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PRONAC 2416755Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

WALDEN 2.2.2. - A MÚSICA DA FLORESTA AMAZÔNICA

AVIVA PROCUCOES E PROMOCOES LTDA
Solicitado
R$ 5,72 mi
Aprovado
R$ 5,72 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Eficiência de captação

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Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-02
Término
2026-01-02
Locais de realização (5)
Fortaleza CearáCampo Grande Mato Grosso do SulBelém ParáRio de Janeiro Rio de JaneiroSão Paulo São Paulo

Resumo

É um projeto de apresentação cênico-musical de adaptação Brasileira da obra literária "Walden ou A Vida nos Bosques", do autor Henry David Thoreau, clássico da literatura Universal. Usando a temática de sustentabilidade do texto, o maior tratado poético sobre sustentabilidade e ecologia já escrito na Terra, temos uma ótima inspiração para adentramos na nossa Floresta Amazônica, em nossas grandes diversidades étnicas e mitológicas, fazendo uma reflexão Universal do sentido da Vida, para onde "vamos"? Focando no empoderamento da mulher Brasileira, negra, indígena (Musas) e na Natureza, nossa (dramaturgia) se desenvolve com a criação da trilha original do espetáculo, contendo elementos musicaisdos nossos povos originários, canções populares, em música clássica e canto, composta por Luiz Henrique Machado, maestro da Escola de Música da Rocinha, tendo como referência nas composições e inspiração, o nosso compositor Heitor Villa-Lobos(Trabalharemos com 8 musicistas da Rocinha - RJ)

Sinopse

É um projeto de apresentação cênico-musical de adaptação da obra-prima literária e transcendentalista, "Walden ou a Vida nos Bosques”, do autor Henry David Thoreau, sendo, o maior testamento ecológico e sustentável de todos os tempos, onde grandes homens e mulheres mergulharam suas vidas! Como Mandela e Mahatma Gandhi. A peça trata-se do relato existencial de dois anos, dois meses e dois dias em que Thoreau viveu afastado da sociedade em uma cabana que ele próprio construiu, à beira do lago Walden, em Massachussets, suprindo suas próprias necessidades, contemplando e vivendo à natureza, fazendo o autoconhecimento e desvendando os mistérios do invisível, tratando algo “chave” para a sociedade pós-Verdade, doente e cruel: Matando a mente egóica que tanto escraviza toda a humanidade e passando a viver na mente transcendentalista “desperta” sustentável e consciente da própria auto responsabilidade, que se faz urgente em nossos dias atuais, para evitarmos uma catástrofe global neste planeta e conseguirmos viver, enfim, em comunhão! As falas das descrições textuais da peça sobre a Natureza são poéticas, deslumbrantes e as meditações filosóficas nos elevam ao Cosmos.A montagem se desenvolve através de elementos musicais referenciados na sonoridade dos povos originários, tocadas por musicistas clássicas, na trilha original composta por Henrique Machado (compositor e professor da escola de música da Rocinha). O espetáculo é idealizado pelo ator Marcelo Pio. O corpo de cena, conta com8 (mulheres negras) musicistas clássicas, uma atriz (branca) interpretando em libras na própria cena, uma bailarina (parda) e uma musicista (indígena) percussionista, todas Musas representando os 5 elementos da natureza, na contracena com o ator Marcelo Pio (pardo), encarnando “Thoreau” (ecologista-ambientalista-abolicionista-professor-filósofo), em um jogo cênico dinâmico, que mescla elementos visuais projetados, com imagens “milagrosas” da floresta e das águas e a sonoridade de música clássica com influências indígenas e simulação de sons da floresta, passarinhos, o vento, o mistério,o entardecer solar ... e os cheiros botânicos, produzindo assim, uma experiência amorosa e deslumbrante, emocionando a alma dos espectadores. Classificação indicativa 12 anos e para todos os públicos. Evento Hibrido.

Objetivos

Geral: Aumentar a consciência pessoal e em relação ao meio ambiente na sua importância para o indivíduo e a coletividade. Trata-se dorelato de dois anos, dois meses e dois dias em que o autor viveu apartado da sociedade em uma cabana que ele próprioconstruiu, a beira do Lago Walden, em 1845, suprindo as próprias necessidades, estudando, contemplando a natureza econhecendo a si mesmo. As descrições da natureza são exatas, porém poéticas, e as meditações filosóficas se elevam ao Cosmos.A obra é um clássico da literatura norte-americana. A criação da trilha será a partir de uma Oficina Social de criação com musicistas negras da Escola de Música daRocinha (EMR), estimulando o fomento profissional, criação de empregos e capacitação, inclusão social e na economiacriativa, fortalecimento das redes de criação, pois estas musicistas continuarão no projeto vindo pra cena do espetáculo,viajando conosco participando da temporada e também das Oficinas nas outras cidades, fomentando grupos musicais dasperiferias locais, das 5 cidades propostas(Rio de Janeiro, São Paulo, Belém do Pará, Fortaleza, Campo Grande(MS),atendendo 4 Regiões. Começaremos pelo Rio de Janeiro, sede da nossa Empresa Aviva Produções LTDA. Faremos 8apresentações em grandes teatros nas 5 cidades, totalizando 40 apresentações e 2 semanas de Oficinas em cada cidade. Oespetáculo foi idealizado pelo ator e produtor Marcelo Pio, a partir das aulas no Parque Lage com o mestre da cenografiaHélio Eichbauer (in memoriam), com supervisão geral do espetáculo de Juliana Carneiro da Cunha (Théâtre du Soleil), temtambém dramaturgia de Ricardo Cabaça e encenação de Haroldo Costa Ferrari. Nosso corpo artístico conta com 8musicistas (violino) da Escola de música da Rocinha, 3 mulheres negras representando as musas e tocando ao vivo, umator vivendo Thoreau (poeta, naturalista, pesquisador, historiador, filósofo e transcendentalista), uma atriz interpretandoem LIBRAS na própria cena (musa), uma indígena (musa) tocando percussão na cena e uma bailarina (musa), em um jogocênico que mescla elementos de narrativa dramatúrgica (encenação), música clássica, percussão com influência dos sonsdos povos originários, dança, canto em exploração do espaço (numa linha arquitetônica de espaço, não pictórica e nemsimbolista), com o som da música clássica na construção de um ambiente da natureza (como uma personagem) e tambémsendo trilha clássica para o espetáculo, colaborando para a ação dramática, produzindo uma experiência imersiva, quebusca estimular nossos espectadores a um olhar verdadeiro e amoroso sobre a natureza, sobre a mulher, sobre aspluralidades étnicas dos nossos povos originários, exaltando a sua importância para a formação do país e comunhão comnossa ancestralidade, fortalecendo um olhar de significados sobre as florestas, as aguas, rios, lagos, transformando-sepessoalmente para o próprio sentido da vida e da sociedade, refletindo-se como um ser de autoproteção ou autodestruiçãoglobal.No nosso corpo artístico temos mulheres negras, indígena, parda e branca fomentando o fortalecimento e protagonismodas mulheres. Na nossa montagem vamos ressaltar a força da CULTURA INDÍGENA E AFRO - BRASILEIRA. Vamos levarnosso espetáculo e Oficinas Clássicas para 4 regiões do Brasil historicamente com menos investimentos no setor.As Oficinas atendendo somente a mulheres musicistas da periferia em todas as 5 cidades. Começando a partir da Escola deMúsica da Rocinha no Rio de Janeiro. Nosso espetáculo abrange todos os públicos e idades. Na contratação de técnicosteremos o foco nas mulheres, etnia negra, PcD e povos indígenas. Teremos na cena uma atriz interpretando em LIBRAS. ESPECÍFICO: * uma (1) apresentação especial ( ESTREIA) no Teatro Municipal da cidade do Rio de Janeiro e outra no Teatro Municipalda cidade de São Paulo para convidados e alunos da rede de escolas públicas. * No hall dos teatros( INCLUSIVE DAS 5 CIDADES OFERECIDAS), vamos ter 1 hora antes do espetáculo o momento"Comunhão Petrobras", vamos ter comidas e bebidas típicas dos povos originários e/ou da Região da apresentação e doBrasil, oferecido gratuitamente, para nosso amado público preparar a alma para embarcar na nossa deliciosa viagem deWalden 2.2.2. A Música da Floresta, acompanhado com os sons de violino das musicistas do espetáculo ao vivo. Serámarcado a chegada do público no teatro 1 hora antes do começo do espetáculo para este momento ser desfrutado antes dapeça. Um momento de comunhão, trocas de ideias e encontros.* Teremos uma atriz interpretando em LIBRAS na cena. Contratação de profissionais de até 24 anos para o projetocultural; Contratação de 1º trabalho para estudantes recém formados, no projeto cultural; Contratação de ao menos umapessoa LGBTQIAPN+, negra, indígena ou PcD em posição de liderança na ficha técnica. E teremos 100 musicistas clássicasmulheres negras em cena no espetáculo em rodízio saindo de todas as Oficinas pelo Brasil. Programa Identidade Jovem - ID JOVEM (meia entrada).*DIMINUIÇÃO CARBONO • Teremos debates após as apresentações entre os artistas e o publico, que irão receber no finaldas conversas e trocas de ideias, uma semente de uma árvore em perigo de extinção da FLORESTA AMAZÔNICA, como Pau- Brasil ou Pau - Rosa. Estimulando o plantio e contribuindo para baixar a taxas de carbono.* AÇÃO SOCIAL- LABORATÓRIO REMUNERADA COM MÚSICISTAS CLÁSSICAS( MULHERES NEGRAS) DA PERIFERIA ∙Vamos começar as Oficinas de composição da trilha ORIGINAL do espetáculo com musicistas clássicas da periferia da5Escola de Música da Rocinha. Essa seleção será alinhada às diretrizes das ações sociais da Patrocinadora. Com avisibilidade e parceria deste projeto acreditamos no fortalecimento da Marca Patrocinadora junto aos movimentos deresponsabilidade e sustentabilidade social (RSE e ISE) Estimulando o empoderamento feminino, criação de empregos ecapacitação, inclusão social e na economia criativa, fortalecimento das redes de criação, pois estas musicistas continuarãono projeto vindo pra cena do espetáculo, viajando conosco participando da temporada e também das Oficinas nas outrascidades, fomentando grupos musicais das periferias locais, das 5 cidades propostas * No Hall do teatro haverá um local instagramável do cenário da peça, com o nome do espetáculo e a MARCA DOPATROCINADOR para o público tirar fotos e postar automaticamente nas redes sociais. Com essa ação dos nossos"fãs"(clientes/público) de postar na hora nas redes sociais com a hashtag do espetáculo( #WALDEN222) e da Patrocinadora(#ProgramaPetrobrasCultural), o público irá ganhar uma foto impressa no souvenir com a LOGO DO PATROCINADOR ecom o nome do espetáculo. Esta ação pretende fortalecer grandemente a divulgação da patrocinadora e do espetáculo.* Vamos contratar uma agencia especializada em tráfego pago(um gestor de tráfego pago é um profissional que trabalhapara otimizar campanhas publicitárias pagas em plataformas como Google Ads, Meta Ads, TikTok Ads, entre outras. Oobjetivo do gestor de tráfego pago é garantir que o dinheiro investido em publicidade gere o máximo retorno possível parao anunciante). *Visamos oportunizar o talento, o desenvolvimento pessoal e a inclusão social, o espetáculo envolverá o trabalho e apresentaçãode músicos clássicos oriundo de comunidades. Para aumentar o alcance da iniciativa, haverá um rodízio desses músicos. Ascomunidades objeto do presente projeto social serão estabelecidas nas circunvizinhanças de onde ocorrer a apresentação. Teremos também5 dias de oficina de teatro nas comunidades escolhidas, distribuidos ao longa da temporada, em todos os estados propostos, com enfoque no texto e na temática do meio ambiente e auto conhecimento, através de exercícios, dinâmicas, leituras, reflexões e vivências das problemáticas abordadas.

Justificativa

No tocante ao Art. 1°:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturaispela exibição de peça teatral com forte motivação para os aspectos de proteção e conservação do meio ambiente, importantecaracterística cultural brasileira, além de incentivar músicos de comunidades a se apresentarem para plateias qualificadasincentivando outros a seguirem o caminho da cultura. Distribuição de ingressos grátis e realização de oficinas de teatro emcomunidades.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos econteúdos locais através da presença em cena de musico originário de comunidades e ator e vídeos de atriz conceituadaampliando a experiencia vivida e a arte brasileira.IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da culturanacional, principalmente, neste caso, considerando que a Floresta Amazônica é importante símbolo da cultura e da expressão dopovo brasileiro, fala-se no presente espetáculo sobre a proteção e conservação de patrimônio ambiental, refletindo,consequentemente, em maior conscientização e ação em relação a esse patrimônio brasileiro.V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. A identidadenacional envolve valores e necessidade de sua preservação. O texto em tela enfoca as questões humanas e a relação com anatureza, permitido ao espectador viver e sentir uma nova consciência em relação a si e a sua cultura.VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro. O apoio ao Walden justifica-se pelavalorização do importante bem material e imaterial que é a floresta e a natureza, principalmente, no momento que o Brasilenfrenta críticas sobre a Floresta Amazônica.VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações. Trata-se de um textodos mais conceituados escritores internacionais.VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura ememória. O texto é um testamento ético-filosófico de onde beberiam todos os grandes nomes da cultura norte-americana, dostranscendentalistas aos autores beat e da contracultura do século XX, além de figuras revolucionárias históricas como MartinLuther King, Mahatma Gandhi e Nelson Mandela.No tocante ao Art. 3°, para o cumprimento das finalidades expressas no Art. 1°, a cima, atendemos aos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante: edição de obra relativa às ciências humanas, às letras e às artes e arealização de espetáculo de artes cênicas e de música.IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a distribuição gratuita e pública de ingressos paraespetáculos cultural e artístico;

Estratégia de execução

Através da Oficina Clássica de composição e criação da trilha Brasileira original do espetáculo, visamosdesenvolver o talento, a formação continuada, a inclusão social e a geração de renda na economia criativa destasmusicistas clássicas da periferia de todas as regiões propostas. Para aumentar o alcance da iniciativa, todas irão para a cena do espetáculo. O público beneficiado será sempre do gênero feminino. Todos as musicistas e o maestro receberão um cachê pela participação e criação na Oficina e por todas as apresentações da temporada. Começaremos pela Escola de Música da Rocinha (EMR) www.escolademusicadarocinha.org.brA criação da trilha Brasileira original, em música clássica e canto, será composta por Luiz Henrique Machado, maestro e professor da Escola de Música da Rocinha, dentro da ficha técnica, tendo como referência de composição e inspiração o nosso compositor Heitor Villa-Lobos. A criação da trilha deste espetáculo, será a partir desta Oficina Social de criação com musicistas negras da Escola de Música da Rocinha (EMR), estas musicistas darão a partida da criação musical e continuarão no projeto em todas as temporadas, viajando conosco participando também das Oficinas nas outras cidades, sendo "guias base" para os outros grupos de música clássica das periferias locais, das 5 cidades propostas(Rio de Janeiro, São Paulo, Belém do Pará, Fortaleza, Campo Grande(MS), atendendo 4 Regiões. Todas as musicistas que participarem das Oficinas nas suas regiões, também se apresentarão na temporada local. Com isso vamos fomentar o profissional artista local iniciante em formação, dando capacitação, inclusão social e na economia criativa, fortalecendo as redes de apoio e criação, junto com as instituições de cada região. E vamos fomentar também a importância da reciclagem mas também fazer a diferença na vida das outras pessoas. Vamos fazer um mutirão em cada mês que vamos ficar nas 5 cidades, onde estaremos com a peça e a Oficina Clássica. Vamos pedir que as pessoas levem tampinhas de garrafas plásticas, de amaciantes, de pasta de dentes e de shampoo para a "Caixa da Esperança" que ficará no hall dos teatros onde eles vão depositar este material reciclável, que vamos doar tudo para a ONG Centro Social Caminhos do Bem (RJ), onde serão trocadas por algumas cadeiras de rodas, causando um impacto positivo na vida das pessoas e no meio ambiente, simplesmente através do ato de reciclar. No final de cada temporada faremos a doação das cadeiras de rodas, em cada região, conforme a participação do público. ESTE PROJETO É INSPIRADO PELO DNA DA "GENTE SE VÊ", SE ENXERGAR, SE RESPEITAR COMO POVO E NATUREZA. ESTE PROJETO SURGIU DE UMA OFICINA SOCIAL E ESTÁ OFERECENDO UMA OFICINA SOCIAL DA CRIAÇÃO ORIGINAL DA TRILHA DO ESPETÁCULO. COM A MINHA MESMA ESPERANÇA DE TRASFORMAÇÃO E OPORTUNIDADES. Vamos incentivar os jovens com as sementes que iremos doar, no final dos espetáculos, após os debates pós apresentação, que eles se habituem ao exercício do plantio e plantem em suas comunidades, ganhando umaconsciência urgente, com a temática do espetáculo, que o planeta terra precisa de cuidados globais urgentes. Evamos fomentar também a importância da reciclagem mas também fazer a diferença na vida das outras pessoas.Vamos fazer um mutirão em cada mês que vamos ficar nas 5 cidades, onde estaremos com a peça e a OficinaClássica. Vamos pedir que as pessoas levem tampinhas de garrafas plásticas, de amaciantes, de pasta dedentes e de shampoo para a "Caixa da Esperança" que ficará no hall dos teatros onde eles vão depositareste material reciclável, que vamos doar tudo para a ONG Centro Social Caminhos do Bem, onde serão trocadas poruma cadeira de rodas, causando um impacto positivo na vida de alguém e no meio ambiente, simplesmente atravésdo ato de reciclar. Estimulando assim ao jovem, desde cedo, o ajudar o próximo, marca absoluta do povo Brasileiro.OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Esta "Caixa" foi o começo de tudo nas oficinas do cenógrafo (Hélio Eichbauer - Rio deJaneiro, Rio de Janeiro, 1941 - 2018 - Cenógrafo. Um dos principais nomes renovadores da cenografia brasileiramoderna, transita por várias gerações de artistas, colaborando com ideias arrojadas para muitas encenaçõesimportantes da produção nacional. Em lugar dos recursos ilustrativos ou descritivos, propõe a metáfora a poéticadas coisas...) Este projeto surgiu na inspiração de um trabalho que ele sempre passava para criarmos caixas de tudoquanto é tipo, conforme estávamos inspirados pelo texto proposto, no meu caso foi o texto "WALDEN ou A vida nosbosques" de Henry David Thoreau. Eu construí a minha caixa, por uma revelação do Alto, ela veio pronta nasua estrutura e conceito; ela tem uma tampa solar em cima, onde entra a luz do dia e uma mascara de teatro nafrente, por dentro, com olhos e bocas perfurados, e você olha pelos olhos da mascara e se vê por dentro da caixa através de um espelho interno, no rosto de Platão. Você se vê. Este será o modelo da "Caixa de Esperança" no Hall dos teatros onde público deixará seu material reciclado. A "Caixa Original" ficará em exposição no Hall do teatro para as pessoas verem, se verem, se reconhecerem e sonharem; conhecerem a história da origem deste sonho, criando ali um ponto de troca de ideias, relacionamento, fotos, postagens, inspiração em oportunidades de outros sonhos para todos os jovens presentes. O texto poético Walden inspira muito os jovens a sonhar e acreditar numa nova manhã ensolarada. É possivel construir um agora melhor e maior. A Oficina Clássica de criação da trilha Brasileira original do espetáculo pretende aprimorar a técnica econhecimento destas musicistas da periferia de 5 cidades e 4 Estados e fazer a sua inclusão na economia criativa,ampliando a rede de criação. Pretendemos beneficiar 100 musicistas. Compensação da pegada de carbono:Vamos estimular o plantio de árvores pois todos irão receber uma semente de uma árvore emperigo de extinção da FLORESTA AMAZÔNICA, como o Pau-Brasil e o Pau-Rosa. Uma das formas mais eficientes derealizar a compensação de carbono é por meio do plantio de árvores. EmpreendedorismoCom essa Ação empreendedora, investindo recursos para transformar a realidade destas musicistas, incluindo naeconomia criativa, por meio desta parceria, abrindo oportunidades e ampliando redes de criação e sustentabilidade.Inovação no setorAtravés do maior tratado sustentável do mundo, vamos pensar a responsabilidade do nosso Brasil no momentoatual do mundo, a floresta Amazônica como pulmão global, ressaltado nossa ancestralidade com elementos sonorosindígenas através da música clássica pontuado com os tambores afro-brasileiros. Vamos fomentar a importância da reciclagem mas também fazer a diferença na vida das outras pessoas. Vamosfazer um mutirão em cada mês que vamos ficar nas 5 cidades, onde estaremos com a peça e a Oficina Clássica. Vamos pedir que as pessoas levem tampinhas de garrafas plásticas.Sustentabilidade.A temática conceitual, poética e filosófica do espetáculo, sementes para plantio, estímulo a reciclagem, inclusãosocial de grupos vulneráveis, capacitação de mão de obra, estímulo a formação profissional, fortalecimento de redescriativas e o o empoderamento do feminino.Territórios. Norte. Nordeste. Sudeste. Centro-Oeste Que estados brasileiros serão atendidos?. CE. MS. PA. RJ. SP Integrantes Principais. Mulheres. Pessoas negras. Pessoas oriundas de povos indígenas

Especificação técnica

"Walden 2.2.2" - A música da Floresta" é um projeto de apresentação cênico-musical de adaptação brasileira da obraliterária "Walden ou A Vida nos Bosques”, do autor Henry David Thoreau, clássico da literatura Universal. Usando suatemática sustentável do texto, o maior tratado poético sobre sustentabilidade e ecologia já escrito, temos um ótimopretexto para adentramos na floresta Amazônica, nossas grandes diversidades étnicas nesta localização geográfica,fazendo uma reflexão universal do sentido da vida sobre a face da terra e focando no empoderamento da mulherBrasileira, negra, indígena; nossa narrativa (dramaturgia) se desenvolve através de elementos musicais referenciados nasonoridade dos nossos povos originários, na criação da trilha Brasileira original, em música clássica e canto, composta porLuiz Henrique Machado, maestro e professor da Escola de Música da Rocinha, tendo como referência de composição einspiração o nosso compositor Heitor Villa-Lobos (Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de umalinguagem peculiarmente brasileira em música, sendo considerado o maior expoente da música do modernismo no Brasil,compondo obras que contêm nuances das culturas regionais brasileiras, com os elementos das canções populares eindígenas). A criação da trilha será a partir de uma Oficina Social de criação com musicistas negras da Escola de Música daRocinha (EMR), estimulando o fomento profissional, criação de empregos e capacitação, inclusão social e na economiacriativa, fortalecimento das redes de criação, pois estas musicistas continuarão no projeto vindo pra cena do espetáculo,viajando conosco participando da temporada e também das Oficinas nas outras cidades, fomentando grupos musicais dasperiferias locais, das 5 cidades propostas(Rio de Janeiro, São Paulo, Belém do Pará, Fortaleza, Campo Grande(MS),atendendo 4 Regiões. Começaremos pelo Rio de Janeiro, sede da nossa Empresa Aviva Produções LTDA. Faremos 8apresentações em grandes teatros nas 5 cidades, totalizando 40 apresentações e 2 semanas de Oficinas em cada cidade. Oespetáculo foi idealizado pelo ator e produtor Marcelo Pio, a partir das aulas no Parque Lage com o mestre da cenografiaHélio Eichbauer (in memoriam), com supervisão geral do espetáculo de Juliana Carneiro da Cunha (Théâtre du Soleil), temtambém dramaturgia de Ricardo Cabaça e encenação de Haroldo Costa Ferrari. Nosso corpo artístico conta com trêsmusicistas (violino) da Escola de música da Rocinha, 3 mulheres negras representando as musas e tocando ao vivo, umator vivendo Thoreau (poeta, naturalista, pesquisador, historiador, filósofo e transcendentalista), uma atriz interpretandoem LIBRAS na própria cena (musa), uma indígena (musa) tocando percussão na cena e uma bailarina (musa), em um jogocênico que mescla elementos de narrativa dramatúrgica (encenação), música clássica, percussão com influência dos sonsdos povos originários, dança, canto em exploração do espaço (numa linha arquitetônica de espaço, não pictórica e nemsimbolista), com o som da música clássica na construção de um ambiente da natureza (como uma personagem) e tambémsendo trilha clássica para o espetáculo, colaborando para a ação dramática, produzindo uma experiência imersiva, quebusca estimular nossos espectadores a um olhar verdadeiro e amoroso sobre a natureza, sobre a mulher, sobre aspluralidades étnicas dos nossos povos originários, exaltando a sua importância para a formação do país e comunhão comnossa ancestralidade, fortalecendo um olhar de significados sobre as florestas, as aguas, rios, lagos, transformando-sepessoalmente para o próprio sentido da vida e da sociedade, refletindo-se como um ser de autoproteção ou autodestruiçãoglobal.No nosso corpo artístico temos mulheres negras, indígena, parda e branca fomentando o fortalecimento e protagonismodas mulheres. Na nossa montagem vamos ressaltar a força da CULTURA INDÍGENA E AFRO - BRASILEIRA. Vamos levarnosso espetáculo e Oficinas Clássicas Petrobrás para 4 regiões do Brasil historicamente com menos investimentos no setor.As Oficinas atendendo somente a mulheres musicistas da periferia em todas as 5 cidades. Começando a partir da Escola deMúsica da Rocinha no Rio de Janeiro. Nosso espetáculo abrange todos os públicos e idades. Na contratação de técnicosteremos o foco nas mulheres, etnia negra, PcD e povos indígenas. Teremos na cena uma atriz interpretando em LIBRAS. ORIGEM DO PROJETO ( In Memoriam a Hélio Eichbauer )Como ator e pensador das artes e mundo contemporâneo, vinha acompanhando e fazendo as famosas aulas do mestre HélioEichbauer no Parque Lage e Jardim Botânico no Rio de Janeiro à uns 5 anos, onde ele abordava com maestria o melhor de todasas artes, mitologia, teatro, artes plásticas, poesia, literatura, música, do clássico ao contemporâneo e muito mais.Esse projeto surgiu de um dos trabalhos que ele adorava dar. Propunha a criação de Caixas Magicas, com temas variados. Nesseano de 2018, no primeiro semestre, o tema foi Eco, Narciso e Édipo.Onde construí minha Caixa Magica e ele me sugeriu o texto Walden de Thoreau para minha apresentação e foi memorável, noespaço Tom Jobim no Jardim Botânico. Esse Projeto será em homenagem a esse grande Mestre da Cenografia, homem de Teatro egênio das Artes, sobre tudo, grande amigo e incentivador.APRESENTAÇÃOO Homem da Casa do Lago Thoreau foi uma nuvem de calças e tinha a face de um fauno, parecia um totem indígena. Para eleestava tudo na cara e seu olhar passava gentileza, humanidade e sabedoria com sua vasta barba de profeta.Em julho de 1845, desgostoso com o crescente industrialismo da sociedade americana, Thoreau (1817-1862) deixou Concord,Massachusetts, para instalar-se à beira do lago Walden. Eremita, caminhante solitário e ecologista avant la lettre, abandonou oconvívio com a humanidade e se isolou numa cabana no bosque, onde viveu até setembro de 1847.Thoreau foi único, solitário e inimitável. Não era perfeito, e muito menos aperfeiçoável, afrontou o senso comum, as “normas” eos padrões estabelecidos na prática cotidiana. Disposto não apenas a ver o mundo de cima mas a experimentar um universopróprio e idiossincrático, muitas vezes assomou-se leve, habituado a flutuar em céu azul, como se parte da paisagem que tantoamou.Noutras, revelou-se capaz de projetar sombras, quando não raios e trovões, vertendo aguaceiros incômodos sobre sua vila e seupaís. Tratou de despejá-los na forma de discurso torrencial: uma prosa caudalosa que - caso tivesse sido realmente lida - haveriade ter o efeito de uma enchente na planície onde labutavam “em calado desespero” os homens de sua época e região. Thoreaufoi desprezado e ofendido, mas isso não lhe doeu tanto quanto nas ocasiões – aliás, mais frequentes – em que pregou ao Deserto.Ele era uma esfinge – e, por não saberem decifrá-lo, alguns homens de seu tempo quiseram devorá-lo. Mas a voz de Thoreautambém causou comoção, “ Suas palavras soavam tão distintas e verdadeiras ao ouvido quanto as de um emérito cantor “ anotouo pastor Robert Collyer. Tal é a sinceridade da voz que ressoa nesse texto, tal a sua singularidade e pureza virtualmente virginalque, com o passar dos anos, Thoreau acabou se impondo no panteão dos heróis rebeldes, dos desbravadores da mente, dosanunciadores de um novo tempo – tempo que, se não se concretizou, não foi capaz de fazer com que o discurso de Thoreauperdesse ( pelo contrário, só reforçou ) sua disposição utópica e indômita. Ele foi um bicho do mato, talvez sonhasse ser o nobreselvagem, diziam que ele se apresentava tão distante da humanidade que é difícil saber se devemos chamá-lo de semideus ou desemi-homem. O que ele Buscava, o dinheiro e os ofícios não podiam Comprar. Àqueles que espalhavam que ele não tinhaprofissão nem trabalho, Thoreau dizia ser “ supervisor das tempestades “ , das “ trilhas nas florestas “ e pastor de “ animaisdesgarrados “.

Acessibilidade

*O espetáculo será apresentado em teatro com acessibilidade para pessoas idosas e/ou com deficiência física, como banheirosadaptados, rampas de acesso, etc. para o caso de deficientes com impedimento de natureza física;*Rampas que devem estar de acordo com as diretrizes da norma, cuidado especial com as inclinações excessivas; Garantir que pisos e passarelas sejam planos, lisos e antiderrapantes.*A produção contratará também com um profissional especializado em tradução de linguagem em libras em todas asapresentações.*Oferecer cadeira de rodas para uso interno dentro das salas em que o espetáculo será realizado;*Haverá a disponibilização do conteúdo da obra no site do projeto. *Sessão com Intérprete de Libras: Disponibilizaremos em toda sessão do espetáculo com interpretação em LínguaBrasileira de Sinais (Libras), proporcionando acessibilidade para pessoas surdas ou com deficiência auditiva.*Audiodescrição: Implementaremos recursos de audiodescrição em sessões selecionadas, permitindo que pessoascom deficiência visual tenham acesso às informações visuais e contextuais do espetáculo por meio de áudiodescritivo.*Comunicação Acessível: Utilizaremos materiais de divulgação acessíveis, Braille, como versões fontes ampliadas eaudiodescrição em vídeos promocionais, para garantir que todas as pessoas possam ter acesso às informações sobreo espetáculo.* Vamos ter uma atriz na própria cena contracenando em LIBRAS.

Democratização do acesso

Visando assegurar a ampliação do acesso ao presente produto cultural, propomos:I - Estimativa da quantidade total de ingressos:• 20% (vinte por cento) exclusivamente para distribuição gratuita com caráter social, educativo ou formação artística parafamílias de baixa renda, priorizados os participantes do Cadastro Único, por meio de entidades do CNEAS (Cadastro Nacional deEntidades de Assistência Social). A distribuição dos ingressos sociais será feita em parceria com a Prefeituras e os Centros deReferência e Assistência Social, os CRAS;• 10 % (dez por cento) para distribuição gratuita por patrocinadores;• 10% (dez por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem o valor do Vale-Cultura, nos termos do art. 8º da Leinº 12.761, de 2012;• a comercialização será limitada a 50% (cinquenta por cento) do quantitativo ao preço médio do ingresso até R$ 225,00(duzentos e vinte e cinco reais); eII - Parametrização estabelecida no sistema em atendimento aos órgãos de controle, como segue:• Meia entrada à razão de 50% (cinquenta por cento) do quantitativo total dos ingressos comercializados;• Valor total da bilheteria igual ou inferior ao Custo Total do Projeto; e• O presente projeto cultural contempla a aceitação do Vale-Cultura como meio de pagamento, nos termos da Lei nº 12.761, de2012.Em complemento, prever-se:• Realização de uma palestra por mês em escolas públicas, com transmissão pela internet no site da peça, por 2 (dois) membrosda equipe de produção do espetáculo, tais como: ator ou diretor ou cenógrafo ou figurinista ou autores ou diretor musicaldivididos em 2(dois) grupos para falar sobre os temas suscitados no texto do espetáculo. • Realização de dois ensaios abertos com transmissão pela internet. * Preços populares. * Vamos contratar pessoas abaixo de 25 anos, primeiro emprego,pessoas PcD e pessoas da comunidade LGBTQIAPN+ para a equipe do projeto. Teremos Van ou micro ônibusdisponível para alguns alunos da rede de colégios públicos Pré - selecionados.* Incluir programa ID Jovem é o documento que possibilita acesso a benefícios como meia-entrada em eventosartístico-culturais e esportivos e também a vagas gratuitas ou com desconto no sistema de transporte coletivointerestadual. O programa é destinado aos jovens de baixa renda que fazem parte do Cadastro Único.* Pretendemos fazer 2 ensaios abertos próximo da estreia, para pessoas da comunidade da Rocinha e outrascomunidades sugeridas, Pré - selecionados pela PATROCINADORA. E teremos CONVERSA APÓS ESPETÁCULOS comos artistas e direção do espetáculo, abrindo para um debate sobre dúvidas, curiosidades, e conscientização do quefoi tratado no espetáculo como sustentabilidade, empoderamento feminino, povos originários, um espaço para trocade ideias e conhecimento.*Essas ações visam promover a inclusão e proporcionar uma experiência cultural enriquecedora para todos osespectadores, independentemente de suas necessidades específicas. Estamos comprometidos em criar um ambienteacolhedor e acessível, onde todas as pessoas se sintam bem-vindas e possam desfrutar do espetáculo "WALDEN 2.2.2- A musica da Floresta" em sua plenitude. *A Oficina Clássica de criação da trilha Brasileira original do espetáculo pretende aprimorar a técnica econhecimento destas musicistas da periferia de 5 cidades e 4 Estados e fazer a sua inclusão na economia criativa,ampliando a rede de criação. Pretendemos beneficiar 100 musicistas *DEBATE DIMINUIÇÃO CARBONO • Teremos debates após as apresentações entre os artistas e o publico, que irãoreceber no final das conversas e trocas de ideias, uma semente de uma árvore em perigo de extinção da FLORESTAAMAZÔNICA, como Pau - Brasil ou Pau - Rosa. Estimulando o plantio e contribuindo para baixar as taxas decarbono. * Vamos fazer transmissão ao vivo do espetáculo no YouTube, Instagram e no Facebook. (Redes sociais do Projeto e daPatrocinadora). *Teremos também 5 dias de oficina de teatro nas comunidades escolhidas, distribuidos ao longa da temporada, em todos os estados propostos, com enfoque no texto e na temática do meio ambiente e auto conhecimento, através de exercícios, dinâmicas, leituras, reflexões e vivências das problemáticas abordadas. Com o objetivo sempre de educar, treinar, plantar uma semente, fazer pontes, fazer crescer, apontar uma direção, criar um caminho de esperança nos corações. Aplicação de novas tecnologias- Estratégia de tráfego pago em plataformas como o Google Ads. campanhas mais otimizadas.- LINKS patrocinados e e-mail marketing- Postagens nas redes sociais com #Patrocinadora em CENÁRIO INSTAGRAMÁVEL, irão ganhar A FOTO impressa nosouvenir DA MARCA PATROCINADORA.- Playlist plataforma de música

Ficha técnica

Expertise para o projetoAVIVA Produções Ltda, desde 2010. Nosso primeiro espetáculo profissional foi "Grito D´alma" texto inédito do MestreTennessee Williams no Brasil, onde atuaram juntos Marcelo Pio e Glauce Guima, sócios da Aviva, recebendo ótimascríticas da mídia especializada. Depois montamos “O Atormentador", em Sesc BH, Biblioteca Mario de Andrade SP,Parlapatões SP. Uma peça poética e encantadora representada por uma dupla de comediantes vestida como nos velhosfilmes de cinema mudo, que divertem e emocionam o público. Marcelo Pio (IDEALIZADOR, COORDENADOR DO PROJETO E ATOR) - Ator, Diretor e Produtor, comemora 25 anos de carreira no teatro, cinema e TV. Formadopela UniverCidade (RJ-1998) em Artes Cênicas, com especializações importantes, Ariane Mnouchkine e Juliana Carneiro da Cunha do (Théâtre du Soleil), Ítala Nandi, Camila Amado, Hélio Eichbauer, Amir Haddad, Gerald Thomas, Fátima Toledo, Bia Oliveira, Thiago Greco, fez longas premiados com Domingos Oliveira. Nos trabalhos mais recentes, fez longas premiados com Domingos Oliveira, mentor e amigo "Primeiro dia de um ano qualquer" onde faz, nesta comédia, omotorista da mansão Sancler e Juliana Reis "Disparos". Na Globo fez "A Força do Querer" teve destacada atuação como o detetive da polícia federal. Teatro,sua primeira produção foi a peça "Grito d'alma" (Out Cry), de Tennessee Williams onde atuou ao lado de Glauce Guima. Em São Paulo fez as comédias"E aí, Comeu?" e "Qualquer gato vira lata tem uma vida sexual mais sadia que a nossa" com Direção de Bibi Ferreira e "Confronto", drama policial direção deDomingos Oliveira no SESC Copacabana. Teve emocionantes personagens em “Gênesis” e Série “Reis”, na Record TV como "Tamembér". Em 2020, filmou o sucesso "Dom" de Breno Silveira (Amazon Prime) fazendo com maestria o vilão "Delegado Barradas" e está em “Temos Vagas!” (Amazon Prime) seu primeiro vilão no cinema, além disso, está produzindo 2 peças. Os trabalhos mais recentes são "Verônika", "UDQ 2", "O Homem de Ouro", "MONCA", "Narciso Rap", e "Todo mundo ainda tem problemas sexuais" com estreia 2024/25. Juliana Carneiro da Cunha (SUPERVISÃO GERAL) - Ela faz parte do grupo do Théâtre du Soleil, dirigido por Ariane Mnouchkine. Estreou no cinema em O Homem do Pau Brasil (1982), comédia de Joaquim Pedro de Andrade. Em Lavoura Arcaica (2001), de Luiz Fernando Carvalho, obra na qual atingiu seu auge na sétima arte e foi premiada no Festival de Brasília e Esteve também em O Veneno da Madrugada (2004), filme dirigido por Ruy Guerra, Ficou conhecida pelo grande público após participações na TV, como na minissérie Hoje é Dia de Maria (2005). Haroldo Costa Ferrari (Encenador)Formação Inicia sua carreira sob o comando do encenador José Celso Martinez Corrêa, no Teatro Oficina, permanecendo por 5 anos, participando de mais de 11espetáculos, dentre eles: 2002 – O épico “Os Sertões”, de Euclides da Cunha, com duração de 27 horas, divididos em 5 partes. Ganhador de todos osprêmios nacionais (Shell, APCA, Bradesco Prime, Contigo) além de ser considerado o melhor evento cultural do ano de 2005 em Berlim/Alemanha, noteatro Volksbühne. 2006-“Boca de Ouro”, de Nelson Rodrigues, apresentado em Moscou/ Rússia, no Festival Checov, no Teatro Puchkin. 2004/05/06 “OAssalto”, de José Vicente, no HAU Hebbel am ufer Berlin teather./ Teatro Della Limonaia- Festival Intercity- Firenze- Itália/ A Barraca- Lisboa-Portugal e Téatrede L’Oprimmé, Paris- França. 2007 “Os Bandidos”, de F. Schiller, Teatro Nacional de Manhëin/ Alemanha.2009- Trabalha com a Cia Os Satyros, vaiparaCuba com o espetáculo ” Liz”, de Reinaldo Montero, encenação de Rodolfo Garcia Vásquez. Ricardo Cabaça (Dramaturgo) Formação Licenciado em Estudos Portugueses pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e com frequência no Mestrado em Estudos de Teatro na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.Publicou as peças O primeiro quarto na Bypass #2, Morte súbita na Revista Galega de Teatro #78 (Espanha), Stop Motion para Eadweard nas Edições Húmus, Albert Cossery ou Uma palavra para o dia chegar ao fim na Revista Ensaia (Brasil), Storni-Quiroga na Licorne, Depois da última página / Náufragos nas edições Adab, Gaia, Corpo futuro e Dix nas Edições Primata (Brasil), Albert Cossery ou Uma palavra para o dia chegar ao fim na não (edições), No bico da cegonha na Editora Urutau (Brasil), Escafandro (Edições Húmus, 2023) e Atlas do labirinto humano e outras peças (Urutau, 2023).Representou a dramaturgia contemporânea portuguesa no Seminário Internacional de Dramaturgia 2015 (Obrador d’Estiu) em Barcelona, na Sala Beckett, com Simon Stephens. Luiz Henrique Machado (Compositor e Maestro da EMR) Formação Henrique Machado, é compositor, arranjador, regente, multi-instrumentista eprofessor de música, nas especialidades de clarinete, saxofone e teoria musical. Possui bacharelado em Composição Musical e mestrado emProcessos Criativos, ambos realizados na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO. Trabalhou como arranjador e regente da Orquestra AfroReggae entre 2013 e 2014, 2017 a 2020, e assumiu o cargo de coordenador da orquestra entre 2020 e 2021. Foi vencedor do prêmio de melhor música instrumental pelo Festival Rádio Mec 2016, com a música “Villalobiando”, e finalista como melhor música clássica e melhor intérprete nomesmo festival em 2017, com o Trio Romano, grupo o qual foi um dos fundadores. Foi premiado em 2020 com o edital Funarte RespirArte, com aobra “Angútias – Concerto paraClarinete Contrabaixo e Orquestra”. Paulo César Medeiros(Iluminador) Formação Iluminador carioca com 36 anos de carreira, 101 indicações para Prêmios de Teatro e 21 prêmios recebidos. Entre eles, 5 Prêmios Shell, 3 APTRs, Bibi Ferreira, Aplauso, 2 CEBETIJ, Zilka Salaberry, Reverência, Sated, Femsa, 2 Prêmios Coca Cola de Teatro Infanto Juvenil, entre outros. Trabalhou ao lado de diretores como Bibi Ferreira, Marília Pera, Sérgio Britto, Ítalo Rossi, Miguel Falabella, Charles Moeller e Cláudio Botelho, Gilberto Gawronski, Flávio Marinho, Marco Nanini, Hector Babenco, Amir Haddad, Fauzi Arap, Aderbal Freire Filho, Domingos Oliveira, José Possi Neto, João Falcão, Rodrigo Portela, Ivan Sugahara e muitos outros. Esteve ao lado de coreógrafos como Luiz Arrieta, Dani Lima, Márcia Háiddé Dalal Aschcar, Renato Vieira, Márcia Rubim, André Mesquita, Ana Vitória, entre outros. Com algo em torno de 1200 projetos de luz realizados. Glauce Guima (Assistente de direção, atriz em libras e Produtora Executiva) Formação Bacharel e Licenciada em Artes Cênicas pela UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais. Em Belo Horizonte trabalhou em peças como “A Possessa (A Empresa)”, inédita de Hilda Hilst, direção de Juarez Guimarães Dias. E “O Caderno Rosa de Lori Lamby”, da mesma autora, direção de Ana Haddad. Atualmente vive no Rio de Janeiro, onde atuou em “O Homem Travesseiro” e “Festa de Família” (2013 e 2015) da Cia Teatro Esplendor, de Bruce Gomlevsky. “Do Fundo do Lago Escuro”, texto e direção de Domingos Oliveira (2011). Nocinema, “BR716” (2016) de Domingos Oliveira, lhe rendeu os prêmios de “Melhor Atriz Coadjuvante” no Festival de Gramado e “Melhor Atriz” Festin,Lisboa. Gabriel Garcia (Diretor de Produção) Formação Diretor da produtora Ideias e Ideais Soluções Culturais, contemplada em editais: “Por detrás do Anjo Negro”(FOCA,2023); “Pedro, Pedro e o quadro - Pesquisa, Criação e Desenvolvimento”(Retomada Cultural, 2021) MemóriasTécnicas com "Bastidores Projeto Shakespeare nas praças" e “Repensa Festival"(Lei Aldir Blanc 2021). 2023 - Outra Revolução dos Bichos, dir BruceGomlevsky; - Furacão, Amok Teatro; 2022 - Bordados - Amok Teatro; - Uma Revolução dos Bichos, dir Bruce Gomlevsky; 2021 - Um Tartufo, dir Bruce Gomlevsky; - RePensa Festival; - Tá com medo de quê? dir Renato Carrera; 2020 - Ielda- dir de Renato Carrera; 2019 - Hamlet Candidato; -

Providência

PROJETO ARQUIVADO.