezembro 2022.Salvador Negro por: Sociedade Protetora dos Desvalidos, Ilê Aiyê e Bando de Teatro Olodum. 20 a 30 de Novembro de 2007MUSEU ILÊ OHUM LALAI (Casa das Coisas Antigas) Terreiro Ilê Opô Afonjá. Fevereiro 2011. Museus da Bahia: Identidade e Territórios. Ilhéus –BA.A Paz pede Passagem da Brahma Kumaris. De janeiro a março de 2019.Inquietude na Contemporaneidade- Denissena. De novembro 2019 a janeiro 2020. Pais Tropical- Lula Cícala. Fevereiro 2020Trajetória Poética de um operário cultural- Denissena. De Abril a Maio de 2022. Retalhos do Sertão- Eduardo Lima. 2019.Sons Acirapati. De abril a junho de 2023. Afoxé Cultura Ancestral. Dezembro 2023Smetak. O Alquimista do Som. De 2018 a 2020 O Ateliê Carybé. 2011.
PROJETO ARQUIVADO.