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O projeto tem o objetivo de produzir um documentário média metragem que visa desmistificar o luto através de uma abordam de experiências diversas de perda, como o luto na família, luto por suicídio, lutos não reconhecidos, luto na adolescência e luto antecipatório em cuidadores. A proposta é sensibilizar a sociedade, promovendo acolhimento, empatia e educação sobre as diferentes dimensões do luto.
Sinopse do documentário: O documentário explora a complexidade e a profundidade do luto por meio de histórias de brasileiros que enfrentam diferentes formas de perda. Em histórias dedicadas ao luto na família, luto por suicídio, lutos não reconhecidos, luto na adolescência e o luto antecipatório de cuidadores de pessoas com demência, o documentário revela como o luto é vivenciado em contextos variados e, muitas vezes, silenciados pela sociedade. Através de depoimentos sensíveis e informações psicoeducativas, a obra visa desmistificar o processo do luto, fomentar o acolhimento e a empatia, e abrir espaço para diálogos sobre a dor da perda, promovendo a esperança e a reconstrução após a ausência.
§ Objetivo GeralO objetivo geral do documentário é promover a compreensão e a empatia em relação ao processo de luto, sensibilizando a sociedade para as diversas formas de vivência da perda e quebrando o silêncio e estigma social que cercam essa experiência, a fim de contribuir para a criação de redes de apoio e suporte para pessoas enlutadas. O projeto se enquadra nos itens abaixo relacionados do artigo 3º. do Decreto 11.453 de 23/03/23: I. Valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;V. Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; § Objetivos Específicos:Para alcançar o objetivo do projeto serão realizadas as ações abaixo listadas: 1. Documentário Média Metragem - Produção de um documentário média metragem, com aproximadamente 60 minutos, em formato 4K. 2. Obra exibida- Realizar exibições do filme seguidas de debate com os realizadores, serão realizadas 05 exibições gratuitas, seguidas de bate papo com os realizadores.
O luto é uma experiência universal e, ao mesmo tempo, profundamente pessoal. No Brasil, estima-se que são mais de 30 milhões de pessoas que enfrentam a perda de um ente querido anualmente, o que representa uma parcela significativa da população que pode se beneficiar de uma maior compreensão e apoio no processo de luto (Mourão, 2020). Ao abordar diferentes dimensões do luto, como o luto infantil, o luto na adolescência, o luto antecipatório de cuidadores de idosos com demência e o luto das pessoas trans, nosso documentário pretende iluminar as experiências diversas que envolvem essa temática muitas vezes silenciada. A construção de narrativas em torno do luto é essencial porque permite que os indivíduos compartilhem suas vivências, promovendo a empatia e a validação das emoções sentidas. Cada história é única e, ao dar voz a essas experiências, podemos desmistificar o luto e combater o estigma associado às perdas. Promover a troca e auxiliar a quebrar o silencio sustentado pelo estigma e tabu social em torno da morte e do luto. Estudos indicam que a expressão e o relato das experiências de luto podem facilitar o processo de ressignificação e promover a resiliência (Walter, 2017). Além disso, a psicoeducação em luto é vital para a população geral. Muitas pessoas não estão preparadas para lidar com a perda e podem sentir-se isoladas em sua dor. O compartilhamento das narrativas das pessoas enlutadas associado à informação sobre as diferentes formas de luto e como o processo de luto é único e afeta indivíduos de todas as idades e identidades é uma responsabilidade social. A reconstrução da narrativa da perda e da ressignificação do processo de luto oferece a oportunidade às pessoas enlutadas de redescobrir sua identidade e aprenderem a viver lidando com a ausência da pessoa falecida em suas vidas. As pessoas enlutadas poderão se identificar com as narrativas, compreender as dores da sua perda, atribuírem novos significados para suas experiências e sofrimentos, permitindo a renovação de esperança e a reavaliação de seu lugar no mundo com base nos novos significados criados (Attig, 2001). A inclusão de narrativas sobre diversos processos de luto, poderão impactar o processo sofical envolvido no processo de luto, desmistificando e auxiliando na tomada de consciência da importância do acolhimento e escuta das pessoas que estão vivenciando perdas significativas em suas vidas, permitindo que se compreenda como diferentes contextos sociais, culturais e políticos influenciam as vivências do luto (Rosenthal, 2021). Nosso projeto busca não apenas documentar histórias de luto, mas também educar e sensibilizar a sociedade sobre a importância de acolhimento, escuta ativa, expressão dos sentimentos e vivências, construção de rede afetiva e a necessidade de suporte especializado. Aproximar as pessoas de suas próprias vulnerabilidades e promover diálogos sobre a dor da perda pode transformar a forma com que a sociedade enxerga a morte e o processo de luto, levando a uma maior empatia e solidariedade. Por meio deste documentário, esperamos contribuir para a construção de um espaço mais acolhedor para as pessoas enlutadas e, assim, ajudar a formar uma rede de suporte que leve à redução do sofrimento solitário associado à perda. Ao final, nosso objetivo é oferecer uma plataforma que celebre a vida e as memórias de quem partiu, mostrando que, apesar da dor, é possível encontrar caminhos para a esperança e a continuidade. Aprendendo a lidar com a dor da presença da ausência. O incentivo da Lei Federal de Incentivo à Cultura é fundamental na obtenção de recursos para realização desse projeto e sua difusão de forma totalmente gratuita. Acreditamos que o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o. da Lei 8.313/91:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; eVIII _ Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3o. da Lei 8.313/91):II _ fomento à produção cultural e artística, mediante: a) Produção de discos, vídeos, filmes e outras formas de reprodução fonovideográfica de caráter cultural; (Vide Medida Provisória no. 2.228-1, de 2001)
1. Documentário Média Metragem Acessibilidade Física: não se aplica- Item orçamentário: não se aplicaAcessibilidade para Deficientes Visuais: audiodescrição- Item orçamentário: audiodescriçãoAcessibilidade para Deficientes Auditivos: legenda descritiva e libras- Item orçamentário: Legendagem e Intérprete de libras 2. Obra ExibidaAcessibilidade Física: local adequado a legislação atual vigente, apresentando rampas de acesso, elevadores, pisos táteis e todos os dispositivos exigidos pela legislação- Item orçamentário: Locação de espaçoAcessibilidade para Deficientes Visuais: monitores dedicados e audiodescrição- Item orçamentário: Monitores e audiodescriçãoAcessibilidade para Deficientes Auditivos: intérprete de libras- Item orçamentário: Intérprete de libras
Todas as atividades do projeto serão abertas ao público em geral de forma totalmente gratuita. As medidas de acesso seguirão conforme descrito abaixo: 1. Documentário Média Metragem Medida adotada do artigo 30 – In. No. 11/24: IV - Disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; 2. Obra ExibidaMedida adotada do artigo 30 – In. No. 11/24:IV - Disponibilizar na internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal.
O proponente fará a gestão administrativo-financeira e a coordenação geral do projeto, sendo responsável por coordenar todo o desenvolvimento do mesmo, atentando-se para a execução real do objetivo, atualização do Salic e contato com o a Secretaria Especial de Cultura quando se fizer necessário; bem como pelo planejamento de execução de todo o projeto, cotações e compras, e desenvolvimento da prestação de contas. Assumirá as funções de Coordenação Geral 1. COMO SER HUMANO – Coordenação GeralA COMO SER HUMANO é uma produtora audiovisual e educacional onde o ponto de partida é o olhar para dentro. A comunicação e o ativismo pela saúde social e emocional no Brasil são os pilares da produtora. Assim como os projetos de desenvolvimento humano. Os documentários, séries e vídeos documentais produzidos tem como missão abordar o ser humano de maneira central, alinhando um roteiro humanizado aos projetos e ações de impacto social. Nasceu da experiência da jornalista Thaís Itaqui se especializou em jornalismo de direitos humanos no Brasil com trajetória de quase 20 anos como repórter da TV Globo. Realizou grandes reportagens pelo programa jornalístico Profissão Repórter e canal de notícias Globonews. Sua marca sempre foi a da empatia e alcance emocional nos assuntos que noticiava. A produtora idealizou o projeto “A Gente por dentro” lives que viraram podcast e projeto piloto audiovisual. A produtora também realizou os projetos os documentários curta metragem: “Um passo de cada vez”; “Mais uma chance” e “Masterclass 2024 – Atualizações em Psiquiatria!. Além realizar oficinas na Jornada da Cidadania, Trabalho e Renda na Penitenciária Feminina da Capital – RSA. 2. THAIS ITAQUIFunção: Direção cinematográfica e roteiroThais Itaqui é jornalista e ativista em saúde emocional. Se especializou em jornalismo de direitos humanos no Brasil. Produziu documentários e grandes reportagens por quase 20 anos na maior emissora do país, a TV Globo onde atuou no premiado programa da TV Globo: o Profissão Repórter, dirigido por Caco Barcellos. A produção semanal conquistou inúmeros prêmios, foi objeto de estudo em universidades e virou referência para quem quer ser repórter. Uma de suas histórias mais marcantes foi indicada pelo programa para concorrer ao Emmy Internacional: a Enchente de Santa Catarina de 2008. A reportagem, contada por Thais com muita humanidade - traço característico do seu trabalho - virou capítulo do livro Profissão Repórter 10 anos – grandes aventuras, grandes coberturas, onde traz o relato dos jornalistas que fizeram vinte das melhores reportagens exibidas no programa pela TV Globo.Thais Itaqui contou histórias por todo Brasil e fez coberturas internacionais como a Copa do Mundo na África do Sul e a adoção de irmãos brasileiros no norte da Itália. Realizou reportagens especiais no programa Fantástico sobre denúncias na área dos direitos da infância, a retomada do poder no Afeganistão pelo Taliban e a guerra da Ucrânia.Em 2019 foi escolhida pela Columbia University para realizar um curso na Jordânia sobre Desenvolvimento da Primeira Infância e a Crise de Refugiados.Após quase 20 anos como jornalista da Globo, fundou a produtora Como ser Humano, onde está trazendo projetos que carregam o conceito da Sustentabilidade Humana.Em setembro de 2023 lançou o projeto autoral e independente, o “A Gente por Dentro: a gente precisa falar da gente” que busca trazer o tema da saúde emocional e reforçar a importância da fala. Aquela que cura. Que tira de dentro da gente o que precisa estar do lado de fora, fazendo mais sentido para a gente e para o outro. A primeira etapa do projeto foi feita em formato de lives com grandes personalidades brasileiras como Flávia Arantes do Nascimento, filha do Pelé, Maria Beltrão, apresentadora da TV Globo, cantora Flaira Ferro, filósofa Lúcia Helena Galvão, atriz Mayana Neiva, entre outras personalidades. Thais também atua como palestrante, mediadora de debates relacionados à saúde emocional e direitos humanos, e trabalha em sua produtora com documentários e vídeos de impacto social relacionados ao comportamento humano. 3. LUIS PAESFunção: Diretor de Fotografia e CâmeraFotógrafo, jornalista e repórter cinematográfico há 27 anos. Começou a carreira em Santos, litoral de São Paulo, onde trabalhou na TV Tribuna, afiliada da Globo. Contou muitas histórias do litoral e baixada santista nos jornais de rede da TV GLOBO: Jornal Nacional, Jornal Hoje, Jornal da Globo, Bom Dia Brasil e no programa Fantástico. Em 2016 foi convidado para integrar o grupo de cinegrafistas da Globo São Paulo. Fez parte do Núcleo de Reportagens Especiais da Globonews onde realizou por quase 10 anos reportagens e documentários no canal de notícias. Realizou grandes coberturas como a Crise Humanitária na Venezuela e Ocupações Estudantis pelo Brasil. 4. RAFAEL ARMBRUSTFunção: Editor e FinalizadorRoteirista, Editor de Imagens, Finalizador e Montador. Na Rede Globo desde 2008, atuou por quase uma década no time do jornalístico Profissão Repórter como editor de imagens e finalizador. Durante esse período participou do Globo Repórter, Fantástico, Retrospectiva 2011 e formatos especiais.Em 2016 foi convidado para ser Finalizador do Programa Altas Horas. Filmes e documentários também fazem parte dos projetos de Rafael.- Primeira Vez (2006), - A Escrava Branca (2007), - Triunfo (2014), - Entre os Homens de Bem (2016), - Você Não Sabe Quem Eu Sou (2018) - Escola Base: Um Repórter Enfrenta o Passado (2021)- Extremistas.BR (2022)- Além de trabalhos diversos com a ONG Repórter Brasil.Pela Globoplay foi finalizador do primeiro documentário de jornalismo em 2020 - Marielle: O Documentário. Atualmente está nos projetos de novos documentários para o Globoplay. 5. CAMILA ALVESFunção: Produtora ExecutivaCamila Alves é publicitária formada pela Universidade Mackenzie, com especialização em Gestão Cultural pela Itaú Cultural e Universidade de Girona, atua como consultora na área de projetos culturais e sociais com foco no planejamento e gerenciamento de projetos executados com leis de incentivo fiscal.Atuando há 25 anos na área, iniciou sua carreira no escritório Cesnik, Quintino & Salinas Advogados, especializado em Cultura e Terceiro Setor. Atuou no desenvolvimento, planejamento, execução e prestação de contas de projetos para diversos produtores e instituições culturais, entre eles: Instituto Pensarte, Instituto Cultural Brasilis, BM&A – Brasil Música, MAM – Museu de Arte Moderna, Olhar Imaginário, Oka Comunicações, Gaia Produções, Deusdará Filmes, Maria Farinha Filmes, Liquid Media Lab, entre outros. Entre os projetos de destaque estão: Prêmio Oceanos de Literatura, Colegas (espetáculo teatral), Rota das Artes, Festival Arte Serrinha e Instrumental Serrinha 2017, 2018 e 2019, Unilever Sons do Brasil e Rios Des.Cobertos – Dos Jerivás ao Pinheiros (Sesc Santo Amaro – 2022).Coordenou a área de planejamento e gerenciamento financeiro da CPFL Cultura em Campinas e a área de planejamento e projetos especiais da Poiesis, organização social que era responsável pelo gerenciamento do Museu da Língua Portuguesa, Casa das Rosas, Casa Guilherme de Almeida e Oficinas Culturais do Estado de São Paulo e foi diretora executiva do Instituto Pensarte (2018 – 2022). Coordenou a implantação do Museu da Bolsa de Valores - MUB3 – Museu da Bolsa de Valores (2021).Atualmente, é consultora para diversos projetos culturais, coprodutora do projeto Caos on Canvas (artes visuais) e produtora dos projetos Movimento Ecoar (Fotografia e Cultura Alimentar) – Patrocínio Sotreq e Unimed, Fabulários (Exposição Infantil) – Patrocínio AEGEA e Escolas Sustentáveis (Artes Visuais) – Patrocínio Boticário, projetos incentivados pela Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet. Coordena as atividades culturais que compõem a programação do Coletivo Pink, ação do outubro rosa da Pfizer (2019, 2020 e 2023) e ministra cursos sobre as leis de incentivo à cultura, planejamento e gestão de projetos culturais no Cultura e Mercado, entre outras escolas livres e mentoria para projetos culturais diversos.
PROJETO ARQUIVADO.