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PRONAC 2416784Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

DVD COM VÍDEO DOCUMENTÁRIO DE MÉDIA-METRAGEM - HISTÓRIA DA FORDLÂNDIA - PARÁ

WALTER MARTINS PEREIRA JUNIOR
Solicitado
R$ 199,1 mil
Aprovado
R$ 199,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-13
Término

Resumo

Produção obra de audiovisual de vídeo documentário de média-metragem de 60 minutos em FullHD, 16:9, 1920x1080 filmado com câmeras GoPro e celular Iphone com áudios gravados com microfones Boya mesclado com imagens captadas com celular Iphone em 4k que serão editados, fazendo um levantamento histórico da Fordlândia, hoje cidade de Aveiro, no Pará,apurando e relatando os desafios enfrentados para se estabelecer uma operação industrial para extração de borracha na Amazônia, implementando uma cultura americana no local; discutir o impacto cultural, ambiental e social como o desmatamento, as relações com comunidades locais e suas consequências; investigar como a iniciativa da criação da cidade afetou a economia; a fuga dos americanos em função dos confiltos culturais; a cronologia do desenvolvimento local e como está hoje a região,em uma narrativa em vídeo abordando os diferentes aspectos da história de caráter educacional, informativo e analítico, pouco explorados no âmbito educacional.

Sinopse

Como surgiu a Fordlândia, o desenvolvimento de sua história e como está hoje é o objeto desse projeto, que terá classificação livre. A porposta é mostrar o impacto de diferentes culturas quando se unem; a exploração do meio ambiente através de políticas econômicas poderosas; o impacto ambiental realizado sem um profundo estudo; a história do Brasil em uma região pouco retratada na época como a transformação local modificou a região nesse período e quais as consequências dessas alterações frente ao estado do povo local hoje. O enredo do média metragem é a criação da Fordlândia no Brasil que tinha dois objetivos criados pela Ford dos EUA e do Brasil, sendo uma recriar uma nova América, que sob seu ponto de vista, estava se deteriorando aceleradamente em seu país natal, além da intenção de tornar Fordlândia o polo fornecedor de látex aos seus empreendimentos, já que o material era necessário a confecção de pneus para seus automóveis, pois o estado Pará foi uma potência neste segmento, no período chamado Ciclo da borracha (1879-1912). Até então, as empresas de Henry Ford eram dependentes da borracha produzida no Sudeste da Ásia, como na Malásia na época colônia britânica. Juntamente com isso, a região seriam modernizada e seu crecimento teria um grau de atividade intensificada pela cultura estrangeira. Os termos da concessão, proposta pelo então governador Dionísio Bentes, isentavam a Companhia Ford do Brasil do pagamento de qualquer taxa de exportação dos bens produzidos na gleba (borracha, látex, pele, couro, petróleo, sementes, madeira e outros). Jorge Dumont Villares, representante do governador, conduziu as negociações em visita a Henry Ford nos EUA, enquanto no Brasil, O. Z. Ide e W. L. Reeves Blakeley representaram a Ford. A concessão foi aprovada pela Assembleia Legislativa nacional, em 30 de setembro de 1927. A terra era infértil e pedregosa e os gerentes da fabricante de automóveis Ford Motor Company tinham pouca experiência em agricultura equatorial, acarretando no plantio incorreto das seringueiras – árvores de onde se extrai o látex – plantadas muito próximas umas das outras, o oposto das naturalmente muito espaçadas na selva, as quais foram presa fácil para pragas agrícolas, principalmente micro-organismos do gênero Microcyclus, que dizimaram as plantações. Com o passar do tempo, os empregados ficaram insatisfeitos com regras que, na época, eram muito novas para os trabalhadores da região, como sirenes, relógios de ponto e regras de comportamento, típicas do padrão norte-americano, muito diferentes dos adotados localmente na época. Os trabalhadores das plantações recebiam uma alimentação típica norte-americana, como hambúrgueres - da qual se cansaram -, instalados em habitações também no mesmo estilo, obrigados a usar crachás e comandados em um estilo a que não estavam habituados, o que causava conflitos e baixa produtividade. Em 1930, os trabalhadores locais se revoltaram até o exército brasileiro intervir e restabelecer a ordem. A Ford ainda tentou realocar as plantações em Belterra, mais para o norte, onde as condições para a seringueira eram melhores, mas, a partir de 1945, novas tecnologias permitiam fabricar pneus a partir de derivados de petróleo, o que tornou o empreendimento inviável. Com o falecimento de Henry Ford, seu neto Henry Ford II assumiu o comando da empresa nos Estados Unidos e decidiu encerrar o projeto de plantação de seringueiras no Brasil. Através do Decreto 8.440 de 24 de dezembro de 1945, o governo federal brasileiro definiu as condições de compra do acervo da Companhia Ford Industrial do Brasil: a Ford foi indenizada em aproximadamente US$ 250.000,00 e o governo brasileiro assumiu as obrigações trabalhistas dos trabalhadores remanescentes, além de receber seis escolas (quatro em Belterra e duas em Fordlândia); dois hospitais; estações de captação, tratamento e distribuição de água nas duas cidades; usinas de força; mais de 70 quilômetros de estradas; dois portos fluviais; estação de rádio e telefonia; duas mil casas para trabalhadores; trinta galpões; centros de análise de doenças e autópsias; duas unidades de beneficiamento de látex; vilas de casas para a administração; departamento de pesquisa e análise de solo; plantação de 1.900.000 seringueiras em Fordlândia e 3 200 000 em Belterra. Após a desativação do projeto, os antigos trabalhadores da Ford preferiram ficar estabelecidos na localidade, visto que era dotada de grande infraestrutura. Isso atraiu também moradores do entorno, que viram a oportunidade de fixar residência na localidade, após o abandono de muitas edificações em boas condições. A economia de Fordlândia passou a depender, desde então, da agropecuária, do extrativismo e da pesca. Embora seja caracterizada na imprensa como "cidade fantasma" - metáfora por ter sido abandonada pelos funcionários deixando galpões e maquinário inutilizados - o distrito possui moradores fixos e permanentes, e toda história de seu surgimento vem sendo preservada. Em 2020, o IBGE contabilizou cerca de 16.404 residentes no local.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: O objetivo da proposta é levar ao público de audiovisual uma visão histórica e macro-econômica da interação entre duas culturas, a brasileira e americana em um momento que o Brasil ainda não haviaa iniciado sua industrialização e a agricultura era a grande mantenedora de nossa economia, com uma perspectiva da intervenção estrangeira em nossa cultura na região norte demonstrando também o impacto ambiental, assunto pouco explorado. OBJETIVO ESPECÍFICO: O projeto tem como produto, um dvd com vídeo de média metragem gravado e editado de 60 minutos em FullHD, 16:9, 1920x1080 filmado com câmeras GoPro e celular Iphone com áudios gravados com microfones Boya mesclado com imagens captadas com celular Iphone em 4k que serão editados por empresa profissional de edição de vídeo. Considerando imagens e vídeos de entrevistas e da estrutura local, bem como de documentos. Serão produzidos 1.500 dvds com adesivo, capa e encarte coloridos que serão distribuídos para bibliotecas, escolas e entidades educacionais do sistema público. Estão considerados na proposta um notebook e um hd externo para armazenamento de mídias; acessórios de filmagem; tratamento de mídias, produção, seguro de equipamentos, seguro de viagem e do veículo locado; além de despesas de viagem como hospedagem, alimentação, combustível, pedágio, lavanderia, contratação de mão de obra local e estacionamento. No vídeos serão entrevistados moradores locais relacionados ao tema para um retrospecto e registro histórico. Também serão feitas filmagens de como o local está hoje. Fotos desse mesmo processo serão realizadas. Cópias de fotos antigas também serão realizadas para constar na cronologia da história.

Justificativa

Através do uso da Lei Rouanet, este média metragem pretende trazer à luz essa história entre os EUA e o Brasil, que transcende o regionalismo, abordando questões de colonização, sustentabilidade, e o choque de culturas. O filme será uma ferramenta educacional e cultural, que permitirá ao público brasileiro e internacional refletir sobre as lições deixadas pela Fordlândia, num momento em que a Amazônia e suas riquezas naturais estão no centro das discussões globais sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável.O apoio da Lei Rouanet é fundamental para a viabilização desse projeto, garantindo os recursos necessários para uma produção de alta qualidade, capaz de captar a complexidade do tema, entrevistar pessoas da região que viveram essa época e oferecer uma obra audiovisual que dialogue com diversos públicos, desde alunos, passando por historiadores até espectadores interessados em questões socioambientais. Além disso, o projeto contribuirá para a valorização da cultura e da história nacional, promovendo um debate importante sobre os impactos e as heranças das intervenções estrangeiras no Brasil.Produzir um vídeo de qualidade sobre a história de Fordlândia pode exigir recursos significativos, incluindo equipamentos, equipe de produção e edição, viagens e outros custos associados. Utilizar o financiamento através do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais pode viabilizar financeiramente a produção. O projeto pode atrair profissionais da indústria audiovisual local interessados em contribuir para um trabalho de relevância histórica e cultural e poderá ser mais amplamente distribuído e promovido, alcançando uma audiência mais vasta e contribuindo para a disseminação do conhecimento sobre essa parte importante da história brasileira. A produção de um vídeo documentando a história de Fordlândia não apenas preserva e valoriza o patrimônio cultural brasileiro, mas também contribui para a educação e conscientização pública sobre questões sociais, ambientais e históricas. Aproveitar esse incentivo fiscal é uma estratégia eficaz para obter apoio financeiro e logístico para o projeto, permitindo que ele atinja seu potencial máximo e beneficie um público mais amplo.

Estratégia de execução

Para a produção do vídeo documentário é necessária a realização de viagem até o Aveiro/PA, sendo o trecho aéreo de São Paulo/SP para Santarém/PA, ida e volta, por ser a cidade mais perto com aeroporto comercial; e rodoviário, de Santarém/PA para Aveiro/PA, ida e volta, além da circulação por vias terrestres em torno de Aveiro/PA, para garantir um melhor deslocamento e cobertura das diferenças regionais dos grandes centros e do interior do Pará. Feita a pauta, o roteiro e os storyboards/storytellings serão produzidos para garantir a sequência correta de captação de mídias e informações, assim como a locução. Seguindo o detalhamento, nesse momento serão definidos os planos editados de modo elaborado para as definições de filmagens. A direção geral, incluindo direção de fotografia e arte será feita pelo preponente que, chegando ao local foco da história, realizará entrevistas com pessoas que agreguem informações e ilustrem a história, tendo o apoio de produtor e assistente locais. No local, também serão registradas imagens, vídeos e entrevistas, que imediatamente sua captação, serão enviadas para uma nuvem para garantir sua segurança. Na sequência, imagens de época serão organizadas através da pesquisa realizada anteriormente. Após a coleta de informações e imagens, uma empresa contratada ficará responsável pelo tratamento das mídias, programa de edição e finalização do filme. Após a finalização do filme, o conjunto físico de entrega será produzido por empresa contratada com adesivação, encarte, capa e caixa para posterior distribuição. A distribuição será feita via correio para as entidades selecionadas previamente.

Especificação técnica

O produto deste projeto será um dvd-rom com vídeo de média metragem gravado e editado de 60 minutos em FullHD, 16:9, 1920x1080 filmado com câmeras GoPro e celular Iphone com áudios gravados com microfones Boya mesclado com imagens captadas com celular Iphone em 4k que serão editados por empresa profissional de edição de vídeo. Ele será disponibilizado em uma capa para dvd em plástico slim preta tamanho 18,5 cm. de altura x 13,5 cm. de largura x 1,5 cm de lombada com adesivo em papel com impressão colorida em uma face do disco, encarte interno tamanho 18,5 cm. de altura x 13,5 cm. impresso colorido em papel couché 120g/m2 com 2 páginas com uma sinopse do filme com fotos e texto, e capa com contra-capa tamanho 36 cm. de altura x 26 cm. impresso colorido em papel couché 120g/m2 com fotos e texto de identificação do projeto. O documentário possui uma divisão estrutural basicamente dividida em início (com apresentação do tema e do contexto retratado), meio (com um aprofundamento das informações, dos contextos, dos personagens e dos fatos apresentados) e fim (resultado da resolução do conflito abordado nas outras partes). O documentário é fruto de um processo de produção que vai desde a pesquisa, passando pela coleta das informações (entrevistas, documentos, fatos etc), pela elaboração do roteiro até a sua concretização por meio da edição das mídias. Serão produzidos 1.500 dvds.

Acessibilidade

O vídeo sobre o documentário proposto terá legendas (closed caption) transcrevendo os diálogos e os sons importantes do vídeo totalmente sincronizados com o mesmo. Serão utilizados na edição cores de alto contraste e fontes legíveis para garantir a leitura facilitada do conteúdo. Também será feito encarte com introdução em braile para facilidade de compreensão do conteúdo por deficientes visuais.

Democratização do acesso

O vídeo documentário proposto irá contribuir para a ampliação do acesso a nossa cultura, bem como a cultura mundial e à arte de forma mais inclusiva e abrangente através da acessibilidade ampliada com a inserção de legendas e áudio descrição, além da utilização de cores de alto contraste e encarte com introdução em libras permitindo que pessoas com diferentes tipos de deficiência possam desfrutar do conteúdo de forma mais completa. O conteúdo será gravado em dvd's para distribuição em entidades educacionais voltadas a portadores de deficiências para auxiliar no aprendizado da nossa cultura, bem como em bibliotecas municipais, na Biblioteca Nacional e escolas públicas. Também será distribuído em escolas e entidades que atendem portadores de diversas deficiências. O vídeo contribui para que pessoas em diversas partes do país tenham acesso à cultura e à arte, especialmente as que se localizam em regiões remotas permitindo interatividade e engajamento, fortalecendo os laços culturais e promovendo uma representação mais inclusiva na sociedade.

Ficha técnica

Walter Martins Pereira Junior, o proponentes, será o principal produtor e realizador do projeto. Com vasto conhecimento como historiador e fotógrafo, tem mais de 200 documentários sobre a indústria nacional com detalhamento cronológico e histórico. Formado tecnólogo mecânico, com pós-graduação em engenharia de produção e engenharia mecânica, sempre atuou na indústria e tem como hobby a produção de documentários que registre a história de nosso país. Para o projeto, iniciamente o proponente fará uma pesquisa por meios físicos (blibliotecas, arquivos nacionais, etc.) e eletrônicos (arquivos digitais de empresas, jornais, revistas - nacionais e estrangeiros, bem como mídias digitais, áudios e vídeos) para redigir a pauta principal do vídeo que já tem uma locação definida, que é a cidade de Aveiro, no Estado do Pará. Mão de obra de apoio, bem como as empresas fornecedoras de serviços, equipamentos e locações, a contratar.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2025-07-11
Locais de realização (2)
Aveiro ParáSão Paulo São Paulo