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O projeto "Mais Cultura nas Escolas" realizado pela Federação Brasiliense de Dança Desportiva, busca promover a inclusão social de jovens em situação de vulnerabilidade, utilizando a cultura hip-hop como ferramenta educativa nas escolas públicas do Distrito Federal. Dentre as atividades planejadas estão: intervenções culturais em escolas públicas do Distrito Federal (Planaltina, Ceilândia , Paranoá , Itapuã e Sobradinho II), com apresentações de DJ, MC e Breaking; Oficinas de Breaking com duração de 10 meses, conduzidas por um arte-educador e um técnico, para ensinar os fundamentos dessa dança urbana; Organização de três festivais nacionais de Breaking, com jurados internacionais, visando despertar o interesse dos alunos pela cultura, oferecendo oportunidades de crescimento pessoal e profissional. O público estimado para participar de todas as atividades é de 29.000 beneficiados.
O presente projeto visa a realização de Pocket Shows, Oficinas de Breaking e 3 Festivais de Breaking, de modo a promover a inclusão social de jovens em situação de vulnerabilidade, utilizando a cultura hip-hop como ferramenta educativa nas escolas públicas do Distrito Federal (Planaltina, Ceilândia , Paranoá , Itapuã e Sobradinho II). Nas atividades será realizada a abordagem de temas como bullying, violência doméstica e preconceito racial, criando um espaço de diálogo seguro com os estudantes. Ele será dividido em três produtos: 1. Pocket Shows de Breaking nas escolas Intervenções de 2 horas em cada turno (matutino e vespertino), dentro das escolas da rede pública do Distrito Federal (Planaltina, Ceilândia, Paranoá, Itapuã e Sobradinho II) com Pocket Show de Rap e apresentação de Breaking com o grupo de Hip Hop “Start Family” e a Dupla de Rap “Rivas e Ravel” nos horários matutino e vespertino. Público estimado em 600 estudantes por escola, em 20 escolas, totalizando 12.000 estudantes impactados pela ação. 2. Oficinas de Breaking nas escolas As oficinas de Breaking, com duração de 10 meses, serão conduzidas por um arte-educador e um técnico especializado, oferecendo aos participantes uma imersão nos fundamentos dessa dança urbana. Cada encontro terá como foco o desenvolvimento das habilidades motoras, a coordenação e a musicalidade dos alunos, abordando técnicas básicas como footwork, freezes e powermoves. Além do treinamento prático, as aulas trarão reflexões sobre a cultura hip-hop, seus valores de inclusão e resistência, estimulando a criatividade e o trabalho em equipe. As atividades também promoverão o fortalecimento da autoestima e a criação de um ambiente seguro e acolhedor para que os jovens possam se expressar e superar desafios, preparando-os para possíveis competições e apresentações dentro do projeto. 50 vagas por turma (uma em cada turno: matutino e vespertino), totalizando 100 vagas por escola, com ações propostas em 20 escolas, para um público de 2.000 estudantes impactados pelas oficinas. 3. Festivais de Breaking A organização de três festivais nacionais de Breaking, com jurados internacionais, visa despertar o interesse dos alunos pela cultura. Esses eventos proporcionarão interação com dançarinos de alto nível, elevando o nível técnico e inspirando os jovens a ver o Breaking como uma forma de expressão e carreira profissional. Além de desenvolver habilidades como disciplina e trabalho em equipe, a atividade promoverá intercâmbio cultural e abrirá oportunidades futuras neste mercado cultural. O evento terá um público estimado de 5.000 pessoas em cada edição, totalizando 15.000 pessoas impactadas.
Objetivo geral: Realização de intervenções, oficinas e festivais da modalidade Breaking em 20 escolas públicas do Distrito Federal (Planaltina, Ceilândia, Paranoá , Itapuã e Sobradinho II) visando exaltar a cultura do Hip Hop e seus desdobramentos, de modo a estabelecer a interligação entre música, dança e artes visuais que leva o Breaking a quebrar as barreiras culturais, revelando novos talentos desta modalidade de "arte olímpica" e estabelecendo um ambiente seguro para desenvolvimento e acolhimento desses jovens em situação de vulnerabilidade social. Objetivos específicos: 1. Promoção da Cultura Hip Hop e do Breaking: - Apresentar os elementos do Hip Hop (DJ, MC e Breaking) através de pocket shows e oficinas de Breaking; - Capacitar os alunos das escolas públicas no Distrito Federal, incentivando-os a participar da Federação Brasileira de Dança Desportiva (FBDD), promovendo o Breaking em sua vertente artística; - Realizar 3 festivais nacionais de Breaking, com juri internacional e participação de competidores de todo o Brasil. 2. Educação e Consciência Social: - Promover debates sobre temas relevantes como bullying, violência doméstica e preconceito racial durante as intervenções nas escolas, ligando a cultura Hip Hop ao aprendizado escolar, especialmente em matérias como artes, sociologia, filosofia e história; - Estimular a interação dos estudantes com a cultura Hip Hop por meio de atividades interativas e dinâmicas que incentivem o pensamento crítico e o respeito mútuo. 3. Desenvolvimento Artístico e Técnico: - Ministrar oficinas de Breaking em 20 escolas públicas do Distrito Federal, oferecendo 50 vagas por turma, turmas em 2 turnos, três vezes por semana em cada escola, para alunos interessados em aprender os fundamentos da dança; - Contratar arte educadores e técnicos para ensinar os princípios da dança Breaking, incentivando os jovens a participar de competições e eventos artísticos e esportivos. 4. Comunicação e Divulgação: - Criar e divulgar uma identidade visual forte para o projeto, integrando a imagem do grupo Start Family e da FBDD, para atrair o público-alvo e promover o projeto; - Alimentar continuamente as mídias sociais do grupo e da FBDD, com informações sobre os avanços do projeto e sobre a cultura Hip Hop no Distrito Federal; - Produzir vídeos e materiais de divulgação para os festivais nacionais, garantindo ampla visibilidade aos eventos. 5. Inclusão e Acessibilidade: - As escolas participantes serão escolhidas levando em consideração a acessibilidade física; - Promover espaço e oportunidades nos Pocket Shows para PCD’s e seus acompanhantes; - Garantir tradução simultânea em LIBRAS durante os eventos, além de vídeos com legendas, audiodescrição e materiais de divulgação acessíveis; - Criar cartilhas digitais com alfabeto em LIBRAS para todas as escolas atendidas, promovendo a inclusão de alunos com deficiência auditiva. 6. Avaliar e Documentar o Impacto: - Monitorar e avaliar o progresso dos participantes ao longo do projeto para ajustar as atividades e metodologias conforme necessário; - Documentar os resultados e impactos do projeto para futuros aprimoramentos e para compartilhar com a comunidade e possíveis parceiros. 7. Engajar a Comunidade Local: - Envolver a comunidade local no projeto, utilizando mídias sociais e materiais de divulgação digital para envolver o público externo, informando sobre as atividades do projeto e convidando a comunidade para participar ativamente.
A implementação do projeto "Mais Cultura nas Escolas" se baseia na necessidade de oferecer alternativas de inclusão social e desenvolvimento integral para jovens em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal. Escolas públicas em regiões como Planaltina, Ceilândia, Paranoá, Itapuã e Sobradinho II enfrentam desafios relacionados à violência, preconceito racial e exclusão social, tornando-se áreas prioritárias para a intervenção. O breaking, surge como uma ferramenta cultural que, além de promover o desenvolvimento motor e artístico, também reforça a autoestima e a consciência social dos jovens. Através de oficinas, apresentações culturais e festivais, o projeto visa não só introduzir a cultura hip-hop, mas também proporcionar um ambiente de aprendizado e crescimento, onde os participantes possam explorar sua criatividade e desenvolver habilidades sociais. Os impactos esperados são amplos e abrangem os participantes, a comunidade e os profissionais envolvidos. Para os participantes: espera-se um aumento na autoconfiança, disciplina e habilidades motoras, além de uma maior consciência sobre temas como bullying, preconceito racial e violência. A participação nas oficinas e nos festivais também deve fortalecer os laços sociais e oferecer um caminho positivo para expressar emoções e enfrentar desafios pessoais. Para a comunidade: o projeto trará um aumento no engajamento cultural, formando plateias e promovendo a valorização da cultura Hip Hop e reforçando o senso de pertencimento e coesão social, especialmente em áreas marcadas por conflitos e vulnerabilidade. Para os profissionais envolvidos, como professores e artistas: o projeto proporcionará oportunidades de atuação em contextos educativos inovadores e inclusivos, ao mesmo tempo em que fortalece suas habilidades pedagógicas e artísticas, consolidando suas carreiras e contribuindo para o desenvolvimento cultural e esportivo da região. O projeto está alinhado com os objetivos e diretrizes estabelecidos no Art. 1º e Art. 3º da Lei 8.313, que regula o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Lei Rouanet). · Art. 1º: A Lei Rouanet tem como finalidade incentivar a produção e a promoção das artes e da cultura no Brasil. O projeto em questão visa exatamente isso, ao promover atividades culturais e artísticas para um grupo que frequentemente enfrenta dificuldades em acessar tais oportunidades. A imersão desses jovens no universo artístico do Breaking, do Rap e dos MC’s atendem ao objetivo de fortalecer e democratizar a cultura. (art. 1º, I, II e IX). · Art. 3º: Este artigo detalha os mecanismos de incentivo fiscal para projetos culturais que atendam ao interesse público e promovam a inclusão social. O projeto proposto se enquadra nos critérios de interesse público ao abordar a inclusão e a integração social de um grupo vulnerável através de atividades artísticas e culturais. A proposta de oferecer oficinas de Breaking gratuitas nas escolas, bem como a realização de três festivais nacionais da modalidade artístico-esportiva, atende a esses critérios ao fornecer oportunidades culturais que promovem a inclusão e o desenvolvimento social. (art. 3º, I, c; II, c, d; V, b, c.) Além de estar em consonância com os artigos 1º e 3º da Lei Rouanet, o projeto prevê medidas que atendem ao art. 30 da Instrução Normativa nº 11/2024: Art. 30. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição; IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VI - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil. O projeto não apenas visa o desenvolvimento artístico e cultural das crianças e adolescentes, mas também promoverão o fortalecimento da autoestima, a superação de desafios pessoais e a construção de um ambiente seguro e acolhedor para os jovens visando a promoção da inclusão social. Ao atender às diretrizes da Lei Rouanet e da Instrução Normativa nº 11/2024, o projeto busca não apenas apoio financeiro, mas também contribuir de maneira significativa para o enriquecimento cultural e social das comunidades envolvidas.
A Federação Brasiliense de Dança Desportiva (FBDD) é uma organização sem fins lucrativos dedicada à promoção da dança esportiva, com foco especial no breaking. A FBDD se empenha em desenvolver esta arte no Distrito Federal, proporcionando oportunidades para pessoas de diferentes níveis participarem de competições e eventos, além de promover treinamentos e capacitação de profissionais da área. A federação busca elevar o nível técnico dos praticantes, oferecendo uma estrutura sólida e suporte para que possam alcançar destaque tanto nacional quanto internacionalmente. Além da dança esportiva, a FBDD também valoriza a cultura Hip Hop em sua dimensão cultural, reconhecendo a importância do breaking como uma expressão artística que vai além das competições. A organização oferece apoio aos praticantes e incentiva a preservação dos valores e das raízes culturais do movimento Hip Hop. Com uma equipe de profissionais experientes e comprometidos, a FBDD tem como missão fomentar a prática do breaking no Distrito Federal, criando um ambiente inclusivo e de excelência para o crescimento desta arte e da cultura que a envolve.
1. Pocket Shows de Breaking nas escolas Intervenções no período matutino e vespertino. Público estimado de 600 estudantes por escola. ● Material: Equipamento de som portátil para Pocket Shows de Rap e apresentações de Breaking. Espaço adaptado nas escolas para permitir performances ao vivo. ● Duração: 2 horas por turno (matutino e vespertino), com apresentações de Rap e Breaking em cada sessão. ● Projeto pedagógico: As intervenções terão como foco promover a cultura Hip Hop por meio de performances de Rap com a dupla “Rivas e Ravel” e apresentações de Breaking com o grupo de Hip Hop “Start Family”. As atividades buscam incentivar a expressão artística, a convivência social e o engajamento cultural dos estudantes, estimulando o interesse por elementos do Hip Hop. As ações ocorrerão em escolas públicas do Distrito Federal (Planaltina, Ceilândia , Paranoá , Itapuã e Sobradinho II). 2. Oficinas de Breaking nas escolas ● Número de vagas por período: 50 vagas por turma nos períodos matutino e vespertino, totalizando 100 vagas por escola (50 manhã / 50 tarde). Oficinas em 20 escolas, totalizando 2.000 estudantes impactados. ● Material: Espaços adaptados para a prática de Breaking, com superfícies adequadas para dança urbana, som profissional, e materiais de apoio como colchonetes para proteção em movimentos avançados (footwork, freezes e powermoves). ● Duração: 2 horas por aula, três vezes por semana, com duração total de 5 meses. ● Projeto pedagógico: As oficinas de Breaking serão ministradas por um arte-educador e um técnico especializado, focando no desenvolvimento das habilidades motoras, coordenação e musicalidade dos alunos. As aulas abordarão técnicas fundamentais do Breaking, como footwork, freezes e powermoves. Cada encontro terá um componente prático, além de reflexões sobre a cultura hip-hop, seus valores de inclusão e resistência, incentivando a criatividade, o trabalho em equipe e o fortalecimento da autoestima. Ao longo dos 5 meses, os alunos participarão de atividades que estimulam a expressão corporal e o senso de pertencimento, preparando-os para competições organizadas dentro do projeto. 3. Festivais de Breaking ● Número de festivais: 3 festivais nacionais de Breaking, com participação de jurados internacionais. ● Material: Palco estruturado, sistema de som de alta qualidade, iluminação profissional, uniformes de dança adaptados para os competidores. ● Duração: Cada festival terá uma duração de 2 dias, com apresentações preliminares e finais. As competições acontecerão uma vez a cada três meses, em média, ao longo de um período de 10 meses. ● Público estimado: 5.000 pessoas por edição, totalizando 15.000 pessoas impactadas ao longo dos três festivais. ● Projeto pedagógico: Os festivais de Breaking visam promover a cultura entre os jovens, incentivando a interação com dançarinos de alto nível. A organização dos eventos busca despertar o interesse dos alunos pelo Breaking como forma de expressão e carreira profissional, desenvolvendo habilidades como disciplina, trabalho em equipe e coordenação motora. O intercâmbio cultural proporcionado pelos festivais abrirá novas oportunidades no mercado cultural para os participantes.
Para permitir que a realização dos Pocket Shows, das oficinas e dos festivais de Breaking sejam acessíveis a todos, seguem as medidas de acessibilidade a serem implementadas durante a sua execução: Produto - Pocket Shows - Acessibilidade no aspecto arquitetônico: O local de realização terá rampas de acesso, corrimão e banheiros adaptados; - Acessibilidade para deficientes auditivos: Presença de um intérprete de Libras, proporcionando assim que os deficientes auditivos possam acompanhar todo o espetáculo; Produto - Oficinas de Breaking - Acessibilidade no aspecto arquitetônico: O local de realização terá rampas de acesso, corrimão e banheiros adaptados; - Acessibilidade para deficientes auditivos: Presença de um intérprete de Libras, proporcionando assim que os deficientes auditivos possam acompanhar todas as aulas teóricas e práticas; - Acessibilidade para deficientes Visuais: Será utilizado o recurso de audiodescrição ao vivo ou PDF acessível, que permite que deficientes visuais entendam a descrição das apresentações; - Acessibilidade de conteúdo: Por ser realizado em ambiente escolar, local que já consta de leis de acessibilidade, o projeto decorrerá em parceria com a equipe do local de realização, visando garantir a devida avaliação para verificar as necessidades de Pessoas com Deficiência e, implementá-las, de acordo com cada individualidade, por intermédio de monitores treinados. Produto – Festivais de Breaking - Acessibilidade no aspecto arquitetônico: O local de realização terá rampas de acesso, corrimão e banheiros adaptados, garantindo total acessibilidade física ao local; - Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de libras para atuar durante toda as apresentações; - Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição ou PDF acessível para deficientes visuais. OBSERVAÇÃO: As despesas relativas à contratação dos recursos humanos e tecnológicos para garantir a acessibilidade de todos ao produto do projeto cultural serão realizadas por intermédio de alocação dos valores no orçamento do projeto.
Para garantir a democratização de acesso aos produtos culturais oferecidos, serão tomadas as seguintes medidas: - Participação totalmente gratuita de todos os beneficiados; - Divulgação em meios de comunicação regionais, visando informar a comunidade sobre as vagas disponíveis para as oficinas; - Distribuição de material informativo; - Garantia e acessibilidade para pessoas com deficiência, garantindo a plena acessibilidade a todos que queiram participar das atividades do projeto; - Cumprimento do que determina a Instrução Normativa nº 11/2024, mormente no que concerne ao art. 30, VI, realização de ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil, bem como o inciso IX, outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela CNIC. GRATUIDADE TOTAL E EXPRESSA NA PARTICIPAÇÃO EM TODAS AS ATIVIDADES PROPOSTAS NO PROJETO.
ARTE EDUCADORA - ALANA COSTA LEITE - Dançarina de Hip Hop, B-Girl, coreógrafa, arte-educadora e professora. Iniciou-se na cultura Hip Hop em 2010 e integrou a crew local FURIOUS’D. Participou de apresentações em ONGs, associações de apoio às mulheres e escolas públicas. Formação em Letras-Francês pela UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA (UNB). Integrou a COMPANHIA STREET JAM, e trabalhou em colégios renomados de Brasília, como Dinatos COC, SIGMA, Moraes Rêgo e Fashion Teen. Produziu eventos e espetáculos de dança e ministrou aulas de dança Hip Hop para seus alunos. Participou de diversas batalhas na região de Brasília e fundou, durante a pandemia, um grupo de reforço escolar para crianças em situação de vulnerabilidade social, além de um grupo de Literatura Periférica com ênfase em leituras nacionais e internacionais. Lecionou francês e ensinou sobre a Cultura Hip Hop na UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA. Atuou em academias de dança, LÁ NA DANÇA, MARCELO AMORIN, CORPOS EM PAR e ESTAÇÃO DA DANÇA VIP. Participou dos projetos ARTE URBANA NAS ESCOLAS e MANUTENÇÃO DE GRUPO - START FAMILY CREW e organizou eventos culturais de valorização das culturas maranhense e piauiense na Cidade Estrutural. Desenvolveu habilidades em acessibilidade, escrita criativa e produção de projetos culturais, participando de festivais como o Suburbia e Tardezinha do Samba em formato online. Foi jurada de eventos como ESSENCE BATTLE JAM, GUETTO BATTLE e BOUNCE BATTLE. Representou a Federação Brasiliense de Dança Desportiva na abertura dos JOGOS OLÍMPICOS DE CEILÂNDIA. Realizou apresentações de dança no HOSPITAL DA CRIANÇA e no MINAS TÊNIS CLUBE e foi premiada no MAKOSSA. Coreografou e participou de clipes musicais e do espetáculo CANDANGUS: DANÇA E CONCRETO no TEATRO SESC PAULO AUTRAN e ESPAÇO CULTURAL FUNARTE. COORDENADOR ADMINISTRATIVO - VICTOR CAVALCANTE CLEMENTE DA SILVA - Arte Educador e Professor de Dança (Breaking) desde 2012. Integrante do Grupo START FAMILY CREW, de Brasília, integra o projeto START FAMILY KIDS. Participou dos campeonatos BREAKING DOW, REI DO BREAKING, em Planaltina-DF, MASTERCREW e OPASTRO em Sobradinho-DF, além de marcar presença no ENCONTRO DE BBOYS E BGIRLS DO DISTRITO FEDERAL (2012). Realizou uma apresentação no CENTRO EDUCACIONAL STELLA DOS CHERUBINS GUIMARÃES;e esteve no evento RAW CIRCLES BRASIL AMÉRICA LATINA. Também competiu no campeonato CULTURA DIGITAL 1 VS 1 e participou do evento REI DA FAVELA. Participou do campeonato nacional EURO BATTLE e do evento HIP HOP CONTRA O CRACK (2013). Em 2015, fez uma apresentação em Planaltina no evento VIDART, conquistou o terceiro lugar no campeonato DA BOMB 20 ANOS e participou do evento OLDSKOOL. Entre 2016 e 2017, se destacou na cena hip-hop de Brasília, participando de encontros mensais de B-boys e B-girls e do evento MOTRIZ 2016. Competiu no BRASIL BATTLE e na primeira batalha show entre Start Family e Black Spin, onde conquistou o primeiro lugar no JK JAM e o terceiro na Batalha na Praça. Atuou como coordenador artístico do evento CONEXÃO HIP HOP em julho de 2017. Ganhou eventos importantes como o REDBULL BC ONE e o CAMPEONATO MUNDIAL DE BREAKING (2021). COORDENADOR GERAL DO PROJETO - FEDERAÇÃO BRASILIENSE DE BREAKING - CHEDE ZIAD ABUL CHACRA - Conhecido como "Bboy Ched", é produtor cultural e presidente da FEDERAÇÃO BRASILIENSE DE DANÇA DESPORTIVA (FBDD), organização responsável pela promoção do breaking e da dança desportiva no Distrito Federal. Formado em Pedagogia pelo INSTITUTO PIERRE BOURDIEU e estudou Ciências Contábeis por três anos na FAZEP. Atua como arte-educador, com atividades como oficinas de breaking e grafite em escolas, e como produtor de eventos culturais. Eleito presidente da FBDD (2023). Organizou o ENCONTRO DE BBOYS E BGIRLS DO DISTRITO FEDERAL E ENTORNO, ativo desde 1989, e produziu o REI DA FAVELA (2016), CONEXÃO HIP HOP (2017 e 2018) e HIP HOP NAS ESCOLAS (2019). Proponente do projeto MANUTENÇÃO DE GRUPO - START FAMILY CREW (2024) e do projeto "ARTE URBANA NAS ESCOLAS (2022). Organizou o 1º CAMPEONATO DE BREAKING DA FBDD em 2023, consolidando sua posição como líder cultural. Venceu o MASTER CREWS (2017), o BRASIL SUPER BATTLE (2018) e CIDADE VS CIDADE (2010). Jurado no ESSENCE BATTLE (2021) e no BRASIL SUPER BATTLE (2019). Campeão do projeto AZULIN (2023). ÁRBITRO DE BREAKING ESPORTE pelo CNDD (2024) e participou de oficinas de elaboração de projetos culturais. Ministrou aulas e palestras em eventos como o OBSERVA VARJÃO, Arte-educador no CENTRO SOCIAL COMUNITÀRIO TIA ANGELINA (2016-2019) e colaborador em projetos de prevenção e combate às drogas e violência, promovendo práticas saudáveis e autoestima entre jovens por meio do hip hop. COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO - ULYSSES MONTEIRO DA ROCHA SILVA - Produtor cultural desde 2014 e integrante do coletivo STAR FAMILY CREW, onde contribui ativamente com a cultura Hip Hop. Bacharel em Educação Física desde 2011, ministra treinos de consciência corporal e condicionamento físico para o time de breaking da Start Family Crew. Possui vasta experiência com crianças e adolescentes desde 2014, por meio do CENTRO SOCIAL COMUNITÁRIO TIA ANGELINA, localizado no Varjão, DF, e já participou de diversas palestras e reuniões voltadas ao combate às drogas, prevenção de doenças e combate à violência generalizada, além de realizar cursos para mediação de conflitos. Sua experiência em projetos comunitários é altamente valorizada, pois permitiu-lhe enxergar e dar ainda mais valor ao contato com a comunidade, sendo o apoio ao próximo um de seus princípios fundamentais. Entre suas experiências profissionais, destacam-se a atuação como coprodutor da batalha de breaking organizada pela FBDD - FEDERAÇÃO BRASILIENSE DE DANÇA DESPORTIVA, realizada no décimo aniversário de Ceilândia, no JK Shopping, em 30 de março de 2024; assistente de produção do CAMPEONATO DE BREAKING 1 VS 1 no Centro de Dança, em outubro de 2023; integrante da equipe de produção e organização do ENCONTRO DE BBOYS E BGIRLS desde 2023; assistente de produção do projeto MANUTENÇÃO DE GRUPO - START FAMILY CREW; além de atuar como produtor e organizador de eventos comemorativos no CENTRO SOCIAL COMUNITÁRIO TIA ANGELINA desde 2014 até o presente. CONSULTORIA E ASSESSORIA NA EXECUÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS - FRT ESPORTE E CULTURA LTDA - FERNANDO LUIS PEREIRA LIMA - Bacharel em Direito pela Universidade Federal de Uberlândia, com especializações em Direito Civil,também pela U.F.U., Gestão Marketing e Direito Desportivo pela Trevisan Escola de Negócios - SP, e Gestão e Administraçãode Arenas Multi Uso, também pela Trevisan SP. Cursos de COMERCIALIZAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO PARA O AUDIOVISUAL e LEGISLAÇÃO E NEGÓCIOS PARA O AUDIOVISUAL, no SEBRAE-MG, em 2024. Tem em seu currículo projetos desenvolvidos para a EFATA FILMS, Empresa franco brasileira do Diretor Márcio DaRocha, o brasileiro mais premiado no cinema francês; Audaz Filmes Produções Artísticas,produtora da atriz Glória Pires e do Músico Orlando de Morais, produtora de filmes de ficção e documentários no Brasil e França. Fundação Balé Folclórico da Bahia, a mais antiga Companhiade Dança Folclórica Profissional do País, dirigida pelo Coreógrafo Vavá Botelho e Direção Artística de "Zebrinha", jurado da Dança dos Famosos. Projetos: Festival Balé Folclórico da Bahia, projeto aprovado e executado pela Lei Rouanet, que beneficiou 6.000 pessoas na região metropolitana deSalvador, com prestação de contas já apresentada pela FRT; Documentário 35 anos do Balé Folclórico da Bahia, aprovado pela ANCINE e em fase de captação; Projetos apresentados e aprovados para captação em 2024: Uniaraxá – Araxá -Manutenção Anual do Centro Cultural; Esperança Azul – Patos de Minas - Oficinas e apresentação final; CAMTA – Araxá –Oficinas e Apresentação Final; Assoc. Autistas de Araxá – Oficinas e apresentação final; FENAPAE BRASIL - Projeto de capacitação de profissionais, oficinas e festival de encerramento e Instituto Anchieta Grajaú - IAG SP, Oficinas e apresentação final.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.